Aprenda como cuidar de seu pet idoso

Saber quando começar a oferecer cuidados mais específicos ao pet idoso é a melhor forma de evitar o aparecimento de novas limitações; confira Aprenda como cuidar de seu pet idoso.

À medida que os pets envelhecem, os cuidados devem ser redobrados. Nos últimos anos, a expectativa de vida dos animais de estimação aumentou devido aos avanços da medicina veterinária, rações, vacinas e maior conhecimento dos tutores sobre a importância de manter um acompanhamento veterinário em dia.

Em tese, os animais chegam à terceira idade quando atingem 75% da sua expectativa de vida. Contudo, isso varia de acordo com o porte. Cães de pequeno porte são considerados idosos a partir de nove anos. Os medianos, a partir de oito anos e os grandes, aos sete. Já os gatos, em geral, são considerados idosos a partir de oito anos, uma vez que a diferença de porte é relativamente pequena.

Vale ressaltar que um aspecto determinante quanto à qualidade de vida dos bichanos é o ambiente em que vivem. Os que moram em espaços protegidos sem acesso às ruas certamente terão maior segurança e tendem a viver mais e melhor.

Ainda que essa seja uma base para definir a idade dos pets, é comum os tutores terem dúvidas. A médica veterinária do plano de cuidado domiciliar My Pet, Bianca Bond, revela que por meio do exame físico, o profissional consegue ter uma ideia da idade do animal. “A partir da avaliação bucal, os dentes (quais estão presentes), suas fases, coloração, estado geral, presença ou não de cálculo (tártaro) é possível indicar um paciente filhote, adulto ou idoso.”

Cuidado com os pets idosos

Pacientes idosos podem ter uma série de alterações de saúde por conta da idade. “Eles exigem maior necessidade de atenção por parte dos tutores, na parte de alimentação, quantidade e tipo de ração, hidratação, fornecimento de água de boa qualidade e da maneira correta, além do tipo de atividade física realizada”, pontua a médica veterinária Bianca.

O médico veterinário Daniel Cooper alerta que paciente idoso, assim como os humanos, começa a manifestar algum processo fisiológico inadequado. Quando isso é reconhecido de forma precoce, as chances de recuperação ou de não deixar que a doença avance de forma muito abrupta é por meio de exames periódicos. “Nesse sentido, o diagnóstico precoce traz muitos benefícios”, destaca.

Conforme envelhecem, os pets podem apresentam algumas doenças semelhantes aos humanos, como manifestação de problemas nas articulações, doenças de visão e envelhecimento do organismo. Contudo, os cuidados ao longo da vida podem influenciar muito na saúde na terceira idade dos pets. 

“Uma questão que vejo ter bastante benefício, principalmente na parte articular, é uma alimentação de boa qualidade”, diz Dr. Cooper. Mas ele alerta para a importância de uma avaliação do médico veterinário, pois a enfermidade pode ser alguma condição genética ou sobrepeso. “Existem animais que têm predisposição a ter alterações articulares”, relata.

Doenças de visão, segundo o Dr. Copper também são mais bem tratadas se reconhecidas antecipadamente. “Um oftalmologista avaliando isso precocemente pode identificar o diagnóstico e indicar tratamento correto para impedir a evolução rápida de uma doença como a catarata”, conta.

A melhor forma de minimizar qualquer risco é garantir visitas preventivas ao veterinário.Assim,agendar check-ups regulares com profissionais é essencial, afinal, quanto antes for detectado qualquer tipo de problema, maior será a facilidade em resolvê-lo.

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Foto: Pixabay

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Atividade física com seu pet reduz doenças cardíacas

Uma pesquisa da Associação Americana do Coração constatou que ter um animal de estimação e uma rotina de exercícios com o pet, em especial cães, promove a redução do risco de doenças cardíacas. Isso porque a prática de exercícios regulares estimula nos animais a aceleração do metabolismo, melhora da respiração e colabora para a digestão dos alimentos.

Segundo Karen Neves, especialista em pets e proprietária do Pet Shop Online Zen Animal, as atividades frequentes ajudam o animalzinho a diminuir o estresse de ficar em casa, muitas vezes sozinho e por períodos longos. Os exercícios podem ser os mais variados, desde uma caminhada na rua ou em um parque, pequenas corridas e até mesmo meditação. Tudo muito simples para se exercitar ao lado do seu pet de estimação.

Mas assim como nos humanos, antes de qualquer esforço fora do normal ou o início de uma programação de exercícios, é preciso tomar alguns cuidados e, sempre que possível, levar seu cãozinho ao veterinário para que seja avaliado e possa ter uma rotina saudável e divertida. Veja a seguir três dicas importantes:

   1. Corridas no parque ou pela rua

Existem algumas raças que não podem realizar atividades físicas intensas, por isso a dica é se informar e sempre passar por uma consulta com o veterinário antes de iniciar qualquer atividade com seu pet. Apenas esse profissional poderá afirmar se o seu cão está apto a realizar exercícios e qual o ritmo mais adequado.

    2. Brincadeiras também podem ser exercícios

Outra dica de atividades entre os donos e seus cães são as brincadeiras com bolinha e frisbee, que podem ser realizadas em parques ou áreas ao ar livre com bastante espaço. Além de divertidas, as atividades fazem com que o cão pratique exercícios e gaste energia de uma maneira bem agradável, sem estar preso à guia ou coleira. Vale lembrar que nesses casos é preciso cuidado em dobro.

3. Cuidados com a saúde do seu pet

Os exercícios são ótimos, mas é preciso tomar alguns cuidados para eles não acabarem prejudicando, ao invés de ajudar a saúde do seu pet. Dias quentes durante o verão podem causar insolação ou desidratação no pet devido ao calor intenso. Para essas ocasiões a dica é incentivar o pet a consumir água antes do passeio e se possível durante. Por último, é recomendado que os exercícios comecem aos poucos, aumentando gradualmente, para que o pet se acostume com a prática do esporte.

Fique atento porque câncer de mama pode surgir em seu pet

Foto de capa: Série Amor Animal 2 – 89 : Crédito Gustavo Araújo

Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer mamário também acomete animais. Vale o alerta aos tutores de pets sobre a prevenção da doença e a importância do diagnóstico precoce.

Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), a probabilidade da ocorrência do câncer de mama em cadelas atinge até 50% e, no caso das gatas, podem acometer até 30%. Consultas regulares ao veterinário e atenção aos sinais de inchaço, feridas e até secreção mamária são
condutas preventivas que os tutores devem ter em relação aos seus pets.

De acordo com dados do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), a maior incidência da doença é em fêmeas adultas, entre 4 e 12 anos, mas cerca de 1% a 3% dos casos ocorrem também em machos.

Dr. Bruno Roque, veterinário parceiro da DrogaVET, destaca que cerca de 50% dos tumores mamários em cadelas são malignos e tendem a ter comportamento agressivo ou metastático. Já em felinos, é ainda mais grave a evolução. Segundo o veterinário, diagnosticar o câncer mamário com antecedência é a forma mais eficiente de viabilizar a cura, exatamente como ocorre em humanos.

“A dica é que assim como há o autoexame realizado pelas mulheres, as mamas do animal também devem ser examinadas. Aproveite o momento de interação e carinho na barriga do pet para palpar as mamas e verificar se não há nenhum nódulo. Nos gatos, que geralmente não apreciam o toque na barriga, pode ser um pouco mais difícil, mas o ideal é tentar acostumar o bichano com a palpação. E, ao identificar um volume diferente do habitual, levar o animal imediatamente ao veterinário, principalmente se esses ‘caroços’ aumentarem rapidamente”, explica Roque.

Segundo a Dra Urya Barbosa, médica veterinária da rede Petz/Seres, o diagnóstico precoce é de extrema importância.  “Em muitos dos casos os tumores são malignos, por consequência há chances de metástases e podem acometer pulmão, baço, fígado, por exemplo,” ressalta.

Por se tratar de uma doença com evolução silenciosa, é preciso ficar alerta com o surgimento de possíveis sinais, tais como apatia, vômitos, febre ou mudança no apetite. “O principal sintoma do câncer de mama em cachorro está no crescimento de um nódulo na região mamária”, destaca a Dra. Urya.

Série Amor Animal BH 124 : Crédito Edjane Madza

A orientação da médica veterinária é sempre verificar se a região das mamas está avermelhada, inchada, dilatada, com secreção e/ou odor desagradável e realizar check-ups para identificar qualquer doença ainda no estágio inicial e avançar com o tratamento adequado para ter resultados positivos e evitar o sofrimento do seu pet.

O tratamento para o câncer de mama é a cirurgia, preferencialmente com retirada total de toda a cadeia mamária. “Desta forma é possível prevenir o desenvolvimento de novos tumores nas demais mamas e, caso existam tumores nas duas cadeias mamárias, o indicado é realizar a mastectomia em dois estágios”, explica o Dr. Roque, complementando que a quimioterapia é indicada apenas quando for detectado um tumor mais agressivo, com indício de metástase e comprometimento dos linfonodos.

Seja responsável e crie uma rotina com seu pet para realizar o autoexame e garanta a saúde e qualidade de vida de seu animal de estimação!

Por Soraya Simón
e-mail: soraya3s.ss@gmail.com

Hospital Sepaco inova com Serviço de Fisioterapia no Centro Obstétrico

Sempre atento a saúde e bem-estar de suas gestantes, o Hospital Sepaco inova e implanta o serviço de fisioterapia em Centro Obstétrico. Este novo serviço vem somar a experiência da instituição com alta complexidade ao cuidado e atenção dedicados às gestantes, tornando a assistência ainda mais resolutiva e precisa.

Os fisioterapeutas especializados em partos se integram a toda a equipe de enfermagem, médicos e demais profissionais que estão para assistir a paciente com o objetivo de ajudar e propiciar um trabalho de parto mais fisiológico possível.

Segundo a Profª. Dra. Lisandra Stein Bernardes, Coordenadora da Obstetrícia e do Centro de Medicina  Fetal e Cirurgia Fetal do Hospital Sepaco, a fisioterapia tem um papel importante que é de ensinar a gestante a fazer posições que permitem uma evolução positiva no parto. A equipe especializada de fisioterapia realiza o trabalho no período de gestação, durante o parto e acompanha a paciente no pós-parto.

Um estudo demonstrou resultados extremamente positivos em pacientes que atuaram com a equipe de fisioterapia e mantiveram um ritmo de exercícios. Os principais benefícios para as pacientes são a diminuição na duração do trabalho de parto, sendo mais rápido, e a redução de algum tipo de analgesia, já que a dor também é bem menor.

A médica destaca que em situações, por exemplo, em que o feto não está bem posicionado a atuação da fisioterapia possibilita adequar o posicionamento fetal para rotação da cabeça do bebê até passar pelo caminho da bacia.

Entre os benefícios da fisioterapia na gravidez estão auxílio no controle da glicemia na diabetes gestacional, alívio de sintomas relacionados ao sistema músculo-esquelético e vascular, melhora do condicionamento físico e na qualidade do sono, redução do risco de trauma perineal, alívio da lombalgia e dor pélvica, além de preparar a gestante para o parto.

Já durante o parto, os benefícios vão desde uma experiência mais tranquila, com menos dores, diminuição de analgesia até a redução do tempo de trabalho de parto e a recuperação mais rápida da parturiente.

Com este novo serviço, o Sepaco entra no rol de um grupo seleto de hospitais que oferecem uma equipe especializada de fisioterapia para parturientes e ratifica seu comprometimento e atenção com os cuidados materno-infantis e também de toda a família.

Sobre o Sistema Sepaco de Saúde

O Sepaco, fundado em 1956, inicialmente para atender o setor papeleiro, transformou-se em um Sistema Integrado de Saúde, agregando hospital e operadora de saúde de autogestão.

Pioneiro no controle de infecção hospitalar no Brasil, o Hospital Sepaco atualmente atende operadoras de saúde, assim como clientes particulares.

Focado em alta complexidade e pediatria, o hospital está localizado na Vila Mariana, São Paulo, e possui 257 leitos, sendo 95 de UTI (40 para adultos e 35 Neonatais e 20 Pediátricos), um corpo clínico com alta qualidade profissional e modernos equipamentos para diagnósticos, como tomografia, ressonância magnética, hemodinâmica, medicina fetal e uma área própria para oncologia.

Para realização de pequenas cirurgias, com alta no mesmo dia, a instituição oferece ainda o Hospital Dia Sepaco, na região do Jardim Paulista, São Paulo/SP.

Acesse: www.sepaco.org.br
Facebook: www.facebook.com/hospitalsepaco