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Escassez de profissionais de tecnologia resulta em gap na contratação

Enquanto algumas profissões deixaram de ser relevantes com o passar dos anos, outras, como as relacionadas à área de  tecnologia, entraram em ascensão e se tornaram imprescindíveis, ganhando visibilidade e notoriedade no mercado. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), o mercado de trabalho demanda cerca de 70 mil profissionais de tecnologia anualmente, porém, apenas 46 mil se formam na área nesse período. Tal escassez de talentos resulta em ‘gap’ na contratação de profissionais de tecnologia.

Porém, é possível notar que o interesse pela área tem aumentado significativamente. A SPTech, faculdade de tecnologia paulista, realizou um levantamento mostrando que 36% dos candidatos em seus vestibulares são da região metropolitana de São Paulo, enquanto 38% da mesma região já estão cursando TI na instituição. Isso mostra que estudantes de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Arujá, Carapicuíba, Osasco e outros estão investindo em capacitação para começarem a atuar em um dos setores mais aquecidos do mercado, mas que sofre com a ausência de profissionais qualificados. 

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No Brasil, os jovens ainda são fortemente afetados pelo desemprego. Segundo o IBGE, o desemprego chega a 31%, na faixa etária de 18 a 24 anos.  Já de acordo com estudo do Manpowergroup, consultoria de gestão de pessoas, 52% dos recrutadores brasileiros afirmam que encontram dificuldade para realizar contratações na área de tecnologia. Para resolver esse gap, é necessário promover uma formação adequada de profissionais, a fim de aumentar as chances de empregabilidade.

“Ao escolherem sua profissão, os jovens deveriam levar em consideração que  as vagas de trabalho estão em tecnologia e que as oportunidades em antigas profissões como administração, direito, jornalismo, marketing estão cada vez mais escassas. Precisamos desmistificar a noção (errada) de que tecnologia é apenas para os chamados “nerds”, que são loucos por matemática. Conhecimento em matemática  é importante, mas a tecnologia tem diversas áreas que vão desde as mais técnicas até gestão, passando por analistas de negócio”, comenta o CEO da SPTech, faculdade de tecnologia paulistana, Alessandro Goulart.

Goulart explica que essa disparidade entre ofertas de emprego e qualificação de candidatos se acentua com o progresso tecnológico. “A tecnologia, que deveria impulsionar o desenvolvimento dos profissionais, acaba agravando a lacuna de qualificação. Isso mostra a importância e a necessidade de se adotarem novos modelos de negócios educacionais que possam impactar e alterar essa realidade”, afirma.

Goulart explica que, ao analisar a situação do ensino superior no Brasil, a SPTech  desenvolveu, em 2017, uma metodologia de ensino única, com evasão menor que 8% e 100% dos seus alunos empregados a partir do segundo período.

“Temos como objetivo ajudar o jovem na transição do mundo acadêmico para o mundo real. Isso acontece porque todos os alunos da faculdade têm estágio garantido e conseguem conciliar o estudo com o trabalho em uma empresa de tecnologia. Além disso, acreditamos na formação integral dos nossos alunos e, por isso, temos uma disciplina de formação socioemocional que é obrigatória e acompanha o aluno durante todo o curso”, acrescenta.

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Para trabalhar a questão da empregabilidade entre os jovens, a SPTech garante  vaga de estágio para 100% dos seus mais de 800 alunos, a partir do segundo período, nas empresas parceiras. “Viabilizamos uma bolsa integral para 100% dos alunos no primeiro período da faculdade, resolvendo a problemática de financiamento do ensino, uma vez que ele pode pagar sua mensalidade com o salário que recebe no programa de estágio, resultando em uma taxa de inadimplência menor do que 2%”, finaliza Goulart.

Sobre a São Paulo Tech School
A BandTec agora é São Paulo Tech School. Fundada em 2008, a faculdade foi criada pelo Colégio Bandeirantes, escola paulistana reconhecida pela excelência e qualidade no ensino. Em 2016, foi adquirida por um grupo de empreendedores, sendo os principais Alfredo Vilella, Randal Zanetti e Alessandro Goulart, atual presidente da instituição, que implementou, com Vera Goulart, atual diretora acadêmica, um sistema disruptivo de ensino, baseado em três principais pilares: simbiose com o mercado de trabalho, liderança pedagógica e formação socioemocional. Hoje é referência no ensino superior de Tecnologia da Informação, entregando ao mercado profissionais mais bem preparados, tanto em aspectos técnicos quanto em competências comportamentais. Para mais informações, acesse: digitalschool.com.br/faculdade

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Escassez de profissionais de tecnologia resulta em gap na contratação. Foto: Unsplash

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Este post foi publicado em 1 de fevereiro de 2022 09:36

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