Tecnologia 5G deve revolucionar IoT e chatbots no Brasil

O 5G é a quinta geração da tecnologia de internet móvel, que vai substituir o atual 4G e promete velocidade superior a 100 vezes, quando comparada a rede atual. Com a chegada da atualização da rede móvel, muitas perguntas são feitas sobre seu funcionamento e quais benefícios os usuários terão na sua utilização.

Segundo o especialista em programação e CEO da Ubots, Rafael Souza, o 5G não só trará melhorias para o serviço de internet móvel, como vai transformar a forma de comunicação humana, permitindo conexão e interação entre humanos e dispositivos eletrônicos, os tornando “um só”: a já conhecida Internet das Coisas pode avançar ainda mais. 

“O 5G é mais um passo da evolução tecnológica e promete trazer mais agilidade de downloads e uploads, além de mais estabilidade de conexão. Para o mercado de tecnologia, as possibilidades também são grandes. Estamos vendo o crescente investimento em IoT (Internet das Coisas) o que vai nos trazer novas perspectivas para o futuro” explica Souza.

A relação do 5G com os chatbots

O 5G será um marco no mundo tecnológico e abrirá portas para muitas novidades e avanços no setor e isso inclui o serviço de chatbots. O uso de chatbots é uma realidade no setor de atendimento de muitas empresas, que aderiram à tecnologia nos últimos anos, substituindo o tradicional telemarketing. 

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas passaram a realizar suas atividades por meio do ambiente virtual e, isso, levou as empresas a buscarem soluções para atender às novas demandas, aumentando a utilização dos chatbots.

Segundo o CEO da Ubots, em 2019, cerca de 60 mil chatbots entraram no mercado, enquanto em 2020 esse número quase dobrou, atingindo a marca de 101 mil. Corroborando estes dados, uma pesquisa realizada pela empresa MarketsandMarkets, apontou que o mercado teria um crescimento de US$2,6 bilhões em 2019 para US$9,4 bilhões até 2024.

Com relação ao impacto que o serviço vai sofrer com a chegada do 5G, o especialista em programação, diz que espera avanços no modo como os bots atuam hoje.

“A tecnologia promete oferecer mais agilidade no carregamento de mensagens e transmissão de informações, com menos interferências e sem problemas de conexão. Com isso, o tempo que os clientes terão que esperar para que suas demandas sejam resolvidas vai ser reduzido, bem como o tempo de execução da máquina para realizar as operações”, explica o CEO. 

Para o especialista, com a agilidade na comunicação e a menor latência na transmissão de informações, será possível ver o fortalecimento de algumas tendências no relacionamento entre empresas e clientes. Dentre elas, está a utilização da voz no processo de atendimento e a possibilidade de usar vídeos para ampliar os recursos. 

O caminho até o 5G

Você já imaginou baixar filmes em menos de dez segundos, realizar uma cirurgia sem a presença de médicos, ou ver sua geladeira fazendo um pedido de compras ao perceber que está ficando vazia? Isso tudo pode virar realidade graças ao 5G.

A nova tecnologia vai dar um salto enorme, se comparada ao atual 4G, pois possibilitará que as operadoras utilizem bandas de frequência mais altas, acima de 3GHz, as quais nunca haviam sido utilizadas. 

Este avanço vai proporcionar maior capacidade para o 5G, resultando em uma alta velocidade na navegação pela internet, nos downloads e uploads de arquivos, baixa latência, maior rapidez na transferência de dados, redução no tempo de resposta entre diferentes dispositivos e mais estabilidade nas conexões. 

Para Souza, os principais benefícios que a nova tecnologia vai trazer para seus usuários, são:

Velocidade: estima-se que o 5G vai ser 100 vezes mais rápido que as tecnologias utilizadas atualmente;

Cobertura: maior cobertura de sinal, ampliando seu acesso a mais pessoas e aumentando o número de usuários conectados simultaneamente, sem perda da qualidade de conexão;

Economia de bateria: maior eficiência no consumo de energia e aumento na autonomia da bateria dos dispositivos que suportam a rede, como “modems” e celulares; 

Largura de banda: em relação à quantidade de dados que podem ser transmitidos; 

IoT: com a evolução das conexões vai ser possível ter uma ampliação na utilização de outras tecnologias.

A Internet das Coisas já pode ser observada através de aparelhos como smartwatches e a assistente Alexa, da Amazon. Porém, com a chegada do 5G, haverá uma revolução na utilização de outros dispositivos, como fogões, máquinas e até berços para monitoramento de bebês.

Além disso, vários segmentos serão impactados, como o automotivo, médico e industrial, os quais serão beneficiados pela gama de possibilidades que o 5G permitirá. Em suma, qualquer dispositivo poderá ser interligado aos humanos, através de uma rede de conexão e o 5G será o responsável por esse salto, que promete mudar a forma como vivemos hoje. 

Hoje, o 5G já está em pleno funcionamento em vários países como, Austrália, Alemanha, Japão, Arábia Saudita, Reino Unido, Estados Unidos e Coreia do Sul. O último país citado, inclusive, já lidera o ranking de consumo de dados móveis e na média de velocidade atingida, segundo pesquisa feita pela OpenSignal

O Brasil e o 5G

A nova tecnologia ainda não está disponível no país e, para ela ser oficialmente distribuída para a população, será necessário que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) realize o leilão das faixas de frequências, que está previsto para ocorrer ainda em 2021.

Atualmente, várias operadoras já oferecem o serviço, contudo, ainda não se trata do verdadeiro 5G, mas de testes feitos pelas operadoras, que utilizando as mesmas frequências do 4G, disponibilizam o chamado 5G DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, da sigla em inglês). Com essa tecnologia, é possível entregar algo similar, ou seja, seus usuários já podem desfrutar de uma velocidade e conectividade parecidas com o que o 5G vai proporcionar. 

Souza salienta que o Brasil está apto para atender às novas demandas, mas ressalta que o país terá de passar por uma adaptação.

“Acredito que estamos preparados para receber o 5G, mas, assim como ocorre com qualquer nova tecnologia, nós teremos um período de adaptação. Na telefonia, um dos problemas perceptíveis em relação a isso é a necessidade de hardwares específicos. No momento, só é possível utilizar os benefícios da quinta geração, através de equipamentos que possuam tal capacidade”, explica o programador.

Para aqueles que buscam aparelhos que atendam a essa nova realidade, já é possível encontrar alguns modelos de smartphones no mercado, como Motorola, Apple, Xiaomi, Samsung e Asus. Souza explica que com a chegada da nova rede, será possível investir em novas infraestruturas e, consequentemente, obter mais qualidade nos serviços de internet prestados no país. 

Segundo o ranking mundial de internet realizado pelo site Speedtest, hoje, o Brasil ocupa as posições 74ª e 49ª, no quesito rede móvel e banda larga fixa, respectivamente. De acordo com informações apuradas no site do Governo Federal, o 5G deve estar em pleno funcionamento no país em julho de 2022, atendendo as 26 capitais mais o Distrito Federal.

Sobre Ubots

Fundada em 2016, a Ubots surgiu da vontade de utilizar a tecnologia para facilitar a comunicação de grandes empresas com seus clientes. Para otimizar esse resultado, a Ubots utiliza plataforma própria desenhada para cenários de atendimentos, tanto para uso de agentes humanos, chatbots ou atendimento híbrido, quanto utiliza inteligência artificial. De origem gaúcha, a startup possui clientes no Brasil e Chile e já participou de programas de aceleração, como: Scale Up Endeavor, BNDES Garagem, StartOut Brasil,WesterWelle Foundation, Cubo do Itaú, entre outros. Mais informações no www.ubots.com.br

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Meta para cobertura de fibra ótica 99% dos municípios até 2024

Decreto aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (30), com obrigações impostas às concessionárias de telefonia fixa em um período de cinco anos, incluindo a meta para cobertura de internet por fibra ótica.

O Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU5) do setor de telecomunicações foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (28), trazendo obrigações impostas às concessionárias de telefonia fixa. Entre as principais normas, está o investimento na implantação de redes de fibra ótica para alcançar 99% dos municípios brasileiros até 2024.

As metas valem por um período de cinco anos, a partir de 2021, e abrangem as operadoras Oi, Telefônica, Claro e Algar. Essas normas foram aprovadas em decreto em novembro de 2020, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expectativa é de que 1,5 mil municípios brasileiros recebam a internet por fibra ótica, alcançando cerca de 5.500 cidades nos próximos três anos. 

O plano detalha que a rede de fibra deverá ter capacidade mínima de 10 gigabits por segundo (Gbps), cobrindo, até o final de 2021, até 10% do respectivo município. Essa instalação de fibra ótica substitui uma meta do PGMU anterior, que previa a implementação do 4G em localidades sem essa tecnologia.

Em parceria com Brasil 61

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Fundo de Telecomunicações para universalizar banda larga nas escolas públicas do Brasil

Banda Larga Brasil: Izalci Lucas (PSDB/DF) destaca importância da modernização do Fust para inclusão digital dos estudantes

Apenas 1,2% dos R$ 19,4 bilhões arrecadados entre 2001 e 2015 pelo Fust, o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, foram usados, de fato, para melhoria do setor em todo o País. É o que aponta um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2017. 
 
Criado em 2000, o Fundo tinha o objetivo de garantir serviços de telefonia fixa em locais que não oferecem lucro para o investimento privado. Além disso, limitação que não atende, segundo especialistas, as necessidades da conectividade atual, liderada pela internet. 
 
Até por isso, o Senado aprovou, em novembro, um projeto de lei que moderniza o Fust, ao ampliar a possibilidade de uso dos recursos do Fundo que, a partir de agora, vão poder ser gastos para expandir e melhorar a qualidade das redes e dos serviços de telecomunicações. Dois dos principais pontos da nova legislação garantem o acesso à internet de banda larga em todas escolas até o fim de 2024 e melhoria da conectividade no campo.

Aprovação

O Senador Izalci Lucas (PSDB/DF) comemora a aprovação do PL 172/2020, que reconfigura o Fundo. “Desde quando entrei na Câmara Federal, a gente luta para transformar este recurso em inclusão digital nas escolas. Eu sempre dizia, lá atrás, desde 2004, quando fui secretário, que o analfabeto de hoje não é mais quem não sabe ler e escrever; o analfabeto é quem não tem acesso à internet, ao conhecimento – até chamo “analfabyte”, afirma.

Banda Larga Brasil

O texto aprovado tem, entre as prioridades, prover o acesso à internet às escolas de todo o País com recursos do Fundo. Dados do Censo Escolar 2018, divulgados pelo Inep no ano passado, apontam que 30,4% das escolas de ensino fundamental não têm conexão com a internet. Assim, equivalente a mais de 39 mil estabelecimentos.

Prioridades da Banda Larga no Brasil

De acordo com o PL 172, no mínimo 18% dos recursos do Fust deverão ser aplicados, obrigatoriamente, para dotar todas as escolas públicas brasileiras, em especial as que ficam na zona rural, de acesso à internet em banda larga, até 2024. A internet em banda larga, de maior velocidade, só está disponível em 57,6% das instituições do fundamental. Ou seja, mais de 54 mil escolas não possuem esse tipo de recurso.
 
Segundo Lucas Rocha, gerente de inovação da Fundação Lemann, a aprovação do uso do Fust para levar banda larga às escolas é um primeiro passo. Acima de tudo, importe para universalização da internet no país. “É quase que um atestado de que a educação é uma prioridade nessa luta pela conectividade. Além disso, uma estratégia para conseguir levar internet para todo o Brasil”, afirma. 
 
A dificuldade que os alunos brasileiros têm em relação à disponibilidade de internet é um dos gargalos para a melhoria da educação nos próximos anos. Fato que ficou escancarado com os efeitos da pandemia da Covid-19. De acordo com levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), cerca de seis milhões de estudantes — da pré-escola até a pós-graduação — não têm acesso à internet banda larga no Brasil ou 3G/4G para participarem de aulas remotas, alternativa que as escolas encontraram para minimizar o impacto da proibição das atividades presenciais.

Banda Larga Brasil na Zona Rural

Responsável por 21,4% do PIB brasileiro, com faturamento de R$ 1,55 trilhão em 2019, o agronegócio também deve se beneficiar com o projeto de lei. Isso, porque o texto prevê que os recursos do Fust serão destinados a cobrir projetos para serviços de telecomunicações em zonas rurais ou urbanas com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Além disso, o Fundo poderá financiar políticas para inovação tecnológica de serviços no meio rural, coordenadas pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).
 
O desafio é considerável, já que mais de 70% das propriedades rurais não possuem conexão com a internet, de acordo com o último Censo Agropecuário, de 2017, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Extremamente competitivo em escala global, o agronegócio brasileiro precisa de conectividade para o uso intensivo de sensores, drones e operação das próprias máquinas no campo, por exemplo.
 
“Vivemos em uma sociedade cada vez mais tecnológica em que até a área rural precisa se amoldar a esse formato. Boa parte da produtividade de muitas empresas sediadas na área rural, e fazendas precisa de equipamentos modernos e tecnologia para gerar mais renda, fomentar mais ainda a economia”, acredita Amanda Caroline, especialista em direito civil.

Conselho Gestor

O Conselho Gestor administrará o Fust, vinculado ao Ministério das Comunicações. As pastas de Ciência, Tecnologia e Inovações; Economia; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Educação; e Saúde terão um representante cada no colegiado. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) também será representada. Por fim, o Conselho contará, com três representantes da sociedade civil e dois das prestadoras de serviços de telecomunicações.

Fonte: Brasil 61

Conheça a Internet 6G. E nem chegou a 5G…

A internet 6G será a próxima geração das redes móveis. E a grande promessa é que esse novo sistema entregue uma velocidade muito acima do 5G. Atualmente que este ainda está sendo implementado em diversos lugares do mundo. Desde já, para ficar por dentro do assunto e já pensar no futuro (por que não?) continue a leitura do texto. Conheça a Internet 6G:

Velocidade 6G

A perspectiva atual é de que a internet 6G alcance velocidades de até 1TB por segundo! Comparando com as redes de quinta geração equivaleria a uma conexão oito mil vezes mais rápida. Sensacional para a correria da nossa rotina, não é mesmo?

Já notamos que, a cada dia, mais e mais dispositivos estão sendo conectados à internet. Sendo assim, com informações transmitidas com tal rapidez, seria possível resolvermos desafios que hoje ainda parecem sem solução. Tal qual os problemas que enfrentamos quando há grandes volumes de dados em movimento ou conectividade massiva em determinada área.

Mudanças no mundo

Algumas metrópoles, como São Paulo, Tóquio ou Nova Iorque, já vivem a realidade de estarem sempre conectadas à internet. A longo prazo, a rede móvel 6G poderia sustentar trilhões de dispositivos funcionando ao mesmo tempo. Sendo assim, diversos outros países a avançarão sua relação com a tecnologia.

Cidades inteligentes

Carros, drones, smartphones, geladeiras. Não falta muito para morarmos em cidades inteligentes onde todas as coisas à nossa volta estarão conectadas a uma rede de dados. Portanto, o 6G deve chegar para transformar em realidade aquilo que ainda parece ficção científica.

Novos negócios

Quando evolucionarmos a ponto de o 6G fazer parte do nosso dia a dia, com certeza, muito do que conhecemos hoje sobre empresas e modelos de negócios já terão se transformado. O momento que vivemos, inclusive, acelerou tais mudanças. Uma rede móvel ainda mais rápida, então, vem ao encontro de tudo o que precisamos para a revolução digital do século. O que nos leva ao próximo tópico.

Robôs no comando Conheça a Internet 6G

Pode parecer um exagero falarmos sobre internet 6G quando, aqui no Brasil, grande parte da população se relaciona ainda com o 4G. Fato é que os principais usuários da próxima geração das redes móveis serão as máquinas. Do seu dispositivo de assistência pessoal até a linha de produção das grandes fábricas: todo esse maquinário deverá estar conectado nas próximas décadas.

Mais saúde Conheça a Internet 6G

A conexão 6G também deve evoluir os equipamentos na área da saúde. Um sistema inteligente poderá ser de fundamental importância para cuidarmos da crescente população idosa em todo o mundo. Da temperatura corporal à pressão arterial — imagine se todos os controles puderem estar conectados e sendo monitorados?

Previsão de chegada Conheça a Internet 6G

A conexão 5G ainda está em desenvolvimento — e engatinhando no Brasil. O mais provável é que o 6G não deva estar em funcionamento antes da próxima década, ou seja, deverá ser implementada a partir de 2030.

Até lá, serão necessários investimentos em novas tecnologias, como processadores, antenas, transmissores e toda a infraestrutura que a próxima rede de dados móveis vai demandar. 

Vale destacar que a internet 6G precisará operar com sua frequência na casa dos terahertz, emitindo ondas de até 3.000GHz. A nova rede também poderá ser instalada em satélites e plataformas, fornecendo conexão até mesmo no deserto ou em alto-mar.

Por enquanto ficamos aqui, acompanhando todas as descobertas e trazendo novidades para o nosso site. E você, como acha que uma conexão móvel de altíssima velocidade pode transformar o nosso dia a dia? Veja mais também em Dica App do Dia