A Conquista do Ocidente

A resenha de “A Conquista do Ocidente” é de autoria de Fito

Sylvain Besson tem uma coragem incomum: com documentos nas mãos para provar tudo o que diz, foi além do politicamente correto, além das ameaças de morte, e publicou uma obra que relata, com provas, como o movimento islâmico mundial está conquistando, a passos largos, o ocidente.

O Califado Mundial é um objetivo cravado na alma dos muçulmanos, de modo que todos devem colaborar na implantação deste Califado com todas as suas forças. Para eles, o objetivo de Alá sobre a terra é estabelecer este Califado. Com documentos comprobatórios de movimentações políticas para implantação desta agenda religiosa, Besson traz, ponto a ponto, os detalhes sobre este objetivo, que vem sendo implantado a olhos vistos.

O ateísmo / agnosticismo cada vez maior na Europa abre espaço para esta estrutura religiosa, que não encontra muitos opositores. Vem, assim, ganhando espaço ao ponto de haver bairros inteiros de muçulmanos, nos quais não existem leis dos países europeus. Só a sharia.

Um relatório de 1982, publicado no livro, mostra a implantação progressiva desta agenda, que mostra que não há um crescimento orgânico do islã na Europa, mas sim a implantação específica e induzida de pontos culturais e políticos nos povos europeus, que não têm qualquer forma de impedir a aculturação que sofrem.

Sem um esteio cultural cristão e clássico, a Europa deixa de sê-la, tornando-se mera ajuntadora de países, que esquecem suas próprias histórias, e derrogam a cada dia de sua forma de viver: uma civilização plena. Paulatinamente, a Europa se torna Arábia.

Existe saída? Para Besson não há resposta pronta. Ele denuncia os passos da implantação do Califado Mundial (principalmente na França), mas os guerreiros que poderiam impedir foram mortos ou emasculados por décadas de politicamente correto, feminilização da masculinidade e aceitação de tudo sem critério. Há quem diga que todas as culturas têm o mesmo valor. Uma cultura que mata tem o mesmo valor de uma cultura que salva? Jamais.

O livro lista os “pais espirituais” do movimento político-religioso que vem desmontando a Europa, que claramente, sem qualquer pudor, declaram abertamente pautas xenofóbicas, machistas, coletivistas etc., acusando outrem de fazer o mesmo.

Criou-se um grupo incriticável, intocável, que tudo pode. Todos os direitos, nenhuma
obrigação.

O destino da Europa, ao ler A Conquista do Ocidente, é deixar de ser Ocidente.

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