Educação de Jovens Adultos EAD: AMPLI lança modalidade

A Ampli, edtech da Kroton, lança seu curso de Educação para Jovens e Adultos (EJA) na modalidade 100% digital (EAD) na região de Santo André/SP.

Segundo o Módulo Educação da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil ainda possui mais de 50 milhões de brasileiros entre 14 e 29 anos que não concluíram o Ensino Fundamental e o Ensino Médio. Em 2021, o país registrou queda de 43.754 alunos da educação de jovens e adultos (EJA) dos ensinos fundamental e médio, conforme o Censo Escolar da Educação Básica 2021 do Ministério da Educação (MEC).

Vagas de hoje 18 de março 2021

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O nível de escolaridade tem impacto relevante nas chances pelo emprego e também na remuneração dos profissionais, conforme mostra a Pnad. Segundo a pesquisa, no primeiro trimestre de 2021 o total de ocupados com ensino médio incompleto ou menos diminuiu em 4,5 milhões de postos, na comparação com o mesmo período do ano anterior — enquanto a ocupação de profissionais com formação superior aumentou. Outro dado significativo é que entre janeiro e março de 2020, trabalhadores com até ensino médio incompleto ganhavam, em média, R$ 1.389,76, e os com ensino médio completo ganhavam R$ 1.901,33 — quase 40% a mais.

Para ajudar os jovens a partir de 15 anos a concluir o Ensino Fundamental II e Médio e realizar o sonho de obter o diploma, a Ampli passa ofertar a EJA na modalidade EAD. Disruptiva, a plataforma apresenta um novo modelo de educação 100% digital, por meio do conceito mobile first — os cursos podem ser realizados no celular, consumindo o mínimo de rede de dados e memória do aparelho.

Além disso, a plataforma obteve nota máxima no MEC (5) e foi desenvolvida para se adaptar à rotina do aluno, que pode estudar quando, como e onde quiser. A Ampli tem como propósito oferecer a conclusão dos estudos e ajudar esse indivíduo, com histórico de desistências e exclusão, a desenvolver-se como cidadão e, consequentemente, gerar impacto a sociedade ao seu entorno.

Em ambos os segmentos – Ensino Fundamental e Médio – o estudante tem 30 dias para testar a plataforma gratuitamente e, assim, só começa a pagar pelo curso se realmente se adaptar e gostar do formato. Além de disponibilizar um modelo de educação com ingresso semanal de novas turmas.

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Saiba mais sobre os cursos:

Ensino Fundamental: voltado para pessoas com mais de 15 anos de idade que estudaram até a 4ª série ou 5ª ano e desejam concluir o Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano). Nesta modalidade, o aluno conclui a jornada do Ensino Fundamental em dois anos.

Ensino Médio: para pessoas com mais de 18 anos que estudaram até a 8ª série ou 9° ano e desejam concluir o Ensino Médio. Aqui, o aluno conclui a jornada do Ensino Médio em um ano e meio. A EJA da Ampli já está em conformidade com as disposições da Reforma do Ensino Médio 2018 com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), oferecendo aos jovens um preparo mais técnico e profissional, voltado ao ingresso no mercado de trabalho. Para isso, o currículo está dividido em Formação Geral Básica (disciplinas obrigatórias) e Itinerários Formativos (disciplinas a serem escolhidas pelo aluno para aprofundamento de conhecimento em áreas conforme seus interesses pessoais e profissionais).

A estrutura dos cursos leva em conta os componentes curriculares definidos pelo Ministério da Educação na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) em quatro áreas do conhecimento: Matemática, Linguagens, e aprofundamento em Ciências Humanas e da Natureza. Além disso, a EJA da Ampli inclui como eixo estruturante o Empreendedorismo, voltado para a expansão da capacidade dos estudantes de mobilizar conhecimentos de diferentes áreas para empreender projetos pessoais ou produtivos articulados ao seu projeto de vida, contribuindo para sua empregabilidade depois de formados.

“Nosso foco é contribuir para o crescimento pessoal e profissional de milhões de jovens e adultos, ofertando acesso à educação de qualidade a partir de qualquer lugar e no tempo que possuem, para que possam concluir suas aprendizagens e adquirir a tão sonhada certificação”, afirma Rangel Barbosa, Diretor de Produtos da Ampli.

As inscrições para a EJA EAD da Ampli já estão disponíveis e devem ser feitas por meio deste link. O curso é oferecido por R$ 99,90.
 

Sobre a Ampli

A Ampli integra o ecossistema de edtechs da Kroton – vertical B2C do grupo Cogna e conta com o modelo disruptivo de Education As a Service. Com nota máxima (5) do Ministério da Educação (MEC), a Ampli oferece cursos de graduação, pós-graduação, cursos livres e certificações 100% digitais, ligados às profissões do futuro. Desenvolvida no ambiente de inovação da Kroton, a Ampli amplia o acesso à educação de qualidade para milhões de brasileiros em todo território nacional, já que sua plataforma foi criada no conceito mobile first – podem ser realizados no celular, consumindo o mínimo de rede de dados e memória do aparelho.


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Educação de Jovens Adultos EAD: AMPLI lança modalidade. Foto: Reprodução da Internet

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SP cria 1º Centro de Inovação da Educação Básica Paulista

Espaço poderá ser usado para trabalhos de cultura maker, robótica, modelagem 3D, entre outras atividades ‘mão na massa’

O vice-governador Rodrigo Garcia e o Secretário da Educação Rossieli Soares inauguraram nesta quarta-feira (18) o 1º Centro de Inovação da Educação Básica Paulista (CIEBP). O espaço funciona no prédio da Escola Estadual Professora Zuleika de Barros Martins Ferreira, na Pompéia, zona Oeste, mas atenderá toda a rede estadual de São Paulo.

A coordenação do CIEBP é de Débora Garofalo que no ano passado foi considerada uma das dez melhores professoras do mundo, no Global Teacher Prize.

“Conforme as escolas têm projetos prontos, os alunos poderão prototipar aqui, fazer a impressão 3D e utilizar outros equipamentos ou, ainda, participar de projetos específicos no contraturno. Teremos capacidade de atender até 1.200 pessoas por dia, circulando em vários turnos”, afirma o Secretário Rossieli Soares.

No CIEBP os alunos poderão idealizar projetos e receber mentoria no hub de inovação; trabalhar com cultura maker, programação e robótica; ou ainda, utilizar a modelagem 3D para fazer protótipos com temas transversais. Para utilizar o local, as escolas terão de agendar.

O objetivo do equipamento é desenvolver o protagonismo dos estudantes no processo de ensino e aprendizagem com atividades “mão na massa”, além de ressignificar os espaços ociosos em escolas.

O CIEBP também integra a tríade de inovação da Seduc, que tem como premissa os novos componentes do programa Inova Educação como Tecnologia e Inovação; cultural, com o Movimento Inova, e de experimentação, com o Centro de Inovação.

“O CIEBP é uma importante ferramenta de inovação para professores e estudantes da rede estadual de ensino de São Paulo, por permitir que no espaço de aula e ou contraturno os estudantes e professores possam potencializar os seus projetos e experimentar novas modalidades e ferramentas de inovação em um formato inédito a educação por termos salas multifuncionais e um hub de inovação propondo soluções a educação”, diz Débora Garofalo.

Infraestrutura

O CIEBP conta com seis salas para atividades com uso de computadores, programação robótica, jogos digitais, pesquisa, ideação de projetos. Também abriga um pequeno estúdio do Centro de Mídias de São Paulo (CMSP) de gravação, locução, sala maker de criatividade visual, prototipagem, fabricação digital, além de um Hub Educacional.

Nove professores formados e preparados por grandes parceiros da área Faz Educação, representante da Apple, Microsoft, Telefonica Vivo farão a mediação dos trabalhos.

Entre os parceiros investidores estão a Microsoft Games, Faz Educação e Tecnologia & Apple, Instituto Palavra Aberta, Fundação Vanzolini, Big Brain Education, Grupo Mais Unidos, Ramadam Engenharia e Empreendimentos, FP Projetos e Empreendimentos, Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa, Microbit e Instituto Telefonica Vivo.

Educação pode perder até R$ 40 bi em tributos

O estudo leva em consideração o impacto econômico da Covid-19 a partir de um mapeamento de projeções tributárias e análise de dados do Tesouro Nacional

Segundo um levantamento do Instituto Unibanco e Todos Pela Educação, em parceria com o Conselho Nacional dos Secretários de Educação, as redes estaduais e municipais de ensino devem perder entre R$ 13 bilhões e R$ 40 bilhões em tributos neste ano. O último relatório da série Covid-19: Impacto Fiscal na Educação Básica leva em consideração os aspectos econômicos da pandemia do novo coronavírus a partir de um mapeamento de projeções tributárias e análise da base de dados do Tesouro Nacional. 

De acordo com o professor e especialista em educação pela Universidade de Brasília (UnB) Raimundo Luiz Silva Araújo, os impactos dessa perda poderão ser sentidos até o final do ano que vem. “A queda na arrecadação puxa para baixo o Fundo Público e o financiamento da Educação Básica. Muitas prefeituras vão ter dificuldades para fechar as contas no final do ano e, como a economia não está se recuperando da forma que o governo anuncia, a previsão é de que esse impacto dure todo o ano de 2021”, avalia. 

Ainda segundo o estudo, somando os 38,3 milhões de estudantes das redes de Educação Básica, a perda desse montante em tributos significaria uma redução média no investimento anual por estudante que pode ficar entre R$ 345, no melhor cenário, e R$ 1.038, no cenário mais pessimista. Hoje, o Brasil investe anualmente cerca de R$ 21.500 por estudante de ensino fundamental. O valor é 2,2 vezes menor que a média dos países participantes da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e Dirigente Municipal de Educação de Sud Mennucci, Luiz Miguel Martins Garcia, a má previsão deverá obrigar os municípios a estabelecerem soluções de reorganização das verbas para garantir investimentos como a manutenção das escolas, realização de atividades complementares, modelo híbrido, preparação e adequação das instituições para o retorno dos estudantes, entre outros. 

“Tudo que for implicar em novos investimentos, vai ficar comprometido. Isso pode gerar dificuldades para estabelecer essas ações e para o processo de retomada dos direitos de aprendizagem não efetivados nesse momento por falta de recursos, já que o orçamento da educação é bastante apertado. Imagine uma situação de queda e com necessidade de crescimento”, exemplificou. 

Para além dessas estimativas, o relatório das instituições traz um levantamento com 82 redes municipais de Educação, que identificou um conjunto de gastos adicionais que variam de R$ 230 a R$ 490 por estudante matriculado. Esses valores estão relacionados às despesas com ensino remoto, alimentação, comunicação com as famílias, patrocínio de pacotes de dados de internet e compra de materiais de higiene. 

Já nas redes estaduais, estima-se que o gasto total das secretarias de Educação com ações extraordinárias de enfrentamento à pandemia no exercício de 2020 será de no mínimo R$ 2,1 bilhões, podendo chegar até R$ 5,3 bilhões.
 

Fonte: Brasil 61