Grupo de trabalho elaborará agenda para agricultura sustentável

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) cria grupo de trabalho (GT) que elaborará da Agenda Estratégica para a Agricultura Sustentável. A medida foi publicada na Portaria n°26 do Diário Oficial da União. O grupo será responsável por propor medidas e ações para o desenvolvimento da sustentabilidade no setor, como indicador de avaliação e monitoramento, recomendações e cenários para o alcance de metas.

O assessor de Assuntos Socioambientais da pasta, João Adrien, reforça a importância desse trabalho, tendo em vista as diversas agendas que tratam do setor agropecuário, em 2021. Segundo ele, a proposta do GT é aprofundar as Diretrizes para o Desenvolvimento Sustentável da Agropecuária Brasileira.

Segundo a publicação, o grupo deverá apresentar relatórios periódicos ao Mapa, sobre o andamento das atividades. A duração do trabalho será de 60 dias, podendo ser prorrogado por igual período, se necessário. A atuação do GT é considerada prestação de serviço público e não predispõe remuneração.

O grupo será formado por representantes das secretarias vinculadas ao Mapa e os setores privado, acadêmico e outros órgãos públicos são convidados a participar e contribuir com a iniciativa.

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Grupo de trabalho elaborará agenda para agricultura sustentável

Parceria do BNDES e Agricultura para concessão florestal

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) firmou uma parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) para as primeiras concessões florestais do Sul do País. Os contratos são referentes às gestões das Florestas Nacionais de Três Barras (SC), Chapecó (SC) e Irati (PR).

O governo federal avalia a agenda de concessão florestal como prioritária. Atualmente, há 17 contratos em vigência nesta área. A meta do Ministério da Agricultura é alcançar 4,8 milhões de hectares até 2022. Segundo o governo, a concessão permite promover a produção sustentável, estimular o desenvolvimento econômico regional e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem no entorno dessas áreas.

O BNDES vai atuar com foco na exploração de produtos florestais madeireiros e não madeireiros das florestas, como já faz em cinco áreas no Amazonas. O banco estima que as concessões permitem a elaboração de contratos florestais mais modernos e eficientes, alavancando as finanças verdes no país.

Em parceria com Brasil 61.

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Parceria do BNDES e Agricultura

Agropecuária lidera geração de empregos no ano

O setor segue como o que mais gerou empregos em 2020, com 102.467 vagas de janeiro a setembro deste ano

O setor agropecuário segue como o setor da economia que mais gerou empregos em 2020, com 102.467 vagas de janeiro a setembro deste ano. Os dados fazem parte do Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

A publicação analisou os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério da Economia, que apontou fechamento de 558.597 postos de trabalho nos nove primeiros meses do ano no resultado geral.

As atividades de apoio à agricultura lideraram a abertura de vagas no acumulado de janeiro a setembro, seguida por cana-de-açúcar, soja, café, bovinos e plantas de lavoura temporária. Completam a lista as frutas de lavoura permanente, criação de aves, cultivo de uva e horticultura.

Os dados de setembro revelam melhora nos demais setores de atividade econômica no Brasil, o que contribuiu para a geração de 313.564 novos empregos, o melhor resultado para o mês desde 2010. A agropecuária teve saldo positivo com a criação de 7.751 vagas.

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Preço do leite registra alta em outubro

De acordo com pesquisas do Cepea, a “Média Brasil” líquida de outubro teve alta de 1,25%, chegando a R$ 2,1586/litro

O preço do leite captado em setembro e pago ao produtor em outubro avançou por mais um mês, renovando o recorde real da série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. De acordo com pesquisas, a “Média Brasil” líquida de outubro teve alta de 1,25%, chegando a R$ 2,1586/litro. 

O valor é 53,6% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado, em termos reais. Com isso, o preço do leite no campo registra alta real acumulada de 57,4% desde o início deste ano.

O aumento das cotações ocorreu de forma diferenciada dentre os estados acompanhados. Enquanto em Goiás e Minas Gerais, a valorização de setembro para outubro se limitou a 0,1%, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, as altas estiveram entre 3 e 4,5%. Já na Bahia, houve forte elevação de 6,4%.

O avanço no preço é explicado pela maior concorrência das indústrias de laticínios pela compra de matéria-prima naquele mês, já que a produção de leite seguiu limitada e abaixo das expectativas dos agentes. Ao mesmo tempo, a demanda por lácteos permaneceu elevada.

Contudo, o cenário de valorização não deve se manter nos próximos meses. De acordo com pesquisas do Cepea, as negociações de derivados com os canais de distribuição foram mais truncadas e houve maior pressão para a redução dos preços em outubro. 

É importante salientar que a valorização intensa de alguns gêneros alimentícios nos últimos meses tem pesado sobre a decisão de consumo do brasileiro, o que também resulta em maior competição entre redes varejistas para atrair clientes com preços baixos.

Além da pressão da demanda, os preços no campo devem ser negativamente influenciados pela maior disponibilidade de leite e de lácteos em outubro, por conta da questão sazonal e do aumento de importações.

Fonte: Brasil 61

MAPA e Centro de Telecomunicações levam tecnologia ao campo

O objetivo é favorecer pequenos e médios produtores rurais e segmentos economicamente mais vulneráveis, para torná-los competitivos no mercado local, nacional e internacional

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) assinaram um acordo de cooperação técnica destinado a promover o desenvolvimento de iniciativas que contribuam para o aumento e a disseminação do uso de tecnologias digitais no agronegócio brasileiro. 

O objetivo é favorecer especialmente, mas não exclusivamente, pequenos e médios produtores rurais e segmentos economicamente mais vulneráveis, propiciando ganhos de produtividade e de qualidade na produção, de modo a torná-los competitivos no mercado local, nacional e internacional.

Para isso, o acordo prevê a construção e validação de arquiteturas, sistemas e modelos de sustentação econômica capazes de viabilizar a transformação digital no campo. O foco são as tecnologias, principalmente nas áreas de conectividade (4G e 5G), Internet das Coisas (IoT) e plataformas que permitem levar conhecimento e inovação ao agronegócio. 

Fonte: Brasil 61

MA e AM são únicos a não registrar entrega de sementes vindas da Ásia

Saiba o que fazer se receber esse tipo de material

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reforçou nesta terça-feira (6) o cuidado com pacotes de sementes vindos de países asiáticos que têm chegado aleatoriamente pelos Correios para brasileiros. Em entrevista coletiva à imprensa, o secretário de Defesa Agropecuária da pasta, José Guilherme Leal, disse que, das 27 unidades da federação, apenas no Maranhão e  Amazonas não houve entrega desse tipo de material às autoridades sanitárias.

Orientações

A orientação às pessoas que receberem esse tipo de material é não abrir os pacotes e entrar em contato com a Superintendência Federal de Agricultura do estado ou o órgão estadual de defesa agropecuária para providenciar a entrega ou recolhimento do material. Esse procedimento também deve ser adotado no caso de sementes que já tenham sido plantadas.

Para facilitar a investigação, a embalagem original, embora possa ter informações falsas sobre a origem, deve ser preservada. Não há nenhum tipo de punição a quem entregar esse tipo de material às autoridades, pelo contrário, segundo Leal, essa é uma grande contribuição que a população pode dar.

A importação de material de propagação vegetal, incluindo sementes e mudas, é controlada pelo Mapa e deve atender a requisitos de fitossanidade, qualidade e identidade. As regras estabelecidas pela pasta se aplicam para qualquer modalidade de compra e aquisição, incluída a compra eletrônica com entrega via remessa postal. Na avaliação do Ministério da Agricultura, em muitos casos, esses produtos entram no país, em pequenas quantidades, porque quem compra quer colocar determinada planta em casa ou no jardim e não sabe que adquirir o material dessa forma é proibido e pode trazer sérios riscos.

Análises

Até agora, 258 pacotes com sementes foram levadas ao Mapa para análise e encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Goiânia para as avaliações técnicas. As conclusões podem sair em 30 dias, mas em alguns casos podem levar um pouco mais de tempo. Análises preliminares em 39 amostras já identificaram a presença de ácaro vivo em uma delas e de fungos de três tipos diferentes em 25. Em duas análises, foi detectada presença de bactérias, que ainda precisam ser identificadas. Os técnicos também constataram quatro plantas quarentenárias, ou seja, que não existem no Brasil.

Brushing scam

Segundo as autoridades brasileiras, o caso é inédito no mundo e chamou atenção pelo fato de os pacotes terem sido enviados sem que tivessem sido solicitados. Não há elementos para afirmar que foi uma ação intencional para introduzir organismo patogênico no Brasil. Apesar disso, o risco para agricultura existe, segundo o secretário de Defesa Agropecuária.

Por enquanto, apenas o Ministério da Agricultura investiga a situação e não há polícia envolvida na apuração dos fatos. O ministério está em contato com os órgãos de defesa agropecuária de outros países que receberam conteúdo semelhante para tentar identificar de onde teriam partido as remessas. Até o momento, tudo indica que o envio faz parte de uma ação conhecida como brushing scam.

Nessas situações, grandes plataformas internacionais de vendas online, como Alibaba e AliExpress, utilizam a técnica para aumentar o seu ranqueamento, com base na avaliação dos clientes e o volume de vendas. Para aumentar essas vendas, algumas plataformas começaram a enviar produtos para pessoas fake, ou eles mesmos comprarem as suas mercadorias. Também há casos em que a estratégia é enviar um produto adicional, como se fosse um brinde para o cliente, com o objetivo de obter uma melhor avaliação.

Números

Para impedir a entrada desse tipo de material, que pode ter alto potencial de disseminar pragas pelo país, o Brasil tem um Centro de Distribuição em Curitiba que concentra e faz a triagem de pacotes de até 3 quilos. A unidade recebe, por dia, cerca de 250 mil pacotes. Os volumes passam por um scanner para identificar se há algum tipo de planta ou semente. Para refinar ainda mais a busca, cachorros fazem trabalho de rescaldo para impedir o ingresso desses produtos.

Segundo balanço divulgado pelo Ministério da Agricultura, no ano de 2019, foram apreendidos 2 mil pacotes, por mês, em Curitiba. Neste ano, somente no primeiro semestre, o volume mensal de caixas e envelopes interceptados chegou a 5 mil, aumento de 150%. Esses volumes foram apreendidos, devolvidos ou incinerados na própria unidade. Em todo ano de 2020, já foram interceptados 37,7 mil pacotes; destruídos, 26.111; e devolvidos, 2.383.

Fonte: Agência Brasil

Armazém Inteligente 4.0 da Agrotopus eleva eficiência operacional

Parte da multinacional brasileira Valid que é líder no mercado de identificação segura e rastreabilidade, a Agrotopus avança com soluções em transformação digital para novas frentes ligadas ao agronegócio e conquista seu primeiro case em Armazéns Gerais de Café com a implantação da solução Armazém Inteligente 4.0.

Toda essa expertise em rastreabilidade e inovação, juntamente com a evolução da plataforma e a especialização em armazéns de café permitiram que a agritech conquistasse novos nichos do mercado de grãos, uma vez que todas as soluções para o setor cafeeiro podem ser transportadas para várias outras culturas, entre elas sementes de soja e algodão. 

Em Varginha, região de Minas Gerais que se destaca na produção e exportação de café arábica, a Agrotopus implantou a solução Armazém Inteligente 4.0 na LIV Logística, que tem a capacidade de 400 mil sacas de armazenagem, incorporando o know-how operacional deste parceiro em um conjunto de novas funcionalidades na plataforma.  

No armazém, que hoje beneficia cerca de 1 milhão/ano de sacas de café, a Agrotopus aplicou um sistema que localiza as bags e faz a gestão de todos os processos de estoque a partir da identificação por radiofrequência com a aplicação de etiquetas inteligentes RFID desenvolvidas pela Valid.  

Este projeto inclui rastreamento por geolocalização, com uso de aplicativos móveis e análise de dados avançada que garantem o acompanhamento em tempo real dos lotes, desde a entrada do café no armazém, passando por todas as etapas de armazenagem e rebenefício, até entrega do café.  

Outro ponto chave da solução é a produtividade. “A Agrotopus evoluiu a solução concebida para cooperativas, criando um produto totalmente inovador, voltado à realidade operacional e gestão de Armazéns Gerais. Demos um salto muito grande e estamos muito à frente de qualquer solução hoje. E não é só isto. Não basta ter um bom produto sem um bom suporte na ponta e para isto é necessário ter uma equipe especializada de campo que está sempre pronta e agir, garantindo total disponibilidade. Só quem conhece o que é uma operação no armazém no pico da safra para ter noção. Este é um dos grandes diferenciais da Agrotopus”, destaca Robinson Herzeg, diretor da Agrotopus.  

“O avanço tecnológico e o surgimento de sistemas inteligentes trouxe a necessidade de investir em tecnologias capazes de melhorar os processos de gestão e, consequentemente, ser cada vez mais eficientes e competitivos através de uma gestão completa. Meu objetivo era deixar de olhar apenas para o estoque e enxergar o negócio como um todo. Isso nos motivou a procurar um parceiro completo, que traga soluções 360°”, explica o diretor da LIV Logística, Matheus Paiva.   

Segundo Paiva, esse também foi um investimento em mais transparência. É possível ter o controle total de tudo o que acontece no armazém, que tem em média uma movimentação de 351.760 sacas/mês. “Ter as informações corretas acessíveis ajuda a tomar as decisões de forma mais rápida e eficiente, permitindo inclusive uma gestão de custos com maior precisão”. O executivo ainda ressalta que o sistema permite uma maior segurança tanto para o cliente como para o produtor. 

Segundo Henrique Venga Cardoso, assistente de Engenharia da LIV Logística, quando se trata de cafés certificados ou não, a rastreabilidade é fundamental. Além de permitir que qualquer elo saiba todas as etapas por onde seu produto passou, ela permite acesso a informações mais confiáveis e em tempo real.   

“Agora com a rastreabilidade conseguimos saber quando o café chegou, onde foi armazenado, se teve alguma movimentação até quando saiu. Com o mapa da Agrotopus é possível mostrar aos nossos clientes onde o café dele está naquele exato momento”, destaca Cardoso. 

Fundada em 2015, a Agrotopus cria soluções tecnológicas para todas as frentes do agronegócio. As ferramentas são feitas sob medida  e os conceitos desenvolvidos para o mercado de café podem ser aplicados para culturas diversas, tais como sementes de soja e algodão, além de outras atividades econômicas.  

Sobre a Valid

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com 

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Divulgação: Soraya Simón
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Curso dedicado a embalagem para transporte e distribuição é oferecido no formato online

Serão dois dias de capacitação do Ital; vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, instituto é referência na área

Referência nacional em desenvolvimento e avaliação de sistemas de embalagem para transporte e distribuição, o Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea) do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, oferece capacitação na área pela primeira vez no formato online nesta semana, terça (22) e quarta-feira (23), ainda com vagas disponíveis.

“Pretendemos melhorar compreensão dos motivos que levam às perdas durante o transporte, mostrar as possibilidade de redução dessas perdas, controlar a qualidade dos materiais utilizados e otimizar custos, o que viabiliza maior competitividade”, destaca o coordenador técnico do evento, o pesquisador Maurício Bordin.

O curso Desenvolvimento de Embalagens para Transporte e Distribuição está na sexta edição, sendo oferecido a cada dois anos pelo Ital, com o objetivo de melhorar a aplicação de conceitos na execução do trabalho, não havendo capacitação similar no mercado.

“Buscamos aplicar os conceitos básicos de modo que qualquer profissional atuante na área de embalagem de transporte possa acompanhar, mas pessoas com formação técnica têm mais facilidade de compreensão, uma vez que são apresentados conceitos de Física”, esclarece Bordin, que também é instrutor ao lado dos pesquisadores Leandro Konatu e Tiago Dantas, atual diretor do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) do Ital.

A programação inclui os principais conceitos aplicados a projeto e avaliação de desempenho, correlação de fatores presentes nos ambientes de distribuição com a necessidade de proteção de cada produto, elaboração de planos de avaliação baseados em normas internacionais e ações necessárias para adequação de produtos para novos mercados e exportação, incluindo as tendências do e-commerce.

Sobre o Ital

Localizado em Campinas, no interior de São Paulo, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) realiza pesquisa, desenvolvimento, assistência tecnológica e difusão do conhecimento nas áreas de embalagem e de processamento, conservação e segurança de alimentos e bebidas.

Fundado em 1963, vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, o Ital possui unidades técnicas especializadas em carnes, produtos de panificação, cereais, chocolates, balas, confeitos, laticínios, frutas, hortaliças e embalagens, sendo certificado na ISO 9001 com parte dos ensaios acreditados na ISO/IEC 17025.

Por meio do Centro de Inovação em Proteína Vegetal, do Núcleo de Inovação Tecnológica e da Plataforma de Inovação Tecnológica, o Ital estimula alianças estratégicas para inovação e projetos de cooperação. Possui ainda Programa de Pós-Graduação aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Outras informações estão disponíveis no site http://www.ital.agricultura.sp.gov.br.

Fonte: Governo de SP

Agenda 21 Brasileira – planejar de forma participativa

A Agenda 21 Brasileira é um documento construído de forma participativa, após muitas discussões públicas, na época da Rio 92 (evento mundial, sediado no estado do Rio de Janeiro), que embasou e continua sendo aliado em ações de planejamento e programas, planos e projetos socioambientais governamentais e da sociedade civil organizada, com uma visão holística de Desenvolvimento Sustentável, ou com o termo atualizado: Sustentabilidade.

O compromisso assumido pelo Brasil incluiu a elaboração de uma Agenda 21 própria, com base na Agenda 21 global, para atendimento das especificidades, entre elas, a maior biodiversidade do planeta. Uma agenda é um caderno em branco, no qual anotamos nossos afazeres cotidianos e estipulamos prazos, estratégias, outras pessoas envolvidas, enfim. Esse documento também funciona assim e, vamos conhecê-lo um pouco em detalhes a seguir.

Em suas visões de futuro possível, nos interessa aquele pautado na Sustentabilidade, em que suas diretrizes ‘social, ambiental, econômica, cultura, geográfica, institucional e educacional’ sejam orientadoras de melhorias e soluções viáveis que permitam maior qualidade de vida e bem-estar à todos, inclusive aos outros seres, além do ser humano.

As ações prioritárias definidas na Agenda 21 brasileira (fonte: Ministério do Meio Ambiente) e que necessitamos incorporar em nosso dia-a-dia são:

1. A economia da poupança na sociedade do conhecimento – produção e consumo responsáveis; responsabilidade socioambiental das empresas; integração regional e retomada de planejamento estratégico com infraestrutura; energia renovável; conhecimento;

2. Inclusão social para uma sociedade solidária – educação permanente para o trabalho e a vida; promover a saúde e evitar a doenças; inclusão social e distribuição de renda; proteção às mulheres, negros e jovens; universalizar o saneamento básico com foco na proteção à saúde e ao ambiente;

3. Estratégia para a sustentabilidade urbana e rural – gestão do espaço; promoção da agricultura sustentável; promover o desenvolvimento integrado e sustentável; transporte coletivo e mobilidade sustentáveis;

4. Recursos naturais estratégicos: água, biodiversidade e florestas – preservar a quantidade e melhorar a qualidade da água; controle do desmatamento e corredores de biodiversidade; proteção e uso da biodiversidade; ecossistemas ameaçados, como a Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia;

5. Governança e ética para a promoção da sustentabilidade – parcerias e poder local; gestão ambiental e instrumentos econômicos; relações internacionais e governança global; cultura cívica e novas identidades; meios de comunicação; ética e solidariedade. Fica a dica para que você leia atentamente o exposto acima e reflita quais ações e de que forma você pode incorporá-las em sua vida pessoal e profissional, estipulando prazos e parceiros, promovendo uma Agenda 21 Local, pois todos nós somos parte fundamental desse quebra-cabeças que é a convivência entre todos e nossa sobrevivência, seja na nossa casa, rua, bairro e cidade.

Leia mais sobre Pílulas de Sustentáveis

Carolina Estéfano

SP abre chamada de compra de kits de alimento para doação a famílias em vulnerabilidade

Produtos serão destinados a moradores de 170 de municípios do estado de São Paulo; regras foram publicadas no Diário Oficial

Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado abriu, no último sábado (12), a Chamada Pública SAA Nº 03/2020 para a aquisição de gêneros alimentícios de agricultores pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – Modalidade Doação Simultânea – Termo de Adesão.

Os produtos, que serão comprados com recurso de R$ 10,5 milhões do Ministério da Cidadania, serão doados a famílias de 170 municípios paulistas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar. As regras foram publicadas no Diário Oficial e podem ser acessadas pela internet.

O programa será executado pela primeira vez no estado de São Paulo e atenderá, aproximadamente, 1.600 produtores, 500 entidades socioassistenciais e mais de 200 mil beneficiários. Os municípios que serão contemplados foram selecionados de acordo com o Mapeamento da Insegurança Alimentar e Nutricional (MAPA INSAN 2018).

Poderão participar do chamamento público os agricultores que possuem a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF (DAP), devidamente regular e ativa. Para os produtos orgânicos, será exigida a comprovação de certificação orgânica. O limite individual de venda do agricultor deverá respeitar o valor máximo de R$ 6.500,00, por DAP por ano civil.

Cadastro

Os interessados devem apresentar a documentação e a proposta de fornecimento de alimentos, por meio eletrônico ou presencial. Os técnicos da Secretaria serão os responsáveis pelo cadastro dos agricultores até 8 de outubro de 2020.

Em virtude da pandemia de COVID-19, os produtos a serem comercializados deverão ser entregues já porcionados, em embalagens apropriadas com a finalidade de protegê-los de agentes externos, de alterações e de contaminações, assim como de adulterações, atendendo a todas as exigências sanitárias em consonância com a legislação específica vigente.

Os produtos serão distribuídos à população em kits de 10 quilos, contendo dois tipos de raízes e tubérculos, dois tipos de legumes, três tipos de frutas e três tipos de verduras, seguindo as necessidades nutricionais estipuladas pela equipe de nutricionistas do Centro de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Cesans), da Secretaria.

A elaboração das propostas e definição do cronograma de entregas dos produtos será realizada em conjunto com os técnicos do escritório local da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS) de cada município.

Brasil vai zerar tarifa de importação para 400 mil toneladas de arroz

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse em entrevista exclusiva à CNN que o Brasil vai zerar a tarifa de importação para a entrada de 400 mil toneladas de arroz até o final do ano.

“Com isso, o mercado vai se equilibrar e a gente afasta o risco de um possível desabastecimento”, disse Cristina. O pleito já foi enviado pelo Ministério da Agricultura para o Comitê Executivo de Gestão (Gecex), órgão técnico que define a política tarifária brasileira.

A votação da medida está marcada para esta quarta-feira (9), às 11 horas, e a expectativa é de aprovação e entrada em vigor o mais rápido possível. O governo também avaliava a redução das alíquotas de milho e soja, mas não será necessário.

Nos últimos 12 meses, os preços do arroz subiram 25,5% e vêm motivando reclamações das associações de supermercado e de consumidores. Nesta terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou em reunião ministerial que estavam sendo tomadas medidas sobre o assunto.

Os preços de vários produtos agrícolas subiram com vigor recentemente por causa da desvalorização do real e do aumento da demanda estimulado pelo pagamento do auxílio emergencial. O impacto é mais forte para as famílias mais pobres, que destinam 30% da sua renda para a alimentação.

Fonte: Raquel Landim – CNN