Híbrido

Composto por elementos diferentes, as salas de aula de 2021 apresentam o sistema híbrido de ensino devido as normas de segurança de distanciamento em locais públicos, exceto transportes públicos por lá rola superlotação diariamente, certamente as concessionárias higienizam adequadamente a cada embarque e desembarque de passageiros, senso de humor à parte, até porque este não é o assunto em pauta, não neste momento.

Voltemos às salas de aula…
Temos que parabenizar aos educadores que assumiram o risco de uma “plateia” tão diversificada presencial e on line simultaneamente, provavelmente se sentem no programa ao vivo, “se vira nos trinta”…

Além da dinâmica em sala, eles têm que dar uma atenção aos alunos em casa de forma igualitária, parece tudo muito lindo, mas na prática, a conexão e seu delay não colaboram, por outro lado as criancinhas não desligam o microfone e os ruídos externos interferem na aula presencial com uma acústica assustadora, mas para os menores não assusta tanto assim, é mais um motivo de risos e desvio de atenção, como em toda sala tem aquela criança que se distrai facilmente, logo temos um alvo atingido, um aprendizado comprometido, ao lado tem o coleguinha piadista que aproveita pra divertir a turma pro desespero da professora que tem que ter muita paciência e educação ao pedir que a criancinha do microfone em casa mantenha no mudo ou “mutado”, haha se viralizou esse termo não sei ao certo, mas ouvi muito esses comentários em 2020 enquanto estava cada um na sua casa.

Enfim, a flexibilização permite que nossas crianças voltem as suas atividades escolares em sistema de rodízio.

Híbrido.
Híbrido. Foto: Reprodução/Internet

Tudo muito bom, tudo muito lindo, crianças de volta às salas de aula parcialmente e a outra parte de casa, assistindo a aula sozinhos ou papai, mamãe e periquitos, os responsáveis em casa questionam a conduta da professora, reclamam da instituição de ensino , mas ninguém pensa na “santa” da professora, santa sim, está a frente da lente do BBB , amada por uns, odiadas por outras se mantem no paredão que nunca saberemos quando será o fim.

Entendo perfeitamente a preocupação dos responsáveis, mas quis muito me colocar no lugar das professoras em sala de aula e buscar entender o como e quanto é difícil interagir com a ausência do corpo a corpo, controlar as criancinhas para evitem as confraternizações, “obas obas” relembrar vinte vezes da importância do álcool em gel, que não pode merendar sentados juntos aos colegas e seguir com o planejamento, fingindo que tudo está do jeito mais normal de sempre, quando vemos que tá tudo diferente desde a realidade do mundo inclusive na escola, mas os responsáveis querem resultados iguais, como é isso gente?!? 

Híbrido. Foto de Andrea Piacquadio no Pexels

Em que momento haverá empatia em compreender que a mesma dificuldade que as crianças têm on line, a tia tem em sala de aula, se não bastasse a presença “distante” onde a afetividade têm sido mostarda através de palavras de carinho, porque nem sorrisos são realmente visto devido ao uso das máscaras, o quanto essa tia não perde o fôlego se sentindo sufocada em ter que elevar seu tom de voz pra de fato ser ouvida dentro e fora da sala de aula (on line).

Ela fala para dois públicos diferentes, pra melhorar nem sempre a internet coopera, ela falha e a conexão se perde para o desespero dos pais que acusam logo a professora de má vontade em ensinar.

Noto que os educadores atuantes nesse momento de pandemia deveriam levar o Oscar de excelência profissional assim como os funcionários da área de saúde , a galera da área de saúde e afins um Salve gigantesco pela coragem, por se manterem firmes na linha de frente, parabéns!!!

Parabéns a todos que cumprem com as regras básicas de saúde, parabéns a todos que se mantiveram firmes e foram às ruas para servir a nossa sociedade, manter o pão nosso de cada dia à mesa, sabemos que o pão em muitas mesas se mantiveram em pedaços menores e infelizmente houve grupos que tiveram suas refeições e alimentação totalmente reduzidas , eu sei que não está fácil pra ninguém, estamos todos atravessando esse momento “pandêmico” juntos, mesmo que separados cada um em suas casas, visitas continuam proibidas, assim como festas e aglomerações, saúde em primeiro lugar, evite a circulação e a mutação vírus que parece ganhar forças mesmo em nosso clima tropical ceifando cada vez mais vidas.

O que quero com tudo isso?!?Conscientizar?!? Se lhe servir, muito bem, um ótimo elixir, se não o melhor está por vir.

Eu quero dizer que andamos cada vez mais críticos, cada vez mais rabugentos e ranzinzas, custa elogiar, incentivar e principalmente valorizar o sacrifício que muitos profissionais de diversas áreas têm feito por si e por todos nós em áreas diferentes, mesmo com algumas ramificações “fechando” e “abrindo”, os locais essenciais se mantiveram de portas abertas, esqueçam o que os motivou, mas que sempre estiveram ali com um belo sorriso nos olhos, com um tom de voz doce para servir a população, vamos agradecer mais e criticar menos, todos têm as mesmas necessidades básicas, todos têm os boletos pagos e os em aberto, todos têm que pôr comida à mesa, todos temos problemas!!

Custa ter empatia?!?Ser agradável?!?Buscar a tolerância e praticar a paciência?!? 
Ser solidário não é só contribuir filantropicamente é se doar, é ser bom, se colocar no lugar do outro, ser amoroso, agradável e paciente, temos passado por tempos tão difíceis, tantas perdas de entes queridos a bens materiais conquistado com suor de trabalho árduo.

Híbrido.
Híbrido. Foto: Reprodução/Internet

Vão-se os anéis e ficam os dedos
Nós somos os dedos que resistimos e continuaremos persistentes na luta contra o vírus, permita que se vá o orgulho, a vaidade, a soberba, a arrogância, “o rei que mora na sua barriga”, elimine tudo que não te acrescenta e seja amável com o seu próximo que está na mesma luta com você.

Somos todos irmãos, amigos e aliados, enquanto não cremos que nosso único inimigo real é o vírus, estaremos atirando uns nos outros julgando estarmos certos quando na verdade ninguém mais tem razão, esquecidos foram os valores da criação. 
Lorena Pelais, ॐ∞

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Híbrido.
Híbrido. Foto de Julia M Cameron no Pexels

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Ensino Remoto: “Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia”

O ano de 2020 foi marcado por grandes adaptações na educação. A pandemia causada pela Covid-19 fez com que crianças e adolescentes passassem praticamente 10 meses estudando em suas casas, no modelo de ensino remoto. Algumas famílias encontraram dificuldades no manuseio da tecnologia e, principalmente, na criação de uma rotina de estudo para os filhos. Entretanto, muitos pais e mães conseguiram se habituar com a nova realidade que transformou casas em verdadeiras salas de aula.

Um dos grandes desafios do ensino remoto foi a alfabetização das crianças que estavam só no início da jornada educacional.  É o caso de Darliane da Silva que é mãe do Kaue Henrique Domingues da Silva, de sete anos, e aluno do Colégio Acesso em Almirante Tamandaré. Ela conta que a adaptação ao ensino remoto trouxe muitas dúvidas no início, já que ninguém sabia até quando duraria a pandemia.

“Quando matriculamos o Kaue no Colégio Acesso em 2020, logo veio a pandemia e as aulas presenciais foram suspensas. Cogitamos tirar ele da escola, mas graças à diretora da unidade que nos convenceu a experimentar o modelo remoto, ele aprendeu a ler e a escrever durante as aulas online”, conta a mãe do aluno.

Modelo de educação digital

Um dos setores mais impactados pela pandemia foi o da educação que precisou, de forma emergencial, adaptar o modelo de ensino ao formato online. Mas, de acordo com especialistas, muitas escolas não conseguiram obter sucesso no ensino remoto, uma vez que o método aplicado não era adequado para o online. Eles ainda citam como exemplo situações em que as crianças ficam horas assistindo vídeos no Youtube e no Netflix, mas que não conseguem permanecer por 50 minutos no homescholling.

Segundo a diretora pedagógica do Grupo Acesso, Guida Weber, a tecnologia utilizada somada a metodologia aplicada pelos professores e a dedicação dos pais e alunos foi o que resultou no sucesso do ensino remoto. “Desde o começo sabíamos que somente a didática aplicada nas aulas presenciais não seria eficaz no remoto. Então, criamos um modelo de educação digital que combina uma plataforma tecnológica para o acompanhamento das aulas e progresso do aluno com um método específico para o online”, explica.

Para Darliane da Silva, a metodologia utilizada pelo colégio fez toda a diferença, assim como a orientação dos professores aos pais sobre quando e como ajudar a criança que está aprendendo em casa. “Os professores eram maravilhosos e conseguiam prender a atenção de todos os alunos na tela. O Kaue esperava ansioso pela hora da aula e, depois de alguns dias, já se desenvolvia sozinho e nem precisava do meu auxílio. Aos poucos ele foi aprendendo a reconhecer as letras, depois os sons e então aprendeu a ler e escrever, inclusive, formar frases. Tudo isso durante as aulas online”, relata a mãe do aluno.

Aulas presenciais em 2021

O modelo híbrido de aulas ainda é uma incógnita para 2021. Desde janeiro, muitas cidades e estados liberaram o retorno das aulas presencias em escolas privadas, mas diante do agravamento da pandemia no país, suspenderam diversas vezes o retorno. Com isso, as famílias estão adotando cada vez mais o modelo de ensino 100% remoto, já utilizado em 2020.

Mesmo sabendo da importância pedagógica do ensino presencial e o impacto emocional que o isolamento causa nas crianças, alguns pais estão dispostos a continuar com os filhos estudando em casa. “É nítido que a criança em casa fica mais irritada, mais nervosa, querendo tudo para a mesma hora. Mesmo com as atividades de educação física adaptadas para casa, não há um gasto efetivo de energia e nem de socialização com os colegas. Mas se para garantir a saúde e a segurança do meu filho seja necessário voltarmos com as aulas em casa, já estamos adaptados”, afirma Darliane da Silva.

SOBRE O GRUPO ACESSO

Fundado em 2003, o Grupo Acesso surgiu com o objetivo de preparar alunos para os vestibulares, com qualidade, preço acessível e um grande vínculo com a disciplina e resultados. Atualmente, possui dez unidades espalhadas por Curitiba e Região Metropolitana, formando alunos desde a Educação Infantil, com o Acesso Kids, ao tradicional Pré-Vestibular. Em 2020, o Grupo Acesso recebeu o reconhecimento de ‘Escola com maior eficiência digital’, comparado com outras 34 escolas do Brasil, reafirmando o compromisso com o resultado na formação, aliado a inovação e o acolhimento aos alunos, principalmente durante as aulas remotas, sendo referência em termos de escola completa e humana.

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Ensino Remoto: "Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia"
Foto: Divulgação

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Dia Nacional da Alfabetização: poucos avanços na área

Segundo especialistas, o País está longe de alcançar meta de erradicação do analfabetismo em 2024

Neste próximo sábado (14), o Brasil celebra o Dia Nacional da Alfabetização, data comemorada há mais de 50 anos com o objetivo de difundir a importância da leitura e da escrita. Um dia que deveria ser celebrado mas ainda mostra números relevantes de brasileiros analfabetos. Segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 11 milhões de cidadãos com 15 anos ou mais ainda não sabem ler e escrever. Entre 2018 e 2019, a taxa de analfabetismo teve uma leve melhora, passando de 6,8% para 6,6%.

Emocionada, Rita Romão de Brito, 54 anos, moradora do Riacho Fundo 2, região administrativa do Distrito Federal, lamenta o fato de não saber ler e escrever. O que mais incomoda a dona de casa é ter que depender de outras pessoas em situações simples, como obter informações no banco. 

“É difícil tenho que depender dos outros. Existe muita maldade. Algumas pessoas te passam para trás. Eu por exemplo, em certas situações, faço a mesma pergunta para mais de uma pessoa”, lamenta. 

Aproximadamente 12 quilômetros de onde vive dona Rita, em Taguatinga, Maria Clara Falcão, 6 anos, vive uma realidade bem diferente. A pequena foi alfabetizada com 5 anos e tomou gosto pela leitura. “Quando aprendi a ler comecei com gibis e outras histórias e fiquei super feliz. É muito legal na escola! Gosto muito de desenhar também!”

Mas, infelizmente, essa não é a realidade de muitos brasileiros e assim como Rita muitas pessoas são analfabetas. Fazendo um recorte por regiões, é possível constatar uma enorme disparidade entre as taxas de analfabetismo em pessoas acima de 15 anos. Nas regiões Sul e no Sudeste, o índice é de 3,3%, o Centro-Oeste aparece em seguida com uma taxa de 4,9% e a região Norte, 7,6%. Já na região Nordeste o percentual é de 13,9%. 

Dia Nacional da Alfabetização

Entre os brasileiros com 60 anos ou mais, os índices de analfabetismo são ainda maiores, alcançando 9,5% na Região Sul; 9,7% no Sudeste; 16,6% no Centro-Oeste; 25,5% no Norte; e 37,2% no Nordeste.

A questão racial também tem grande impacto entre as pessoas que não sabem ler ou escrever.  Enquanto a taxa de analfabetismo entre brasileiros da cor branca com 15 anos ou mais é de 3,6%, na população preta ou parda o índice alcança 8,9%, de acordo com o IBGE.

Segundo o especialista em Educação, Afonso Galvão, a situação da Educação Básica no País ainda é precária. Ele afirma que é preciso um enfrentamento maior contra o analfabetismo. “Não sei se há muito o que comemorar. O que esses dados mostram é uma situação da Educação Básica que ainda é precária em termos de qualidade e que, quantitativamente, não atende a maior parte da população”, explica Galvão.

Meta

Em 2014, foi aprovado o Plano Nacional de Educação (PNE), que tem entre as metas erradicar o analfabetismo a pessoas de 15 anos ou mais até 2024. A iniciativa também tem o objetivo de reduzir à metade a taxa do analfabetismo funcional. 

O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia, defende ações mais integradas do Governo Federal com estados e municípios. Segundo ele, no ritmo em que o problema vem sendo enfrentado, pode demorar mais de um século para que o analfabetismo seja erradicado no Brasil.

“O recuo de 0,2% [entre 2018 e 2019] é um sinalizador que mostra que o País não vai conseguir vencer o analfabetismo mesmo daqui a 100 anos.”

Analfabetismo funcional

Outro gargalo a ser enfrentado pelo poder público brasileiro é reduzir o número de analfabetos funcionais. Segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado em 2018, pesquisa idealizada pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa, com apoio do Ibope Inteligência, 30% dos brasileiros integravam esse grupo. São considerados analfabetos funcionais, por exemplo, pessoas com dificuldades em interpretar textos simples ou resolver problemas matemáticos cotidianos. 

Outro lado

A reportagem do portal Brasil61.com entrou em contato com o Ministério da Educação para obter informações sobre investimentos e medidas que estão sendo tomadas para combate ao analfabetismo, porém não obteve resposta.

Fonte: Brasil 61

Governo de SP promove cursos gratuitos de ensino a distância sobre inclusão digital

Iniciativa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência oferece conteúdos sobre digitação e redes sociais, entre outros temas

Com o objetivo de desmistificar o sentimento de medo e insegurança em acessar os recursos tecnológicos, garantindo maior autonomia e a inclusão da pessoa com deficiência, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) está realizando cursos de ensino a distância (EaD) sobre inclusão.

“Os cursos de inclusão digital, como quer o Governador João Doria, atendendo as pessoas com deficiência, tem como objetivo proporcionar maior inclusão e acessibilidade digital e tecnológica das pessoas com deficiência, principalmente neste período de pandemia”, ressaltou a secretária Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão.

As atividades são realizadas por assessores em inclusão do Centro de Tecnologia e Inovação e do Serviço de Reabilitação Lucy Montoro – Jardim Humaitá. Para esclarecimentos, o atendimento pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pelo e-mail faleconosco@cti.org.br ou por meio do aplicativo WhatsApp (11) 99841-6685/99690-3359.

Aprendizado

A aluna do curso EaD de Tecnologia Assistiva Aparecida Alves Lima, de 64 anos, aprendeu dicas de como manusear o celular, além de ressaltar a importância de realizar uma atividade que acrescentou novos conhecimentos durante a pandemia. “Nessa pandemia, a gente fica muito em casa. Então, o curso foi muito bom para preencher o meu tempo com coisas boas. Adorei conhecer pessoas, o professor é ótimo, além de aprender mais sobre o uso do meu celular”, disse.

As pessoas com deficiência interessadas, poderão se matricular nos seguintes cursos: Alfabetização Digital, Digitação, Redes Sociais e Tecnologia Assistiva voltada para pessoas com deficiência visual. As inscrições podem ser realizadas pela internet.