Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia

O Governador do Amazonas institui novas medidas de restrição, plano de abastecimento de oxigênio para as unidades hospitalares e remoção de pacientes para hospitais de outros estados.

Diante do colapso no sistema de saúde com a falta de oxigênio nos hospitais na última quinta-feira (14), o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou ações frente ao recrudescimento da pandemia da Covid-19 no estado. A medida inclui novas medidas de restrição, plano de abastecimento de oxigênio para as unidades hospitalares e remoção de pacientes para hospitais de outros estados. 

Segundo o governador, a ampliação das medidas de restrição visa a proteção da vida das pessoas. O novo decreto restringe também o transporte coletivo de passageiros em rodovias e rios e suspende a circulação de pessoas nas ruas em todo o estado, com toque de recolher entre às 19h e 6h.

Em relação ao abastecimento de oxigênio nas unidades hospitalares, o governo do Estado ressaltou que as medidas para solucionar as dificuldades logística estão sendo adotadas junto ao governo federal. Também foi iniciada a transferência de pacientes para unidades hospitalares de cinco estados. Além do translado desses pacientes, o governo instituiu um grupo de apoio psicossocial para pacientes e familiares.

“Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia” em parceria com Brasil 61

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Ampliada lista de municípios prioritários contra o desmatamento

Em portaria publicada nesta quarta-feira (13), o Ministério do Meio Ambiente atualizou a lista de municípios prioritários para ações de prevenção, monitoramento e controle do desmatamento na Amazônia. Ampliada lista de municípios prioritários contra o desmatamento.

Segundo a norma, os municípios de Feijó e Sena Madureira, no Acre, Humaitá, no Amazonas, Jacareacanga, Medicilândia, Rurópolis e Trairão, no Pará e Rorainópolis, em Roraima, passam a integrar a lista de municípios prioritários. Já a cidade de Peixoto de Azevedo, em Mato Grosso, volta a fazer parte da lista. 

O município paraense de Rondon do Pará,  por sua vez, passa a integrar a lista de municípios com desmatamento monitorado e sob controle no bioma Amazônia. 
 

Com informações de Brasil 61

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Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus

A Fiocruz Amazônia investiga a variante do coronavírus encontrada em quatro pessoas que estiveram no estado. Segundo os pesquisadores, provavelmente essa variante resulta de uma linhagem do vírus que circula no estado do Amazonas.

A linhagem foi identificada por pesquisadores do Japão em quatro viajantes que vieram para a Amazônia. Felipe Naveca, que lidera a pesquisa, afirma que ainda é necessário medir a circulação dessa variante para, dessa forma, estimar se ela impactou no aumento de casos do novo coronavírus no estado.

A nota técnica da Fiocruz Amazônia explica que essa variante circula no estado desde abril do ano passado. Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, já foram constatadas 12 mutações nessa variante do coronavírus.

Em parceria com Brasil 61

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Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus
O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) está realizando exames para identificação do novo coronavírus (COVID-19)

MPF pede adiamento do Enem no Amazonas

O Amazonas enfrenta mais uma vez altos números de casos e de mortes pela covid-19, e por causa dessa situação, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu à Justiça para adiar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O exame está marcado para os dias 17 e 24 deste mês, em todo o país. MPF pede adiamento do Enem no Amazonas, por questão sanitária.

A ação civil pública foi apresentada nessa terça-feira (12), em caráter liminar, e está baseada na crise de saúde pública decorrente da pandemia no estado.

Dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas apontam mais de 1,5 mil internações por covid-19 nos primeiros nove dias de janeiro – o maior índice já registrado desde o início da pandemia. A rede privada de saúde do estado já sinalizou colapso da estrutura de atendimento.

Os procuradores argumentam que a manutenção da data de aplicação das provas do Enem representa maior circulação do vírus pela cidade, e a exposição dos próprios estudantes ao risco de infecção – por isso o pedido de que as provas do exame sejam aplicadas no Amazonas somente quando houver estrutura suficiente e necessária na rede de saúde, pública e privada, para atendimento dos casos relacionados à pandemia de covid-19, e que essa condição seja atestada por órgão técnico do governo estadual.

Uma alternativa aceita pelo MPF é o adiamento para os dias 23 e 24 de fevereiro, datas já previstas pelo Ministério da Educação para os alunos que não possam realizar o exame em janeiro.

Ainda por causa do aumento de casos de covid-19, o governo estadual prorrogou a situação de calamidade pública no Amazonas por mais seis meses, e a prefeitura de Manaus decretou estado de emergência por 180 dias.

“MPF pede adiamento do Enem no Amazonas” é com informações de Agência Brasil

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MPF pede adiamento do Enem no Amazonas

Amazônia+21: modelos de desenvolvimento regional sustentável

A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual

Com o intuito de estimular a identidade cultural e econômica da região amazônica, o Fórum internacional Amazônia+21 tem como propósito ajudar a criar novos modelos de desenvolvimento regional sustentável. A programação do evento está prevista para os dias 4, 5 e 6 de novembro e ocorrerá de forma virtual. O acesso será gratuito e contará com tradução simultânea para o inglês e espanhol.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé, explica que Amazônia+21 é um fórum de diálogos que visa promover a comunicação entre os mais variados agentes que atuam no território amazônico, entre eles o governo, o setor produtivo e a sociedade civil organizada.

“Desde o dia 19 de agosto, quando iniciamos essa jornada, já tivemos dois encontros. Tivemos encontros sobre infraestrutura, regularização fundiária e agricultura na Amazônia. Sobre cidades amazônicas e, ainda, cultura e agricultura, como preparação para o evento principal, em novembro”, destaca o presidente da FIERO.  

O evento deve contar com a participação de cientistas, pesquisadores, especialistas, empresários, empreendedores, investidores, órgãos de fomento, governantes e chefes de Estado. Além da FIERO, o Amazônia+21 é promovido com o apoio da Prefeitura de Porto Velho, através da ADPVH, com correalização da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Para ter acesso aos debates, os interessados devem se inscrever aqui. O acesso por este canal é importante, principalmente para quem não tem domínio da língua inglesa ou espanhola, já que a tradução simultânea só será disponibilizada por esta plataforma e alguns convidados não falam português.

Eventos anteriores

Antes da realização do Fórum internacional Amazônia+21, outros eventos importantes foram realizados. Em um deles, no último dia 14, foi debatido o assunto vida nas cidades amazônicas e oportunidades de negócios sustentáveis.  Para o aprofundamento do tema, foi necessária a divisão em dois diálogos.

O primeiro apresentou a temática “Cidades e Desenvolvimento Sustentável”, com informações repassadas pelo gerente de Relações Institucionais do Iclei América do Sul, Rodrigo Corradi. A prefeita de Boa Vista, Teresa Surita, chegou a apresentar um projeto de sustentabilidade de energia por meio de investimentos em energia fotovoltaica.

“Nossa capital é a única que não é interligada ao sistema nacional de energia elétrica. E preocupados com poluição, focamos no investimento em placas solares, pois a região nos permite”, afirmou.

O projeto piloto foi desenvolvido na comunidade indígena Darora, que conta com cerca de famílias. Com o sucesso da experiência, outras cinco usinas solares foram construídas e atendem diversos órgãos públicos, como a prefeitura, secretarias municipais, mercado municipal e pontos de ônibus climatizados.

“Até o final do ano entregaremos mais uma usina, que, somada às já concluídas, representará uma economia de R$ 5 milhões/ano, a preservação de 245.629 árvores, abastecimento de mais de 9 mil residências e diminuição de 7,5 milhões em emissão de gás carbono”, salientou Teresa Surita.

Na avaliação do diretor regional da ONU-Habitat para América Latina e Caribe, Elkin Velásquez, atualmente há uma necessidade de progresso na agenda da sustentabilidade. Segundo ele, incluir a região no chamado bloco da panamazônia é um meio de chamar a atenção dos governos para a importância da sustentabilidade e do desenvolvimento.

Fonte: Brasil 61