Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Ao mesmo tempo em que o cotidiano e as relações se tornam cada vez mais digitais, os cibercrimes consomem energia, tempo e dinheiro de empresários e de pessoas físicas também. No quesito impacto nas finanças, aliás, o custo médio global de violações registradas entre agosto de 2019 e abril do ano passado, ou seja, nove meses, foi de quase 3,86 milhões de dólares, conforme a 15ª edição do relatório anual do Ponemon Institute, publicada pela IBM Security, que ouviu 524 organizações de 17 países e regiões distintas. No Brasil, o custo médio da violação de dados é de R$ 5,88 milhões (cerca de US$ 1,12 milhão) e vem crescendo: registrou um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior, que era de R$ 5,32 milhões.

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Gráfico: Custo total médio de uma violação de dados por país ou região, incluindo o Brasil. (Imagem em alta no link ao final do texto).

Para acessar o relatório completo, acesse o link: https://www.ibm.com/downloads/cas/RZAX14GX

De tão sério, o assunto ganhou data comemorativa. No dia 28 de janeiro é celebrado, no mundo, o Dia Internacional da Proteção de Dados. “Medo, nunca, mas, atenção, sempre”, alertou Andréa Thomé, diretora de Soluções de Cybersecurity da Everis. “Sejamos críticos e atentos o tempo todo. Nossos dados são uns de nossos bem maiores”, completou a gerente de Segurança da Informação do Banco Safra, Paula Rodrigues. O conselho das profissionais foi dado durante uma live promovida pelo Banco Safra, transmitida pelos canais da instituição. Em pauta, a proteção dos dados bancários, um dos grandes alvos de cibercriminosos. 

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Conforme Sandro Süffert, fundador e diretor da Apura Cybersecurity Intelligence – uma das maiores empresas de inteligência cibernética do Brasil –, nos últimos 12 meses, dados de órgãos, sites de e-commerce, de mídia social e de telecomunicações vazaram no país. Sandro também participou da live e, segundo ele, existe um processo de enriquecimento do crime organizado a partir dos dados roubados. “Com o processo de digitalização crescente e maximizado ainda mais pela pandemia (da Covid-19), há uma necessidade de troca de informação e não necessariamente se tem os cuidados para garantir a integridade dos dados. É um problema global e realidade no país”, alertou.

Lilian Rodas, do Banco Safra, lembrou, também, que os dados sozinhos não podem ser usados para uma fraude bancária, por exemplo, mas “se consegue usar essa informação para fazer uma engenharia social e capturar as informações sensíveis, como a senha, o número de cartão”. “Você acha que está falando com um banco e aí você passa todas as informações”, alertou. Navegando bem abaixo da superfície, os ambientes da deep e dark web mantêm um ecossistema mundial, em que os dados são trocados ou vendidos. É o famoso mercado alternativo, que se beneficia da compra e das fraudes usando esses dados.

A apropriação de dados acontece na fragilidade. As plataformas guardam informações, mas podem ocorrer brechas. O ataque exige conhecimento do atacante (o popular hacker) e, além disso, conhecimento de que essas vulnerabilidades existem. Às vezes, se levam meses e até anos para o levantamento de todas as informações. Funcionários com acesso aos dados, usando de má-fé, são responsáveis, também, por uma parcela de roubos, mas, em menor escala. “O vazamento pode ser motivado por ‘n’ autores. Vivemos a era digital e, ao mesmo tempo, vivemos a guerra cibernética envolvendo uma série de fraquezas do ambiente tecnológico que pode ser explorada”, destaca Andréa.

Independente do atacante, normalmente os agentes estudam o comportamento do usuário, a exemplo do famoso hacker Kevin Mitnick, que começou sua “carreira” encontrando primeiro no lixo e depois nos computadores de grandes empresas as informações que precisava para invadir o ambiente. Sites oferecendo prêmios, dinheiro de leilões, e-mail sobre alguma herança, na maioria absoluta das vezes, são armadilhas, conforme apresentaram os debatedores da live. “É importante que a população entenda que quanto mais fácil pareça aquele ganho, maior risco. É importante saber se as informações são íntegras, antes de embarcar nessa situação”, disse Paula.

LGPD veio para ajudar

Aprovada em 2018 e valendo no Brasil desde então, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) colocou o país ao lado de mais de 100 nações, estabelecendo limites e condições sobre a coleta, a preservação e o tratamento das informações pessoais. O documento facilitou a defesa das empresas e de usuários comuns que, como a Lei estabelece, podem registrar o furto de informações nas delegacias da Polícia Civil. A partir disso, uma investigação para apurar o crime tem início. Mas, lembraram os debatedores, evitar chegar a esse ponto ainda é o melhor caminho.

“Na área da segurança a gente sempre fala que é importante você também ser uma barreira para evitar que esses dados sejam fornecidos assim, caindo no colo de alguém que não tem boa intenção”, ressalta Sandro. “Sempre tem um jogo de gato e rato, uma situação de brechas. Com a LGPD, você tem um impacto grande no faturamento de dados, o que, dependendo do valor, pode ser vida ou morte, no caso de dados das empresas”. Além de respaldo, a Lei empodera. “Ela [a Lei] nos dá o poder de questionamento. Hoje, se nos perguntam o número do CPF para um desconto num medicamento, por exemplo, a gente pergunta: por que você precisa do CPF?”, completa Paula.

E se os meus dados vazaram?

Mas, e se mesmo fazendo a lição de casa, seus dados vazaram? “Não entre em pânico. Se vazou o número de telefone, vão te ligar. Se vazou um número de telefone residencial, vão te ligar também. Vai ser preciso ir gerenciando a situação”, explica Andréa. Há ainda outros procedimentos a serem feitos, entre eles, a troca das senhas principais de acesso aos sites mais utilizados e dos bancos que se tem contas e, claro, o registro do crime na Polícia.

O prejuízo para as empresas pode ser um pouco maior, por isso, se elas forem vítimas de violação de dados, é importante que tornem o assunto público, comuniquem seus reguladores e, especialmente, seus clientes, para que nenhuma euforia por conta disso seja criada.

Além disso, ter uma ação preventiva faz a diferença. Mas, como? No caso de pessoa física, vale, por exemplo, evitar exposição demais na rede social. Tudo o que é compartilhado pode ser usado a favor dos atacantes. Suprimir a informação de nomes e grau de parentesco, bem como a identidade das instituições onde estuda ou estudou e empresas onde trabalha ou trabalhou, é prudente. Usar com moderação, é o mais indicado.

Para as empresas, os passos precisam ser mais robustos. “A tecnologia está à nossa disposição. São mais de 1.200 players de segurança. De fato, o Brasil tem opções e está preparado neste sentido, mas não exatamente em realizações”, aponta Andréa. Se custar muito ao plano financeiro da empresa, vale apostar em outras frentes, como ficar atento às experiências de invasões internacionais e monitorar o avanço delas entre os países. “Não pense que vai acontecer só na China ou nos Estados Unidos. É ideal fortalecer as defesas dos ambientes internos de segurança, o que melhora a resiliência frente aos ataques.”

Conheça 10 maneiras de proteger seus dados:

1 – Não digite senha, e-mail ou telefone em qualquer site. Desconfie primeiro.

2 – Perceba falhas em sites que se mostram oficiais. Procure erros na logomarca, nas cores e até na escrita.

3 – Se perguntarem seu CPF ou outro dado pessoal em algum estabelecimento, questione o motivo e só revele a informação caso se sinta confortável.

4 – Não abra um e-mail enviado por um endereço desconhecido.

5 – Não baixe arquivos de sites estranhos.

6 – Use uma senha forte + uma confirmação de que é você mesmo (se possível, aposte na biometria).

7 – Desconfie do que chega até você de maneira muito sedutora (promoções, produtos muito baratos, herança, saque de dinheiro).

8 – O golpe pode envolver a família: atacantes usam informações de parentes, como nome e grau de proximidade, para, se passando por eles, pedir número de documentos e senhas.

9 – Trate do tema no ambiente familiar, orientando, especialmente as crianças, jovens e idosos.

10 – Use a tecnologia a seu favor, se informando sempre sobre o tema da segurança de dados.

SERVIÇO

Para aprender enquanto se diverte:

Filme: Caçada virtual

Livros: A arte de enganar e a Arte de invadir

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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

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Dicas para delivery: Confira e se dê bem no ramo

O serviço de delivery tornou-se essencial no dia a dia dos brasileiros e uma importante ferramenta para os negócios dos restaurantes. Para se destacar e evoluir no setor, o segredo é prestar um bom serviço. Pensando nisso, o iFood – referência em food delivery na América Latina – reúne algumas dicas. Confira:

1- Invista em um cardápio atrativo!

Ele é a vitrine dos estabelecimentos nos aplicativos. São bem vindas, por exemplo, imagens reais dos produtos e informações úteis para apoiar o consumidor na jornada de compra, como peso, quantas pessoas serve, orientação sobre restrições alimentares, classificação do prato  e até a possibilidade de personalizá-lo ou incrementá-lo.

2- Crie promoções!

Consumidores sempre buscam boas oportunidades nos aplicativos. Para juntar a fome com a vontade de comer, vale investir e diversificar as estratégias de precificação, como desconto fixo, percentual de desconto em função da quantidade de itens no carrinho, taxa grátis na primeira compra ou em pratos selecionados e, claro, os clássicos cupons de desconto.

3- Fidelize seus clientes!

Crie conexões reais e que proporcionem uma boa experiência ao consumidor. Mimos como bilhetes, balas e doces costumam ter boa aceitação. Para ir além, os restaurantes contam também com a vasta gama de ferramentas que o iFood disponibiliza para ajudar a fidelizar usuários, como descontos que podem ser oferecidos após um determinado número de pedidos nos restaurantes, Clube iFood para compra de cupons, entre outras.

4- Pense nas embalagens!

Que a comida é a grande estrela do negócio ninguém discute. Mas pensar em como melhor acondicioná-la para manter a qualidade e a temperatura na entrega também é pré-requisito para o sucesso do restaurante. Outro aspecto que também deve ser considerado é o impacto das embalagens no meio ambiente. Modelos sustentáveis podem ser encontrados no iFood Shop, um marketplace de embalagens e insumos com valores e condições especiais para os restaurantes parceiros.

5- Conte com a logística!

Os entregadores parceiros do iFood são parte essencial da logística e peça-chave para garantir que aquele prato especial chegue rápido e em perfeitas condições até a casa dos consumidores. Valorizá-los e respeitá-los passa por manter boas relações com eles. Por isso, se possível, separe um ponto de apoio para que possam utilizar o banheiro e tomar água no seu estabelecimento.

Essas e outras dicas para delivery foram compartilhadas pelo iFood no webinar “Experiência iFood” que aconteceu no último dia 17 e atraiu 25 mil inscritos. O objetivo é aumentar a visibilidade dos estabelecimentos, ajudá-los a fidelizar seus clientes e melhorar as vendas no delivery.  Essas e outras iniciativas de capacitação e apoio aos restaurantes também fazem parte das prioridades do iFood. Em parceria com o Sebrae, por meio do movimento “Compre do Pequeno”, são disponibilizados cursos de desenvolvimento profissional para os funcionários dos restaurantes parceiros e capacitações para os donos dos estabelecimentos, com foco em gestão para novos empreendedores, boas práticas nos serviços de alimentação, entre outros. Já a parceria com a Escola Conquer oferece soluções estratégicas para o negócio por meio de trilhas sobre gestão de finanças, novo comportamento de consumo, tendências em marketing digital, entre outros.

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Dicas para delivery: Confira e se dê bem no ramo
Foto: Fábio Vieira/FotoRua

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Mitos sobre smartphones que você precisa saber já!

Os celulares já fazem parte da rotina de muitos brasileiros e dados da 31ª Pesquisa Anual do FGVcia apontam que, atualmente, são ao todo 234 milhões de celulares inteligentes. No entanto, mesmo diante deste número que impressiona, ainda há muitas dúvidas que rondam o funcionamento destes aparelhos – e não é à toa, afinal, com o avanço da tecnologia, muita coisa mudou nos últimos anos. Para desmistificar algumas delas, Juliano Fagundes, franqueado da rede de assistência técnica para celulares e venda de acessórios, Suporte Smart, esclarece alguns mitos sobre smartphones.

  • Deixar o celular carregando a noite toda aumenta a duração da bateria.

Verdade ou mito? Mito 

A placa dos smartphones conta com controladores de cargas que regulam a tensão da bateria e, portanto, quando o aparelho chega em 100%, a energia é cortada para não danificar e aquecer o aparelho. Mas vale um alerta: muito cuidado com os carregadores paralelos, pois eles podem causar oscilação de energia no smartphone e, consequentemente, um curto circuito.

  • Imagens que são mandadas por whatsapp e fazem o aparelho travar ou desligar tem vírus.

Verdade ou mito? Mito 

Algumas imagens que rodam por aí não são vírus, embora tenham a função de travar ou retardar o funcionamento do Android. Enviadas propositalmente no whatsapp, elas são formatadas para dificultar a leitura correta, o que leva ao bug do celular.

  • Câmeras: quanto mais megapixel, melhor a imagem.

Verdade ou mito? Mito 

A quantidade de megapixels no sensor da câmera de um celular diz respeito apenas ao tamanho das fotos que serão tiradas. Assim, uma câmera com mais megapixels conseguirá tirar fotos maiores, mas não necessariamente melhores que uma câmera com menos megapixels.

Sobre a Suporte Smart

A rede de assistência técnica é uma evolução da iService Soluções, uma empresa focada em applemaníacos. Natural de Curitiba, a entrada no franchising, em 2016, repaginou o negócio, que passou adotar o nome de Suporte Smart e logo expandiu por todo Brasil com seu modelo de franquia acessível, tanto para os modelos de lojas físicas quanto, a partir de 2018, com o lançamento do delivery. Por conta da mobilidade nos grandes centros urbanos, decidiu se diferenciar das demais empresas e lançar um novo modelo de franquia delivery de conserto de celular, conquistando nos primeiros cinco meses cerca 160 microfranqueados e já operando em todos os estados do Brasil.

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Mitos sobre smartphones que você precisa saber já!

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Roubo de criptomoedas: como se defender?

Os ciberataques envolvendo roubo de criptomoedas – como as bitcoins, a mais famosa delas – se tornaram mais recorrentes durante a pandemia de Covid-19 e devem estar no foco das atenções de corporações de segurança cibernética, governos e sociedade em 2021. O primeiro passo é compreender o modus operandi desse tipo de investida, para saber como se prevenir e se defender.

Com mais de 25 anos de experiência em cibersegurança, Sandro Süffert ressalta que o problema ocorre em escala global, e o Brasil não está imune. Süffert é fundador e CEO da Apura, empresa brasileira especializada em prevenção, monitoramento e combate a ciberataques. A equipe de especialistas da Apura elaborou uma lista com as formas mais comuns de ocorrências envolvendo as criptomoedas:

1. Phishing, a forma preferida

A forma mais comum continua sendo o phishing, ataque em que o criminoso envia um e-mail, SMS ou mensagem em rede social contendo um link malicioso que, quando clicado, leva a vítima para um site falso. Assim, toda negociação de criptomoedas que essa pessoa realizar no site será enviada para a carteira do criminoso. Portanto, muito cuidado com mensagens que receber. Antes de clicar em qualquer link, certifique-se da veracidade.

2. Perfis falsos

Outra modalidade que tem se tornado bastante comum é a de perfis falsos em redes sociais, se passando por pessoas de destaque no mundo da negociação de criptomoeda. Esses perfis oferecem falsas oportunidades. Um exemplo recorrente: se a vítima depositar certa quantia em criptomoedas na carteira do suposto negociador, receberá o valor dobrado em determinados dias. A pessoa que fizer o depósito, obviamente, jamais receberá a quantia e ainda terá perdido o valor depositado. Caso seja contactado por ofertas assim, não efetue depósito algum.

3. Aplicativos falsos

Há também aplicativos falsos, para dispositivos móveis, que remetem a lojas alternativas de aplicativos. Esses aplicativos falsos se passam pelos legítimos de empresas respeitáveis no ramo das criptomoedas. Porém, quando a vítima instala um deles em seu dispositivo, todas as negociações realizadas por meio do aplicativo falso serão desviadas para o criminoso responsável. Às vezes, até mesmo um aplicativo com todos os requisitos de legitimidade é usado para desviar recursos. Em março, um aplicativo encontrado na App Store da Apple, que supostamente deveria ser utilizado para checar o saldo de contas em Bitcoins em dispositivos da empresa Trezor, foi utilizado para desviar mais de 600 mil dólares de um investidor que baixou o aplicativo acreditando estar seguro. A orientação é baixar aplicativos sempre a partir de lojas oficiais, ou dos sites da própria fornecedora do aplicativo. E mesmo aplicativos de procedência certa só devem ser baixados quando se tiver a certeza da idoneidade dos desenvolvedores, pois muitas vezes eles fazem uso de brechas para enviar aplicativos maliciosos para as lojas oficiais.

4. Uso de malwares

Existem ainda ataques mais sofisticados que envolvem o uso de malwares para realizar o roubo das criptomoedas. Estes malwares são desenvolvidos exclusivamente com esse objetivo. Eles podem atuar de diversas formas: substituindo páginas legítimas que a vítima acessa por versões falsas controladas pelos criminosos; podem trocar endereços para transação copiados de alguma página para a área de transferência por endereços definidos pelos atores; roubar as chaves de acesso das vítimas às carteiras de criptomoedas; podem, inclusive, desviar recursos computacionais do sistema da vítima para minerar criptomoedas sem que ela tenha conhecimento disso.

Um malware recém-descoberto pela empresa Avast foi o HackBoss, que acredita-se já ter faturado mais de 600 mil dólares com o roubo de criptomoedas. Quando o HackBoss é executado, ele busca por endereços de carteiras digitais com criptomoedas. O endereço dessas carteiras é copiado para a área de transferência e quando o malware detecta o endereço de uma outra carteira, substitui, desviando estes recursos para os criminosos. Para evitar cair nessa armadilha, confirme a veracidade de sites e e-mails, desconfiando de mensagens propondo vantagens ou supostamente amigáveis. Em casos suspeitos, nunca forneça senhas e nem outros dados. Ferramentas de proteção em seu dispositivo também ajudam na prevenção.

5. Sequestro de dados

Além do roubo de criptomoedas, outra frente de ataques envolvendo moedas digitais ocorre quando o criminoso exige o pagamento de dados sequestrados por meio de criptomoedas propriamente ditas. Segundo a equipe da Apura, a exigência de pagamento de resgate de dados sequestrados por meio de criptomoedas é uma estratégia para evitar a rastreabilidade e, por consequência, dificultar a identificação dos promotores dos ciberataques.

Sandro Süffert ressalva que o fato de as criptomoedas figurarem como ferramenta ou alvo cada vez mais preferidos por cibercriminosos não significa que as moedas digitais sejam, por natureza, vulneráveis. O que ocorre é o constante movimento de sofisticação dos ciberataques – os criminosos regularmente procuram alternativas para pôr em prática suas investidas.

O especialista cita o exemplo do Pix, sistema adotado pelo Banco Central do Brasil, de reconhecida segurança e eficiência. Justamente pela confiabilidade, atrai usuários e, por tabela, faz os cibercriminosos identificarem um nicho potencial para suas ações.

Por isso, reforça Süffert, a segurança cibernética deve envolver participação, cooperação e envolvimento de vários atores sociais – governos, empresas e sociedade de uma forma geral. “Precisamos desenvolver uma cultura de cibersegurança”, assinala.

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Roubo de criptomoedas: como se defender?
Sandro Suffert, da Apura S/A. Foto: Divulgação

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades
Lojistas Brasileiros: soluções

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Motorista de aplicativo e Imposto de Renda: Confira dicas

Especialista da Kovi ensina o passo a passo para os motorista de aplicativo não se perderem na hora da declaração do imposto de renda; atente-se para as condições específicas dos autônomos

Para os milhões de brasileiros, é chegado o momento de declarar o imposto de renda. Esse período que, para muitos, acaba se tornando uma dor de cabeça, é fundamental para que o contribuinte fique em dia com o governo federal. Dentro desse panorama, encaixam-se também os motoristas de aplicativo. Nos últimos anos, muitos profissionais buscaram nos aplicativos de transporte de passageiros a oportunidade de voltar ao mercado de trabalho ou completar a renda familiar. Apesar dos inúmeros efeitos negativos da pandemia, o número de trabalhadores por conta própria subiu 6,6% em comparação com o trimestre anterior, atingindo a marca de 22,9 milhões de pessoas, de acordo com os dados da PNAD Contínua de 2021 divulgados pelo IBGE.

Agora, um motorista de app precisa declarar o Imposto de Renda? E na hora de preencher o IR 2020, como informar os valores recebidos pelas corridas? Para esclarecer todos os tipos de questionamentos, a Kovi – maior startup de locação de veículos para condutores de app – quer ajudar os motoristas nesse processo. Segundo balanço divulgado pela Receita Federal na última segunda-feira (29), nas quatro primeiras semanas de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física, 8.992.283 contribuintes acertaram a conta com o Leão, o que equivale a apenas 27,6% do previsto para este ano. Em 2021, o Fisco espera receber até 32.619.749 declarações no período determinado de entrega que começou no dia primeiro de março e vai até 30 de abril. 

Como declarar 

Todo motorista de app é classificado como profissional autônomo, sem vínculo empregatício e recebe rendimentos de pessoas físicas intermediados pela empresa do aplicativo. Segundo Rodrigo Sousa, Controller da Kovi, por esse motivo, esses profissionais precisam declarar o IR nas seguintes condições: caso a soma dos rendimentos tributáveis, por exemplo, a soma de todas as corridas feitas no ano, forem maiores que R$ 28.559,70 e se a soma dos rendimentos não tributáveis, como doações, ganhos com o seguro ou venda de bens, ultrapassar R$ 40 mil. “Já para quem tenha realizado operações de qualquer tipo na Bolsa de Valores de até R$ 20 mil por mês em 2020, não precisa pagar o IR, mas é necessário declará-lo no campo “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Caso o valor mensal supere R$ 20 mil, ele é tributável e deve ser declarado como renda variável”, completa. Além dessas opções, Rodrigo explica que o  motorista precisará declarar caso tenha alguma receita que seja oriunda de produção ou atividade rural. “Se tiver adquirido algum tipo de bem material, como casa ou carro, o investimento também deverá entrar na declaração do motorista”, alerta. 

Esses profissionais estão sujeitos ao recolhimento mensal do Imposto de Renda via carnê-leão, programa que calcula automaticamente o pagamento do tributo da categoria. O ideal é que, mensalmente, o motorista some o valor de todas as corridas. Caso fique dentro do limite de isenção mensal de R$1.903,98, o profissional não precisará recolher o IR daquele mês. Mas, se passar, será preciso gerar uma guia e realizar o pagamento do tributo até o último dia útil do mês seguinte, respeitando a tabela progressiva do imposto. É possível importar os dados do carnê-leão para a declaração de renda. Se durante os 12 meses, os ganhos do motorista não somarem mais que R$ 28.559,70, o profissional poderá receber de volta todos os impostos que recebeu durante o ano.

Empresas de aplicativos são obrigadas a fornecer um documento com o detalhamento das corridas de cada motorista. E, de acordo com a Kovi, o grande diferencial da declaração de Imposto de Renda de motoristas para os outros profissionais autônomos é que, somente 60% do valor total recebido, deve ser considerado rendimento tributável. O restante deve ser colocado na parte de rendimentos isentos e não tributáveis. É uma exclusividade da categoria. Vale lembrar também que neste ano, a Receita Federal divulgou algumas novidades, tais como, a obrigatoriedade de declarar o auxílio emergencial de quem recebeu de R$ 22.847,76 em outros rendimentos tributáveis e a criação de três campos na ficha de “Bens e direitos” para o contribuinte informar ganhos com criptomoedas e outros ativos eletrônicos. 

Sobre a Kovi

Fundada em 2018 por dois ex-executivos da 99, Adhemar Milani Neto e João Costa, a Kovi é uma startup disruptiva que, de forma colaborativa com montadoras e locadoras, proporciona a locação de carros a motoristas de aplicativo de uma maneira simples, barata e com uma excelente experiência. Uma das startups que mais cresceu em 2019 no país, a Kovi busca revolucionar a indústria ao facilitar a vida do motorista e das locadoras, desburocratizando os processos e garantindo segurança para os dois lados. Em Setembro de 2020, ficou posicionada entre as 5 melhores empresas de satisfação do cliente, na categoria Rent a Car, segundo pesquisa do Instituto MESC. Em 2021 foi reconhecida pela Tracxn no “Soonicorn Club Awards 2021, prêmio do México de startups.  www.kovi.com.br

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Motorista de aplicativo e Imposto de Renda: Confira dicas
Motorista de aplicativo e Imposto de Renda. Foto: Shutterstock

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Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo

Universidade Ceofood oferece curso de mentoria e capacitação que ensina pequenos e médios empreendedores do Brasil a venderem por meio do delivery

Com o objetivo de capacitar pequenos e médios empreendedores e até vendedores autônomos, o aplicativo Ceofood lança, ainda no mês de abril, a Universidade Ceofood. Trata-se de um curso de capacitação que também oferece mentoria para auxiliar lojistas a migrarem para o ambiente digital e venderem por meio do delivery. A fintech de meios eletrônicos de pagamentos Ceopag também participa da ação e apresenta aos participantes todos os trâmites dos sistemas de cobranças e pagamentos presencial a vista e parcelado, e também à distância. 

“Nosso objetivo é disponibilizar um curso de capacitação completo para todos os segmentos que se enquadram na venda por delivery, desde gastronomia até o mercado de acessórios e o varejo em geral. Poderão participar empreendedores já atuantes no mercado, assim como o público informal, desempregados e profissionais autônomos.  Será ensinado como iniciar um negócio do zero e o passo a passo para que o empreendedor consiga atuar e ganhar dinheiro de maneira assertiva”, explica Kawel Lotti, Presidente do grupo Ceofood e Ceopag.

O curso é totalmente online e pode ser realizado inicialmente pela plataforma hotmart. Ao todo, são 15 módulos que contemplam temas como o cadastro do estabelecimento na plataforma de delivery, inclusão e atualização do cardápio/produtos, dashboard completo com acompanhamento em tempo real dos pedidos/entregas, estratégias de vendas, criação de páginas e divulgação nas redes sociais, Plano de Implantação nos primeiros 90 dias e demais tópicos para capacitação profissional.

“Dado o período desafiador que o Brasil e o mundo enfrentam,  chegamos à conclusão que precisávamos criar algo que se adaptasse ao novo cenário. Criamos, então, uma solução integrada para ajudar milhares de lojistas formais e informais desempregados, pessoas com habilidades como fazer comida caseira, doces, pães e salgados, artesanatos, etc, mas que não podem vender porque estão sendo obrigadas a ficar em casa diante da necessidade do distanciamento social, em algumas regiões de lockdown, porém precisam trabalhar para garantir o sustento de suas famílias. Esse projeto nos orgulha como empreendedores, mas principalmente como pessoas que desejam contribuir diante de um cenário terrível como esse”, comenta Lotti.

O idealizador do projeto ainda garante que qualquer interessado em matricular-se na Universidade Ceofood poderá utilizar o aplicativo de entrega: “Mesmo que a pessoa esteja em uma área em que nosso aplicativo ainda não atue, ela poderá se cadastrar e vender diretamente pela nossa plataforma, como se o aplicativo fosse dela, e assim colocar em prática todo conteúdo que aprende na Universidade Ceofood. Essa é uma forma de ampliar nossa área de atuação em todo o país e auxiliar milhares de lojistas que têm de fechar as portas durante essa pandemia. Será possível baixar o conteúdo, aprender e vender de casa. Uma solução totalmente adaptada para a situação que vivemos hoje”.

Para se inscrever, os interessados deverão acessar a página de vendas da Universidade Ceofood Delivery e pagar uma taxa de R$1.797,00, que pode ser parcelada em até 12 vezes de R$149,50. Ao término do curso, os participantes recebem um certificado. No final desse período é possível renovar a inscrição para receber atualizações do ramo de delivery por parte da Universidade Ceofood e garantir atualização do app por mais 12 meses.

Modelo de franquia

Presente em 23 estados do país, o aplicativo Ceofood conta com mais de 5 mil estabelecimentos cadastrados em sua plataforma e no ano passado apresentou um crescimento de 50%. Ao contrário dos demais players do mercado, a empresa não cobra nenhuma taxa em cima dos pedidos feitos pelos usuários. Cada comércio  paga um plano mensal com valores que vão de R$99 a R$199, determinados conforme a região e o tamanho do estabelecimento.

O Ceofood opera no modelo de franquia, no qual o franqueado é responsável por prospectar novos estabelecimentos para a plataforma. Recentemente, a marca foi eleita como uma das 10 maiores microfranquias do país pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

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Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo
Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo Foto: Divulgação

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Rede fecha parceria com iFood para reduzir efeitos a franqueados

Estratégia da rede Calzoon Sucos e Calzones garante taxas menores e posição de destaque para as unidades da marca. Confira sobre a rede fecha parceria com aplicativo iFood.

Diante das novas medidas anunciadas para barrar a propagação da COVID-19 que vedam o atendimento presencial de restaurantes e impedem até mesmo que o cliente retire alimentos no local, grandes redes do segmento de alimentação buscam alternativas para minimizar os efeitos das restrições junto a seus franqueados. Dentre as estratégias adotadas pelas marcas está o fortalecimento de parcerias com players digitais.

Esse é o caso da Calzoon Sucos e Calzones, rede de fast food que comercializa mais de 15 opções da massa italiana recheada, que fechou um contrato de exclusividade o iFood. A medida é mais do que necessária, afinal o último trimestre de 2020 registrou impacto negativo de 3,9% no número de franquias abertas no setor. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), foram criadas 10,8 mil novas unidades, ante 12,2 mil no mesmo período de 2019.

A ação visa garantir benefícios para os franqueados e, assim, favorecer o funcionamento das lojas e o atendimento de clientes durante o período crucial de lockdown que alguns estados brasileiros estão enfrentando.

“Essa parceria posiciona as unidades da marca em espaço de destaque na vitrine do aplicativo, uma vantagem aos franqueados em relação aos concorrentes que utilizam o iFood sem qualquer vínculo contratual”, explica o CEO e Gestor da Calzoon, Bruno Jerke. Os franqueados também contam com taxas menores e ferramentas de relatórios de vendas, planejamento e gestão de ações e promoções.

Sobre a Calzoon Sucos e Calzones
A Calzoon Sucos e Calzones, é uma rede de franquias especializada em calzones, sucos e açaí, que tem o objetivo de popularizar o calzone por todo o Brasil. Com um crescimento de 800% em contratos fechados no segundo semestre de 2019, a rede catarinense prevê a abertura de mais 150 novas unidades em todo o país até o final de 2020.

Além de ser prático para o consumo, o calzone também oferece vantagens para quem vai operar a franquia. O produto chega na loja pronto e congelado, e o franqueado deve focar apenas em assar o calzone no forno e no atendimento ao cliente. Essa facilidade de operação tem atraído diversos investidores que desejam entrar para o segmento mais forte do franchising, mas evitam franquias que exigem alta manipulação e preparo dos alimentos.

Criada em 1999, e sob nova gestão desde 2018, o investimento inicial em uma franquia da Calzoon Sucos e Calzones é a partir de R$ 162 mil, com previsão média de retorno em 24 meses e faturamento médio de até R$ 120 mil.

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Rede fecha parceria com iFood para reduzir efeitos a franqueados
Bruno Jerke, CEO da Calzoon Sucos e Calzones. Foto: Divulgação

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Vagas para personal shopper. Confira e saiba mais

A Delivery Center está com Vagas para personal shopper. Necessário Ensino Médio completo.

O Personal Shopper é o profissional especializado em compras inteligentes. A missão é auxiliar os clientes a terem o consumo consciente, ou seja, a melhor compra, tanto para uso pessoal ou presentes para terceiros.

As inscrições são através da plataforma VAGAS.com, caso tenha dúvidas ou não saiba como cadastrar seu currículo, consulte este tutorial simples. Na relação abaixo, clique no título da vaga (em negrito e sublinhado) e será direcionado para inscrição no servidor.

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

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Vagas para personal shopper

Personal Shopper (clique aqui)
Delivery Center
Auxiliar/ Operacional
5 vagas

Interface entre expedição e lojistas;

  • Atender clientes através do app;
  • Realizar compras;
  • Ser responsável pelo pickup entre produção e expedição;
  • Expedir os pedidos;
  • Confere se o pedido foi pago, lança no sistema e finaliza o pedido;
  • Responsável pela abertura e fechamento do caixa.

Principais Requisitos: 

  • Ensino médio completo:
  • Aptidão física para trabalhar caminhando;
  • Desejável ter experiência no varejo como repositor, expedidor, caixa ou vendedor de shopping.

Locais das oportunidades:

  • São Paulo: Centro, Zona Leste, Zona Oeste, Zona Sul e Zona Norte;
  • São Paulo: Região Metropolitana e ABC;
  • São Paulo: Interior. 

Quer fazer parte deste grande sonho conosco?

Empresa

O Delivery Center :

Somos uma startup de tecnologia que está criando o ecossistema de varejo mais significativo da América Latina, conectando marcas, mercados, logística e shopping centers e oferecendo aos varejistas as soluções mais avançadas e eficientes para criar canais de vendas e entregar seus produtos em minutos, em todo o Brasil.

Como será o seu dia a dia:

Aprender muito todos os dias;

Trabalhar com um time apaixonado pelo que faz;

Fazer parte de um projeto que transforma positivamente a vida das pessoas;

Conviver com pessoas em um ambiente informal, em uma hierarquia horizontal e flexível. 

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Vagas para personal shopper

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Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?

Venha nesta busca e conheça os principais aplicativos para buscar empregos, mesmo em meio a este momento difícil que estamos enfrentando.

Antigamente esta busca era uma tarefa árdua e cansativa, principalmente com gastos de impressões de curriculum, comprar envelope, bater de porta em porta, ligar para empresas e muitas vezes você entregava o currículum sem conhecer a empresa.

E se você está lendo até aqui e falando, “Mas faço isso até hoje !!!” É necessário que você reveja seus conceitos.

No entanto, graças a tecnologia podemos facilmente procurar por vagas através de diverosas formas, utilizando internet ao nosso favor.

Sites de emprego, redes sociais, ou até mesmo acessando sites de busca e procurar os sites das empresas de seu interesse e assim, conseguindo contato eletrônico e enviar seu currículum através dele.

E novamente você está pensando, “Ah mas a empresa que estou buscando não tem site“. É sério, é necessário que você reveja seus conceitos.

Hoje em dia está ainda mais fácil, com a tecnologia na palma da nossa mão, sites e redes de emprego estão disponibilizando apps para buscarmos a tão sonhada vaga.

Separamos aqui os principais aplicativos para busca de emprego, e com certeza este post estará em constante atualização.

A cada momento aplicativos são melhorados, atualizados, novas ferramentas são disponibilizadas e inegavelmente, precisamos nos atualizar constantemente.

Confira os principais apps para busca de emprego. E torcemos para que você tenha êxito em seu objetivo e nunca desista.

Aplicativos para buscar empregos

Jooble

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
O nome Jooble vem da junção das palavras Job(que em inglês significa emprego) e Google

Nascida na Ucrânia e considerado um dos maiores buscadores de emprego em vários países, incluindo Brasil e Portugal.

O Jooble filtra os resultados duplicados automaticamente, fazendo com que a mesma vaga dos vários sites apareça igualmente em um único anúncio de emprego.

Confira tudo sobre o Jooble clicando aqui

E aproveite você desenvolvedor de sistemas, uma seleção de vagas exclusiva clicando na imagem abaixo.

Vaga para desenvolvedor - clique aqui - https://br.jooble.org/vagas-de-emprego-desenvolvedor

Indeed Pesquisa de Emprego

Conhecido como um dos maiores sites de emprego do mundo. De fato a ferramenta ajuda você desde a inscrição, até a busca de emprego.

São mais de 250 milhões de usuários mensais do Indeed, com vagas em 60 países e 28 idiomas somando aproximadamente 16 milhões de vagas existentes no Indeed.

Conheça todos os detalhes do app clicando aqui.

InfoJobs.com.br

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
infojobs app

InfoJobs é uma plataforma de oportunidades profissionais e busca de talentos que oferece ferramentas avançadas para gerir os processos seletivos das empresas.

Ao mesmo tempo, facilita os candidatos a vantagem de cadastrarem seus currículos de forma gratuita, contemplando profissionais de todos os perfis.

  • Nele você consegue acessar e milhares de novas vagas de emprego publicadas diariamente.
  • Conhecer os salários dos funcionários numa empresa.
  • Conferir as avaliações que os funcionários fizeram das empresas onde trabalharam.
  • Chamar a atenção das grandes empresas a través do Buscador de Candidatos.
  • Encontre vagas de emprego para todos os perfis profissionais.
  • Fique sabendo dos últimos empregos disponíveis quando e onde você quiser.

Conheça todos os detalhes do app clicando aqui.

SINE – App Oficial do Ministério do Trabalho

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
App Oficial do Ministério do Trabalho.

O Ministério do Trabalho desenvolveu um app com a Dataprev, chamado SINE Fácil e aliás, com este app o trabalhador não precisa ir até um posto do SINE (Sistema Nacional de Emprego) para procurar a tão sonhada vaga.

E com toda a certeza, através do aplicativo você poderá, a qualquer momento, acompanhar a emissão de parcelas do Seguro-Desemprego, e ainda pode consultar seus Contratos de Trabalho.

Dica App do Dia criou um passo a passo, com o propósito de te ajudar a realizar o seu cadastro direto de seu celular, clique aqui e saiba todos os detalhes.

Catho Online

Aplicativo Catho
Aplicativo Catho

A empresa brasileira pioneira no segmento de vagas de emprego e oportunidades de trabalho online.

Trazendo assim, uma nova versão de seu aplicativo, com o propósito de exibir diversas vagas de trabalho.

Envie, edite seu curriculum direto do aplicativo, personalize buscas de emprego, receba convites de entrevistas e principalmente, interaja com o recrutador direto do celular.

Confira todos os detalhes clicando aqui.

LinkedIn Job Search

Aplicativos para buscar empregos: Você conhece os principais?
Aplicativo LinkedIn Job Search

Linkedn é uma rede social, profissional, nesta rede você pode abrir conta tanto como trabalhador, quando empregador.

Como neste post estamos tratando sobre procura de emprego, falaremos primordialmente desta ferramenta, que é apenas uma das soluções que a LinkedIn oferece.

E se você já tem conta no Linkedin, use os mesmos dados de acesso e desfrute desta solução.

Acesse aqui e tenha todos os detalhes para obter este app.

Enfim, quer se manter atualizados? Não perca nossas matérias, curta nossas Redes Sociais, compartilha esta matéria.

Vamos formar uma grande NetWorking, uma grande rede de relacionamentos profissionais, e então nos ajudar a formar um país ainda melhor.

Dica do Dica App do Dia, é claro!

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Caixa disponibiliza app para acesso a serviços do DPVAT

Com o intuito de facilitar o acesso aos serviços que envolvem Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT), a Caixa Econômica Federal disponibiliza app (aplicativo) para acesso aos serviços destinados ao seguro.

Pela plataforma, o usuário pode dar entrada no pedido de indenização por morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas diretamente à Caixa. Também é possível enviar documentos e acompanhar o pedido de indenização.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente pelos sistemas Android e iOS. Para isso, basta pesquisar “DPVAT CAIXA” nas lojas de aplicativos de cada plataforma. Para que o usuário possa utilizar a ferramenta, é necessário fazer um cadastro no login Caixa. Se a pessoa já tiver cadastro em outros aplicativos da Caixa, como Habitação, FGTS e Caixa Tem, a senha de acesso é a mesma.

Em parceria com Brasil 61.

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Caixa disponibiliza app para acesso a serviços do DPVAT

Carnê do Imposto de Renda poderá ser acessado on-line

Não será mais necessário que o contribuinte baixe programa ou aplicativo para celular do Sistema de Recolhimento Mensal Obrigatório (Carnê-Leão) para registrar os rendimentos e gerar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). A partir deste ano, o Carnê do Imposto de Renda poderá ser utilizado on-line.

O novo sistema pode ser utilizado para todos os fatos geradores desde 1º de janeiro deste ano. Nos anos anteriores, o contribuinte que era obrigado ao recolhimento mensal de imposto de renda precisava baixar o programa no computador, assim como a Máquina Virtual Java (JVM) compatível para gerar o Darf.

São obrigados ao recolhimento mensal os contribuintes pessoas físicas, residentes no Brasil, que receberam rendimentos de outra pessoa física ou do exterior.

Com informações de Brasil 61.

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Carnê do Imposto de Renda poderá ser acessado on-line

QR Code no Metrô e CPTM

Passageiros de transporte sobre trilhos poderão adquirir o Bilhete Digital QR Code (Metrô e CPTM) por meio de aplicativo de celular e máquinas de autoatendimento nas estações

O Governo do Estado de São Paulo lançou nesta sexta-feira o TOP, novo Bilhete Digital QR Code para embarque nas estações da CPTM e do Metrô. A novidade, que já passava por um teste piloto em algumas estações desde o ano passado, chega para substituir, a médio prazo, o bilhete unitário tradicional (conhecido como Edmonson). Desta forma, trazendo mais rapidez e comodidade para quem utiliza o transporte sobre trilhos. A cerimônia de lançamento, na Estação da Luz, contou com a presença do Governador João Doria e do Secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

O novo Bilhete Digital QR Code tem o mesmo valor que o anterior, R﹩ 4,40 por passagem. Além disso, conta com a praticidade de poder ser comprado e utilizado direto pelo celular, por meio do aplicativo TOP, disponível para celulares Android e IOS. “Essa é a modernidade. Um sistema digital é um sistema mais rápido, mais eficiente, de menor custo e que também impede a fraude. Coloca o Estado dentro do patamar das principais regiões do mundo. Sobretudo na Ásia, onde o sistema já é utilizado para facilitar o ingresso às estações de transporte”, afirmou Doria.

Como usar o QR Code no Metrô e CPTM

O uso do QR Code em versão mobile para pagamento de tarifas torna-se um aliado para uma mobilidade mais segura, sem contato físico ou manuseio de dinheiro, uma vez que o pagamento é feito por cartão de débito ou crédito. Pelo aplicativo TOP, o cliente pode adquirir, diariamente, até 10 bilhetes que ficam disponíveis no app para quando ele precisar usar, sem prazo para expirar.”Essa tecnologia visa facilitar a vida dos cidadãos no dia a dia. Esse meio é usado para substituir ao bilhete físico usado atualmente e complementa os demais bilhetes”, disse o secretário Alexandre Baldy.

Além do aplicativo TOP, o passageiro também poderá comprar o Bilhete Digital QR Code nas máquinas de autoatendimento (ATM). Estas, localizadas dentro das estações, com cartão de débito, e, muito em breve, em estabelecimentos comerciais parceiros. O bilhete é então impresso para que a pessoa use nas catracas. Mesmo sem ter uma data de validade, no caso do Bilhete Digital QR Code impresso, a recomendação é de que ele seja utilizado em até 72 horas após a emissão para evitar que a impressão do código sofra danos. Para garantir o melhor uso na sua versão em impressa, também é recomendado que não o amasse, dobre, rasgue ou molhe. Inclusive com álcool em gel, para evitar que o QR Code seja inutilizado, e que, após o uso, o papel seja descartado na lixeira mais próxima.

Onde encontrar?

Os Bilhetes Digitais QR Code poderão ser utilizados nas catracas sinalizadas e preparadas com a tecnologia, impresso ou digital direto da tela do celular. Basta aproximar o código do leitor indicado. Neste período de transição, haverá a presença de profissionais identificados nas estações para auxiliar os usuários no uso das máquinas ATMs e oferecer suporte nos leitores instalados nas catracas. Os clientes do TOP também contarão com atendimento por WhatsApp, pelo telefone (11) 3888-2200, 24 horas por dia, todos os dias da semana.

QR Code, sigla para Quick Response Code (Código de Resposta Rápida) é uma tendência nos meios de pagamento e a implantação dessa tecnologia significa um passo inovador para o transporte coletivo, pois, além de melhorar a experiência do usuário, proporciona mais controle e gestão de dados. Outra vantagem é a redução de custos operacionais, facilitando a logística, distribuição e armazenamento dos bilhetes unitários.

Para mais informações sobre o TOP: http://www.boradetop.com.br

Redes:

Facebook:http://www.facebook.com/boradetop

Instagram:http://www.instagram.com/boradetop/

Twitter:http://twitter.com/boradetop

Lojas de apps:

Google Play:http://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.autopass.top

Apple Store:http://apps.apple.com/app/id1542664234

Plantão STM: (11) 97150-4932

O que é o Shopee app? Primeira Black Friday do app no Brasil

Shopee App chega ao Brasil com uma bagagem de sucesso na Ásia e realiza sua primeira Black Friday em solo brasileiro, mas afinal é seguro? O que é o Shopee app

A Shopee app chegou recentemente ao Brasil, mas é uma empresa que já vem chamando atenção no mundo todo há um tempo, desde a fundação em 2015 e no Brasil ela vem anunciando sua primeira Black Friday, mas é uma empresa segura?

A App Shopee é o comércio nº 1 no sudeste asiático e vendem seus produtos para todo planeta. Segundo a empresa, “Aqui no Brasil, com um escritório novo e equipe formada por brasileiros, queremos ficar mais próximos de você e atender suas necessidades da melhor forma possível. Então o primeiro motivo do porquê é confiável comprar na Shopee: a gente sabe o que faz e sempre está em busca de melhoras!

E neste ano o Shopee app estará realizando sua primeira Black Friday, em território brasileiro.

Serão R$ 1 milhão em vouchers, ofertas relâmpago, e recompensas via mini-games ofertados dentro do aplicativo. A empresa também liberou seu primeiro comercial para a TV, inspirado na música chiclete Baby Shark.

Estamos ansiosos em apresentar nossa primeira campanha de compras da Shopee Black Friday no Brasil, que oferecerá mais diversão, entretenimento e ofertas exclusivas para os consumidores de todo o país. Desde que a Shopee foi lançada no Brasil, no ano passado, continuamos oferecendo uma experiência de compra divertida e envolvente, ao mesmo tempo em que trazemos uma variedade de produtos de vendedores locais e internacionais. Esperamos oferecer a melhor experiência de compra na Black Friday.

Durante o período da Black Friday, de 27 a 30 de novembro, Felipe Piringer – gerente de marketing Shopee Brasil – diz que os clientes podem esperar ofertas diárias a R$ 1,99 e descontos temporários que chegam a 80% em itens selecionados.

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Ministro Barroso justifica pane no e-Título

Eleitores de várias partes do País relataram falhas no aplicativo; TSE alegou número alto de acessos simultâneos e precaução à ataques como justificativas para instabilidade no sistema

Eleitores de diversas partes do país relataram que o aplicativo e-Título, que substitui o título de eleitor de papel, não funcionou neste domingo (15), data do primeiro turno das Eleições Municipais. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atribuiu a instabilidade ao alto número de acessos e recomenda que, caso alguma tela de erro apareça, o cidadão tente novamente após alguns minutos. 

Entre os principais problemas, os eleitores destacaram a dificuldade para verificar informações básicas, como o local de votação, seção e zona eleitoral ou para justificar a ausência. Em entrevista coletiva no meio da tarde deste domingo, o presidente do TSE, o ministro Luís Roberto Barroso, explicou que as falhas no aplicativo têm relação com ataques aos servidores da Corte. 
 
“Houve uma quantidade de acessos que produziu instabilidades no sistema.  Depois dos ataques aos servidores do TSE, nós reforçamos a segurança dos nossos sistemas e uma das medidas foi o desligamento de um dos dois principais servidores, como garantia que se houvesse uma nova invasão, nós teríamos um servidor com as informações relevantes fora do sistema. O desligamento do primeiro servidor, afetou o desempenho ótimo do e-Título”, justificou. 
 
Apesar dos problemas, o ministro disse que a principal funcionalidade do aplicativo, que é a identificação do eleitor no momento da votação, não foi afetada. “Todas as pessoas que baixaram o e-Título no seu celular e o apresentaram para votar ao longo do dia, ele teve o funcionamento perfeito”, disse. Segundo ele, os problemas ocorreram, sobretudo, na consulta do local de votação e na justificativa de ausência. 

Destaques 

Pela manhã, o ministro Barroso esteve em Valparaíso de Goiás, cidade que fica no Entorno do Distrito Federal. A visita serviu para acompanhar o lançamento do projeto Eleições do Futuro, cujo objetivo é encontrar novas propostas de votação digital que substituam a urna eletrônica. “As urnas eletrônicas funcionam muito bem e são confiáveis, porém elas têm um custo elevado e, a cada dois anos, nós precisamos repor cerca de 20% das urnas, o que custa cerca de R$ 1 bilhão e, portanto, para minimizar esse custo, estamos tentando um modelo alternativo de voto pelo dispositivo pessoal”, destacou. 
 
Até às 14h deste domingo, segundo o TSE, 1,7 mil urnas foram substituídas, o que representa apenas 0,38% do total. Até o momento, 250 ocorrências foram reportadas pelo tribunal. Trinta candidatos, entre prefeitos e vereadores, foram presos. O crime mais comum é o de boca de urna. Apesar dos incidentes, Barroso afirmou que o clima de eleições está muito tranquilo. 
 
“Conversei com os presidentes dos principais tribunais eleitorais do País. Tudo está assustadoramente normal em toda parte do Brasil. Em nenhum caso precisou se recorrer ao recurso extremo da votação manual”, disse. 

Fonte: Brasil 61

e-Título app: Título de Eleitor Digital em aplicativo

Aplicativo e-Título apresenta para o eleitor dados como: zona eleitoral, situação cadastral, além da certidão de quitação eleitoral e da certidão de crimes eleitorais.

O Aplicativo e-Título permite o eleitor obter seu Título de Eleitor no formato Digital. Apresenta dados como: zona eleitoral, situação cadastral, certidão de quitação eleitoral e da certidão de crimes eleitoraisjustificativa de ausência online e informa o endereço mais próximo em caso de justificativa presencial.

Lançada em 2017, a ferramenta surgiu como alternativa à emissão de títulos eleitorais em papel. O intuito foi reduzir os custos da Justiça Eleitoral com a emissão de 2ª vias do documento e com a compra de suprimentos para impressoras, por exemplo.

Na hora do cadastro no app, é importante que o eleitor esteja com o título de eleitor físico em mãos, pois essas informações precisam ser idênticas às registradas no Cadastro Eleitoral.

Como obter o Título de Eleitor Digital: e-Título?

Continue em Dica App do Dia para saber tuto sobre o e-Título.

Será que o Spotify quer monopolizar o mercado de podcast?

Com todas as aquisições de empresas efetuadas pela Spotify, ela está quase descobrindo quais podcasts você gosta, mesmo você não usando a plataforma

O caminho para o domínio do podcast construido pela Spotify começou descaradamente: centenas de milhões de dólares gastos de uma só vez para comprar uma rede de podcast respeitada, a Gimlet Media e um aplicativo para criação de podcast, o Anchor

Agora, quase dois anos depois, a empresa continua gastando, mas desta vez com o objetivo de conquistar o mercado de anúncios de podcast.

Ontem, a empresa anunciou que gastou US$ 235 milhões para adquirir a Megaphone, uma empresa de hospedagem de podcast que também insere e vende anúncios dinâmicos para podcasts. 

A aquisição, embora grande, não ganha destaque como alguns dos outros negócios da empresa, mas fortalece o Spotify no mercado vendas de anúncios de podcast. 

Com o Megaphone, o Spotify quer dominar a publicidade de podcast e se tornar o principal vendedor de anúncios para programas dentro e fora de sua rede. 

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