O Problema de Israel

Marcio Pinheiro é o autor desta coluna e do artigo “O Problema de Israel”.

O Estado de Israel está cercado de problemas. A começar dos países muçulmanos em volta de Israel, mais os países europeus politicamente corretos dominados pela mentalidade de esquerda, mais os países comunistas e seus satélites, como a Rússia e a China. Ainda tem os problemas dentro do país, os que, embora estejam em Israel, não são Israel de coração.

O centro do mundo fica em Jerusalém. É incrível como é possível fazer uma linha reta a partir de Jerusalém para qualquer lugar do mundo com uma certa facilidade. Israel é o centro espiritual do mundo, ainda. Mas há o problema de Gaza, que agora será reconstruída por Biden, o presidente socialista do país capitalista, sobre o qual pende dúvidas da lisura das eleições fraudulentas, e Xi, o ditador comunista genocida do sofrido povo chinês, que já se acostumou com a ausência de liberdade.

Quem reconstruiu a atual Israel foram os judeus marxistas. Provavelmente foi a única coisa certa que a esquerda fez: reconstruir o Estado de Israel. Desde o final do século XIX, o jornalista Theodor Herzl (autor do livro “O Estado Judeu”), os judeus internalizaram o sionismo como meta de um povo, para voltar ao local extremamente devastado e seco, que quase nada produzia.

A Inglaterra, somente em 1920 (até 1948) passou a controlar o local, no Mandato Britânico da Palestina, e facilitou a entrada dos judeus no território que ninguém queria. Aos poucos, os judeus foram habitando os locais, fazendo seus kibutz.

Os kibutz foram uma experiência comunista judaica, que deu certo por alguns anos. Lá a regra da igualdade era levava a ferro e fogo, de modo que as crianças deveriam ser tratadas com igualdade total. Foi nesse período que se mostrou uma tendência biológica: meninos tinham predileção por máquinas, meninas tinham predileção por comunicação e cuidado. Existe biologia nas opções de gênero, não há como negar.

Os kibutz começaram a produzir naquela terra seca e infértil, de modo que somente os judeus conseguiam produzir comida em grande quantidade, algo impensável para quem morava lá antes da chegada dos judeus marxistas.

O povo palestino era o povo judeu que morava lá antes mesmo dos ingleses protegerem os interesses judaicos. Palestino vem de Filisteu, e era usado de modo geral para todos os habitantes daquela terra até o século XX, quando o povo judeu refundou o Estado de Israel, a única democracia num mar de totalitarismo religioso e autocrático.

Israel é a única solução num local onde só há problemas. Se os vizinhos de Israel não pegarem em armas, haverá paz. Se Israel não pegar em armas, será dizimado. Essa é uma verdade mais inconveniente do que aquela mentira do Al Gore.

Mas isso não é dito na mídia ou na universidade. É impressionante como gastamos dinheiro sustentando um bando de vagabundos em universidades, que fingem que estudam, passam boa parte do tempo se drogando e só conhecem o que o PSOL prega.

Não tenho ódio às universidades. Tenho ódio do que elas viraram na mão da esquerda. Assim como Israel. Eu amo Israel e os judeus. Mas se é para odiar alguém, eu escolho odiar os inimigos de Israel. Quem ama Israel é amado por Deus. Quem odeia Israel é odiado por Deus. Você já escolheu a quem amar e a quem odiar?

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O Problema de Israel
O Problema de Israel. Foto de cottonbro no Pexels

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Quase 30 mil pessoas foram deslocadas até março pelos ataques no norte de Moçambique

O ACNUR, Agência da ONU para Refugiados, está profundamente preocupado com as consequências humanitárias da rápida escalada da violência, com ataques no norte de Moçambique, onde cerca de 30 mil pessoas tiveram que deixar a cidade costeira de Palma desde que foi atacada por grupos armados, no dia 24 de março. Estamos especialmente preocupados com a segurança e o bem-estar de pessoas em situação de maior vulnerabilidade, incluindo mulheres e crianças.

Dezenas de pessoas foram mortas durante os ataques, enquanto milhares fugiram a pé, por estrada e por mar. Acredita-se que muitos ainda não tenham conseguido deixar Palma. Aqueles que escaparam enfrentaram dificuldades significativas na busca por um local seguro dentro do país e ao tentarem cruzar as fronteiras.

O conflito armado na província de Cabo Delgado, região rica em petróleo e gás, resultou em graves abusos de direitos, na interrupção de serviços essenciais e em severos impactos sobre a população civil, em particular sobre crianças que representam quase metade da população deslocada.

Mulheres e crianças também representam quase 80% das vítimas de abusos dos direitos humanos. As equipes do ACNUR estão apoiando essas pessoas, juntamente com outros deslocados internos em Pemba, Mueda, Montepuez, Negomano e Quitunda.

Outra situação preocupante é a separação das famílias. Centenas de crianças chegaram traumatizadas e exaustas depois de terem sido separadas de suas famílias. Muitas outras vieram com suas mães.

Aquelas que escapam da violência chegam sem pertences, muitas vezes com problemas de saúde, incluindo ferimentos e desnutrição grave.

O ACNUR, junto à UNICEF e a outros parceiros, está encaminhando crianças deslocadas em situação de vulnerabilidade a serviços apropriados de reunião familiar, saúde mental e apoio psicossocial, bem como assistência material.

Algumas pessoas ainda estão deixando Palma, mas com poucas rotas de evacuação disponíveis, estamos preocupados com aqueles que não conseguem sair da cidade.

Em Quitunda, região de Palma, o ACNUR coletou recentemente relatórios de graves abusos cometidos contra grupos em situação de vulnerabilidade, incluindo agressões físicas a pessoas que tentavam fugir em barcos para áreas mais seguras.

Desde 2017, o conflito no norte de Moçambique deixou dezenas de milhares de mortos e feridos e deslocou de forma forçada mais de 700 mil pessoas nas províncias de Cabo Delgado, Nampula, Niassa, Sofala e Zambézia.

Quase 30 mil pessoas foram deslocadas até março pelos ataques no norte de Moçambique
Uma mãe deslocada e seus filhos buscam água em Intele IDP no distrito de Montepuez, Cabo Delgado, Moçambique. Foto: ACNUR/Martim Gray Pereira

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