Atleta de Ribeirão Pires: campanha para competir por vaga em Tóquio

A atleta de Ribeirão Pires, Victória Bassi, lutará por vaga na seleção brasileira de skateboard, em competição a ser realizada no próximo mês, em Iowa

A atleta ribeirão-pirense de skateboard, Victoria Bassi, moradora do bairro Planalto Bela Vista, está a um passo de conquistar um sonho e atingir um recorde. Aos 13 anos, Bassi pode integrar a delegação brasileira nas Olimpíadas de Tóquio, previstas para segundo semestre deste ano, e ser a esportista mais jovem do grupo.

Para alcançar isso, Victoria participará de uma competição classificatória em Iowa, nos Estados Unidos, no mês de maio. Caso ela consiga a nota necessária, competirá no Japão a partir de julho.

“Tenho me preparado muito para esse desafio, o maior da minha vida. No ano passado, cancelaram alguns eventos classificatórios por conta da pandemia. Essa etapa em Iowa é a grande chance”, contou. Todos os custos para ida da atleta serão efetuados pela CBSK – Confederação Brasileira de Skate.

Por ser menor de idade, a família da atleta deu início a uma campanha para custear a ida do pai Thiago Bassi, principal apoiador e parte da equipe técnica de Victoria. “A minha parceria com a Victoria é algo inexplicável. Em todas as competições estive ao lado dela e nessa fase decisiva não será diferente”, destacou Thiago.

A campanha recebe o apoio da SEJEL – Secretaria de Juventude, Esportes, Lazer, Cultura e Turismo da Prefeitura de Ribeirão Pires. “Achamos extremamente importante que a atleta, por ser menor de idade, tenha o suporte familiar nesse momento. Ela tem apenas 13 anos de idade, estará em uma cidade desconhecida, em um país diferente e ter a proximidade da família fará toda diferença”, explicou o secretário da SEJEL, Claurício Gonçalves Bento.

“Por isso, pedimos para que empresas e munícipes da cidade, que possam auxiliar a atleta, participem dessa campanha tão importante. Com certeza, o suporte do pai neste momento será essencial. A nossa gestão está promovendo a aproximação com federações e confederações, principalmente de modalidades olímpicas, para que possamos fortalecer essas modalidades na cidade, ampliando a oferta esportiva e dando suporte aos atletas ribeirão-pirenses”, concluiu.

Os interessados em ajudar a atleta Victoria Bassi podem entrar em contato com a família pelo e-mail ajudeavictoriabassi@gmail.com. O endereço eletrônico também é a chave de pix, para transferência de valores dos doadores.

Atleta de Ribeirão Pires: campanha para competir por vaga em Tóquio
Victoria Bassi. Foto Divulgação

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Triatleta brasileira é ouro em etapa da Copa do Mundo paralímpica

Jéssica Messali venceu entre cadeirantes com handbike improvisada

A volta dos brasileiros às competições internacionais do triatlo paralímpico em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19) foi com medalha de ouro. A triatleta Jéssica Messali venceu a etapa de Alhandra (Portugal) da Copa do Mundo da modalidade, na classe PTWC (cadeirantes), chegando 21 segundos a frente da italiana Rita Cuccuru, segunda colocada, e tendo quase três minutos de vantagem para a francesa Mona Francis, que completou o pódio.

“O mais desafiador foi a bicicleta, porque estou com uma handbike improvisada. A nova que comprei com apoio do meu patrocinador está presa nos Estados Unidos, então tive que competir com uma que tem 15 quilos a mais. Na transição para a corrida, a francesa saiu junto comigo e eu geralmente esperava as gringas passarem, mas dessa vez eu passei na frente dela”, disse Jéssica ao site oficial do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

A classe de Jéssica estreará em Paralimpíadas na edição de Tóquio (Japão), no ano que vem. A brasileira, que compete no triatlo paralímpico desde 2017 e ficou paraplégica após um acidente de carro em 2013, falou sobre a trajetória dela e a preparação para os Jogos na capital japonesa ao repórter Juliano Justo, na Rádio Nacional.

Mais dois brasileiros disputaram na etapa portuguesa da Copa do Mundo – ambos na classe PTS5 (atletas com deficiências físico-motoras ou paralisia cerebral). Ronan Cordeiro, que tem má formação na mão esquerda, conquistou a medalha de prata, finalizando a prova 35 segundos atrás do espanhol Jairo Ruiz Lopez, que obteve o ouro. Já Carlos Viana ficou em quinto lugar. Os representantes do país estão em treinamento na Europa há um mês.

Fonte: Agência Brasil

Pandemia adia Corrida de São Silvestre para julho de 2021

Tradicionalmente em 31 de dezembro, prova terá duas edições em 2021

A edição 2020 da Corrida Internacional de São Silvestre foi adiada para 11 de julho de 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Segundo nota do comitê organizador do evento, tradicionalmente disputado no último dia do ano nas ruas da cidade de São Paulo, a mudança tem o objetivo de garantir “maior segurança dos inscritos, colaboradores, fornecedores e público em geral”.

“A decisão pela transferência leva em consideração a instabilidade do cenário atual, onde os decretos de quarentena estão sendo postergados, não havendo ainda uma definição de retorno das corridas de rua deste porte até o mês de dezembro”, completa a nota. De acordo com a organização, a medida foi tomada em entendimento com a Secretaria Municipal da Casa Civil da capital paulista.

Ou seja, a São Silvestre terá duas edições em 2021, a 96ª, que será disputada no meio do ano, e a 97ª, confirmada para 31 de dezembro. A prova é disputada desde 1925 e marca o término da temporada esportiva no Brasil. Em 2019, o evento reuniu cerca de 35 mil pessoas (entre atletas amadores e profissionais), que encararam os 15 quilômetros da prova.

No ano passado, a vitória do pelotão de elite masculino foi do queniano Kibiwott Kandie, com uma ultrapassagem, nos últimos segundos, sobre o ugandense Jacob Kiplimo. No feminino, a queniana Brigid Kosgei confirmou o favoritismo e levou a melhor, sendo a primeira a cruzar a linha de chegada, na Avenida Paulista.

* Corrige informação no título da data da realização da prova, em 11 de julho de 2021.

Fonte: Agência Brasil

Comitê Paralímpico lança galeria em museu virtual

A mostra tem audiodescrição em língua de sinais na página do museu

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou hoje (21) uma galeria virtual em 3D no eMuseu do Esporte. A exposição traz as conquistas dos atletas brasileiros desde os Jogos Paralímpicos Rio 2016. A mostra é acessível, com audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras). A plataforma pode ser acessada na página do museu.

“Servirá para registrar os feitos atletas paralímpicos. Atletas paralímpicos nem sempre têm o espaço ao qual fazem jus. O eMuseu certamente preencherá uma lacuna importante”, comemorou o presidente do CPB, Mizael Conrado, durante a transmissão que marcou o lançamento.

O nadador Daniel Dias, que acumula 24 medalhas em jogos paralímpicos, falou da importância do esporte na sua vida. “O esporte me mostrou que não devo colocar limites de realização e de capacitação na minha vida. O esporte me mostrou que não importa se temos braços ou não, isso não me define”, disse, durante a cerimônia virtual.

Esse foi o primeiro dos eventos que o CPB realiza nesta semana para comemorar o Dia do Atleta Paralímpico – 22 de setembro. Amanhã (22), será feito um evento com atletas e influenciadores digitais, transmitido pelos canais do comitê no Facebook e no Youtube.

Os debates ao vivo vão ocorrer em dois horários, às 15h e às 18h. Entre os atletas que participam das conversas estão: a parataekwondista Débora Menezes, os velocistas Fabrício Ferreira, Verônica Hipólito e Yohansson Nascimento e os nadadores Roberto Alcalde e Susana Schnarndorf. O youtuber Bruno Carneiro Nunes, o Fred do canal Desimpedidos também é um dos convidados.

Fonte: Agencia Brasil