Depósito do 13º do INSS começa a ser pago dia 25

A primeira parcela do décimo terceiro do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) começará a ser paga no próximo dia 25. Antecipado para maio, devido a pandemia da Covid-19, depósito do 13º do INSS ocorrerá até 8 de junho. A segunda parcela será paga entre 24 de junho e 5 de julho.

As datas são distribuídas conforme o dígito final do benefício, começando nos segurados de final 1 e terminando nos segurados de final 0. Elas valem para quem recebe aposentadorias, auxílios e pensões de até um salário mínimo. 

Para quem ganha acima do mínimo, o calendário é um pouco diferente. A primeira parcela será paga de 1º a 8 de junho; e a segunda, de 1º a 7 de julho. Começam a receber os segurados de final 1 e 6, passando para 2 e 7 no dia seguinte e terminando nos finais 9 e 0.

As datas estão sendo informadas no site e no aplicativo Meu INSS. A primeira parcela do décimo terceiro é isenta de Imposto de Renda e equivale à metade do benefício mensal bruto pago pelo INSS. O imposto só será cobrado na segunda parcela.

Calendário para beneficiários que recebem um salário mínimo.

FinalMaio — 1ª parcela do 13ºJunho — 2ª parcela do 13º
125 de maio24 de junho
226 de maio25 de junho
327 de maio28 de junho
428 de maio29 de junho
531 de maio30 de junho
61 de junho1 de julho
72 de junho2 de julho
84 de junho5 de julho
97 de junho6 de julho
08 de junho7 de julho

Calendário para beneficiários que recebem mais de um salário mínimo.

FinalMaio — 1ª parcela do 13ºJunho — 2ª parcela do 13º
1 e 61 de junho1 de julho
2 e 72 de junho2 de julho
3 e 84 de junho5 de julho
4 e 97 de junho6 de julho
5 e 08 de junho7 de julho

Fonte: Brasil 61

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Depósito do 13º do INSS

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Volta do auxílio emergencial beneficiaria menos pessoas

Ministério da Economia analisa a volta do auxílio emergencial se a Covid-19 continuar a avançar no País.

Uma das alternativas é que o benefício seja liberado para uma quantidade menor de brasileiros, em parcelas de 200 reais.

O valor é similar ao teto do Bolsa Família.

A volta do auxílio seria promovida no âmbito da Proposta de Emenda à Constituição, a PEC Emergencial, que tramita no Congresso.

O retorno do benefício seria feito por meio de créditos extraordinários, para que os custos não entrem no teto de gastos da União.

Especialistas ouvidos pelo Valor Econômico afirmam que mesmo com a adoção de medidas, o benefício ainda teria um impacto de no mínimo sete bilhões de reais por mês.

Mas por enquanto, a nova fase do auxílio emergencial ainda não está confirmada.

Com informações de Rádio2.

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