22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária

Aprendemos por muito tempo na escola que a data de 22 de abril de 1500 é marcada pelo o que se costumou chamar de “Descobrimento do Brasil”. Historiadores de hoje questionam este entendimento, já que quando os navegadores portugueses aportaram em terras brasileiras, encontram aqui várias e grandes nações indígenas que já estabelecidas, com sua cultura, costumes e história. Hoje, muitos estudiosos defendem o uso do termo “Chegada dos Portugueses ao Brasil”, como uma forma mais precisa de se referir a esse importante fato histórico.

Mas discussões históricas à parte, o que se pode celebrar com certeza neste 22 de abril é o encontro desses dois diferentes povos, que deram origem a essa nação plural e rica culturalmente chamada Brasil. E é na culinária que os traços das culturas indigena e europeia (trazida pelos portugueses) estão mais evidentes. A chef e professora de culinária Adriana Gomes, que assina a curadoria do E-book Receitas do Meu Goiás, lançado pela Marajoara Laticínios, afirma que a culinária goiana, em especial, retrata bem essa mistura de sabores herdada de índios e portugueses.

“A culinária brasileira herdou vários hábitos e costumes indígenas que continuam muito presentes nos dias de hoje, como a utilização da mandioca e seus derivados (farinha de mandioca e polvilho).  O costume de se alimentar de peixes e frutos do mar é também uma herança indígena. Bem como o consumo de frutas silvestres tais como: o cupuaçu, graviola, o açaí, caju e o nosso famoso pequi”, explica a chef .

Os portugueses
Entre as influências trazidas pelos portugueses, Adriana destaca as técnicas de cozimento usadas na Europa, a tradição dos doces e confeitos, o grande consumo e uso do leite no preparo de muitos alimentos, o uso de especiarias, o consumo de arroz, hortaliças, e das carnes de de galinha, porco e boi. “Muitos dos pratos típicos que temos aqui no Brasil, como a nossa tradicionalíssima feijoada, são resultados das adaptações que os portugueses precisaram adotar diante das adversidades encontradas na nova colônia”, lembra Adriana.

A chef lembra ainda, que depois do encontro entre índios e portugueses, a culinária brasileira enriqueceu ainda mais com a influência dos povos africanos e mais tarde dos imigrantes italianos, alemães, espanhóis e até japoneses. “Estudar ou pesquisar sobre a origem de muitos dos nossos  pratos típicos é mais do que uma lição de culinária, é também uma deliciosa aula de história”, frisa Adriana Gomes.

22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária
A combinação entre o arroz e o pequi, como no risoto de pequi, é um exemplo típico da mistura de influências indígena e portuguesa na nossa culinária. Foto: Divulgação.
O largo uso da mandioca e seus derivados é uma das mais fortes influências dos índios em nossa culinária. Foto: Divulgação
22 de abril: o dia do Descobrimento da nossa rica culinária
A tradição dos doces, como a rabanada, é uma das principais contribuições da cultura portuguesa para nossa culinária. Foto: Divulgação

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Animação brasileira sobre Prevenção da COVID-19 indicada a prêmio

Desde o início de janeiro, as novas variantes do coronavírus ganham força em todo mundo. Apenas a linhagem identificada no Brasil, chamada pelos cientistas de P1, já foi identificada em nove estados, como Rio de Janeiro, Ceará, Espírito Santo, Pará e São Paulo. Como essas mutações deixam o vírus mais transmissível, as autoridades de saúde estão em alerta; Pensando nisso, a animação brasileira A Turma do Sextou lançou um vídeo falando sobre os cuidados necessários sobre a prevenção ao novo Coronavírus.

Juntos para conscientizar a população, Jean chambre & Lygia Beatriz (criadores da animação) reuniram algumas dicas importantes para cuidar da saúde dos adultos e, principalmente, das crianças, essas dicas são narradas pela atriz Beatriz Noronha. Jean destaca que o vídeo surgiu em maio, perante a primeira onda da doença, mas destaca que é importante evidenciar esses cuidados:

“Como nem todos podem ficar em casa, o vídeo vem para incentivar aqueles devem se proteger. A máscara é importante, lavar as mãos é importante e, nós queremos que a sociedade também entenda isso. Cuidar de si é cuidar da família.”

O vídeo informativo está disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=VXZwyzpf4Lw

Todo o sucesso na internet e streaming levou à indicação do projeto ao Prêmio Cubo de Ouro, a maior premiação geek brasileira, em duas categorias: Melhor Filme Geek; e Geek Creators, esse com votação popular. Para você ajudar A Turma do Sextou a ganhar, é bem rápido…

Acesse o formulário, e informe seu e-mail para fazer as suas escolhas para as diferentes categorias.

Se não souber em quem votar nas demais, é só ir avançando pela página até aparecer a sétima categoria (Geek Creators) com a pergunta: “Qual projeto foi destaque como Geek Creator em 2020?”.

É só selecionar “A Turma do Sextou” e depois avançar até enviar o formulário.

Link do formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd-czARjzc69oz0kftr7fiWVj9UEgQvakvPqm9_vYItBvgjvg/viewform


Sobre:

Disponivel no catálogo da Amazon Prime no Reino Unido, Japão, Alemanha e Estados unidos; A Turma do Sextou vem somando conquistas dentro e fora do Brasil. O episódio Abre a Farmácia da série , concorreu a premiação de Melhor Curta pela Lift Off Global Network que apoia produções independentes, ficando 17°ugar e concorrendo com outras grandes animações. Os vídeos são lançados uma vez por semana na Amazon Prime e no Youtube.

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Animação brasileira sobre Prevenção da COVID-19 indicada a prêmio
Desenho no catálogo da amazon nos estados unidos
Divulgação

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Investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade em 2020

Dados da Organização das Nações Unidas, divulgados no domingo, mostram que investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade no ano passado.

2020 fechou com 33 BILHÕES DE DÓLARES, um dos menores fluxos desde a crise global financeira, em 2009.

Naquele ano, os investimentos somaram 26 BILHÕES.

Agora, a queda chegou a 51 POR CENTO e afetou principalmente as áreas de transportes, serviços financeiros, extração de petróleo e gás, além do setor automotivo.

Durante a crise sanitária, o Brasil interrompeu as privatizações e as concessões de infraestrutura.

O país chega ao Fórum Econômico, que ocorre nesta semana de forma virtual, com uma previsão pouco otimista.

Para James Zhan, representante da Conferência da ONU para Desenvolvimento e Comércio, a recuperação pode ser lenta, pela redução acentuada em novas plantas de produção.

Diferente do que se prevê para países da Europa e outras partes do mundo, que podem, a longo prazo, promover maior integração com os mercados da América Latina.

Principalmente, no setor de tecnologia.

O Brasil também estagnou no ranking dos maiores receptores de investimentos, e permaneceu na mesma quinta posição, que já ocupava em 2011.

Atrás de Índia, Singapura, Estados Unidos e China.

Com informações de Rádio2.

Mais Vagas no Grande ABC

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Investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade em 2020

Outono em Portugal

A beleza da natureza sempre me cativou. No verão, dias mais quentes virão junto com barulho das folhas dançando ao vento, esse quentinho deixa saudade quando o outono vai se chegando. No outono, essas folhas vão ganhando cores resplandecentes e colorindo os dias cinzas e frios.

Logo iniciará o inverno e dias cinzas serão mais constantes, mas vale nós julgarmos dias cinzas felizes ou não? Achar beleza neles não é difícil, cada estação do ano pode ter sua beleza .

A praticamente um ano deixei meu Brasil, a famosa cidade maravilhosa, pra tentar uma vida de mais tranquilidade em Portugal. Venho me apaixonando cada dia mais pelas coisas simples da vida. A natureza que passa batida por nós diariamente com a correria do nosso viver. Aqui há muitos encantos, temos muito que conhecer e novos gostos a provar.

Gostaria de partilhar um pouco de Coimbra, para ninguém duvidar.

Um passeio a beira do Rio Mondego num lugar pra namorar,
ou trazer sua criança para brincar,
uma caminhada pela ponte pra se encantar
com um lindo por do sol a se deitar.

Já parou hoje pra admirar?

Quero eternizar momentos para que nunca me esqueça das coisas simples que aqui vou conhecendo. Mas quero poder dividir também esses momentos para que todos vejam com meus olhos o que um dia não quero deixar passar despercebido .

Multinacionais brasileiras concentram 24% das exportações nacionais

Segundo CNI, vendas ao exterior dessas empresas cresce mais que média

A inserção de diversas empresas brasileiras no exterior, com operações em diversos países e, em alguns casos, em escala global, tem resultado em reflexo positivo na balança comercial. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação das multinacionais brasileiras nas exportações totais do Brasil passou de 18% em 2001 para 21% em 2013 e 24% no ano passado.

O levantamento mostrou que a participação dessas empresas no valor vendido ao exterior tem crescido mais que o das demais indústrias de grande porte não internacionalizadas. O trabalho comparou a evolução das exportações de 41 grupos empresariais brasileiros que controlam e operam unidades no exterior com a totalidade do valor exportado pela indústria de transformação brasileira.

No caso das empresas que passaram a integrar um dos 41 grupos econômicos entre 2001 e 2020, computaram-se, como exportação do grupo, as exportações da empresa nos anos anteriores à incorporação.

Melhor desempenho

Na maior parte do período analisado, as multinacionais brasileiras tiveram desempenho melhor que a dos demais tipos de indústrias. Entre 2001 e 2008, enquanto as vendas externas das multinacionais subiram 18,8% ao ano, as das empresas restantes cresceram 17,4% ao ano. Entre 2008 e 2013, essas taxas somaram 4% e 2,2% ao ano, respectivamente.

Entre 2016 e 2019, enquanto as exportações das multinacionais aumentaram 0,4% ao ano, as da totalidade das indústrias de transformação caíram 3,2% ao ano. Somente de 2013 a 2016, as multinacionais tiveram desempenho pior. As exportações nesses grupos de empresas caíram 6,9% e 6,5% ao ano, respectivamente.

Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container.
A participação das multinacionais brasileiras nas exportações totais do Brasil passou de 18% em 2001 para 24% em 2019 Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Setores

Exceto pelo setor de veículos automotores, que nos últimos anos tem sofrido com a crise econômica em diversos países latino-americanos, principalmente a Argentina, as multinacionais industriais brasileiras têm apresentado taxas de crescimento das exportações maiores que a média da indústria nacional.

O estudo agrupou as indústrias multinacionais brasileiras em seis setores: produtos alimentícios; celulose e papel; produtos químicos; metalurgia; aparelhos e materiais elétricos; e veículos automotores. De 2001 a 2008, as vendas das indústrias com unidades no exterior subiram mais que o total das indústrias brasileiras.

De 2008 a 2013, as exportações das multinacionais do setor de veículos caem 2,3% ao ano, contra recuo médio de 0,4% ao ano. De 2013 a 2016, quando a indústria brasileira, de modo geral, passou a exportar menos, as empresas que operam em outros países sentiram mais a queda. Apenas as multinacionais de celulose e papel apresentaram recuo menor que a média da indústria nacional.

Entre 2016 e 2019, quando as vendas das multinacionais apresentaram leve reação, o desempenho das empresas brasileiras com inserção internacional voltou a ser superior à média. Apenas no setor de alimentos e bebidas as exportações cresceram menos que a média da indústria nacional, mas a diferença foi quase nula: 1,2% contra 1,3% de aumento ao ano, respectivamente.

Montagem da Unidade experimental de produção de biodiesel da NUTEC.
Fortaleza (CE) 16.08.2006,indústrias; fábricas,  produção de biodiesel da NUTEC
Entre 2016 e 2019, o desempenho das empresas brasileiras com inserção internacional voltou a ser superior à média – CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

Abertura

Para a CNI, a existência de políticas públicas e de um ambiente de negócios que favorecem a inserção internacional de empresas brasileiras é essencial para fazer frente à crise econômica e para recuperar as exportações de manufaturados do país. Entre as medidas defendidas pela entidade, estão a isonomia da tributação e dos lucros no exterior.

“O Brasil é o único país que tributa o lucro [de uma empresa brasileira] em outro país. Isso vai na contramão da recomendação da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]”, diz o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.

Para Abijaodi, a internacionalização de uma empresa brasileira beneficia não apenas a própria companhia, mas a economia como um todo, porque uma indústria que compete no exterior investe mais em inovação e em melhoria da produtividade.

Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container.
Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container. – Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

Coluna – Rede de memórias

Projeto no Facebook compartilha fotos e relatos sobre paradesporto

Nesta terça-feira (22) se comemora o Dia Nacional do Atleta Paralímpico. Instituída em 2012, a data é a mesma do aniversário do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês) e vem na sequência do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado na última segunda (21). As duas ocasiões têm como objetivo a conscientização sobre a inclusão na sociedade de pessoas com qualquer tipo de deficiência, e reforçar a importância de se desenvolver meios para que isso ocorra de fato. O esporte é, talvez, o mais relevante deles.

O Brasil é uma das forças do paradesporto mundial. Nas últimas três Paralimpíadas, a delegação verde e amarela ficou entre as dez primeiras colocadas no quadro de medalhas. Dar luz àqueles que fizeram e fazem parte da trajetória brasileira nesse movimento é o mote do projeto Memória Paralímpica, iniciado no Facebook pelo ex-diretor técnico e secretário geral do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Antonio João Menescal Conde.

“Não é só no esporte, mas como em tudo no Brasil, temos pouca memória recente e de um passado mais distante. Sabemos que foi esse passado que nos trouxe ao dia de hoje. Senti necessidade do registro, de mostrar honra e gratidão a figuras importantes na história do esporte paralímpico no mundo e no Brasil”, explica o ex-dirigente, que também foi professor do Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro (RJ); diretor técnico da delegação brasileira na Paralimpíada de Seul (Coreia do Sul), em 1988; e chefe da equipe nacional nos Jogos de Barcelona (Espanha), quatro anos depois.

Delegação paralímpica do Brasil em Seul, em 1988 - Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira
Delegação paralímpica do Brasil em Seul, em 1988 –  Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira

“O paradesporto no Brasil está absolutamente consolidado, e isso é muito importante e gratificante de ver para quem começou lá atrás. Hoje, você tem o repasse de recursos da lei Agnelo-Piva, das loterias e tem um grande centro de treinamento, em São Paulo, que eu nunca pensei que veria um dia. Dos anos 80 para cá, o movimento evoluiu de maneira extraordinária. É mais um motivo para resgatar as pessoas que vivenciaram o esporte paralímpico no Brasil antes dessa época, que deram os passos mais difíceis, como também os gestores atuais e mais modernos, que contribuíram muito para que o Brasil chegasse onde chegou”, completa Conde.

Coleta virtual

O projeto começou em 2013, com participação da ex-presidente da Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas (Abradecar), Beatriz Pinto Monteiro (já falecida), do designer Roberto Tostes e do jornalista João Menescal, filho de Conde. Para coleta das memórias, foi usado o Facebook. Além do perfil, há um grupo na rede social com 4,2 mil pessoas, que trocam informações, relatos e imagens. “Temos mais de 10 mil fotos. São fotos diferentes porque não estão presas à prática do paradesporto. Elas pegam a parte do dia a dia das delegações, o convívio com outros países e culturas e dentro das próprias delegações, mostrando que o esporte é muito mais do que se vê nas quadras e pistas”, descreve Conde.

“As [memórias] que mais me gratificaram foram as resgatadas de pessoas que não estão mais conosco, mas tiveram papel fundamental no esporte paralímpico, como Robson Sampaio [fundador do Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro ] e Sérgio Seraphin Del Grande [criador do Clube dos Paraplégicos de São Paulo], os precursores [do paradesporto no Brasil, nos anos 50]; José Gomes Blanco, Aldo Micollis e tantos outros, entre atletas, técnicos e dirigentes. Resgatei as memórias por depoimentos meus, que convivi com a maioria deles, ou de pessoas que conviveram com eles”, acrescenta.

No papel

O próximo objetivo do projeto é transformar as memórias em livro publicado. A obra, por enquanto, está disponível de forma digital. “O marco inicial é a Revolução Industrial, em meados do século 18, que deu início ao movimento corporativista das pessoas com deficiência, na medida que elas sentiram necessidade de juntar forças para reivindicar os direitos. O marco final é a Paralimpíada de Pequim [China], em 2008, por ser a minha última participação no esporte paralímpico. É muito difícil falar de memórias, mesmo de organizá-las, se você não vivenciou o período”, diz o idealizador do Memória Paralímpica.

Abertura dos Jogos Olímpicos em Stoke Mandeville, em 1984 - Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira
Abertura dos Jogos Paralímpicos em Stoke Mandeville (Inglaterra), em 1984 – Divulgação Projeto Memória Paralímpica Brasileira

“Outro aspecto que me fez limitar [as memórias até 2008] é que os justos holofotes aos atletas de ponta de hoje me fazem perceber que é muito mais importante resgatar aqueles que, em suas épocas, não tinham visibilidade, não tinham nada de imprensa que os divulgasse. O livro contempla tudo isso e foi finalizado com apoio do CPB. Contudo, o Comitê, em um determinado momento, não me passou o motivo, parece que se desinteressou pela publicação, então, ele [livro] ainda é inédito”, revelou Antonio. À Agência Brasil, a entidade explicou que as informações que constam na obra estão em checagem.

Fonte: Agência Brasil