Ponto de vacinação drive-thru contra covid no Atrium Shopping

Santo André passa a contar no próximo sábado (24) com um novo ponto de vacinação contra a Covid-19 em formato drive-thru, no Atrium Shopping, na Vila Homero Thon. Este será o quinto local da cidade a receber estrutura para que os munícipes possam ser imunizados sem precisar sair do carro.

“Mais um drive-thru aberto para otimizar a vacinação em Santo André. Continuamos buscando por mais doses, ampliando e antecipando a vacinação dos públicos prioritários para garantir proteção e cuidado com a nossa gente. A estrutura de mais um local de vacinação, desta vez no Atrium Shopping, nos garante manter com agilidade e eficiência a imunização contra a Covid-19”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

Assim como nos outros drive-thrus, é necessário realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A vacinação no Atrium terá início com aplicação de primeira dose em munícipes com 64 anos e profissionais da educação básica com idade superior a 47 anos. 

O Atrium Shopping fica na rua Giovanni Battista Pirelli, 155. O acesso ao drive se dá pela avenida Alexandre de Gusmão, s/nº, no estacionamento do piso G2. Nos dias 24 e 25 de abril, o funcionamento terá início as 8h com horário estendido até as 19h.

“Este é um momento de pensar no coletivo e ajudar no que estiver ao nosso alcance para que a vacinação ocorra de forma organizada e no menor tempo possível. Por isso, ser um dos pontos de vacinação da cidade é uma satisfação para nós”, afirmou a gerente geral do Atrium Shopping, Vanessa Nery.

Os outro quatro drive-thrus da cidade ficam no Paço Municipal (Praça IV Centenário, no Centro), Craisa (acesso no portão 5 pela rua Varsóvia, em Santa Teresinha), Estádio Bruno Daniel (localizado na rua 24 de Maio, na Vila América) e Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial). Todos funcionarão das 8h às 19h até 25 de abril e das 8h às 17h após esta data.

64 anos – A vacinação contra a Covid-19 para munícipes com 64 anos terá início nesta quinta-feira (22) em Santo André. O munícipe deve acessar o site psa.santoandre.br/vacinacovid e verificar data, horário e local disponíveis para fazer o agendamento.

Além dos drive-thrus, o morador tem a opção de agendar a vacinação em uma das nove unidades de saúde da cidade que estão realizando imunização contra o coronavírus: USF Dr. Moyses Fucs, Centro de Saúde Escola, USF Vila Guiomar, USF Jardim Alvorada, USF Cidade São Jorge, USF Vila Luzita, USF Parque Miami, USF Cipreste e USF Recreio da Borda do Campo. Aos finais de semana não é preciso fazer agendamento para ser vacinado nestes locais.

No ponto de vacinação, é obrigatório apresentar documento de identidade e comprovante de residência. Pacientes que estejam passando por tratamento oncológico devem levar, além dos documentos pessoais, uma carta de liberação médica.

No caso de munícipes acamados, a vacina é aplicada em domicílio, com base no cadastro que cada paciente tem nas unidades de saúde. Para esclarecer dúvidas e obter outras informações sobre o cadastramento, além do portal da Prefeitura de Santo André, há também o telefone 0800-4848004.

Solidariedade – O Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama, Ana Carolina Barreto Serra, está recebendo doações. Quem for se vacinar pode levar 1 kg de alimento não perecível para doar nos drive-thrus. Os itens irão para o Banco de Alimentos, que por sua vez entregará para as famílias de maior vulnerabilidade.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

Ponto de vacinação drive-thru contra covid no Atrium Shopping
Atrium Shopping – Foto: Helber Aggio/PSA

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Vacinação contra COVID-19 para idosos a partir de 60 anos em SP

Todos os idosos do Estado já tem início da imunização definido; mais 2,24 milhões de pessoas passam a integrar os públicos da campanha de vacinação contra covid-19

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (14) a ampliação da campanha de vacinação contra COVID-19, que agora vai alcançar integralmente todos os idosos do Estadão de São Paulo, com o cronograma definido para pessoas na faixa etária de 60 a 64 anos.

“A vacinação dependerá da entrega da vacina Astrazeneca da Fiocruz. A Fiocruz informou o Governo do Estado de SP, os governadores e o Ministério da Saúde sobre a entrega da vacina. Essas pessoas nessas faixas etárias serão vacinadas majoritariamente com a vacina da Fiocruz, mas também com a vacina do Butantan”, afirmou o Governador.

O novo grupo totaliza 2,24 milhões de pessoas, incluindo 840 mil com 63 e 64 anos, que poderão receber a primeira dose a partir do dia 29 de abril. As demais 1,4 milhão de pessoas têm 60, 61 e 62 anos, com cronograma a partir de 6 de maio.

“Todas as pessoas que já completaram seu esquema vacinal, com duas doses, dentro do prazo de 21 a 28 dias, receberam a vacina do Butantan”, disse a coordenadora do Plano Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula.

Desde segunda-feira (12), doses estão sendo aplicadas nos idosos com 67 anos. A partir da próxima quarta-feira (21), será a vez dos que têm 65 e 66 anos, totalizando mais 760 mil pessoas. Também em abril, o cronograma passou a incluir os idosos de 68 anos, profissionais da ativa das forças de Segurança e trabalhadores da Educação de escolas públicas e privadas a partir de 47 anos.

O Vacinômetro do Estado de São Paulo marcou, às 12h55 de hoje, 8.262.320 doses aplicadas, somando 5.787.906 de primeira dose e 2.474.414 da segunda, número que equivale ao total de pessoas que já completaram o esquema vacinal, incluindo os mais de 167,8 mil trabalhadores da Educação e 149,8 mil de Segurança que receberam doses até ontem (13).

Todas as pessoas que integram os públicos da campanha podem acessar o site Vacina Já ( vacinaja.sp.gov.br ) para confirmar o pré-cadastro. O preenchimento do formulário leva de um a três minutos e economiza até 90% do tempo de atendimento nos postos de vacinação. O pré-cadastro não é obrigatório, mas facilita o trabalho dos profissionais da saúde e beneficia a população atendida.

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Vacinação contra COVID-19 para idosos a partir de 60 anos em SP
Foto: Divulgação

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Terceiro Dia D de vacinação em Diadema contra a Covid-19

As 20 UBS estarão abertas das 8h às 16h para atender os idosos de 68 anos ou mais e também os trabalhadores da Educação que já receberam o QRCode de confirmação do cadastro. Confira sobre o terceiro Dia D de vacinação em Diadema

Neste sábado (10/4), a Prefeitura de Diadema, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), promove o terceiro Dia D de vacinação contra a Covid-19. O intuito é aplicar as segundas doses da Coronavac em idosos que possuem entre 75 e 76 anos (e que tomaram as doses no primeiro Dia D realizado em 13/03), e também em idosos acima de 68 anos que ainda precisam completar o esquema vacinal, seja tomando a primeira dose ou, a segunda dose, respeitando a data de retorno anotado no cartão de vacina.

A vacinação vai acontecer simultaneamente, das 8h às 16h, nas 20 Unidades Básicas de Saúde e não será necessário realizar cadastro ou agendamento. Para tomar a vacina o idoso deverá apresentar um documento pessoal com foto e comprovante de endereço.

Neste sábado (10), às 8h30, o Prefeito José de Filippi Júnior, acompanha a vacinação na UBS Casa Grande, localizada na Rua Mem de Sá, 280.

Para garantir a segurança dos profissionais da saúde e do próprio munícipe, a recomendação é que o idoso siga os protocolos sanitárias como uso de máscara e vá acompanhado de, no máximo, um acompanhante para evitar aglomerações.

Também nesse sábado (10), as equipes de Estratégia Saúde da Família farão busca ativa nos domicílios para vacinar aqueles munícipes que já deveriam ter sido vacinados e, por algum tipo de limitação de saúde ou dificuldade de locomoção, ainda não conseguiram ser imunizados.Para essa ação a Secretaria de Saúde vai receber apoio de outras Secretarias, que cederam veículos e motoristas para apoiar a campanha de imunização, assim como vouchers doadas pela empresa de mobilidade urbana 99 (CONFIRA AQUI https://consorcioabc.sp.gov.br/noticia/4780/99-doa-cinco-mil-corridas-ao-consorcio-abc-para-campanha-de-vacinacao-nas-sete-cidades)  

Antecipação da vacinação nos profissionais da Educação

Outra boa notícia é que a SMS decidiu antecipar para esse sábado (10), o início da imunização dos trabalhadores da Educaçãocom idade a partir de 47 anos que atuem em escolas da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, tanto das redes estadual, federal, municipal e privada do município.

Poderão ser imunizados profissionais que atuem nas escolas com funções como auxiliares de serviços gerais, cuidador ou intérprete de libras, diretor de escola, faxineira, inspetor de alunos, merendeira, assistente de alfabetização (monitor), professor coordenador pedagógico, professor de Educação Básica (Ensino Fundamental – anos iniciais e anos finais), professor de Educação Básica (Ensino Médio), professor de Educação Básica (Educação infantil), secretário de escola, supervisor de ensino, vice-diretor de escola.

Para esse público é necessário fazer um cadastro prévio que passará por análise e, se validado, o profissional receberá em seu e-mail o comprovante Vacina Já Educação.(SAIBA MAIS SOBRE O CADASTRO AQUIhttp://www.diadema.sp.gov.br/covid/26461-profissionais-da-educacao-que-atuem-em-diadema-ja-podem-se-cadastrar-para-receber-vacina-contra-a-covid-19?highlight=WyJlZHVjYWNhbyIsIidlZHVjYVx1MDBlN1x1MDBlM28iXQ==).No momento da vacinação, o profissional deverá apresentar o Comprovante Vacina Já Educação, documento de identificação com foto e CPF para conferência dos dados pelo profissional de saúde. Caso o usuário não apresente o Comprovante Vacina Já Educação ou o seu número de CPF não conste no Comprovante apresentado, não poderá ser imunizado.

Trabalhadores da saúde

Desde o dia 5 de abril, Diadema está vacinando os Trabalhadores de Saúde com a primeira dose de forma descentralizada nas 20 Unidades Básicas de Saúde (SAIBA MAIS AQUI http://www.diadema.sp.gov.br/covid/26453-diadema-amplia-vacinacao-dos-trabalhadores-da-saude) e não mais só no Quarteirão da Saúde (as 2ª doses da vacinação dos trabalhadores de saúde, cuja D1 foi realizada no Quarteirão da Saúde, serão realizadas pela Vigilância à Saúde no mesmo local, conforme calendário já previsto. Somente as novas doses serão realizadas pelas UBS).

É importante lembrar que, neste momento, apenas os trabalhadores que estejam na ativa e que estejam atuando em serviços de saúde (humana) deverão ser vacinados; os veterinários de clínicas animais e/ou pet shop deverão aguardar novas orientações. A mesma regra vale para os educadores físicos que atuam em outros serviços que não seja equipamento de saúde, como academias. 

Ressaltamos que os acadêmicos da área da saúde serão vacinados a partir do momento em que iniciarem suas atividades, e como elas estão suspensas neste momento em nosso município, as UBS deverão aguardar autorização para a vacinação deste público-alvo, sendo somente autorizada a realização de D2 para aqueles que já foram previamente vacinados, obedecendo-se o mesmo local em que foi realizada a D1.

Os demais trabalhadores de saúde, que atuem em serviço de saúde, deverão ser vacinados desde que apresentem documentação comprobatória da vinculação profissional e atuação no território de Diadema e/ou morador de Diadema.

Confira mais detalhes aqui: http://www.diadema.sp.gov.br/attachments/article/26453/Orienta%C3%A7%C3%B5es_descentraliza%C3%A7%C3%A3o_vacina_trabalhadores_de_sa%C3%BAde_08_04.pdf

Balanço da Vacinação

Diadema aplicou até essa quinta-feira (9), 43.088 doses da vacina contra a Covid-19, sendo 33.156 primeiras doses e 9.932 segundas doses.

O município segue respeitando os critérios de priorização preconizados nos Planos Nacional e Estadual de Imunização e aguarda novas remessas de imunizantes para dar início à imunização dos demais públicos da campanha de vacinação.

Para acompanhar essas e outras informações oficiais sobre a campanha de vacinação, acesse: http://www.diadema.sp.gov.br/

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Terceiro Dia D de vacinação em Diadema contra a Covid-19
Foto: Divulgação

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Compra de vacinas pelo Estado e empresas é aprovado na ALESP

Texto sobre compra de vacinas pelo Estado de São Paulo e empresas privadas também regulamenta uso do soro anti-Covid e empréstimos públicos, e agora segue para sanção do Executivo

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou, no início da tarde desta quarta-feira (7/4), o Projeto de Lei 108/2021, que autoriza a compra de vacinas contra a Covid-19 pelo governo estadual e o setor privado, desde que devidamente aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou autoridades sanitárias estrangeiras.

De acordo com o texto substitutivo, a aquisição pelo Estado e pelo setor privado só poderá ser feita seguindo as leis federais e se não houver prejuízo aos demais entes da federação (União e Estados). O governo estadual também fica autorizado a abrir crédito adicional especial para a compra. Já o setor privado também poderá distribuir e aplicar as vacinas.

O projeto também possibilita a utilização do “soro anti-Covid”, produzido pelo Instituto Butantan. Pela regra, a administração deverá ser feita apenas em ambiente hospitalar, com os resultados registrados detalhadamente no prontuário do paciente, e pelo menos um hospital de referência no tratamento do vírus deverá ser destacado para sistematizar os resultados da aplicação.

Já a existência de registro no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais (Cadin Estadual) não poderá ser considerado um impeditivo para a concessão ou renegociação de linhas de crédito da Agência de Fomento do Estado de São Paulo (Desenvolve SP) e do Banco do Povo Paulista, desde que a inclusão tenha se dado a partir do dia 20 de março de 2020 e válida até 31 de dezembro de 2022.

O texto segue agora para sanção ou veto, total ou parcial, do governador João Doria. O presidente da Alesp, deputado Carlão Pignatari, afirmou estar satisfeito com a aprovação do projeto. “Agora vou designar um relator para até sexta enviar [o texto] para o Palácio dos Bandeirantes, para que possa ser sancionado ou não pelo governador”, disse, ressaltando a ajuda ao microempresário com a medida econômica também prevista no projeto.

Debate

A discussão do projeto foi iniciada na terça-feira (6/4) e retomada nesta quarta, pela manhã, em sessão virtual. O item de maior divergência entre os parlamentares foi a aprovação de compra pelo setor privado. O projeto original não previa essa possibilidade. Porém, o substitutivo foi aprovado nas comissões e levado para votação no Plenário.

A deputada Márcia Lia (PT) discordou da autorização de compra por parte da iniciativa privada, e pregou a importância da vacinação ser feita exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Temos de vacinar toda população brasileira, mas temos que vacinar com dinheiro público todas as pessoas, independentemente de sua condição social. Todos tem que ter direito à vacina, se não teremos o camarote da vacina, pessoas ricas que têm condições de pagar por vacina. Vai ser o genocídio dos pobres, dos pretos, dos periféricos”, disse.

O deputado Dirceu Dalben (PL) exaltou o papel realizado pelo SUS, mas defendeu a compra de vacinas por empresas privadas. “Nenhum país no mundo tem a estrutura que o Sistema de Saúde do Brasil tem, mas precisamos da matéria-prima, precisamos nos esforçar para trazê-la. Se a iniciativa privada puder ajudar e comprar a vacina, ela vai desafogar o SUS, e independente de cor, classe social, a pessoa será vacinada”, afirmou.

Participaram da votação do item divergente 75 parlamentares, sendo 53 com voto sim (compra de vacinas pelo setor privado) e 21 pelo não, com uma abstenção. No seu voto sim, o deputado Vinicius Camarinha (PSB) defendeu a iniciativa. “Por mais vacinas, eu voto sim”, afirmou, durante a sessão virtual, acompanhado de outros parlamentares.

Já o deputado José Américo (PT) afirmou que “o camarote de vacinação, não resolverá coisa nenhuma, só criará privilégio para a família de alguns ricos”. O parlamentar ressaltou ainda que crê que “empresários sérios vão comprar vacinas e procurar ajudar, mas isso não vai significar uma imunização em massa”. “Temos de tomar cuidado nesse aspecto”, disse.

A deputada Marina Helou (Rede) foi outra parlamentar a discordar da possibilidade de vacinação por parte de empresas. “Cada vacina comprada pelo setor privado deixa de ir para alguém que precisaria no sistema de saúde, pela simples questão de demanda e oferta. Existem menos vacinas disponíveis no mundo que a demanda, é importante que a gente fortaleça o plano de vacinação pública.”

Até as 12h45 desta quarta-feira, segundo dados do governo do Estado de São Paulo, tinham sido aplicadas 7.025.214 doses de vacinas na população paulista. Ainda de acordo com os dados, o Estado registrava 2.554.841 casos da Covid-19, com 78.554 mortos. Em todo o Brasil, eram 13.100.580 casos da doença, totalizando 336.947 óbitos.

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Compra de vacinas pelo Estado e empresas é aprovado na ALESP
Foto: Carol Jacob

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Tenente Coimbra pede que SP amplie doação de plasma pelo Butantan

O deputado estadual Tenente Coimbra (PSL/SP) solicitou ao governador João Doria a inclusão de todas as regiões do Plano São Paulo nos testes com plasma de doadores contaminados pela covid que já desenvolveram anticorpos. Todo o processo é coordenado pelo Instituto Butantan, que coleta, distribui e usa o material no serviço público do Estado. Até o momento apenas Santos e Araraquara estão desenvolvendo o projeto-piloto. Deputado pede ampliação da doação de plasma pelo Butantan.

Com o avanço rápido da pandemia em São Paulo e a detecção de novas variantes, é necessário que medidas mais eficazes sejam tomadas, avalia o parlamentar. “Assim, indicamos ao governo do Estado que amplie essa rede experimental de tratamento para as demais regiões do Plano São Paulo, para que mais voluntários possam doar o plasma, e consequentemente, ajudar mais pessoas no tratamento da covid-19”, afirma.

O plasma doado servirá para tratar pacientes que tenham o maior risco de desenvolver um quadro grave da doença, como os idosos. A doação é voluntária e Santos é considerada uma das pioneiras nesse tratamento. “Vinte bolsas de plasma convalescente já foram enviadas à cidade. Em um segundo momento, a captação de sangue dos voluntários e o processamento para a separação do plasma serão realizados no próprio município”, diz o deputado.

Segundo o Instituto Butantan, a transfusão de sangue de pessoas contaminadas que desenvolveram os anticorpos tem rendido bons resultados. As normas para a doação do plasma são as mesmas para quem doa sangue: pesar no mínimo 50 quilos; ter entre 16 e 69 anos e ter boas condições de saúde.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Deputado Tenente Coimbra.

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Deputado estadual Tenente Coimbra.
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Santo André vacinará Profissionais de Segurança Pública dia 05

Expectativa da prefeitura de Santo André é que vacinará de 2 mil pessoas, entre profissionais de segurança pública, sejam imunizadas na cidade entre 5 e 12 de abril

Profissionais de Segurança Pública que atuam em Santo André começarão a ser vacinados nesta segunda-feira (5) contra a Covid-19. A expectativa é que cerca de 2 mil pessoas que integram este público sejam imunizadas entre os dias 5 e 12 de abril.

“Santo André avança e amplia, mais uma vez, a vacinação, estendendo agora a imunização para 2 mil profissionais de Segurança Pública que atuam na cidade. Mais um importante passo no combate à Covid-19. Continuaremos buscando mais doses da vacina para proteger cada vez mais a nossa gente”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

A imunização abrange guardas civis municipais, policiais civis, militares e técnico-científicos, agentes penitenciários, bombeiros e policiais federais. A aplicação das doses será realizada na sede do CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área Metropolitana Seis), na Vila Guiomar.

Santo André vacinará Profissionais de Segurança

A vacinação conta com o apoio da Secretaria de Saúde de Santo André, que participará cedendo profissionais de enfermagem para aplicação das doses, além do fornecimento de materiais e alguns insumos.

As doses são exclusivas para os profissionais que estão na ativa das instituições, com exceção daqueles que não atendem aos critérios médicos estabelecidos pelas autoridades de saúde (gestantes, lactantes ou ter sido diagnosticado com Covid-19 a 30 dias ou menos).

“O início da vacinação dos valorosos profissionais de segurança é algo a se comemorar. Afinal, eles estão constantemente nas ruas se expondo para nos proteger”, afirmou o secretário de Segurança Cidadã, Edson Sardano.

Cada local de trabalho será responsável pela logística da vacinação, incluindo a convocação dos profissionais e direcionamento ao ponto de imunização.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

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Veja como funcionam atividades com restrição na fase emergencial

A fase emergencial do Plano São Paulo estabelece medidas mais duras de restrição de circulação pública e funcionamento de algumas atividades até o dia 11 de abril, inclusive parte daquelas classificadas como essenciais. Veja como funcionam atividades neste período.

A meta é reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana. Confira um resumo a seguir:

Veja como funcionam atividades



ESCRITÓRIOS EM GERAL E ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

COMÉRCIO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (COMÉRCIO EM GERAL) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

REPARTIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

RESTAURANTES, BARES E PADARIAS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

TRANSPORTE COLETIVO – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

EDUCAÇÃO ESTADUAL – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

SUPERMERCADOS – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

HOTELARIA – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

ESPORTES – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

TELECOMUNICAÇÕES – Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Com informações do Governo do Estado de São Paulo.

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Professores e policiais serão vacinados em SP a partir de abril

Professores e policiais civis e militares do estado de SP serão vacinados contra a covid-19 a partir de abril. O anúncio foi feito hoje (24) pelo governo paulista.

Segundo o governo, serão vacinados 180 mil profissionais da área da segurança pública da ativa, de todas as forças. Isso engloba policiais militares e civis, bombeiros, policiais científicos, agentes de segurança e de escolta penitenciária, além dos efetivos das guardas civis municipais. Esta vacinação tem início no dia 5 de abril.

A partir do dia 12 de abril começa a vacinação dos 350 mil profissionais da área da educação com idade acima de 47 anos, que atuam em creche ao ensino médio. Serão vacinados professores, diretores, inspetores e outros profissionais da educação. Para evitar fraudes, professores da rede privada terão que comprovar que fazem parte desse grupo prioritário de vacinação apresentando seus dois últimos contracheques.

As aulas presencias haviam sido retomadas em São Paulo no início do mês de fevereiro, ainda em forma de rodízio. Mas com o aumento dos casos e de internações por covid-19 em todo o estado, as aulas presenciais voltaram a ser suspensas a partir do dia 15 de março, quando foi decretado o início da fase emergencial. Além da suspensão das aulas, a fase emergencial proibiu a realização de cultos e cerimônias religiosas coletivas e paralisou o futebol.

Por meio de nota à imprensa, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) disse que a vacinação de policiais era um dos pleitos da associação. “Desde o fim do ano passado, a associação vem alertando diuturnamente sobre a situação caótica enfrentada pelos policiais civis, que seguem exercendo suas funções, sem interrupção, desde o início da pandemia”, diz a nota.

Professores e policiais serão vacinados em SP
Foto: Behrouz Mehri/Pool/REUTERS

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), por meio de sua presidente, a deputada estadual Maria Izabel Azevedo Noronha, também celebrou a medida nas redes sociais e destacou que essa era uma demanda dos professores do estado.

Hoje, o governo também anunciou a antecipação da vacinação de idosos de 69 a 71 anos para esta sexta-feira (26). Esta vacinação estava prevista para começar no sábado (27), mas vai ter início um dia antes. O governo espera vacinar 910 mil pessoas dessa faixa etária do estado.

Pré-cadastro

Para ser atendido mais rapidamente, o governo recomenda fazer o pré-cadastro no site Vacina Já, que diminui o tempo de espera no momento da vacinação. O pré-cadastro não é obrigatório, e os cidadãos que não puderem preenchê-lo poderão se vacinar normalmente, informando seus dados presencialmente no momento da vacinação.

A campanha de vacinação contra a covid-19 teve início no dia 17 de janeiro em São Paulo, com a aplicação de doses em profissionais da área da saúde, indígenas e quilombolas. No início de fevereiro, as doses começaram a ser aplicadas em idosos, em ordem de idade decrescente. Neste momento, estão sendo vacinados os idosos com idades entre 72 e 74 anos. Segundo o Vacinômetro, mais de 4,9 milhões de doses já foram aplicadas em todo o estado, sendo mais de 1,2 milhão na segunda dose.

Em parceria com Agência Brasil.

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Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil

O avião com o IFA, o Insumo Farmacêutico Ativo para a produção de 8,6 milhões doses de vacinas da Coronavac deve chegar em São Paulo às 23h30 desta quarta feira (3). O avião partiu nessa terça feira (2) de Pequim às 21h30 da noite, pelo horário de Brasília.

O Instituto Butantan informou que as vacinas produzidas com esse lote de insumos começarão a ser encaminhadas ao Ministério da Saúde a partir do dia 25 deste mês. Outro lote de insumos que serão utilizados para produzir outras 8,7 milhões de doses de vacina deve chegar até o dia 10 de fevereiro. Ao todo, serão 17 milhões de doses de vacinas. 

O Butantan ainda negocia o recebimento de mais 8 mil litros de IFA para cumprir o contrato com o Ministério da Saúde. São 46 milhões de doses previstas para serem entregues ao Ministério até o final de abril e um adicional de 54 milhões de vacinas com prazo ainda a ser definido.

Nesse primeiro momento, o país ainda depende da importação de IFA para a produção da Coronavac. Esse cenário deve melhorar em setembro quando há a previsão que o próprio instituto Butantan tenha as obras de expansão da fábrica concluídas e passe a fabricar os insumos da Coronavac.

A Fiocruz, por sua vez, prevê a produção do IFA da vacina da Oxford Aztrazeneca em solo brasileiro já em abril deste ano.

Com informações de Agência Brasil.

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Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil
Carga com primeiras doses da CoronaVac chega ao Aeroporto Internacional de São Paulo 19/11/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

Butantan receberá insumos para produzir 8 milhões de doses

Nesta quarta-feira (03), o Instituto Butantan receberá insumos para produzir mais 8,6 milhões de doses da vacina contra a covid-19 CoronaVac. As informações foram divulgadas pelo governo de São Paulo, que ainda noticiou que 5,4 mil litros do insumo farmacêutico ativo estão prontos para o embarque da China para o Brasil.

O Ministério da Saúde informou ter garantido a compra de um total de 354 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 que devem ser recebidas ainda neste ano. Dessas, 254 milhões serão produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca.

O Butantan entregou ao Ministério da Saúde mais de 8,7 milhões de doses da vacina para o programa de imunização que está sendo conduzido em todo o país. Além disso, o ministério confirmou a compra de mais 54 milhões de doses de CoronaVac, além das 46 milhões que já estavam contratadas e que serão produzidas pelo Butantan. Assim, o instituto deve entregar 100 milhões de doses do imunizante produzido em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Com informações de Brasil 61.

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Butantan receberá insumos para produzir 8 milhões de doses

Butantan testa eficácia de novo soro contra o coronavírus

Um novo medicamento poderá ser utilizado no tratamento da Covid-19, mas ainda são necessários mais testes. O Butantan testa eficácia de alternativa para cuidados com pacientes infectados pelo coronavírus.

Por enquanto eles são realizados em animais, pelo Instituto Butantan de São Paulo.

Há cinco meses, a instituição desenvolveu um soro a partir da inoculação do vírus inativo em cavalos.

O corpo dos animais reage ao microorganismo e produz anticorpos para combater a infecção.

Depois que sangue dos cavalos é coletado, os anticorpos são isolados para que possam ser usados contra a doença.

De acordo com a Agência Brasil, os pesquisadores agora testam a eficácia do soro em hamsters.

Eles esclarecem que a realização de testes em animais vivos é exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, para que eles possam ser realizados em humanos.

Antes disso, também é preciso que o Butantan comprove que o soro é capaz de combater a Covid-19.

Em parceria com Rádio2.

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Sobre o Instituto Butantan

O Instituto Butantan é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil, responsável por grande porcentagem da produção de soros hiperimunes e grande volume da produção nacional de antígenos vacinais, que compõem as vacinas utilizadas no PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde. As atividades de desenvolvimento tecnológico na produção de insumos para a saúde estão associadas, basicamente, à produção de vacinas, soros e biofármacos para uso humano.

Butantan testa eficácia

Industriais e portuários são incluídos no grupo prioritário

Os trabalhadores industriais e portuários são incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19. A alteração está presente na segunda versão do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde.

Com a adição dos profissionais que trabalham nesses dois setores, que somam 5,4 milhões de pessoas, o público prioritário para receber o imunizante no País passou para 77,2 milhões de pessoas, o que significa cerca de 36% da população brasileira. Até o fim da tarde desta terça (26), o Ministério da Saúde já distribuiu 8,9 milhões de vacinas, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Em parceria com Brasil 61

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Industriais e portuários são incluídos

China enviará ao Brasil insumos para mais de 8 milhões de doses

A China enviará ao Brasil insumos para a produção de mais de oito milhões de doses da vacina do Butantan até o dia 3 de fevereiro. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria, na manhã desta terça-feira (26) com a participação online do embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Segundo o Instituto Butantan, serão enviados mais de cinco mil litros de insumos para a produção de vacinas, mas as doses já produzidas com os insumos recebidos anteriormente começam a ser liberados diariamente ao Ministério da Saúde a partir desta sexta-feira (29).

Durante o anúncio, o embaixador chinês afirmou que a parceria existente entre a China com o governo de São Paulo no enfrentamento da pandemia do coronavírus possibilitou a rigorosa pesquisa científica em ambos os países para que a vacina pudesse ser produzida e distribuída pelo Brasil. O governador de São Paulo explicou que essa parceria começou no ano passado antes mesmo de haver vacina, quando o governo da China ofereceu gratuitamente equipamentos de proteção individual, máscaras e insumos para o Brasil.

Em parceria com Brasil 61

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China enviará ao Brasil insumos

Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais nessa segunda-feira para informar que, de acordo com a Embaixada da China, o país asiático liberou para o Brasil o envio de 5,4 mil litros de IFA, Ingrediente Farmacêutico Ativo, necessários para a fabricação de aproximadamente 8,5 milhões de doses da CoronaVac, no Instituto Butantan. Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o IFA chega ainda nesta semana.

Para dar continuidade à produção de mais 27 milhões de doses da CoronaVac esperadas para esta primeira etapa da vacinação, o Butantan ainda depende de novos carregamentos de IFA.

Sobre a matéria-prima para a vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Fiocruz, Bolsonaro informou que o processo de liberação está acelerado. Na postagem, o presidente agradeceu a sensibilidade do governo chinês.

Pouco depois, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, também se manifestou nas redes sociais. Disse que “a China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance”. E concluiu que “a união e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia”.

Também nessa segunda-feira, a Anvisa fez uma nova reunião com a farmacêutica União Química, responsável no Brasil pela vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

A equipe técnica da Anvisa detalhou para a empresa quais informações devem ser apresentadas para a análise do pedido de estudos de fase 3 no Brasil. O principal ponto da reunião foram os dados técnicos que precisam constar no Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos. Todas as quatro vacinas em pesquisa no Brasil já passaram por essa etapa.

Em resposta, a União Química indicou que deve começar o envio dos documentos para a Anvisa.

A agência reguladora também tem feito reuniões com órgãos semelhantes. Nessa segunda, a equipe da Anvisa se reuniu com a Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica da Argentina.

Com informações de Agência Brasil.

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Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana
Foto: Pedro Gontijo/Imprensa MG

Análise da vacina do Butantan: Prazo ainda não começou

Análise da vacina do Butantan: Os técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária já começaram a analisar os documentos enviados pela Fiocruz e pelo Instituto Butantan. Essa análise começou ainda no fim de semana, após a checagem dos dados enviados pelas duas instituições.

No sábado, a Anvisa informou que, para o Butantan, o prazo de 10 dias corridos para a análise ainda não tinha começado porque faltava parte da documentação sobre a vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. E que outra parte ainda precisava de mais documentos.

Já em relação à vacina desenvolvida pela Fiocruz em parceria com a universidade inglesa de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, todos os documentos foram enviados. Por isso, começou a contar no sábado o prazo de até 10 dias para a Anvisa responder ao pedido de uso emergencial. O prazo, portanto, termina na próxima segunda-feira.

E o que a Anvisa avalia neste momento? A análise é complexa e se baseia em requisitos científicos aceitos internacionalmente. A equipe da agência reguladora confere os documentos técnicos que comprovem a eficácia de cada vacina para prevenir a Covid-19 e as mortes causadas pela doença. A preocupação é que o imunizante tenha qualidade, eficácia, segurança e ofereça o menor risco possível.

“Análise da vacina do Butantan: Prazo ainda não começou” é com informações de Agência Brasil

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Análise da vacina do Butantan
Photo by Miguel Á. Padriñán on Pexels.com

Butantan apresenta pedido de uso emergencial da Coronavac

Butantan apresenta pedido de uso emergencial: O Instituto Butantan fez, nesta sexta-feira (8), o pedido de uso emergencial da vacina Coronavac na Anvisa. A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O prazo para uma resposta, definido pela Anvisa, é de 10 dias corridos. Portanto, espera-se uma resposta até o dia 18 de janeiro autorizando ou não o uso emergencial do imunizante.

A Anvisa informou ainda que já iniciou a triagem dos documentos e que, nas primeiras 24 horas, deve checar se todos os dados necessários estão disponíveis.

Se faltar alguma informação, a Anvisa pode pausar o prazo e solicitar os dados adicionais ao laboratório, que é o responsável pela vacina da Coronavac no Brasil, produzida em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Nessa quinta-feira (7), o Instituto Butantan divulgou o resultado dos testes com a Coronavac no Brasil, que mostrou uma eficácia de 78%. Ou seja, a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac, em parceria com o instituto brasileiro, conseguiu evitar a covid-19 em 78% dos casos, chegando a uma eficácia de 100% nos casos graves da doença.

A promessa do Butantan é disponibilizar 46 milhões de doses da vacina até março. Neste momento, existem 10 milhões e 800 mil doses prontas para serem usadas.

“Butantan apresenta pedido de uso emergencial da Coronavac” é com informações de Agência Brasil

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Butantan apresenta pedido de uso emergencial da Coronavac

Saúde formaliza compra de 46 mi de doses da CoronaVac ao Butantan

Há previsão de aquisição de mais 54 milhões de doses até o fim de 2021. Previsão mais otimista para início da vacinação é 20 de janeiro, projeta ministro. Saúde formaliza compra.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a pasta fechou contrato com o Instituto Butantan, nesta quinta-feira (7), para compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac. Segundo o ministro, o acordo prevê a entrega das doses até abril e a aquisição de mais 54 milhões até o fim do ano, totalizando 100 milhões de doses. 

“Nunca abandonamos as negociações com o Butantan. Se não é o maior, é o segundo maior produtor de vacinas para o ministério. Estamos, hoje, fechando um contrato para a aquisição de 100 milhões de doses, que é o máximo que ele consegue produzir.  A partir deste momento, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização”, disse o ministro em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. 

De acordo com o Diário Oficial da União, as 46 milhões de doses iniciais vão ter um custo de R$ 2,67 bilhões. Ainda durante a entrevista, o secretário executivo, Elcio Franco, esclareceu que a compra de mais 54 milhões de doses é uma opção do contrato assinado hoje, que o Ministério da Saúde poderá exercer futuramente, uma vez que não há orçamento para esse quantitativo. 

Atualmente, o Instituto Butantan já possui 11 milhões de doses da vacina CoronaVac em solo brasileiro, das quais 6 milhões foram importadas da China e 5 milhões produzidas pelo laboratório no Brasil. Com as 100 milhões de doses do Butantan, o ministro reafirmou que o Brasil vai contar com 354 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 até o fim do ano. O restante virá, segundo ele, do imunizante produzido pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. 

Pazuello disse, também, que há negociações em andamento com outros três laboratórios para aquisição da vacina, que são da Johnson & Johnson, Moderna e Pfizer. Em relação às tratativas para aquisição do imunizante da Pfizer, cuja aplicação para uso emergencial já ocorre em alguns países, o ministro revelou que a empresa teria imposto algumas exigências para assinatura de um contrato com o órgão, “que não são autorizadas pela legislação brasileira”. 

Entre as imposições estariam isenção total e permanente de responsabilização civil por efeitos colaterais advindos da vacinação, transferência do foro de julgamento de possíveis ações judiciais para fora do Brasil e disponibilização permanente de ativos brasileiros no exterior para criação de um fundo caução para custear possíveis ações judiciais. 

“Não podemos assinar dessa forma”, cravou Pazuello. 

Calendário de vacinação

O ministro da Saúde também traçou cenários para o início da imunização da população brasileira. O mais otimista deles seria a partir de 20 de janeiro. Na segunda hipótese, entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. Por fim, entre 10 de fevereiro e meados de março. “A nossa proteção é a Anvisa. A agência reguladora é quem vai atestar a eficácia e a segurança das vacinas. Ela está empenhada em ser célere, rápida e efetiva. Na melhor hipótese, a vacinação começa em 20 de janeiro, caso a Anvisa dê a autorização. Na hipótese mais alongada, até meados de março, que seria caso o registro ou produção tivessem percalços”, destacou. 

Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, caso tudo dê certo e a vacinação comece no dia 20 deste mês, o PNI já teria cerca de 8 milhões de doses da vacina disponíveis para distribuição para estados e municípios. “Na perspectiva de que teremos dois milhões da AstraZeneca e com 6 milhões após o contrato assinado com o Butantan, se essas autorizações forem obtidas, seriam oito milhões de doses para iniciarmos a vacinação da nossa sociedade”, detalhou. 

Arte: Brasil 61

Saúde formaliza compra e Medida Provisória

A coletiva do Ministério da Saúde desta quinta-feira (7) ocorreu para detalhar a Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e publicada na noite de quarta-feira (6), que trata de medidas excepcionais para a aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços relacionados à Covid-19. 

O texto permite, por exemplo, que o Ministério da Saúde compre vacinas e insumos contra a doença sem licitação e antes do registro sanitário ou da autorização temporária para uso emergencial dos imunizantes pela Anvisa. “Eu só poderia fechar o contrato e empenhar a compra das vacinas junto ao Butantan com a MP, que dá essa autorização”, disse Pazuello. 

Apesar da flexibilização para aquisição das vacinas, a MP esclarece que a aplicação das doses só será feita após o aval para uso emergencial ou registro concedido pela agência reguladora, o que não ocorreu até o momento. 

Seringas e agulhas

Entre os insumos cuja compra não necessitará de licitação, estão as seringas e agulhas para aplicação das doses. Em pronunciamento ainda na noite de ontem, o ministro Pazuello afirmou que o Brasil “já tem disponíveis 60 milhões de seringas e agulhas nos estados e municípios”, e que isso seria suficiente para iniciar a vacinação da população ainda em janeiro. A fala corroborou com uma postagem do próprio presidente Jair Bolsonaro, que mais cedo, no mesmo dia, afirmou que os entes da federação tinham insumos suficientes para execução inicial do Plano Nacional de Imunização. 

Em nota, a Federação Nacional de Prefeitos (FNP) esclareceu que o estoque de seringas e agulhas dos municípios serve para atender a “procedimentos diversos”, entre eles o PNI, e que a fala do chefe do executivo “gerou preocupação de prefeitos por uma possível falta de insumos para o atendimento de outras necessidades de saúde”. 

Durante a coletiva, Pazuello afirmou que “não existe falta de seringa” e que o Ministério da Saúde está trabalhando para a manutenção de um estoque. “Quando nós vamos adquirir seringas, a gente não compra para executar o plano todo, mas para ter um estoque regulador, caso falte em um estado e em um município, por exemplo. Estamos comprando para não deixar faltar. A licitação está em andamento”. 

Entre as ações que a pasta diz estar tomando para garantir quantidade suficiente de seringas e agulhas, está a compra de 7 milhões de unidades por meio de pregão, mais 40 milhões em compra junto à Organização Panamericana de Saúde (Opas) e 30 milhões de doses junto à Abimo, a Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios. 

CoronaVac

O Instituto Butantan anunciou que a eficácia da vacina CoronaVac é de 78% contra casos leves da Covid-19 e de 100% contra casos moderados e graves. Segundo o instituto, isso quer dizer que pessoas vacinadas com as doses da vacina têm 0% de chance de, se pegarem a Covid-19, terem casos moderados ou graves da doença.

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Saúde formaliza compra de 46 mi de doses da CoronaVac ao Butantan

Coronavac tem 78% de eficácia. Em outros países, taxa foi maior

A vacina experimental desenvolvida pela Sinovac Biotech, Coronavac, tem 78% de eficácia contra a Covid-19 em testes em estágio final no Brasil. este é o resultado mais detalhado até agora sobre a eficácia do imunizante, após dados anteriores gerarem confusão e dúvidas.

A taxa de proteção, confirmada por funcionários do estado de São Paulo, foi derivada dos testes de estágio final mais avançados do Sinovac no Brasil, envolvendo cerca de 13.000 participantes. A taxa é tímida, frente os cerca de 95% de eficácia observada em vacinas de mRNA desenvolvidas pela Pfizer e Moderna.

A vacina foi 78% eficaz na prevenção de casos leves de Covid-19 e 100% eficaz contra infecções graves e moderadas, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan que fez parceria com a Sinovac para produzir o imunizante localmente. O instituto planeja solicitar autorização de uso emergencial para Anvisa nesta sexta-feira.

Faltando detalhes

O estudo contabilizou cerca de 220 participantes infectados. Destes, 160 no grupo do placebo e quase 60 entre os que receberam a vacina, segundo Covas. As autoridades se recusaram a fornecer uma análise mais detalhada do estudo, incluindo informações sobre faixas etárias e efeitos colaterais da injeção, e não especificaram quando a documentação completa será publicada.

Não ficou claro como os pesquisadores calcularam a taxa de eficácia. O instituto se recusou a dar mais detalhes, dizendo que não tinha informações, além do divulgado na coletiva de imprensa.

Como algumas outras vacinas, o CoronaVac é administrado em duas doses, com 14 dias de intervalo. O Butantan está considerando aumentar para até 28 dias. Neste sentido, para que mais pessoas façam as primeiras vacinas rapidamente, disse Covas.

O governador João Doria tenta agilizar as vacinações, já que o Brasil vê um ressurgimento do vírus. Ao todo, quase 11 milhões de doses da vacina de Sinovac, CoronaVac, já chegaram no Brasil.

Doria planeja obter aprovação rápida e começar a vacinar a população do estado. Sendo assim, cerca de 45 milhões de pessoas em 25 de janeiro. A pressão de outros governadores levou o ministério da saúde a incluir a Coronavac, publicamente rejeitado por Bolsonaro, nos planos de vacinação do país.

Informações conflitantes e incompletas dos julgamentos de Sinovac no mês passado criaram confusão sobre a eficácia exata. Pesquisadores atrasaram a liberação de dados completos sobre o CoronaVac no final de dezembro, apenas afirmando ter mais de 50% de eficácia. O secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse posteriormente que a vacina não atingiu 90% de eficácia. Ainda mais confusos, a Turquia disse que seu ensaio mostrou uma taxa de eficácia estimada de 91,25%, embora tenha sido baseada em apenas 29 casos.

Coronavac tem 78% de eficácia. Mas fabricante adiou divulgação.

A divulgação de dados mais definitivos sobre a eficácia da vacina foi adiada porque o desenvolvedor da vacina, com sede em Pequim, precisava conciliar os resultados de diferentes testes usando protocolos variados.

Embora a divulgação da Sinovac agora forneça uma imagem clara da eficácia de sua vacina e deva aumentar a confiança em países onde fechou acordos de fornecimento como a Indonésia e o Brasil, a falta de divulgações oportunas e claras dos desenvolvedores chineses contribuiu para a falta de confiança.

Aplicação na China

A China já aplicou mais de 4,5 milhões de doses, sob autorização de uso emergencial. Além disso, pretende vacinar 50 milhões de pessoas contra o vírus até o início de fevereiro, antes do feriado anual do Ano Novo Lunar.

Tanto a Sinovac quanto a desenvolvedora estatal China National Biotec, cujo imunizante se tornou o primeiro do país a ser aprovado para o público em geral, viram dados conflitantes revelados sobre suas vacinas. CNBG disse que sua vacina é eficaz na prevenção de Covid-19 em 79,3% das pessoas, menos do que 86% relatados anteriormente em seus testes nos Emirados Árabes Unidos.

Capacidade de produção da Sinovac

A Sinovac pode produzir mais de 600 milhões de doses por ano em suas instalações na China. A empresa tem pedidos de países envolvidos em testes de vacinas, incluindo Brasil, Turquia e Indonésia, e também fornecerá Cingapura e Hong Kong, além da própria China.

As vacinas de Sinovac e CNBG usam uma versão inativada do coronavírus para estimular a resposta imunológica do corpo. Eles podem ser armazenados em temperatura de geladeira (2 a 8 graus Celsius), tornando-os escolhas potencialmente melhores para distribuição e uso no mundo em desenvolvimento do que as vacinas de mRNA da Pfizer e Moderna que requerem congelamento.

Com informações de Bloomberg

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Coronavac tem 78% de eficácia
Fábrica de vacinas da Sinovac em Pequim 24/09/2020 REUTERS/Thomas Peter

Vacina Coronavac anúncio dos resultados nesta quarta

Ao todo, mais de 13 mil voluntários participaram dos testes. Destes, ao menos 170 foram infectados. A fase 3 de testes é a última etapa antes da aprovação final da ANVISA. Com base nesta que os resultados de eficácia são demonstrados. Portanto, a Vacina Coronavac terá anúncio dos resultados na quarta-feira (23), em coletiva de imprensa.

O jornal The Wall Street Journal publicou matéria afirmando que a CoronaVac apresentou eficácia na fase 3 dos testes realizados no Brasil, de acordo com apurações realizadas com pessoas próximas ao processo de desenvolvimento da vacina.

“Os resultados de eficácia colocam a CoronaVac acima da taxa mínima de 50%”, segundo o WSJ. Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde exige o mínimo de 50%, para aprovação e distribuição ampla da vacina.

Vacina Coronavac anúncio dos resultados remarcado

Inicialmente, os resultados eram para serem entregues em 15 de dezembro. Porém, a data foi adiada para os estudos serem divulgados com a aprovação da CoronaVac na China. Pela lei, aprovada mediante a pandemia, permite a distribuição de uma vacina em até 72 horas. Mesmo sem aprovação da Anvisa, se a vacina for aprovado por agências estrangeiras de certos países, entre eles China e Estados Unidos, será válida no Brasil também.

Ainda mais, o periódico dos EUA destaca afirmação recente de João Doria, em que diz “planeja vacinar todo o estado, onde vive cerca de um quinto da população do país, até o final de julho deste ano – quase um ano antes do que o governo federal do Brasil prometeu vacinar o resto do Brasil”.

Jornal Grande ABC

Vacina Coronavac

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Professores serão segundo grupo em São Paulo para vacinação

Profissionais da saúde terão prioridade na vacinação

Após os profissionais da área de saúde, o segundo grupo prioritário para vacinação contra o novo coronavírus (covid-19) serão os professores, anunciou hoje (5) o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.

“O que nós temos como rito já definido é a vacinação primeiro dos profissionais da área da saúde, uma vez que eles estão muito dentro dos ambientes nos quais a circulação do vírus é extremamente elevada”, disse Gorinchteyn. “A partir de então, entendemos que educadores devem ser o segundo grupo a ser vacinado”, acrescentou. O terceiro grupo com prioridade de vacinação deverá ser as pessoas com doenças crônicas, disse o secretário.

“Precisamos ter o maior número possível de doses para vacinar, com rapidez, o maior número de pessoas”, disse Gorinchteyn.

Ainda não há uma vacina aprovada contra o novo coronavírus. Mas já há vacinas na fase mais avançada de testes em humanos, a chamada fase 3. Caso essas vacinas sejam aprovadas na fase 3 e recebam aprovação, a vacinação poderá então ser iniciada.

O governo paulista, por meio do Instituto Butantan, tem uma parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para a vacina CoronaVac. Por meio desse acordo, o governo vai receber 46 milhões de doses da vacina até dezembro. O acordo também prevê transferência de tecnologia para o Butantan. 

A CoronaVac já está na fase 3 de testes com voluntários brasileiros desde julho deste ano. Na fase 3 é avaliada a eficácia da vacina, ou seja, se ela protege contra o vírus. Caso os testes comprovem a eficácia, a CoronaVac ainda vai precisar da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ter início a vacinação. 

O governo paulista prevê que o início da vacinação possa ocorrer a partir de 15 de dezembro.

Fonte: Agência Brasil