Marcha da Família Cristã pela Liberdade

Hoje, dia 15 de maio de 2021, ocorrerá a Marcha da Família Cristã pela Liberdade, marcada pelas redes sociais de forma descentralizada por diversos grupos ativistas da direita política. A ideia do movimento é demonstrar força popular por parte daqueles que tem cosmovisão cristã e se opõe às medidas imorais e inconstitucionais de fechamentos de empresas e restrições à circulação de pessoas. O presidente Jair Bolsonaro, em sua live de 13 de maio de 2021 confirmou participação.

Grupos antes silenciados pela velha mídia, que censurava veladamente a opinião da maioria, permitindo apenas a opinião com a qual já concordava, evita difundir o acontecimento, antes, durante e depois, por se tratar de apoio explícito ao presidente, mais críticas ao Supremo Tribunal Federal e outros políticos.

O que temos no Brasil, há muitas décadas, é uma cultura satânica nas universidades, conhecida como comunismo. Satânica porque o próprio Marx utilizou Satanás como símbolo e objeto de elogios, como provou Richard Wurmbrand em seu livro Marx & Satan. Outro comunista, Saul Alinsky, na edição de capa mole do livro Rules for Radicals, publicado em 1972 por Vintage Books e que serviu de inspiração para Barack Obama e Hillary Clinton, Alinsky escreveu: “Para que não nos esqueçamos de pelo menos um reconhecimento irônico da primeira e mais radical de nossas lendas, mitologias e história (e quem é que sabe onde a mitologia termina e começa a história — ou qual é qual), o primeiro radical da história humana, o qual se rebelou contra a classe dominante e fez uma rebelião tão eficaz que pelo menos ganhou seu próprio reino — Lúcifer”.

A primeira coisa dita por qualquer defensor do comunismo seria que Marx era ateu, e não acreditava em Satanás. Bom, o satanismo é um ateísmo radical, para quem não sabe disso. O satanista utiliza Satanás como símbolo de rebeldia “contra o sistema”, e faz a missa negra como uma paródia da missa católica. O comunismo, em sua base ateia, é satânico, pois provoca rebeldia para instaurar sua ditadura.

É com base nisso, ainda que distante, que a Marcha da Família de 2021 vem digladiando. Temos universidades tomadas pelo comunismo, na qual não é aceita tese anticomunista nos últimos cinquenta anos, pelo menos. As ciências humanas, de modo geral, são inúteis à população, graças aos comunistas que ocupam as cadeiras das universidades e só promovem os iguais entre si para subir nas mesmas cadeiras. É redundante dizer que as universidades brasileiras são satânicas, posto que são comunistas.

Essa ocupação de espaços ensinada por Gramsci funcionou tão bem aqui que qualquer pessoa, para subir nestas cadeiras, precisa pagar o pedágio ideológico, sem o qual fica “cancelado”. A cultura do cancelamento começou na universidade brasileira, e continua sendo feita diariamente. Quais mídias mostraram os universitários  da UFF tentando matar Sara Giromini (Sara Winter) enquanto ela dava uma palestra contra o feminismo? Nenhuma.

As elites de um país são formadas nas universidades. É por isso que as elites brasileiras são tão apodrecidas de moralidade. Elas não tem um referencial absoluto de moral e bondade, são doutrinadas no sistema de “nós contra eles”, pensam 24 horas por dia em tirar vantagem de alguma forma, seja dinheiro, seja sexo. A aparência universitária brasileira é o maior engodo que já se viu.

O correto a se fazer no Brasil é prender todos os reitores e catedráticos das universidades brasileiras nos últimos 50 anos, pelo crime de gastar dinheiro do pagador de impostos para destruir a vida deste mesmo pagador de impostos. Enquanto não prenderem TODOS os reitores e catedráticos das universidades brasileiras dos últimos 50 anos, não começará o conserto do Brasil.

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Marcha da Família Cristã pela Liberdade
Foto: Sergio Souza | UnSplash

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A Vida Secreta de Fidel: um comunonazifascista latino-americano

A Vida Secreta de Fidel: um comunonazifascista latino-americano

Resenha e dissertação sobre o livro “A Vida Secreta de Fidel”, por Fito.

Quando Juan Reinaldo Sánchez conseguiu fugir de Fidel Castro para os EUA, trouxe à luz revelações espantosas, como a ilha “particular” de Fidel em Cuba (como se toda a Cuba não fosse sua propriedade). O mais importante, contudo, foi a demonstração de que o comunista, enquanto líder, é idêntico a um líder nazista ou a um líder fascista. Nada muda.

O comunismo é uma ditadura em torno da ideologia do proletariado contra a burguesia. No nazismo, os inimigos são as raças inferiores. No fascismo, o inimigo são os países burgueses. Simplificação rasa, mas suficiente para prosseguir. Os totalitarismos coletivistas, revolucionários, esquerdistas, socialistas etc. estão descritos fielmente na pessoa de Fidel (trocadilho involuntário), que Juan cuidou mais do que a própria vida. Ser guarda pessoal de Fidel por dezessete anos mostrou ao mesmo que a vida do ditador era nababesca e cheia de frivolidades, ao mesmo tempo que o ditador sustentava guerrilheiros. Até Lula é mencionado, em sua visita em 1989, um ano antes de criar o Foro de São Paulo (quiçá foi nesta reunião que idealizou-se tal grupo).

Fidel era comunista, pois levava o povo a combater a burguesia. Era nazista, pois sustentava a superioridade espanhola, enquanto perseguia e matava negros e homossexuais. Era fascista, pois pregava que seu país deveria lutar contra os países burgueses (EUA, por exemplo).

Afagado pela mídia internacional, Fidel é descrito em minúcias que somente quem vivia colado ao ditador poderia dizer. E como sempre, Juan foi traído pelo ditador, como sói acontecer com quem discorda uma vírgula do pensamento castrista. Ou Maoísta. Ou Stalinista. Ou Leninista. Ou Polpotista. Ou Hitlerista. Enfim, totalitário.

A leitura é mais leve do que se imagina, levando em conta a descrição dos atos perpetrados pela pessoa de Fidel, bem como os discursos (longos, por sinal) em que Fidel se colocava como um herói acima do bem e do mal. O autor mostra, sem levar em conta disso, que está descrevendo o padrão comportamental de todo líder socialista que já passou por esta Terra.

A leitura vale cada real pago.

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A Vida Secreta de Fidel

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