Restaurante Cozinha Vivaah aprensenta a Sopa de Creme Suiço

O Restaurante Cozinha Vivaah, localizado no bairro Recanto das Araucárias, em Campos do Jordão (SP), tem a proposta de ser um espaço intimista e com atendimento personalizado, prezando pela qualidade e pela experiência do consumidor. Em funcionamento desde 2017, ele é comandado pela chef Lia Madeira e oferece repletas opções de pratos deliciosos e autorais.

Um desses pratos é o Sopa de Creme Suíço! Essa receita é tão especial não consta no cardápio. Para experimentar, precisa ser solicitado durante a reserva no Restaurante Cozinha Vivaah. Quer saber mais sobre a Sopa de Creme Suíço? Veja mais ao final da matéria, mas não antes de conhecer um pouco mais sobre o local.

Outro grande diferencial do Restaurante Cozinha Vivaah é a Cerveja Vivaah, de produção local. Comandada pelo cervejeiro Flávio Henrique da Silva, a Cervejaria Vivaah trabalha com produção 100% artesanal, maltes e lúpulos importados e sem nenhum aditivo químico. E para saborear a cerveja, aproveite para harmonizar com um dos pratos disponíveis autorais disponíveis no restaurante.

Há também a opção para quem gostaria de passar mais tempo na região. A Pousada Caminho das Pedras é o local ideal para um casal passar um tempo. Ela fica de frente para o Restaurante Cozinha Vivaah e é especializada em ser um local de conforto para ficar um tempo com a pessoa amada.

Deste modo você pode aproveitar a melhor hospedagem e a melhor culinária ao mesmo tempo!

Agora conheça um pouco mais sobre a Sopa de Creme Suíço.
Seus ingredientes são:
• 300ml de leite;
• 100ml de caldo de legumes (preferência ao caldo caseiro);
• 30g de manteiga sem sal;
• 300g de queijo (mozarela, gruyere e gorgonzola);
• 60g de farinha de trigo;
• 20g cebola picada;
• uma pitada de noz moscada;
• sal à gosto.

Modo de Preparo:
Coloque, separadamente, o leite o caldo de legumes para ferver.
Enquanto os líquidos fervem, em uma panela derreta a manteiga e então doure a cebola. Assim que dourar, coloque a farinha de trigo e mexa por 5 minutos. Aos poucos acrescente à mistura o leite até formar um creme. Depois acrescentar aos poucos o caldo de legumes.

Tempere com sal a gosto e noz moscada. Rale os queijos e misture tudo.
Para acompanhar, sirva dentro do pão italiano bola.

O pão deve estar sem o topo e sem o miolo, mas cuidado para não deixar nenhum furo. Antes de colocar a sopa dentro, asse o pão em forno pré-aquecido a 200º por 5 minutos.

Para reservas e mais informações sobre o Restaurante Cozinha Vivaah, entre em contato pelo Whatsapp (12) 99210-7457

Para mais informações e reserva na Pousada Caminho das Pedras: (12) 99150-9407 ou no site www.pousadacaminhodaspedras.com.br

Restaurante Cozinha Vivaah aprensenta a Sopa de Creme Suiço

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Veja como funcionam atividades com restrição na fase emergencial

A fase emergencial do Plano São Paulo estabelece medidas mais duras de restrição de circulação pública e funcionamento de algumas atividades até o dia 11 de abril, inclusive parte daquelas classificadas como essenciais. Veja como funcionam atividades neste período.

A meta é reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana. Confira um resumo a seguir:

Veja como funcionam atividades



ESCRITÓRIOS EM GERAL E ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

COMÉRCIO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (COMÉRCIO EM GERAL) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

REPARTIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

RESTAURANTES, BARES E PADARIAS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

TRANSPORTE COLETIVO – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

EDUCAÇÃO ESTADUAL – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

SUPERMERCADOS – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

HOTELARIA – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

ESPORTES – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

TELECOMUNICAÇÕES – Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Com informações do Governo do Estado de São Paulo.

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Bebidas mais caras em 2021

Os tradicionais encontros após o trabalho, apesar reduzidos ou até proibidos por conta da pandemia, ficarão mais caros este ano. Portanto, bom preparar o bolso, pois as bebidas estarão mais caras em 2021.

Como forma de reduzir o impacto, o consumidor poderá recorrer as latinhas. Incluindo bebidas conhecidas por suas garrafas. Por exemplo, espumantes, gim e vinhos.

O setor de bebidas sofreu um baque múltiplo na estrutura de preço. A disparada do dólar (a moeda subiu 29% no ano) representou uma explosão de custos para toda a cadeia produtiva. Enquanto importadores digerem uma tabela de preço bem mais salgada que muito amendoim de aperitivo, produtores compram insumos pelo dobro do preço, e a indústria sofre com a falta de embalagens.

“O lúpulo, o malte, as embalagens, tudo depende do dólar”, afirma Marcelo de Sá, diretor-executivo do Grupo Petrópolis, responsável por rótulos como Itaipava, Petra e Crystal. A venda para bares e restaurantes, principalmente de vasilhames, representava uma fatia considerável para o setor.

Bebidas mais caras em 2021?

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) realizada no fim de 2019, 61% do consumo de bebidas alcoólicas acontecia em locais de convívio social. Esse comportamento mantinha espaço para o uso das garrafas. A pandemia mudou a dinâmica.

“Para nós, a lata representava 78% das vendas, e a garrafa, 22%”, afirma Sá. “Nos meses de março e abril chegamos a ter um consumo de 92% em lata, e foi aí que entendemos que o consumo ficou em casa.”

Até agosto, a empresa perdeu rentabilidade com a queda nas vendas da embalagem retornável, diz o executivo. “Mas o consumidor continuou a comprar no mercado, então o volume não caiu.”

“O que nos ajudou nesse período foi o auxílio emergencial. Mas, quando diminuíram para R$ 300, o faturamento caiu em duas semanas e depois voltou ao normal”, afirma Marcelo de Sá.

Divisão

O ano de 2020 para o mercado de bebidas pode ser dividido em dois momentos bem distintos, diz Rodrigo Mattos, analista da Euromotior.

Segundo ele, no primeiro semestre, com as incertezas sobre como seria o distanciamento social, o consumo foi todo deslocado para casa. Então, as empresas que tinham uma estratégia online mais estruturada conseguiram se manter mais saudáveis. Quem não tinha uma estratégia digital pré-crise patinou para se adaptar ao novo cenário.

Já no segundo semestre, avalia Mattos, com a flexibilização do distanciamento, o consumo fora de casa foi retornando aos poucos. Mas, acompanhado da inflação e do declínio da renda.

Foi aí, ele relembra, que as empresas começaram a sofrer com os impactos do câmbio e com a falta de embalagens. Problemas com o vidro já havia pelo menos cinco anos, mas a pandemia agravou a deficiência.

Para Mattos, daqui para a frente, as classes média e as mais baixas vão ser as mais impactadas.

“Para essas camadas, existem dois caminhos: ou diminuir no volume ou na qualidade”, diz o analista. “Já os importadores de vinhos e destilados vão procurar opções mais baratas lá fora para vender com o mesmo preço aqui.”

Mercado nos últimos anos

Segundo a Euromonitor, o mercado de alcoólicos já estava mudando desde 2017. O consumidor passou a beber menos, mas com mais qualidade. O setor viu o lucro aumentar e o volume diminuir gradualmente. Foi nesse momento que gim e vinho começaram a ter um crescimento significativo entre os brasileiros.

“Aqui também tem brecha para a cerveja zero álcool, que tem sido bem recebida no mundo. Essa ideia de ‘bebidas não alcoólicas para relaxar’ está sendo bem aceita na Europa, por exemplo”, disse.

Para escapar da crise atual, Mattos diz que as marcas devem investir em novas embalagens para reduzir o gargalo da falta de insumo e trazer inovações.

“É um momento em que vamos ver mais versões em lata. A pessoa não precisa comprar uma garrafa de vinho, que é muito mais cara. A lata tem uma dosagem perfeita para beber e manter qualidade”, afirma.

Bebidas mais caras em 2021

Bebidas mais caras em 2021 no país

Mas há quem veja oportunidades em todo esse desarranjo. Existe a percepção de que, enquanto o dólar aumenta o preço das bebidas importadas, o fabricante nacional tem espaço para avançar.

“É uma oportunidade para o brasileiro finalmente valorizar o produto nacional”, diz Rodrigo Marcusso, fundador da Draco, destilaria paulista de gim fundada em 2016.

Antes da pandemia, a marca tinha foco em vendas para bares e restaurantes e se viu empurrada a fazer uma adaptação rápida para o ecommerce. Marcusso diz que o ano que passou foi um período para expandir o portfólio.

“Também sofremos com o câmbio. Se é complicado para o grande, imagina para pequeno produtor”, diz.

Marcusso conta que enfrentou, por exemplo, a falta de caixa de papelão, de vidro e até de álcool. “Quase todos os botânicos são importados. O zimbro dobrou de preço desde o começo do ano. Nosso maior concorrente é a falta de matéria-prima.”

Ele afirma que o consumidor não pagou o repasse. Sendo assim, a estratégia foi ganhar nas vendas. O preço mínimo de uma garrafa da Draco é R$ 72, enquanto marcas importadas não artesanais saem por no mínimo R$ 100.

Impacto da pandemia para bebidas mais caras em 2021

Na avaliação de Rodrigo Mattos, a pandemia promove um movimento duplo no mercado de bebidas, com uma certa polarização do consumo local. Enquanto boa parte do brasileiro médio se viu obrigada a reavaliar o que consome, a venda de bebidas premium pouco foi afetada, já que o público-alvo não teve perda significativa de renda.

Desde a reabertura, o movimento no Fel, coquetelaria premiada que ocupa o térreo do icônico edifício Copan, no centro de São Paulo, é descrito pelos funcionários como satisfatório. Nesse sentido, seguindo todos os protocolos de segurança, o lugar pequeno e com poucos lugares manteve os preços dos drinques em R$ 37.

“O que fazemos para não ter um aumento de custo é ter bons parceiros, tanto fornecedores quanto marcas”, diz Felipe Rara, bartender da casa.

Bares

A tabela de preços para os bares pode ser um revés para o setor. A tabela para os bares costuma ser anual. Então, até o momento, não houve um impacto forte da variação do câmbio na compra de bebidas. Portanto, fica para o proprietário buscar um bom fornecedor e fazer um bom negócio com a virada do ano.

Durante o período mais duro da quarentena, um sócio-investidor fez um aporte e não dependeu do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

“Mas temos dívidas a pagar”, afirma Bruno Bocchese, sócio do Fel e do Cama de Gato, também na região central paulistana. O Mandíbula, outro bar de Bocchese, não sobreviveu à crise e fechou no início de abril.

“No Cama de Gato, tenho parceria com a Ambev, sendo a Becks o carro-chefe”, afirma o empresário. Todavia, a situação do bar é diferente do Fel. Com um público mais jovem, o Cama de Gato sentiu o impacto na diminuição da renda dos clientes.

“O movimento caiu cerca de 30%, são perfis bem diferentes de consumidor”, diz.

Bebidas mais caras em 2021: com informações do Diário do Nordeste