Comércio no Dia dos Namorados deve movimentar R$ 7 bilhões SP

Vestuário, perfumaria e chocolates serão os setores mais procurados pelos consumidores no comércio, para o Dia dos Namorados.

De acordo com a pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), neste ano, as vendas de Dia dos Namorados devem apresentar um aumento de 8% em relação ao volume de vendas de 2020. A expectativa é que a data aqueça o setor varejista e provoque um equilíbrio no balanço semestral.

“O Dia dos Namorados ainda é a terceira data mais importante para o varejo. Roupas, perfumes e chocolates serão os itens mais procurados na data. Flores e acessórios também estarão presentes na lista de produtos e podem resultar em crescimento das vendas”, explica o presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff 

Mesmo com a demanda do e-commerce, a maior concentração das vendas vai permanecer no comércio físico – os shoppings e as lojas de rua  irão receber o maior fluxo de consumidores. Para a entidade, cerca de um terço das vendas será pelo ambiente virtual e o restante nas lojas físicas. Somadas, as vendas  devem chegar a R$ 7 bilhões  no estado de São Paulo.

Com mais restrições em 2020, os bares e restaurantes devem apresentar um melhor desempenho neste ano – mesmo com as limitações na capacidade de ocupação e no horário de funcionamento.

“As lojas podem aproveitar o período para oferecer promoções variadas e descontos. O objetivo é recuperar parte do seu caixa e fluxo.  Esperamos  uma aceleração na vacinação e, com isso, tenhamos um segundo semestre de recuperação do emprego e renda das pessoas. Somente a vacinação, o emprego e renda garantem a retomada consistente e contínua das vendas”, finaliza Stainoff.

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Maurício Stainoff, presidente da FCDLESP. Foto: Divulgação

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Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália

No início do segundo semestre, precisamente em julho de 2021, a SysCoin Commerce, maior agência de ecommerce do Centro-Oeste brasileiro vai alçar voos em solo europeu. A operação SysCoin Itália promete revolucionar o processo de transformação digital do país.

Para quem sonha grande, o céu é o limite e para quem coloca os sonhos em prática todas as possibilidades não tem fim. Essa é a máxima que acompanha a SysCoin Commerce, maior agência de ecommerce do Centro-Oeste do Brasil, que começou de forma tímida, mas assertiva a mostrra o seu potencial na Capital do país. Com uma expertise e vivência no universo de negócios digitais, a SyScoin chegou no DF em 2015 e já mostrou que muito poderia agregar, transformar e solidificar as empresas do DF, do Brasil e agora do mundo.

Só em 2020, a empresa dobrou a meta estimada, alcançando 60% de crescimento e o volume transacionado na plataforma foi de 20 milhões de reais, crescendo mais de 300% em número de vendas por clientes. Além disso, com as soluções criadas pela agência, somente no ano passado 150 empresas foram beneficiadas com essa tecnologia.

O resultado disso não poderia ser diferente: a empresa cresceu, se destacou e ganhou amplitude internacional. A agência se prepara para aterrissar em solo italiano. O presidente da SysCoin Commerce, Leonardo Miranda, elenca os motivos que o levaram para chegar até esse país. “A Itália possui diversas similaridades culturais em relação ao Brasil, mas o que chama atenção é que se tratando de comércio eletrônico, hoje, estamos na 10ª posição do maior mercado de ecommerce do mundo, ficando atrás de países muito mais desenvolvidos como China, Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha

Quando olhamos para Itália, podemos ver uma oportunidade de crescimento para chegar num patamar nos próximos anos iguais ao do Brasil, em que estudos apontam que até o ano de 2023 deve ser 23.9 bilhões de euros.A Itália tem pontos favoráveis quanto à solidez do mercado europeu e de sistemas logísticos bem estabelecidos”, defende.

Leonardo elucida que o objetivo é ajudar os negócios italianos no processo de transformação digital, ofertando desde a consultoria de como vender e fazer a presença digital até o desenvolvimento de sites, lojas virtuais, sistemas, aplicativos, marketing digital e identidade visual.

Como aconteceu essa transação?
A SysCoin já havia iniciado um processo de internacionalização pelos Estados Unidos e, recentemente, iniciou uma busca por um novo país. A porta se abriu por meio de um relacionamento com um italiano que permitiu a validação e a percepção do mercado.

Ausência de digitalização na Itália
Esse estreito relacionamento fez com que o Head Commerce Europe, Gabriele Rorandelli decidisse empreender neste projeto desafiador, que, segundo ele, teve duas razões principais que o impulsionou – uma forte inspiração dada pelo ambiente de negócio inovador encontrado no Brasil, por meio da SysCoin, e por uma evidente falta de digitalização na Itália. “O que me espera por lá é um desafio muito exigente, especialmente para adaptar o modelo de negócios e a cultura da SysCoin à Itália, uma nação em grande mudança que precisa de iniciativas como esta para acelerar seu desenvolvimento digital.

Para Rorandelli, a SysCoin Itália irá focar nas pequenas empresas, que foram as que mais sofreram com a pandemia e que precisam de uma presença digital mais forte e em sintonia com os tempos modernos. A expectativa é atingir um rápido crescimento, auxiliando o máximo de pequenos empreendedores, e oferecendo uma gama mais ampla e completa de serviços, integrando as competências da empresa brasileira com a italiana.

Serviço: Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália
Endereço: CA 01, SALA 469 SHOPPING DECK NORTE – Lago Norte, BrasíliaTelefone: (61) 3968-1540Site: https://syscoin.com.br/

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Foto: Divulgação

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Colaboradores que exercem a mesma função devem receber salários iguais

Advogado trabalhista explica que a Reforma Trabalhista de 2017 reduziu as ações na Justiça do Trabalho, mas empresas ainda devem ficar atentas quanto a Colaboradores que exercem a mesma função

A equiparação salarial é o direito que nasce quando dois trabalhadores que executam as mesmas atividades com a mesma perfeição técnica recebem salários diferentes. Pelo princípio da igualdade, os empregados que exercem a mesma atividade devem receber o mesmo salário, porém, cumprindo alguns requisitos.

Segundo o advogado trabalhista Jonas Figueiredo de Oliveira, sócio do escritório Figueiredo Sociedade de Advogados, a Lei 13.467/17, conhecida como reforma trabalhista, trouxe importantes alterações quanto a equiparação salarial (ver quadro).

Entretanto, Figueiredo esclarece que se o empregado preenchesse os requisitos da equiparação salarial antes de novembro de 2017 a regra que vale é a anterior,ou seja, a determinada no art. 461 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Por outro lado, caso o início do fato gerador seja posterior a 2017, se considera a regra nova.

Por exemplo, se um bancário entende que, desde 2016, tem a mesma função, perfeição técnica e produtividade que seu colega, porém atuam em agências diferentes, é possível pleitear a equiparação salarial. Entretanto, se a mesma situação iniciou apenas em dezembro de 2017, não caberia a solicitação.

Figueiredo cita alguns exemplos para que profissionais de RH, contadores e empreendedores fiquem atentos para evitar ações na Justiça do Trabalho pleiteando equiparação salarial.

O trabalhador que está na empresa há um ano pode indicar como paradigma um colega que trabalha na mesma organização há cinco anos?

Segundo  o advogado, não é possível indicar um paradigma que tenha diferença de quatro anos de empresa, após a reforma trabalhista. “Esse requisito não havia previsão legal, ampliando o rol para buscar a desigualdade salarial”, detalha.

Contudo, Dr. Figueiredo adverte que é de fácil compreensão que a estruturação desse requisito transmita e aumente, consideravelmente, a possibilidade de uma discriminação salarial entre os colaboradores. “Sob o mesmo ponto de vista, o preeminente requisito para a equiparação salarial é a identidade de função. Dessa forma, é de fato cabível a diferença de dois anos”, esclarece.

Por outro lado, o advogado ressalta que mesmo que o paradigma esteja há menos de dois anos na mesma função, ele deverá preencher também o requisito de estar há menos de quatro anos na empresa, cabendo inclusive a discussão da constitucionalidade da lei.

O trabalhador pode pedir equiparação salarial com o paradigma de outra filial?

Dr. Figueiredo informa ser proibida a equiparação salarial com um paradigma de outra filial, se for considerar tal situação após novembro de 2017. Segundo o advogado, a reforma trabalhista vedou a flexibilização de indicação de paradigmas estranhos ao seu efetivo ambiente de trabalho.

Como exemplo, ele esclarece que o trabalhador só poderá pedir equiparação salarial apenas com os empregados da mesma filial em que trabalha, mesmo que a empresa seja localizada em São Paulo (Capital) e tenha filiais pela cidade.

O advogado ainda salienta a diferença entre equiparação salarial e isonomia. Na verdade, é o princípio da isonomia que serve de base para a equiparação salarial, ou seja, a busca pela igualdade entre todos os trabalhadores. “Portanto, não se baseia apenas no salário, mas em um todo, envolvendo tratamento, benefícios, etc.”, detalha.

A Constituição Federal traz em seu artigo 5º o princípio da isonomia ou igualdade:

Art. 5º –  Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

O princípio da isonomia busca a igualdade de todos perante a lei, sem distinção de grau, classe ou poder econômico, fornecendo o direito de todos ao acesso às funções públicas.

A igualdade real deve prevalecer sobre a formal, assim sendo, é necessário tratar os iguais igualmente e os desiguais desigualmente.

Ainda, deve ser analisado caso a caso, para não correr o risco de tratar com desigualdade os iguais e vice-versa.

No ambiente de trabalho, esse princípio deve ser a base para outros e para uma boa e justa relação, no intuito de se evitar qualquer tipo de discriminação entre os trabalhadores, lembrando de sempre respeitar a sua hierarquia.

Colaboradores que exercem a mesma função: Equiparação salarial de acordo com a Lei 13.467/17

REQUISITOSCOMO ERA ANTES DA REFOMA TRABALHISTA DE 2017COMO ESTÁ APÓS A REFORMA TRABLAHISTA DE 2017
FUNÇÃOIdentidade de função e atividade realizadas, independentemente do cargo. (art. 461, caput)Identidade de função e atividade realizadas, independentemente do cargo. (art. 461, caput)
PRODUTIVIDADE E PERFEIÇÃO TECNICA Igual produtividade e com a mesma perfeição técnica (§1º do art. 461)Igual produtividade e com a mesma perfeição técnica (§1º do art. 461)
EMPREGADOR Mesmo empregador, podendo ser de um grupo econômico.Mesmo empregador. (art. 461, caput)
LOCALIDADEMesma localidade ou mesma região metropolitana (Súmula 6ª TST)Mesmo estabelecimento empresarial. (art. 461, caput)
TEMPO DE EMPRESANão há previsão.Diferença de tempo não superior a 4(quatro) anos. (§1º do art. 461)
TEMPO DE FUNÇÃODiferença de tempo não superior a 2(dois) anos. (§1º do art. 461)Diferença de tempo não superior a 2(dois) anos. (§1º do art. 461)
QUADRO DE CARREIRAVálido o quadro de carreira desde que homologado pelo Ministério Público (Súmula 6ª do TST)Válido o quadro de carreira por meio de norma interna ou negociação coletiva, independentemente de homologação do Ministério Público (§2º do art. 461)
CONTEMPORANEIDADEPossibilidade de indicação de paradigma remoto, ainda que tenha obtido vantagem em ação judicial própria.Paradigma obrigatoriamente contemporâneo, vedado a indicação de paradigma remoto. (§5º do art. 461)

Sobre Jonas Figueiredo de Oliveira

O advogado é especialista em Direito Trabalhista, com foco em PJ, profissionais de Tecnologia e setor bancário. Sócio do Figueiredo Sociedade de Advogados, auxiliando juridicamente trabalhadores e empreendedores sempre de forma personalizada. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho pela EPD (Escola Paulista de Direito), MBA Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, possui formação em Técnicas de Negociação e Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia ambos pela Fundação Getúlio Vargas (FGVSP). Para mais informações, acesse o site : https://figueiredoadvogados.com.br/, instagram @jonasfigueiredoadv, facebook: https://www.facebook.com/figadvogados linkedin figadvogados

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Colaboradores que exercem a mesma função devem receber salários iguais

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Vendas caem 30% durante a fase emergencial do plano São Paulo

A fase emergencial do Plano São Paulo iniciou em 15 de março e foi até dia 11 deste mês, com medidas mais restritivas. Durante o período, o comércio permaneceu fechado em todo o estado. De acordo com um levantamento realizado pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), como resultado das recomendações, as vendas caem na fase emergencial do plano São Paulo, em cerca de 30% para o setor.

“A fase emergencial trará impactos significativos para o balanço trimestral do varejo. A queda de 30% no volume de vendas é alarmante. Reforçamos que é preciso manter a economia minimamente ativa, pois sem apoio financeiro, os estabelecimentos não conseguem se manter”, explica o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff.

Segundo o levantamento realizado pela entidade, com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, além da queda significativa, o comércio de rua foi o mais afetado pela nova fase do Plano São Paulo. Para os lojistas, os estabelecimentos estão mais adaptados à realidade da pandemia, mas ressaltam que, a instabilidade do Plano São Paulo e a falta de planejamento prévio impactam diretamente as vendas do varejo. 

Cenário atual 

Mesmo com baixa expectativa de vendas, cerca de 9 em cada 10 comerciantes participantes da pesquisa, acreditam que o Take away – serviço de retirada do pedido no estabelecimento e o retorno do auxílio emergencial amenizam o impacto negativo no volume de vendas. “Em tempos de total fechamento, é preciso manter a opção de retirada no produto ou pedido no balcão do estabelecimento, isso estimula o consumidor. Esperamos que a volta do auxílio emergencial traga um equilíbrio para esse cenário”, ressalta Stainoff.

No período da fase emergencial, os empresários relatam que o e-commerce apresentou o melhor desempenho. Sem a possibilidade de realizar as compras em lojas físicas, os consumidores optaram por manter o consumo pelo ambiente digital. Além disso, para o varejo, a Páscoa deste ano não apresentou resultados positivos. Apenas supermercados e lojas do segmento de chocolate apresentaram um bom desempenho nas vendas.

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Maurício Stainoff, presidente da FCDLESP
Divulgação

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Reabertura gradual da economia neste domingo em Santo André

A Prefeitura de Santo André publicou neste sábado (17) decreto com as novas regras de funcionamento dos serviços da cidade, que entrará na fase de transição do Plano São Paulo a partir deste domingo (18). Com as medidas, o município de Santo André começa a reabertura gradual da sua economia, após período de intensificação das restrições para frear o avanço da Covid-19.

“Estamos colhendo os frutos do esforço conjunto de todos os andreenses. As medidas restritivas e a colaboração de cada munícipe surtiram efeito, as internações por Covid-19 estão em queda, o que nos permite de maneira segura e responsável retomar aos poucos as atividades econômicas”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

A partir deste domingo está autorizado o funcionamento das atividades comerciais não essenciais, das 11h às 19h, observando-se o limite de 25% de ocupação da capacidade total. As atividades religiosas, que antes estavam suspensas, estarão liberadas até as 21h, também com limite de 25% de ocupação.

Entre os dias 18 e 23 de abril continuarão sem poder funcionar restaurantes e similares, salões de beleza e barbearias, atividades culturais, academias, e também escolas de dança e similares.

De acordo com o decreto, os restaurantes deverão manter fechados os acessos do público ao seu interior, podendo operar apenas pelos sistemas de delivery, retirada e drive-thru, através de realizações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares, ficando autorizado o funcionamento do sistema até a meia-noite e o da retirada e do drive-thru até as 19h.

O decreto diz ainda que deverão permanecer em teletrabalho as atividades administrativas não essenciais.

A partir do próximo sábado (24) terá início uma nova etapa da fase de transição, com autorização de abertura de mais serviços.

No período de 24 a 30 de abril ficam autorizados a retomar o funcionamento presencial de suas atividades, observando-se o limite de 25% de ocupação da capacidade total, das 11h às 19h: restaurantes e similares, salões de beleza e barbearias, além de atividades culturais.

Os restaurantes e similares poderão funcionar no sistema delivery entre 19h e 0h. Academias, escolas de dança e similares também estão autorizados a abrir entre 24 e 30 de abril, das 7h às 11h e das 15h às 19h.

Até 23 de abril, todos os parques da cidade continuarão fechados.

Circulação e transporte – De acordo com o decreto do prefeito Paulo Serra, a circulação de pessoas e veículos estará restrita entre 18 e 30 de abril, das 22h às 4h, com exceção dos casos de necessidade, urgência e emergência.

O transporte coletivo municipal seguirá suspenso entre 22h e 4h até 23 de abril.

Veja a íntegra do decreto aqui.

Com informações da Prefeitura de Santo André

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Foto: Alex Cavanha/PSA

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:  

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: soluções

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Veja como funcionam atividades com restrição na fase emergencial

A fase emergencial do Plano São Paulo estabelece medidas mais duras de restrição de circulação pública e funcionamento de algumas atividades até o dia 11 de abril, inclusive parte daquelas classificadas como essenciais. Veja como funcionam atividades neste período.

A meta é reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana. Confira um resumo a seguir:



ESCRITÓRIOS EM GERAL E ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

COMÉRCIO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (COMÉRCIO EM GERAL) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

REPARTIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

RESTAURANTES, BARES E PADARIAS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

TRANSPORTE COLETIVO – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

EDUCAÇÃO ESTADUAL – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

SUPERMERCADOS – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

HOTELARIA – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

ESPORTES – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

TELECOMUNICAÇÕES – Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Com informações do Governo do Estado de São Paulo.

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Por que investir no comércio local em 2021?

Descubra as tendências de negócio para este ano e saiba por que investir no comércio com o seu dinheiro

As consequências de tudo o que aconteceu em 2020, sobre a Covid-19, ainda deverão ser sentidos em vários aspectos da sociedade, principalmente no mundo dos negócios. 

Diversas empresas adaptaram seu planejamento e áreas de atuação, além de ajustar suas visões de mercado, comercialização e transações econômicas. 

Quando o assunto é investir, agora mais do que nunca é preciso colocar em prática o balanceamento entre a cautela e o ato de apostar em um negócio inovador e criativo.

Quem nunca ouviu a frase “toda crise tem suas oportunidades”? O cenário pode ser complexo para negócios que necessitam da presença física dos seus clientes, por outro lado, o ambiente online cresce exponencialmente e amplia o leque de investimento e as possibilidades de empreendedorismo. 

Dados do Ministério da Economia indicaram que 782 mil negócios foram abertos em território nacional entre maio e agosto de 2020, sendo o principal motivo para investir em comércios locais em 2021. 

As possibilidades são muitas e vale a pena ficar de olho no cenário nacional e internacional para optar por investimentos promissores e seguros. 

Dê uma olhada nas principais tendências de negócio para 2021 a seguir:

Principais tendências de negócio para 2021

1. E-commerce de informática

A Webshoppers nº 42 publicou um estudo recentemente em que indica que o maior segmento de e-commerce do último ano foi o de produtos de informática. 

As lojas online deste gênero de comercialização tiveram um aumento de 50% no valor médio de compras por cliente e se compararmos o faturamento do primeiro e do segundo trimestre de 2020, o crescimento foi de mais de 100%! 

Os produtos em destaque são notebooks, computadores e seus acessórios. Além de ter um grande avanço nas solicitações de profissionais que realizam a montagem de computadores sob encomenda. 

As empresas que se destacam costumam ter certificados de qualidade, garantia de serviços competentes e investimento na produção de conteúdo online a respeito do assunto.

2. Clube de assinatura

Dados divulgados pela Betalabs demonstram que a chamada economia de recorrência está em alta em 2021. Esse tipo de economia está relacionada ao modelo de assinatura de serviços. 

Os clubes de assinatura cresceram 12% no último ano, com mais 4 mil opções diferentes de clubes que movimentam mais de R$1 bilhão só em 2019. 

As possibilidades de negócio são grandes, podendo contemplar produtos como acessórios para pets, kit de maquiagem, produtos naturais, cápsulas de café e qualquer outro tipo de produto considerado de utilização rotativa.

Nesta pesquisa foram divulgados os principais itens do mercado:

  • livros (27%); 
  • bebidas (18%); 
  • alimentos (17%); 
  • cuidados pessoais (12%); 
  • acessórios para pet (11%);
  • outros (15%). 

O foco dos clubes de assinatura está no oferecimento de opções criativas, diferentes e surpreendentes de produtos que são utilizados no dia a dia. 

A seleção precisa ser meticulosa e condizente com as demandas da sociedade, focando em produtos naturais, na sustentabilidade e na inovação.

3. Desenvolvimento de games

O segmento dos games está em grande crescimento na última década e a pandemia foi um agente catalisador para a procura de games focados no celular. 

O faturamento do mercado foi recorde em 2020, R$851 bilhões e só o segmento mobile faturou R$402,5 bilhões desta quantia. 

Com estes números, o desenvolvimento de games para celular se torna um dos principais negócios em crescimento nos próximos anos, já que o fácil acesso à celulares torna este tipo de entretenimento muito acessível para boa parte da população.

Além da acessibilidade, a facilidade do compartilhamento das criações também impulsiona o segmento. 

Os jogos podem ser divulgados pelo Google Play, App Store e Windows Phone Store, bastando um rápido cadastro como pessoa física ou jurídica e o pagamento de uma taxa única para o compartilhamento do aplicativo nas plataformas. 

A criatividade também é um diferencial, criando inúmeras possibilidades de negócio. 

4. Vegetarianismo e veganismo

Mais um tipo de segmento que já vinha crescendo nos últimos anos e que o isolamento social serviu como potencializador. 

Segundo um estudo realizado pelo G1 em 2018, 14% da população brasileira já se auto declarava vegetariana. Pode ser pouco em porcentagem, mas em números absolutos estes 14% representam 30 milhões de pessoas! 

E as pesquisas não param por aí. 55% dos brasileiros consumiriam mais produtos veganos se as embalagens indicassem esta categoria.

Até as famosas empresas de comidas feitas com proteína animal (Seara, Sadia, Perdigão, McDonald’s e SubWay, por exemplo) se renderam a forte tendência do veganismo e vegetarianismo criando linhas especiais para esta parcela da população. 

Além do mais, o veganismo não acontece apenas na alimentação. As empresas de cosméticos são a prova de que este estilo de vida veio para ficar! 

Pesquise por ideias empreendedoras que levem a tendência em consideração e não tenha medo de investir.

5. Cosméticos naturais 

Seguindo a linha do item anterior, os cosméticos naturais produzidos de maneira sustentável garantiram seu espaço no consumo dos brasileiros. 

Em 2020 a plataforma Teads publicou um estudo apontando que 62% dos brasileiros pensam que a indústria dos cosméticos deveria ser desenvolvida com base em ingredientes naturais e orgânicos. Opinião que acaba por pautar suas decisões de compra.

Apostar em fabricantes de produtos de maquiagem, xampus e condicionadores que não possuam adição de elementos nocivos à natureza, que não sejam testados em animais e não incluam ingredientes sintéticos na sua composição trará lucros certos em 2021. 

Aposte também em xampus e condicionadores sólidos, por exemplo, que além de naturais, ainda diminuem o descarte de plástico no meio ambiente.

Cursos online

Um investimento bem feito leva um tempo para entender do negócio escolhido, de empreendedorismo e de administração. 

Administração de empresas, administração contábil e estatística são alguns exemplos de cursos online com certificado que podem oferecer uma boa base de estudos e conhecimento para escolher o melhor tipo de investimento e administrar o dinheiro investido. 

Afinal, os cursos aumentam a relevância do seu currículo, melhoram a percepção do mercado e aumentam as chances de realizar investimentos embasados. 

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Roldão Atacadista contrata para vagas de Auxiliar de e-commerce

A rede de mercados Roldão Atacadista contrata auxiliar de e-commerce, para vagas em suas lojas de Atibaia, Freguesia, Itaim Paulista, Santo André e Vila Ema. Não há referência quanto experiência, e o candidato deve ter o ensino médio completo.

O salário é a combinar (contrato em regime da CLT), e todos terão os benefícios: Assistência médica, Assistência odontológica, Seguro de vida, Vale-transporte, Desconto em produtos e Restaurante interno.

Os contratados serão responsáveis por receber os pedidos através das Plataformas de vendas online (Roldão, Ifood e outros). Além disso, farão a separação do pedido de acordo com a demanda da loja física do Roldão.

Interessados podem se candidatar através deste link, no VAGAS.

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

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Mais Vagas no Grande ABC

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Sobre o Roldão Atacadista

Há duas décadas, trabalhamos para oferecer a melhor opção para fortalecer micro, pequenas e grandes empresas transformadoras e revendedoras de alimentos e, é claro, buscamos ser um parceiro de famílias que querem ter acesso aos melhores produtos pelos melhores preços. Nosso propósito Fazer parte de vida das famílias e comerciantes, gerando economia e momentos de celebração.   Nosso jeito de ser – Encantar os clientes Oferecer a melhor experiência de compras. – Cooperação Oferecer a melhor experiência de compras. – Integridade Ser ético, justo e honrar compromissos. – Determinação Superar desafios e executar as funções com qualidade. – Foco em resultados Senso de dono para superar metas, melhor produtividade, qualidade e reduzir custos sempre.

Fonte: https://www.roldaoblog.com.br/sobre-o-roldao/

Empréstimos às pequenas empresas: ACISBEC faz parceria para facilitar

A ACCrédito é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central com o propósito de apoiar microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas. Facilitação de empréstimos às pequenas empresas.

Com a perspectiva de retomada da economia após o período da pandemia, provocada pela covid-19, a ACISBEC (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo), em parceria com a ACCrédito, oferece aos associados e empreendedores uma plataforma digital para acessar vários benefícios.

A ACCrédito é uma instituição financeira, que oferece empréstimos para micro e pequenas empresas, associadas a Federação de Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) com taxas e prazos diferenciados e carência para pagar, com rapidez e sem burocracia. A instituição é autorizada pelo Banco Central e tem a finalidade de apoiar o desenvolvimento e crescimento de microempreendedores individuais, micro e pequenas empresas, oferecendo linhas de crédito com condições exclusivas.

De acordo com o presidente da ACISBEC, Valter Moura, trata-se de um serviço a mais disponível para o associado. “A nossa preocupação é fomentar o comércio e oferecer produtos e serviços que auxiliem os associados na gestão eficiente de seus negócios”, explica.

Outras informações podem ser acessadas pelo https://www.accreditodigital.com.br.

Sobre a ACISBEC

Instituição com mais de sete décadas de existência, foi fundada em 27 de setembro de 1944 e tem como presidente Valter Moura. Instalada em sede própria com área de quatro mil metros construídos, dispõe de ampla estrutura distribuída em seis pavimentos com auditório para 400 pessoas, salas de reunião, salão de exposição para feiras e fóruns de negócios, cursos e palestras, entre outros.

Ao longo dos anos, a ACISBEC implantou serviços, projetos, realizou convênios e parcerias em benefício dos associados e comunidade. Entre os atendimentos prestados estão consulta Pessoa Física e Pessoa Jurídica; Cadastro Positivo; Certificado Digital; Certificado de Origem; ACISBEC Mobile; Cursos e Eventos e dispõe de locação de salas.

ACISBEC faz apelo aos comerciantes para que todos cumpram protocolos de segurança

Em LIVE da ACISBEC, Valter Moura Júnior reforçou a importância das medidas para evitar a propagação do contágio pelo novo coronavírus ACISBEC faz apelo aos comerciantes

O vice-presidente da ACISBEC (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo), Valter Moura Júnior, fez um apelo aos comerciantes, empreendedores e empresários em geral para que todos tenham consciência e reforcem os novos protocolos de segurança e higiene para evitar que a situação da pandemia piore e que outras medidas mais severas tenham que ser adotadas.

O alerta foi feito durante a LIVE da ACISBEC com o objetivo de levar informações e conscientizar todos os setores da sociedade sobre a gravidade da situação causada pelo novo coronavírus, especialmente agora, em que a taxa de transmissão da doença vem aumentando significativamente.

“As pessoas têm que tomar as devidas medidas de proteção contra o coronavírus, que é evitar aglomerações, utilizar a máscara, lavar as mãos utilizando água e sabão e também o uso do álcool gel. Isso é muito importante para que possamos evitar a propagação das transmissões”, explicou.

Além das recomendações básicas, Moura Júnior destacou a importância de o comércio seguir os novos protocolos. Para ajudar a conter uma possível segunda onda do novo coronavírus, a Prefeitura de São Bernardo publicou nos órgãos oficiais Decreto 21.374/20 que estabelece novas regras para funcionamento das atividades comerciais.

 “Essas ações estão adequadas com a fase amarela do Plano São Paulo e amplia as restrições ao horário de funcionamento do comércio, a capacidade máxima de ocupação dos estabelecimentos, e determina o reforço da fiscalização. O comércio não vai fechar, a vacina deve chegar em março e, por enquanto, devemos tomar o máximo de cuidado”, acrescentou.

Novas regras: ACISBEC faz apelo aos comerciantes

– bares, restaurantes e buffets poderão ficar abertos por, no máximo, 10 horas diárias, sendo permitido a entrada de clientes até as 21h e devendo os serviços encerrarem até as 22h. A capacidade máxima será de 40% da ocupação, com até seis pessoas por mesa, sendo proibido clientes em pé, bem como o atendimento em balcão, e música ao vivo.

 – shoppings, comércio em geral e lojas de conveniência, o horário de trabalho permitido será de até 10 horas diárias, limitado até às 22h. A capacidade de atendimento é de até 40% do declarado no Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e, nas praças de alimentação, a ocupação permitida é de até 6 pessoas sentadas por mesa.

– academias de esportes, o funcionamento fica limitado a 10 horas diárias, até as 22h. Neste caso, a capacidade de ocupação deve ser de, no máximo, 30%. No mais, seguem proibidas as atividades coletivas e uso de piscinas, bem como a utilização de vestiários e chuveiros.

– estúdios de dança e ballet e os clubes sociais e esportivos poderão funcionar por até 10 horas diárias, até as 22h, no entanto, com capacidade máxima de até 40% da ocupação. Também segue proibido a utilização de vestiários e chuveiros e de danças com contato físico.

– salões de beleza, podologia e centros de estética, o funcionamento fica limitado a 10 horas diárias, até as 22h, com capacidade de ocupação de até 40% do declarado no AVCB. O Departamento de Vigilância Sanitária do Município, a Secretaria de Serviços Urbanos, a Secretaria de Obras e Planejamento Estratégico e a Guarda Civil Municipal (GCM) irão intensificar as medidas de fiscalização, com autorização para – em ações conjuntas ou separadas – aplicarem multas e, se necessário, interditar de imediato os estabelecimentos, caso descumpram os protocolos sanitários vigentes.

– intensificação da fiscalização com multas e, se necessário, interditar de imediato os estabelecimentos, caso descumpram os protocolos sanitários vigentes.

– obrigatoriedade de aferição de temperatura, uso de máscaras, distanciamento entre postos de trabalho e pessoas, disponibilização de álcool em gel 70% e higienização do ambiente e equipamentos.

Sobre a ACISBEC

Instituição com mais de sete décadas de existência, foi fundada em 27 de setembro de 1944 e tem como presidente Valter Moura. Instalada em sede própria com área de quatro mil metros construídos, dispõe de ampla estrutura distribuída em seis pavimentos com auditório para 400 pessoas, salas de reunião, salão de exposição para feiras e fóruns de negócios, cursos e palestras, entre outros.

Ao longo dos anos, a ACISBEC implantou serviços, projetos, realizou convênios e parcerias em benefício dos associados e comunidade. Entre os atendimentos prestados estão consulta Pessoa Física e Pessoa Jurídica; Cadastro Positivo; Certificado Digital; Certificado de Origem; ACISBEC Mobile; Cursos e Eventos e dispõe de locação de salas.

Comerciantes se preparam para Black Friday na próxima sexta-feira

Data movimenta comércio eletrônico, mas atinge também as lojas físicas

O movimento da Black Friday neste ano, na próxima sexta-feira, (27) deve alcançar crescimento de 5% nas vendas. Para a ACISBEC (Associação Comercial e Industrial de São Bernardo do Campo), o comércio virtual não terá tanto apelo como nos anos anteriores. “Em função da pandemia, os consumidores adotaram maior hábito pela compra via internet e deixou de ser a grande novidade. O comércio, por sua vez, vai lançar as promoções seguindo a tradição norte-americana na última sexta-feira do mês de novembro”, explica Valter Moura, presidente da ACISBEC.

Apesar de a ação ser voltada para o comércio eletrônico, as lojas físicas passaram a adotar a promoção, apesar da pandemia. De acordo com pesquisas de entidades do setor, o segmento de eletroeletrônicos e utilidades domésticas deverá ser o principal destaque entre os setores.

A ACISBEC orienta e dá dicas para os comerciantes aproveitarem a data:
-preparar o estabelecimento para o aumento da demanda
-investir em divulgação on line
-planejar a campanha
-oferecer promoções atrativas para fidelizar o cliente

A Black Friday ocorre sempre na última sexta-feira de novembro, sendo considerada a quinta data mais importante para o setor, atrás de Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais.

Sobre a ACISBEC

Instituição com mais de sete décadas de existência, foi fundada em 27 de setembro de 1944 e tem como presidente Valter Moura. Instalada em sede própria com área de quatro mil metros construídos, dispõe de ampla estrutura distribuída em seis pavimentos com auditório para 400 pessoas, salas de reunião, salão de exposição para feiras e fóruns de negócios, cursos e palestras, entre outros.

Ao longo dos anos, a ACISBEC implantou serviços, projetos, realizou convênios e parcerias em benefício dos associados e comunidade. Entre os atendimentos prestados estão consulta Pessoa Física e Pessoa Jurídica; Cadastro Positivo; Certificado Digital; Certificado de Origem; ACISBEC Mobile; Cursos e Eventos e dispõe de locação de salas.

Assaltos em Santo André assustam moradores

Moradores do Parque das Nações e redondezas relatam casos recorrentes de assaltos à mão armada na região, geralmente realizados por criminosos utilizando duas motos. Porém, também se utilizam de carros e até mesmo a pé, causando o pânico nos moradores.

Em sua maioria, os casos ocorrem durante a noite e madrugada, em especial abordando e vitimando trabalhadores, indo ou voltando do trabalho. Entre as recentes vias com ocorrências, estão a Rua Colúmbia e Avenida Sorocaba. Próximo de mercado neste local, ao menos dois casos foram reportados esta madrugada (04/11), em horários próximos. Assaltantes levaram celulares e documentos das vítimas.

Está faltando alguém para por ordem como era no passado, não existia esse tipo de coisa

Morador de santo André

O comércio local também tem sido alvo dos criminosos, e os moradores relatam a falta de segurança frequente, além de pouca, ou nenhuma, presença de policiamento nas ruas. Na Itamarati, posto de gasolina, açougue e farmácia foram alguns dos alvos de roubos recentemente. A situação tem se agravado ao longo dos últimos anos, com o abandono da segurança pública nos bairros da região, apesar da presença do posto de Polícia Militar no Jardim Rina.

Os moradores ainda reportam dificuldades para registrarem boletim de ocorrência, pois o posto policial mais próximo solicita que a vítima dirigir-se para delegacia no Centro da cidade, para registrar BO. Vale ressaltar, o artigo sexto do Código de Processo Penal define a obrigatoriedade da autoridade competente proceder com averiguação dos casos. Ainda que não registre o boletim, competência das delegacias, os policiais do posto devem fazer buscas para localizar os criminosos.

Nos últimos dias, diversos casos de crimes tem ocorrido em Santo André. Incluindo arrastões em meio ao trânsito e assaltos em plena luz do dia, registrados por câmeras de segurança (confira vídeo acima, do Balanço Geral). Os moradores tentam evitar a criminalidade, instalando cercas elétricas, circuitos de monitoramento e placa de vizinhança solidária nas ruas.

Sehal reivindica redução das taxas para bares e restaurantes

Protocolo com o pedido foi assinado no gabinete do prefeito dia 26 de outubro (segunda-feira). Foto de capa: Beto Moreira, presidente licenciado do Sehal, Prefeito Paulo Serra, Wilson Bianchi, presidente em exercício do Sehal, Vereador Scarpino.

Mais uma vez, o Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) encampa luta em defesa dos estabelecimentos do setor. Tendo em vista a dificuldade dos bares e restaurantes em função da pandemia pelo novo coronavírus, o sindicato patronal reivindica, junto a Prefeitura de Santo André, a isenção das taxas de funcionamento durante seis meses na cidade.

A proposta do Sehal tem o apoio do vereador André Scarpino. O pedido foi protocolado dia 26 de outubro (segunda-feira) no gabinete do prefeito Paulo Serra com a presença do presidente em exercício do Sehal, Wilson Bianchi. O presidente licenciado, Beto Moreira, que também é empresário do setor de hospedagem, participou do encontro.

De acordo com o documento entregue ao prefeito, o Sehal pede a isenção por seis meses dos alvarás de funcionamento, de publicidade e vigilância sanitária.

“Os empresários do setor de hospedagem e alimentação sentiram bruscamente os efeitos da crise e estão lutando para sobreviver, para manter os estabelecimentos em funcionamento. Precisam dessa ajuda e esperamos, mais uma vez, contar com a sensibilização do prefeito Paulo Serra, já que o longo período de paralisação tornou muito difícil a retomada das atividades, que está sendo lenta e difícil”, explicou Wilson Bianchi.

Outro pedido – O presidente da entidade colocou também à disposição do prefeito, as amplas instalações da sede do Sehal para realizar no local o treinamento em segurança alimentar dentro das normas da vigilância. O curso é obrigatório aos empresários que estiverem abrindo estabelecimentos ou renovando seus alvarás de funcionamento. Trata-se de uma programação importante para os empresários atuarem com segurança e informação de acordo com as regras da Vigilância Sanitária. “Quem trabalha nesse ramo deve estar atualizado e ser informado a respeito de todo processo. Temos essa expertise no Sehal e, assim, podemos ajudar o empresário a evitar algum tipo de ocorrência com o seu estabelecimento. Não pretendemos onerar os cofres públicos, tampouco aos empresários, que já não suportam mais tantos ônus”, afirma Bianchi.

Sobre o Sehal

Fundado em 12 de julho de 1943, o sindicato é uma entidade sem fins lucrativos e tem como objetivo apoiar os empresários reciclando conhecimento em várias áreas. Representa cerca de nove mil estabelecimentos na Região do Grande ABC Paulista. Fornece apoio com profissionais renomados nas áreas jurídicas, sanitária, organizacional, parceria com escolas e faculdades, além de lutar pela simplificação da burocracia nos âmbitos municipal, estadual e federal com redução dos impostos e ainda contribuir para a qualificação dos empresários e trabalhadores.

Oferece ainda cursos gratuitos ou com condições especiais para associados e ministrados por professores altamente qualificados, em salas de aula equipadas com data show, cozinha completa com utensílios e insumos para as aulas práticas. É também considerado um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil em razão das diversas conquistas e expansão no número de associados.