Comércio no Dia dos Namorados deve movimentar R$ 7 bilhões SP

Vestuário, perfumaria e chocolates serão os setores mais procurados pelos consumidores no comércio, para o Dia dos Namorados.

De acordo com a pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), neste ano, as vendas de Dia dos Namorados devem apresentar um aumento de 8% em relação ao volume de vendas de 2020. A expectativa é que a data aqueça o setor varejista e provoque um equilíbrio no balanço semestral.

“O Dia dos Namorados ainda é a terceira data mais importante para o varejo. Roupas, perfumes e chocolates serão os itens mais procurados na data. Flores e acessórios também estarão presentes na lista de produtos e podem resultar em crescimento das vendas”, explica o presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff 

Mesmo com a demanda do e-commerce, a maior concentração das vendas vai permanecer no comércio físico – os shoppings e as lojas de rua  irão receber o maior fluxo de consumidores. Para a entidade, cerca de um terço das vendas será pelo ambiente virtual e o restante nas lojas físicas. Somadas, as vendas  devem chegar a R$ 7 bilhões  no estado de São Paulo.

Com mais restrições em 2020, os bares e restaurantes devem apresentar um melhor desempenho neste ano – mesmo com as limitações na capacidade de ocupação e no horário de funcionamento.

“As lojas podem aproveitar o período para oferecer promoções variadas e descontos. O objetivo é recuperar parte do seu caixa e fluxo.  Esperamos  uma aceleração na vacinação e, com isso, tenhamos um segundo semestre de recuperação do emprego e renda das pessoas. Somente a vacinação, o emprego e renda garantem a retomada consistente e contínua das vendas”, finaliza Stainoff.

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Comércio no Dia dos Namorados deve movimentar R$ 7 bilhões SP
Maurício Stainoff, presidente da FCDLESP. Foto: Divulgação

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Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália

No início do segundo semestre, precisamente em julho de 2021, a SysCoin Commerce, maior agência de ecommerce do Centro-Oeste brasileiro vai alçar voos em solo europeu. A operação SysCoin Itália promete revolucionar o processo de transformação digital do país.

Para quem sonha grande, o céu é o limite e para quem coloca os sonhos em prática todas as possibilidades não tem fim. Essa é a máxima que acompanha a SysCoin Commerce, maior agência de ecommerce do Centro-Oeste do Brasil, que começou de forma tímida, mas assertiva a mostrra o seu potencial na Capital do país. Com uma expertise e vivência no universo de negócios digitais, a SyScoin chegou no DF em 2015 e já mostrou que muito poderia agregar, transformar e solidificar as empresas do DF, do Brasil e agora do mundo.

Só em 2020, a empresa dobrou a meta estimada, alcançando 60% de crescimento e o volume transacionado na plataforma foi de 20 milhões de reais, crescendo mais de 300% em número de vendas por clientes. Além disso, com as soluções criadas pela agência, somente no ano passado 150 empresas foram beneficiadas com essa tecnologia.

O resultado disso não poderia ser diferente: a empresa cresceu, se destacou e ganhou amplitude internacional. A agência se prepara para aterrissar em solo italiano. O presidente da SysCoin Commerce, Leonardo Miranda, elenca os motivos que o levaram para chegar até esse país. “A Itália possui diversas similaridades culturais em relação ao Brasil, mas o que chama atenção é que se tratando de comércio eletrônico, hoje, estamos na 10ª posição do maior mercado de ecommerce do mundo, ficando atrás de países muito mais desenvolvidos como China, Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha

Quando olhamos para Itália, podemos ver uma oportunidade de crescimento para chegar num patamar nos próximos anos iguais ao do Brasil, em que estudos apontam que até o ano de 2023 deve ser 23.9 bilhões de euros.A Itália tem pontos favoráveis quanto à solidez do mercado europeu e de sistemas logísticos bem estabelecidos”, defende.

Leonardo elucida que o objetivo é ajudar os negócios italianos no processo de transformação digital, ofertando desde a consultoria de como vender e fazer a presença digital até o desenvolvimento de sites, lojas virtuais, sistemas, aplicativos, marketing digital e identidade visual.

Como aconteceu essa transação?
A SysCoin já havia iniciado um processo de internacionalização pelos Estados Unidos e, recentemente, iniciou uma busca por um novo país. A porta se abriu por meio de um relacionamento com um italiano que permitiu a validação e a percepção do mercado.

Ausência de digitalização na Itália
Esse estreito relacionamento fez com que o Head Commerce Europe, Gabriele Rorandelli decidisse empreender neste projeto desafiador, que, segundo ele, teve duas razões principais que o impulsionou – uma forte inspiração dada pelo ambiente de negócio inovador encontrado no Brasil, por meio da SysCoin, e por uma evidente falta de digitalização na Itália. “O que me espera por lá é um desafio muito exigente, especialmente para adaptar o modelo de negócios e a cultura da SysCoin à Itália, uma nação em grande mudança que precisa de iniciativas como esta para acelerar seu desenvolvimento digital.

Para Rorandelli, a SysCoin Itália irá focar nas pequenas empresas, que foram as que mais sofreram com a pandemia e que precisam de uma presença digital mais forte e em sintonia com os tempos modernos. A expectativa é atingir um rápido crescimento, auxiliando o máximo de pequenos empreendedores, e oferecendo uma gama mais ampla e completa de serviços, integrando as competências da empresa brasileira com a italiana.

Serviço: Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália
Endereço: CA 01, SALA 469 SHOPPING DECK NORTE – Lago Norte, BrasíliaTelefone: (61) 3968-1540Site: https://syscoin.com.br/

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Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália
Foto: Divulgação

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:  

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: soluções

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Startup recebe investimento para alavancar ecommerce mundial

Uma iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP), em parceria com a Fundação CERTI, criou o projeto Start BSB, no qual selecionou empresas inovadoras da região Centro-Oeste para incentivar o empreendedorismo local. A startup DashCommerce foi uma das empresas selecionadas, e recebe investimento até R$112.000,00, para alavancar novas tecnologias a fim de fomentar o desempenho do comércio eletrônico d. Um dos fundadores da startup, Leonardo Miranda explica a importância dessa iniciativa.

Esse movimento, que acontece em todos os Estados do Brasil, ganha força na Capital Federal e propicia oportunidades de startups e projetos inovadores ganharem visibilidade e mostrarem seus benefícios para a sociedade.

“Esse investimento é importante para conseguir contratação de pesquisadores e a ampliação de tecnologias, pioneiras pro país, como inteligência artificial e mineração de dados”, enaltece.

Startup recebe investimento para alavancar ecommerce mundial

Concebida no primeiro semestre de 2020, em período estratégico com o pico da pandemia do Covid-19 no Brasil, a DashCommerce ajuda os empreendedores na jornada de venda do ecommerce com a solução do gerenciamento da loja, pedidos e clientes de forma facilitada a um clique do smartphone. Além disso, a empresa promove a geração de insights estratégicos com a comparação com outras empresas do mesmo segmento.

Economicidade e conhecimento são valores gerados e trabalhados pela DashCommerce, que tem como objetivo ajudar o pequeno empreendedor nesse processo de transição, haja vista que nunca foi tão importante esse processo de transição para a digitalização dos negócios.

Um ganho gerado pela Dashcommerce é a redução da curva de aprendizagem dos empreendedores brasileiros, aumentando suas chances de sucesso no comércio eletrônico, bem como o ganho de eficiência operacional. A startup já atua com mais de 1200 lojas distribuídas em mais de 96 países, sendo os principais EUA, Reino Unido, Brasil e Holanda.

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