Como se preparar para uma entrevista de emprego com sucesso?

Online ou presencial, a entrevista para um novo posto de trabalho sempre é um grande desafio. Encarar um recrutador, responder as perguntas, se portar de maneira correta, usar uma roupa adequada, são muitas as dúvidas que permeiam este tema. Afinal, como se preparar, e ter sucesso, para uma entrevista de emprego?

E como se diferenciar para que a entrevista seja assertiva? Douglas Guidi, consultor de carreiras da Thomas Case & Associados, explica os primeiros e principais passos. “É importante buscar referências sobre a empresa e o perfil organizacional dela. Saber da cultura, das missões, visão e valores, para entender se ela se encaixa no que você busca como profissional”, ressalta.

O especialista em recrutamento e seleção da Thomas Case & Associados preparou algumas dicas de como se preparar para a entrevista e notar os sinais de que podem indicar boa desenvoltura.

Atente-se ao Dress Code

Entender a cultura da empresa ajuda na escolha do dress code que aproxima o candidato do dia a dia do local. “Por exemplo, não cabe terno e gravata em uma start-up de tecnologia e não vale uma camiseta em entrevista em um grande banco com cargos executivos”, explica Guidi.

Planejamento de horário

Planejar com antecedência o caminho, melhor horário e tempo de antecedência mostram organização. Chegue cedo se for um encontro presencial. Isso te dará tempo para repassar mentalmente seu discurso. É importante saber onde você vai, lembre-se que a maioria dos prédios comerciais tem a necessidade de cadastros, por isso esteja preparado e verifique se está com seus documentos.

Teste os apps de conexão se for online

Se a entrevista for virtual, teste o aplicativo de conexão com antecedência para evitar atualizações em momentos inoportunos. Desative todas as notificações que possam gerar distrações e deixe o celular sempre carregado e preparado para rotear a internet em caso de queda de energia e da rede.

Expressões corporais candidato e entrevistador

É comum ficar nervoso em uma entrevista, por isso, fique atento às expressões corporais enquanto fala, evite abaixar a cabeça e tente se fixar no entrevistador, mantendo contato visual.

O entrevistador também emite sinais de que está gostando ou não da conversa. “Sorridos, balançar a cabeça positivamente e manter o contato visual mostra que ele está interessado no eu discurso. E isso é bom”, revela o especialista da Thomas Case & Associados.

Tempo de entrevista

Se a conversa ultrapassou o horário porque fluiu de maneira positiva, pode ser um bom sinal, porém, é importante que o candidato não force esse tempo. Ele precisa ter ocorrido de forma natural, como uma demonstração de que a empresa realmente quer saber mais de você.

Bom sinal

Se o recrutador no momento da entrevista se dispôs a te mostrar as instalações, fala de pontos como remuneração, explica minuciosamente as vantagens de trabalhar naquele local e das próximas etapas do processo, indica boas chances de contratação ou de uma boa proposta. Porém lembre-se, esse convite desse ser feito pelo entrevistador, nunca pelo entrevistado.  “Se o recrutador continua a fazer perguntas ou a ‘vender’ a empresa mesmo na hora de ir embora isso pode indicar que o candidato deixou uma boa impressão”, indica Guidi.

Posso entrar em contato após a entrevista?

Sim, é recomendado perguntar o tempo de resposta e aguardar o prazo indicado. Mas se não houver o feedback, duas semanas é um prazo adequado para entrar em contato e solicitar o retorno. Isso demonstra interesse pela empresa e pela vaga.

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CONFIRA MAIS DICAS SOBRE MERCADO DE TRABALHO

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Como se preparar para uma entrevista de emprego com sucesso?
Young male candidate on post sitting on chair in office with resume in hands. Job applicant worries before talk with employer, trying to stay calm while waiting his turn on interview in waiting room

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

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Como enfrentar o desemprego e se preparar para o mercado?

Perder o emprego pode deixar a pessoa em uma posição de vulnerabilidade, se sentindo desanimada, rejeitada e com a autoestima abalada. Veja como se preparar para o mercado.

O desemprego no Brasil atinge 14,3 milhões de trabalhadores, e cerca de 5,5 milhões desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado em 2020, segundo dados do IBGE. 

Mas a longa espera por uma recolocação que parece cada vez mais distante pode ter razões que, se identificadas e trabalhadas pelo candidato, podem fazer com que o retorno ao mercado fique mais curto.

Perder o emprego não acontece apenas com profissionais de um determinado nível social ou escolaridade. Pelo contrário, o desemprego bateu na porta de homens, mulheres, idosos, solteiros, casados, etc. “Isso pode acontecer com qualquer pessoa e é muito normal. Quando a pessoa fica desempregada ela geralmente tende a se culpar, pensar que não é capaz.

Uma demissão depende de fatos internos e externos, que muitas vezes não conseguimos controlar como, por exemplo, a economia, o caixa da empresa, vendas, etc.”, esclarece a empreendedora e Estrategista de Negócios, Tânia Gomes Luz. Após uma demissão, o primeiro passo é tentar entender o que aconteceu. Alguns comportamentos podem deixar o profissional em risco, como a falta de atualização referente aos assuntos e novidades do setor, formação, falta de proatividade, etc.

“Agora, a maioria das pessoas estão preocupadas com a parte profissional. As pessoas percebem que precisam ter conhecimento em idiomas como o inglês, para melhorar o currículo e manter ou conseguir emprego. Além de conhecimentos mais abrangentes como marketing digital, mídia e afins”, destaca o Diretor da La Femme, e-commerce de calçados flats, José Augusto. Para driblar o desemprego, voltar para a sala de aula é uma das recomendações do especialista em negócios digitais, Fellipe Guimarães.“O sucesso de uma carreira está pautado em três características: competências, autoconhecimento e networking.”, acrescenta o profissional. Dicas: 

1) Avalie as opções
Não procure apenas empregos na área em que já trabalhou. Esse é o momento de abrir seus horizontes e de ganhar dinheiro, mesmo que temporariamente, com outros talentos, como artesanato, culinária, redação, marketing digital, revenda, etc. Também é possível aproveitar os recursos da rescisão para investir no sonho de empreender e abrir um negócio próprio. “A pessoa que está fora do mercado de trabalho, precisa identificar outras áreas para possível atuação.

O empreendedorismo, por exemplo, não para de crescer, abrir o próprio negócio é uma realidade muito palpável nos dias atuais. Quando criei minha empresa, a Aya Tech, foi impactante ver tudo acontecer. Tirar uma ideia do papel, torná-la real, montar um time.”, conta a CEO da Aya Tech, Fernanda Checchinato. A Aya Tech, startup de saúde e bem-estar com tecnologia altamente 100% brasileira. 

2) Qualifique-se
Caso você não possa pagar por um curso, não tem problema, existem inúmeros cursos gratuitos que além de ocupar a cabeça, podem melhorar o seu currículo. A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece cursos online, no site http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos, como  “Introdução à Administração Estratégica”, “Recursos Humanos” e “Fundamentos da Gestão de TI”, etc.

O Senai e o Sesi também disponibilizam aulas livres, sem custo, no site https://eadsenaies.com.br, com certificação. É possível escolher entre, “Fundamentos de Logística”, “Redação Administrativa”, “Comunicação no Foco Organizacional” e “Tecnologia da Informação e Comunicação”, entre outros.

No site do Sebrae (http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae) os cursos gratuitos são separados por temas, como empreendedorismo, mercado, finanças, vendas, etc. Então, é só acessar e começar.  

3) Currículo nota 10
Lembre-se: o currículo é a primeira impressão que a empresa terá sobre você, por isso, envie um documento bem escrito, organizado e sem erros de português ou de digitação.

Informe os dados pessoais — nome, telefone, e-mail e idade — atualizados. Crie um e-mail profissional e sempre fique de olho nele, porque essa é a forma de contato preferida de várias empresas.

Liste suas experiências acadêmicas (nível de escolaridade, cursos feitos) e experiências profissionais (nome da empresa, cargo, data de admissão, data de demissão e principais atividades). Não minta no currículo. Lembre-se: menos é mais, por isso, não escreva mais de 2 páginas.

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