Vacinação anual contra Covid-19, afirma Peter Piot

A Comissão Europeia lançou um video com o microbiologista Peter Piot, respondendo se será necessário a vacinação anual contra a Covid-19. “É altamente provável que precisaremos de vacinas impulsionadoras frequentes, quer isso seja a cada ano ou a cada dois anos, não sabemos. Depende por quanto tempo as vacinas nos protegem e de quantas novas variantes surgirem.”

Assista a afirmação no vídeo abaixo, ou diretamente no Youtube.

Além de Peter Piot, por aqui no Brasil o médico Fernando Ganem, novo diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês (São Paulo), afirma que os conhecimentos sobre a Covid-19 disponíveis até o momento demonstram a necessidade de realizar a imunização anual contra a doença.

“Ano que vem, vamos ter que começar a vacinar todo mundo de novo. Vai funcionar como funciona na gripe; mudam as variantes, tem fazer nova adaptação da vacina”, afirma.

Ainda segundo Ganem, o Sírio-Libanês atualmente tem registrado casos de reinfecção por Covid entre pessoas já vacinadas, mas nenhum grave ou que tenha levado o paciente ao óbito.

Portanto, recomenda-se que as pessoas continuem usando máscaras. Não apenas para se proteger contra o coronavírus, mas também contra outros vírus respiratórios que estão circulando, como o H1N1, e já provocam internações, lembrando os altos níveis de ocupação de leitos hospitalares neste momento da pandemia.

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Vacinação anual contra Covid-19, afirma Peter Piot
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Ponto de Vacinação no Mauá Plaza Shopping

Os moradores de Mauá poderão também receber a vacinação contra a Covid-19 pelo sistema convencional e de drive-thru nesta quinta-feira (17), das 9h às 16h, em um novo ponto de vacinação, que será montado no Mauá Plaza Shopping. Podem receber o imunizante nesta data, as pessoas sem comorbidade de 55 a 57 anos, além de pessoas com comorbidades e deficiência permanente (BPC) de 18 a 59 anos; pessoas com deficiência permanente sem BPC acima de 18 anos e grávidas e puérperas com e sem comorbidades a partir de 18 anos.

Os postos com as vacinas estarão disponíveis na entrada localizada próxima ao mercado Assaí. A ação segue o calendário do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Mauá e se repete também nos dias 22/6 para pessoas de 50 a 54 e 24/6, para pessoas de 45 a 49 anos.

Todos os moradores devem comparecer com o comprovante de residência, documento com foto e CPF. Além disso, é preciso que seja comprovada a comorbidade ou condição que viabilize a aplicação da vacina para o munícipe.

Para saber mais sobre as datas, grupos que têm direito a vacinação e todos os documentos necessários para receber o imunizante, acesse o site o da prefeitura: https://www.maua.sp.gov.br/vacinacao.aspx

Serviço:

Vacinação contra a Covid

Mauá Plaza Shopping

Endereço: Av. Antônia Rosa Fioravanti, 1000

Datas: 17, 22 e 24 de junho

Horário: 09h às 16h

Sobre o Mauá Plaza Shopping

Inaugurado há 19 anos, o Mauá Plaza Shopping é um empreendimento que possui uma área bruta locável de 50.000 m², consolidando seu modelo de negócio diferenciado, que busca atrair investimentos que reforçam o mix de produtos e serviços com marcas exclusivas e inéditas. Atualmente o shopping possui mais de 250 operações.

Mais informações: http://www.mauaplaza.com.br/

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Ponto de Vacinação no Mauá Plaza Shopping
Foto (ilustrativa): Helber Aggio

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Trabalhadores da limpeza em Ribeirão Pires serão vacinados contra Covid

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Pires vacina, a partir desta quinta-feira, dia 10, os trabalhadores de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. A imunização ocorrerá no Complexo Ayrton Senna (av. Valdírio Prisco, 193), das 8h às 16h, para pedestres e também em formato drive thru. A vacina ofertada será AstraZeneca/Fiocruz.

Conforme definido pela lei 14.026/2020 – limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos são constituídos pelas atividades e pela disponibilização e manutenção de infraestruturas e instalações operacionais de coleta, varrição manual e mecanizada, asseio e conservação urbana, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos domiciliares e dos resíduos de limpeza urbana.

Para receber a vacina, o trabalhador deverá comprovar atuação na área através de Declaração de Atividade emitida pela empresa localizada em Ribeirão Pires, CPF e documento que comprove atuação exercício da função: Carteira de Trabalho, Holerite, RPA (Registro de Pagamento Autônomo) ou MEI (Micro Empreendedor Individual), ISS (Imposto Sobre Serviço) ou CMC (Cadastro Municipal de Contribuintes)

Trabalhadores de cursos livres e profissionalizantes

Profissionais da Educação de cursos livres e profissionalizantes também serão vacinados contra a Covid 19. Basta ser maior de 18 anos e comprovar atuação na área por meio de um dos documentos: Carteira de Trabalho, Holerite, RPA (Registro de Pagamento Autônomo) ou MEI (Micro Empreendedor Individual), ISS (Imposto Sobre Serviço) ou CMC (Cadastro Municipal de Contribuintes), além de Declaração de Atividade emitida pela instituição localizada na cidade e CPF.

 Foto: Profissionais da limpeza urbana serão contemplados a partir de amanhã

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Emílio Figueira, escritor com paralisia cerebral, lança livro ”Ventos nas Velas”

Diante das incertezas que pairam a vida neste momento de pandemia da Covid-19, a obra de Emílio Figueira faz uma reflexão de que ao não saber de que lado os ventos virão, as coisas sempre acontecem com a permissão de cada um.

Segundo uma pesquisa da Nielsen Brasil e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mais de 3,7 milhões de livros foram vendidos em fevereiro deste ano. O número representa um crescimento de 18,69% no volume de exemplares vendidos em comparação com o mesmo período do ano passado. 

O segundo Painel do Varejo e Livros no Brasil mostra que o interesse pela leitura tem aumentado durante a pandemia. De acordo com o levantamento, houve aumento de 12,59% no indicador numérico do livro comercial.

Na onda dessa alta na literatura está a obra ‘’Ventos nas Velas’’, uma novela literária que aborda histórias de desilusões, perdas físicas, materiais e problemas de saúde, como a Covid-19, onde ninguém pode evitar.

Emílio Figueira, com paralisia cerebral, por conta de uma asfixia durante o parto, autor de uma vasta produção científica, psicólogo, psicanalista, teólogo independente, com cinco graduações e dois doutorados, destaca que as pessoas têm duas opções na vida: passar todo o tempo se lamentando ou reagir, sair da zona de conforto e ter atitude de mudar o próprio destino.

Ele comenta que como não se sabe de que lado virão os ventos, as coisas sempre acontecem quando se permite que eles batam nas velas dos barcos para, assim, navegar sem traumas ou amarras do passado.

Em Ventos nas Velas surgem histórias de personagens com dependências emocionais originadas no passado que precisam se redescobrir no meio do caminho, percebendo que nunca é tarde para serem felizes, minimizando dores conscientes ou inconscientes. Além disso, retrata a vida de muitos brasileiros neste momento tão delicado em que o país se encontra, com dificuldades financeiras, emocionais, físicas e de saúde.

Sobre o livro: Ventos nas Velas é uma novela literária com personagens de diferentes perfis, interligados, mostrando que ter desilusões, perdas físicas, materiais ou problemas de saúde é algo que ninguém pode evitar.

O importante, segundo o livro que foi readaptado durante o período de isolamento social, será o que fazemos a partir delas. Podemos passar a vida lamentando ou reagir, sair da zona de conforto, tendo atitude para mudar nosso próprio destino. 

A obra, que tem dois capítulos disponíveis de forma gratuita através de sítio eletrônico, destaca que como nunca se sabe de que lado virão os ventos, as coisas acontecem sempre que é permitido que eles batam nas velas dos barcos para, assim, navegar sem traumas ou amarras do passado. A vida precisa ser um eterno movimento sem medo rumo ao futuro e ao inesperado, onde as histórias frustradas também podem ter finais felizes.

Serviço

Versão digitalwww.amazon.com.br
Versão impressahttps://agbook.com.br/

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Emílio Figueira, escritor com paralisia cerebral, lança livro ''Ventos nas Velas''

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Dia Mundial sem Tabaco: SBOC alerta sobre maiores riscos de câncer e COVID-19

Em 31 de maio é celebrado o ‘Dia Mundial sem Tabaco’, data de conscientização sobre os riscos que o tabagismo acarreta à saúde – entre eles, o surgimento e o agravamento de uma série de tipos de câncer, não apenas do pulmão.

Diante de sua histórica atuação para o controle do tabagismo no Brasil e em meio à pandemia de COVID-19, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) alerta para os riscos ainda mais elevados de infecção pelo SARS-CoV-2 em fumantes.

Estudos epidemiológicos recentes mostraram que usuários de tabaco têm 34% mais chances de contrair doenças da família influenza, incluindo a infecção pelo novo coronavírus1. Entre adolescentes e jovens adultos, o diagnóstico da doença foi 5 vezes maior entre usuários de cigarros eletrônicos e 7 vezes maior entre aqueles que combinam essa opção com o cigarro de papel2. Além disso, de todos os casos de câncer de pulmão no Brasil, 90% são causados pelo tabagismo.

Segundo a presidente da SBOC, Dra. Clarissa Mathias, o maior risco de infecção ocorre porque o pulmão do fumante apresenta áreas inflamadas, causadas pelo uso do tabaco. “A fumaça e as toxinas do cigarro possuem efeito imunossupressor, ou seja, são responsáveis por uma maior vulnerabilidade a infecções por vírus e bactérias. Essas inflamações também são um fator de risco para complicações e agravamento da COVID-19”, explica.

Além dos riscos em relação ao coronavírus, o consumo do tabaco traz diversos prejuízos ao organismo. “O tabagismo é o maior responsável pela grande incidência de câncer de pulmão no Brasil: cerca de 90% dos casos são causados pela substância. Atualmente, ele é um dos tipos mais letais entre homens e mulheres, chegando a atingir uma taxa de mortalidade de 13 e 11%, respectivamente”, adverte Dra. Clarissa.

Outros tipos de câncer também podem ser desenvolvidos em fumantes, como o de bexiga, cabeça e pescoço e pâncreas. “O tabaco ainda é responsável pela redução da cicatrização, envelhecimento precoce e doenças coronarianas e vasculares”, complementa.

De acordo com a presidente da SBOC, especialista em tratamento de pacientes com câncer de pulmão, o grande desafio para o tratamento do câncer neste órgão é o diagnóstico precoce. “Normalmente, os sintomas aparecem quando o tumor já está em estágio avançado, como falta de ar excessiva, tosse persistente, dor no peito, escarro com sangue, pneumonia ou bronquite recorrente, perda de peso, entre outros.

Por isso é tão importante que haja a implantação de programas de rastreamento da doença, que conta com exames simples de radiografia e tomografia de tórax. Com o diagnóstico precoce é possível reduzir o risco de morte do paciente em 20%”, explica. As recomendações para a realização dos exames de rastreamento são, majoritariamente, para pessoas acima dos 55 anos com histórico tabagista, ou seja, que sejam fumantes ou que não tenham fumado nos últimos 15 anos.

Dia Mundial sem Tabaco e pesquisas na área

Recentemente, houve avanços representativos no tratamento de pacientes com câncer de pulmão. “Duas conquistas muito importantes foram o desenvolvimento da imunoterapia, medicamentos que estimulam o sistema imunológico a para reconhecer e destruir células cancerígenas de forma mais eficaz; e da terapia alvo, que ataca especificamente essas células, provocando poucos danos àquelas ainda saudáveis. Ambos os tratamentos podem melhorar e prolongar a vida do paciente em muitos anos”, declara Dra. Clarissa.

A mensagem da SBOC para a prevenção do câncer de pulmão, e dos demais tipos que podem ser desenvolvidos por meio do tabagismo, é para que haja a redução ou interrupção do consumo da substância. “Os cigarros, tanto o de papel como o eletrônico, possuem toxinas que viciam seus usuários, por isso é importante evitar o início do uso, cortando a possibilidade de dependência”, recomenda Dra. Clarissa.

Ademais, a entidade reitera a importância da vacinação contra a COVID-19 em pacientes oncológicos, classificados como grupo de risco para complicações causadas pelo coronavírus, com risco de óbito por volta de 26%, muito acima do que na população geral, que fica entre 2 e 3%3. Por isso, todos podem e devem ser vacinados, exceto aqueles que apresentam algum tipo de reação alérgica aos insumos da vacina.

Serviço

Guia de Vacinação para Pacientes Oncológicos

Infográfico: Tabagismo e Câncer de Pulmão

Referências

  1. Lawrence H, Hunter A, Murray R, Lim WS, McKeever T. Cigarette smoking and the occurrence of influenza—-systematic review. J Infect. 2019;79:401—6, http://dx.doi.org/10.1016/j.jinf.2019.08.014.
  2. Gaiha SM, Cheng J, Halpern-Felsher B. Association between youth smoking, electronic cigarette use and coronavirus disease 2019. J Adolesc Health. 2020;67:519—23, http://dx.doi.org/10.1016/j.jadohealth.2020.07.002.
  3. Rüthrich MM, Giessen-Junt C, Borgmann S, et al.COVID-19 in cancer patients: clinical characteristics and outcome-an analysis of the LEOSS registry.Ann Hematol 2020; Online ahead of print. Doi: 10.1007/s00277-020-04328-4

SOBRE A SBOC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE ONCOLOGIA CLÍNICA

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é a entidade nacional que representa mais de 2,4 mil especialistas em oncologia clínica distribuídos pelos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Fundada em 1981, a SBOC tem como objetivo fortalecer a prática médica da Oncologia Clínica no Brasil, de modo a contribuir afirmativamente para a saúde da população brasileira. É presidida pela médica oncologista Dra. Clarissa Mathias, eleita para a gestão do biênio 2019/2021.

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Dia Mundial sem Tabaco
Dia Mundial sem Tabaco. Foto de Anna Shvets no Pexels

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Economia solidária é uma das soluções para recuperação pós-pandemia

CEO do Instituto LIVRES – organização do terceiro setor que atua desde 2006 com propósito de oferecer desenvolvimento integral às comunidades que habitam em áreas do sertão do Brasil, Clever Murilo Pires, aponta a economia solidária como uma das soluções para o planeta no pós-crise derivado da pandemia.

O executivo é mestre em Economia de Empresas e conhece a fundo as mazelas das comunidades menos favorecidas e minorias devido à sua atuação no terceiro setor e mais de 20 anos de experiência em gestão.

No LIVRES, é responsável pela gestão financeira e executiva, plano de ações anual, orçamento, plano de abrangência de atividades operacionais, contabilidade e parte legal, prestação de contas (origem e aplicação dos recursos), integração financeira das organizações parceiras, projetos institucionais e receita captação nacionais e internacionais, desenvolvimento do plano estratégico de curto, médio e longo prazo, formação e treinamento de equipes, e desenvolvimento de negócios e inovação.

Também atua na implantação de métodos de gestão avançada aplicados em exclusividade, desenvolvimento de lideranças, gestão e indicadores de performance, gestão de metas por resultados quantitativos e qualitativos, alinhamento e redirecionamento do resultado com plano estratégico.

Cenário

O mundo chegou a MAIS DE 3 milhões de mortes por Covid com piora da pandemia na América do Sul.

A pandemia acelerou discussões que não giram em torno apenas da saúde e a busca pela cura promoveu também busca por soluções para a ciência e tecnologia. Além disso, foram evidenciados problemas como as deficiências sociais e econômicas vigentes.  

A explosão da doença manifestou efeitos distintos nas camadas sociais e minorias, como: mulheres, povos indígenas, pessoas com deficiência, comunidades marginalizadas, jovens e pessoas com contratos de trabalho precários ou da economia informal, por exemplo.

As Nações Unidas chegaram a montar uma Força-Tarefa Interinstitucional sobre Economia Social e Solidária (TFSSE) para promover esforços coordenados internacionais, aumentando a visibilidade da Economia Social e Solidária como solução na recuperação pós-crise da Covid-19.

Alternativa

Para além das agendas progressistas ou neoliberais, a economia solidária pode ser implantada com equilíbrio pensando em uma relação ganha-ganha, que será fundamental para a recuperação da pandemia.

O objetivo é equilibrar as relações de trabalho em um ambiente totalmente transformado pelos impactos do coronavírus com destaque para: uso constante da tecnologia, home office, atenção para saúde mental, profissionais multidisciplinares, cultura de startups e outras.

Fonte

Clever Murilo Pires – CEO e Mentor de Gestão

Contador FUMEC e Administrador de Empresas FIEMG, Pós-graduado em Gestão de Custos IETC, MBA em Gestão Estratégica de Negócios – NP e Mestre em Economia de Empresas FEAD/PUC MINAS, com especializações em Planejamento Estratégico – BSC, GPD, GMD e PDCA,  Finanças Corporativas e Valuation (IBMEC e INSPER), Digital Transformation – MIT, MKT Digital – USP, Live MKT ESPM,  CEO – FDC, entre outras, inclusive voltadas para o terceiro setor.

Mentor pela  Rocket Mentoring Scholl. Capacitado em técnicas de Lideranças pela Crescimentum e Coaching Profissional – ICF em andamento – (International Coaching Federation).

Mais de 20 anos de experiência profissional em empresas de diversos segmentos, nas áreas de Gestão, Finanças estruturadas e expansão ,Contabilidade, Compliance, Administração, Project Finance, Fusões e Aquisições/M&A, Gestão Baseada em Valor, Custos e Orçamentos, cultura orçamentaria, Business Plan, empreendedor social, coaching de gestão, Estratégias para legado, e Desenvolvimento de negócios; startups, atuando como Diretor de Controladoria, CFO e CEO.

Atuou na estruturação de operações de fusão/aquisição e equity via Fundos de Investimento incluindo startups em potencial de escala.  Palestrante em empresas e entidades acadêmicas com temas voltados para Gestão, Finanças, Liderança, Potencial de Desempenho, Formação de equipe de alta performance, Balanced Scorecard, Controladoria, Eficiência e Eficácia da Contabilidade no Negócio e Business Plan – Crescimento e Valoração da Empresa, dentre outros. E também  Empreendedor na startup: iOásis.

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Cadê o laudo?

Decisões estapafúrdias e criminosas, no mais puro nível de lixo jurídico, foram tomadas por governadores e prefeitos, com o aval do STF. Decisões estas que só me fazem perguntar: Cadê o laudo?

Não houve laudo comprovando que lockdown funciona. Não houve laudo comprovando que ônibus cheio não transmite coronavírus. Não houve laudo comprovando que proibição de circulação em determinadas horas dificultam a propagação da covid-19.

Os governadores e prefeitos criminosos que cuspiram na Constituição e estupraram os direitos fundamentais não apresentaram um laudo para comprovar cientificamente a eficácia das medidas restritivas.

O Judiciário e o Ministério Público não apresentaram laudo para justificar a perseguição política que fizeram contra aqueles que não realizaram restrições. Mas o que dizer de um Judiciário e Ministério Público que violaram sexualmente o direito de ir e vir? Os magistrados apresentaram laudo que comprovava a medida imposta em suas liminares e sentenças? Os membros do Ministério Público apresentaram laudo que justificava as ameaças feitas em seus ofícios?

O que é preciso entender é que os operadores do Direito no Brasil, de modo geral, são idiotizados. Ou seja, pensam apenas naquilo que orbita a si mesmo, dentro de uma bolha de convivência em que todos concordam com tudo, ou estão fora. A classe universitária, da qual os operadores do Direito fazem parte, é plenamente estupidificada em si mesmo.

A elite intelectual Brasileira, sobretudo a jurídica, acredita no Jornal O Globo e na Folha de São Paulo. Acreditam piamente. Essa velha mídia está aí justamente alimentada por uma elite brasileira, que passa adiante o que lê nesses dois jornais, validando uma coletânea de mentiras.

Então vamos às fake news. Donald Trump usou esse termo para designar a CNN, principalmente um de seus jornalistas. Esse termo, fake news, não significa “notícia falsa”, mas sim “notícia fraudulenta”. Fake news é uma notícia fraudulenta, ou seja, uma notícia que tem elementos de verdade e elementos de mentira. Algo na notícia é verdadeiro, mas as conclusões (ou normalmente, a manchete) é falsa, e não condiz com os elementos verdadeiros.

Assim, o laudo seria um elemento verdadeiro. Mas não há laudo. E quando há laudo, o mesmo é, de toda forma, destruído, para que as fake news sejam superiores à verdade. As notícias fraudulentas são superiores a tudo. Inclusive à verdade. Cadê o laudo?

Não sabemos, mas os direitos foram destruídos por todo lado por parte de Governadores e Prefeitos com alianças incomuns com o Partido Comunista Chinês, com o apoio do pior Judiciário do mundo, e do pior Ministério Público do planeta. Cadê o laudo? Não tem. Mas destruição de vidas humanas, tem sim. Bastante.

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Cadê o laudo?
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Vacina Convidecia é analisada pela Anvisa, para uso emergencial

Na terça-feira (18) a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu um pedido de autorização temporária para uso emergencial, em caráter experimental, da vacina contra a Covid-19 chamada Convidecia e será analisada. O pedido foi feito pela empresa Belcher Farmacêutica, representante do laboratório chinês CanSino Biologics no Brasil. A análise da documentação já foi iniciada.

Em março, antes da formalização do pedido, a Anvisa realizou duas reuniões com representantes do laboratório CanSino onde foram apresentados os procedimentos necessários e as informações que a empresa deveria fornecer para a análise. A Agência deve se manifestar em até sete dias úteis, caso todos os requisitos legais tenham sido cumpridos pela empresa solicitante.

O imunizante da CanSino é produzido a partir de um adenovírus humano não replicante e é oferecido em apenas uma dose. Os ensaios clínicos da vacina foram desenvolvidos no Paquistão, Rússia, Chile, Argentina e no México.

Fonte: Brasil 61

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Vacina Convidecia é analisada pela Anvisa, para uso emergencial
Foto: Reprodução Brasil61

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Coronavírus como arma biológica? Vaza informação militar na China

Aquele tipo de notícia que a velha mídia jamais noticiaria: vazou documento militar chinês de cinco anos nos quais se discutiu o uso de um vírus SARS, da mesma família do Coronavírus, como arma biológica contra inimigos do Partido Comunista Chinês, bem como para causar medo na população. O furo de reportagem pode ser conferido na própria emissora australiana que informou para o mundo o achado (https://www.youtube.com/watch?v=kuKPBur_TiI).

No Brasil, o primeiro portal de notícias a transmitir a informação traduzida foi o Terça Livre TV, no qual informou que ontem, domingo, 09/05/2021, a apresentadora do jornal Sky News, Sharri Markson, noticiou detalhes do documento produzido por cientistas militares chineses, que discutiram como o coronavírus pode ser usado como arma biológica. O documento foi elaborado cinco anos antes da pandemia atual.

Foi descrito no documento que o vírus chinês seria uma nova era de armas genéticas, podendo o vírus ser manipulado artificialmente em uma doença humana emergente de um vírus, então transformados em armas e liberados de uma forma nunca vista antes. O nome do artigo chinês, traduzido para o português, é “A origem não-natural da SARS e das novas espécies de vírus sintéticos como armas biológicas genéticas”. Importante ressaltar que um dos autores do documento é Lee Feng, ex-vice-diretor do Bureau de Prevenção de Epidemias da China.

O documento também informa que a recém descoberta capacidade de congelar e secar microrganismos tornou possível armazenar agentes biológicos e pulverizá-los durante os ataques, e que ataques com armas biológicas são mais bem conduzidos durante o amanhecer, crepúsculo, noite ou tempo nublado, porque a luz solar intensa pode danificar os patógenos.

Como se não bastasse, o documento também informa que os principais impactos incluem uma sobrecarga no sistema de saúde do local atingido, e os ataques com armas biológicas têm um efeito muito mais prolongado do que os ataques convencionais, como explosivos. Um ponto considerado no documento é que um vírus pode levar a doenças contagiosas que podem ser transmitidas por vários meios, bem como as armas biológicas não só causarão morbidez generalizada e mortes em massa, mas também induzirão uma pressão psicológica formidável que pode afetar a eficácia do combate.

Em outros pontos, o documento continua alegando que, assim como em outros desastres, as pessoas viverão com medo de ataques por um período considerável de tempo após um ataque, causando danos psicológicos breves ou duradouros, evidenciando que o terror psicológico que as “bioarmas” podem causar é assustador. A jornalista finalizou a situação dizendo que embora as agências de inteligência suspeitem que a Covid-19 pode ser o resultado de um vazamento acidental de um laboratório de Wuhan, não há sugestão de que foi uma liberação intencional.

No entanto, esse artigo secreto militar oferece uma visão rara de como os cientistas de uma das universidades militares mais proeminentes do Exército chinês, no qual altos níveis de pesquisa de defesa foram conduzidos, estavam pensando sobre arma biológica.

Resta saber se a CPI da Covid, no Senado Federal, vai chamar o embaixador chinês para prestar depoimento, ou se os Senadores são apenas homens de geleia, como sempre suspeitamos.

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Mães internadas em Santo André são homenageadas

Neste domingo (9) as mães internadas nos dois hospitais de campanha de Santo André foram homenageadas. Celebrando o Dia das Mães, a Orquestra Magistrale, com músicos do Projeto Locomotiva, realizou apresentações musicais no ginásio do Complexo Pedro Dell’Antonia e na UFABC (Universidade Federal do ABC).

Enquanto ouviam as músicas, as mães receberam cartas enviadas pelos filhos. Entre as canções tocadas estavam “Anos dourados”, “Eu sei que vou te amar”, “Fascinação”, “Hallelujah”, “Como é grande o meu amor por você” e o tema do filme “A Bela e a Fera”.

“Santo André homenageia e se solidariza com cada paciente e com cada herói e heroína da Saúde, na linha de frente do combate à Covid-19. Pessoas que doam vida para salvar vidas. Mães que cuidam de outros filhos, para garantir proteção e recuperação. Por isso, a nossa solidariedade e apoio”, destacou o prefeito Paulo Serra.

No ano passado a data também foi celebrada, com apresentação de um enfermeiro do hospital de campanha Pedro Dell’Antonia que, com um violão, tocou as músicas pedidas pelas mães internadas naquele momento. “Nós usamos estas estratégias de humanização com o objetivo de deixar os pacientes acolhidos e mais tranquilos neste momento em que passam por esta doença tão difícil longe de seus familiares”, afirmou o superintendente dos hospitais de campanha de Santo André, Victor Chiavegato.

Humanização – Além destas ações, a Prefeitura de Santo André segue buscando sempre humanizar o atendimento, realizando videochamadas com os familiares dos pacientes em tratamento de Covid-19 e passando boletim médico ao parentes diariamente via telefone. Outra iniciativa foi o uso dos crachás dos funcionários sorrindo, estabelecendo uma relação mais próxima entre a equipe e os munícipes internados.

| Texto: Daniele Vieira
| Fotos: Helber Aggio/PSA

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Mackenzie cresce na modalidade a distância e destaque para o presencial

Chat e WhatsApp, utilizados pela primeira vez pela instituição na captação, foram responsáveis pela melhoria do relacionamento em toda a jornada do potencial aluno, Mackenzie cresce na modalidade a distância.

Na contramão do atual cenário do setor de educação superior, conseguindo atingir a mesma meta de 2020 na captação de novos alunos para a graduação presencial, o Mackenzie comemora a estabilidade do momento. Para que obtivesse esses resultados, a Instituição contou com os serviços da Persone Educação (https://persone.com.br/), birô de vendas especializado em conversões de matrículas.

A performance do setor em 2021 sente as consequências da pandemia do novo coronavírus, que atingiu o mundo há mais de um ano. O cenário atual é de queda no índice de alunos ingressantes em faculdades particulares, com uma redução estimada em 13%, comparado ao ano passado, segundo dados do Semesp, divulgados no final de março.

Diante do cenário, a instituição conseguiu não só manter a estabilidade para os cursos de graduação presencial, mas também se destacar nos cursos de pós-graduação a distância. “Entendemos que o fato de mantermos a conversão para graduação presencial, muito parecida com a do ano passado, foi uma grande conquista. A atuação da Persone com as ferramentas de Chat, WhatsApp e telefonia, bem como a gestão dos processos e indicadores utilizando as tecnologias adquiridas pela instituição, contribuíram para que o Mackenzie não só mantivesse, mas melhorasse, a performance na captação de novos alunos”, conta Mariana Alves de Miranda, coordenadora de marketing do Mackenzie.

“Ainda estamos trabalhando junto com o time do Mackenzie para finalizar a automação dos processos que estão suportados pelo CRM, adquirido pela instituição, porém, já é possível identificar uma significativa melhora na gestão dos dados e processos, o que permite o aumento da produtividade, eficiência e controle. E, acima de tudo, procuramos proporcionar aos candidatos uma experiência de atendimento diferenciada, com uma equipe de vendas que atua com uma abordagem consultiva, o que gera engajamento e fortalece o relacionamento com os potenciais alunos”, explica Helen Toyama, CEO e fundadora da Persone Educação, sobre os resultados obtidos.

A tecnologia é um dos pilares na automação e conversão de leads, fundamental para otimizar o processo de captação de novos alunos. Paralelo a isso, é importante ressaltar que a tecnologia é suportada pela definição e implantação de processos, bem como um time qualificado e treinado para utilizá-la.

Em uma comparação com o cenário antes da pandemia, a coordenadora de marketing explica os ganhos com a parceria. “Expandimos a atuação e atenção despendida ao lead, assim como o retorno às necessidades apresentadas por meio das ferramentas de Chat, WhatsApp e formulários, melhorando o relacionamento e o acompanhamento do potencial aluno em toda a sua jornada”.

Além do investimento em tecnologia e aposta em uma empresa que não só fizesse o atendimento aos futuros alunos, mas também que agregasse valor ao negócio, o Mackenzie também teve que traçar rotas e dar andamento a algumas estratégias no que tange ao ensino, como: adquirir plataformas digitais altamente preparadas para as aulas de graduação e pós-graduação, para fornecer aulas on-line ao vivo, com diversas possibilidades de interação, também aumentou a capacidade dos servidores e capacitou o corpo docente, para melhor utilização da tecnologia, além de outras iniciativas.

Sobre o Mackenzie

O Mackenzie é uma instituição centenária construída sobre os pilares da educação, da confessionalidade e da filantropia. Nascido em 1870, já se baseava no ensino de qualidade, sem fazer distinção entre as pessoas e suas origens, investindo no ser humano de maneira integral.

Sua visão cristã reformada permite educar e cuidar das pessoas, criadas à imagem de Deus, para o exercício pleno da cidadania. Voltado para as ciências humanas e divinas, o Mackenzie está comprometido com a responsabilidade social, ambiental, e em constante busca da excelência acadêmica e de gestão.

Hoje, o Mackenzie atua em cinco estados brasileiros e conta com uma infraestrutura crescente, que atende pessoas desde a educação básica até o ensino superior, atuando também na área da Saúde, por meio de hospitais, na Agropecuária e ensino profissionalizante, por meio de suas escolas técnicas e fazenda-escola.

Para cumprir sua missão de cuidado e educação integral, o Mackenzie sempre teve o esporte como uma de suas bases, carregando desde sua origem nomes de destaque em diversas modalidades, e expandindo ano a ano os investimentos em atletas olímpicos e paralímpicos. O esporte é parte da história do Mackenzie, e o Mackenzie é, sem dúvida alguma, um protagonista na história do esporte.

Em seu projeto estratégico de expansão, a Instituição traçou novos rumos, que permitiram ao Mackenzie alcançar novas cidades e estados brasileiros, contando agora com dois hospitais, uma faculdade de medicina, além das escolas técnicas e fazenda-escola, reforçando ainda mais sua atuação na área da Saúde, Agropecuária e Educação. Para além do preparo de profissionais, o Mackenzie se preocupa integralmente com pessoas.

Sobre a Persone

Empresa de soluções em atendimento e vendas, formada por profissionais que atuam há mais de 18 anos nos segmentos de Tecnologia e Educação, fornece consultoria e outsourcing de processos, sistemas e equipe de vendas.

A Persone dispõe de uma equipe especializada em implantação, gestão e execução de operações de vendas, retenção, relacionamento e atendimento ao cliente.

Utilizando as mais diversas tecnologias – sistemas de CRM, CTI, chat, chatbot, inbound, BI, e-mail marketing, SMS e WhatsApp, a Persone executa o processo de vendas do início ao fim.

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Mackenzie cresce na modalidade a distância e destaque para o presencial
Mackenzie cresce na modalidade a distância e destaque para o presencial. Foto: Divulgação

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia

A prática de extorsão – roubo de dados pessoais de pacientes e mesmo de clínicas e hospitais, com ameaça de vazamento caso não seja feito pagamento – está entre as mais comuns relacionadas com o aumento de ciberataques, alerta especialista.

O agravamento da pandemia de Covid-19 no Brasil é acompanhado por um aumento nos ciberataques contra instituições e profissionais da área de saúde. Diante desse cenário, uma empresa brasileira especializada em segurança na internet – a Apura – alerta: os cuidados precisam ser ainda mais rigorosos, incluindo a adoção de práticas de prevenção contra essas investidas. É um perigo real, que tende a se acentuar, adverte a organização.

Além de infringir um direito básico, o da privacidade de profissionais e pacientes, os ciberataques afetam diretamente os custos das empresas. De acordo com a mais recente edição (2020) do relatório anual do Ponemon Institute, da IBM Security, entre os segmentos de mercado é o de assistência médica que registra os maiores custos decorrentes das violações de dados em todo o mundo. Cada violação custou em média: US$ 7,13 milhões. A pesquisa envolveu 524 organizações e 3,2 mil entrevistados de 17 países e regiões (entre eles o Brasil).

Com mais de 25 anos de experiência em segurança em tecnologias da informação, o fundador e CEO da Apura, Sandro Suffert, observa que a sobrecarga de trabalho de médicos, consultórios, clínicas, hospitais e instituições afins deixa o setor ainda mais vulnerável à investida de cibercriminosos. O excesso de demanda e o foco prioritário na prevenção e combate à pandemia não podem, contudo, deixar em segundo plano a preocupação com a segurança de sistemas e bancos de dados.

De acordo com Suffert, as investidas do cibercriminosos visam, sobretudo, vantagens financeiras. É a extorsão pura e simples. A prática mais recorrente é a seguinte, explica o especialista: por meio de mensagens, de conteúdo falso, criminosos instalam um tipo de software, denominado ransomware, por meio do qual os dados da clínica ou hospital são bloqueados. São dados tanto da empresa como de pacientes – incluindo prontuários e outras informações particulares.

O ransomware faz a criptografia dos dados e, para a liberação, os cibercriminosos cobram das empresas médicas e profissionais o pagamento de resgate em criptomoedas, ou, até mesmo, depósito bancário. Caso o pagamento não seja feito, a ameaça é a de exposição dos dados e informações. Sem saída, com receio de que a ameaça seja cumprida e dados pessoais e sigilosos de seus pacientes ou clínicas venham a ser vazados, não raro as vítimas se veem obrigadas a ceder à pressão.

MERCADO ‘UNDERGROUND’

Na penúltima semana de abril, foi revelado que um mercado ‘underground’ de credenciais de acesso remoto a sistemas Windows, mais especificamente de Remote Desktop Protocol (RDP), teve as informações capturadas por pesquisadores de segurança. Mais de 1,3 milhões de credenciais estavam sendo negociadas no mercado, sendo a maioria pertencentes a Brasil, Índia e Estados Unidos e muitas de organizações da área da saúde. O acesso via RDP é uma das formas mais utilizadas por criminosos para obter acesso indevido a sistemas das empresas.

Além de contar com esse mercado ilegal de credenciais, Suffert destaca que os atacantes se aproveitam de sistemas mal configurados, com senhas fracas ou senhas padrão, sem múltiplo fator de autenticação, para penetrarem nas organizações, inclusive nas da área da saúde.

Outro problema que tem realçado a fragilidade da segurança cibernética nas organizações de saúde é a exposição pública de informações e sistemas na internet de forma acidental. Recentemente, um analista de segurança identificou uma falha em um servidor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que dava acesso a informações de gerenciamento de vacinas, dados de pesquisas e até informações de funcionários da fundação. O acesso a esse sistema poderia potencialmente até permitir o desligamento de freezers ou alteração de temperaturas, o que poderia colocar em risco o armazenamento de vacinas.

A Fiocruz consertou a falha antes que se tornasse de conhecimento público e alegou que o servidor servia apenas para testes e que todas as informações disponíveis eram fictícias e que nenhum sistema esteve efetivamente em risco.

Caso semelhante ocorreu em fevereiro deste ano, quando a configuração errada de uma página do Ministério da Saúde expôs os dados de pacientes e servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas ocorrências vêm ressaltar a necessidade de um foco mais atento à segurança dos sistemas de todas as empresas, em especial as do ramo da saúde, nos quais um ataque pode ter consequências muito mais danosas do que simples vazamento de informações, ressalta Sandro Süffert.

WHATSAPP NA MIRA

Além desses ataques a bancos de informações e sistemas de dados de estabelecimentos de saúde, Sandro Suffert cita outro tipo recorrente de investida: o envio de mensagens (geralmente por WhatsApp) a médicos e outros profissionais de saúde, e mesmo a pacientes desses profissionais, com links falsos. Trata-se do chamado phishing, comumente empregado em ciberataques voltados a outras áreas também.

As mensagens têm conteúdo, linguagem e aparência que soam como reais, contudo, se configuram em armadilhas. O phishing é utilizado para “pescar” dados pessoais e confidenciais, como número e detalhes do cartão de crédito, senha, entre outras informações que abrem caminho para os criminosos realizarem suas fraudes.

Um exemplo desse golpe é de uma clínica odontológica do Paraná que teve seu WhatsApp invadido. Uma mensagem falsa foi enviada aos pacientes sobre o sorteio de um carro; para participar, eles teriam que responder via SMS com um ok, deixando seus aparelhos vulneráveis a ataques.

Veja a mensagem abaixo:

Aumento de ciberataques

DICAS DE PROTEÇÃO

Confira recomendações da Apura, especializada em segurança cibernética, voltadas principalmente à prevenção de ataques contra estabelecimentos e profissionais de saúde:

  • As empresas médicas devem manter sistemas operacionais com versões atualizadas e com as configurações adequadas. Para isso, é importante ter o suporte de especialista;
  • Elas devem, também, promover a cultura da cibersegurança entre a equipe de colaboradores. Isso inclui instruir os funcionários quanto à escolha, uso e atualização de senhas, bem como a desconfiar de e-mails ou mensagens que solicitem informações institucionais e pessoais. E, é claro, a não abrir anexos ou clicar em links suspeitos;
  • Tanto aos pacientes quanto aos colaboradores é imprescindível desconfiar de promoções, brindes, descontos e ofertas similares que soem muito vantajosas. Antes de clicar em links, é importante pesquisar sobre a empresa anunciante, ou mesmo averiguar se há alguma notícia de golpe relacionada ao fato;
  • Atenção aos aplicativos: para baixar qualquer aplicativo, opte por fazê-lo nos sites oficiais das empresas ou nas lojas de aplicativos do sistema operacional de seu smartphone;
  • Uma dica é utilizar soluções de segurança no celular, como as que detectam phishing em aplicativos de mensagens (como WhatsApp) e em redes sociais;
  • Em caso de ataque, registre um boletim de ocorrência, caso seja vítima de cibercrimes ou tenha recebido algum contato neste sentido. Polícias civis de vários estados contam com delegacias especializadas em crimes cibernéticos; em muitas delas é possível fazer a queixa on-line.

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia
Apura S/A. “Aumento de ciberataques”, por Sandro Suffert, da Apura S/A.

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Despedida

Lorena Pelais é autora de “Despedida”.

Assustador como derrepente tivemos nossas vidas transformadas.
Pessoas assustadas, “quarentena” interminável, mudanças de hábitos, vidas ceifadas.

Inúmeras perdas em todo canto do mundo deste planeta, o mistério da vida , as crescentes especulações aos enigmas que envolvem a morte, chamada de “vida eterna”, uma viagem sem previsão de reencontro, não resta menor dúvida, os que ficam não conseguem superar com facilidade, é difícil lidar com a ausência e a saudade.

Do riso ao choro, do drama a graça, das desgraças uma comédia da vida urbana na íntegra com riquezas de detalhes, cada aspecto de certa forma tocou diretamente os inúmeros espectadores independente de quais meios de comunicação tenha sido usado, cada um de nós , teve sua história contada com doses exageradas de bom humor, leveza , toda tristeza revertida em uma bela gargalhada.

Em tempos tão difíceis, a doce lembrança de bordões inesquecíveis ficam registradas no coração dos que aqui ficam.

“Borocoxozinha é a sensação de uma nação, sem poder assistir teus córneos show, uma pessoa rica riquíssima de alegria contagiante, de energia além de 220volts sua partida será algo difícil de acreditar e que jamais vai colar a palavra Adeus!”.

Uma passagem brilhante, em cada personagem a transparência da alma a sinceridade do ser humano por trás do papel, presenteou nossos dias com muito amor, risadas e alegrias, se doou, compartilhou sua vida com graciosidade para uma platéia desconhecida, partiu, deixando um pouco de ti marcado em cada um dos que te assitia , se essa era sua missão, caminhe certo que foi belamente cumprida, lamentamos somente porque não estávamos preparados ainda.
Encantou, emanou alegrou, despertou amor com humor transformou vidas , os “pensares”, os “conceitos” , jamais serão os mesmos , fez da própria vida uma “piada” recorde de bilheteria, com glamour, beleza, agradável a ser vivida.

Inacreditável…
Porque os bons morrem jovens??
Já dizia Renato Russo/ Legião Urbana.

No espetáculo da vida, ao fechar das cortinas, apagar as luzes, o mais difícil é dizer: – Vai com Deus! 😭

Meus sinceros sentimentos a todas às famílias vítimas da pandemia!!!

Ao amigo que gostaria de ter conhecido Paulo Gustavo, condolências à família, sempre será lembrado, um ser bem quisto e amado, nos deixa uma dentre muitas lições que rir é um ato de resistência!

💔 Lorena Pelais ॐ∞

Despedida
Foto de cottonbro no Pexels

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Santo André atinge marca de 25% dos adultos vacinados contra a Covid-19

Com um dos maiores índices de vacinação em âmbito nacional e estadual, Santo André já conta com 25% dos adultos vacinados contra a Covid-19. A Prefeitura vacinou 140.778 pessoas, de um total de 548.610 munícipes com mais de 18 anos.

“Cuidar da nossa gente é uma missão que assumimos com muita responsabilidade. Agora chegamos à importante marca de 25% dos andreenses adultos vacinados contra a Covid-19, fruto de muito planejamento e gestão na estruturação da Saúde. Continuamos ampliando a cobertura vacinal e antecipando os públicos a serem imunizados”, enfatizou o prefeito Paulo Serra.

A imunização contra a Covid-19 está sendo realizada há cerca de três meses e já beneficiou profissionais da saúde, idosos com mais de 60 anos em instituições de longa permanência, pessoas com deficiência acima de 18 anos em residência inclusiva, indígenas, quilombolas, idosos com mais de 63 anos, profissionais da segurança e profissionais da educação básica com mais de 47 anos.

Dando continuidade às ações de imunização, neste domingo (2) teve início a vacinação de mais uma faixa etária, de munícipes entre 60 e 62 anos. Para ser vacinado é necessário realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A partir do cadastro são indicados local, data e horário disponíveis. Os imunizantes para este público fazem parte de um lote de 28 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford, produzida pela Fiocruz, que chegou a Santo André neste sábado (1º).

Histórico – A vacinação em Santo André teve início em 19 de janeiro com a chegada do primeiro lote da Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan. Inicialmente a imunização foi destinada a profissionais de saúde que estavam na linha de frente de combate à Covid-19 nos hospitais de campanha, Centro Hospitalar Municipal (CHM), Hospital da Mulher, nas seis Unidades de Pronto Atendimento, além dos profissionais do Samu. As vacinas também foram distribuídas para o Hospital Estadual Mário Covas e para os hospitais privados do município.

Para garantir que o processo de vacinação fosse realizado de forma mais rápida e segura, a Prefeitura viabilizou cinco estruturas de drive-thru e um sistema de agendamento, para evitar aglomerações.

As estruturas foram montadas no Paço Municipal (Praça IV Centenário, no Centro), na Craisa (acesso pelo portão 5, na rua Varsóvia), no Estádio Bruno Daniel (Rua 24 de Maio, na Vila América), no estacionamento do Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial) e no estacionamento do Atrium Shopping (acesso pela avenida Alexandre de Gusmão, s/nº, no estacionamento do piso G2). O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Além dos drives, a Prefeitura também disponibilizou a vacinação em nove unidades de saúde estrategicamente escolhidas, para atender o público que não tem carro. A imunização nestes locais é feita por meio de agendamento durante a semana, mas no final de semana não é necessário agendar.

No caso de munícipes acamados, a vacina é aplicada em domicílio, com base no cadastro que cada paciente tem nas unidades de saúde.

Mais vacinas – A imunização contra a Covid-19 é realizada segundo a disponibilidade das remessas de vacinas do Ministério da Saúde. À medida em que o Governo Federal viabiliza mais doses, novas etapas do cronograma e públicos-alvo da campanha de vacinação são divulgadas.

Nos pontos de vacinação é obrigatório apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Em casos de pacientes que estejam passando por tratamento oncológico, além dos documentos pessoais é necessário apresentar uma carta de liberação médica.

Solidariedade – Os drive-thrus de vacinação da cidade estão recebendo 1 kg de alimento não perecível como doação. A contribuição não é obrigatória, mas pode fazer diferença na vida de andreenses que passam por necessidade neste momento de crise.

A iniciativa é do Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra. Os alimentos irão para o Banco de Alimentos, que está entregando os kits para as famílias de maior vulnerabilidade social da cidade.

| Texto: Guilherme Menezes
| Fotos: Alex Cavanha/PSA

Adultos vacinados contra a Covid

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Hospital da Mulher de Santo André realiza parto de emergência em paciente intubada com Covid-19

O Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein, responsável por realizar cerca de 350 partos por mês, foi palco de uma história de nascimento e renascimento. Isso porque o local é referência para gestantes infectadas pela Covid-19, recebendo pacientes encaminhadas pelas unidades de saúde ou por demanda espontânea. Uma das gestantes que recebe assistência no equipamento é Roneide Rosa, que foi submetida a um procedimento de parto de cesárea de emergência, enquanto estava como paciente e intubada na unidade e recebeu alta da UTI na última terça-feira (27).

“O bom resultado do nosso trabalho no Hospital da Mulher é consequência do comprometimento e profissionalismo de toda equipe, a qual faço um agradecimento especial. A paciente Roneide teve todo o suporte terapêutico necessário durante sua internação e isto foi fundamental para sua  evolução e cura”, comentou a superintende do hospital, Rosana Pereira Madeira Grasso.

Mesmo com todos os cuidados e seguindo os protocolos sanitários, aos sete meses de gestação, Roneide de Alcântara Rosa, de 39 anos, contraiu o coronavírus. Falando pausadamente e com traços de cansaço, resquícios da enfermidade causada pela Covid-19, a moradora da Vila Humaitá relatou que realizava o pré-natal na policlínica do bairro, mas quando comunicou que havia contraído o vírus, foi direcionada ao Hospital da Mulher.

No dia 8 de abril, após sentir muita falta de ar, ela procurou o hospital para receber medicação, no entanto, o resultado do exame de imagem indicou comprometimento pulmonar e houve a necessidade de internação. Com quadro agravado, foi feita a transferência para UTI e, posteriormente, a intubação. “A minha reação não foi das melhores. Eu não aceitava, bateu o desespero. Eu nunca havia sido intubada. Então a primeira coisa que eu perguntei para o médico foi se eu ia voltar (da intubação)”, lembrou.

De acordo com a médica intensivista, Katarine Coelho da Silva Santos, naquele momento não havia outra alternativa a não ser a intubação. “Ela tinha o pulmão muito comprometido e um caso agravado. Durante a intubação, houve momentos de melhora e de piora porque essa doença é muito incerta, todo dia é um dia ganho para a melhoria”, pontuou.

A decisão de realizar o parto de uma paciente com esse quadro clínico é feita em equipe levando em conta vários fatores. “A partir do momento em que foi intubada ela necessitou de um aporte maior de medicação e isso poderia gerar um comprometimento para o bebê. A vigilância é feita minuto a minuto e de uma hora para a outra a decisão pode mudar. Tivemos, graças a Deus, um bom time para essa decisão”, explicou a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.

“Ela foi submetida a uma cesariana de urgência justamente por ter um comprometimento de vitalidade fetal, até pela condição materna que estava se deteriorando e isso estava gerando comprometimento para o feto. Foi de emergência e uma cirurgia muito rápida. Apesar da situação, o bebê nasceu em condições de prematuridade, mas já está se recuperando, ganhando peso e tudo está evoluindo bem”, completou.

Durante todo o processo a paciente é acompanhada por uma equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e fisioterapeutas. 

A fisioterapia acompanha a pré-intubação para avaliar a necessidade e, durante esse fluxo, é responsável pelo processo de ventilação mecânica e de exames, acompanhando o paciente 24 horas. “Depois que a paciente apresenta uma melhora, avaliamos também a possibilidade da extubação e depois trabalhar na reabilitação, até que ela consiga sair do oxigênio. Você reabilita a parte motora e inicia a caminhada até o momento da alta”, comentou a fisioterapeuta Bianca de Abreu, que atua no hospital há 12 anos.

Durante os sete dias de intubação, Roneide recebeu o apoio e boas vibrações da equipe do hospital que, diariamente, passava mensagens de otimismo em seu ouvido. A enfermeira Regina de Fátima Souza foi uma delas. “Participar da evolução da Roneide foi ótimo, porque nem todo dia é bom. Alguns dias foram ruins, mas na hora que tiraram ela do tubo foi emocionante. Enquanto ela estava sedada eu brincava com ela falando ‘você tem que voltar para cuidar do seu filho’, e ela falou que lembrava da minha voz”, comentou a enfermeira.

“Eu estava com sete meses e quando voltei, passei a mão na minha barriga e senti a diferença. Já perguntei pelo meu bebê, mas a equipe me tranquilizou falando que o meu filho estava bem. A todo momento eu recebi essa assistência e me certificaram que o bebê estava bem. Quando acordei, fiquei uns quatro dias com o emocional muito abalado, eu chorava muito, mas fiquei muito feliz por sentir que eu tive uma segunda chance. Foi uma felicidade muito grande quando eu vi meu filho, me senti uma mãe de primeira viagem. Notei que ele é bem pequenininho, mas agora está pegando peso”, contou Roneide.

A alta da Unidade de Terapia Intensiva para a enfermaria foi realizada na última terça-feira (27) em meio a lágrimas e aplauso dos profissionais que seguravam placas trazendo mensagens de otimismo. O momento foi marcado pela música ‘Raridade’, tocada pela musicoterapeuta Camila Turco, que homenageou a paciente em formato voz e violão, acompanhada pelo coro dos demais profissionais do local.

Ao longo da pandemia, apesar de ter recebido pacientes que tiveram o quadro agravado, não foram registrados óbitos de mães ou bebês com Covid-19 no hospital. “Há sempre uma ansiedade e expectativa muito grande em casos como esse. É uma doença que gera medo e insegurança na família e no paciente. Além de ter comportamento diferente em cada pessoa. Na obstetrícia é uma peculiaridade. Felizmente, nesse um ano e meio de pandemia não tivemos nenhuma perda no hospital. Tivemos alguns casos graves, mas conseguimos obter o sucesso e isso nos dá muita paz no coração”, disse a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.

| Texto: Rafaela Mazarin
| Fotos: Angelo Baima/PSA

Parto de emergência em paciente intubada com Covid-19, em Santo André
Hospital da Mulher de Santo André realiza parto de emergência em paciente intubada com Covid-19

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Ponto de vacinação drive-thru contra covid no Atrium Shopping

Santo André passa a contar no próximo sábado (24) com um novo ponto de vacinação contra a Covid-19 em formato drive-thru, no Atrium Shopping, na Vila Homero Thon. Este será o quinto local da cidade a receber estrutura para que os munícipes possam ser imunizados sem precisar sair do carro.

“Mais um drive-thru aberto para otimizar a vacinação em Santo André. Continuamos buscando por mais doses, ampliando e antecipando a vacinação dos públicos prioritários para garantir proteção e cuidado com a nossa gente. A estrutura de mais um local de vacinação, desta vez no Atrium Shopping, nos garante manter com agilidade e eficiência a imunização contra a Covid-19”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

Assim como nos outros drive-thrus, é necessário realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A vacinação no Atrium terá início com aplicação de primeira dose em munícipes com 64 anos e profissionais da educação básica com idade superior a 47 anos. 

O Atrium Shopping fica na rua Giovanni Battista Pirelli, 155. O acesso ao drive se dá pela avenida Alexandre de Gusmão, s/nº, no estacionamento do piso G2. Nos dias 24 e 25 de abril, o funcionamento terá início as 8h com horário estendido até as 19h.

“Este é um momento de pensar no coletivo e ajudar no que estiver ao nosso alcance para que a vacinação ocorra de forma organizada e no menor tempo possível. Por isso, ser um dos pontos de vacinação da cidade é uma satisfação para nós”, afirmou a gerente geral do Atrium Shopping, Vanessa Nery.

Os outro quatro drive-thrus da cidade ficam no Paço Municipal (Praça IV Centenário, no Centro), Craisa (acesso no portão 5 pela rua Varsóvia, em Santa Teresinha), Estádio Bruno Daniel (localizado na rua 24 de Maio, na Vila América) e Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial). Todos funcionarão das 8h às 19h até 25 de abril e das 8h às 17h após esta data.

64 anos – A vacinação contra a Covid-19 para munícipes com 64 anos terá início nesta quinta-feira (22) em Santo André. O munícipe deve acessar o site psa.santoandre.br/vacinacovid e verificar data, horário e local disponíveis para fazer o agendamento.

Além dos drive-thrus, o morador tem a opção de agendar a vacinação em uma das nove unidades de saúde da cidade que estão realizando imunização contra o coronavírus: USF Dr. Moyses Fucs, Centro de Saúde Escola, USF Vila Guiomar, USF Jardim Alvorada, USF Cidade São Jorge, USF Vila Luzita, USF Parque Miami, USF Cipreste e USF Recreio da Borda do Campo. Aos finais de semana não é preciso fazer agendamento para ser vacinado nestes locais.

No ponto de vacinação, é obrigatório apresentar documento de identidade e comprovante de residência. Pacientes que estejam passando por tratamento oncológico devem levar, além dos documentos pessoais, uma carta de liberação médica.

No caso de munícipes acamados, a vacina é aplicada em domicílio, com base no cadastro que cada paciente tem nas unidades de saúde. Para esclarecer dúvidas e obter outras informações sobre o cadastramento, além do portal da Prefeitura de Santo André, há também o telefone 0800-4848004.

Solidariedade – O Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama, Ana Carolina Barreto Serra, está recebendo doações. Quem for se vacinar pode levar 1 kg de alimento não perecível para doar nos drive-thrus. Os itens irão para o Banco de Alimentos, que por sua vez entregará para as famílias de maior vulnerabilidade.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

Ponto de vacinação drive-thru contra covid no Atrium Shopping
Atrium Shopping – Foto: Helber Aggio/PSA

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Teste com material da saliva é aliado no combate à pandemia

Na semana em que o Estado de São Paulo atinge índices ainda mais preocupantes de Covid 19, o Grupo Sabin soma forças à batalha contra a pandemia e anuncia uma novidade que pode ajudar a minimizar os impactos da crise sanitária. O exame RT-PCR, teste com material da saliva, coleta apenas uma amostra da 2mL de saliva do paciente.

O exame feito em saliva tem aprovação das autoridades sanitárias e são fundamentais para o diagnóstico mais rápido e preciso, o que contribui na redução de índices da doença. “Detectar a presença do vírus em tempo ágil pode ser definitivo na decisão clínica de isolar o paciente e, assim, evitar a propagação do vírus”, explica o Médico Patologista Clínico e Gestor do Grupo Sabin, Dr. Alex Galoro.

O especialista explica que no PCR em saliva é aplicada a mesma técnica do RT-PCR tradicional, onde o material a ser analisado é recolhido por uma haste flexível nas narinas. “O teste RT-PCR com coleta pela via nasal pode gerar algum desconforto em pacientes, principalmente idosos e crianças e o teste feito na saliva surge como uma alternativa mais viável para este público”, explica.

Teste com material da saliva é aliado no combate à pandemia
Foto: Divulgação.

Indicado para pacientes sintomáticos e assintomáticos, o exame não provoca desconforto e pode ser realizado entre o 1º e 7º dia após o início dos sintomas. “Pacientes com exposição comprovada ao vírus, por exemplo, devem esperar no mínimo 5 dias após contato com um possível infectado”. O médico orienta também que para o exame não há nenhum indicativo de preparo prévio, como jejum.

Simples, seguro e indolor, o exame entra para o portfólio do Grupo Sabin, que hoje conta com mais de 3.500 serviços de saúde e já está disponível nas cidades de Franca, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Osasco e Campinas.

Para conhecer mais, acesse: http://www.sabin.com.br

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Santo André amplia horário dos pontos de vacinação drive-thru

A Prefeitura de Santo André amplia o horário de funcionamento de todos os pontos de vacinação drive-thru da cidade. Os quatro locais, que normalmente realizam imunização das 8h às 17h, passarão a funcionar das 8h às 19h até o dia 25 de abril.

A medida entra em vigor na próxima quinta-feira (22) nos drive-thrus do Paço Municipal, Craisa e Grand Plaza Shopping. No Estádio Bruno José Daniel o novo horário começou a funcionar nesta segunda-feira (19).

“Ampliamos o horário de atendimento até as 19h nos drives da cidade. Só hoje, no Bruno Daniel, foram vacinadas cerca de 1.200 pessoas. Já ultrapassamos 115 mil andreenses imunizados, cerca de 15% da população. E à medida que chegarem mais doses, seguiremos antecipando e ampliando a vacinação”, afirmou o prefeito Paulo Serra, que acompanhou nesta segunda-feira a imunização de idosos com mais de 65 anos no Estádio Bruno José Daniel.

Somente nesta segunda foram vacinadas 3.723 pessoas na cidade, sendo 1.176 no Estádio Bruno Daniel, 1.109 no Paço Municipal, 727 no Grand Plaza e 711 na Craisa.

Para receber a imunização, o munícipe precisa realizar agendamento no site psa.santoandre.br/vacinacovid. A partir do cadastro são indicados local, data e horário para a vacinação.

No ponto de vacinação é necessário apresentar documento de identidade e comprovante de residência. Pacientes que estejam passando por tratamento oncológico devem levar, além dos documentos pessoais, uma carta de liberação médica.

Os quatro pontos de vacinação drive-thru estão localizados nos seguintes endereços: Craisa (acesso no portão 5 pela rua Varsóvia, em Santa Teresinha), Estádio Bruno Daniel (localizado na rua 24 de Maio, na Vila América), estacionamento do Paço Municipal (Praça IV Centenário – Centro) e estacionamento do Grand Plaza Shopping (Avenida Industrial, 600, com acesso pelo portão do Centro Empresarial).

Segundo a Secretaria de Saúde, mesmo após a vacinação é necessário manter os protocolos sanitários com a higienização das mãos, distanciamento social e utilização de máscara. Para esclarecer dúvidas e obter outras informações sobre o cadastramento, além do portal da Prefeitura de Santo André, há também o telefone 0800-4848004.

Solidariedade – O Fundo Social de Solidariedade, presidido voluntariamente pela primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra, está recebendo doações. Quem for se vacinar pode levar 1 kg de alimento não perecível para doar nos drive-thrus. Os alimentos irão para o Banco de Alimentos, que por sua vez entregará para as famílias de maior vulnerabilidade social da cidade.

Com informações da Prefeitura de Santo André

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Santo André amplia horário dos pontos de vacinação drive-thru
Fotos: Helber Aggio/PSA

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Alimentos saudáveis dispararam na pandemia; setor lucrou 100 bi

O consumo de alimentos saudáveis, que já vinha registrando um crescimento, dispararam com a chegada da pandemia no último ano. Em 2020, as vendas desses alimentos – que incluem de produtos sem glúten ou com menor teor de sódio a orgânicos certificados – atingiram R$100 bilhões no país, segundo a consultoria inglesa Euromonitor Internacional. O número é considerado a maior cifra para essa categoria desde 2006, quando esse segmento de alimentos começou a ser monitorado pela consultoria. Em relação a 2019, o avanço foi de 3,5%.

A preocupação com o consumo também  foi constatada em outra pesquisa que ouviu cerca de mil pessoas. Desse número, 78% disseram estar mais atentas à alimentação e à saúde, e 53% afirmaram buscar informação sobre a função dos alimentos. A pesquisa foi realizada pela RG Nutri em parceria com a Tech Fit, empresa líder em aplicativos de saúde e self-care no Brasil.

De olho nesse mercado, diversas empresas expandiram a sua oferta de produtos para atender essa demanda. “O nosso primeiro lançamento ocorreu em 2014 com a bebida Original, única no mercado com apenas dois ingredientes, sem glúten, sem lactose e zero colesterol. De lá para cá, sentimos a necessidade de expandir os sabores e, hoje, estamos com nove sabores no mercado, sem contar com a linha que lançamos recentemente para as crianças”, lembra Rodrigo Carvalho, sócio da A Tal da Castanha.

Foto: Divulgação

Neste ano as crianças foram contempladas com um lançamento de uma bebida totalmente vegetal pensada para complementar a alimentação infantil. O Mini nos sabores de Chocolate, Morango, Baunilha e Maçã & Banana não envolve nada de origem animal, aditivos artificiais e muito menos uma lista de ingredientes extensa. Um copo de 200ml da bebida, contém nutrientes essenciais para o desenvolvimento infantil, como cálcio, ferro, zinco, proteínas e fibras. De proteínas temos exatamente 3 gramas, provenientes da castanha de caju e da fava.

Apesar do momento econômico, a empresa continua crescendo e trabalha para expandir ainda mais a oferta de produtos. A marca faturou 45 milhões de reais em 2020 — e espera quase dobrar esse resultado, com projeção de fechar 2021 faturando 85 milhões de reais.

Alimentos saudáveis dispararam na pandemia
Foto: Divulgação

Sobre A Tal da Castanha: 

A Tal da Castanha é uma marca genuinamente brasileira que utiliza em sua composição apenas ingredientes de origem natural e vegetal. A marca combina excelência e inovação para trazer ao mercado brasileiro uma linha inédita de produtos que inclui bebidas vegetais, pastas e snacks. A filosofia da marca é pautada em pureza e simplicidade, quanto menos ingredientes, melhor. Líder no segmento, os produtos A Tal da Castanha são distribuídos nos melhores mercados do país. A Tal da Castanha é uma referência entre as marcas clean label do Brasil e faz parte da seleta lista de empresas B, um grupo global de organizações comprometidas com a geração de impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

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Curaçao adiciona teste de antígeno local aos requisitos de entrada

A partir de 20 de abril, os visitantes de Curaçao oriundos de países de alto risco, que não foram diagnosticados com COVID-19 anteriormente, são obrigados a fazer um teste de antígeno em um laboratório local no terceiro dia de sua estadia.

Curaçao está se concentrando, atualmente, na redução do número de casos COVID-19 na ilha. Simultaneamente, as autoridades locais continuam seus esforços para manter o destino seguro para todos os visitantes e a comunidade local. A obrigatoriedade de realização do teste de antígeno no terceiro dia de internação é uma medida adicional em decorrência desses esforços.

O teste de antígeno exigido do terceiro dia é solicitado para todos os viajantes que entram em Curaçao e é adicional ao teste de PCR obrigatório. O teste PCR COVID-19 deve ser realizado em até 72 horas antes da partida em um laboratório credenciado.

Marcar uma consulta para o teste de antígeno é uma etapa integrada para se registrar com sucesso no Cartão de Localização do Passageiro (Passenger Locator Card). Esta é a última etapa do processo de registro em dicardcuracao.com . Os viajantes podem escolher entre vários laboratórios locais.

Inclusive, o site dicardcuracao.com permite que todos os visitantes completem o Cartão de Imigração Digital, preencham o Cartão de Localização de Passageiros (PLC) dentro de 48 horas antes da partida e carreguem o resultado negativo do teste PCR COVID-19 antes da viagem.

Visite dicardcuracao.com para obter mais informações.

Sobre Curaçao: Ao escolher um destino no Caribe, é fácil pensar que uma ilha é igual a outra. Mas com mais de 35 praias, um patrimônio diversificado com 55 culturas diferentes, uma atitude de “viva e deixe viver” e uma arquitetura tradicional europeia incomparável, Curaçao, no Sul do Caribe, se diferencia do resto como uma ilha a ser explorada. Seus ambientes a tornam o lugar perfeito para relaxar. Um destino onde os todos podem recarregar o fôlego desses tempos agitados.

Praia típica de Curaçao vista do alto
Eduardo Gato
Praia típica de Curaçao vista do alto Eduardo Gato

Ideal para curiosidades insaciáveis, é o cenário perfeito para todos os tipos de viajantes: aventureiros, forasteiros de praia, mergulhadores, aficcionados por história, epicuristas ou exploradores modernos da cidade. Willemstad,Patrimônio Mundial da UNESCO é uma joia rara no Caribe, tem mais do que merecer o título. De todas as coisas interessantes para fazer, a capital em si pode oferecer a experiência mais única em todo o Caribe. A ancestralidade colonial holandesa da cidade é evidente a cada passo e que não é encontrada em nenhum outro lugar fora da Holanda. Os visitantes podem continuar mergulhar e fazer snorkel em mais de 80 locais de mergulho ao redor da ilha ou degustar uma ampla variedade de cafés nas calçadas, restaurantes gourmet, lanchonetes e mercados locais. Um Caribe perfeito para quem procura o calor de férias tropicais com um toque europeu, cultura, culinária deliciosa e história, Curaçao é uma ilha caribenha onde você pode realmente se sentir livre, com todo o espaço de que precisa agora. Sinta Você Mesmo!

Como posso me manter atualizado com as opções de viagem mais recentes? Regularmente as informações de viagem são atualizadas em curacao.com. Localmente, a ilha criou o “Dushi Stay App” que permite aos visitantes se manterem atualizados com as últimas informações quando estiverem em Curaçao. Também contém todo o tipo de conteúdo sobre as medidas que foram tomadas e os protocolos aos quais as empresas aderem localmente. O app está disponível no Google Play e App Store. Isso faz parte do programa “A Dushi Stay, the Healthy Way”, no qual o governo e os empresários trabalham juntos para manter as viagens a Curaçao seguras. Para saber mais sobre Curaçao, visite www.curacao.com, ou através das redes sociais nos seguintes canais: Facebook: CuracaoBrasil, Instagram: @VisiteCuracao, e TikTok: @curacaotb

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SP oferece linha de crédito emergencial para setor cultural

Para apoiar as micro e pequenas empresas dos setores mais afetados pela pandemia, o Governo do Estado de São Paulo anunciou diversas ações e parcerias em prol dos empreendedores. Entre as medidas está a linha emergencial com condições especiais pelo Banco do Povo, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado. Entre beneficiados com crédito emergencial está o setor Cultural, além da Economia Criativa.

Estão disponíveis R$ 50 milhões em microcrédito para capital de giro com taxas de juros de 0% a 0,35% ao mês, com carência de seis meses e prazo de pagamento de até 36 meses.

“A pandemia de coronavírus deve causar uma perda de R$34,5 bilhões para o setor cultural e criativo de São Paulo, impactando cerca de 500 mil postos de trabalho. Com essas ações do governador João Doria para mitigar a crise e estimular o setor, acreditamos que a recuperação se dê a partir do próximo ano”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa Sérgio Sá Leitão.

Linha emergencial
A linha emergencial atende diversos setores compostos de empreendedores formais (inclusive MEI, ME, EPP, LTDA e EIRELI), que não tenham restrições de crédito junto ao SERASA e que realizaram cursos dos programas Empreenda Rápido ou Empreenda Mulher. Não é necessário apresentar avalista.

Os empreendedores podem solicitar as linhas de crédito de forma totalmente online pelo site www.bancodopovo.sp.gov.br e da Desenvolve SP:www.desenvolvesp.com.br, onde é possível verificar mais detalhes.

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SP oferece linha de crédito emergencial para setor cultural
Foto: Divulgação

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Vendas caem 30% durante a fase emergencial do plano São Paulo

A fase emergencial do Plano São Paulo iniciou em 15 de março e foi até dia 11 deste mês, com medidas mais restritivas. Durante o período, o comércio permaneceu fechado em todo o estado. De acordo com um levantamento realizado pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), como resultado das recomendações, as vendas caem na fase emergencial do plano São Paulo, em cerca de 30% para o setor.

“A fase emergencial trará impactos significativos para o balanço trimestral do varejo. A queda de 30% no volume de vendas é alarmante. Reforçamos que é preciso manter a economia minimamente ativa, pois sem apoio financeiro, os estabelecimentos não conseguem se manter”, explica o presidente da FCDLESP, Mauricio Stainoff.

Segundo o levantamento realizado pela entidade, com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, além da queda significativa, o comércio de rua foi o mais afetado pela nova fase do Plano São Paulo. Para os lojistas, os estabelecimentos estão mais adaptados à realidade da pandemia, mas ressaltam que, a instabilidade do Plano São Paulo e a falta de planejamento prévio impactam diretamente as vendas do varejo. 

Cenário atual 

Mesmo com baixa expectativa de vendas, cerca de 9 em cada 10 comerciantes participantes da pesquisa, acreditam que o Take away – serviço de retirada do pedido no estabelecimento e o retorno do auxílio emergencial amenizam o impacto negativo no volume de vendas. “Em tempos de total fechamento, é preciso manter a opção de retirada no produto ou pedido no balcão do estabelecimento, isso estimula o consumidor. Esperamos que a volta do auxílio emergencial traga um equilíbrio para esse cenário”, ressalta Stainoff.

No período da fase emergencial, os empresários relatam que o e-commerce apresentou o melhor desempenho. Sem a possibilidade de realizar as compras em lojas físicas, os consumidores optaram por manter o consumo pelo ambiente digital. Além disso, para o varejo, a Páscoa deste ano não apresentou resultados positivos. Apenas supermercados e lojas do segmento de chocolate apresentaram um bom desempenho nas vendas.

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Vendas caem na fase emergencial
Maurício Stainoff, presidente da FCDLESP
Divulgação

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Festa clandestina na Zona Norte de SP encerrada por fiscalização

Vigilância Sanitária Estadual realizou 12 autuações na madrugada deste domingo (18) na capital, além de festa clandestina na Zona Norte

A fiscalização do Comitê de Blitze do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo durante a madrugada deste domingo (18) resultou na interrupção de uma festa clandestina na Vila Maria, na zona norte da capital. No local, cerca de 100 pessoas estavam aglomeradas e, em sua maioria, não utilizavam máscara de proteção facial.

Os responsáveis pelo evento foram encaminhados para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) para elaboração de termo circunstanciado. Na operação, foram apreendidos equipamentos de som, quatro máquinas de cartão de crédito e um veículo com as caixas de som usadas no evento.

Equipes da Polícia Civil e Militar participaram da ação em apoio ao trabalho da Vigilância Sanitária Estadual, Procon e demais órgãos de fiscalização a fim de garantir o cumprimento das determinações estabelecidas pelo Plano São Paulo.

Entre o sábado (17) e madrugada de domingo (18), a Polícia Militar atuou de forma preventiva na capital, litoral e interior em 34 ações de apoio à Vigilância Sanitária e 4.338 dispersões, flagrando 607 pontos de aglomeração em todo o Estado. Mais de 42 mil veículos foram vistoriados e 97 pessoas foram presas, sendo que 59 eram procuradas pela Justiça.

No mesmo período, a Vigilância Sanitária Estadual inspecionou 19 estabelecimentos na capital. A equipe realizou 12 autuações, entre elas, a festa clandestina na Vila Maria, uma barbearia no bairro Imirim, duas lojas de decoração em Pinheiros e oito restaurantes e similares. Todos os estabelecimentos comerciais autuados estavam operando com atendimento presencial. Os bairros inspecionados foram Pinheiros, Vila Mariana, Jabaquara, Imirim, Campo Belo, Vila Olímpia, Lapa, Itaim, Santa Cecília, Bela Vista e Vila Maria.

Desde o início do toque de restrição, em 26 de fevereiro, a PM realizou 4.925 mil operações em todo o Estado. No total, 5.757 mil pessoas foram presas, sendo 3.813 mil procurados pela Justiça. Até 11 de abril, o Procon realizou 7.765 mil fiscalizações com 473 autuações.

Comitê de Blitze

Criado no dia 12 de março, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, o Comitê de Blitze tem como objetivo reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas do Plano São Paulo e evitar a propagação do coronavírus.

Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e da Covisa (Coordenadoria da Vigilância Sanitária) pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

Qualquer pessoa pode denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais pelo telefone 0800-771-3541 e também no site www.procon.sp.gov.br ou pelo e-mail secretarias@cvs.saude.sp.gov.br, do Centro de Vigilância Sanitária.

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Festa clandestina na Zona Norte de SP encerrada por fiscalização
Foto: Divulgação

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Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo

Jorge Alexandre Moreira é o autor de “Está Difícil ler na pandemia?…”

Quando essa confusão de Covid começou, no meio de todo o medo e a ansiedade, um pensamento brotou, automático: “bom, pelo menos vou colocar a leitura em dia”.

Mas, os meses passaram e aquele clássico não saiu da estante. Aquele livro chegou pelo correio e fez um tour pela casa, mas você não passou do capítulo 2.

Calma, você não está sozinho. Alguns poucos têm mantido o hábito da leitura, mas quase todo mundo tem enfrentado sérias dificuldades. Vamos tentar entender o que está acontecendo e, depois, pensar em algumas estratégias.

A questão principal, que tem interferido na concentração e nos hábitos de leitura de quase todo mundo, é a ansiedade. É difícil definir o que é ansiedade e a partir de que ponto ela se torna patológica, pois as pessoas lidam com ela de formas muito diferentes e sofrem efeitos muito distintos.

O que podemos dizer, com razoável segurança, é que ansiedade tem a ver com incerteza. Ao contrário do medo, que acaba na hora em que a fonte do medo se vai, a ansiedade permanece, justamente porque não se enxerga o perigo com clareza e não se sabe se ele acabou.

E se o problema é a incerteza, é difícil imaginar tempos mais incertos do que esses em que estamos vivendo. Não sabemos se nós ou as pessoas que amamos ficarão doentes e nem quais serão as consequências, se isso acontecer. Não sabemos até quando isso vai durar. Não sabemos nem ao certo o que está acontecendo, pois as informações que nos chegam são desencontradas e são entregues por meio de smartphones projetados para nos viciar.

Você ainda queria estar lendo? Se não estiver usando algum “tarja preta”, você é privilegiado. Então, tudo bem, relaxe. Você tem desculpas e elas são boas. Agora vamos ver algumas formas de atacá-las:

* Você já está lendo – a primeira coisa a se dar conta é que você lê muito. O dia inteiro, na verdade. Seu problema não é quantidade de leitura, é qualidade e foco. Lute contra o desejo de se atualizar. Não é tão importante assim e só aumenta sua ansiedade. Se você não quer ou não pode se alienar, pelo menos, determine horários e os respeite. Só leia as notícias depois de certa hora ou se atualize uma única vez por dia. 

* Leia por prazer e cuidado com os projetos megalomaníacos – quantas páginas você lê por dia? Quantos livros lê por ano? Esqueça. Ninguém está ligando para isso. Abandone os grandes projetos. Leia coisas que instiguem sua curiosidade e que te deem prazer. Esqueça o post que você vai fazer no Instagram quando terminar aquele livro. Ah, você já fez um post quando começou a leitura e agora ela não está fluindo mais? Libere-se. Largue. Sem cerimônia. É ruim parar de ler um livro no meio, mas é muito pior ficar agarrado num livro que você não quer mais por sabe-se lá quanto tempo. Leia por você, para você e lembre-se disso.

* Prefira ficção – talvez você consiga relaxar enquanto aprende alguma coisa, mas a maioria das pessoas já está com tarefas demais. Dê preferência a um lazer que mantenha sua mente ativa.

* Leve o livro para todo canto – se há a mais vaga possibilidade de enfrentar uma fila ou algum tipo de espera, leve o livro. A leitura de ficção pede conexão constante com o texto, a trama e os personagens. Se você ler 15 minutinhos que sejam, manterá seu interesse vivo.

* Foque nos livros finos e contos – Ajude-se. Deixe “Guerra e Paz” e outros gigantes para outra época. Ou outra vida.

* Tente, mas, se mesmo assim, não der, seja gentil consigo mesmo – vivemos tempos complicados. Você achou que home-office era trabalhar em casa e descobriu que é morar no trabalho. Estamos perdendo coisas e pessoas a torto e a direito. Não torne algo que deveria ser prazeroso em mais uma razão de ansiedade.

Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo
Jorge Alexandre Moreira, autor de “Está difícil ler na pandemia? Está. Para quase todo mundo”. Foto de Flávia Freitas

Sobre o autor

Jorge Alexandre Moreira lançou seu primeiro livro em 2003, quando quase ninguém falava em literatura de terror independente no Brasil. Escuridão, um romance ambientado na Amazônia, tem um conflito entre Brasil e EUA como pano de fundo e foi considerado por diversos sites como um dos melhores livros de terror já publicados no Brasil. Uma temática atual e, ao mesmo tempo, atemporal.

Leitor voraz desde os primórdios da infância, é devoto de Stephen King, Clive Barker, Rubem Fonseca e Jorge Amado. Em 2018, lançou Parada Rápida, um thriller sobre o desaparecimento de uma mulher em um posto de gasolina, durante uma viagem. Parada Rápida tem mais de 2000 downloads na Amazon e nota 4,5 na avaliação dos leitores.

Participou do Ghost Story Challenge e das antologias Confinados e Numa Floresta Sombria e, este ano, lançou Numezu, que já está sendo consagrado pela crítica e pelos leitores do gênero. Jorge vive e escreve no Rio de Janeiro, com sua esposa Luana e seu cachorro louco, Galeto.

Mais informações:

https://www.jorgealexandremoreira.com.br/ | jamoreiraescritor@gmail.com

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CPI da covid-19, caixa de pandora para prefeitos e governadores

Já pensou como seria uma CPI para prefeitos e governadores, sobre atuação destes na pandemia da covid-19? Estamos em uma guerra política e jurídica no bom sentido da coisa, vivemos tempos de instabilidade entre os poderes, imagina uma CPI onde seria uma caixa de pandora nas prefeituras e estados? A sociedade vai ficar perplexa com tantos valores gastos sem licitações e explicações plausíveis, acho que essa caixa da covid-19 seria 10 vezes maior que a de pandora.

O Supremo Tribunal Federal determinou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a atuação do governo federal e eventuais omissões no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

A ordem para a instalação do que está sendo chamada de CPI da Covid partiu do ministro Luís Roberto Barroso, atendendo a um pedido protocolado na Corte por senadores.

Alessandro Vieira, do Cidadania do Sergipe, e Jorge Kajuru, do Cidadania de Goiás, apresentaram a ação judicial.

Ao todo, 31 senadores assinaram um pedido de criação da CPI, em 15 de janeiro, quatro a mais que os 27 exigidos pelo regimento do Senado.

Eles recorreram ao STF porque não foram atendidos por Rodrigo Pacheco, do DEM de Minas Gerais, que, como presidente do Senado, é o responsável por abrir o procedimento na Casa.

Ao mesmo tempo em que determinou a abertura da CPI no Senado, Barroso encaminhou o caso para ser analisado pelos demais ministros da Corte, em plenário.

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CPI da covid-19, caixa de pandora para prefeitos e governadores
Ministro Luís Roberto Barroso durante sessão extraordinária do STF / Crédito: Carlos Moura/SCO/STF

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Santo André vacinará Profissionais de Segurança Pública dia 05

Expectativa da prefeitura de Santo André é que vacinará de 2 mil pessoas, entre profissionais de segurança pública, sejam imunizadas na cidade entre 5 e 12 de abril

Profissionais de Segurança Pública que atuam em Santo André começarão a ser vacinados nesta segunda-feira (5) contra a Covid-19. A expectativa é que cerca de 2 mil pessoas que integram este público sejam imunizadas entre os dias 5 e 12 de abril.

“Santo André avança e amplia, mais uma vez, a vacinação, estendendo agora a imunização para 2 mil profissionais de Segurança Pública que atuam na cidade. Mais um importante passo no combate à Covid-19. Continuaremos buscando mais doses da vacina para proteger cada vez mais a nossa gente”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

A imunização abrange guardas civis municipais, policiais civis, militares e técnico-científicos, agentes penitenciários, bombeiros e policiais federais. A aplicação das doses será realizada na sede do CPA/M-6 (Comando de Policiamento de Área Metropolitana Seis), na Vila Guiomar.

Santo André vacinará Profissionais de Segurança

A vacinação conta com o apoio da Secretaria de Saúde de Santo André, que participará cedendo profissionais de enfermagem para aplicação das doses, além do fornecimento de materiais e alguns insumos.

As doses são exclusivas para os profissionais que estão na ativa das instituições, com exceção daqueles que não atendem aos critérios médicos estabelecidos pelas autoridades de saúde (gestantes, lactantes ou ter sido diagnosticado com Covid-19 a 30 dias ou menos).

“O início da vacinação dos valorosos profissionais de segurança é algo a se comemorar. Afinal, eles estão constantemente nas ruas se expondo para nos proteger”, afirmou o secretário de Segurança Cidadã, Edson Sardano.

Cada local de trabalho será responsável pela logística da vacinação, incluindo a convocação dos profissionais e direcionamento ao ponto de imunização.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

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Veja como funcionam atividades com restrição na fase emergencial

A fase emergencial do Plano São Paulo estabelece medidas mais duras de restrição de circulação pública e funcionamento de algumas atividades até o dia 11 de abril, inclusive parte daquelas classificadas como essenciais. Veja como funcionam atividades neste período.

A meta é reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana. Confira um resumo a seguir:

Veja como funcionam atividades



ESCRITÓRIOS EM GERAL E ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

COMÉRCIO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (COMÉRCIO EM GERAL) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

REPARTIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

RESTAURANTES, BARES E PADARIAS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

TRANSPORTE COLETIVO – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

EDUCAÇÃO ESTADUAL – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

SUPERMERCADOS – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

HOTELARIA – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

ESPORTES – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

TELECOMUNICAÇÕES – Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Com informações do Governo do Estado de São Paulo.

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Brasil tem mais de 2,7 milhões de vacinados contra covid-19

O Brasil já ultrapassou a marca de 2 milhões e 700 mil pessoas vacinadas contra o coronavírus. Isso representa 1,31% da população do país.

O Amazonas, pela primeira vez, aparece entre os estados que mais vacinaram, com 1,9% da população que já recebeu a primeira dose do imunizante.

O Distrito Federal é a unidade que mais vacinou, com índice de 2,81%, seguido de Roraima, com 2,13%, Mato Grosso do Sul, onde a vacina já chegou para 1,87% das pessoas e Rio Grande do Sul, que alcançou a marca de 1,65%.

No mundo, o número de vacinados já ultrapassou a quantidade de pessoas que contraíram o coronavírus: são mais de 107 milhões de doses aplicadas contra cerca de 104 milhões de casos confirmados da doença.

E, nessa madrugada, mais de 5 mil litros de insumos para produção da farmacêutica chinesa Sinovac chegaram ao Brasil. O Instituto Butantan afirmou que esse lote deve render cerca de 8 milhões e 600 mil doses da vacina Coronavac.

Os estados estão vacinando os grupos prioritários aos poucos, de acordo com calendário específico para cada local. Não deixe de acompanhar as etapas da vacinação na sua cidade.

Com Agência Brasil.

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Brasil tem mais de 2,7 milhões de vacinados contra covid-19
A médica Nadja Miranda é vacinada contra a covid-19. Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.

Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Dezenove dias após faltar oxigênio nos hospitais de Manaus, no Amazonas, o Ministério da Saúde anunciou que o abastecimento do insumo para o sistema de saúde foi normalizado. O consumo diário de 80 mil metros cúbicos de gás tem sido suprido e ainda sobra cerca de 8 mil metros cúbicos por dia.

O fluxo necessário para abastecer de oxigênio a capital do Amazonas foi alcançado com a chegada contínua de carretas vindas do Sul, Sudeste e Nordeste do País, além de dois voos diários da Força Aérea Brasileira carregados com o produto.

Por via terrestre, também é constante a chegada de carretas com oxigênio vindas da Venezuela. Balsas também auxiliam para completar o trajeto pelas vias fluviais.

Desde o início da crise do oxigênio, 14 usinas novas foram abertas para produzir o insumo. A previsão do comitê de crise montado pelas autoridades é abrir outras 48 usinas. Além de aumentar a capacidade da usina do Hospital Universitário Getúlio Vargas e da empresa privada White Martins.

Segundo o Ministério da Saúde, com a estabilização do oxigênio, será possível promover a abertura de novos leitos para atender os pacientes de covid-19. O governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou nessa terça-feira (2) que, apesar de normalizado o abastecimento de oxigênio, a situação ainda é delicada.

A população de Manaus viveu um dos momentos mais dramáticos da pandemia quando, no dia 14 de janeiro, faltou oxigênio nos hospitais da cidade, levando pacientes a morte por asfixia. A demanda por oxigênio mais que dobrou devido ao aumento de casos da Covid-19 na região.

Segundo o governo estadual, mais de 460 pacientes precisaram ser transferidos para outros estados, sendo 17 transferências só nessa terça-feira. A Procuradoria-Geral da República e o Ministério Público do Amazonas abriram inquéritos para investigar a conduta dos agentes públicos na crise provocada pela falta de oxigênio.

Com informações de Agência Brasil.

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Abastecimento de oxigênio em Manaus é normalizado

Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil

O avião com o IFA, o Insumo Farmacêutico Ativo para a produção de 8,6 milhões doses de vacinas da Coronavac deve chegar em São Paulo às 23h30 desta quarta feira (3). O avião partiu nessa terça feira (2) de Pequim às 21h30 da noite, pelo horário de Brasília.

O Instituto Butantan informou que as vacinas produzidas com esse lote de insumos começarão a ser encaminhadas ao Ministério da Saúde a partir do dia 25 deste mês. Outro lote de insumos que serão utilizados para produzir outras 8,7 milhões de doses de vacina deve chegar até o dia 10 de fevereiro. Ao todo, serão 17 milhões de doses de vacinas. 

O Butantan ainda negocia o recebimento de mais 8 mil litros de IFA para cumprir o contrato com o Ministério da Saúde. São 46 milhões de doses previstas para serem entregues ao Ministério até o final de abril e um adicional de 54 milhões de vacinas com prazo ainda a ser definido.

Nesse primeiro momento, o país ainda depende da importação de IFA para a produção da Coronavac. Esse cenário deve melhorar em setembro quando há a previsão que o próprio instituto Butantan tenha as obras de expansão da fábrica concluídas e passe a fabricar os insumos da Coronavac.

A Fiocruz, por sua vez, prevê a produção do IFA da vacina da Oxford Aztrazeneca em solo brasileiro já em abril deste ano.

Com informações de Agência Brasil.

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Avião com insumo para vacinas chega hoje à noite ao Brasil
Carga com primeiras doses da CoronaVac chega ao Aeroporto Internacional de São Paulo 19/11/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela universidade inglesa de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca tem eficácia geral de 76% após a primeira dose. Esse índice se refere a infecções com sintomas e dura, pelo menos, três meses após essa primeira dose. E aumenta para até 82,4% após a segunda dose. Estudo sugere aumentar prazo entre as primeira e segunda doses.

O estudo sobre a eficácia da vacina foi publicado nessa terça-feira na conceituada revista médica Lancet. E abre caminho para a aplicação da segunda dose em um intervalo maior que o original, que era de três semanas.

De acordo com a pesquisa, quando a segunda dose é aplicada menos de seis semanas após a primeira, a eficiência é menor, de 54,9%. E quando o intervalo entre a primeira dose e o reforço foi de 12 semanas ou mais, a eficiência subiu para 82,4%. Após a segunda dose, nenhum dos vacinados teve a forma grave da Covid-19.

O aumento do intervalo entre as doses já é usado no Reino Unido e no Brasil. A AstraZeneca aprovou a medida e disse que aumentar o tempo entre as doses é a melhor estratégia para a vacina.

A Fiocruz, parceira de Oxford e AstraZeneca no Brasil, divulgou uma nota destacando que a conclusão “pode subsidiar decisões dos planos de vacinação, já que o número de vacinas disponível ainda é escasso em todo o mundo”.

No dia 29 de janeiro, a AstraZeneca apresentou o pedido de registro permanente da vacina. A Anvisa tem até o dia 30 de março para responder.

Com informações de Agência Brasil.

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Estudo sugere aumentar prazo entre doses de vacina de Oxford
Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.

Ministério incentiva doação de sangue antes de receberem vacina

O Ministério da Saúde incentiva os brasileiros para doação de sangue, antes de serem vacinados contra a Covid-19. O apelo ocorre porque após a imunização há um impedimento temporário para doação.

De acordo com a pasta, o período de inaptidão é necessário, uma vez que o microrganismo da imunização, ainda que na forma atenuada, circula no sangue de quem recebeu a vacina por um determinado tempo.
 
Caso quem recebe a doação de sangue seja um paciente imunossuprimido, ou seja, que tem o sistema imunológico debilitado, há risco de que essa pessoa desenvolva a Covid-19. A depender da vacina aplicada, há diferentes intervalos antes da permissão para doação de sangue.

No caso de vacinas compostas por vírus ou bactérias inativadas, o tempo previsto é de 48 horas. Esse é o caso da CoronaVac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Já após vacinas de vírus ou bactérias atenuados, exigem quatro semanas de inaptidão para doar sangue, caso da vacina produzida pela Universidade de Oxford e, que aqui no Brasil, é responsabilidade da Fiocruz.

Em parceria com Brasil61.

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Ministério incentiva doação de sangue antes de receberem vacina
Para marcar o Dia Mundial do Doador de Sangue, Ministério da Saúde lança campanha de doação de sangue, no Hemocentro de Brasília

Capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais

O mundo ainda vive dias de tensão em meio à pandemia causada pela Covid-19, sem que possamos saber quando a vida vai retomar certa normalidade. Mas agora em fevereiro, a maior parte das escolas pelo Brasil vão retomar as aulas presenciais. Por isso, a capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais, em evento gratuito, com objetivo de preparar educadores para os novos desafios do retorno às aulas. 

Esse evento é promovido pela Rede Pedagógica, maior rede de educadores da América Latina, e vai fornecer certificado de 120 horas de atividades. Tudo com objetivo de preparar melhor os profissionais da área da educação que ficarão responsáveis por cuidar e ensinar as crianças em um momento como esse.

Camila de Cássia Mariano é mãe da Mariana, uma menina de 5 anos que, como as demais crianças do Brasil, passaram meses sem frequentar as salas de aula nas escolas por conta da pandemia. Esse fato gera bastante preocupação no que se refere ao retorno das atividades presenciais pelas escolas, mas a Camila acredita que é importante as crianças voltarem aos estudos.

“Estamos com uma expectativa enorme ao mesmo tempo em que ficamos apreensivos, pois foi muito tempo fora da escola e, como eu pude observar por conta da minha filha, a educação infantil foi prejudicada pela falta de convívio com outras crianças e por não terem condições de maturidade para enfrentar um ensino à distância, apenas online. Tirando as questões de saúde e higiene, a maior preocupação é como será o comportamento em sala e como os profissionais da educação estarão preparados para lidar com essas questões emocionais”, afirmou Camila.

Capacitação de educadores visa retorno às aulas presenciais

O desenvolvimento das competências socioeducacionais é relevante em um momento como esse, em que os estudantes passaram quase um ano longe das escolas, vivendo todo o tipo de situações inesperadas que a pandemia trouxe, como isolamento social, aulas virtuais e possível morte entre familiares. E isso se estende aos educadores, que precisam estar preparados para lidar com os medos, anseios e dificuldades dos alunos além das suas próprias emoções, explicou a diretora pedagógica da Rede, Erika Radespiel.

“Como aprender se nós não estivermos bem emocionalmente? Nós temos a nossa individualidade, mas também somos um coletivo dentro da sociedade. Portanto, precisamos falar sobre isso, realizar atividades que ajudem os alunos nesse desenvolvimento, promover formações para que os professores se sintam capazes de fazer essa intervenção e para que também possam se preparar emocionalmente e se desenvolver emocionalmente. Isso é muito importante”, argumentou a pedagoga.   

De acordo com Erika Radespiel, é um esforço elevado exigir competência em disciplinas fundamentais como matemática e português, sem que seja feito um trabalho prévio para que alunos e professores estejam preparados para voltar às salas de aula dando o melhor de si. Esse é um reflexo do mundo e não apenas uma abordagem importante no Brasil, destacou.

E essa é a mesma opinião da professora da Rede Pública do Distrito Federal, Maria Leuza Medeiros Lima, que vê na capacitação uma proposta coesa e bem elaborada para oferecer apoio no meio acadêmico, tanto para alunos como professores, além de ser uma forma de valorização da carreira dos educadores.

“Um dos principais desafios para nós, educadores, neste momento de pandemia foi manter os alunos engajados em relação às atividades. E para isso foi necessário não somente investir em teorias e disciplinas, mas investir em currículo humano e, assim, manter os alunos com aprendizado significativo. Uma vez que a escola foi para dentro da casa do aluno, foi necessário saber utilizar também esses espaços como um lugar de educação, porque a educação não acontece somente na escola, acontece também nos lares e qualquer outro lugar”, avaliou a professora.

Em parceria com Brasil61.

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Mais de 200 vacinas em desenvolvimento não deverão chegar

Mais de 200 vacinas em desenvolvimento. Cientistas do mundo todo se dedicam ao desenvolvimento de 236 vacinas contra a Covid-19.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) 16 delas estão em fase final de testes.

A notícia parece bastante animadora para por fim à pandemia do novo coronavírus, mas não para o Brasil.

É que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só aprova o uso emergencial de imunizantes testados no país.

Mas especialistas ouvidos pelo G-1 alertam que as regras sanitárias e a falta de acordos com os laboratórios fornecedores impedem a chegada das vacinas ao Brasil.

As opções para imunização dos brasileiros são: a compra direta pelo governo federal somente das de Oxford-AstraZeneca e a do Butantan-Sinovac; ou o recebimento de lotes pelo consórcio Covax Facility, coordenado pela OMS.

As da Janssen, do laboratório Johnson & Johnson; e Pfizer-BioNtech, já foram aplicadas em voluntários brasileiros, mas o Ministério da Saúde não tem contratos, apenas memorandos de entendimento com os fabricantes.

A russa Sputnik V, do Instituto Gamaleya, pretendida pelo governo da Bahia, ainda não entrou em testes no Brasil.

Outras em desenvolvimento, como a Covaxin, do Bharat Biotech; as da Moderna, da Novavax, da Bayer-CureVac, e as do CanSino e outros institutos de biologia chineses nem se fala por aqui.

Em parceria com Rádio2.

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Mais de 200 vacinas em desenvolvimento
Scientist hand in blue gloves holding coronavirus, covid-19 vaccine disease, preparing for human clinical trials vaccination shot. Medicine and drug concept.

Brasil receberá 14 milhões de doses da AstraZeneca neste mês

O Brasil receberá, provavelmente em fevereiro, entre 10 e 14 milhões de doses da vacina produzida pela AstraZeneca-Oxford contra a covid-19. Essas são informações repassadas pelo Ministério da Saúde na última semana, em que afirmou ter recebido uma carta do consórcio internacional Covax Facility com as informações sobre o repasse de doses.

São 191 países fazendo parte da Covax Facility, dentre eles o Brasil. O grupo faz parte de uma aliança global da Organização Mundial da Saúde (OMS) para garantir acesso ao imunizante. Além disso, o governo federal possui parceria direta com o laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford para produção de vacinas, por meio da Fundação Osvaldo Cruz, e com o Instituto Butantan, responsável pela CoronaVac.

Com informações de Brasil 61.

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Brasil receberá 14 milhões de doses da AstraZeneca neste mês

Conta-Covid ganhou prêmio internacional de financiamento

A Conta-Covid ganhou na última semana um prêmio internacional na categoria financiamento estruturado. O programa é um empréstimo de R$ 15,3 bilhões de um conjunto de bancos públicos e privados para preservar as contas das empresas do setor elétrico e reduzir o impacto do coronavírus nas tarifas de energia dos consumidores.

A Conta-Covid foi criada pelo Governo Federal para diluir o reajuste nas tarifas de energia para o consumidor e dar liquidez às distribuidoras, num momento em que a economia enfrentava perdas e recessão em função da pandemia.

Os contratos foram assinados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e por 16 instituições financeiras para formalizar e viabilizar os empréstimos para as distribuidoras de energia elétrica, conforme regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com informações de Brasil 61.

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Conta-Covid ganhou prêmio internacional de financiamento

7 variantes coronavírus identificados por Laboratório de Sergipe

O Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) encontrou 7 variantes do novo coronavírus em 67 amostras de pacientes infectados no estado. As amostras foram analisadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro.

Segundo o superintendente do Lacen, Guiomar Alves, o procedimento foi realizado em materiais que apresentaram alta carga viral da covid-19 e que as amostras não têm relação com as variantes encontradas no Amazonas, Reino Unido ou na África do Sul.

As 67 amostras analisadas são de pacientes que vivem em 11 municípios sergipanos e, segundo o superintende, essa descoberta pode auxiliar a compreender o caso de reinfecção da doença, que, em algumas situações, ocorre mais de uma vez no mesmo pacientes.

Guiomar afirmou também que as amostras com alta carga viral do coronavírus vão continuar sendo enviadas à Fiocruz para identificar as possíveis novas linhagens da doença.

Sergipe já registrou 135 mil 385 casos confirmados e 2.760 óbitos por causa da pandemia.

Segundo a Secretaria de Saúde, já foram distribuídas 23.533 doses da vacina CoronaVac aos 75 municípios do estado, sendo 72% já aplicadas.

Com informações de Agência Brasil.

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7 variantes coronavírus

Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos

A hanseníase, uma doença também conhecida como lepra, ainda provoca forte preconceito na sociedade, mesmo depois de comprovada a cura. No Brasil são diagnosticadas, por ano, cerca de 30 mil pessoas com a doença. Porém, com a pandemia, pacientes com hanseníase relatam desabastecimento de medicamentos para tratamentos.

Nesse dia 31 de janeiro, último domingo do mês, é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. Durante todo mês, a campanha Janeiro Roxo chama a atenção para doença, ainda negligenciada. E agora na pandemia, pacientes relatam a falta de medicamentos contra essa enfermidade doença no país.

Faustino Pinto é uma das principais lideranças em defesa das pessoas com hanseníase. Hoje ele é vice-coordenador nacional do Movimento de Reintegração Hanseniano – o Morhan, fundado em 1981.

Os primeiros sinais da doença apareceram em Faustino aos 9 anos. Apenas aos 18, de forma tardia, foi diagnosticado com a hanseníase.

Conhecida há milênios, e causada por uma bactéria – o bacilo de Hansen – nos casos mais graves, a hanseníase pode provocar deformidades físicas. O professor de dermatologia da Universidade de Brasília, Ciro Martins Gomes, explica os principais sintomas da doença.

A bactéria que provoca a hanseníase pode ficar encubada no corpo durante anos, por ter uma reprodução lenta. Por isso, para se transmitir o vírus é necessário um contato íntimo e prolongado. Na maioria das vezes é transmitida entre familiares.

Até a década de 1960, a internação, com isolamento, das pessoas com a doença era obrigatória. Os infectados eram levados de forma compulsória para colônias, hospitais e asilos. Filhos eram separados de pais, famílias eram destruídas, com violações profundas dos direitos humanos.

Mas tratamentos que possibilitaram a cura, levaram ao fim dessa segregação, permitindo um convívio social pleno das pessoas com a doença.

Importante destacar que a partir da primeira dose dos antibióticos, que devem ser fornecidos pelo SUS, os pacientes não transmitem mais a doença. O tratamento pode durar até um ano.

O médico Ciro Martins Gomes fala que o diagnóstico da doença é clínico, feito pelo exame dos médicos, mas que falta ainda conhecimento sobre a hanseníase no serviço de saúde.

Faustino Pinto reforça que ainda há preconceito institucional com os portadores da doença no serviço de saúde.

O Morhan vem recebendo denúncias da falta do PQT em todo o país, o principal remédio para cura da doença. O movimento aponta que o atraso na reposição do medicamento no SUS chega a mais de 3 meses.

Em nota, o Ministério da Saúde reconheceu o atraso na distribuição do PQT.  A pasta informa que a doação do medicamento pela Organização Pan-americana de Saúde estava prevista para outubro do ano passado. Entretanto, testes realizados detectaram impurezas no lote, sendo necessário produzir novamente a quantidade do remédio que seria destinada ao Brasil.

O Ministério da Saúde ainda afirmou que está em tratativas para a chegada do medicamento o mais breve possível, mas não estipulou uma data.

“Pacientes com hanseníase relatam falta de medicamentos” em parceria com Agência Brasil.

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Pacientes com hanseníase relatam

Estudo aponta infecção simultânea por variantes do coronavírus

Pesquisa feita pelo Ministério de Ciência e Tecnologia também identificou uma nova variante do vírus, no Rio Grande do Sul, o que preocupa as autoridades, além do Estudo que aponta infecção simultânea.

Estudo aponta infecção simultânea por duas variantes do coronavírus. A pesquisa foi realizada pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), do Ministério de Ciência e Tecnologia, pela Universidade Feevale e pela Rede Vírus. Os pacientes analisados eram todos do Rio Grande do Sul.

Ao todo, 92 pessoas infectadas participaram do estudo. Dentre elas, duas registraram coinfecção, ou seja, infecção simultânea por linhagens diferentes do coronavírus. Apesar disso, os dois pacientes tiveram sintomas leves e moderados da doença, sem necessidade de hospitalização. Segundo os estudiosos, a situação é preocupante, já que a mistura de genomas de diferentes variações pode levar à evolução do vírus. 

Os pesquisadores também identificaram a circulação de cinco linhagens diferentes do vírus, no Rio Grande do Sul. Entre elas uma nova linhagem, que está sob investigação e estudos. O LNCC demonstra preocupação com a possibilidade da dispersão dessa nova variante para outros estados e países vizinhos.

Em parceria com Brasil 61

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Estudo aponta infecção simultânea por variantes do coronavírus

Carteira assinada; auxílio emergencial; covid e indígenas; e mais

Brasil abriu 142,6 mil vagas de emprego com carteira assinada em 2020. O número é resultado da diferença entre as contratações e demissões ocorridas no ano passado, divulgadas pelo Ministério da Economia.

Caixa libera hoje o auxílio emergencial para 196 mil brasileiros que tiveram o benefício autorizado após contestação ou revisão. As parcelas foram pagas de uma só vez e já podem ser sacadas ou transferidas.

Estudo feito com 98 governos por um instituto da Austrália aponta que o do Brasil foi o que teve a pior gestão pública durante a pandemia. Também receberam notas muito baixas os Estados Unidos, México, Colômbia e Irã, enquanto a Nova Zelândia foi apontada como o país que deu o melhor exemplo.

Com a próxima edição marcada para o próximo domingo, o Enem digital será presencial, com o uso do computador e número reduzido de participantes. Os candidatos devem conferir o local do exame e levar caneta esferográfica preta para a redação.

Nove crianças yanomamis morreram com sintomas de Covid-19, como febre e dificuldade para respirar, em duas comunidades indígenas de Roraima. Os casos são verificados pelo Ministério da Saúde.

Com informações de Rádio2.

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Carteira assinada

CNM e entidades divulgam carta com sugestão contra a Covid-19

O avanço da pandemia da Covid-19 em todo o território nacional tem causado preocupação à Confederação Nacional de Municípios (CNM) e às 27 entidades estaduais. Outro alerta levantado é sobre a inexistência de um plano nacional de superação das dificuldades e de retomada do desenvolvimento nesta segunda onda da doença. Neste sentido, CNM e entidades divulgam carta aberta com sugestões.

De acordo com a CNM, existe uma necessidade de adoção de novas medidas emergenciais que garantam aos governantes locais o atendimento da população. Com isso, as entidades divulgaram uma carta aberta com pedidos e sugestões de iniciativas que asseguram uma vida mais digna aos munícipes.  

Entre os pontos está a aquisição imediata pelo governo federal de todas as vacinas disponíveis. A CNM considera que “a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento econômico e social do país.”

Além disso, há uma solicitação para prorrogar o decreto de estado de calamidade pública no Brasil. Isso porque, com o fim dessa condição, “vários instrumentos fundamentais para a mitigação da calamidade foram interrompidos, entre eles, as contratações e compras emergenciais, flexibilidade orçamentária e suspensão de impeditivos relacionados à negativação dos entes.

A CNM também entende que é fundamental promover o real encontro de contas, conforme aprovado pelo Congresso Nacional em 2017, para permitir o conhecimento do exato valor devido pelos Municípios brasileiros ao RGPS e, ao mesmo tempo, o valor que o RGPS deve aos Municípios.

Em parceria com Brasil 61

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CNM e entidades divulgam carta com sugestão contra a Covid-19
Médicos fazem treinamento no hospital de campanha para tratamento de covid-19 do Complexo Esportivo do Ibirapuera.

Santo André decreta fase vermelha neste final de semana

Medida visa conter disseminação do novo coronavírus; Santo André decreta fase vermelha: fiscalização também será intensificada

A Prefeitura de Santo André divulgou oficialmente que neste final de semana (30 e 31), a cidade estará sob a fase vermelha do Plano SP, do Governo do Estado, funcionando portanto apenas os serviços essenciais (mercados, postos de combustível, hospitais, farmácias, etc), visando assim evitar aglomerações e conter a disseminação do novo coronavírus. A medida está prevista em decreto municipal publicado nesta quinta-feira (28).

 Durante estes dois dias as atividades e serviços não essenciais poderão funcionar apenas pelo sistema de drive thru ou delivery, através de realizações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou outros instrumentos similares. Os parques da cidade também estarão fechados no período. Já as atividades religiosas poderão funcionar com o limite de 50% de ocupação da capacidade total, bem como as medidas preventivas previstas nos protocolos sanitários.

“A cidade permanece com todas as ações preventivas e protocolos sanitários para conter a disseminação e o avanço da Covid-19. Por isso, intensificar a fiscalização e as medidas que assegurem o distanciamento social é um gesto de cuidado e proteção à vida. Estamos atentos com a subida de novos casos e óbitos, e pedindo a compreensão dos andreenses neste momento, já que estamos no início do fim desta guerra com a chegada das vacinas e a imunização da nossa gente”, assegurou o prefeito Paulo Serra.

A partir da segunda-feira (1º), Santo André retorna para a fase laranja com funcionamento das atividades não essenciais, pelo período máximo de oito horas, no horário das 06h às 20h, a ser estipulado por cada estabelecimento, observando-se o limite de 40% de ocupação da capacidade total. Na próxima semana haverá novo pronunciamento do Governo do Estado para a possível reclassificação das fases.

A fiscalização será feita por meio da Operação Comércio Responsável e os estabelecimentos que descumprirem o decreto estão sujeitos à medidas como aplicação de multa, interdição e revogação do alvará de funcionamento. A Prefeitura tem intensificado a fiscalização em estabelecimentos comerciais, sobretudo em bares, para combater aglomerações e festas clandestinas, orientar quanto à falta do uso de máscara e multar locais que não estão seguindo os protocolos sanitários e de segurança, para a prevenção da Covid-19. 

As equipes de fiscalização trabalham desde março de 2020, quando teve início a pandemia, com equipes do Departamento de Controle Urbano da Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), Guarda Civil Municipal e Polícia Militar.


| Texto: Guilherme Menezes
| Fotos: 
Angelo Baima/PSA

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Santo André decreta fase vermelha

Butantan testa eficácia de novo soro contra o coronavírus

Um novo medicamento poderá ser utilizado no tratamento da Covid-19, mas ainda são necessários mais testes. O Butantan testa eficácia de alternativa para cuidados com pacientes infectados pelo coronavírus.

Por enquanto eles são realizados em animais, pelo Instituto Butantan de São Paulo.

Há cinco meses, a instituição desenvolveu um soro a partir da inoculação do vírus inativo em cavalos.

O corpo dos animais reage ao microorganismo e produz anticorpos para combater a infecção.

Depois que sangue dos cavalos é coletado, os anticorpos são isolados para que possam ser usados contra a doença.

De acordo com a Agência Brasil, os pesquisadores agora testam a eficácia do soro em hamsters.

Eles esclarecem que a realização de testes em animais vivos é exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, para que eles possam ser realizados em humanos.

Antes disso, também é preciso que o Butantan comprove que o soro é capaz de combater a Covid-19.

Em parceria com Rádio2.

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Sobre o Instituto Butantan

O Instituto Butantan é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil, responsável por grande porcentagem da produção de soros hiperimunes e grande volume da produção nacional de antígenos vacinais, que compõem as vacinas utilizadas no PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde. As atividades de desenvolvimento tecnológico na produção de insumos para a saúde estão associadas, basicamente, à produção de vacinas, soros e biofármacos para uso humano.

Butantan testa eficácia

Industriais e portuários são incluídos no grupo prioritário

Os trabalhadores industriais e portuários são incluídos nos grupos prioritários para receber a vacina contra a Covid-19. A alteração está presente na segunda versão do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde.

Com a adição dos profissionais que trabalham nesses dois setores, que somam 5,4 milhões de pessoas, o público prioritário para receber o imunizante no País passou para 77,2 milhões de pessoas, o que significa cerca de 36% da população brasileira. Até o fim da tarde desta terça (26), o Ministério da Saúde já distribuiu 8,9 milhões de vacinas, de acordo com levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). 

Em parceria com Brasil 61

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Industriais e portuários são incluídos

Volta às aulas presenciais em Diadema

A Prefeitura de Diadema definiu as regras de volta às aulas presenciais para o ano letivo de 2021, referentes ao enfrentamento da pandemia de Covid-19. O decreto foi publicado nesta quarta-feira (27/01) e prevê primeiro a volta às aulas de maneira remota em 03 de fevereiro. Durante o mês, a Secretaria de Educação pretende retomar o vínculo entre a escola, os professores, os alunos e os pais. Também no período será realizado o diagnóstico de aprendizagem dos estudantes.

A partir de 01 de março, a rede pública terá aula presencial de forma híbrida e gradual. As escolas poderão receber diariamente até 35% dos alunos matriculados. Para isso, a Secretaria está se preparando para obedecer os critérios de segurança sanitária como distribuição de máscaras N95 e organização dos ambientes assegurando segurança aos estudantes e profissionais. 

“Além de garantir os protocolos sanitários, também vamos fazer a testagem de todos os cerca de 2,5 mil profissionais da educação, incluindo os bolsistas da frente de trabalho. Essa é uma forma de cuidar de quem vai cuidar dos alunos”, explica Ana Lucia Sanches, secretária de educação de Diadema. Os professores e demais trabalhadores vão participar de um revezamento conforme a realidade de cada escola.

A secretária destaca que o retorno gradual às aulas presenciais foi uma decisão conjunta do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e que recebeu parecer favorável do Comitê Intersecretarial de Acompanhamento das Ações para Combate à Covid-19 de Diadema. Além da secretaria de saúde, também fazem parte do comitê a chefia de gabinete, as secretarias de comunicação, de educação, de desenvolvimento econômico, de transportes, de habitação e de defesa social.

Vulnerabilidade social

Ana Lucia também explica que o retorno progressivo das aulas presenciais possui uma particularidade em Diadema devido ao contexto social de acentuadas vulnerabilidades e de comprometimento no desenvolvimento integral dos estudantes. Mais da metade da população economicamente ativa da cidade depende de benefícios sociais, seja Bolsa Família, BPC e ou auxílio emergencial. 

“Nosso desafio é monitorar todas as crianças e identificar as condições pedagógicas e sociais”, diz a secretária. 

Cestas Básicas 

A Secretaria de Educação também entregará cestas básicas a todos os estudantes já a partir de fevereiro.

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Volta às aulas presenciais em Diadema

Distanciamento social e cuidados: 6 em cada 10 brasileiros mantém

Pesquisa avalia intenção do brasileiro em quarentena para viagens e entretenimento durante as férias e festas de início de ano e o distanciamento social e cuidados.

Apenas 16% dos brasileiros acreditam que as aulas devam voltar a ser 100% presenciais no momento

61% apoiam a postergação do carnaval e 11% acha que teremos bloquinhos mesmo com a pandemia

O início de um novo ano sempre reflete um período de descanso e importantes datas comemorativas, com a chegada do verão e nosso amado Carnaval. Entretanto, com o isolamento social e o agravamento de casos do Covid-19, recente pesquisa da Hibou – empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo -, feita em parceria com a Scoregroup, mostra que hábitos dos brasileiros devem mudar em 2021.

“Mesmo com a vacina, a maioria dos entrevistados optou por permanecer em casa ou fazer pequenas atividades fora. Agora, durante os meses de janeiro e fevereiro, 63% pretende passar o verão com distanciamento social e tomando os devidos cuidados com a pandemia, o que nos mostra uma conscientização dos brasileiros nesse momento que é mundialmente delicado”, relata Lígia Mello, Sócia da Hibou e responsável pela pesquisa.

Distanciamento social e cuidados

O calor excessivo do verão contribui com essa decisão. 37% se sente desconfortável em sair de casa devido ao calor e altas temperaturas. Após a vacinação, 29% pretende sair e se divertir, e outros 25% devem buscar atividades em casa com a família. O home office segue como tendência no ano que se inicia e 21% continuará com a rotina em casa.

Para a pesquisa, englobando todas as faixas etárias e com renda entre até R$ 3 mil e mais de R$ 20 mil, mais de 1600 brasileiros foram entrevistados em formato digital, entre 27 de novembro de 2020 e 1º de dezembro, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Brasília, Recife e Maranhão.

A vacina tão aguardada

Com a aprovação da vacina, que ocorreu no dia 17 janeiro, em caráter emergencial, 11% dos brasileiros afirmaram que com a vacina mudariam totalmente os seus planos para esse verão, 28% mudaria apenas parte desses planos e 42% não mudariam nada. Já 19% não pensaram sobre essa possibilidade. “Essa análise indica que, incialmente, a vacina mudaria pouco a rotina de todos e que o brasileiro está ciente dos processos e períodos da vacinação.” Diz Ligia.

Janeiro não é mais o mesmo

As rotinas de verão mudaram muito, na comparação com Janeiro de 2020. O senso comum é que no momento atual teremos queda em atividades comuns, como churrascos (de 52% para 27%), parque com as crianças (de 30% para 16%), viagens para a praia (de 43% para 17%) e presença em bares com os amigos (de 31% para 5%). A pesquisa mostrou ainda que crescimento nas reformas das casas subiu de 10% para 17% e que a cerveja se mantém na geladeira, pois manteve a faixa de 30% na comparação.

“Falando da parte financeira, o brasileiro segue apertado financeiramente no início do ano, principalmente, em função dos impostos, material escolar e gastos habituais do período. Com isso, no início de 2021, percebemos que 63% se sente mais apertado com as contas extras de janeiro, em linha com o que indica o histórico para o período. Por outro lado, 31% acha que está igual aos outros meses do ano e apenas 6% se sente mais confortável financeiramente, pois sobrou algum dinheiro do final do ano”, completa, Ligia.

Viagens só de carro

Pensando na segurança das pessoas com deslocamentos durante a pandemia, o carro voltou a ser o meio de transporte mais utilizado e 81% prefere viajar de carro, 18% de avião, 12% de ônibus, 2% de moto e 1% de trem. A pandemia também mostrou que a principal companhia em viagens agora é o parceiro de vida (48%), seguido de todo a família (30%) e filhos (17%). Os destinos de menor agitação e movimento, o que contribui para o isolamento, são os mais citados, como Praia Deserta (43%) e sítio/chácara (31%).

Os protocolos de biossegurança estão no radar do brasileiro que pensa em sair para uma viagem. E, como recado para as cidades e locais turísticos, 82% dos brasileiros considera importante que toda a equipe esteja protegida com máscaras, 77% quer a disponibilização de kit higienização com álcool gel e 72% espera que seja respeitado o distanciamento social em restaurantes, entre outros.

Insegurança dos pais na volta às aulas – Distanciamento social e cuidados

“Ao pensar em férias, não podemos deixar de falar das crianças em casa. A pesquisa indicou que apenas 16% dos brasileiros acreditam que as aulas devam voltar a ser 100% presenciais neste momento, 33% prefere que o ensino seja virtual e 30% acha que o melhor formato agora é o híbrido, que mescla aulas presenciais e virtuais”, explica Lígia Mello.

Dos entrevistados, 26% possuem filhos e, sem poder viajar durante o período de férias, em função da pandemia, estão projetando fazer mais atividades em casa (39%), como atividades manuais (22%) e idas a parques e áreas abertas (30%). Outro número relevante, é que 18% dos pais devem apostar na compra de videogames, jogos e brinquedos para entreter as crianças. Uma fatia de 20% pretende viajar mesmo com a pandemia.

Carnaval assistindo seriados

No início do ano também temos uma das datas comemorativas mais queridas do Brasil: o Carnaval. Quase metade dos brasileiros (48%) aproveita essa data comemorativa para descansar e, mesmo com a pandemia, esse número se manteve o mesmo. As maratonas de filmes e séries estão bem cotadas, passando de 46% antes da pandemia para 51% do interesse atualmente.

Ainda no mesmo período de comparação, o interesse em passar o tempo em família subiu de 29% para 34% no carnaval de 2021. Ainda, sobre a possibilidade de postergar o carnaval para julho de 2021, a mudança é bem vista por 61% dos brasileiros e 29% acha que o feriado tem que ocorrer mesmo sem as festas. Já 11% acham que os bloquinhos vão ocorrer mesmo com a pandemia em curso e 12% acredita que teremos duas datas de carnaval no Brasil neste ano.

Churrasco ainda é um dos preferidos

Antes da pandemia, o churrasco fazia parte da rotina da metade dos brasileiros e, ao pensar nesse programa, 55% lembra das boas risadas ao reunir os amigos, 54% considera um ótimo programa de fim de semana para o período de festas. Para 42%, um bom churrasco não pode deixar de ter cerveja. No verão 20/21, ainda em pandemia, o hábito continua vivo na vida dos brasileiros, mas, para 50%, será apenas em família apenas e em casa.

O som preferido na hora do churrasco é o de música sertaneja. Surpreendentemente, o rock e o pagode aparecem empatados em seguida, sendo: sertanejo (37%), sertanejo universitário (34%), rock (32%), pagode (32%), MPB (29%), Samba (29%), Funk (13%), música eletrônica (5%) e RAP (4%).

Sobre a Hibou:

A Hibou é uma empresa especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, existente há mais de 11 anos. A Hibou trabalha o tempo todo com informação e olhares inquietos sempre do ponto de vista do consumidor. A empresa produz conteúdo qualificado utilizando ferramentas proprietárias para aplicação de pesquisas e análises de profissionais com mais de 20 anos de experiência. A Hibou oferece pesquisas qualitativas, quantitativas; exploratórias; profundidade; de campo; duble de cliente; deskresearch; monitoramento de comportamento; presença de marca; expansão de região; expansão de mercado para produtos e serviços; teste de produto e hábitos de consumo. https://www.lehibou.com.br

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Brasil está próximo de 9 milhões de pessoas infectadas

Desde que a pandemia pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o país está próximo de 9 milhões de casos. São 8.933.356 pessoas já foram diagnosticadas com a doença e outras duas mil ainda aguardam resultado para saber se estão com Covid-19. O número de mortes decorrentes do coronavírus também cresceu e, até agora, foram registrados 218.878 óbitos confirmados. Esses são os dados oficiais do Ministério da Saúde, nesta terça-feira (26), com base nas informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o País.

Outro número importante é o de que ainda estão em análise outros 2.847 falecimentos que as equipes de saúde estão investigando. Na lista de estados com mais mortes, São Paulo ocupa a primeira posição (51.838), seguido por Rio de Janeiro (29.043), Minas Gerais (14.328), Ceará (10.363) e Pernambuco (10.222). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (835), Acre (856), Amapá (1.036), Tocantins (1.353) e Rondônia (2.149). A boa notícia fica por conta das pessoas que conseguiram se recuperar da Covid-19, que são mais de 7.798.655, o que representa 87,3% das pessoas que já ficaram doentes.  

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Brasil está próximo de 9 milhões

Governo restringe entrada de estrangeiros no Brasil

O Governo Federal restringe entrada de estrangeiros no território brasileiro por rodovias, meios terrestres ou transporte aquaviário. A medida está valendo desde a última terça-feira (26), com a publicação da Portaria Nº 652, que trata sobre a restrição excepcional conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O texto cita como justificativa os potenciais riscos das duas variantes da Covid-19 detectadas originalmente no Reino Unido e na África do Sul – consideradas versões com maior poder de contaminação pelo vírus.

Segundo a portaria, essas restrições não impedem a entrada de estrangeiros no País  por via aérea “desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”. Assim, para entradas por avião, o governo exige comprovante de um teste negativo para a Covid-19 do tipo RT-PCR, que precisa ter sido realizado em um intervalo de no máximo 72 horas antes do embarque. Além disso, ficam proibidos voos internacionais para o Brasil que tenham origem ou passagem por aeroportos do Reino Unido ou da África do Sul.

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China enviará ao Brasil insumos para mais de 8 milhões de doses

A China enviará ao Brasil insumos para a produção de mais de oito milhões de doses da vacina do Butantan até o dia 3 de fevereiro. O anúncio foi feito pelo governador de São Paulo, João Doria, na manhã desta terça-feira (26) com a participação online do embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. Segundo o Instituto Butantan, serão enviados mais de cinco mil litros de insumos para a produção de vacinas, mas as doses já produzidas com os insumos recebidos anteriormente começam a ser liberados diariamente ao Ministério da Saúde a partir desta sexta-feira (29).

Durante o anúncio, o embaixador chinês afirmou que a parceria existente entre a China com o governo de São Paulo no enfrentamento da pandemia do coronavírus possibilitou a rigorosa pesquisa científica em ambos os países para que a vacina pudesse ser produzida e distribuída pelo Brasil. O governador de São Paulo explicou que essa parceria começou no ano passado antes mesmo de haver vacina, quando o governo da China ofereceu gratuitamente equipamentos de proteção individual, máscaras e insumos para o Brasil.

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Dúvidas sobre vacinação Covid-19: Quem pode ser vacinado?

Devido à escassez da vacina e conforme orientação do Ministério da Saúde, os governos estaduais estão imunizando prioritariamente os grupos de risco, em geral, idosos que vivem em asilos, indígenas em aldeias e profissionais de saúde que atuam na linha de frente contra o coronavírus. Veja e tire dúvidas sobre vacinação Covid-19.

Com a futura disponibilização de novas doses, cresce a expectativa da ampliação desse público em novas etapas da campanha de imunização, ao mesmo tempo em que surgem dúvidas a respeito. De acordo com o Ministério da Saúde, considerando os ensaios clínicos, estar grávida ou amamentando é uma provável contraindicação para tomar as vacinas ofertadas até agora.

Para a infectologista Joana D’arc, professora do Centro Universitário de Brasília, os riscos variam caso a caso. Também não foram feitos estudos conclusivos sobre os efeitos da imunização contra a covid-19 em menores de 18 anos. Por isto, a vacinação não tem sido recomendada no momentos para essa faixa etárias. Outro motivo, além da escassez de vacinas, é porque os jovens têm menor risco de mortalidade pela doença.

E quem já foi contaminado pelo novo coronavírus? Segundo Joana D’arc, a vacinação é recomendada. Ela também garante que a vacina é segura. Quem toma medicamento controlado pode ficar tranquilo.

Segundo a especialista, de forma geral, não há contraindicação. Mas quem está com covid-19 ou tem sintomas da doença, principalmente febre, não pode ser vacinado. Precisa aguardar o período de quarentena.

Com informações de Agência Brasil.

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Dúvidas sobre vacinação Covid-19
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Lewandowski pede dados de produção e importação da Sputnik V

O ministro do Superior Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, determinou que a União Química Farmacêutica se manifeste, em até cinco dias, sobre as informações prestadas em relação ao pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V. A empresa é patrocinadora, representante legal e parceira do Instituto russo desenvolvedor do imunizante é responsável pela produção no Brasil.

De acordo com o ministro, a farmacêutica deverá detalhar as exigências técnicas pendentes de cumprimento, o tempo e a forma como pretende atendê-las. Deverão ser discriminadas as quantidades e prazos de entrega, além da capacidade de produção da Sputnik V no Brasil ou se a empresa vai importá-la da Rússia, caso obtenha a autorização emergencial da Anvisa.

Quanto ao pedido de autorização para uso emergencial da vacina, em caráter experimental, a Anvisa considerou que a solicitação é inviável nesse momento, “tendo em vista a insuficiência e a incompletude de dados relevantes à análise do pleito”.

Em parceria com Brasil 61

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Lewandowski

Grande ABC recebe doses da vacina de Oxford

Região iniciou a campanha de vacinação há uma semana e segue imunizando grupos prioritários apontados pelo plano nacional de vacinação. Leia sobre Grande ABC recebe doses da vacina de Oxford

As cidades do Grande ABC receberam, nesta terça-feira (26/1), 30.190 doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório britânico Astrazeneca, que integram o lote de 2 milhões de frações importadas pelo Governo Federal.

Conforme divisão feita pelo Ministério da Saúde, são 9.110 doses para São Bernardo do Campo, 8.740 para Santo André,  3.700 para São Caetano do Sul, 3.640 para Mauá, 3.440 para Diadema, 1.240 para Ribeirão Pires e 320 para Rio Grande da Serra.

A região iniciou a campanha de vacinação contra a Covid-19 na última terça-feira (19/1), com 39,3 mil doses da Coronavac. O Grande ABC segue destinando as vacinas aos grupos prioritários da Saúde e demais indicados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“O imunizante será distribuído para continuarmos com a vacinação dos profissionais de Saúde, que estão na linha de frente do combate à pandemia, além de idosos acamados e população indígena. Seguimos empenhados em conseguir rapidamente a reposição das doses para vacinar a nossa gente de forma rápida e eficaz”, afirmou o presidente do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e prefeito de Santo André, Paulo Serra.

Fotos: Helber Aggio/PSA

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Grande ABC recebe doses da vacina de Oxford

Alemanha quer suspender voos e Holanda enfrenta protestos

O governo da Alemanha quer suspender todos os voos do exterior para a Alemanha, a fim de evitar a propagação de vírus mutantes, mais virulentos, do coronavírus.

Outras medidas incluem isolar regiões inteiras onde as formas do Sars-Cov-2 são mais prevalentes.

E na França, é forte o suspense devido a um terceiro lockdown no país. O Conselho de Defesa Sanitária se reúne amanhã para debater a necessidade de um terceiro lockdown. O presidente Emmanuel Macron não fez previu nenhum pronunciamento nesta semana e, segundo o governo francês, tudo vai depender dos resultados do toque de recolher adiantado em dez dias para as 18h até as 6h.

E na Holanda foi palco pela segunda noite consecutiva de manifestações violentas contra o toque de recolher noturno que foi imposto no último fim de semana para lutar contra o avanço da covid-19.

Os protestos foram registrados nas principais cidades do país, como a capital, Amsterdã, Rotterdam e Haia, mas também pequenas localidades.

Tropas de choque tiveram que ser acionadas, tentaram conter os manifestantes com jatos d’água.

No domingo, 250 pessoas haviam sido presas em protestos contra o toque de recolher.

Em parceria com Agência Brasil.

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Alemanha quer suspender voos e Holanda enfrenta protestos

196 mil pessoas que contestaram auxílio irão receber o benefício

O auxílio emergencial já acabou, mas um grupo de 196 mil pessoas que contestaram ainda terão direito a receber o benefício. Isso porque essas pessoas contestaram a suspensão do auxílio no ano passado e ganharam o direito de receber as parcelas devidas, após uma reavaliação do governo.

Um novo lote somando mais de R$ 248 milhões estará disponível nesta quinta-feira, dia 28, tanto para saques quanto para transferências e pagamentos. Esse grupo que contestou o corte no benefício vai receber todas as parcelas a que tem direito de uma só vez.

Um grupo menor, de cerca de 8.300 pessoas, terá direito a receber 4 parcelas do auxílio. Já o maior grupo, com mais de 78 mil pessoas, terá direito a receber uma única parcela do benefício.

Criado para combater os efeitos econômicos da pandemia, o auxílio emergencial alcançou mais de 68 milhões de pessoas, o que representa 32% da população brasileira.

Em parceria com Agência Brasil.

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196 mil pessoas que contestaram auxílio irão receber o benefício

Aos 107 anos, Joana é a primeira idosa vacinada em Diadema

Joana Bento dos Santos foi diagnosticada com coronavírus logo nos primeiros meses da pandemia. Na época, as informações sobre a doença ainda eram escassas e ela não apresentava qualquer sintoma. Mesmo assim, por decisão acertada das enfermeiras, foi mantida em isolamento e passou ilesa pelo susto. Pouco mais de sete meses depois, Joana recebeu outra notícia, desta vez, muito mais animadora. Ela seria a primeira idosa de Diadema a receber a vacina contra a Covid-19. Detalhe: ela tem 107 anos. 

Joana está entre os 97 hóspedes das quatro instituições de Longa Permanência de Idosos da cidade que começaram a ser imunizados durante esta segunda-feira (25).  A vacinação dos chamados idosos institucionalizados está dentro da primeira etapa da imunização.

Há uma semana, a cidade recebeu 4.480 doses da Coronavac e vacinou 3.154 pessoas. Nesta terça, outras 3.440 doses de AstraZeneca chegaram à cidade. No total, são 7.920 de vacinas enviadas para Diadema até o momento.

Alívio e fé

Quem também recebeu a vacina foi Iracy Ignácio Mendes, de 88 anos, também hóspede do Lar de Idosos e um grande entusiasta da vacina – e da ciência. “Eu contraí a Covid-19 e fiquei mais de 30 dias em recuperação, com sintomas muito fortes. Meu conceito de vida mudou muito depois dessa experiência. Tomar a vacina me traz uma alegria que há muito tempo eu não sentia”, conta.  

Para Maria do Céu Carvalho dos Santos, de 80 anos, a vacina veio também para materializar a sua fé de que dias melhores estão por vir.   “Eu estava muito ansiosa para receber a vacina, mas eu sei que o tempo pertence a Deus e na hora certa ela iria chegar. Eu me sinto jovem, forte e nunca tive medo da vacina. Medo quem tem que ter é quem não quer tomar”

Já Maria Cristina Neres dos Santos, de 67, a vacina encerra um longo período de incertezas. “Eu tive muito medo de não viver para ver a chegada desta vacina. Foi um ano muito difícil para todo mundo e eu estava muito ansiosa para receber a dose. Agora que tomei, a sensação é como eu tivesse nascido de novo”.

107 anos

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Brasil negocia com Índia doses adicionais da vacina Astrazeneca

A Fiocruz, do Brasil, negocia com o Instituto Serum, da Índia, doses adicionais da vacina da Astrazeneca. A medida é uma saída para minimizar o impacto do atraso da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo, importado da China, insumo necessário para que a Fundação inicie a produção da vacina aqui no Brasil. 

Segundo a Fiocruz, no acordo estabelecido com a AstraZeneca, está previsto o envio de 14 lotes de 7,5 milhões de doses, com intervalo de duas semanas entre cada remessa. Em janeiro, a instituição deveria ter recebido dois lotes.

A Fiocruz informou que a primeira carga, para a produção de 7,5 milhões de doses, está pronta para embarque, no local de fabricação, apenas aguardando a emissão da licença de exportação e a conclusão dos procedimentos alfandegários na China, com previsão de envio no dia 8 de fevereiro.

A instituição também informou que a AstraZeneca tem tomado todas as medidas possíveis para proceder com o embarque do IFA da China no menor prazo possível e conta com o apoio do Governo Brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Saúde. 

De acordo com a Fiocruz, a negociação com o instituto indiano para a aquisição de doses prontas adicionais segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado. 

Dois milhões de doses da vacina Astrazeneca prontas chegaram ao Brasil na sexta-feira (22) e foram entregues pela Fiocruz ao Ministério da Saúde no sábado (23). O imunizante já foi enviado aos estados para vacinação.

Com informações de Agência Brasil.

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O que é o IFA?

É o IFA que dá a característica farmacológica à vacina. Em outras palavras, o IFA é o responsável por estimular o organismo a produzir os anticorpos que vão reagir se e quando o corpo for contaminado. Os outros componentes da fórmula são os excipientes: essenciais para que o imunizante atue como planejado até o fim do prazo de validade.

Brasil negocia com Índia doses adicionais da vacina Astrazeneca

Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais nessa segunda-feira para informar que, de acordo com a Embaixada da China, o país asiático liberou para o Brasil o envio de 5,4 mil litros de IFA, Ingrediente Farmacêutico Ativo, necessários para a fabricação de aproximadamente 8,5 milhões de doses da CoronaVac, no Instituto Butantan. Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o IFA chega ainda nesta semana.

Para dar continuidade à produção de mais 27 milhões de doses da CoronaVac esperadas para esta primeira etapa da vacinação, o Butantan ainda depende de novos carregamentos de IFA.

Sobre a matéria-prima para a vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Fiocruz, Bolsonaro informou que o processo de liberação está acelerado. Na postagem, o presidente agradeceu a sensibilidade do governo chinês.

Pouco depois, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, também se manifestou nas redes sociais. Disse que “a China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance”. E concluiu que “a união e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia”.

Também nessa segunda-feira, a Anvisa fez uma nova reunião com a farmacêutica União Química, responsável no Brasil pela vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

A equipe técnica da Anvisa detalhou para a empresa quais informações devem ser apresentadas para a análise do pedido de estudos de fase 3 no Brasil. O principal ponto da reunião foram os dados técnicos que precisam constar no Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamentos. Todas as quatro vacinas em pesquisa no Brasil já passaram por essa etapa.

Em resposta, a União Química indicou que deve começar o envio dos documentos para a Anvisa.

A agência reguladora também tem feito reuniões com órgãos semelhantes. Nessa segunda, a equipe da Anvisa se reuniu com a Agência Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica da Argentina.

Com informações de Agência Brasil.

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Insumos para fabricar CoronaVac chegam nesta semana
Foto: Pedro Gontijo/Imprensa MG

Ribeirão Pires inicia planejamento para Vacinação contra COVID-19

Plano de Imunização de Ribeirão Pires foi apresentado na manhã desta segunda-feira (18)

Após aprovação das vacinas CoronaVac e AstraZeneca pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a Prefeitura de Ribeirão Pires, junto com a equipe técnica multiprofissional da Secretaria de Saúde, acompanhado do Prefeito Clovis Volpi, do vice Amigão D’orto, e do Secretário  Municipal, Audrei da Rocha, se reuniu na manhã desta segunda-feira (19), para apresentação do Plano Municipal de Imunização.

Seguindo os calendários do Plano Nacional e Estadual, a cidade irá priorizar, neste primeiro momento, a imunização dos profissionais de saúde, especialmente os que estão na linha de frente no combate à pandemia, já que a cidade não possui registro oficial de população indígenas nem quilombolas. Num segundo momento, será iniciada a imunização do grupo prioritário de Idosos, começando pelos que possuem 75 anos ou mais.

Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, são aproximadamente 4.000 profissionais, incluindo a rede pública e privada, que receberão a primeira dose nos próximos dias. As datas e a quantidade de vacinas a serem entregues serão definidas pelo Governo Estadual.

A intenção do Município é utilizar as Unidades Básicas de Saúde e a Tenda Multicultural do complexo Ayrton Senna como pontos fixos de vacinação.

Mais informações serão divulgadas em breve.

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Plano de Imunização de Ribeirão Pires

Vacinação contra a Covid-19 começa nessa segunda (18)

A vacinação nos estados contra a Covid-19 deve começar ainda nesta segunda-feira, dia 18 de janeiro. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que afirmou que a distribuição das doses do imunizante deve ocorrer até as 14h, horário de Brasília, com a ajuda dos aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A previsão é de que as primeiras aplicações já sejam realizadas às 17h.  

Em ato simbólico, Pazuello entregou mais de 4,5 milhões de doses da CoronaVac no Centro de Logística do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Até o momento, as doses da vacina serão distribuídas pelos aviões da FAB para o Distrito Federal e para os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. 

São Paulo foi o primeiro estado a começar a vacinação. Profissionais de saúde de hospitais de referência no combate à pandemia e integrantes de populações indígenas começaram a ser vacinados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP nesse domingo (17).

As primeiras pessoas a receberem a vacina contra a Covid-19 a partir dessa segunda serão as dos grupos prioritários: profissionais da saúde, idosos e indígenas. Mesmo após imunizadas, as pessoas devem continuar usando máscara e lavando bem as mãos com água e sabão ou com álcool em gel. 

Com informações de Brasil 61

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Vacinação contra a Covid-19

Vigilância de Ribeirão Pires intensifica fiscalização

Vigilância de Ribeirão Pires: Locais que descumprirem as normas poderão ser multados em até R$5.025,00 por cliente

A Secretaria de Saúde de Ribeirão Pires, por meio da equipe de Vigilância Sanitária, tem intensificado as ações de fiscalização para verificação do uso de máscaras e respeito às orientações de distanciamento social nos estabelecimentos comerciais da cidade.

A ação, que conta com o apoio das forças de segurança, tem como objetivo averiguar o cumprimento dos decretos municipais Nº 6.998, de 29 de abril de 2020, que determina o uso obrigatório de máscara facial e distanciamento social, e o decreto nº 7.053, de 26 de agosto de 2020, sobre a obrigatoriedade da aferição de temperatura na entrada dos estabelecimentos, medidas que visam conter o avanço do novo Coronavírus (COVID-19).

O descumprimento do decreto pode resultar em advertências, aplicação de multas, que vão até R$ 5.025,00 por pessoa, e até o fechamento do local.

“Nós pedimos à população e aos comerciantes, que se atentem ao uso correto da máscara nos estabelecimentos, que respeitem as porcentagens adequadas para evitar aglomerações e cumpram os horários estabelecidos”, orienta Carolina Stanghini, autoridade sanitária do município.

Até o momento, foram realizadas 24 autuações e 20 multas foram aplicadas. A Prefeitura informa que continuará fiscalizando os estabelecimentos.

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Vigilância de Ribeirão Pires

Nova cepa do coronavírus gera incertezas entre autoridades

Nova cepa do coronavírus causa incertezas entre autoridades de saúde e a população em geral. O Ministério da Saúde já registrou suspeita de casos da variante do vírus, no estado de São Paulo. Segundo o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do estado, essa nova cepa é a mesma detectada recentemente no Reino Unido e nos Estados Unidos. 

Além disso, o Ministério da Saúde foi notificado pelo Governo do Japão sobre a presença de nova variante do vírus, em viajantes brasileiros que chegaram em Tóquio, após passarem uma temporada no Amazonas. Nesses casos, as variações são as mesmas encontradas no Reino Unido e África do Sul.

Para detalhar o assunto, a epidemiologista e pesquisadora do CNPq, Ethel Maciel, concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com. A especialista também é enfermeira, professora titular da Universidade Federal do Espírito Santo e pós-doutora em Epidemiologia pela Universidade Norte-Americana Johns Hopkins.

Segundo Ethel Maciel, é comum que esse tipo de vírus sofra mutação, mas até então, nenhuma das alterações anteriores tinham mudado a estrutura viral, tornando-o desapercebido pelo sistema imunológico humano. “Ele fez uma mudança naquelas espículas do vírus, que formam a coroa. Essa mudança conseguiu tornar essa variante (B117) 70% mais transmissível.”

Nova cepa do coronavírus

Segundo a especialista, mesmo que a variante não cause doenças mais graves, ela tem maior capacidade de transmissão entre as pessoas, podendo atingir mais indivíduos que já possuem comorbidades. Além disso, foi identificado maior número de infecções da nova cepa do coronavírus em crianças.

A preocupação também gira em torno das vacinas e resultados de exames. “A vacina faz uma apresentação do vírus para nosso organismo, para treiná-lo a como combater aquele vírus. Então qualquer mudança que ele consiga despistar no nosso sistema imunológico é ruim. A resposta fica mais lenta a esse agressor”, explica a Ethel Maciel. No entanto, empresas como a Pfizer e a Moderna informam que essa mudança não teve impacto na vacina. 

Em relação aos testes da Covid-19, a Anvisa já divulgou uma nota técnica, alertando os laboratórios brasileiros, sobre os exames que detectam a doença pela coroa do vírus. De acordo com a doutora Ethel, esse tipo de diagnóstico pode ser ineficaz para identificar a nova cepa do coronavírus.

Nova variação do vírus

A doutora Ethel Maciel alerta para uma segunda variação do coronavírus, diagnosticada no final mês de dezembro, na África do Sul, que é ainda mais preocupante, já que fez várias mudanças na coroa do vírus. Mutação já foi identificado em pacientes na Bahia e em São Paulo. Segundo ela, a comunidade cientifica ainda não sabe qual é o impacto disso nas vacinas. A expectativa é que os imunizantes sejam disponibilizados o mais rápido possível, para diminuir a circulação do vírus e impedir essas mutações.

Vacina na rede particular

A doutora Ethel Maciel afirma que as vacinas podem ser comercializadas na rede particular, desde que primeiro seja garantida a distribuição na rede pública. Ela ressalta que é papel do Estado promover a vacinação de sua população, e destaca um acordo feito pela Organização Mundial da Saúde com as fabricantes, para que as doses desenvolvidas só fossem vendidas para os governos.

A epidemiologista avalia que não seria justo que a vacina fosse disponibilizada apenas para pessoas que podem pagar. Segundo ela, é preciso começar a imunização pelos grupos prioritários, para evitar complicações de saúde, até que a coberta vacinal atinja 70% da população. “A vacina não é um remédio. Ela é uma estratégia de prevenção, que só funciona se for coletiva, se muitas pessoas se vacinarem, porque cria a imunidade de rebanho. A estimativa é que 70% da população do Brasil precisa ser vacinada para adquirir essa imunidade”, explica.

Nos últimos dias, o Instituto Butantan e o governo de São Paulo anunciaram que a eficácia da Coronavac, desenvolvida em parceria com farmacêutica chinesa, obteve 50,38% de eficácia global, no estudo clínico desenvolvido no Brasil. Além disso, o imunizante possui 78% de eficácia para casos leves e 100% contra casos moderados e graves da Covid-19. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando o pedido de uso emergencial da vacina, assim como do imunizante desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com a AstraZeneca.

Segundo a epidemiologista Ethel Maciel, o governo federal deveria ter firmado parcerias com outros laboratórios, antes mesmo da comprovação de eficácia, para que tivéssemos mais opções de vacina para este momento. “E a gente vai precisar de mais vacinas. Uma boa coisa para o Brasil fazer agora talvez seja começar a negociar com a Jansenn. Eles estão prometendo uma finalização do estudo em janeiro. E é uma vacina de uma dose só, então muito mais simples para a gente operacionalizar”, comenta.

Papel dos municípios

A epidemiologista Ethel Maciel acredita que não haverá dificuldade na operacionalização da vacinação, já que os municípios brasileiros possuem vasta experiência com outros imunizantes. Mas ressalta a importância de organizar um local, onde as pessoas vacinadas devam ir, caso apresentem alguma reação adversa. 

A gestão municipal também precisa fazer a conta de quantas doses da vacina serão necessárias para imunizar cada grupo prioritário da cidade, de acordo com o Plano Nacional de Imunização do governo federal. A partir desse cálculo, o Ministério da Saúde encaminha o número de doses estipulado para cada localidade.

Além disso, os municípios devem organizar as salas de vacinação. A doutora Ethel Maciel cita o caso do município de Vitória, no Espírito Santo. “A gente já faz, por exemplo, na vacina da gripe, o agendamento online. A ideia do governo agora é disponibilizar um aplicativo para que a gente possa fazer isso no Brasil todo, para evitar a aglomeração”, explica.

Mesmo com a vacinação, a população precisa manter os cuidados. “Mesmo que inicie a campanha, até que 70% da população seja vacinada, vai demorar um pouco. Então a gente vai precisar ainda seguir aquelas orientações, de utilizar máscara. 2021 vai ser um ano que a gente ainda vai utilizar máscara, vai precisar fazer distanciamento físico. Álcool em gel e a lavagem das mãos vão ser nossos aliados”, afirma a epidemiologista.

Arte - Brasil 61

Enem e retorno das aulas

Nos próximos dias 17 e 24 de janeiro, quase 6 milhões de estudantes vão realizar, presencialmente, as provas do Exame Nacional do Ensino Médio. Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), Alexandre Lopes, afirmou que o órgão investiu R$ 69 milhões em medidas de prevenção à Covid-19, para que as provas sejam realizadas de forma segura.

No entanto, a epidemiologista Ethel Maciel avalia a situação como preocupante, já que milhões de pessoas, entre estudantes e funcionários, vão se locomover para a realização do certame. “No meio de uma segunda onda, nós mobilizarmos tantas pessoas assim, se movimentado pelas cidades, eu considero muita irresponsabilidade, nesse momento. Do tempo que a gente estava esperando para fazer o Enem, eu acredito que o governo já deveria ter criado uma outra solução para essa prova”. Segundo avaliação da epidemiologista, a data da prova deveria ser revista, pelo menos até a aplicação das vacinas.

A especialista ressalta que a nova variante do coronavírus e a segunda onda dos contágios trazem uma preocupação a mais, em relação ao retorno das aulas. “Nós esperávamos que essa segunda onda chegasse um pouco mais tarde, depois de março, abril. E a gente foi surpreendido, em novembro e dezembro, com aumento exponencial de casos no Brasil. Nesse momento não tem segurança para o retorno presencial das aulas”. A doutora Ethel Maciel defende que os profissionais da educação estejam nas primeiras fases da vacinação.

Estudos sobre medicamentos

A epidemiologista comenta sobre os estudos de medicamentos para tratar a Covid-19. “No momento, nós não temos nenhum medicamento aprovado contra a Covid-19, que tenham tido eficácia e segurança. Nós temos alguns estudos que ainda estão em fase 2 e 3. Eles seriam utilizados para tratar a infecção e prevenir a doença grave e fatal. Mas não seriam dados indiscriminadamente”, comenta. A previsão é que os resultados desses estudos fiquem prontos a partir do mês de abril.

Por fim, a epidemiologista recomenda que o País tome medidas mais restritivas, para evitar um colapso do sistema de saúde. “A gente deveria fazer o lockdown, fazer uma restrição, para que a gente pudesse começar com um pouco mais de tranquilidade. Várias previsões matemáticas apontam que se a gente não tomar uma decisão hoje, janeiro vai ser trágico e fevereiro ainda mais. As chances de termos um colapso no serviço de saúde agora é real”, alerta.

Acompanhe a seguir a entrevista completa com a epidemiologista e pesquisadora do CNPq, Ethel Maciel.

“Nova cepa do coronavírus gera incertezas entre autoridades” é com informações de Brasil 61

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Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19

Em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (13) em Manaus, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou que os estados receberão as vacinas em três ou quatro dias após a autorização da Anvisa. Manaus terá prioridade na vacinação.

Em pronunciamento realizado na manhã desta quarta-feira (13) em Manaus, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reafirmou que os estados receberão as vacinas contra a Covid-19 em três ou quatro dias após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para início da imunização. 

“Vamos vacinar em janeiro e Manaus será a primeira cidade a receber o imunizante. A vacina será distribuída simultaneamente em todos os estados na sua proporção de população, mas Manaus terá essa prioridade”, disse.

A agência reguladora informou que está prevista para o próximo domingo (17) a reunião da Diretoria Colegiada que decidirá sobre pedidos de autorização para uso emergencial, temporário e experimental das vacinas do Instituto Butantan e da Fiocruz. A data representa o penúltimo dia do prazo estabelecido pela própria Agência como meta para análise dos pedidos.

A capital amazonense voltou a ter hospitais lotados por conta do vírus. Nos últimos dias, a cidade registrou recorde de novas internações que superaram números vistos em abril e maio, quando houve colapsos no sistema público de saúde e funerário. O prefeito, David Almeida (Avante), decretou novamente estado de emergência por 180 dias e afirmou que a cidade vive seu pior momento da pandemia, sem descartar um novo lockdown.

Ao lembrar que sua família mora na cidade, Pazuello afirmou que o governo federal está acompanhando de perto a situação do município. “Quero deixar claro para todos que nós não estamos nem um pouco afastados de viver o problema de Manaus, nós estamos dentro do problema como todos os senhores. Essa é a sensação que tem que ser compreendida, nós estamos juntos. Podem contar comigo, com o presidente da República, ele me apoia em tudo, cem por cento”, declarou.

Na última semana, o Ministério da Saúde providenciou o envio de 131 ventiladores pulmonares para o estado do Amazonas, sendo 78 apenas para Manaus. O Ministério da Defesa também está providenciando o transporte de 1.500 cilindros de oxigênio para o município. 

Em decorrência da viagem emergencial do ministro a Manaus esta semana, foi adiada a reunião com os presidentes da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e das entidades municipalistas estaduais que estava marcada para hoje. Segundo a pasta, a reunião pode ocorrer ainda nesta semana. A videoconferência também terá como pauta o planejamento e a execução da vacinação contra a Covid-19 nos demais municípios.

“Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19” é com informações de Brasil 61

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Manaus terá prioridade na vacinação contra Covid-19
(Brasília – DF, 27/04/2020) Coletiva de imprensa com Ministro da Saúde, Nelson Teich. Fotos: José Dias/PR

Vacinação contra covid-19: governos já pensam em atrasar 2ª dose

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o mundo não deve alcançar este ano a imunidade coletiva contra a covid-19. Isso porque a quantidade de vacinas que podem ser fabricadas não é suficiente. Por isso, pesquisadores começaram a pensar em alternativas para vacinação contra covid-19.

No Reino Unido e no Brasil, os governos já falam na possibilidade de atrasar a segunda dose da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. Aqui no Brasil, o estudo sobre esse imunizante é conduzido pela Fiocruz.

A médica Raquel Stucchi, da Sociedade Brasileira de Infectologia, avaliou que a estratégia de atrasar a segunda dose para vacinar mais pessoas pode funcionar, mas a segunda dose ainda é necessária e precisa ser aplicada no máximo 3 meses depois da primeira.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, comentou, na semana passada, sobre a possibilidade de atrasar a segunda etapa de vacinação. De acordo com ele, a primeira dose já garante 71% de imunidade ao novo coronavírus.

A infectologista Raquel Stucchi afirmou que a segunda dose deve ser para toda a população, respeitando os grupos prioritários. Para ela, seria antiético fazer a segunda vacinação para um grupo mais restrito de pessoas.

Há três anos, o Brasil enfrentou um surto de febre amarela e a quantidade de vacinas na época também era insuficiente. A solução encontrada foi fracionar, dividir a dose que garantiria imunidade por 10 anos, em 10 doses menores, que protegessem as pessoas por pelo menos um ano.

A infectologista explicou que já existia pesquisa sobre a eficácia do fracionamento daquela vacina, mas a ciência ainda não sabe se essa solução pode servir para a vacina contra a covid-19.

Raquel Stucchi lembrou que, acidentalmente, parte dos voluntários da pesquisa da vacina de Oxford/AstraZeneca recebeu meia dose na primeira etapa de vacinação e esse esquema teve mais eficácia na comparação com quem recebeu a dose inteira. Mas, segundo ela, até mesmo essa vacina deve ser aplicada com doses inteiras.

As primeiras unidades da vacina de Oxford/AstraZeneca devem chegar ao Brasil no sábado (16). Serão 2 milhões de doses, fabricadas pelo Instituto Serum, da Índia. Se o uso emergencial das vacinas da Fiocruz e do Butantan for aprovado pela Anvisa, as doses devem começar a ser distribuídas já na semana que vem.

“Vacinação contra covid-19: governos já pensam em atrasar 2ª dose” com informações de Agência Brasil

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Vacinação contra covid-19: governos já pensam em atrasar 2ª dose
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Vacinas falsas contra Covid-19 na internet: Anvisa alerta

A equipe diz ter tomado conhecimento das iniciativas pela mídia, em nota a Polícia Civil disse estar investigando os casos. Esteja atento com anúncios de imunizantes nas redes sociais e sites, pois se tratam de Vacinas falsas contra Covid-19.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta sobre a venda de vacinas falsas contra a Covid-19 na Internet. A equipe diz ter tomado conhecimento das iniciativas pela mídia, em nota a Polícia Civil disse estar investigando os casos.

A agência reitera que não há, até o momento, qualquer vacina registrada ou autorizada em caráter emergencial e sem registro ou autorização para uso emergencial a vacina não pode ser comercializada. A aquisição de um medicamento sem registro ou autorização, acrescenta a agência reguladora, pode trazer riscos à saúde de quem toma a substância.

Com informações de Brasil 61

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Vacinas falsas contra Covid-19 na internet

Reinfecção por mutação da Covid-19 na Bahia é o 1º no mundo

Os casos de reinfecção por coronavírus indicam que a prevenção deve continuar mesmo entre as pessoas que já tiveram a doença. Reinfecção por mutação da Covid-19, leia abaixo:

Embora seja considerado raro o paciente adquirir Covid-19 mais de uma vez, alguns episódios já foram confirmados no Brasil e há outros em investigação.

Um dos mais recentes é o de uma mulher de Salvador, que foi infectada pela segunda vez por uma mutação do coronavírus.

No programa de hoje vamos explicar por que essa reinfecção chamou a atenção da comunidade científica.

Eu sou a Sig Eikmeier e neste Saúde e Bem Estar converso com o médico Bruno Solano, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, e do Instituto D’or de Pesquisa e Ensino, o IDOR, em Salvador.

Ele fala sobre a paciente que foi infectada duas vezes por Covid-19 no Estado da Bahia.

O especialista o que há de diferente nessa reinfecção para o caso seja considerado inédito:

A proteína Skipe, ou proteína S, onde foi verificada a mutação, é utilizada pela Covid-19 para entrar na célula humana:

O estudo é conduzido no IDOR, com a colaboração da Fiocruz e da Universidade Federal de Minas Gerais, a UFMG:

O médico Bruno Solano diz que os estudos realizados até agora no mundo todo indicam que as vacinas disponíveis são eficazes contra as novas variantes.

Mas os pesquisadores estão atentos e monitoram as mutações da Covid-19, para saber como está a evolução do vírus.

“Reinfecção por mutação da Covid-19 na Bahia é o 1º no mundo” com informações de Rádio2.

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Reinfecção por mutação da Covid-19 na Bahia é o 1º no mundo

Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus

A Fiocruz Amazônia investiga a variante do coronavírus encontrada em quatro pessoas que estiveram no estado. Segundo os pesquisadores, provavelmente essa variante resulta de uma linhagem do vírus que circula no estado do Amazonas.

A linhagem foi identificada por pesquisadores do Japão em quatro viajantes que vieram para a Amazônia. Felipe Naveca, que lidera a pesquisa, afirma que ainda é necessário medir a circulação dessa variante para, dessa forma, estimar se ela impactou no aumento de casos do novo coronavírus no estado.

A nota técnica da Fiocruz Amazônia explica que essa variante circula no estado desde abril do ano passado. Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, já foram constatadas 12 mutações nessa variante do coronavírus.

Em parceria com Brasil 61

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Fiocruz Amazônia investiga variante do coronavírus
O Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (LACEN) está realizando exames para identificação do novo coronavírus (COVID-19)

Anvisa divulga orientações para farmácias combaterem a Covid-19

Documento pretende reduzir os riscos de exposição à Covid-19 entre as equipes de profissionais que trabalham nas farmácias e drogarias e aos clientes. Confira “Anvisa divulga orientações para farmácias”.

Novas orientações foram divulgadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para reduzir os riscos de exposição à Covid-19 entre as equipes de profissionais que trabalham nas farmácias e drogarias e aos clientes. Medidas simples, a partir da adoção de princípios de prevenção e controle de infecções e distanciamento social enquanto durar a pandemia.

Entre as medidas apontadas no documento, divulgado nessa semana, as farmácias e drogarias devem estabelecer barreiras (preferencialmente físicas) entre funcionários e usuários, como também entre os próprios clientes. Além disso, recomenda o distanciamento seja de no mínimo 1 metro entre elas; e limitar o número de pessoas no interior do estabelecimento para evitar aglomeração no balcão de atendimento ou nas áreas de pagamento.

Além disso, esses estabelecimentos podem definir estratégias para diminuir o tempo que o usuário permanece na fila e estratégias para controlar o fluxo da entrada de clientes no estabelecimento. Se as condições climáticas permitirem, disponibilizar local externo para área de espera.

“Anvisa divulga orientações para farmácias” em parceria com Brasil 61

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Anvisa divulga orientações para farmácias

Novo coronavírus teria circulado no Brasil em novembro de 2019

Causador da covid-19, o novo coronavírus teria circulado em território brasileiro desde o fim de novembro de 2019. Isso significa que o vírus pode ter chegado antes mesmo que as autoridades de saúde chinesas informassem à OMS a descoberta de uma nova doença. O que só ocorreu no fim de dezembro de 2019. 

A informação foi divulgada nesta terça-feira (12), pelo secretário de Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, e pelo diretor-geral do Lacen, Laboratório Central de Saúde Pública do estado, Rodrigo Rodrigues.

Rodrigo é um dos sete autores de um artigo publicado na revista científica Plos One sobre os resultados da reanálise de algumas amostras de sangue colhidas a partir de 1º de dezembro de 2019, de pacientes capixabas que estavam com suspeita de dengue ou chikungunya. Segundo o secretário de saúde, Nésio Fernandes, a decisão de enviar para análise amostras de sangue armazenadas pelo Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo, foi tomada em agosto de 2020.

Confusão com vírus da Dengue

Isso aconteceu depois de constatada a semelhança entre alguns dos sintomas da dengue e da chikungunya com os da covid-19. Sendo assim, podem ter confundido os médicos antes que eles soubessem mais a respeito da ação do novo coronavírus. Lembrando que, aqui no país, o 1º caso da doença foi notificado no final de fevereiro de 2020.

Ainda de acordo com Nésio Fernandes, em agosto, a Secretaria estadual de Saúde autorizou a reanálise de mais de 7 mil amostras de sangue. Estas, colhidas nos 8 meses anteriores para que verificassem as hipóteses de dengue ou chikungunya.

De acordo com o diretor-geral do Lacen, Rodrigo Rodrigues, apesar da confirmação do 1º caso da covid-19 no Brasil, no fim de fevereiro, e do fato da OMS ter reconhecido a situação pandêmica, em março também do ano passado, “muitos casos da doença continuaram se perdendo devido à suspeita de arboviroses” durante mais algum tempo.

Balanço do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (12), aponta que o país registrou, em 24 horas, 1.110 mortes e 64.025 casos de infecção pelo novo coronavírus.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 8.195.637. O total de óbitos chegou a 204.690.

Conforme o balanço do ministério, 717.240 pessoas estão com casos ativos, em acompanhamento por profissionais de saúde. Além disso, mais de 7.200.000 pacientes se recuperaram da doença.

“Novo coronavírus teria circulado no Brasil em novembro de 2019”, com informações de Agência Brasil

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Novo coronavírus teria circulado no Brasil em novembro de 2019
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Brasil ultrapassa marca dos 200 mil mortos pela pandemia

O Brasil superou nessa quinta-feira (7) a marca dos 200 mil mortos pela pandemia da covid-19. De acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, já são 200.498 vidas perdidas para a pandemia, sendo 1.524 delas registradas nessa quinta.

Foi o segundo maior número de mortes desde o começo da pandemia. O recorde foi em 29 de julho, quando morreram 1.595 pessoas por causa da doença.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, prestou solidariedade às vítimas, em nome do governo, e disse que o momento exige união. Pazuello fez uma apresentação aos jornalistas para atualizar as ações do governo contra a pandemia.

Sobre as vacinas, o Ministério da Saúde afirma ter assegurado 354 milhões de doses para este ano, com a chance de vacinar até 177 milhões de brasileiros.

São 2 milhões que a Fiocruz comprou este mês, do imunizante de Oxford/AstraZeneca, fabricado na Índia; 100 milhões e 400 mil doses direto da AstraZeneca até julho; 110 milhões da vacina de Oxford/AstraZeneca, mas fabricadas totalmente pela Fiocruz, que devem ser entregues de agosto a dezembro; 42 milhões e 500 mil vacinas do consórcio internacional Covax Facility, que provavelmente serão de Oxford/Astrazeneca; e outros 100 milhões de doses da vacina da Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, sendo inicialmente 46 milhões de doses e, 30 dias depois, mais 54 milhões.

O ministro avaliou que essas doses já podem ser suficientes para interromper a circulação do novo coronavírus em algumas localidades.

Eduardo Pazuello acrescentou que o Ministério da Saúde também negocia com a empresa privada União Química a compra de doses da Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamalea.

O ministro voltou a dizer que o Brasil tem interesse em todas as vacinas e negocia com outras três empresas farmacêuticas. No caso da Janssen, Pazuello destacou que o preço, a eficácia e o fato de ser apenas uma dose chamaram a atenção do governo. O problema é que eles só disponibilizaram 3 milhões de doses a partir de abril e outros 8 milhões só na segunda metade do ano.

A vacina da Moderna custa cerca de 10 vezes mais que a de Oxford/AstraZeneca e pode entregar 30 milhões de doses este ano, mas somente a partir de outubro. Por isso, Eduardo Pazuello enfatizou a necessidade de fabricar as vacinas no Brasil.

Sobre a vacina da Pfizer, o ministro disse que a empresa não abre mão de algumas cláusulas contratuais. Eduardo Pazuello citou três exigências com as quais o governo não concorda. Uma delas é que a Pfizer não seja responsável por nenhum efeito colateral grave e que essa responsabilidade fique para o governo.

A segunda é que a Justiça brasileira não receba nenhum processo contra a empresa, que responderia somente nos Estados Unidos. A terceira exigência é que o governo crie um fundo com recursos públicos para arcar com possíveis ações judiciais em que a Pfizer aparecer como ré, nos Estados Unidos.

Eduardo Pazuello disse que o governo espera que as negociações avancem.

A equipe do Ministério da Saúde também detalhou a medida provisória que autoriza o Poder Público a comprar vacinas sem licitação e antes mesmo do registro na Anvisa. As vacinas, no entanto, só poderiam ser aplicadas após a autorização da agência reguladora. E toda a estratégia deveria ser dentro do Plano de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo ministério. Ou seja, distribuída simultaneamente em todo o país, começando pelos grupos prioritários definidos pela equipe técnica da pasta.

“Brasil ultrapassa marca dos 200 mil mortos pela pandemia” com informações de Agência Brasil

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Brasil ultrapassa marca dos 200 mil mortos pela pandemia
Uso de máscaras de proteção ns ruas da capital federal

Inep garante segurança na aplicação do Enem, em meio a pandemia

Nos dias 17 e 24 de janeiro, quase seis milhões de pessoas vão tentar uma vaga em universidades públicas de todo o Brasil por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Por conta da pandemia, as provas, que estavam marcadas para o final do ano passado, foram remarcadas para este ano. Entre as novidades, está o Enem Digital, que será feito por 96 mil estudantes nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Instituto garantirá a segurança na aplicação do Enem, quanto as medidas sanitárias.

Na lista dos itens essenciais para levar nos dias de prova, além da tradicional caneta de corpo transparente de tinta preta, estão também a máscara e o álcool em gel. O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), Alexandre Lopes, ressalta que a autarquia investiu R$ 69 milhões em medidas de prevenção à Covid-19 para que as provas sejam realizadas da forma mais segura possível. 

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, Lopes detalhou quais as medidas tomadas nesse período tão atípico. “A principal foi o distanciamento. Colocamos menos alunos em cada sala, garantindo um espaçamento maior entre eles. O uso da máscara será obrigatório. Tanto os participantes quanto os aplicadores terão que usar a máscara durante todo o período da prova. Além disso, intensificamos a higienização. Vamos fazer uma limpeza maior nas áreas de uso comum, como banheiros, corredores. Também vamos disponibilizar álcool em gel para todos os participantes do Enem e a identificação do aluno será do lado de fora.” 

Inep garante segurança na aplicação do Enem, em meio a pandemia

O presidente do Inep, responsável pelo exame, garante que os 1,7 mil municípios que receberão os alunos nos dias de prova estão amparados pela logística. “A gente fez uma visita prévia às escolas e às instalações. Serão cerca de 14 mil locais de prova neste ano e todos foram visitados previamente. Nós temos, ainda, um trabalho intenso de capacitação dos aplicadores. Algumas capacitações que eram realizadas presencialmente foram feitas a distância, mas foram feitas”, reforça. 

Caso o estudante seja infectado poucos dias antes da prova, Alexandre Lopes dá as orientações. Ele lembra que o edital do Enem já prevê casos de doenças infectocontagiosas – a Covid-19 foi inserida nesse rol. 

“Não só por conta da Covid-19, mas no edital do Enem tem uma relação de doenças infectocontagiosas que dá direito ao participante fazer a reaplicação nos dias 23 e 24 de fevereiro. Se ele tiver alguma dessas doenças, na semana anterior ao domingo de prova – e ele pode fazer isso tanto no primeiro quanto no segundo dia de prova – o estudante vai entrar na página do participante, solicitar a reaplicação e juntar a documentação necessária, como exame e/ou laudo médico. A gente vai analisar e pode conceder realização da prova de reaplicação. Isso é para garantir que as pessoas que tenham doença contagiosa não vão ao local de prova, que fiquem em casa, mas não percam o Enem”, tranquiliza. 

Enem Digital

Entre as novidades do exame está a versão digital. Pensada em 2019, antes mesmo da pandemia, a ideia é modernizar a prova e abrir mais opções de datas. “Hoje, o Enem é realizado em uma data só no ano. Milhões de pessoas vão fazer o Enem impresso no domingo agora, mas quem perder essa prova precisa esperar mais um ano para fazê-la novamente. Com a versão digital, podemos realizar mais de uma prova ao longo do ano”, adianta o presidente do Inep.

A previsão é de que o Enem se torne totalmente digital até 2026. Até lá, a transição será feita de forma gradativa. O objetivo também é tornar o Enem mais acessível, já que muitos estudantes precisam se deslocar para cidades vizinhas para tentar a tão sonhada vaga numa federal. 

“Sendo em várias datas, podemos fazer a prova em cidades diferentes e fazer com que o exame chegue a mais municípios – e fique mais próximo do aluno. Muitos alunos têm que se deslocar para outra cidade para fazer a prova, o que pode prejudicar jovens do interior do Brasil. Queremos levar a prova para mais municípios, levar a prova para onde o estudante está”, projeta. 

Acompanhe agora a entrevista na íntegra com o presidente do Inep, Alexandre Lopes. 

“Inep garante segurança na aplicação do Enem, em meio a pandemia” é com informações de Brasil 61

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Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski deu prazo de cinco dias para o Ministério da Saúde informar se tem seringas e agulhas suficientes para iniciar a campanha de vacinação contra a covid-19.

Lewandowski atendeu a um pedido do partido Rede Sustentabilidade e solicitou que o ministério comprove o estoque de seringas e agulhas para vacinar, ao menos, os quatro grupos considerados prioritários no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação, apresentado em dezembro pelo governo federal. O plano estima que esses grupos somam cerca de 20 milhões de pessoas.

A decisão de Lewandowski foi divulgada após um pronunciamento do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no qual ele garantiu que já tem seringas e agulhas suficientes para começar a vacinação.

Em dezembro, uma licitação do Ministério da Saúde para comprar 331 milhões de seringas e agulhas só conseguiu cerca de 7 milhões. As empresas que fabricam esses insumos consideraram os preços fixados pelo ministério baixos demais. A Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, abriu uma investigação para saber se o aumento de preços de agulhas e seringas fere os direitos da população.

A Câmara de Comércio Exterior, do Ministério da Economia, proibiu a exportação desses equipamentos a partir do dia 1º de janeiro para evitar o desabastecimento. E, em comum acordo com os fabricantes, o Ministério da Saúde fez, esta semana, a requisição administrativa dos estoques de seringas e agulhas. Isso permite que o governo se aproprie temporariamente de bens privados.

“Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes” em parceria com Agência Brasil

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Lewandowski quer saber se país tem seringas e agulhas suficientes

Coronavac tem 78% de eficácia. Em outros países, taxa foi maior

A vacina experimental desenvolvida pela Sinovac Biotech, Coronavac, tem 78% de eficácia contra a Covid-19 em testes em estágio final no Brasil. este é o resultado mais detalhado até agora sobre a eficácia do imunizante, após dados anteriores gerarem confusão e dúvidas.

A taxa de proteção, confirmada por funcionários do estado de São Paulo, foi derivada dos testes de estágio final mais avançados do Sinovac no Brasil, envolvendo cerca de 13.000 participantes. A taxa é tímida, frente os cerca de 95% de eficácia observada em vacinas de mRNA desenvolvidas pela Pfizer e Moderna.

A vacina foi 78% eficaz na prevenção de casos leves de Covid-19 e 100% eficaz contra infecções graves e moderadas, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan que fez parceria com a Sinovac para produzir o imunizante localmente. O instituto planeja solicitar autorização de uso emergencial para Anvisa nesta sexta-feira.

Faltando detalhes

O estudo contabilizou cerca de 220 participantes infectados. Destes, 160 no grupo do placebo e quase 60 entre os que receberam a vacina, segundo Covas. As autoridades se recusaram a fornecer uma análise mais detalhada do estudo, incluindo informações sobre faixas etárias e efeitos colaterais da injeção, e não especificaram quando a documentação completa será publicada.

Não ficou claro como os pesquisadores calcularam a taxa de eficácia. O instituto se recusou a dar mais detalhes, dizendo que não tinha informações, além do divulgado na coletiva de imprensa.

Como algumas outras vacinas, o CoronaVac é administrado em duas doses, com 14 dias de intervalo. O Butantan está considerando aumentar para até 28 dias. Neste sentido, para que mais pessoas façam as primeiras vacinas rapidamente, disse Covas.

O governador João Doria tenta agilizar as vacinações, já que o Brasil vê um ressurgimento do vírus. Ao todo, quase 11 milhões de doses da vacina de Sinovac, CoronaVac, já chegaram no Brasil.

Doria planeja obter aprovação rápida e começar a vacinar a população do estado. Sendo assim, cerca de 45 milhões de pessoas em 25 de janeiro. A pressão de outros governadores levou o ministério da saúde a incluir a Coronavac, publicamente rejeitado por Bolsonaro, nos planos de vacinação do país.

Informações conflitantes e incompletas dos julgamentos de Sinovac no mês passado criaram confusão sobre a eficácia exata. Pesquisadores atrasaram a liberação de dados completos sobre o CoronaVac no final de dezembro, apenas afirmando ter mais de 50% de eficácia. O secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse posteriormente que a vacina não atingiu 90% de eficácia. Ainda mais confusos, a Turquia disse que seu ensaio mostrou uma taxa de eficácia estimada de 91,25%, embora tenha sido baseada em apenas 29 casos.

Coronavac tem 78% de eficácia. Mas fabricante adiou divulgação.

A divulgação de dados mais definitivos sobre a eficácia da vacina foi adiada porque o desenvolvedor da vacina, com sede em Pequim, precisava conciliar os resultados de diferentes testes usando protocolos variados.

Embora a divulgação da Sinovac agora forneça uma imagem clara da eficácia de sua vacina e deva aumentar a confiança em países onde fechou acordos de fornecimento como a Indonésia e o Brasil, a falta de divulgações oportunas e claras dos desenvolvedores chineses contribuiu para a falta de confiança.

Aplicação na China

A China já aplicou mais de 4,5 milhões de doses, sob autorização de uso emergencial. Além disso, pretende vacinar 50 milhões de pessoas contra o vírus até o início de fevereiro, antes do feriado anual do Ano Novo Lunar.

Tanto a Sinovac quanto a desenvolvedora estatal China National Biotec, cujo imunizante se tornou o primeiro do país a ser aprovado para o público em geral, viram dados conflitantes revelados sobre suas vacinas. CNBG disse que sua vacina é eficaz na prevenção de Covid-19 em 79,3% das pessoas, menos do que 86% relatados anteriormente em seus testes nos Emirados Árabes Unidos.

Capacidade de produção da Sinovac

A Sinovac pode produzir mais de 600 milhões de doses por ano em suas instalações na China. A empresa tem pedidos de países envolvidos em testes de vacinas, incluindo Brasil, Turquia e Indonésia, e também fornecerá Cingapura e Hong Kong, além da própria China.

As vacinas de Sinovac e CNBG usam uma versão inativada do coronavírus para estimular a resposta imunológica do corpo. Eles podem ser armazenados em temperatura de geladeira (2 a 8 graus Celsius), tornando-os escolhas potencialmente melhores para distribuição e uso no mundo em desenvolvimento do que as vacinas de mRNA da Pfizer e Moderna que requerem congelamento.

Com informações de Bloomberg

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Coronavac tem 78% de eficácia
Fábrica de vacinas da Sinovac em Pequim 24/09/2020 REUTERS/Thomas Peter

Dois casos confirmados da variante do coronavírus em SP

São Paulo tem dois casos confirmados da nova variante do coronavírus. A confirmação foi feita pelo Instituto Adolfo Lutz após a análise das amostras enviadas por um laboratório privado.

As amostras foram encaminhadas para o instituto no ultimo dia 2 e o sequenciamento genético mostrou que os dois pacientes estão infectados com a mutação do coronavírus identificada no Reino Unido.

Um dos casos é o de uma mulher de 25 anos, que mora na cidade de São Paulo. Ela foi infectada depois de entrar em contato com pessoas que passaram pela Europa e vieram para o Brasil. A paciente apresentou os primeiros sintomas no dia 20 de dezembro e fez o exame no dia 22.

O outro caso é o de um homem de 34 anos. A Vigilância Epidemiológica ainda está investigando o histórico desse caso e não divulgou mais detalhes, como local de moradia ou se o homem apresentou sintomas da doença.

Dois casos confirmados

Esse novo subtipo de coronavírus foi batizado como B117 e, apesar de estudos mostrando que esta nova cepa pode ser quase 60% mais contagiosa que o vírus sem a mutação, a secretaria de saúde do estado diz que não é possível afirmar isso para o Brasil em função de fatores demográficos e climáticos.

O anúncio chega em um momento em que os casos de covid-19 voltam a pressionar o sistema de saúde. Na região metropolitana da capital paulista, a taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva chegou a 65% nesta segunda-feira (04), sendo que, pelo menos dois hospitais da capital alcançaram a lotação máxima de leitos destinados a pacientes com coronavírus.

Com informações de Agência Brasil

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Anvisa autoriza importação de 2 mi de doses da vacina da Oxford

A Anvisa autoriza importação excepcional de 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca.

O pedido foi feito no dia 31 de dezembro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que coordena a pesquisa com esse imunizante no Brasil. A importação é considerada excepcional porque o pedido de registro da substância ainda não foi feito.

A Fiocruz informou que essa importação é uma preparação para disponibilizar as vacinas a partir do momento em que o produto for aprovado pela Anvisa. Essas doses são fabricadas por um laboratório indiano e foram obtidas por meio do consórcio Covax Facility. É uma iniciativa internacional para desenvolvimento e distribuição de vacinas coordenada pela Organização Mundial da Saúde.

Atualmente, existem quatro vacinas com pesquisas autorizadas no Brasil. Por meio da Submissão Contínua, a Anvisa já vem analisando os dados enviados previamente pelos laboratórios. Até agora, não existem pedidos de uso emergencial ou de registro no país.

Anvisa autoriza importação de vacina

Na semana passada, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, anunciou que a solicitação de registro da vacina de Oxford/AstraZeneca deve ser feita até o dia 15. E as primeiras 1 milhão de doses fabricadas no Brasil devem ser entregues na segunda semana de fevereiro.

O Instituto Butantan, que coordena a pesquisa com a Coronavac, do laboratório Sinovac, também deve solicitar o registro nos próximos dias, para cumprir a promessa de começar a vacinação no fim do mês. O início da imunização com a Coronavac já foi adiado duas vezes.

Com informações de Agência Brasil

Anvisa autoriza importação
Vacina Oxford,AstraZeneca Foto: Reuters/Dado Ruvic

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Desafios para vacinação contra covid-19; O caso da Grã-Bretanha

Na ausência de acordos globais, espera-se que o nacionalismo de vacinas e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. Veja os obstáculos e possibilidades sobre a vacinação contra covid-19, em análise nos cenários para Europa, e que devemos aprender.

O grande lançamento da vacinação contra covid-19 iniciou, finalmente. O desenrolar das coisas definirá o ano que se inicia e a velocidade com que a vida na Grã-Bretanha e em todo o mundo voltará ao normal.

Até agora, cinco vacinas receberam aprovação de emergência. No oeste, as fotos da Moderna, Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca agora vão para os braços das pessoas.

A vacina Sputnik V está sendo usada na Rússia, Bolívia e Bielo-Rússia. E na China, onde as autoridades têm inoculado os trabalhadores-chave dos soldados desde o verão, o Sinopharm obteve aprovação geral na semana passada. 

É tentador pensar que será fácil navegar a partir daqui. Os planos de pandemia ocidentais sempre se basearam (até demais, como resultou) na rápida distribuição de vacinas e antivirais . Podemos ter lutado com intervenções não farmacêuticas, segue uma certa lógica, mas a grande corrida das vacinas está sendo disputada em casa. Não é de admirar que os políticos vejam a luz no fim do túnel.

vacinação contra covid-19
foto: Reuters/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Vacinação contra covid-19 no mundo

Mas a Terra é o lar de 7,8 bilhões de pessoas e quase todo mundo quer uma chance. Para acabar com a pandemia e impedir que o vírus volte constantemente, as nações precisarão se unir e inocular a maioria dos cidadãos do mundo. A vacinação contra covid-19 precisa ser global.

Portanto, espere ver muito mais do gráfico abaixo em 2021. Atualmente, Israel está à frente do grupo. Por lá, começou uma campanha de vacinação em massa há menos de duas semanas e já atingiu 10 por cento de sua população. No Reino Unido – um país muito maior – está se aproximando de 2% de cobertura. Mas para o mundo como um todo, o número é inferior a 0,1 por cento.

“A vacinação é a saída para isso”, diz a Dra. Clare Wenham, professora assistente de política de saúde global na London School of Economics. “Mas as barreiras logísticas e políticas vão persistir”.

Muito certo. Na ausência de acordos globais, espere que o “nacionalismo vacinal” e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. 

Os serviços de segurança britânicos já estão em alerta máximo. Embora talvez seja uma desculpa conveniente para se basear em dados nada lisonjeiros, funcionários graduados de Whitehall dizem que não podem falar em detalhes sobre o fornecimento de vacinas por medo de que as remessas recebidas sejam alvo de gangues do crime organizado e Estados hostis. 

Então, como pode ser o próximo ano para a Grã-Bretanha? O país vai prosperar ou quebrar novamente? Haverá cooperação ou o lançamento global da vacina será mais parecido com um episódio de Wacky Racers? Aqui estão três cenários: o bom, o ruim e o feio. 

O melhor cenário da vacinação contra covid-19

O melhor cenário é a previsão otimista de Boris Johnson de liberdade até a Páscoa se concretizar. 

A Grã-Bretanha consegue aumentar o fornecimento e a distribuição de vacinas rapidamente e inocula seus 25 milhões de cidadãos mais vulneráveis ​​no início de abril.

As hospitalizações despencam e a ameaça de sobrecarga de saúde e outros serviços essenciais se dissipam rapidamente, permitindo que bloqueios e outros distanciamentos sociais sejam cuidadosamente resolvidos a partir de 1º de abril.

Embora a oferta de vacinas seja apertada no início, a estratégia de priorizar as primeiras doses, inicialmente vista como uma aposta por alguns , prova ser uma virada de jogo e é copiada em todo o mundo. Há até apelos para que seu criador, o ex-primeiro-ministro Tony Blair, volte à política da linha de frente.

As mortes da terceira onda de Covid-19 (aquelas registradas nos primeiros seis meses do ano) eventualmente permanecem abaixo do primeiro pico, mas ainda estão em torno de 36.000 – o melhor cenário na modelagem atual do Reino Unido .

Somos ajudados pelo clima. Uma primavera tão quente e brilhante quanto a do ano passado eleva o clima nacional e ajuda a reduzir a transmissão, enquanto as pessoas aproveitam ao máximo o ar livre novamente.

Resultado esperado

Melhor ainda, dados mostrando que as vacinas reduzem tanto a transmissão quanto as doenças foram anunciados em março pela Public Health England.

Os jabs da Pfizer e da Moderna baseados em RNA acabam sendo “esterilizantes”, o que significa que eles param totalmente a transmissão. A vacina Oxford Astra-Zeneca reduz a transmissão em 60 a 70 por cento, e a possibilidade real de a Grã-Bretanha obter imunidade coletiva vem à tona.

Britânicos vacinados começam a receber “passaportes de vacina” e as viagens internacionais começam novamente para aqueles que foram vacinados a tempo das férias de verão.

A estratégia da Força-Tarefa de Vacinas do governo também compensa. Não apenas os suprimentos iniciais chegam como prometido, mas, em agosto, estaremos nadando no material, com quase todas as 355 milhões de doses encomendadas entregues ou a caminho dos centros de vacinas do NHS.

A Grã-Bretanha usa a vacina extra para inocular 80% da população até novembro, obtendo com sucesso a imunidade coletiva.

Ao mesmo tempo, distribui dezenas de milhões de doses para baixa e média renda em todo o mundo, ajudando a acabar com a crise global e impulsionando nossa posição internacional.

No final do ano, a economia está acelerando rapidamente e um novo ano 20 ruidoso começa .

Consciente de como as desigualdades podem armazenar problemas para o futuro, o governo estabelece uma nova agenda radical de “nivelamento” para garantir que os ganhos do boom sejam compartilhados igualmente por todo o país. 

Os especialistas começam a se referir à Grã-Bretanha como a nova e velha Suécia. 

O Cenário ruim

A Grã-Bretanha é atingida não apenas pelo azar, mas por uma série de maus atores. 

A distribuição de vacinas, atualmente em torno de 250.000 doses por semana, permanece teimosamente baixa e chega a nada perto dos dois milhões de vacinas por semana que a modelagem sugere serem necessárias .

Os contratos assinados pela Força-Tarefa de Vacinas provam não ter sido redigidos com firmeza suficiente, e potências maiores, principalmente a UE e os Estados Unidos, se mobilizam para enxugar a maior parte dos suprimentos iniciais. 

Dos condados menores, apenas aqueles com longa prática nas artes sombrias de manobras geopolíticas obtêm as vacinas de q