Empréstimos para empreender superam um terço das solicitações

Conhecido por ser o principal motivo para a tomada de crédito, o pagamento de dívidas foi superado pelo empreendedorismo no Brasil. De acordo com um levantamento da Lendico, fintech especializada em empréstimos online, 35% das solicitações feitas em abril foram para empreender, enquanto o pagamento de dívidas respondeu por 34% dos pedidos no país.

Apesar da ligeira diferença, as requisições de crédito motivadas pelo empreendedorismo – tanto para a abertura de novos negócios quanto para investir na empresa – cresceram 24% em abril desse ano na comparação com o mesmo mês de 2020. Já os empréstimos para pagar dívidas apresentaram retração de 19% no mesmo período.

A tendência das solicitações de ajuda financeira para empreender ainda chama a atenção pelo aumento nos pedidos relacionados especificamente a abertura de novos negócios, categoria que apresentou elevação de 52% no último mês frente abril de 2020. 

Depois do empreendedorismo e pagamento de dívidas, a motivação mais comum para a tomada de crédito é o investimento na casa, justificativa citada em 14% das requisições, seguido pela compra de eletrodomésticos e eletrônicos (5%).Sobre a Lendico
A Lendico é uma fintech de empréstimo pessoal que começou sua jornada em 2015 com o entendimento de que o crédito, quando utilizado de forma consciente e com taxas personalizadas e justas, é um meio para as pessoas seguirem em frente, realizarem seus sonhos e progredirem cada vez mais. De lá para cá, mais de R$ 600 milhões já foram emprestados, impulsionando a vida de mais de 80 mil clientes.

Para mais informações, acesse: https://lendico.com.br/

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Crédito com juros baixos e sem garantias para pequenas empresas

Micro e pequenas empresas paulistas podem obter financiamentos com agilidade e crédito com juros mais baixos que os de mercado.

A Associação Comercial de São Paulo criou a plataforma ACCredito que realiza todo o processo de forma digital.

Os recursos são destinados a pessoas jurídicas com faturamento anual de até quatro milhões e 800 mil reais.

O presidente da ACCrédito, Milton Luiz de Melo Santos, diz que uma das modalidades oferecidas é o capital de giro:

Outra linha de crédito é destinada ao empresário que quer investir, como explica Milton Luiz de Melo Santos:

Um dos diferenciais da ACCrédito é que o empresário consegue o financiamento sem precisar apresentar garantias:

A operação é toda feita pela palataforma: accreditodigital.com.br e pode ser concluída em poucos minutos.

A fintech opera 24 horas, todos os dias da semana, inclusive aos domingos.

Com informações de Rádio2.

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Crédito com juros baixos

Governo de SP lança programa para capacitar motofretistas

O programa também vai oferecer duas linhas de crédito para motoboys

Motofretistas de São Paulo vão poder regularizar seus documentos, fazer cursos de capacitação e até obter financiamento por meio do programa Motofretista Seguro, lançado hoje (21) pelo governo de São Paulo.

Segundo o governo e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o programa pretende colaborar com a legalização, a formação e a condição de trabalho do motofretista e, principalmente, melhorar a segurança dos motoboys. De acordo com dados do Detran, 35% das vítimas fatais de acidentes de trânsito em São Paulo são motociclistas e motofretistas e o número de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas é quatro vezes superior ao de carros.

Com a pandemia do novo coronavírus e maior demanda por esse tipo de serviço, o número de acidentes envolvendo motofretistas subiu de 19 por dia para 40 por dia entre janeiro e agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Detran.

Crédito

O programa vai oferecer duas linhas de crédito para compra de novas motos, recuperação de motos antigas e compra de equipamentos de segurança ou de proteção individual (EPIs). A primeira linha de crédito será disponibilizada aos motofretistas informais, com limite de R$ 3 mil e juros de 1% ao mês. O prazo de pagamento dessa linha é de 12 meses, com carência de 60 dias ou de 24 meses, ou em caso de investimento fixo, de 24 meses, com carência de 90 dias.  

A outra linha de investimento é voltada para os motofretistas formais. Aos motofretistas que já possuem o MEI, o limite de crédito é maior: R$ 8,1 mil. A taxa de juros, nesse caso, é menor: entre 0,35% e 0,7% ao mês.

Regularização de documentos

Já o programa de capacitação e de aperfeiçoamento será financiado com o recurso de multas do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Segundo o órgão, condutores que realizaram cursos de formação há mais de cinco anos poderão contar com aulas de reciclagem.

Os motofretistas que precisam regularizar a situação da carteira nacional de habilitação (CNH) devem se inscrever no site do Detran e ingressar no curso de formação desenvolvido pelo Detran.SP. Também é preciso cumprir alguns requisitos, como idade mínima de 21 anos, ter CNH e exercer atividade remunerada.

Fonte: Agencia Brasil

Uber fecha com fintech digio para linha de crédito a motoristas e entregadores

A empresa de transporte urbano e entregas por aplicativos Uber fez parceria com o digio, banco digital controlado por Bradesco e Banco do Brasil para oferecer linha de crédito pessoal a motoristas da plataforma no país.

O empréstimo, de valor unitário de 1.000 a 5.000 reais, têm taxa de juros de 2,97% ao mês, com prazo de até 12 meses. Na saída, o programa é dirigido a mil motoristas, enquanto a linha é modulada para futuramente chegar à base total de motoristas e entregadores da Uber no país, de cerca de 1 milhão de pessoas.

Diferente do CDC tradicional, em que os pagamentos das prestações são feitos mensalmente, neste caso os valores podem ser retidos a cada semana, acompanhando o fluxo de entrada de receita para os motoristas, com deságio nas prestações pagas de forma adiantada.

Os valores devidos pelos motoristas serão retidos pela Uber, num modelo do mercado bancário similar à chamada trava de recebíveis, mas a gigante norte-americana não garante os empréstimos nem receberá parte da receita das operações.

Segundo o superintendente de Novos Negócios do digio, Eid Tayar, esse modelo de crédito pessoal poderá ser escalado e eventualmente chegar a outras plataformas de intermediação de serviços de profissionais autônomos.

“Isso vale para todo perfil de prestadores de serviço que têm recebíveis recorrentes”, disse Tayar à Reuters.

O digio, ex-Banco CBSS, tem cerca de 1,6 milhão de clientes e a meta é atrair 5 milhões de clientes e gerar 1 bilhão de reais em empréstimo pessoal por ano até 2023.

O movimento acontece enquanto bancos buscam meios de expandir suas carteiras de crédito em linhas de menor risco, com a economia brasileira mergulhada numa recessão provocada pelos efeitos da pandemia da Covid-19. Só para o segundo trimestre, as provisões dos cinco maiores bancos do país para perdas esperadas com inadimplência superaram 30 bilhões de reais, um recorde.

Para a Uber, a iniciativa é parte de um movimento para tentar ampliar o vínculo com seus associados, à medida que cresce a disputa entre as empresas de aplicativos para ter a preferência de motoristas e entregadores, que com frequência trabalham para mais de um deles simultaneamente.

Além do acordo com o digio, a Uber já fez parcerias com empresas de educação, saúde e postos de combustíveis para ofertas de produtos a preços vantajosos para seus associados.

“Um dos objetivos do programa é gerar fidelização”, disse Claudia Woods, diretora-geral da Uber no Brasil.

Fonte: Reuters