Os crimes no BBB da pandemia

Francisco Gomes Júnior é autor de “Os crimes no BBB da pandemia”.

A cada edição do BBB (Big Brother Brasil) os recordes de audiência são quebrados, o sucesso sempre aumenta, junto com o desafio da direção do programa em gestar a próxima edição com mais êxito ainda.

A edição atual tornou-se líder de audiência por alguns fatores inesperados e outros não programados, segundo se pode apurar das declarações de seu diretor geral, Boninho e do apresentador Tiago Leifert. 

O primeiro fator que explica a ampliação de público desta edição está na triste pandemia que vivemos e que dá às classes mais abastadas a condição de permanecerem em casa, em home office. Isso faz com que essa elite assista o programa como nunca e repercuta os acontecimentos em todas as mídias tradicionais e sociais. O BBB é o assunto mais comentado do Twitter em dias de prova de liderança, votação e eliminação no paredão. 

Repercute em todas as redes sociais, com milhões de seguidores na torcida pelos participantes e inclusive com medição de popularidade através do ganho ou da perda de fãs nas plataformas como Instagram.

A esse fator inicial soma-se a escolha e performance do “elenco” atual de participantes. De início, evidenciou-se a abertura de um maior espaço para militâncias de várias frentes e uma diversidade de pessoas representadas pelos arquétipos escolhidos. E o que deu certo são as reviravoltas do que se esperava.

Os participantes “militantes” de quem se esperava um discurso de empatia mostraram uma face desconhecida, surtada e que transformou a primeira leva de vilões. Do ponto de vista jurídico, tivemos injúrias raciais, falta de tolerância religiosa, falas discriminatórias de pessoas nascidas em determinada região, dentre outros fatos que não podem ser tomados como bons exemplos. Mas há a máxima de que se trata de um jogo e uma vez acabado ou com o participante eliminado, esquece-se tudo e segue a vida.

Nos últimos anos as autoridades policiais não pensaram assim. Várias investigações e inquéritos policiais foram abertos (alguns ainda em andamento) para apurar condutas cometidas dentro da casa. Não há na lei brasileira a permissão para que uma conduta deixe de ser crime quando cometida em determinado ambiente. Crime é crime em qualquer lugar e mesmo nesta edição investigação para apurar intolerância religiosa foi iniciada.

Mas nesse primeiro momento, mocinhos se transformaram em vilões e prováveis vilões e aqueles que com fala rústica e uma cultura machista de formação poderiam ser vilões foram mais ponderados. Como dizem que o jogo reflete, de certa forma, as tensões sociais, o jogo mostrou-se polarizado, com uma agressividade extrema e com muita falta de empatia em sua primeira parte.

Estamos na parte final e polêmicas ainda continuam existindo, como um comentário sobre determinado penteado, sobre termos politicamente incorretos etc. e o programa parece atento e buscando sempre evitar qualquer violação legal e ética. Mas em época de cancelamentos, qualquer conduta repercute fortemente aqui fora e produz danos à imagem.

E concluindo com outra observação jurídica, devem as torcidas e pessoas em geral ter cuidado com postagens nas redes sociais e outros meios. Pode-se torcer à vontade, destacar as virtudes de seu preferido ou as mancadas do adversário, mas não se pode ofender, fazer falsas acusações, enfim, não se pode denegrir a honra dos participantes ou seus familiares. Isso também é crime.

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Os crimes no BBB da pandemia
Francisco Gomes Jr.. Foto: Divulgação

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GCM de Santo André tem armamento e munição renovados

Investimentos serão aplicados em ações das Rondas Ostensivas Municipais, para combate de situações de risco e contra à criminalidade, ampliando capacidade da GCM de Santo André.

A Secretaria de Segurança Cidadã recebeu na tarde desta terça-feira (22) novos equipamentos para as equipes da GCM (Guarda Civil Municipal). No total, foram entregues armas, entre escudos balísticos, carabinas táticas e espingardas calibre 12.

Segundo o prefeito Paulo Serra, a segurança pública é uma das principais preocupações, já que afeta todas as classes. “Santo André puxou para si a responsabilidade de integrar as forças policiais, como forma de combater a criminalidade. Ação esta que vem resultando na queda dos índices de crimes contra o patrimônio e contra a vida no município. Adicionalmente, investimos em 32 novas viaturas, fardamento completo, coletes e, agora, no armamento do nosso efetivo, dando condições para a nossa Guarda de atuar com maior eficiência na proteção da nossa gente”, ressaltou.

Inicialmente os equipamentos serão destinados para equipes táticas da ROMU (Rondas Ostensivas Municipais), que são as que estão em primeiro confronto de ações de maior risco.

A prefeitura entregou sete carabinas, cinco espingardas e quatro escudos. Nesse sentido, equipamentos para ações em que seja necessário avançar com o mínimo possível de disparos realizados por forças de segurança, para evitar danos colaterais.

Investimentos na GCM de Santo André

A deputada federal e policial Katia Sastre é autora da emenda parlamentar, por meio da qual foi possível a aquisição dos equipamentos. O investimento gira em torno de R$ 100 mil. Além disso, o município também adquiriu 5 mil munições de cartuchos calibre 40, com própios recursos.

Santo André também formalizou o novo estatuto da corporação, após 30 anos. Portanto, com a modernização da legislação foi possível criar novas categorias salariais e perspectivas de crescimento profissional da carreira. Os ganhos podem chegar a 70% do salário-base dos GCMs. As equipes também receberam novos uniformes e coletes balísticos.

GCM de Santo André

Para reforçar a segurança e patrulhamento da cidade, foram entregues 48 novos veículos, sendo oito viaturas Renault Duster, 19 viaturas Chevrolet Spin, cinco viaturas Toyota SW4 2.7 e seis viaturas Yamaha XT 600r.

Próximas ações

Ainda, o prefeito anunciou que as próximas ações contemplarão a reforma e modernização da sede da Guarda. Além disso, aquisição de armamento curto, como revólveres e pistolas. Todavia, Paulo Serra reforçou a necessidade de cobrar do governo federal o endurecimento das Leis. Portanto, para combater a sensação de impunidade, que motiva o crime.

“As pessoas cobram muito sobre pequenos delitos, como os furtos de celulares e crimes menores, mas precisamos cobrar o Governo Federal para que faça revisão do código penal e código de processo. A GCM está equipada, vai prender e se não houver revisão, logo a Justiça vai soltar. Isso precisa mudar. Precisamos desse endurecimento para também equipar de forma indireta ainda mais os nossos GCMs, de forma a terem autoridade e a percepção de que o bandido não vai ficar impune, isso somada a todas as outras ações que são feitas na cidade”, pontuou o prefeito Paulo Serra.

Texto: Rafaela Mazarin

Justiça Eleitoral: R$ 60 milhões com indícios de irregularidade

Valor representa aumento significativo em relação aos números do relatório anterior

O Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral identificou mais de R$ 60 milhões em doações com indícios de irregularidade nas prestações de contas dos candidatos aos cargos eletivos das eleições 2020. O valor representa aumento significativo em relação aos números do relatório anterior, cujas irregularidades somavam R$ 38 milhões.

Segundo o levantamento da Justiça Eleitoral, as doações mais frequentes são feitas por pessoas sem emprego formal registrado – mais de R$ 33 milhões em um universo de 9.068 doadores. Na sequência, aparecem 1.981 doadores com renda incompatível com o valor doado, em doações que ultrapassam R$ 17 milhões.

Além disso, 925 fornecedores de campanha têm relação de parentesco com o candidato ou vice, recebendo, no total, mais de R$ 1,6 milhão. Os resultados desse levantamento de indícios de irregularidades já foram repassados aos tribunais e cartórios eleitorais como informação de inteligência e direcionamento da fiscalização das contas.

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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PF deflagra maior operação do ano contra lavagem de dinheiro

Estão sendo sequestrados aproximadamente R$ 400 milhões em bens do narcotráfico

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, dando sequência ao cumprimento de diretrizes de descapitalização patrimonial, prisão de lideranças e cooperação internacional, deflagrou nesta segunda-feira (23/11) a Operação Enterprise, a maior operação do ano no combate à lavagem de dinheiro do tráfico de drogas e uma das maiores da história na apreensão de cocaína nos portos brasileiros, uma vez se tratar de uma organização criminosa (ORCRIM) especializada no envio de cocaína para a Europa.

Dando sequência ao cumprimento da diretriz de desarticulação patrimonial do crime organizado, estão sendo sequestrados aproximadamente R$ 400 milhões em bens do narcotráfico, sendo a maior operação do ano em sequestro patrimonial, consubstanciados em aeronaves, imóveis e veículos de luxo, havendo a expectativa de que novos bens sejam identificados após o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

A Operação ENTERPRISE se destaca ainda por ser a MAIOR da história em apreensão de cocaína, pois durante a investigação foram anteriormente apreendidas 50 toneladas da droga nos portos do Brasil, da Europa e da África, tratando-se de um importante trabalho de integração entre a Polícia Federal e a Receita Federal na repressão ao tráfico internacional de drogas nos portos nacionais. Tal volume de apreensões situa essa organização criminosa como uma das maiores em atuação no país.

O esquema utilizado pelos criminosos consistia na lavagem de bens e ativos multimilionários no Brasil e no exterior com uso de várias interpostas pessoas (laranjas) e empresas fictícias, a fim de dar aparência lícita ao lucro do tráfico.

Na data de hoje, cerca de 670 policiais federais e mais 30 servidores da Receita Federal cumprem 149 mandados de busca e 66 mandados de prisão nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco. As medidas foram expedidas pela 14ª Vara Federal de Curitiba.  

Em continuidade às ações de cooperação internacional, foram expedidas, ainda, difusões vermelhas na Interpol para a prisão de oito investigados que estão no exterior, bem como a identificação e sequestro de bens em outros países.

ENTERPRISE: O nome da operação faz alusão à dimensão da organização criminosa investigada, que atua como um grande empreendimento internacional na lavagem de dinheiro e exportação de cocaína, o que trouxe alto grau de complexidade à investigação policial.

PF combate comércio de cédulas falsas em rede social

Uma mulher foi presa em flagrante

A Polícia Federal prendeu em flagrante, na quinta-feira (19/11), uma mulher, de 21 anos, residente no município, pela aquisição de cédulas falsas de real oferecidas em uma rede social.

A ação ocorreu a partir de comunicação feita pela Coordenação de Segurança dos Correios, que suspeitou que uma encomenda enviada a Santa Cruz do Sul poderia conter dinheiro falso. De posse dessa informação, policiais federais passaram a acompanhar a movimentação da suspeita, que foi abordada momentos após retirar um envelope contendo mil reais em notas de cem reais falsas, nos Correios de Santa Cruz do Sul.

Ela foi conduzida à Polícia Federal em Santa Cruz do Sul, indiciada pelo crime de moeda falsa e encaminhada ao sistema penitenciário.

PF investiga crimes de corrupção no âmbito da Seccional da OAB/SP

Operação Biltre apura solicitação de propina com o intuito de influenciar na tramitação de processos disciplinares dentro o órgão

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (17/11), a Operação Biltre, com o objetivo de apurar crimes de corrupção praticados no âmbito da Seccional da OAB/SP.

Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo/SP e Guarulhos/SP.

A investigação teve início em setembro deste ano, após o recebimento de uma denúncia por parte de um advogado que informou ter sido vítima de uma investida criminosa supostamente realizada por um grupo composto por um empresário e dois advogados, sendo um deles membro do Conselho Seccional da OAB/SP.

Com o avanço das investigações, foi possível verificar a verossimilhança dos fatos alegados, sendo possível constatar que o grupo solicitou propina no valor de R$ 250 mil, com o objetivo de atuar junto ao Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/SP, para encerrar processos disciplinares em tramitação naquele Tribunal, bem como retirá-los de pauta.

Os investigados poderão responder pelos crimes previstos no art. 317 do CP (corrupção passiva), no art. 288 do CP (associação criminosa) ou no art. 2º da Lei 12.850/2013 (organização criminosa), a depender da evolução das investigações.

O significado da palavra Biltre diz respeito a quem age de forma vil.

TSE descarta ataque hacker e admite atraso na contagem de votos

Mais cedo o próprio ministro Luiz Roberto Barroso admitiu a invasão, mas descartou que o grupo ferisse a segurança do processo de votação desta eleição

Após quatro horas de encerradas as votações e nenhum resultado totalmente definido, o Tribunal Superior Eleitoral emitiu nota admitindo um atraso na contagem de votos por problemas técnicos, mas afastou a possibilidade de um ataque hacker. 

Em coletiva de imprensa o ministro Luiz Roberto Barroso informou que o problema aconteceu em um dos núcleos de processadores do supercomputador que faz a totalização dos votos. Ainda assim, Barroso reconheceu a tentativa de invasão, mas garantiu a falha do grupo de hackers sem prejuízos ao processo. 

“Foi um acesso múltiplo de várias origens, inclusive o Brasil, Estados Unidos e Nova Zelândia. Esse tipo de ataque se chama ataque distribuído de negação de serviços, que consistem em uma tentativa massiva de grande número de acessos para derrubar o sistema. Não derrubou o sistema e portanto foi inteiramente inócuo”.

O magistrado comentou ainda sobre o vazamento de dados de servidores. Segundo ele estima-se que o tribunal tenha sofrido outro ataque em 23 de outubro, onde os criminosos tiveram acesso a dados de eleições passadas, mas garantiu que a situação não oferece risco para o processo eleitoral realizado neste domingo (15).

Por meio de nota o TSE afirmou que “os dados estão sendo remetidos normalmente pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e recepcionados normalmente pelo banco de totalização, que está somando o conteúdo de forma mais lenta que o previsto. O problema está sendo resolvido pelos técnicos, para a retomada mais célere do processo de divulgação”.

O ministro também comentou os problemas no e-Título. O aplicativo utilizado para justificar o voto ficou instável durante grande parte do dia e a orientação dada ao eleitor era para sair da plataforma por uns instantes e depois retornar. 

Segundo Barroso mais de 3 milhões de brasileiros baixaram o aplicativo, o que causou congestionamento no tráfego de informação. O ministro garantiu que os eleitores conseguiram se identificar e que o problema afetou apenas a busca pela seção eleitoral. 

Fonte: Brasil 61

Transporte de eleitores para os locais de votação é proibido

Restrição também alcança fornecimento de alimentos no dia do pleito. Objetivo é impedir qualquer interferência na vontade do eleitor

Os eleitores que moram em áreas rurais e distantes das zonas eleitorais deverão contar com o transporte oficial credenciado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no próximo domingo (15), para ir até os locais de votação. De acordo com a Lei 6.091/74 do TSE, é vedado aos candidatos ou órgãos partidários, ou a qualquer pessoa, o fornecimento deste transporte, sob risco de responsabilização criminal. 

No Pará, por conta da extensão territorial do estado, os técnicos da Justiça Eleitoral vão fazer uso de transporte marítimo, aéreo, terrestre e de força animal, como búfalos e cavalos, para chegar aos locais de votação. Um dos principais focos são os eleitores moradores de aldeias indígenas. São 9.500 eleitores destas comunidades e 29 locais de votação distribuídos em 40 seções eleitorais.

Segundo explica o cientista político Valdir Pucci, estas características continentais do País, com municípios que chegam a ter até 1000 km de distância entre uma ponta a outra e a concentração de zonas eleitorais em áreas urbanas, atreladas a obrigatoriedade do voto, deixam parte da população vulnerável ao fornecimento de transporte irregular por parte de candidatos e partidos. 
 
“Já foi objeto de estudo na história brasileira o transporte irregular de eleitores para que eles pudessem votar. As pessoas ou os interessados, cabos eleitorais e até o próprio candidato ofereciam um transporte gratuito a estes cidadãos para suas seções para que cumprissem a obrigatoriedade do voto, desde que a moeda de troca desse transporte fosse o voto na pessoa que estava providenciando essa ida a seção eleitoral”, explica. 

Para solucionar este problema a Justiça Eleitoral determina por meio da Lei que os transportes da união devem ficar à disposição do processo eleitoral neste dia, conforme explica o advogado eleitoral Ariel Sangaletti. “A Lei é clara ao dizer que o transporte terrestre, aquático e aéreo de propriedade da União, Estados e Municípios devem estar à disposição da Justiça Eleitoral, com a ressalva dos militares. Lembrando que os veículos das instituições ditas essenciais para a sociedade, como saúde e segurança pública não poderão ser utilizados, justamente para garantir o efetivo funcionamento do controle social.”

Caso a cidade ou município sejam precários nesse sentido, a Justiça Eleitoral deverá dar preferência aos transportes de aluguel. O advogado explica que para ter certeza de que o transporte está à serviço da Justiça Eleitoral é necessário observar alguma identificação como adesivo com os dizeres: “A serviço da Justiça Eleitoral”, por exemplo. Além disso, é importante reforçar que a regra da proibição vale para o sábado (14), dia que antecede a eleição, e também para a segunda-feira (16).

Na Bahia a 24ª Zona Eleitoral, com sede na cidade de Ipiaú, no Médio Rio de Contas, implantou rotas de transporte para atender, exclusivamente, eleitores com deficiências, no dia das Eleições Municipais. Conforme o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), três delas atenderão nas cidades de Ipiaú, três em Ibirataia e duas em Jitaúna.

Segundo o TRE o serviço funcionará somente por agendamento através do Whatsapp (73) 3531-5350. Durante a solicitação, o eleitor deve indicar seu título, endereço residencial e local de votação para saber o horário disponível.

Na Amazônia e em Rondônia o transporte também ficará a cargo das zonas eleitorais, nos municípios. Os eleitores deverão buscar os canais de contato das unidades para ter mais informações. 

No Paraná, os municípios de Palmas e Coronel Domingos Soares, já divulgaram o itinerário do ônibus que passará a serviço da Justiça Eleitoral. São 14 percursos, com saídas às 6h30 e retorno às 11h, e ainda saídas às 14h e retorno às 17h15. Em Coronel Domingos Soares foram nomeados 19 motoristas e em Palmas foram 14. Os percursos podem ser consultados no edital 47/2020 disponível no site do Tribunal Regional do Paraná.

Crime Eleitoral

O transporte irregular de eleitores é crime é tem pena aplicada de quatro a seis anos, além do pagamento de R$ 200,00 a R$ 300 reais por dia/multa, conforme o artigo 302 do Código Eleitoral. 
Ainda assim, de acordo com o advogado especialista em Direito Criminal, Guilherme Costa, a responsabilização criminal só ocorre se comprovada a má-fé da prática. “É necessário que exista o dolo específico, ou seja, que o agente tenha vontade de corromper os eleitores em prol de determinado partido, ou de certo candidato. O mero transporte do eleitor desacompanhado de elementos que evidenciam esse fim específico de pedir o voto é conduta atípica”, detalha.

Fonte: Brasil 61

Dicas sobre compra de produtos na Black Friday

O primeiro passo é obter informações sobre a loja ou empresa que está realizando a venda, inclusive, na venda online

Com a proximidade da Black Friday, diversas empresas têm divulgado promoções dos seus produtos. Para evitar contratempos nas compras, o Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo, vinculada à Secretaria da Justiça, e órgão delegado do Inmetro, divulga dicas importantes para o consumidor.

O primeiro passo é obter informações sobre a loja ou empresa que está realizando a venda, inclusive, na venda online.

É importante o consumidor ficar atento nos detalhes do produto, principalmente, brinquedos, eletrodomésticos e produtos têxteis.

Os brinquedos devem ostentar o Selo do Inmetro e a escolha adequada do produto por faixa etária. Esse tipo de medida evita acidentes. Não compre artigos infantis em comércio informal, pois não há garantia de procedência. Produtos falsificados ou fabricados em indústrias clandestinas podem não atender às condições mínimas de segurança, especialmente em relação à toxicidade do material usado na fabricação, conter partes pequenas e bordas cortantes

Selecione o brinquedo considerando a idade, o interesse e o nível de habilidade da criança. A faixa etária a que ele se destina – avaliada de acordo com o desenvolvimento motor, cognitivo e comportamental da criança – deve constar na embalagem, assim como informações sobre o conteúdo, instruções de uso, de montagem e eventuais riscos associados à criança, além do CNPJ e do endereço do fabricante. As informações obrigatórias na embalagem demonstram a responsabilidade do fabricante ou importador.

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Polícia Federal deflagra operação contra o tráfico em SP e MS

Operação Aversa apreendeu mais de meia tonelada de cocaína e identificou movimentação de valores ilícitos superior a R$ 24 milhões

A Polícia Federal deflagrou a Operação Aversa, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada ao transporte de cocaína de Corumbá/MS para o estado de São Paulo.

Mais de 70 policiais cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 20 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Corumbá e Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul, e Guarulhos, Presidente Prudente, Martinópolis, Regente Feijó e Bauru, no estado de São Paulo.

As investigações relevaram uma sofisticada rede logística e de lavagem de dinheiro, que incluiu carretas construídas especificamente para o transporte de drogas, além de uma estrutura de pagamentos de motoristas, auxiliares e fornecedores de entorpecentes.

Durante a fase sigilosa da operação, que teve início no final de 2019, mais de meia tonelada de cocaína foi apreendida e dois motoristas foram presos. Os policiais identificaram também valores ilícitos superiores a R$ 24 milhões movimentados pela organização criminosa desde o ano de 2018.

A operação resultou ainda na apreensão de caminhões, semirreboques, automóveis, lanchas, moto-aquática e no sequestro de bens imóveis, além do bloqueio de valores no sistema bancário. Somente entre os bens móveis e imóveis, a equipe de investigação estima que mais de R$ 5,5 milhões tenham sido retirados das mãos da organização criminosa.

Entre outras informações, as investigações revelaram que a organização criminosa adquiria semirreboques e os reconstruía inserindo vãos nas longarinas, permitindo a ocultação de drogas em grandes quantidades dentro do novo espaço criado no interior dos “chassis” das carretas. As alterações eram tão profundas que exigiam a “remontagem” dos veículos, com uso de mão-de-obra especializada.

A operação também identificou, no estado de São Paulo, o principal financiador das operações ilícitas do grupo, ou seja, além de descapitalizar a organização criminosa, a Polícia Federal realiza a prisão de suas lideranças, desarticulando por completo o esquema criminoso.

Os presos serão conduzidos à Delegacia da Polícia Federal de Corumbá/MS e, após os procedimentos legais, encaminhados ao presídio local, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A Polícia Federal reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações da instituição, principalmente na repressão aos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro nas regiões de fronteira. Em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

Aversa é uma localidade italiana conhecida pela produção de um tipo específico de queijo, cujo nome é o mesmo da alcunha de um dos principais investigados na operação.

PF investiga venda de moedas falsas em redes sociais

Operação Zero Lastro prende um homem em flagrante

Nesta terça-feira, 10/11, a Polícia Federal deflagrou a Operação Zero Lastro, visando desarticular uma organização criminosa que anunciava a venda de notas falsas em redes sociais.

As investigações, que tiveram início em fevereiro de 2020, identificaram que os criminosos se aproveitaram da pandemia COVID-19 para ampliar o rol de crimes cometidos. Entre as fraudes cometidas estão: falsificação e venda de moeda falsa, fraudes no auxílio emergencial, fraudes no FGTS, além da falsificação de documentos, diplomas e cartões de crédito.

Os mandados de busca e apreensão, no bairro da Penha, Zona Norte do Rio. Durante as buscas, os policiais federais encontraram armazenados em computador uma lista contendo nomes e demais dados pessoais das vítimas (como CPF e RG), que eram vendidos pela internet para a prática das diversas fraudes.

O alvo da operação foi preso em flagrante e conduzido à Superintendência da PF no Rio de Janeiro, para a lavratura do auto de prisão. O material apreendido, dentre eles, um computador, dois celulares, dinheiro, documentos e cartões de crédito falsos, além de máquinas de cartões, serão encaminhados à perícia técnica.

O preso foi indiciado e responderá pelos crimes de estelionato qualificado, moeda falsa e associação criminosa, previstos respectivamente nos art. 171, parág. 3º, art. 289 e art. 288 do Código Penal. As penas previstas podem chegar até 12 anos de reclusão.

O nome da operação – Zero Lastro – faz alusão à ausência de valor das notas e documentos fraudados.

Você sabe o que é phishing? Valid alerta sobre fraudes durante a Black Friday 

O phishing  é a modalidade de fraude que mais cresce entre os golpes na Internet

Com uma das datas mais importantes do ano para o comércio eletrônico se aproximando, surgem também diversos oportunistas cometendo fraudes no e-commerce. Por isso é necessário atenção redobrada tanto dos varejistas para oferecer um ambiente seguro aos seus clientes quanto dos consumidores que precisam ficar alertas à questão de segurança no momento de realizar uma compra on-line.  

Uma modalidade de ataques que aumenta nesta época é ophishing”, um golpe no qual os fraudadores simulam sites de compras e, por meio de e-mail – uma isca, por isso phishing -, enviam ofertas imperdíveis que visam roubar dados pessoais ou financeiros dos consumidores.  

Para alertar tanto os comerciantes de lojas virtuais e consumidores, os especialistas da Valid dão algumas dicas que podem diminuir/evitar inúmeras situações de fraude e perdas financeiras.  

É importante que os lojistas tenham sistemas de monitoramento de tráfego e firewall gerenciado, porém é fundamental um certificado SSL/TLS na página para se identificarem e ajudar seus usuários a se protegerem de possíveis ataques.  

O certificado SSL/TLS é um arquivo no protocolo de comunicação que permite a criptografia para proteger os dados trafegados da interferência de hackers. As informações que estão trafegando entre o servidor da loja e o dispositivo do consumidor ficam “embaralhados”, garantindo a segurança aos internautas para vendas mais efetivas.  

Para os consumidores, a dica é checar alguns pontos que podem garantir que está navegando em um ambiente confiável para realizar suas compras. Primeiro, observe a barra de endereço do site e cheque se no há a letra “S” depois da sigla HTTP – deve aparecer https:// - e um cadeado fechado no canto esquerdo do navegador. Esse é um indicativo que existe um certificado SSL/TLS ativo.  

Então, é só clicar no cadeado na barra de endereços de seu navegador e examinar se o domínio protegido é o mesmo da empresa que você quer realizar uma compra.  

Em alguns casos os hackers colocam um certificado SSL/TLS na página com o domínio diferente, ou seja, é falso. Desconfie de nomes parecidos, mas que não são iguais ao nome da loja que você deseja comprar.  

A atenção do consumidor deve estar voltada não só para os sites de vendas on-line, mas nas promoções que chegam por e-mails e, atualmente, pelas redes sociais.  

Segundo os especialistas da Valid, antes de clicar em qualquer link, desconfie. É mais seguro digitar direto o endereço da loja virtual de onde teria partido as ofertas para ter a certeza de que são verdadeiras ao invés de clicar nos links. Caso seja uma mensagem suspeita, o melhor a fazer é apagar imediatamente.  

Para finalizar, a confiança e segurança no e-commerce são fundamentais, então vale a pena fazer todas as conferências antes de incluir qualquer dado pessoal ou financeiro em um site e aproveite esta Black Friday com cautela. 

Sobre a Valid Certificadora  

A Valid Certificadora é uma empresa do grupo Valid especializada em serviços digitais de confiança, identificação, acesso, cifragem e autenticação realizando operações criptográficas padronizadas nacional e internacionalmente, de acordo com a regulamentação estabelecida, na identificação de pessoas físicas ou jurídicas para assinatura digital; geração e armazenamento seguro de evidências digitais de uma transação eletrônica e diversas outras soluções. Credenciada pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) é Autoridade Certificadora emitente dos certificados digitais ICP-Brasil, tais como eCPF, eCNPJ, NFe, CTe, SSL. Entre as áreas de atuação especializadas é PSS – Prestadora de Serviço e Suporte ICP-Brasil, ACT – Autoridade de Carimbo de Tempo, PS EEA – Prestador de Serviço para Entidade Emissora de Atributo, PSC – Prestadora de Serviço de Confiança, PSBio – Prestadora de Serviço Biométrico, Hub de Serviços em Blockchain e Platinum Partner GlobalSign para emissões de SSL raiz internacional. Para conhecer mais sobre os serviços Valid em certificação digital, assinatura digital, carimbo do tempo, certificados de atributo e desmaterialização de processos e documentos, visite: www.validcertificadora.com.br ou https://blog.validcertificadora.com.br/podecontar/   

Sobre a Valid 

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com.

  

Assassinatos a candidatos triplica nos últimos quatro anos

De acordo com a pesquisa das ONGs Terra de Direitos e Justiça Global foram 46 homicídios em 2016 e até setembro deste ano, 136 mortos

O número de assassinatos a candidatos e pré-candidatos as vagas disputadas no período eleitoral triplicou nos últimos quatro anos. Um levantamento conduzido pelas Organizações não-governamentais (ONGs) Terra de Direitos e Justiça Global indica que foram registrados 46 homicídios em 2016 e até setembro deste ano, esse número saltou para 136 mortos. Fora desta estatística o portal Brasil61.com apurou que ao menos outros três atentados a candidatos foram registrados na última semana de outubro, sendo dois com mortes, além de um atentado a um jornalista sob a suspeita de denúncias políticas.

No Pará, a casa da candidata à vice-prefeita de Belém, Patrícia Queiroz (PSC), foi alvo de tiros durante a madrugada do dia 23 de outubro. Pelo menos dois disparos atingiram a residência, ninguém ficou ferido. Em Fortaleza, o corpo de um candidato a vereador de Caucaia, foi encontrado com marcas de faca dentro de sua casa, na noite do dia 26 de outubro. Evangelista de Sousa Jerônimo, conhecido como Batista da Banca, era candidato a vereador pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Em Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul, João Carraro, também do PSB, foi morto a tiros, no dia 27 de outubro, enquanto fazia atividade de campanha na localidade de Lagoa Bela, interior do município.

Para o analista de risco político, Matheus Albuquerque a violência está diretamente relacionada ao local onde acontece. “Se pegarmos as metrópoles mais violentas do Brasil e fizermos uma relação com o número de casos de violência contra candidatos, é possível enxergar essa relação”, afirma.

A coordenadora do levantamento, Elida Lauris, aumenta esse leque. Segundo ela, casos como os citados, apesar de não terem sido contabilizados pela pesquisa, repetem a questão motivacional observada pelo levantamento. “Você tem fenômenos de rixas familiares, disputas de prefeitos e vice-prefeitos. Em alguns estados, dados relacionados com corrupção, atividades ilícitas que acabam vulnerabilizando e induzindo as disputas que levam a assassinatos políticos. Temos também questões relacionadas com conflitos fundiários, conflitos por posse da terra, dívidas de campanha. Cada estado, as situações vão ganhando uma certa conotação de violência que acaba em assassinato ou atentado”, cita.

Uma dessas situações levou o jornalista Romano dos Anjos, apresentador da TV Imperial de Roraima a ser sequestrado e torturado no dia 26 de outubro. No dia seguinte ele foi encontrado com vida e com ferimentos nos braços e nas pernas. A principal linha de investigação da polícia, é que a violência tenha acontecido como forma de represália às reportagens que denunciavam supostos esquemas de corrupção de parlamentares e candidatos das eleições municipais do estado. 

Em Patrocínio, Minas Gerais, diferente do jornalista o candidato a vereador Cássio Remis dos Santos, não resistiu e morreu após denunciar supostas irregularidades da atual gestão da cidade. Segundo explica a esposa do político, Nayara Queiroz Remis, Cássio fazia uma live nas redes sociais no momento exato em que foi alvejado pelo ex-secretário de obras e irmão do atual prefeito, Jorge Marra.

“Em pleno século XXI, às vésperas de uma eleição, estava fazendo uma live denunciando que o prefeito atual reformava, com dinheiro público, o passeio de uma casa que seria comitê eleitoral. Uma pessoa que é capaz de matar a outra, em frente a uma câmera de segurança, com seis tiros, às 15h30, indica que ela e sua família realmente são capazes de tudo, né?”, indaga.

Nayara afirma que o marido não chegou a fazer nenhum boletim de ocorrência por ameaça antes do atentado, mas no dia de sua morte, comentou com a esposa que gostaria de contratar seguranças. A família tem medo que algo possa ocorrer novamente, mas Nayara afirma que não deixará de denunciar e fará justiça.  

Eleições desfalcadas

De acordo com a coordenadora do Mestrado em Governança, Tecnologia e Inovação da Universidade Católica de Brasília, Marcelle Gomes Figueira, é preciso avaliar também como fica o cenário político após estes atentados.
“O próprio assassinato da vereadora Marielle Franco, né? A forma como essa violência contra os candidatos têm afetado as eleições. Me parece pouco analisado e estudado”, questiona.
Segundo os indicativos de violência contra candidatos, 91% das vítimas são homens e 83% dos casos ocorrem no interior dos estados, como em Patrocínio.  Destes registros, apenas 12% das investigações são concluídas. Ao todo, o levantamento mapeou entre 2016 e setembro de 2020, 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, sendo 85 ameaças, 33 agressões, 59 ofensas. 

Fonte: Brasil 61

PF investiga atuação de falsos policiais federais em Campinas

Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão para investigar pessoas que se apresentavam como policiais.

A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (6/11) três mandados de busca e apreensão, para colher provas em duas investigações sobre fatos envolvendo pessoas que, de acordo com o que já foi apurado, têm se apresentado na região de Campinas falsamente como policiais federais.

Policiais deram cumprimento a três mandados de busca e apreensão: dois, na cidade de Cabreúva; e um, na cidade de Socorro, ambas no estado de São Paulo.

Uma das investigações foi iniciada em setembro a partir do registro, por parte de servidores públicos federais, de que uma pessoa se apresentou como policial federal dentro da repartição. A outra investigação começou em junho a partir da identificação de fotos publicadas em redes sociais por pessoa utilizando indevidamente uniforme da Polícia Federal.

Em maio deste ano, outra investigação identificou uma mulher que também passou a identificar-se falsamente como policial federal, para obter vantagens indevidas, chegando a publicar fotos (selfies) em redes sociais tendo uma delegacia da Polícia Federal como cenário, além de outras usando vestimentas com símbolos da Polícia Federal. Também foi constatado o uso de adesivo da Polícia Federal em seu veículo.

Os investigados responderão pelo crime de uso indevido de imagem pública, cuja pena pode chegar a seis anos de prisão, sem prejuízo das penas previstas para os crimes relacionados às vantagens indevidas recebidas que venham a ser comprovadas.

Assaltos em Santo André assustam moradores

Moradores do Parque das Nações e redondezas relatam casos recorrentes de assaltos à mão armada na região, geralmente realizados por criminosos utilizando duas motos. Porém, também se utilizam de carros e até mesmo a pé, causando o pânico nos moradores.

Em sua maioria, os casos ocorrem durante a noite e madrugada, em especial abordando e vitimando trabalhadores, indo ou voltando do trabalho. Entre as recentes vias com ocorrências, estão a Rua Colúmbia e Avenida Sorocaba. Próximo de mercado neste local, ao menos dois casos foram reportados esta madrugada (04/11), em horários próximos. Assaltantes levaram celulares e documentos das vítimas.

Está faltando alguém para por ordem como era no passado, não existia esse tipo de coisa

Morador de santo André

O comércio local também tem sido alvo dos criminosos, e os moradores relatam a falta de segurança frequente, além de pouca, ou nenhuma, presença de policiamento nas ruas. Na Itamarati, posto de gasolina, açougue e farmácia foram alguns dos alvos de roubos recentemente. A situação tem se agravado ao longo dos últimos anos, com o abandono da segurança pública nos bairros da região, apesar da presença do posto de Polícia Militar no Jardim Rina.

Os moradores ainda reportam dificuldades para registrarem boletim de ocorrência, pois o posto policial mais próximo solicita que a vítima dirigir-se para delegacia no Centro da cidade, para registrar BO. Vale ressaltar, o artigo sexto do Código de Processo Penal define a obrigatoriedade da autoridade competente proceder com averiguação dos casos. Ainda que não registre o boletim, competência das delegacias, os policiais do posto devem fazer buscas para localizar os criminosos.

Nos últimos dias, diversos casos de crimes tem ocorrido em Santo André. Incluindo arrastões em meio ao trânsito e assaltos em plena luz do dia, registrados por câmeras de segurança (confira vídeo acima, do Balanço Geral). Os moradores tentam evitar a criminalidade, instalando cercas elétricas, circuitos de monitoramento e placa de vizinhança solidária nas ruas.