Dez Livros que Estragaram o Mundo – E continuam estragando

Esta resenha “Dez Livros que Estragaram o Mundo…” é de autoria de Fito

A análise de Benjamin Wiker conseguiu mostrar, de uma só vez, quinze obras que trouxeram um mal ao ocidente, infelizmente, por causa da grande quantidade de leitores que consumiram a perfidez escrita nas páginas.

Começando por Maquiavel, já começa “detonando” sua obra, que alimentou diversos psicopatas que comandaram o mundo nos últimos séculos. Depois René Descartes, que oferece péssimas soluções para problemas reais. Thomas Hobbes, que relativizou o bem e o mal.

Em consequência, Jean-Jacques Rousseau, hipócrita de mão cheia, que faz o discurso mais non sense que já vi: o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe. Ora, se a sociedade é feita de homens, a mesma deveria ser boa, pela natureza bondosa intrínseca. Mas exigir raciocínio dos analfabetos funcionais emitidos pelas universidades brasileiras é demais, não é?

Depois vemos a obra do satanista Karl Marx, e seu padrinho-apadrinhado Friedrich Engels, responsável pela morte indireta de mais de 100 milhões de pessoas só no século 20, fora de guerras. Junto vem John Stuart Mill, que ensinou um hedonismo terrível. Segue-se a obra eugênica de Charles Darwin, baseada na obra de seu avô, cheia de premissas sabidamente falsas há décadas.

Perfila-se na obra comentários a Friedrich Nietzsche, possivelmente um inspirador de um austríaco chamado Adolf. Após, Vladimir Lênin, um dos maiores genocidas (ou democida?) do mundo. Seguindo a linha eugênica, a socialista Margaret Sanger, maior influenciadora de assassinatos de bebês em gestação, principalmente de negros, que, segundo ela, eram muitos. Absurdo dos absurdos!

As obras analisadas continuam com Adolf Hitler, Sigmund Freud e a desconhecidíssima Margaret Mead. Também não ficam de fora o monstro imoral Alfred Kinsey, indutor de estupros, bem como uma das piores feministas, Betty Friedan.

Enfim, uma seleção de obras de extensa destruição moral é analisada e desmentida na obra de Benjamin Wiker, que nos alerta para fazer o correto: queimar livros? Jamais!

Ler essas péssimas obras é descobrir, com nossa própria razão, o mal que elas causaram no ocidente. Jamais censura, mas sim entendimento.

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Dez Livros que Estragaram o Mundo

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A Rebelião das Massas – um livro atual

José Ortega Y Gasset é quase um profeta: descreveu o futuro do ocidente sem saber que o fazia, ao descrever aquilo que já via acontecer ao seu redor há quase um século. Sua obra A Rebelião das Massas, ao descrever o “homem-massa”, me faz pensar que o mesmo pegou uma máquina do tempo, viu o nosso presente, e voltou para seu próprio tempo para descrever o que via.

Se engana quem pensa que o “homem-massa” seja o homem comum, das massas populacionais. Pelo contrário, é o indivíduo formado pela falsa educação, falsa ciência, falsa política, falsa vida. Um conjunto de absurdidades que vivenciamos sem perceber. Se não pararmos para refletir, sobrevivemos em automático.

O ser humano médio, ou “homem-massa” é aquilo que vemos até dentro de casa: dá opiniões sobre tudo sem saber nada; acredita piamente que pensa “criticamente”; vive o oposto do que prega; mente para si o tempo todo. O ocidente já perdeu a guerra, só falta dividir os despojos.

Este nosso ocidente, criador das mais belas artes, da maior alta cultura já presenciada desde que caminhamos nesta terra, está com os dias contados. E falo isso com pesar, pois o seu substituto é uma ditadura pedida pelo homem-massa. Quem será que vai dominar? Certamente diversos grupos, como os metacapitalistas, o comunismo russo-chinês e o califado mundial, em constantes tensões entre eles.

O que mais entristece é saber que é o próprio homem-massa pede para ser menos responsável por sua própria vida, pedindo uma ditadura sobre si, para decidir para ele o que é melhor para ele e para todos os outros. Simplesmente não consegue perceber (e aí vem novamente a falsa educação) que está tomando para si e para seus filhos e netos um peso incarregável, uma tonelada de problemas indizíveis, que destruirá a si mesmo.

Não é à toa que o livro do Apocalipse narra que no futuro haverá escravidão. Diferentemente de antigamente, a escravidão será de crianças para intercurso, e não de adultos para trabalho.

Exagero? O tempo dirá. Voltando a Ortega, fica sua obra como um alerta do que nós nos tornamos, vivendo hedonisticamente, abraçando a não-cultura como normalidade de vida.

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A Rebelião das Massas

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Tempestade

Lorena Pelais é autora de “Tempestade”

Dias de calor escaldantes, sensação térmica de vulcão em erupção.
Mas o que vejo é, céu límpido, nuvens azuizinhas e o astro rei radiante no centro.
Onde nuvens cinzentas têm sido afastadas pela força do vento , partículas de água se fazem ausentes, o máximo que surge é uma brisa fresca ao anoitecer.

A vista está turva, não se vê nada com clareza, o dia deu lugar à noite, alegria a tristeza, seguimos ao mar uma longa trajetória, dias, meses e anos podem levar.

Tive uma “visão”, por assim dizer, uma estranha sensação de estar ao relento em alto-mar, em meio uma das piores tempestades de todos os tempos, chuva forte, embarcação instável e tripulação em desânimo total ou sem nenhuma esperança, para ser mais objetiva.

Por outro lado, a cada estiagem tínhamos algo “bom” a compartilhar, tínhamos risadas restritas de momentos de devaneio de um ou outro dos tripulantes, mas em meio a um surto coletivo, conter a risada, parecia o mais sábio a ser feito.

A mesma situação sendo vista por outro ângulo, era atormentadora, parecia o fim, um verdadeiro beco sem saída, a despedida e a chegada inesperada a um porto inseguro e vazio.

De repente, uma luz se fez presente…
Peter Pan, os meninos perdidos e capitão gancho?!? É isso o que vejo?!?
Afinal, história de pescadores tem pouca credibilidade no geral, mesmo que não seja esse o nosso caso, como navegantes estamos receptivos a delírios, encantos e história que todos duvidam.

Se sim ou não, nunca saberemos, Peter Pan e a fada Sininho (Thinker Bell) representavam a natureza e a esperança, não era a toa que suas vestes eram verdes, os meninos perdidos repesentavam todos os sentimentos que descobrimos e não sabíamos ao certo como decifrá-los, Capitão Gancho representava a inveja, o ódio, um rancor sem fim, uma ganância por um tesouro desconhecido e sua tripulação sem saber o que pensar o acompanhava oscilando da maldade a indiferença sem bússola, apenas cumpriam regras que nem mesmo existiam.

Houveram os que em meio a sua própria loucura andaram na prancha voluntariamente, apenas por não saber o que fazer, tomado pelo medo, sofrimento e talvez uma carência afetiva se lançar ao mar parecia a melhor solução, ainda sim fico sem entender, mar revolto, andar na prancha e se lançar, não me parece coerente, fugir ao invés de lutar, não vou questionar ….

Diante das presas de um imenso mostro marinho não se intimidou ao medo, o medo ganhou força, virou coragem, se lançar ao mar soava como uma esperança não se sabe de que , porque esse sim parecia o fim (somos radicais diante de situações que nos aterrorizam).

Laçado como animal desgarrado do rebanho, uma corda na cintura e devolta ao convés, a lucidez demonstra dar as caras e toda história não é só uma aventura assustadora e sim uma grande loucura.

O porto inseguro não existia, foi só uma ilusão , buscávamos terra firme, a tripulação pra ser sincera não era tão grande assim, mas em alguns momentos parecíamos muitos , éramos apenas sete navegantes, todos estavam fragmentados, todas as nossas partes em pequenas partes, estavam presentes querendo mostrar sua face.

A bússola parecia quebrada, mostrava uma direção além do que poderíamos ver, a distância era finita assim como a imensidão do mar, faróis acendiam à noite , mas a forte chuva não nos deixava atravessar para atracar , nosso capitão já estava em memória, o leme vazio, cada um assumia o controle, fazíamos o melhor que podíamos.

Capitão Gancho e seus adeptos sempre surgiam para nos “atrapalhar”….
Se na areia estivéssemos, seríamos como caranguejo mariados andando de lado, um passo a frente dois ou três para trás.

Uma situação que não parecia ter fim, buscávamos um porto seguro e preces eram feitas para a tempestade simplesmente passar .

Feridas, foram criadas, a dor foi sentida, o medo virou monstro, a coragem parecia insana, a bondade, essa sim ainda existia , o carinho se fez presente, afinal até mesmo homens ao mar precisam de um colo, uma palavra amiga, um abraço sincero, um diálogo franco, sem isso nossa tripulação seria dizimada por mais forte que fosse, um coração valente também chora não só em alto-mar.

Passavam flashes da vida, sua própria história foi vista do início até ali.

Família era família mas não agiam bem assim, mais parecia uma selva onde todos eram predadores ou fingiam ser para não serem devorados uns pelos outros , cada história de fazer o queixo cair. Umas apaixonantes outras sombrias que nem piratas conseguiam rir.

Paixões vividas, amizades construídas, outras destruídas , oportunidades perdidas.
E assim foi, a tempestade não dava trégua , o mar oscilava cada vez mais.

Capitão Gancho a essa altura estava sozinho, mas seus fantasmas eram tantos, assim como os fragmentos de nossa tripulação. Despedaçados, exaustos a insolação de dias atrás apresentava seus efeitos colaterais nos próximos dias…

Nosso capitão como em um passe de mágica reaparece ao mastro e nos guia.
O tempo começou a “limpar”, as nuvens se espalham dando espaço ao brilho cintilante das constelações, o porto inseguro se fez seguro para que pudéssemos em breve jogar a âncora e parar.

Entre a ficção e a real, um abismo de informações, uma montoeira de sentimentos, um monte de personagens e as inúmeras sensações, situações similares e distintas ligadas pelo destino ou escolha própria talvez, mesmo que o vento tenha soprado e dito : – “esse não é o caminho!”
A euforia, teimosia, vaidade, assim como o canto da sereia, enfeitiçados pelo momento, acreditou-se que era possível andar sobre os mares, quando tudo se tratava de viver e lutar pela sobrevivência.

Viver é assim, lutas diárias, superações, crises existenciais, aparições de sentimentos, “aventuras” em alto-mar, terra firme.

Sobre encontrar o tesouro, cuidado com o brilho, “nem tudo que reluz e ouro”, pedras preciosas garantem riquezas, mas nada ofusca o bom carácter, do que adianta um tesouro para um ser vazio, não passarão de pedras comuns acumuladas e armazenadas em uma alma sem amor.

Acredite
Confie
Tenha fé

“O que não mata fortalece”
Ao final da viagem não posso garantir nada, mas certamente não serás o mesmo de como era quando tudo começou.

Que sejamos bem conduzidos nas tempestades internas e externas para que não haja naufrágio, e se por acaso for lançado ao mar não desanime, busque forças de suas profundezas, todo sobrevivente tem uma boa história pra contar, boas lições, grandes marcas e marcos ficam na mente, no ser, seja você sua fortaleza seu porto seguro dentro de todas as suas inseguranças.

Que a paz possa nos inundar hoje e sempre.
Lorena Pelais ॐ∞

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Tempestade

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Os EUA e a Nova Ordem Mundial – um debate entre gigantes

Resenha escrita pro Fito. Confira sobre o livro “Os EUA e a Nova Ordem Mundial – um debate entre gigantes”

Acompanhei passo a passo, num blog à época, da equipe que organizou um debate escrito, extremamente formidável, entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho, semana após semana. Um debate que NUNCA houve antes semelhante no Brasil, por causa da falta total de intelecto no país.

Alexandre Dugin era (ainda é) um desconhecido no Brasil, conselheiro pessoal e espiritual de Vladimir Putin, que proclama a necessidade de restaurar um império cristão russo para resgatar um nacionalismo soviético-fascista, e proteger o mundo contra os bilionários da política e da mídia.

Olavo já mostrava os três esquemas globalistas, que Dugin conhecia, mas acreditava que os EUA estivessem dentro do esquema. Carvalho prova que os EUA não está, e Dugin, após o debate, deu o braço a torcer, subscrevendo a tese de Carvalho.

Os três esquemas globalistas são grupos que querem implantar um poder global, às vezes juntos, às vezes em conflito. O mais antigo é o Califado Universal, em que todo muçulmano crê, para implantar um governo islâmico mundial.

O segundo é o comunismo russo-chinês, iniciado a partir do comunismo marxista.

O terceiro são os metacapitalistas, pessoas que adquiriram tanto dinheiro que querem
estar fora do capitalismo, para não perder o poder que têm, como a família Rothschild, família Rockfeller, as Big Techs, Fundação Bill e Melinda Gates, maçonaria e por aí vai.

Todos têm o mesmo objetivo: destruir o cristianismo e o ocidente, que tem como bastião o povo dos EUA (não necessariamente seu governo, que é fortemente influenciado pelos metacapitalistas). Com Biden no poder agora, veremos que a destruição da cultura conservadora se dará a passos largos.

Dugin viu que Carvalho tinha razão (os fãs do escritor dizem abertamente “Olavo tem razão” há anos). A obra é um primor do debate. São centenas de referências literárias,
históricas, políticas, que trazem ao leitor a sensação de perdimento em meio a tanto conhecimento, ou falta do mesmo. Vale da página virada e cada centavo gasto.

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Os EUA e a Nova Ordem Mundial - um debate entre gigantes

Quem somos?!?

Esses dias mencionei “Quem sou”?? Mas pensei, posso ser mais abrangente e que tal “quem somos”?!?

Somos cheios de idéias e muitas ideais.
Somos um aglomerado bem amontoado de informações, somos singulares e plurais.

Podemos ser parciais, tolerantes e totalmente extremistas, da água pro vinho de sólido a liquido.
Às vezes, parecemos muitos e tudo bem misto (“mistutadassos”)

Interessantes e polêmicos …

Podemos ser influenciados pelo meio ou influenciadores locais.

Temos objetivos e perspectivas.
Sentir-se presos, ter a sensação de “ser ou estar” libertos de acordo com a realidade que viverdes.

Buscar sem desviar da direção que queres seguir manter o ideal, conquistar o objetivo principal.

Podemos ser cheios de analogias
Lindos como o mar , abundantes e cheios ondas, podemos ser calmos e pacientes

Ou simplesmente se transformar em furacão, “mar em fúria”
Terra, água, fogo e ar, capitão planeta em ação.
Crescente, cheia, minguante ou nova , como as fase da lua.

Encantadores , atraentes ou quem sabe vingativos, a maldade em pessoa, “inferno com vista para o mar”.

Beleza infinita, maldade compulsiva, inveja, luxúria ou cobiça.

Diferente dos animais irracionais, somos consciente.
Selvagens ou doces .
E um tanto consciente, essa, às vezes, pesa nos faz refletir e com isso trazer à tona a culpa.

Ter culpa, ser culta ou oculta?!!
Culpa se torna culpa quando uma atitude a si mesmo ou ao outro atinge de maneira predatória, machucando causando mal estar em que praticou o ato de racional a sem escrúpulos talvez?!?
Culta ter conhecimento, usá-lo compartilhá-lo ou guardá-lo por ignorância ou egoísmo involuntário?!?

Sempre temos tantas opções e todo dia descobrimos novos meios.

Podemos tudo e nada Adapte, crie, inove, renove, tenha, mantenha, elabore uma filosofia de vida, adeque aos seus dias.
Varie de acordo com os propósitos e ideiais.

Com flexibilidade de pensamentos ou os mentenha simplesmente rígidos.

Somos ou podemos ser mutáveis, escolha a melhor versão de você que venha preferir. Poderosos, invencíveis, frágeis e sensíveis, nem sempre se trata só de glória, existem derrotas.

Ter o domínio do conhecimento contextual.
Mas se preferir , fale palavrões, veja como um recado bem dado com letras garrafais, rsrsrs

Puro, singelo, pop, despolua-se mentalmente, dê brechas, mas preencha as lacunas ou apenas reserve um espaço para novas idéias.

Intuitivo, se deixar levar pela certeza que ecoa interiormente.
Dê asas a uma “verdade” (ponto de vista novo) ..
verdade essa, desconhecida que será capaz de decifrar partes de um “mundo” que desconhecemos , mas que habitamos , verdadeiros aventureiros, desbravadores naturais por natureza ou bem instruídos ….

Somos energias, criando conexões a essências de seres que nem sempre conhecemos , mas que se aproximam.

Uma roda viva, deixar fluir, circular energia em uma troca de conhecimento constante, aprimoramento diário em uma evolução frequente imperceptível a olho nu.

Sã ou insano …
O que verdadeiramente não devemos é tentar nos culpar ou nos responsabilizar pelas “maluquices” alheias.

Somos um pouco de tudo e ao mesmo tempo, muitas vezes não representa muito ou quase nada.

Construa e descontrua-se todos os dias , rompa suas barreiras, se livre dos fantasmas e monstros , seja “uni”, “bi”, “poli” lateral, seja atacante, zagueiro , meio de campo, não seja apenas seu próprio adversário, temos tendências a autossabotagem.

Campeão e bons perdedores também, afinal, nas batalhas interiores é ganhar ou perder o tempo todo, mantenha o equilíbrio, busque na Fé se for Ateu vai no blindão.

Questionar é bom, apenas não se lamente por muito tempo, crie, arrume , se guie ou busque ajuda para ter uma noção de direção, senão faça-o sozinho, você em determinados momentos poder ser sua única opção e sua melhor companhia.

Pare, pense, respire e reflita, tome suas decisões e as viva como se não houvesse amanhã.

Seja um caderno de rascunho, releia-se.
Se estiver no momento ofício, papel em branco, não ligue, escreva, reescreva, pinte, moldure grafite , crie novas pautas, titule, reinvente-se.

Viver é isso
De meteoro à metamorfose.

Experimente-se , respeitando seus limites.

Por vinte e quatro horas no dia em um ano, olha quantas possibilidades?
Do mel ao fel
Todo mundo em busca de bem material.

Do amor ao ódio
Ingratidão à gratidão
Bens imateriais também importam.

E tudo vice e versa
Não julgue, nem tire conclusões precipitadas .

Não gostou do seu Eu hoje?!?
Não tem problema
Amanhã tente um Eu novo e diferente.
Se não der certo tente outras vezes, o lance é sentir-se confortável e ter em mãos a sua melhor versão de si.
Onde os créditos e méritos serão todos seus obstáculos, perdas, ganhos, superação, a cada tentativa um novo aprendizado de um Eu que nem mesmo você antes conhecia .

Quem sou?!?
Quem somos?!?
Se de fato nos conheceremos algum dia?!?

Eu até agora não sei se é possível nos deciframos por completo, o importante são as tentativas que fizemos.
ॐ∞

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quem somos
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Mulheres indígenas e quilombolas beneficiadas por ONU Mulheres

O Pará vai ter dois municípios contemplados pelo projeto “Direitos Humanos das mulheres indígenas e quilombolas: uma questão de governança” desenvolvido pela ONU Mulheres.

A iniciativa tem o objetivo de trabalhar o empoderamento feminino, com foco nessas comunidades, e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) – que vai fazer a escolha das duas cidades no Pará.

A principal meta do projeto é facilitar a inclusão e a participação significativa de indígenas e quilombolas na formulação de políticas, planejamento e orçamento nos âmbitos estadual e municipal, como forma de reduzir a discriminação e as desigualdades com base em gênero, raça e etnia.

Mulheres indígenas e quilombolas

De acordo com a representante da ONU Mulheres Brasil, Anastasia Divinskaya, na prática, o projeto vai apoiar as autoridades estatais e municipais, que são as responsáveis pela garantia de direitos, assim como as mulheres indígenas e quilombolas – que são as portadoras desses direitos. Para Anastasia, a implementação desse projeto vai fornecer um caminho para reduzir desigualdades e práticas discriminatórias.

“As mulheres e meninas indígenas e quilombolas enfrentam taxas de pobreza muito mais elevadas e isso se constitui em uma questão de governança. Esse projeto também é uma homenagem aos esforços incansáveis dessas mulheres para alcançar os seus direitos humanos, além de contribuir para o fortalecimento da democracia no Brasil”, afirmou representante da ONU Mulheres Brasil.

Sônia Guajajara é coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e está trabalhando junto da organização para consolidar políticas mais atuais e relevantes às mulheres indígenas e quilombolas. Segundo ela, um ponto importante é destacar a falta de dados e diagnósticos específicos sobre essas mulheres para que se possa elaborar políticas mais efetivas.

“Não conseguimos ter dimensão do tamanho da violência entre as mulheres indígenas. É muito importante que comecemos a buscar formas de ter esse diagnóstico, de ter indicadores para avaliarmos os instrumentos de Estado, se estão ou não adequados, para que possamos começar a discutir outras ferramentas e instrumentos que venham a atender essa realidade”, declarou coordenadora executiva da APIB.

O secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Pará, Alberto Barros, reforçou que o estado não vai medir esforços para garantir que o projeto tenha efetividade em todo o território paraense. “Espero que juntos possamos lutar e dar efetividade e garantia aos direitos das mulheres quilombolas e indígenas”, disse.

Depois que os municípios forem escolhidos, será possível estabelecer políticas para as mulheres indígenas e quilombolas. Neste primeiro momento, os estados do Pará e do Maranhão são os pioneiros a receber o projeto que foi desenvolvido em parceria com a Embaixada da Noruega.

Em parceria com Brasil 61.

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Festival promove série de lives sobre cultura e saúde coletiva

Levar cultura e noções de saúde coletiva, além de ajudar economicamente os afetados pela pandemia. Com essa proposta, o Festival Coro na Quarentena promove uma série de lives, de sexta-feira à domingo, pelo Instagram.

Com duração de uma hora cada, as apresentações acontecerão diariamente, das 9h às 23h, de forma seguida, sendo algumas com tradução em libras.

A primeira edição do evento, vai oferecer quarenta e duas lives, entre performances, espetáculos, shows, coreografias, filmes e leituras, além de entrevistas e conversas com profissionais de diferentes áreas, entre elas, nutrição, enfermagem, psicanálise, psicologia e solução de conflitos, como explica a idealizadora do Festival Coro na Quarentena, Natasha Corbelino.

O Festival vai reunir nomes como o da atriz Mel Lisboa, a poeta e montadora de cinema Maria Rezende, a ginecologista e obstetra especialista em parto humanizado, Ana Fialho, e a ativista e comunicadora comunitária, do Complexo da Maré no Rio, Gizele Martins.

As lives serão realizadas pelo Instagram do Festival CORO na Quarentena. A programação é gratuita, mas o projeto pede a colaboração dos espectadores por meio de doação, que pode variar entre 10 e 200 reais. As contribuições podem ser feitas pelo site symplacomipsilon.com.br.

Patrocinado pelo governo do estado do Rio de Janeiro, o festival é uma produção do Coletivo Coro na Quarentena.

Com informações de Agência Brasil.

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Festival promove série de lives

Escola Livre de Teatro abre inscrições para aulas remotas

Interessados de qualquer parte do país podem se candidatar, até o dia 7 de fevereiro, a mais de um tema; processo seletivo da Escola Livre de Teatro acontece de forma virtual

Estão abertas até 7 de fevereiro as inscrições para os interessados em participar das aulas remotas dos 12 Terreiros de Estudo da Escola Livre de Teatro (ELT) de Santo André.

Os terreiros foram criados em 2020, já no formato virtual, para atuarem como um espaço de convívio e socialização do conhecimento, onde seja possível o estudo de outras narrativas de mundo e a discussão de novos modos de produção artística.

Entre as opções de temas estão “Canto e Musicalidade enquanto Instrumentos de Enfrentamento ao Cotidiano”, “Histórias do Teatro”, “Poesia Transfigurada – Ateliê da Escrita em Cena”, e “Dramaturgia do Sonho, da Memória e do Inconsciente”. As informações completas e os editais para cada um dos terreiros estão disponíveis no link.

Podem se candidatar a uma vaga nos Terreiros de Estudo pessoas interessadas de todo o país, desde que tenham idade acima de 18 anos.

“A ELT está  trabalhando desta forma desde que ficamos remotos, pois compreendemos que diante da condição de distanciamento social seria possível desenvolver projetos em módulos, recebendo, além dos aprendizes das formações regulares, outras pessoas interessadas”, explicou a coordenadora pedagógica da ELT, Lígia Helena. Os candidatos passam por processo seletivo realizado também de forma virtual.

As turmas serão formadas com o número mínimo de 20 pessoas para cada curso. O candidato pode escolher os assuntos de seu interesse dentro do universo teatral e, inclusive, se inscrever em mais de um Terreiro de Estudo, desde que não haja choque de horários. Isso porque cada Terreiro terá cinco encontros sequenciais em modo remoto, sendo um encontro por semana, com quatro horas de duração. Os temas disponibilizados têm como base as pesquisas realizadas por profissionais que compõem o corpo docente da Escola Livre de Teatro.

Do total de vagas oferecidas, 50% serão direcionadas para ações afirmativas “PPI” (Preto, Pardo e Indígina) e Trans/Travesti. Além disso, 25% do total de vagas devem ser preenchidas por moradores de Santo André.

ELT – A Escola Livre de Teatro, equipamento da Secretaria de Cultura de Santo André, é um centro de formação, pesquisa e experimentação das linguagens teatrais de acesso público e gratuito. Criada em 1990, sua pedagogia é baseada em processos de pesquisa em que se propõe um caminho de construção da liberdade artística através de vivências teatrais que buscam relações de aprendizado horizontais, focadas em trajetórias artísticas.

Temas dos Terreiros de Estudo da ELT:

•        Canto e musicalidade enquanto instrumentos de enfrentamento aos cotidianos

•        Poesia transfigurada – ateliê de escrita da cena

•        Com-pôr: syn-thesis dos sentidos e diálogo com a coralidade

•        Dramaturgias do sonho, da memória e do inconsciente

•        De que modo hei de narrar uma história inenarrável? Atuação cênica e o ato narrativo

•        Corpo para jogo: estudos para se engendrar a cena 

•        Paisagens internas – labirinto de criação cênica 

•        Mover de dentro: quem?

•        Experimentos para uma escrita afro corpórea

•        Orí – gens:  rítmo e poesia na diáspora africana

•        A dimensão política da vida: entre o poder e a resistência 

•        Histórias do teatro

| Texto: Paola Zanei

| Fotos: Angelo Baima/PSA

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Escola Livre de Teatro

Fomento à cultura em SP: Governo mantém investimento de R$100 mi

A medida foi tomada para enfrentar o déficit fiscal gerado pela crise da pandemia do coronavírus; não haverá perda para o setor cultural e criativo, com o fomento à cultura em SP

O Governo do Estado de São Paulo vai substituir o ProAC Expresso ICMS (programa de incentivo fiscal à cultura) por um programa de fomento direto a projetos culturais com recursos orçamentários, o ProAC Expresso Direto, mantendo o mesmo valor (R$ 100 milhões) e adotando normas e procedimentos semelhantes. Não haverá perda para o setor cultural e criativo.

A medida valerá para 2021, 2022 e 2023 e foi tomada para enfrentar o déficit fiscal gerado pela crise da pandemia do coronavírus. O decreto orçamentário com este valor será publicado em breve. Posteriormente sairá o regulamento do novo ProAC Expresso Direto, a ser elaborado pela Comissão de Análise de Projetos (CAP) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, que será a instância de análise e seleção de projetos.

Será feita uma consulta pública para que a sociedade civil possa enviar contribuições. Os proponentes que tiverem projetos selecionados receberão os recursos diretamente. Com isso, o Governo do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a valorização da cultura e o estímulo ao desenvolvimento do setor cultural e criativo.
Será feita uma consulta pública para que a sociedade civil possa enviar contribuições.

Os proponentes que tiverem projetos selecionados receberão os recursos diretamente. Com isso, o Governo do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a valorização da cultura e o estímulo ao desenvolvimento do setor cultural e criativo.

O ProAC Expresso Editais e o Programa Juntos Pela Cultura serão mantidos e também terão em 2021 recursos em patamar semelhante ao de 2020. Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo Assessoria de Imprensa (11) 3339-8116 / (11) 3339-8162 (11) 98849-5303 (plantão).

O ProAC Expresso Editais e o Programa Juntos Pela Cultura serão mantidos e também terão em 2021 recursos em patamar semelhante ao de 2020.

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Fomento à cultura em SP

Artista internacional mostra suas obras no Atrium Shopping

Sonia Poli já deu aulas de pintura e expôs em galerias pelo mundo; agora em exposição de obras no Atrium Shopping

Desde 22 de dezembro, quem passa pelo Atrium Shopping pode apreciar a arte de Sonia Poli. Conhecida internacionalmente por suas obras, a artista já expôs ou deu aulas em Portugal, Alemanha, Itália, Japão, Colômbia, Peru e Estados Unidos.

Seus quadros encantam com belas paisagens, personagens retratados de forma única e pinceladas marcadas por cores vibrantes. Além disso, ela ensina também os métodos que usa e inspira por onde passa.

“A arte é uma forma de nutrir a mente e a alma com o que há de mais belo. É um privilégio poder contar com uma artista tão talentosa. As obras de Sonia já estiveram em exposição por aqui em 2019 e tivemos um retorno muito positivo, por isso resolvemos trazer novamente”, conta Eduardo Valderano, gerente de marketing do empreendimento.

  • obras no Atrium Shopping
  • obras no Atrium Shopping

Exposição “Um Canto de Encanto”, de Sonia Poli

Atrium Shopping
Piso Térreo, Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon, Santo André Telefone: (11) 3135-4500
Estacionamento visitantes:
De segunda-feira a sábado e feriados: 9 reais até 2 horas + 2 reais cada 2 horas adicionais. Aos domingos, 50% de desconto.

Sobre a AD Shopping

A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 37 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto em capitais quanto no interior. Portanto, são mais de 29 anos de experiência em planejamento, comercialização e gestão de shopping centers.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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BAILE DO MENINO DEUS LANÇA FILME NESTA QUARTA

Espetáculo que há 17 anos acontecia no Marco Zero do Recife, se reinventou para garantir que a mensagem do Menino Deus chegue nas casas dos brasileiros. Além disso, pela manutenção de mais de 300 empregos diretos. Saiba mais do Baile do Menino Deus.

Em tempos onde a clausura domiciliar é necessária por conta da pandemia, o Baile do Menino Deus se reinventa para garantir que a alegria, a diversão e toda a sua esperança e ludicidade chegue nas casas dos brasileiros na noite de natal. Produzido pela Relicário Produções/Carla Valença e dirigido por Ronaldo Correia de Brito, o espetáculo que costuma reunir mais de 70 mil de turistas e conterrâneos no Marco Zero do Recife virou um filme que estreia nesta quarta-feira (23), às 20h, para todo Brasil, pelo canal do YouTube do Baile e através do site:  www.bailedomeninodeus.com.br (em formato com libras e audiodescrição). A transmissão ocorre também nos dias 24 e 25 e, no dia 26 de dezembro, às 14h, na Globo Nordeste.

Em um ano desafiador, principalmente para os profissionais da cultura, o Baile do Menino Deus garante além da continuidade de 17 anos de espetáculo, a preservação de mais de 300 empregos diretos, com o seu formato alternativo. Assim, são costureiras, montadores, maquiadores, profissionais de limpeza, cozinheiras, aderecistas, produtores, músicos, fotógrafos, cinegrafistas, artistas e diversos profissionais que vivem diretamente da renda do baile, todos os anos.

Cuidados com a pandemia

Uma equipe coordenada por 6 médicos também foi montada para as gravações do filme. Mais de 100 caixas de máscaras e álcool 70 foram comprados. Além de capacetes, testes, capotes, borrifadores, roupas especiais e todo o aparato necessário para que a saúde dos profissionais fosse preservada.

“Havia uma preocupação grande em não deixar essas pessoas sem trabalho. Nós não tínhamos escolha: ou interrompíamos o ciclo de 17 anos no Marco Zero, não fazendo nada, ou inventávamos outra maneira de apresentar o espetáculo. Topamos o filme. Mas confesso que não foi nada fácil montar o espetáculo a ser filmado, realizar o filme e cumprir os protocolos da Covid. Foi desafiador”, comenta Ronaldo Correia de Brito, criador e diretor do Baile do Menino Deus.

Como muitos, o Baile teve que se reinventar. Para o público que precisa de sua mensagem e por sua equipe. Portanto, a equipe criou um berçário, para que as mamães da equipe não precisassem deixar suas crianças sob os cuidados de outras pessoas. Afinal, não sabiam se estavam se cuidando. Neste berçário, ficou Sereno, filho da atriz Isadora Melo (intérprete de Maria), que com apenas 3 meses ingressou na carreira de ator estreando no Baile como Jesus Cristinho.

“Tivemos de vencer a inércia, o medo e a paralisia que tomaram conta dos trabalhadores de arte. O protocolo da Covid foirigorosamente obedecido. Trabalhamos com uma equipe de 6 médicos, que passaram a acompanhar os artistas e técnicos 45 dias antes das filmagens, num plantão permanente, e 15 dias depois das filmagens, quando todos receberam alta. Não houve um único contágio. Por essa estatística vocês podem avaliar o nível de nossa produção”, revela Ronaldo.

Sobre o projeto

O longa inédito da grande ópera popular nordestina, conta a história mais famosa do mundo – o nascimento de Jesus Cristo. Todavia, resgatando o sotaque, a forma de fazer, de dançar e  de cantar, do brasileiro. Se orientando nas tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino, incorporadas às mais diversas culturas do Brasil.

O projeto preserva várias formas de celebração do Natal, que sobreviveram e se guardaram apenas no Nordeste do Brasil. Por exemplo, do reisado, lapinha, pastoril, cavalo marinho, guerreiro, chegança, boi de reis e outras representações de brincadeiras. Além disso, das tradições que fogem do monotema “congelado” com neve de isopor, pinheiros, renas, trenós e Papai Noel, que reproduzem a cultura americana, do leste europeu e do consumo.

O evento é uma tradição lúdica de final de ano, sendo que a cada nova montagem, são reveladas surpresas. Este ano, por exemplo, o Baile incorporou a tecnologia ao espetáculo. Projeções de um “Céu Divino”, “Paisagens do Sertão” e a “Floresta Amazônica”, são algumas das oito cenas que serão projetadas em um cenário digital, que traz características clássicas e ecléticas da cidade para a apresentação. “O Baile é um espetáculo de rua que se integra com a cidade no espaço do Marco Zero e trazendo o cenário para dentro do teatro a gente quis trazer a cidade como cenário para o fundo do teatro”, conta Sephora Silva, que assina a direção cenográfica do evento.

O que faz o Baile do Menino Deus ser único na cena natalina brasileira é o seu projeto de resgatar várias formas de celebração do Natal. Portanto, estas que sobreviveram e se guardaram apenas no Nordeste do Brasil. Reisado, lapinha, pastoril, cavalo marinho, guerreiro, chegança, boi de reis e outras manifestações.

BAILE DO MENINO DEUS

História do BAILE DO MENINO DEUS

Criado há 36 anos, o texto faz parte da Trilogia das Festas Brasileiras, série de peças que retratam as manifestações populares nordestinas, em que se incluem a Bandeira de São João e o Arlequim de Carnaval. Dessa forma, o Baile do Menino Deus, a dupla de personagens principais, Mateus, é interpretada pelos atores Sóstenes Vidal e Arilson Lopes, que se revezam com Paulo de Pontes e Daniel Barros. Juntos, eles buscam uma forma de abrir a porta da casa onde estão José, Maria e o recém-nascido Jesus, e celebrar a vida em clima de festa.

Uma saga que recorre a sortilégios, brincadeiras, invocação de criaturas fantásticas – como a Burrinha Zabilin, o Jaraguá e o Boi – e muita música e dança. O corpo de baile, composto por onze bailarinos, também está renovado, bem como o figurino e a cenografia. Então, entre os solos da peça, outro destaque também é Silvério Pessoa, que estará em quatro atos, sendo que há 16 anos integra a rede de artistas do Baile. Além disso, o grupo Bongar mistura a cultura africana ao auto de natal.

O telefilme do Baile conta com direção geral de Tuca Siqueira (Amores de Chumbo e Fashion Girl) e direção de fotografia de Pedro Sotero (premiado em Cannes com o filme Bacurau).

Produção e direção Baile do Menino Deus

Produtora, roteirista e diretora de cinema, a pernambucana Tuca Siqueira iniciou sua carreira em 2003. Sua trajetória conta com diversas séries, filmes e documentários premiados. Por exemplo, “Amores de Chumbo”, seu primeiro longa de ficção, considerado uma verdadeira pérola cinematográfica pela crítica.

Diretor de fotografia desde 2006 no Recife, lugar onde desenvolveu uma consistente filmografia de curtas e longas-metragens, Pedro Sotero fotografou filmes que incluem três seleções oficiais no festival Cannes. Por exemplo,  “Aquarius”, “Bacurau” e “O Som ao Redor”. Em 2018, ganhou o prêmio de melhor fotografia no SSIFF, com longa argentino “Rojo” e em 2019,  trabalhou na pesquisa, roteiro e fotografia do filme instalação SWINGUERRA, obra selecionada para representar o Brasil na Bienal de Veneza e finalista do prêmio ABC 2020.

A proposta do espetáculo filme do Baile é encenar a apresentação da mesma forma que ela é todos os anos no Marco Zero. Sendo assim, usando a linguagem do cinema sem perder nenhuma característica própria da montagem, mas trazendo novidades.

O Baile conta com apoio e patrocínio do Ministério do Turismo, através da Lei de Incentivo à Cultura, Governo de Pernambuco, Prefeitura do Recife, Rede do Grupo Itaú, Aché Laboratórios, Sherwin-Williams, Tramontina, STN Nordeste, Inbetta, Copergás e Globo PE.

A produção do Telefilme do Baile é assinada pela REC, produtora recifense com o pensamento voltado para a criação e produção de conteúdo audiovisual, dos sócios Chico Ribeiro e Ofir Figueiredo. Entre as suas principais produções estão Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes, Tatuagem, de Hilton Lacerda, Viajo porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Katim Ainouz e Marcelo Gomes, Para Ter Onde Ir, de Jorane Castro e diversos outros longas.

BAILE DO MENINO DEUS

SINOPSE

Inspirado no reisado, brincadeira muito comum no cariri cearense. Então, numa noite de Natal, o Mateus, uma espécie de palhaço, acompanhado de várias crianças, procura a casa onde nasceu um menino para celebrar uma festa. A procura é cheia de acontecimentos e reviravoltas e quando eles acham a casa, ela está com as portas e janelas fechadas. Começam brincadeiras mágicas e peripécias para abrir a porta.

Quando ela se abre, revela-se um menino recém-nascido, com seu pai e sua mãe. A festa parece que vai começar, mas a casa desaparece novamente e se inicia uma nova procura em um auto que nunca termina e se repete todo ano, conforme sugere um dos personagens da brincadeira:

“Senhores donos da casa,

meninos desta folia,

povo inteiro desta sala

que assiste a nossa alegria,

continuemos o baile,

o coração nunca esfria,

quem dança os males espanta

e o peito desanuvia.

Continuemos o baile

agora e em cada dia.

O baile aqui não termina,

o baile aqui principia.

do mesmo tanto que o sol

se renova a cada dia,

da mesma forma que a lua

quatro vezes se recria,

do mesmo tanto que a estrela

repassa a rota e nos guia.

SERVIÇO

Espetáculo filme Baile do Menino Deus 

Transmitido nos 23, 24 e 25 de dezembro pelo www.youtube.com.br/bailedomeninodeus 

E dia 26 de dezembro pela TV Globo

Mais informações: http://www.bailedomeninodeus.com.br/ 

ACESSIBILIDADE: O espetáculo filme terá libras e audiodescrição no site  http://www.bailedomeninodeus.com.br/ 

REDES SOCIAIS

Site – www.bailedomeninodeus.com.br 

Facebook – @bailedomeninodeus

Instagram – @bailedomeninodeusoficialYouTube – www.youtube.com.br/bailedomeninodeus
Fotos das Gravações: https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1hDowd2R1Lyjadoi0fXF0utAsaEkkCcY6

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Ilustrador de Santo André expõe no Atrium Shopping

Ilustrador André Caligari leva sua arte ao público a partir do dia 18, em Santo André.

A Exposição ‘Abstrato de Caligari’ ganha espaço no Atrium Shopping a partir desta sexta-feira, dia 18, no Piso Térreo. Dessa forma, ele leva ao público o olhar único do artista e tatuador de Santo André. Brincando com linhas, cores e sombras, as obras de André Caligari exploram o abstrato. Além disso, convidam quem as observa a se encantar e soltar a imaginação.

Caligari coloca em sua arte o que observa da vida e da natureza, com pinturas que expõem seus sentimentos e desejos. “Nas pinturas, trabalho as sombras da floresta, vistas por nós, como seres finitos, diante de sua majestosa e imponente grandeza”, conta o artista, que se intitula ‘filósofo da vida’.

Em seu calendário, a exposição já passou por endereços na capital paulista e retorna ao Grande ABC em grande estilo. “Procuramos prestigiar os artistas que temos na região. Além das pinturas de Caligari, temos também as esculturas de Maurici reforçando que o shopping também é lugar de arte e cultura”, comenta Eduardo Valderano, gerente de marketing do Atrium Shopping.

Exposição Abstrato de Caligari
A partir de 18 de dezembro Piso Térreo

Atrium Shopping
Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon, Santo André – Telefone: (11) 3135-4500 – Estacionamento visitantes: De segunda-feira a sábado e feriados: 9 reais até 2 horas + 2 reais cada 2 horas adicionais. Aos domingos, 50% de desconto.

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Ilustrador de Santo André

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EXPOSIÇÃO ORIGENS #3 RETRATA NOSSO PAÍS SOB A VISÃO DE ARTISTAS DA PERIFERIA

Em uma ação coletiva cinco artistas da quebrada remontam caminhos para entender as origens diaspóricas africanas que fundaram nosso país

Exposição Origens #3 acontece em formato totalmente virtual, até o dia 30 de janeiro de 2021, com mais de 50 obras de 5 artistas plurais que refletem os resultados da diáspora africana nas realidades periféricas em que vivem. Com curadoria de Priscila Magalhães os trabalhos, são compostos por pinturas, colagens, artes digitais e fotografias. Os trabalhos ficarão expostos no site do Festival Cultural Pangeia, com acesso gratuito. Os artistas convidados são: Isabela Alves “Afrobela”, Cauã Bertoldo, Cassimano, Paulo Chavonga e Ione Maria.

Planejada para ocorrer no formato físico, a exposição que inclui fotografias, colagens e artes plásticas ganhou as redes. São obras que retratam nossas origens diaspóricas envolvidas no cotidiano de cada artista e podem ser conferidas através do site https://www.festivalpangeia.com/ “Transformar a exposição para o ambiente virtual proporciona um alcance maior para a reflexão sobre o tema que é Conexão Américas e África”, comenta Priscila. A diretora do festival, Pauliana Reis, fala sobre o desafio de realizar o evento em um novo formato. “Tínhamos tudo preparado para o formato tradicional e de repente nos vimos em um grande desafio de mudar completamente, alterar cronogramas e adaptar a exposição. Ao mesmo tempo que foi trabalhoso, está sendo muito gratificante ver o alcance das ações”.

VISÃO DE ARTISTAS DA PERIFERIA – Exposição Origens #3 Artistes Convidades:

Ione Maria:25 anos, diretamente de Vila Albertina, SP. Colagista há 5 anos, também trabalha com design e direção de arte. A colagem, em particular, é o campo de pesquisa da artista, evidenciando a cultura afro-brasileira através do formato analógico/manual. A arte, por sua vez, vem do lugar de colocar narrativas negras em espaços dignos de realeza através das imagens que a cercam. Há o costume de criar também com amigos e familiares, costurando relações mais firmes e afetivas em seu trabalho. No design, se destaca pela linguagem afro-futurista, articulada também através do movimento independente preto, para fins comunicativos e artísticos.

Cauã Bertoldo: Artista visual, desenvolve a identidade poética de seu trabalho desde 2014. Se expressa em técnicas de pintura diversas, dentre elas a aquarela, arte digital, grafitti etc. Sua pesquisa em arte, trata das questões do sujeito negro e queer periférico, através de retratos mergulhados em metáforas e interpretações multilaterais, onde cada um se conecta e se vê a sua maneira.

Isabela Alves – AfroBela: Multiartista e futurista. Reside no bairro Jd. João XXIII, e é nesse território que cria e desenvolve suas linguagens, trabalhando com colagem digital, tela e tinta acrílica, fotografia e escrita. Seus projetos pessoas discutem sempre sobre sexualidade e identidade, sendo o maior deles a plataforma afetiva A Perfeita Queda dos Búzios, também idealizada por Jéssica Ferreira, e residente no Teatro de Contêiner.

Cassimano: Nascido e criado na periferia de São Paulo, ainda adolescente despertou seu interesse pela fotografia nas ruas ao trabalhar como mensageiro. Em 2012 viajou para Moçambique para realizar um intercâmbio cultural e fazer o registro fotográfico dessa viagem. Desde 2016 realiza o projeto “Galeria Fotográfica de rua” projeto deintervenção urbana com suas fotografias ampliadas em grandes formatos e aplicadas em diversos suportes comcolagens. Com o mesmo projeto promove cursos de fotografia, de ampliação e aplicação das colagens para jovens da periferia.

Paulo Chavonga: Artista plástico autodidata, Produtor cultural, muralista e arte educador angolano, teve seu início nas artes plásticas aos 7 anos de idade na cidade de Benguela – Angola, tendo a pintura em tela como sua primeira plataforma de produção. Seu fascínio pela expressão humana e das culturas africanas resulta em estudos dos povos de lugares em que já passou. São a tradução de dias passados no Kandongueiro, no kimbo, festas de quintal, conversas em volta da fogueira.

Sobre o Festival Cultural Pangeia

O nome do festival é uma referência a Pangeia, que era o grande continente, a primeira crosta terrestre que existiu antes da separação que formaram os seis continentes que conhecemos hoje: África, Ásia, Europa, Oceania, América e Antártida. Apesar das divisões continentais, a proposta é a união das culturas, influenciada e construída a partir de intervenções artísticas com diversas atrações e o mapeamento de artistas. 

O Festival Cultural Pangeia foi contemplado nos anos de 2016 e 2017 pelo Programa VAI da Secretaria de Cultura de São Paulo. Na atual edição o festival foi contemplado em 2019 no 4º Programa de Fomento a Periferia com o projeto “Conexão Américas e África”, relacionando a influência da cultura Afrodiaspórica nas Américas.

Serviço: 
Site: https://www.festivalpangeia.com/

Redes Sociais:
Facebook – www.facebook.com/festivalpangeia 
Instagram – @festivalpangeia 
YouTube – Festival Cultural Pangeia

“Pés que procuram…Mãos que realizam” encerra ano letivo do curso de Desenho Artístico

No encerramento dos trabalhos online deste ano letivo, a Escola Municipal de Artes Ítalo Turriani, sob a orientação da orientadora Nina Szot e da professora Claudia Terehoff, apresenta a exposição “Pés que procuram…Mãos que realizam”, que reunirá os trabalhos dos alunos do curso de Desenho Artístico. A mostra pode ser acessada, a partir desta terça-feira, dia 8/12, na página Oficial da Prefeitura no Facebook – www.facebook.com/prefeituraderibeiraopires.

“Cada aluno pensou no papel que os pés e as mãos tem em nossas vidas e o quanto são importantes. Tivemos conversas bem produtivas sobre o assunto, nas quais cada um expôs seu pensamento. Pés e mãos estão sempre a nosso serviço a cabe a nós usarmos da melhor maneira possível essas dádivas que recebemos da vida”, explicou Nina Szot ao lembrar que o título da mostra remete a texto de Guimarães Rosa.

Pés que procuram…Mãos que realizam, conta com trabalhos expostos dos seguintes alunos: Ayako Michima; Vera Ramalho; Ana Lucia Victório; Catia Moraes; Karla Sartori; Zenilda Sabino; Vanessa Gama; Mônica França; Creuza Teixeira; Gorete Borges; Sandra Mota; Julia Rius; Lucas Silva; Nubia; José Nildon e Manoel Augusto de Oliveira Rodrigues.

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA EM UMA EDIÇÃO TOTALMENTE ONLINE

Recheado de atividades o evento traz como tema “Conexão Américas e África” trazendo visibilidade às realidades culturais e sociais das periferias de São PauloFESTIVAL CULTURAL PANGEIA

Festival Cultural Pangeia, promovido pelo coletivo MisturArte, chega a sua 3ª edição, de forma totalmente online neste ano, e acontece entre os dias 1º e 13 de dezembro. O evento que traz o tema “Conexão Américas e África”, tem como principal objetivo mostrar que apesar das barreiras continentais e culturas distintas também temos uma grande conexão com a cultura de outros povos. O festival consiste em promover ações artísticas, culturais e educacionais da periferia para a periferia, com trabalhos de artistas da quebrada, imigrantes e refugiados.

Por conta da pandemia da Covid-19 a organização abraçou o desafio de transferir todas as atrações para o meio virtual, o que acabou se tornando uma grande oportunidade de expandir o alcance do evento, como conta a diretora do Festival Pauliana Reis. “Tínhamos tudo preparado para o formato tradicional e de repente nos vimos em um grande desafio de mudar completamente, alterar cronogramas e adaptar as apresentações, os cursos, os debates e as exibições dos curtas-metragens. Ao mesmo tempo que foi trabalhoso está sendo muito gratificante ver o empenho de todos para o festival dar certo e o tamanho do alcance das ações”.

Várias atividades compõem o Festival Cultural Pangeia neste ano. São elas: Exposição Origens #3, mesas de debates, apresentações artísticas e a primeira edição do FIC Pangeia (Festival Internacional de Curtas Pangeia), que exibirá 12 vencedores entre as categorias voto do júri, popular e menção honrosa. Selecionados entre os 130 curtas inscritos e recebidos de todas as regiões do Brasil, Chile, Equador e Argentina, além de países africanos como Moçambique.

Exposição Origens #3 acontece em formato totalmente virtual, com mais de 50 obras de 5 artistas que refletem os resultados da diáspora africana nas realidades periféricas em que vivem. Com curadoria de Priscila Magalhães os trabalhos, são compostos por pinturas e fotografias, ficarão expostos no site do festival durante todo o evento, com acesso gratuito. Os artistas são: Isabela Alves “Afrobela”, Cauã Bertoldo, Cassimano, Paulo Chavonga e Ione Maria.

Além da exposição também será possível acompanhar mais de 20 apresentações artísticas na Mostra Memórias Subterrâneas, exploram as mais variadas formas de linguagens da arte como: performance, dança, música, teatro, contação de histórias e recital de poesia. “O Festival Pangeia apresenta memórias subterrâneas que emergem e criam pontes além mar. Identidades sociais, culturais e simbólicas, distâncias e proximidades entre dois continentes. Permita-se, e deixe cada poro se inundar nesse mar de artes afrodiaspóricas”, filosofa a curadora da mostra Priscila Obaci.

FIC Pangeia (Festival Internacional de Curtas Pangeia) traz em sua primeira edição 12 obras relacionadas com o tema do festival, que conectam os povos das Américas e África em um mesmo local, mostrando o dia a dia das nações que, mesmo distante, possuem inúmeras coisas em comum. O festival recebeu mais de 130 inscrições de curtas-metragens de vários países da América do Sul e da África, entre documentários, ficção, animação, experimental ou híbridos. As obras possuem no máximo cinco minutos e apresentam temáticas sociais, questões de gênero, preocupação ambiental, inclusão social e combate ao racismo.

Além dos 10 filmes finalistas do FIC, mais cinco produções de convidados e três trabalhos escolhidos pelos jurados compõe o evento. Na mostra estarão os vencedores nas categorias: Voto do Júri “É Exatamente Isso!” de Rubia Bernasci e Voto Popular “Trava Gira” de Jonas Junior, além dos cinco que receberam a Menção Honrosa.  Todos os 18 curtas-metragens estão disponíveis para o público, de graça, na plataforma Todesplay (www.todesplay.com.br), o durante o mês de dezembro.

Durante o festival a artista Ione Maria fará uma Live Paint que usará como inspiração a exposição, as apresentações na construção da obra. No encerramento do festival a artista irá revelar a sua arte.

No dia 10 de dezembro ocorre a Mesa de Debate que poderá ser acompanhada pelo público de forma gratuita, através da página do Facebook do Festival Cultural Pangeia, que tem como tema: ‘O que alimenta nossas africanidades”. O evento começa às 20h, com as participações de Ana Koteban, Suieidê Kintê e Lenna Bahule e conta com a mediação de Douglas Araújo.

Sobre o Festival Cultural Pangeia

O nome do festival é uma referência a Pangeia, que era o grande continente, a primeira crosta terrestre que existiu antes da separação que formaram os seis continentes que conhecemos hoje: África, Ásia, Europa, Oceania, América e Antártida. Apesar das divisões continentais, a proposta é a união das culturas, influenciada e construída a partir de intervenções artísticas com diversas atrações e o mapeamento de artistas.

O Festival Cultural Pangeia foi contemplado nos anos de 2016 e 2017 pelo Programa VAI da Secretaria de Cultura de São Paulo. Na atual edição o festival foi contemplado em 2019 no 4º Programa de Fomento a Periferia com o projeto “Conexão Américas e África”, relacionando a influência da cultura Afrodiaspórica nas Américas.

Programação Festival Cultura Pangeia de 1º a 13 de dezembro.

1°/12 – Terça- Feira – 19h às 21h

19h – Abertura Mostra Memórias Subterrâneas | Exposição Origens #3

Apresentadora do Festival – Ana Cacimba

19h20 – Arlete Alves – Performance – Traços de Exu: A performance ‘Traços de Exu’ procura representar uma pequena parte do infinito universo do Orixá – Exu, guardião dos nossos caminhos e responsável pelos movimentos. Idealizada como referência a um ritual, representamos: defumação, saudação, abertura dos trabalhos, dança e finalizamos com a representação do trabalho como oferenda.Unimos elementos, cores e símbolos do Orixá junto a dança e a pintura, para além de homenagear e reverenciar Exu, desmistificar seu nome e imagem. Para assim fortalecer a representação e o espaço das religiões de raiz africana.

19:30 – Flip Couto – Dança – Okó: Partindo de movimentos do cotidiano Flip Couto reflete sobre corpos de homens negros em diaspora gerando imagens que pulsam e ondulam acompanhando poemas de Alex Ratts e vestimentas de Zebu.

20:10 – Apresentação da atração

20:15 – Nave Gris Cia Cênica – Dança – Mu Ntûnda: A Nave Gris Cia Cênica apresenta “Mu Ntûnda”. Desenvolvido neste período de isolamento social causado pela pandemia, o trabalho interpretado por Kanzelumuka concebe a casa como um ventre que pode gerar e gestar novos futuros, assim como a potência do próprio corpo ao comportar outro corpo.

21h – Encerramento do dia com a apresentadora Ana Cacimba e a diretora do Festival Pangeia Pauliana Reis

04/ 12 – Sexta-feira – Das 18h30 às 21h FESTIVAL CULTURAL PANGEIA

18h30 – Apresentação da atração

18:45 – Luana Bayô – Música Cantora |Educadora |Compositora| Produtora| En-cantadeira.

19:45 – Apresentação da atração

19h50 – RAS SOTO – Música – Show Ras Soto World Wide: O Show Ras Soto World Wide propõe uma viagem pelo mundo através do reggae music. Em sua performance acompanhado pelo DJ Magrão, apresenta toda a versatilidade desse estilo musical.

05/12 – Sábado – Das 18h às 20h20

18h – Apresentação da atração

18h15 – Zeferina – Música – Bahia de Dentro: Live show acústico minimalista da cantora e compositora Zeferina: “Bahia de Dentro”. As composições presentes aproximam o ouvinte à rítmica afro-brasileira, como o samba e a musicalidade das tradições populares, a partir da forte referência da oralidade matricial que carregam, propondo uma conexão de nossos corpos à ancestralidade-mãe comum, uma ligação umbilical ao passado.

19:15 – Apresentação da atração

19h20 – Mayara Rosa – Dança – D[entre] Tantas: Uma pesquisa em andamento, da construção de um solo da artista, onde traz questões que atravessam o corpo de uma artista negra, comparando e trazendo relações, quase que metafóricas com a pedra “Turmalina Negra”. Pedra essa conhecida por sua beleza e poder, que se energiza a luz do sol, e não é muito utilizada para confecção de jóias.

19:35 – Apresentação da atração

19h40 – Ilu Egbá – Música – Toques e cânticos aos Orixás: O grupo Ìlú Ẹ̀ gbá nasce em 2012 e vem da tradição musical do candomblé de nação Nagô – Nagô Ẹ̀ gbá (Pernambuco) e o Nagô Ketú (Bahia). Tem como principal foco difundir e preservar a tradição dos tambores e dos atabaques, através dos toques sagrados dos orixás. Por ser o principal meio de comunicação com o mundo sagrado, o toque dos tambores, somado aos cânticos, manifestam a dança e materializam o axé, desmistificando os preconceitos em torno da cultura do candomblé.

06/12 – Domingo – Das 17h à 19h45

17h – Apresentação da atração

17h15 – James Bantu – Música – Afrô: as sementes que me germinam: Um repertório poético-musical, baseado em histórias que dialogam com o cotidiano das pessoas, com músicas influenciadas pela cultura hip hop, mas também de MPB e música negra. Propõe discutir a construção das identidades negras.

17:55 – Apresentação da atração

18h – Anomia Coletivo – Teatro – Corre Menino: trabalho cênico adaptado para a estrutura online, permeado por canções, poesia e dança, que investiga a presença e a resistência do corpo brasileiro negro e marginalizado. O “Menino Fato” é assassinado a caminho da escola e toda a peça se passa enquanto ele, agora transformado em “MeninoPossibilidade”, reflete e questiona a vida na cidade de São Paulo, a função da Polícia Militar e a justiça aplicadanos tribunais brasileiros.

18:30 – Apresentação da atração

18:35 – Lamine – Música

Adiara ( que faz bem na língua malinke): O repertório desta apresentação fala de coisas que fazem bem e da saudade que temos destas coisas neste momento: os encontros, a amizade, a prática coletiva da música e da dança, as vivências comunitárias

09/12 Quarta-feira – Das 19h às 19h30

19h – Ana Cacimba – Música mãe, mulher negra e multiartista periférica de origem quilombola. É cantora, compositora, batuqueira e brincante da cultura popular tradicional.

10/12 – Quinta-feira – Das 20h às 21h30

5ª MESA DE DEBATE DO PROJETO “CONEXÃO AMÉRICAS E ÁFRICA”

TEMA: O que alimenta nossas africanidades? CONVIDADES: Ana Koteban, Sueidê KintÊ e Lenna Bahule

MEDIAÇÃO: Douglas Araújo

11/12 – Sexta-feira – Das 19h às 20h30

19h – Apresentação da atração

19h15 – Rose Mara Kielela – Performance – Lobi: que em lingala significa ontem, hoje e amanhã, dependendo do contexto da frase, tem como tema a circularidade do tempo que se materializa nos encontros que transitam o corpo da pessoa afrodiaspórica, ou seja, aborda a materialização da história no corpo de sua criadora, e aborda a existência a partir da afirmação e da celebração dos encontros históricos que acontecem no corpo.O vídeo é montado a partir das filmagens das exibições de Lobi nos diversos espaços por onde passa (Marrocos, Angola, Brasil) , permitindo à audiência refazer a performance no tempo e espaço, reafirmando a ideia de existência no tempo e no movimento do corpo pelo espaço/mundo.

19:45 – Apresentação da atração

19h50 – Cássio Duarte, Gabriel Cândido e Glenda Nicácio – Performance Repertórios Sobre Vivência I: Este vídeo foi produzido a partir de registros da residência artística “Repertórios Sobre Vivências”, de Gabriel Cândido, realizada para o Sesc Santana. Na ação, o artista investiga as noções de seu corpo, da sua ancestralidade, da sua memória e de seu território, tendo a palavra “cuidado” como mediadora de encontros e desencontros afetivos na contemporaneidade. A partir das imagens produzidas na imersão em sua residência, Gabriel provocou/convidou a cineasta Glenda Nicácio para dar continuidade nesse processo de experimentar a elaboração de imaginários sobre os conteúdos propostos.

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA

12/12 – Sábado – Das 18h às 20h40

18h – Apresentação da atração

18h15 – Agblá Conta – Contação de Histórias – Histórias Pretinhas!: Agbalá Conta é uma cabaça mágica que guarda todas as histórias das nossas ancestralidades pretas, quando encantada ela se abre e revela histórias que valorizam nossa identidade e nossas histórias de origem;Devolvendo a dignidade, a humanidade, a sabedoria, e as belezas contidas em nossas heranças ancestrais. Venha encantar a cabaça com a gente e descobrir a história que a cabaça vai nos entregar.

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA

18:45 – Apresentação da atração

18h50 – Sol Almeida – Teatro e Dança – Atriz & dançarina & tia da biblioteca no umoja, no coletivo desvelo e no capão redondo

19h20 – Apresentação da atração + LIVE PAINT com Ione Maria

19h30 – Denise Alves – Música – Cantora/MC, Compositora, Intérprete, Geminiana “A música tem o poder de curar almas e corações e este é meu propósito, vem me ouvir.”

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA

13/12 – Domingo – Das 16h30 às 19h

ENCERRAMENTO DA MOSTRA MEMÓRIAS SUBTERRÂNEAS

16h30 – Apresentação da atração

16h50 – Mariana Camará – Música e Dança – Yigui: O trabalho de Mariama Camara representa a difusão da diversidade cultural africana, a imersão no conhecimento da história da Diáspora da África do Oeste, realiza-se de forma pedagógica e performática com o tripé dos movimentos corporais, cantos e toques de ritmos que nos permitem a releitura de significados ancestrais que são transmitidos de geração em geração nas aldeias e nos balés da Guiné.

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA

17:20 – Apresentação da atração

17h25 – Ermi Panzo – Poesia africana e suas narrativas performáticas: Ermi Panzo (ANGOLA) Escritor, Poeta, palestrante, bailarino performer, especialista em anatomia do livro e estruturação de textos literários; ativista e articulador internacional da arte e cultura africana diaspórica. Atualmente, desenvolve no Brasil projetos de culturas da ancestralidade africana, através de performances, palestras e outras ações literárias de mulheres escritoras negras.

17:40 – Apresentação da atração + Live Paint Ione

18h- Indy Naíse – Música – É Questão de Cor: Batuques, hip hop, eletrônico e uma boa dose de ancestralidade são alguns dos temperos que a cantora Indy Naíse reuniu em seu primeiro álbum, “É questão de cor”. De forma precisa e necessária ela dá o tom sobre temas como o genocídio da juventude negra, racismo estrutural, feminismo negro, sexualidade e o desastre ambiental de Mariana. Conta ainda com a participação de artistas como Rincon Sapiência, Yasmin Olí e Camila Trindade. Guiadas pela voz forte da cantora, as oito faixas reunidas no álbum constroem possibilidades de imaginário, trazem refúgio e pujança para quem as escuta.

19h – Encerramento do evento com a apresentadora Ana Cacimba e a diretora do Festival Pangeia Pauliana Reis

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA

Exposição Origens #3 Artistes Convidades:

Ione Maria:25 anos, diretamente de Vila Albertina, SP. Colagista há 5 anos, também trabalha com design e direção de arte. A colagem, em particular, é o campo de pesquisa da artista, evidenciando a cultura afro-brasileira através do formato analógico/manual. A arte, por sua vez, vem do lugar de colocar narrativas negras em espaços dignos de realeza através das imagens que a cercam. Há o costume de criar também com amigos e familiares, costurando relações mais firmes e afetivas em seu trabalho. No design, se destaca pela linguagem afro-futurista, articulada também através do movimento independente preto, para fins comunicativos e artísticos.

Cauã Bertoldo: Artista visual, desenvolve a identidade poética de seu trabalho desde 2014. Se expressa em técnicas de pintura diversas, dentre elas a aquarela, arte digital, grafitti etc. Sua pesquisa em arte, trata das questões do sujeito negro e queer periférico, através de retratos mergulhados em metáforas e interpretações multilaterais, onde cada um se conecta e se vê a sua maneira.

Isabela Alves – AfroBela: multiartista e futurista. Reside no bairro Jd. João XXIII, e é nesse território que cria e desenvolve suas linguagens, trabalhando com colagem digital, tela e tinta acrílica, fotografia e escrita. Seus projetos pessoas discutem sempre sobre sexualidade e identidade, sendo o maior deles a plataforma afetiva A Perfeita Queda dos Búzios, também idealizada por Jéssica Ferreira, e residente no Teatro de Conteiner.

Cassimano: Nascido e criado na periferia de São Paulo, ainda adolescente despertou seu interesse pela fotografia nas ruas ao trabalhar como mensageiro. Em 2012 viajou para Moçambique para realizar um intercâmbio cultural e fazer o registro fotográfico dessa viagem. Desde 2016 realiza o projeto “Galeria Fotográfica de rua” projeto deintervenção urbana com suas fotografias ampliadas em grandes formatos e aplicadas em diversos suportes comcolagens. Com o mesmo projeto promove cursos de fotografia, de ampliação e aplicação das colagens para jovens da periferia.

Paulo Chavonga: Artista plástico autodidata, Produtor cultural, muralista e arte educador angolano, teve seu início nas artes plásticas aos 7 anos de idade na cidade de Benguela – Angola, tendo a pintura em tela como sua primeira plataforma de produção. Seu fascínio pela expressão humana e das culturas africanas resulta em estudos dos povos de lugares em que já passou. São a tradução de dias passados no Kandongueiro, no kimbo, festas de quintal, conversas em volta da fogueira.

Serviço FESTIVAL CULTURAL PANGEIA:

Site: www.festivalpangeia.com            
Redes Sociais:
Facebook – www.facebook.com/festivalpangeia
Instagram – @festivalpangeia
YouTube – FestivalCulturalPangeia

Alunos de curso gratuito de Mangá participam de Torneio de Natal

Participarão do Torneio de Natal os alunos do curso de Mangá. A iniciativa é da professora Claudia Terehoff Merino, sendo oferecido pela Secretaria de Cultura da Prefeitura de Ribeirão Pires. Os primeiros colocados serão premiados. Alunos de curso gratuito de Mangá

Tendo em vista que, desde o final de março deste ano, os alunos assistiram aulas online através do Youtube com devolutivas pelo WhatsApp, a proposta é dar mais estímulo aos participantes num ano tão atípico. “Como está sendo difícil para todos nós encontrarmos motivações para continuar fazendo as coisas e tenho alguns alunos que realmente não se empolgam com o universo digital, um caminho foi o torneio”, completou.

As avaliações dos desenhos serão feitas em parceria com a professora de desenho artístico Nina Szot e levarão em conta os seguintes critérios: Anatomia, Proporção e Técnicas. Os trabalhos, que devem ser entregues até 11 de dezembro, serão avaliados e o resultado divulgado em 14 de dezembro.

O primeiro colocado será contemplado com uma caixa de lápis de cor 12 cores; 2 lápis, borracha e apontador; 1 pacote de papel canson; 2 chocolates e 2 bottos de Anime (sortidos); o segundo colocado ganha um mangá; 2 bottons de Anime (sortidos) e 2 chocolates; e o terceiro colocado leva uma caixa de bis e 2 bottos de Anime (sortidos).

Alunos de curso gratuito de Mangá
Aluno do curso gratuito de mangá, em atividade. Foto: Divulgação/Prefeitura de Ribeirão Pires

O que é mangá? Alunos de curso gratuito de Mangá

Sua leitura é feita de trás para frente: Mangás são histórias em quadrinhos japonesas, ao contrário das histórias em quadrinhos convencionais. Teve origem através do Oricom Shohatsu (Teatro das Sombras), que na época feudal percorria diversos vilarejos contando lendas por meio de fantoches. Dessa forma, essas lendas acabaram sendo escritas em rolos de papel e ilustradas, dando origem às histórias em sequência, e consequentemente originando o mangá. A princípio, essas histórias passaram a ser publicadas por algumas editoras na década de 20. Porém, a fama só veio por volta da década de 40.

Exposição Kizomba de Fabio Galvão no Museu de Mauá

Exposição no Museu Barão de Mauá
Vamos Kizombar gente…
Fiquem ligados, na próxima semana nossa jornada se inicia e claro você é nosso convidado.
02/12 ás 20 horas abertura e intervenção artística da Instalação “KIZOMBA PRA PRETO” 
09/12 ás 20:00 horas intervenção artística.
Presença de atores e músicos para narrar a história e importância do SAMBA para nosso país.
Você ainda poderá conferir neste período, até 20/12 toda a exposição que fica em cartaz nesta casa histórica.
Contamos com sua presença. 
#kizombaprapreto #ancestralidade #samba #carnaval #culturapopular

Exposição Kizomba de Fabio Galvão no Museu de Mauá
Foto: Divulgação

Conheça melhor nosso projeto!

 KIZOMBA PRA PRETO .  Oh velho Deus dos homens eu quero ser tambor e nem rio e nem flor e nem zagaia por enquanto e nem mesmo poesia. Só tambor ecoando como a canção da força e da vida Só tambor noite e dia Dia e noite só tambor até à consumação da grande festa do batuque! Oh velho Deus dos homens deixa-me ser tambor só tambor!   “José Craveirinha”  Me entrelacei nas raízes ancestrais e nesta instalação artística irei narrar a trajetória do “SAMBA E O CARNAVAL, Tia Ciata, sambadeiras, capoeiristas e poetas relembram as primeiras manifestações em nome deste patrimônio Nacional.

A exposição traz imagens dos primeiros batuques neste reduto chamado de pequena África no Rio de Janeiro, esculturas de personagens tradicionais do Carnaval e objetos sobre o samba e toda sua gloriosa trajetória tão marginalizada, o seu povo, sua cultura enraizados na identidade deste país. Em sua CONSTRUÇÃO toda carga emocional e histórica, através de falas e canções que ilustram a cena, o projeto visa propagar e manter viva esta tradição que pode agonizar mas jamais morrer. KIZOMBA PRA PRETO celebra meu povo, minha raça a nossa história.  Sejam todos bem vindos. #KIZOMBAPRAPRETO

Curador Fabio Gouveia 11 95484-5405

Serviço: Museu Barão de Mauá
Av. Dr. Getúlio Vargas, 276, Vila Guarani, Mauá, SP, Brasil. Telene: 11 4519-4011

Ribeirão Pires abre inscrições para Comitê da Lei Aldir Blanc

Ribeirão Pires abre inscrições: remuneração em R$ 2 mil. Seleção se destina a pessoas físicas, profissionais do setor cultural, acima de 18 anos, residentes em RP ou Grande ABC.

A Prefeitura de Ribeirão Pires, por meio da Secretaria de Cultura, abriu inscrições do Sistema Municipal de Cultura para selecionar pessoas físicas que irão compor o Comitê de Pareceristas – LAB, para assessoramento técnico do Núcleo de Atendimento e Fiscalização da Lei Aldir Blanc. As inscrições terminam em 2 de dezembro.

O Comitê de Pareceristas – LAB contribuirá com a seleção dos projetos que serão contemplados com a verba oriunda da Lei Aldir Blanc em Ribeirão Pires. Os pareceristas contratados terão a orientação de um membro indicado pela Secretaria de Cultura que acompanhará os trabalhos e ajudará no processo de avaliação. Portanto, cada membro titular do Comitê de Pareceristas – LAB terá remuneração de R$2.000,00 e seguirá as indicações do edital de convocação.

Ribeirão Pires abre inscrições para região do Grande ABC

A seleção é destinada para pessoas física, profissionais do setor cultural. Porém, desde que tenham notório saber para contribuir com a seleção dos projetos. Além disso, podem participar artistas, diretores, professores de arte, agentes, produtores, gestores e pesquisadores culturais. A idade mínima para participar do processo é 18 anos. Por fim, é necessário ser morador preferencialmente de Ribeirão Pires ou do ABCDMRR.

Link para inscrição https://forms.gle/K86ix4Z1rU5SfEoy5

Mais informações: www.ribeiraopires.sp.gov.br.

Jornal Grande ABC

Ribeirão Pires abre inscrições

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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Museu Casa de Portinari promove live em homenagem à cultura negra

Atividade acontece nesta sexta-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra, com participação da artista Con Silva

Dentre as datas comemorativas e de reflexão do calendário, uma das mais importantes será nesta sexta-feira (20): o Dia Nacional da Consciência Negra. Para homenagear e refletir sobre as premissas da celebração, o Museu Casa de Portinari, instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari, promove, às 12h, uma live com a artista Con Silva.

Instrutora de artes, jurada de Carnaval e ativista do Movimento Negro, Con já ministrou palestras em instituições públicas e privadas abordando diversos temas da cultura afro nacional. Na live, ela falará sobre a cultura e a negritude brasileira.

Na programação semanal ainda será possível conferir o vídeo sobre o projeto de história oral do equipamento, o Poéticas da Memória. Entre os participantes estão pessoas que fizeram parte do convívio da família Portinari e de seu mais ilustre membro, moradores de Brodowski que guardam memórias da formação da cidade, seus costumes, tradições, problemas sociais, fauna, flora entre outros.

“Esse é um projeto que o Museu Casa de Portinari realiza há mais de 20 anos. É uma ferramenta importante para captação, salvaguarda e difusão desse acervo histórico”, explica Cristiane Patrici, gerente do equipamento.

Para acessar os conteúdos basta curtir as redes sociais do Museu Casa de Portinari (@museucasadeportinari) ou ficar ligado na página especial do Cultura em Casa: www.museucasadeportinari.org.br/culturaemcasa.

Jornal Grande ABC

Museu Casa de Portinari

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Estado inicia pagamento da Renda Básica Emergencial

Artistas e trabalhadores do setor irão receber auxílio emergencial no valor de R$ 3 mil em parcela única. Foram mais de 13 mil pessoas inscritas

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo inicia no próximo dia 25 de novembro o pagamento da renda básica emergencial aos artistas e profissionais do setor cultural aptos a receber o auxílio da Lei 14.017/20, conhecida como Aldir Blanc. Criada para mitigar os impactos da pandemia do novo coronavírus, a Lei recebeu em cerca de quase dois meses 13.611 inscrições pela plataforma www.dadosculturais.sp.gov.br. Os beneficiários receberão R$ 3 mil em parcela única, e, no caso de mãe/provedora, o valor será dobrado. Os profissionais podem acompanhar o processo diretamente na plataforma com login e senha cadastrados no momento da inscrição ou pelo e-mail: [email protected].

O total de recursos destinado para o Estado de São Paulo pela Lei Aldir Blanc foi de R$ 566 milhões, sendo que o Governo estadual recebeu diretamente R$ 264 milhões. “O setor cultural é muito importante para a economia de São Paulo, com 3,9% do PIB estadual e 1,5 milhão de empregos”, afirma Sérgio Sá Leitão, secretário de Cultura e Economia Criativa. “O investimento do Governo Federal, em parceria com estados e municípios, por meio da Lei 14.017/20, será fundamental para mitigar a crise e acelerar a recuperação.”

Sobra do auxílio emergencial

Parte dos recursos da renda básica remanescente será realocado para os 25 editais do ProAC Expresso LAB, que teve cerca de 5 mil inscrições. Ao todo, o programa deve apoiar a realização e premiar 1,8 mil projetos e profissionais do setor cultural de todas as regiões do Estado de São Paulo, com uma média de R$ 41,6 mil por beneficiado – os valores das linhas variam de R$ 5 mil a R$ 200 mil. Ao menos 50% dos recursos serão destinados a proponentes do interior e do litoral.

Os processos de avaliação dos projetos culturais cadastrados nos editais estão previstos para serem finalizados até o final de novembro. Já os pagamentos iniciam na segunda quinzena de dezembro. Os propoentes podem acompanhar o status por meio dos e-mails: [email protected][email protected] e [email protected] .

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COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Fábricas de Cultura celebra mês da Consciência Negra

Atividades são conduzidas pela temática que atravessa o mês de novembro no país e promove reflexão sobre o tema

Durante o mês de novembro, as Fábricas de Cultura, equipamentos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e gerenciadas pela Poieis, apresentam uma extensa programação dedicada ao mês da Consciência Negra. As atividades são gratuitas e on-line e acontecem pelas plataformas das Fábricas de Cultura no Facebook, YouTube e Instagram sem necessidade de inscrição.

Na atividade Memória e História: Uma conversa sobre Tula Pilar, será celebrada a trajetória de Tula Pilar. A escritora mineira, chegou à São Paulo motivada por trabalho e em sua trajetória imprime o “ser Carolina” deste país. Tula é autora de livros “Palavras Inacadêmicas”, produzido de forma independente em 2004, e “Sensualidade de fino trato”, publicado pelo selo do Sarau do Binho em 2017. A conversa acontecerá no dia 18 de novembro, quarta-feira, às 15h no YouTube.

Em História Cantada: Olêlê – Uma cantiga da África, por meio de brincadeiras musicais e histórias cantadas do universo infantil, será apresentada a canção Olelê. A história encoraja as crianças a encarar os desafios da vida e a entender e respeitar os fluxos da natureza e os que vieram antes de nós. A exibição da atividade acontecerá no dia 19 de novembro, quinta-feira às 15h, pelo YouTube. No mesmo dia, será apresentado às 19h pelo Facebook o livro O Nômade por meio de um vídeo realizado por Gaspar, autor da obra e integrante do grupo Z’África Brasil.

Casa verde, território negro tem como objetivo apresentar o livro “Casa Verde, uma pequena África paulistana” de Tadeu Kaçula, que narra as manifestações culturais do bairro da Casa Verde e a forte influência das manifestações de matriz africana para a construção deste território, evidenciando a importância de reafirmar territórios negros na cidade de São Paulo. A atividade estará disponível no YouTube no dia 20 de novembro, sexta-feira, às 11h. Às 15h, o Quiz da Memória apresentará célebres personalidades negras brasileiras em um jogo para exercitar a memória sobre o protagonismo negro.

Na Oficina Comicidade Negra, a Cia Trupe Liuds introduzirá os participantes no universo da palhaçaria. Serão apresentados aspectos da dramaturgia, musicalidade, história e construção corporal do palhaço, sob um olhar de quebra de estereótipos da população negra, estimulando a crítica pelo riso (comicidade). Pelo YouTube, a atividade será disponibilizada às 15h do dia 20 de novembro, sexta-feira.

O desfile virtual Africanidade: África através dos panos, abordará o pertencimento do corpo negro no cenário da moda, por meio da ancestralidade, identidade, memórias coletivas, cultura, com o intuito de fazer da moda a mola propulsora como ferramenta do processo Corpo Manifesto. No desfile, serão apresentadas as marcas independentes Makida e Femi. O desfile será exibido no Facebook no dia 20 de novembro, sexta-feira, às 17h.

Em seguida, às 18h pelo YouTube, o grupo musical paulistano Senzala Hi-tech fará um pocket show em um repertório que une o o hip-hop à influências musicais do funk/soul, samba, reggae, dub e sons da África às Américas. A identidade visual do grupo é inspirada em referências do Afrofuturismo, movimento estético-artístico que valoriza a ancestralidade africana na formação das culturas afro diaspóricas e suas conexões com o futuro através da arte.

Os artistas que constroem o CITA – Canto de Integração de Todas as Artes, se unem em uma vídeo performance para refletir sobre a consciência negra a partir do olhar para a ancestralidade e o fazer artístico do território. Esse trabalho busca observar sobre como as raízes profundas que temos, literais ou não, seguem fortificando nossas trajetórias. O trabalho será apresentado no Facebook dia 21 de novembro, sábado, às 19h.

O Cine Raiz Forte exibirá três episódios da websérie Raiz Forte acompanhados da fala da diretora Charlene Bicalho. O projeto propõe sensibilizar o público a respeito da temática étnico-racial, contribuindo com o combate ao racismo cotidiano, e promover reflexões sobre o respeito às diferenças, visando a construção de processos de educação antirracista. Os episódios serão transmitidos pelo IGTV, no Instagram das Fábricas de Cultura, às segundas-feiras, 23 e 30 de novembro e 7 de dezembro, às 18h.

Em Representatividade Negra na Palhaçaria, o objetivo é apresentar palhaças e palhaços negros e suas representatividades. Com a proposta de compartilhar informações sobre projetos e pesquisas negras dentro da comicidade brasileira, o encontro virtual trará conhecimentos importantes para a pesquisa artística dentro da Palhaçaria. O encontro acontecerá na segunda-feira, dia 23 de novembro, às 11h pelo YouTube.

No vídeo É preciso falar de Lélia Gonzalez, será exibida a trajetória e biografia da militante, dilósofa, historiadora, antropóloga, política e intelectual Lélia Gonzalez que contribuiu fortemente para a história afro-ameríndia. O vídeo será exposto no dia 23 de novembro, segunda-feira, às 15h pelo YouTube.

A oficina de Máscaras Africanas tem como objetivo trabalhar o senso criativo utilizando como referência a cultura Africana, com variados modelos para enfeitar o ambiente com essa arte milenar. A atividade será exibida pelo YouTube no dia 27 de novembro, sexta-feira, às 15h.

O projeto Filosofia do Samba visa apresentar, por meio de produções audiovisuais, análises de sambas históricos feitos por compositores pretos e como estes, muitas vezes sem uma formação acadêmica tradicional, criaram obras que analisaram a sociedade de maneira tão crítica quanto os maiores pensadores acadêmicos de todas as épocas. O projeto será apresentado no YouTube, no dia 27 de novembro, sexta-feira, às 18h.

O Festival de RAP terá a presença de Winnit que propõe um espaço para o diálogo sobre racismo, amor, superação, e ascensão do povo preto, muito improviso e música. O festival também receberá T Mac, que traduz em música, a experiência de equilibrar os desafios do cotidiano, como pagar as contas, ter condições para o lazer com esposa e família, estudar para gerenciar a carreira, cursar espanhol, estudar canto, e ainda separar uma grana para investir nos custos de música independente. O show será exibido pelo YouTube, no dia 28 de novembro, sábado, às 20h.

A dançarina Jeniffer de Paula apresentará o espetáculo Dançando com o Sagrado, inspirado nos ritmos africanos dos Òrìṣà. A atividade será gravada presencialmente e exibida on-line pelo YouTube no dia 30 de novembro, segunda-feira, às 19h.

SP: Pagamento da Renda Básica Emergencial a partir de 25/11

Artistas e trabalhadores do setor irão receber auxílio emergencial no valor de R$ 3 mil em parcela única. Foram mais de 13 mil pessoas inscritas

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo inicia no próximo dia 25 de novembro o pagamento da renda básica emergencial aos artistas e profissionais do setor cultural aptos a receber o auxílio da Lei 14.017/20, conhecida como Aldir Blanc. Criada para mitigar os impactos da pandemia do novo coronavírus, a Lei recebeu em cerca de quase dois meses 13.611 inscrições pela plataforma www.dadosculturais.sp.gov.br. Os beneficiários receberão R$ 3 mil em parcela única, e, no caso de mãe/provedora, o valor será dobrado. Os profissionais podem acompanhar o processo diretamente na plataforma com login e senha cadastrados no momento da inscrição ou pelo e-mail: [email protected].

O total de recursos destinado para o Estado de São Paulo pela Lei Aldir Blanc foi de R$ 566 milhões, sendo que o Governo estadual recebeu diretamente R$ 264 milhões. “O setor cultural é muito importante para a economia de São Paulo, com 3,9% do PIB estadual e 1,5 milhão de empregos”, afirma Sérgio Sá Leitão, secretário de Cultura e Economia Criativa. “O investimento do Governo Federal, em parceria com estados e municípios, por meio da Lei 14.017/20, será fundamental para mitigar a crise e acelerar a recuperação.”

Sobra do auxílio emergencial

Parte dos recursos da renda básica remanescente será realocado para os 25 editais do ProAC Expresso LAB, que teve cerca de 5 mil inscrições. Ao todo, o programa deve apoiar a realização e premiar 1,8 mil projetos e profissionais do setor cultural de todas as regiões do Estado de São Paulo, com uma média de R$ 41,6 mil por beneficiado – os valores das linhas variam de R$ 5 mil a R$ 200 mil. Ao menos 50% dos recursos serão destinados a proponentes do interior e do litoral.

Os processos de avaliação dos projetos culturais cadastrados nos editais estão previstos para serem finalizados até o final de novembro. Já os pagamentos iniciam na segunda quinzena de dezembro. Os propoentes podem acompanhar o status por meio dos e-mails: [email protected][email protected] e [email protected] .

FESTIVAL CULTURAL PANGEIA CHEGA A 3° EDIÇÃO TOTALMENTE ONLINE

Recheado de atividades o evento traz como tema “Conexões América e África” trazendo visibilidade às realidades culturais e sociais das periferias de São Paulo

Festival Cultural Pangeia, promovido pelo coletivo MisturArte, acontece de forma totalmente online na edição deste ano, entre os dias 1º e 13 de dezembro. O evento que traz como tema “Conexões Américas e África”, tem como principal objetivo expandir, ultrapassando as barreiras continentais, para mostrar e unir culturas distintas, mas que possuem essências muito parecidas. O festival consiste em promover ações artísticas, culturais e educacionais da periferia para a periferia, com trabalhos de artistas da quebrada, imigrantes e refugiados. “Cruzamos o atlântico para falar da África e todas as suas mazelas e maravilhas que resultam dessa diáspora”, informa o produtor do Festival Manuel Victor.

Por conta da pandemia da Covid-19 a organização abraçou o desafio de transferir todas as atrações para o meio virtual, o que acabou se tornando uma grande oportunidade de expandir o alcance do evento, como conta a diretora do Festival Pauliana Reis. “Tínhamos tudo preparado para o formato tradicional e de repente nos vimos em um grande desafio de mudar completamente, alterar cronogramas e adaptar as apresentações, os cursos, os debates e as exibições dos curtas-metragens. Ao mesmo tempo que foi trabalhoso está sendo muito gratificante ver o empenho de todos para o festival dar certo e o tamanho do alcance das ações”.

Várias atividades paralelas compõem o Festival Cultural Pangeia neste ano. São elas: Feira Mvúka Online, Exposição Origens #3, mesas de debates, apresentações artísticas e a primeira edição do FIC Pangeia (Festival Internacional de Curtas Pangeia). Além de todas essas atrações será lançado em 2021 o documentário.

Feira Cultural Mvúka, que ocorrerá de forma online, tem como proposta aglutinar em uma única plataforma os artistas e principalmente os empreendedores das quebradas de modo que possam oferecer seus trabalhos e serviços para muitas pessoas, inclusive fora do seu círculo de convívio. Os interessados em participar da feira tem até o dia 2 de novembro para se inscreverem através do site https://www.festivalpangeia.com/feira-múvka . Serão 40 empreendedores selecionados que participarão de encontros virtuais, workshops e aulas sobre empreendedorismo e marketing digital. A finalidade é oferecer conhecimentos na divulgação de seus produtos, trabalhos e serviços. “A gente gosta da muvuca de pessoas reunidas, essa é a essência da periferia, e por que não usar isso para promover arte, cultura e empreendedorismo? Neste ano o grande desafio foi transportar tudo para o meio virtual”, informou Priscila Magalhães produtora do Festival.

“A plataforma do Festival servirá como um marketplace para que esses empreendedores ganhem visibilidade”, explica Pauliana.  Toda essa troca de experiências, conhecimentos e ensinamentos acontecerá durante quatro dias, em encontros virtuais com duas horas de duração cada, em dois workshops no mês de novembro preparando os selecionados que irão oferecer seus serviços e produtos. A Feira faz parte das atividades que integram o Festival Pangeia, e acontecerá de 1º a 13 dezembro. Abaixo as datas dos workshops:

  • Dias 12 e 13 de novembro (das 19h30 às 21h30): Aulas de Empreendedorismo com Vera Nunes – Especializada em Gestão de Projetos
  • Dias 16 e 17 de novembro (das 19h30 às 21h30): Aulas de Marketing Digital com Rosyane Silwa – Especializada em Gestão de Projetos

Exposição Origens #3 acontecerá em formato totalmente virtual e contará com 40 obras de 6 artistas que remontam os resultados da diáspora africana nas realidades periféricas em que vivem. Os trabalhos ficarão expostos no site do festival durante todo o festival, com acesso gratuito para todas as pessoas.

Acontecerá uma Mesa de Debate, no dia 10 de dezembro, organizadas pelo coletivo MisturArte, que poderão ser acompanhadas através do Facebook do Festival Cultural Pangeia, que tem como tema: ‘O que alimenta nossas africanidades”.

Vale destacar que, mesmo com a pandemia, o coletivo MisturArte organizou quatro mesas de debate, todas online, durante período de maior restrição de distanciamento social pela saúde e segurança de todos. Os temas debatidos foram: “A Pessoa Preta no Mercado de Trabalho”, “A Influência da Cultura Afrodiaspórica nas Américas do Século XXI”, “A Juventude na Periferia, Formação de Guetos” e “Práticas Assertivas para a Criança no Brasil”, que podem ser assistidas no Facebook e no Youtube

As Apresentações Artísticas, performances e poesias, que irão explorar diversas linguagens da arte, poderão ser acompanhadas no YouTube do festival. 

FIC Pangeia (Festival Internacional de Curtas Pangeia) traz em sua primeira edição obras relacionadas com o tema do festival, que conectam os povos das Américas e África em um mesmo local, mostrando o dia a dia das nações que, mesmo distante, possuem inúmeras coisas em comum. O festival recebeu mais de 130 inscrições de curtas-metragens de vários países da América do Sul e da África, entre documentários, ficção, animação, experimental ou híbridos. As produções possuem no máximo cinco minutos de duração e tratam as dificuldades vividas pelo racismo, desigualdade social, luta por direitos iguais entre outros. Os 10 filmes selecionados pela comissão técnica para integrar o festival serão premiados em três categoria: Voto do Júri, Voto Popular e Menção Honrosa. “Ficamos muito surpresas e felizes com o número de produções inscritas, recebemos filmes de vários países e isso superou nossas expectativas”, conta Priscila.

Todos os curtas-metragens finalistas ficarão disponíveis para o público, de graça, na plataforma Todesplay, o “streaming da quebrada” durante o mês de dezembro.

Sobre o Festival Cultural Pangeia

O nome do festival é uma referência a Pangeia, que era o grande continente, a primeira crosta terrestre que existiu antes da separação que formaram os seis continentes que conhecemos hoje: África, Ásia, Europa, Oceania, América e Antártida. Apesar das divisões continentais, a proposta é a união das culturas, influenciada e construída a partir de intervenções artísticas com diversas atrações e o mapeamento de artistas.

O Festival Cultural Pangeia foi contemplado nos anos de 2016 e 2017 pelo Programa VAI da Secretaria de Cultura de São Paulo. Na atual edição o festival foi contemplado em 2019 no 4º Programa de Fomento a Periferia com o projeto “Conexão Américas e África”, relacionando a influência da cultura Afrodiaspórica nas Américas.

Serviço:
Site: www.festivalpangeia.com.br

Redes Sociais:
Facebook – www.facebook.com/festivalpangeia
Instagram – @festivalpangeia
YouTube – Festival Cultural Pangeia

SP prorroga cadastro da cultura para auxílio emergencial

Trabalhadores e trabalhadoras do segmento cultural têm até 4 de novembro para se cadastrar junto ao Governo do Estado para o recebimento do auxílio emergencial instituído pela Lei Aldir Blanc (14.017/2020). Os profissionais da cultura que se enquadrem nos requisitos da lei receberão pagamento de R$ 600,00/mês, em três parcelas sucessivas.

O cadastro deverá ser feito online, pelo site https://dadosculturais.sp.gov.br/. Entre os requisitos exigidos para o pagamento do auxílio emergencial estão:

–           Terem atuado social ou profissionalmente nas áreas artística e cultural nos 24 meses imediatamente anteriores à data de publicação da Lei Aldir Blanc, comprovada a atuação de forma documental ou declaratória.

–           Não terem emprego formal ativo;

–           Não serem titulares de benefício previdenciário ou assistencial, ou beneficiário do Seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, ressalvado o Programa Bolsa Família;

–           Terem renda familiar mensal per capta de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários-mínimos (o que for maior);

–           Não terem recebido, em 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;

–           Estarem inscritos, com a respectiva homologação da inscrição, em, pelo menos, um dos cadastros previstos na Lei Aldir Blanc;

–           Não serem beneficiários do auxílio emergencial estabelecido pela Lei Nº 13.982/2020.

O auxílio emergencial federal para profissionais da cultura é de responsabilidade do Governo do Estado. Além disso, pelo município, o setor contará com ações de subsídio mensal para manutenção de espaços e empreendimentos culturais (item II da Lei Aldir Blanc) e relacionadas aos editais, chamadas públicas, entre outras (item III da Lei). Para participar dessas ações, profissionais ou empresas do segmento cultural deverão estar mapeados e cadastrados no Cultura SIM – Sistema de Indicadores e Mapeamento Cultural – que será usado como base para o cadastro que será disponibilizado em breve pela Secretaria de Cultura, que aderiu ao cadastro do Estado de São Paulo.

Mais informações e link de acesso ao Cultura SIM no site da Prefeitura – www.ribeiraopires.sp.gov.br.

Em Ribeirão Pires, Prefeitura, o Conselho Municipal de Política Cultural e a sociedade civil estruturaram rede para o diálogo, para democratizar o acesso aos recursos que serão disponibilizados, para garantir transparência e fiscalizar as ações promovidas.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Netflix realizará festival digital em novembro

Tudum Festival Netflix acontece entre os dias 3 e 5 de novembro.

A Netflix anunciou hoje (14) que irá realizar versão digital do Tudum Festival Netflix, evento que em janeiro deste ano, reuniu mais de 50 mil pessoas em São Paulo.

Além disso, a plataforma de streaming confirmou um Almanaque Netflix, com jogos, histórias e outras atividades interativas sobre a produções originais da Netflix. Com 100 mil exemplares físicos, o almanaque será distribuído em todo o Brasil, e contará com entrevistas, curiosidades e quizzes com os personagens das produções do catálogo, além de produtos colecionáveis. Para conseguir a versão impressa, o fã precisará acessar ao site e se inscrever a partir do dia 16 de outubro. A partir do dia 26, o almanaque estará disponível na versão digital, pelo mesmo endereço.
 
O Tudum Festival Netflix irá acontecer entre os dias 3 e 5 de novembro, sendo acessado pelo YouTube da Netflix Brasil ou pelo site. Entre os atores confirmados, estão Joel Courtney, Yankel Stevan, Ana Valeria Bacerril, Emicida e Felipe Castanhari.

Os convidados vão conversar com Maísa, que será a apresentadora oficial do festival. Os fãs também vão ter a oportunidade de participar de encontros virtuais com os ídolos. A dinâmica será explicada dentro do evento.

ParkShopping recebe Feira de Artesanato Nações & Artes

Pela primeira vez na cidade de São Caetano do Sul, o maior espaço de artesanato internacional do Brasil, a Feira Nações & Artes traz a cultura do mundo para a cidade do grande ABC. O espaço internacional de artesanato e decoração, acontece até 30 de outubro no ParkShopping São Caetano. O evento se preparou para o novo normal, e estará cumprindo todos os protocolos exigidos. Todos os produtos higienizados, álcool em gel para os visitantes e todos os colaboradores usando máscaras. 

Culturas de diversas partes do mundo, representadas em itens de decoração, artesanato, acessórios, joias e semijoias, obras de arte, tecidos, artigos e tapeçaria, estarão reunidos nesse espaço único. 

O Espaço Internacional Nações e Artes faz um intercâmbio cultural entre países como o Chile, Marrocos, Bolívia, Índia, Indonésia, Guiania Francesa, Paquistão e Brasil. 

Antes de chegar em São Caetano do Sul, a feira já passou por mais de 50 cidades do país. “Acredito que o evento será um sucesso, pois o objetivo é causar uma sensação única aos clientes, possibilitando o contato com diferentes países”, afirma Juliano Michei, idealizador do evento.

Além de visitar a feira, os clientes do shopping podem adquirir as peças disponíveis a venda com exclusividade, levando consigo uma lembrança cultural estrangeira para vestir ou decorar o ambiente. A Nações & Artes está exposta durante o funcionamento do shopping: de segunda a sábado, entre 12h e 20h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. A entrada é gratuita.

Serviço:

Nações & Artes – Feira Internacional de Artesanato e Decorações

Local: Park Shopping São Caetano

Horário: De segunda a sábado, das 12h às 20h. 

Domingos e Feriados:  das 14h às 20h.

Entrada: Gratuita

ParkShopping São Caetano

Endereço: Alameda Terracota, 545, Espaço Cerâmica, São Caetano do Sul – SP

Informações: 4003-4174 e www.parkshoppingsaocaetano.com.br 

Facebook e Twitter /pssaocaetano 

Instagram /parkshoppingsaocaetano

Sobre o ParkShopping São Caetano

Inaugurado no final de 2011, o ParkShopping São Caetano foi construído no novo bairro da cidade de São Caetano do Sul, o Espaço Cerâmica: um complexo multiúso com edifícios residenciais e comerciais em uma área de 300 mil m². O shopping possui 218 lojas, sendo 15 âncoras e megalojas distribuídas em dois pisos (São Caetano e São Paulo). Com foco nos públicos das classes A e B, o ParkShopping São Caetano atende não só as cidades do Grande ABC como também a bairros de São Paulo localizados em seu entorno, como Ipiranga, Nova Saúde, Mooca, Vila Prudente, entre outros. O empreendimento, portanto, tem a característica de ser regional e, para isso, há a preocupação constante em aperfeiçoar o seu mix de lojas para ser o mais completo nas áreas de moda, serviços, lazer e alimentação da região. Outra preocupação é sempre trazer ao consumidor da região novas operações até então inéditas em shoppings do ABC.  O ParkShopping São Caetano conta ainda com o Supermercado St Marche.

Sobre a Multiplan

A Multiplan possui atualmente 19 shopping centers em operação e é uma das maiores empresas do setor no Brasil. A companhia também atua estrategicamente no desenvolvimento de imóveis comerciais e residenciais, com projetos multiúso que geram sinergias para as operações de shopping centers, oferecem conveniência e comodidade aos usuários, e geram valor a seus ativos. Fundada em 1974 como empresa full service, é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de um dos melhores portfólios de empreendimentos imobiliários do país. O ParkJacarepaguá, em construção no Rio de Janeiro, será o 20º shopping da companhia.

Os shopping centers da Multiplan totalizam mais de 5.800 lojas, tráfego anual estimado em 190 milhões de visitas e área bruta locável (ABL) de 835 mil m². Ao final do segundo trimestre de 2020, a Multiplan também detinha dois conjuntos de torres comerciais que somados à ABL de shopping centers resultam em ABL total de 922 mil m². Mais informações em www.multiplan.com.br.

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Edição 2020 do Movimento Inova: dias 22 e 23 de outubro

Evento será online e transmitido pelo Centro de Mídias da Educação de São Paulo, com atividades voltadas a tecnologias inovadoras

Falta menos de um mês para o Movimento Inova 2020, evento que permitirá uma maior conexão entre professores, alunos e outros integrantes da rede estadual e conectá-los às soluções tecnológicas inovadoras.

O Movimento Inova acontece nos dias 22 e 23 de outubro e representa uma oportunidade de conhecer, reconhecer e valorizar boas práticas de professores, estudantes de toda a rede estadual de ensino no que tange aos novos componentes: Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia e Inovação.

Além disso, a ação conta com três categorias: a Feira de Ciências que inclui os desafios matemáticos, a Mostra de Aprendizagem Criativa e Robótica e também o Hackathon, que incentiva que os estudantes encontrem soluções a Educação.

Feira de Ciências

A já tradicional Feira de Ciências das Escolas Estaduais de São Paulo (FeCEESP) desde o ano passado está incorporada ao Movimento Inova. A grande final da competição será durante o evento que traz os temas Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

Os projetos finalistas que já passaram pela seletiva regional (DER) e pela seletiva estadual (Seduc), serão avaliados por Professores Universitários, Empresários e parceiros da Seduc para a escolha dos vencedores.

Mostra Interativa de Robótica e Computação Criativa

Na Mostra Interativa de Robótica e Computação Criativa, estudantes dos anos finas (6º ao 9º ano) do Ensino Fundamental e do ensino médio da rede deverão apresentar projetos de robótica e computação criativa, que tenham sido desenvolvidos dentro das unidades escolares em qualquer área do conhecimento, grupos de estudos, grêmio estudantil, entre outros.

Hackaton

O Hackathon é uma maratona de programação com as 10 melhores ideias trazidas por grupos de estudantes do ensino médio de idade igual ou superior a 15 anos, que tenham criado soluções tecnológicas em diversos formatos, como aplicativos, sistemas, processos ou serviços que sejam otimizados por meio de uma ferramenta tecnológica, para os problemas e desafios da rede estadual de ensino.

No fim da imersão de dois dias, como nas grandes Hackatons online que acontecem pelo mundo, o grupo que chegar ao melhor resultado será premiado.

Outras atividades

Além dessas três competições o Movimento Inova 2020 também contará com atividades como palestras e oficinas com profissionais Secretaria de Educação do Estado e convidados especiais da Microsoft, Fundação Telefônica Vivo, Instituto Palavra Aberta, Qualcomm, Grupo +Unidos, Policia Militar de São Paulo, RBAC (Núcleo São Paulo), Gamificação Criativa, Boeing Brasil, Instituto Ayrton Senna, Instituto Educadigital, Unesco, Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa e Tríade Educacional .

Confira alguns temas já programados:

– Desinformação e educação midiática
– Importância da Cultura Digital e do Pensamento Computacional nos dias de hoje
– Programação desplugada
– Como montar uma agência de notícias
– Projeto de Vida: Mercado de Trabalho e Tendências de tecnologia
– Gamificação e Aprendizagem Criativa
– Robótica
– Projetos STEAM
– Como ser um youtuber
– Pensamento Computacional
– Women in STEM
– Projeto de Vida – as competências digitais no Mundo do Trabalho
– Desafio Isso ou Aquilo: De olho no meu desenvolvimento socioemocional
– Bora estudar com Minecraft?
– Cidadania Digital Design Meeting
– Bora criar

Edição 2019

O Movimento Inova surgiu no contexto do Inova Educação, programa da Secretaria da Educação criado com o propósito de atender todos os estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio, oferecendo atividades educativas mais alinhadas às vocações, desejos e realidades de cada aluno, por meio dos componentes Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia e Inovação.

A iniciativa inédita na rede estadual ocorreu nos dias 5 e 6 de dezembro de 2019 na Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Efape). Passaram pelo evento mais de 4 mil pessoas. Educação midiática, scratch, cultura maker e projeto de vida foram alguns dos assuntos tratados.

Aulas de coreano gratuitas ganham espaço em mais oito Etecs

Unidades da capital, Campinas e São Caetano do Sul passam a integrar parceria com consulado do país asiático para capacitar jovens

O idioma e a cultura coreana estão ganhando cada vez mais adeptos no Centro Paula Souza (CPS). Nesta semana, começaram as aulas online do curso gratuito de coreano em mais oito Escolas Técnicas Estaduais (Etecs). Ao todo, cerca de 300 estudantes de 10 unidades estão sendo contemplados pela parceria do CPS, por intermédio da Assessoria de Relações Internacionais (ARInter), com o Centro de Educação do Consulado Geral da República da Coreia do Sul em São Paulo.

Passam a integrar a iniciativa cinco Etecs da Capital: Albert Einstein, Getúlio Vargas, Guaracy Silveira e Martin Luther King; duas escolas de Campinas, Bento Quirino e Conselheiro Antonio Prado; além da Etec Jorge Street, de São Caetano do Sul. O projeto-piloto teve início no primeiro semestre nas Etecs Deputado Ary de Camargo Pedroso, de Piracicaba, e Prof. Horácio Augusto da Silveira, da capital.

As atividades são ministradas na plataforma de educação a distância do CPS por professores nativos. Os alunos aprendem noções básicas, como alfabeto, saudações, conversação e leitura, além das principais características culturais. O objetivo é capacitar jovens talentos para suprir demandas de empresas sul-coreanas em áreas como automobilística, eletrônica e tecnologia da informação, bem como criar condições para participação em programas de intercâmbio acadêmico e profissional.

Cultura

A aluna Olga Maria do Nascimento Silveira, de 16 anos, matriculada no curso técnico de Biotecnologia Integrado ao Ensino Médio da Etec Conselheiro Antonio Prado, é um exemplo de como a paixão pelo gênero musical K-pop pode despertar o interesse em participar de um intercâmbio no país asiático.

“Sou fã de séries televisivas, novelas e grupos musicais. É uma cultura muito rica, que valoriza a educação e o conhecimento. Após o curso na Etec, pretendo tentar uma bolsa para estudar na Coreia, pois a área de biotecnologia e produtos farmacêuticos está em forte ascensão por lá”, afirma.

Já o estudante Anderson Garcia Bino Teixeira, também de 16 anos, que está no curso técnico de Eletônica Integrado ao Ensino Médio da Etec de São Paulo, conhecida como Etesp, está animado com a possibilidade de treinar o idioma com a comunidade sul-coreana do entorno da escola localizada no bairro do Bom Retiro, no centro da capital.

“A Etec está no coração da chamada Little Seul de São Paulo, onde existem diversas lojas, restaurantes e festivais de cultura coreana. Será ótimo treinar o aprendizado com a população nativa. Acredito que será um diferencial na formação”, avalia.

Escolas Livres de Teatro e de Dança recebem inscrições

Oportunidades são para Terreiros de Estudos da ELT e para o projeto Selfdário da ELD

Santo André, 29 de setembro de 2020 – As Escolas Livres de Teatro e Dança, espaços de formação mantidos pela Secretaria de Cultura de Santo André, estão com inscrições abertas para série de atividades gratuitas. Para os ‘Terreiros de Estudos’ da Escola Livre de Teatro (ELT), as inscrições podem ser feitas até 2 de outubro. E o projeto ‘Selfdário’, laboratório de criação orientada para jovens, da Escola Livre de Dança (ELD), recebe inscrições até 16 de outubro. Os links estão disponíveis na Agenda Cultural (http://www3.santoandre.sp.gov.br/agendacultural/).

Na ELT, o processo seletivo destina-se à composição do quadro de aprendizes para aulas remotas/virtuais. As oportunidades são para oito ‘Terreiros de Estudos’, territórios autônomos de encontro e pesquisa em teatro, que se propõem a criar um espaço de convívio e de socialização do conhecimento, onde seja possível o estudo de outras narrativas de mundo.

Terão duração de cinco encontros no período noturno e podem participar candidatos e candidatas de todo o País. Os temas são: ‘Atuação Cênica e Multinaturalismo Ameríndio: Aproximações, Negociações e Conflito’, com orientação de Antonio Salvador; ‘Memória e Presença de Dramaturgias Trans no Brasil, com Ave Terrena; ‘Lete (O Esquecimento), Aletéia (A Verdade), Mnemósina (A Memória) e Uma Aproximação Do Trágico’, com Jean Pierre Kaletrianos; ‘Sonhando Paraquedas Coloridos – Criação Cênica A Partir da Memória e da Investigação do Sonho Como Simulação de Futuro’, com Cris Rocha; ‘Dramaturgias Estruturais do Teatro Ocidental – Lado B’, com Alex Tenório; ‘Corpo Morada’, com Janette Santiago; ‘Lutas Culturais e Formas Artísticas: Política, Ideologia e Estética’, com Judson Cabral, e ‘Vigiar e Punir: Os Mecanismos de Controle e Interdição da Atividade Teatral no Brasil ou A Censura Ontem e Hoje’, com Felipe de Menezes.

Escola Livre de Dança – Já a Escola Livre de Dança (ELD) disponibiliza vagas para orientações artísticas direcionadas a adolescentes e jovens interessados em produzir criação envolvendo imagem, dança e escrita, a partir do projeto Selfdário.

Selfdário é uma série virtual de dança para adolescência produzida pela equipe pedagógica da ELD e disponível no YouTube, que provoca a criação de um diário imagético sobre esse atípico ano de 2020, onde a vida mudou de forma por conta da quarentena.

Ao longo de 12 episódios, as artistas educadoras Camila Bronizeski e Paula Petreca apresentaram provocações sensíveis e referências artísticas estimulando a criação autoral de um diário de selfies (fotografias, vídeos, textos escritos) que agora ao longo de quatro semanas poderão ser elaborados como um exercício de obra multimídia sob orientação dessas artistas.

Para se inscrever é fundamental assistir primeiro aos 12 vídeos disponíveis na playlist Escola Livre de Dança, no Canal Cultura Santo André, do YouTube. Depois disso, deve-se enviar nome, idade, endereço e obrigatoriamente as quatro propostas de retrato, a partir dos exercícios sugeridos em cada episódio da série, para o email [email protected].

Os que enviarem suas propostas no prazo irão ter quatro encontros com as educadoras, através da plataforma Google Meet nos dias 21 e 28 de outubro e 4 e 11 de novembro, das 14h às 16h, para as orientações artísticas. A série Selfdário está disponível no endereço https://www.youtube.com/playlist?list=PLk73B9e63GO5TdkJc4JOQX9wlDvUCu4T6

Serviço:

Inscrições para atividades nas Escolas Livres de Teatro e Dança

Escola Livre de Teatro – Inscrições para oito Terreiros de Estudos, cada um com duração de cinco encontros virtuais no período noturno.

Informações e inscrições até 2 de outubro

Escola Livre de Dança – Inscrições para o projeto Selfdário.

Informações e inscrições até 16 de outubro

Mais informações e links para inscrições: http://www3.santoandre.sp.gov.br/agendacultural/

| Texto: Marcos Imbrizi
[email protected] / 4433-0142
| Foto: Divulgação/PSA

Fonte: Prefeitura de Santo André

Estado de São Paulo lança concessão do Caminhos do Mar

Empresa vencedora será responsável por tornar o local ainda mais atrativo, estimular o turismo, entretenimento e convívio social

Para os últimos três meses de 2020, o Estado lançará editais nas áreas de infraestrutura e serviços de parques. Um destaque é para o Caminhos do Mar, cujo edital de licitação internacional foi publicado na última sexta-feira (18).

O Caminhos do Mar ou a Estrada Velha de Santos, dentro do Parque Estadual Serra do Mar, tem uma área de 274 hectares de Mata Atlântica, um patrimônio ambiental de São Paulo e um acervo histórico-cultural que marca o caminho feito por D. Pedro I quando subiu a serra para declarar a Independência do Brasil.

Os diversos monumentos históricos construídos nesse traçado serão restaurados e poderão ser explorados pelo futuro empreendedor em uma concessão de 30 anos. O parque ainda conta com trilhas e outros atrativos e uma vista excepcional da Serra do Mar.

Estímulo

A empresa vencedora será a responsável por tornar o local ainda mais atrativo, estimular o turismo, o entretenimento e o convívio social, além de executar atividades de esporte e lazer nas áreas de uso público. A abertura dos envelopes está prevista para ocorrer em 4 de novembro.

“O Governo João Doria abre o calendário de editais para a retomada econômica sob os efeitos ainda da pandemia. Será o primeiro teste junto aos investidores para um ativo importante do estado na área de concessão de serviços”, afirma o Vice-Governador Rodrigo Garcia, presidente do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas.

A ganhadora deverá implantar atrações e serviços, realizar restauros nos monumentos históricos e fazer a gestão da visitação. Em contrapartida, poderá explorar serviços de ecoturismo e uso público. A modalidade é de concorrência internacional, vencendo o certame quem oferecer o maior valor de outorga fixa. O total em investimentos mínimo por parte da concessionária deverá ser de R$ 11 milhões, sendo R$ 5,5 milhões nos três primeiros anos.

“A concessão da área de uso público vai gerar caixa para estimular o turismo e consolidar o Caminhos do Mar em um destino ambiental e turístico, além da melhoria dos serviços aos visitantes. Além disso, vai impulsionar a preservação das áreas verdes e dos animais, inclusive os ameaçados de extinção que ali vivem, bem como a pesquisa, funções que continuarão com o Estado”, afirmou o Secretário da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), Marcos Penido.

Projeto

O projeto foi submetido a consultas públicas em 2020, sendo a primeira entre 21 de fevereiro e 27 de março; posteriormente ao Conselho Consultivo da Unidade – Núcleo Itutinga Pilões do Parque Estadual da Serra do Mar, entre 4 de março e 3 de abril; ao Conselho do SIGAP (Sistema de Informação e Gestão de Áreas Protegidas e de Interesse Ambiental do Estado de São Paulo), em 26 de março; em Audiência Pública (7 de maio) e ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema), em 27 de maio.

Após a fase de oitivas públicas, as sugestões de aprimoramento do processo foram analisadas e o Relatório de Aproveitamento das Contribuições pode ser consultado pela internet.

Os interessados em participar da licitação do Caminhos do Mar deverão considerar a implantação de portarias e bilheterias adequadas ao atendimento dos usuários; a requalificação do estacionamento, com adequação da área e abertura de novos espaços; a instalação de tirolesa, que funcionará como atração âncora do Núcleo, além do restauro dos monumentos históricos, entre outras.

As trilhas deverão ser melhoradas, e a Casa de Visitas, reformada, com intervenções elétricas, hidráulicas entre outras. Uma loja de serviços e outra de alimentação terão de ser instaladas.

Vale ressaltar que a preservação das reservas ambientais continuará sob a responsabilidade da SIMA e da Fundação Florestal (FF). Os detalhes do projeto e a documentação necessária para envio de propostas estão disponíveis na internet.

Restauro dos monumentos

O restauro dos nove bens tombados que compõem a Trilha dos Monumentos Históricos do Caminhos do Mar deverá ser feito valorizando o conjunto como obras únicas e independentes, para que estas se mantenham cada qual como parte do conjunto que compõe o percurso. São eles: Pouso de Paranapiacaba, Rancho da Maioridade, Padrão do Lorena, Monumento do Pico, Marco Quinhentista, Belvedere Circular, Pontilhão Raiz da Serra (projetos do Arq. Victor Dubugras, inaugurados em 1922), Ruínas e Calçada do Lorena.

A FF aprovou os recursos para execução do projeto de restauro na Câmara de Compensação Ambiental. O valor a ser disponibilizado pelo Poder Concedente para a realização das obras de restauro não poderá exceder R$ 4.251.853,31.

Os projetos executivos das obras já foram aprovados no Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT). Os monumentos históricos, erguidos nos anos 1920 para comemorar os 100 anos da Independência do Brasil, homenageiam personagens dos primeiros anos do Império.

Estrada Velha de Santos

Na última quarta-feira (16), foi publicada a resolução conjunta entre a SIMA e a Secretaria de Logística e Transportes (SLT) que autoriza o concessionário vencedor da licitação a fazer uso dos trechos da Rodovia Estadual SP-148 (Estrada Velha de Santos).

As atividades permitidas são ecoturismo, lazer, esporte, conscientização, educação ambiental, dentre outras, nos termos do contrato de concessão. Não há permissão para exploração rodoviária.

A via foi a primeira ligação pavimentada entre o planalto e o litoral paulista e serviu de rota para D. Pedro I subir a serra e proclamar a Independência do Brasil, em 1822.

Vale ressaltar que os remanescentes da Calçada do Lorena se misturam a um precioso patrimônio ambiental de Mata Atlântica e da biodiversidade, contemplando a preservação de diversas espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção.

Fonte: Governo de SP

Editora UFABC receberá projetos de livros em fase de desenvolvimento

Nova modalidade, em fluxo contínuo, possibilitará o acompanhamento editorial da obra desde sua concepção

O Conselho Editorial da Editora UFABC (EdUFABC) publicou, no dia 10 de setembro, a Resolução n° 6/2020, que estabelece diretrizes para submissão e aprovação de projetos de publicação de livros, ou séries de livros, em fluxo contínuo.

A EdUFABC já dispunha de duas modalidades de captação de obras: editais específicos de chamada pública e fluxo contínuo. A partir de agora, a segunda modalidade passará a aceitar, além de obras completas, projetos de publicação em fase de desenvolvimento.

As publicações da EdUFABC selecionadas por meio de editais priorizam conteúdos didáticos coerentes com a proposta pedagógica interdisciplinar da UFABC, divulgação científica e literatura. Já a modalidade de fluxo contínuo é acessível a todos os tipos de propostas que se enquadrem em sua Política Editorial, dentro das seguintes áreas temáticas: Ciências Naturais e Cognição; Ciências Sociais; Educação e Licenciatura; Engenharias; Filosofia, Artes e Humanidades; Interdisciplinar; Matemática e Ciências da Computação.

O novo fluxo de apresentação de projetos de livros ou séries de livros é destinado a obras ainda em fase de desenvolvimento e que, se aprovadas, receberão uma manifestação de interesse e um acompanhamento por parte da EdUFABC durante sua elaboração. A avaliação será realizada em três etapas: projeto inicial, versão parcial e versão final, em consonância com a Resolução EdUFABC n° 001/2018, que normatiza a apresentação de propostas de publicação de livros já prontos em fluxo contínuo. Os projetos serão julgados de acordo com os seguintes critérios: adequação aos propósitos da EdUFABC; relevância e/ou atualidade do tema; originalidade do conteúdo; rigor conceitual e metodológico; e correção e fluidez da linguagem escrita.

Segundo a equipe da EdUFABC, esta é mais uma iniciativa da Editora para que, nesse período tão difícil que atravessamos, a produção e a divulgação de conhecimento continuem a ocorrer de maneira vigorosa.

Mais informações estão disponíveis no site da Editora UFABC, especificamente na página ‘Como publicar’.

Fonte: UFABC

Bienal do Livro de São Paulo terá a primeira edição virtual

Por causa da pandemia, este ano promoção será de 7 a 13 de dezembro

A Bienal do Livro de São Paulo terá este ano a primeira edição virtual. Em junho, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) havia anunciado o cancelamento da 26ª edição do evento em 2020, previsto para outubro, por conta da pandemia do novo coronavírus. A previsão é que a feira física seja realizada em 2022. A versão virtual será este ano de 7 a 13 de dezembro em uma plataforma digital.

Com o tema Conectando Pessoas e Livros, a proposta é reunir leitores, escritores, parceiros, editores, distribuidores e livrarias em uma semana de discussões e negócios.

A plataforma vai oferecer palestras online e a possibilidade de comprar livros, além de interação entre os diversos atores do mercado editorial.

Segundo o presidente da CBL, Vitor Tavares, a expectativa é reunir 150 expositores e atrair mais de um milhão de visitantes para a plataforma. 

“Pela primeira vez, pessoas de todos os lugares do Brasil e do mundo poderão participar dessa grande festa, conhecendo as novidades, fazendo bons negócios e aproveitando as palestras que jamais estariam disponíveis de outra forma”, disse Tavares.

Serão promovidas, ainda, rodadas de negócios entre companhias brasileiras e empresas estrangeiras para discutir a situação atual do setor editorial no Brasil e no mundo.

Esses eventos serão exclusivos para as empresas apoiadas pelo Brazilian Publishers – projeto que apoia a internacionalização do conteúdo editorial brasileiro feito em parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Fonte: Agência Brasil

EMESP Tom Jobim realiza Revirada Musical com atrações

Maratona cultural com mais de 170 atrações ocorrerá entre os dias 21 e 27 de setembro, no canal do YouTube da instituição

A sétima edição da Revirada Musical EMESP de 2020, com mais de 170 atrações de diferentes estilos musicais, será totalmente online e terá transmissão pelo canal de YouTube da EMESP Tom Jobim. O evento é uma oportunidade para o público apreciar o estilo de música preferido, além de descobrir e se aventurar por outras sonoridades.

Essa verdadeira maratona musical online será marcada pela pluralidade de sons, estilos e formações com uma semana de duração. Do dia 21 a 27 de setembro, o público poderá desfrutar de apresentações musicais inéditas, que exaltam diversos compositores, gêneros e períodos musicais, do barroco ao popular.

As apresentações foram organizadas por eixos temáticos que contemplam obras de mestres da música brasileira como Tom Jobim, Chiquinha Gonzaga, Noel Rosa, Sivuca, Guinga, Dona Ivone Lara, Moacir Santos, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, da música clássica como Brahms, Beethoven, Chopin, Mozart, Liszt, Haydn, Debussy, além de abranger compositores como Astor Piazzolla. As músicas barroca e contemporânea também marcam presença.

Os grupos que integram a programação são formados por estudantes e professoras e professores da EMESP Tom Jobim, que reúne um corpo docente com alguns dos melhores profissionais do país com reconhecimento internacional.

A programação completa está disponível no site:  https://emesp.org.br/.

serviço

7ª Revirada Musical EMESP
Período: 21 a 27 de setembro de 2020

21/09 – SEGUNDA-FEIRA
11h – A Música de Tom Jobim
11h30 – A Música de Frédéric Chopin
12h – Camerata Caipira
12h30 – Flautas: Do Barroco ao Classicismo
13h – Flautas: Do Classicismo ao Romantismo
13h30 – Música de Câmara: Flautas
14h – Música de Câmara: Trios
14h30 – Piano e Cordas: Gluck, Mozart e Schumann
15h – O Jazz
15h30 – Canções Instrumentais: Debussy, Puccini
16h – Compositoras: Dona Ivone Lara e Chiquinha Gonzaga
16h30 – Canto Barroco: Purcell
17h – Flautas e Saxofones
17h30 – Grupo de Percussão: Sons da Casa e Textos Musicais
18h – Bate-papo (live)
18h30 – Grupo Vocal: Canto e Trabalho em Grupo
19h – Música de Câmara Cordas: Goldmark e Rossini
19h30 – Piano Solo: Música Brasileira

22/09 – TERÇA-FEIRA
11h – A Música de Tom Jobim
11h30 – A Música de Frédéric Chopin
12h – A Música de Moacir Santos e Dorival Caymmi
12h30 – Música de Câmara (Cordas): Glière
13h – Big Band Dmenor
13h30 – Canto Coral: Andar com Fé
14h – Compositores Contemporâneos: Instrumental Brasil
14h30 – Concertos e Peças para Violino
15h – Música Brasileira de Câmara
15h30 – Bach e Brahms: Violoncelo
16h – Corais Curso Livre
16h30 – EMESPIANOS: Práticas Coletivas de Pianos
17h – Matheus Ferreira Trio
17h30 – Piano Solo: Barroco
18h – Bate-papo (live)
18h30 – Depois de Um Sonho
19h – Sivuca, Guinga e Toninho Ferragutti
19h30 – Piano Solo: Maurice Ravel | Tombeau de Couperin e Gasparde la Nuit
20h – Violeiros: João Paulo Amaral, Tião Carreiro e Lourival e Moacyr dos Santos

23/09 – QUARTA-FEIRA
11h – A Música de Tom Jobim
11h30 – A Música de Frédéric Chopin
12h – A Música de Moacir Santos
12h30 – Harpa e Quarteto de Cordas
13h – Canto Erudito: Scarlatti, Cavalli e Pergolesi
13h30 – Grupo de Percussão: Salas de Estar e Textos Musicais
14h – Música de Câmara Cordas | Mozart e Shostakovich
14h30 – Canções Instrumentais: Händel e Schubert
15h – Música de Câmara: Kummel e Martinu
15h30 – Música de Hermeto Paschoal
16h – Metais: Ary Barroso e Ewazen
16h30 – Canto Barroco: Händel
17h – Música do Século XX
17h30 – Piano Solo: Heitor Villa-Lobos
18h – Bate-papo (live)
18h30 – Músicas Infantis: Canto
19h – Núcleo de Música Antiga: Telemann, Dowland e Compositores Anônimos
19h30 – Piano Solo: Maurice Ravel | Sonatina
20h – Violeiros: Paulo Borges, Almir Sater e Renato Teixeira

24/09 – QUINTA-FEIRA
11h – Música Brasileira: Noel Rosa e Roque Ferreira
11h30 – A Música de Frédéric Chopin
12h – A Música de Milton Nascimento
12h30 – Metais: Wallace e Holst
13h – A Música para Piano Solo de Francisco Mignone e Heitor Villa-Lobos
13h30 – Canto Erudito: Lieder
14h – Músicas Infantis: Percussão Corporal
14h30 – O Passado a Limpo
15h – Piano Solo: Beethoven e Schumann
15h30 – Dominguinhos, Toninho Ferragutti e Hermeto Pascoal
16h – Oficina de Canto: Viva a Arte de Cantar
16h30 – Piano Solo: Compositores do Período Romântico
17h – Reverência à Tradição
17h30 – Música do Século XX à Composição autoral
18h – Bate-papo (live)
18h30 – Música de Câmara: Sax e Clarinete
19h – Piano Solo: Franz Liszt |Sonetos de Petrarca
19h30 – Villa-Lobos | Bachianas Brasileiras nº 5 Ária

25/09 – SEXTA-FEIRA
11h – Música Brasileira: Ivan Lins, Vitor Martins, Sivuca e Glorinha Gadelha
11h30 – Violeiros: Joubert de Carvalho, Olegário Mariano, Geraldo Vandré e Théo de Barros
12h – A Música para Piano Solo de Francisco Mignone e Heitor Villa-Lobos
12h30 – Piano Solo: Danças Brasileiras
13h – Trio de Madeiras
13h30 – Astor Piazzolla: Duos
14h – Canto Erudito: Academia de Ópera
14h30 – Mendelssohn: Canção sem Palavras
15h – Piano: Bach
15h30 – Bach: Suítes para Violoncelo
16h – Meditação: Pixinguinha, Massenet e John Willians
16h30 – Canto Barroco: Pergolesi
17h – Piano Solo: Burgmuller, Moskowsky e Gillock
17h30 – Piano Solo: O Classicismo de Haydn
18h – Bate-papo (live)
18h30 – O Samba Mandou Me Chamar
19h – Música para Percussão: Composição
19h30 – Dominguinhos, Egberto Gismonti e J. Xistorious

26/09 – SÁBADO
11h – Música Brasileira: Chico Mario, Cartola, Jacob do Bandolim e Bonfiglio de Oliveira
11h30 – Canto na Música de Câmara
12h – Miniaturas e Estudos de Composição
12h30 – Piano Solo: A Música Barroca
13h – A Música para Piano Solo de Mignone e Heitor Villa-Lobos
13h30 – Canto Popular: Contemporâneo
14h – Piano Solo: Chopin e Liszt
14h30 – Piano Solo: Beethoven
15h – Piano: Bach
15h30 – Canto Erudito: Mozart, Schubet e Gounod
16h – Piano Solo: Brahms e Chopin
16h30 – Piano Solo: Mendelssohn e Schumann
17h – Cantos de Saudade
17h30 – Núcleo de Música Antiga: Telemann, Dowland e Compositores Anônimos
18h – Quarteto de Saxofones
18h30 – Piano Solo: Clementi e Beethoven
19h – Piano Solo: Compositores Russos | Rachmaninov, Kapustin e Prokofiev

27/09 – DOMINGO
11h – Música Brasileira: João Donato, Maurício Einhorn, Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Milton Nascimento
11h30 – Clarinetes
15h – Seguindo a Canção
15h30 – Oficina de Canto para Atores: Texto e Música em Comunhão
16h – Peças para Violino: Sarasate e Händel
16h30 – Canto Coral
17h – Piano Solo: Mozart e Beethoven
17h30 – Violino: Bach, Bartók e Kreisler
18h – Música de Câmara (Violino): Fuchs, Mazas e Gardel
18h30 – Música em Família
19h – Prática de Conjunto: Samba Jazz
19h30 – Prática de Gafieira

Apresentações: YouTube da EMESP Tom Jobim (https://www.youtube.com/user/TJEMESP)

Exposição: ‘Na Contramão dos Preconceitos Estéticos’ até 12/10

Selo Cultural 100 Rostos é lançado com exposição virtual

Secretaria da Cultura de Santo André é parceira na primeira mostra virtual produzida por Prila Maria e Ana Beatriz Ursinha

Após o sucesso da exposição 100 Rostos do Underground – mais de cem retratos pintados pela artista Prila Maria com o intuito de catalogar a cena da contracultura -, o projeto cresceu. Em parceria com a também escritora de rua, Ana Beatriz Ursinha, a 100 Rostos agora é um Selo Cultural. O projeto nasce com o intuito de promover os segmentos graffiti e escrita de rua, vertentes da Arte Urbana, buscando proporcionar as mesmas oportunidades nos espaços culturais.

Para comemorar a novidade, as artistas assinam a primeira produção conjunta: a mostra virtual “Na Contramão dos Preconceitos Estéticos”. A iniciativa contempla obras produzidas por TEDIO, SUKI, PIMENTA E RND que, pela primeira vez juntos, participam de uma exposição que coloca os holofotes na estética da escrita de rua e desnuda seus estigmas. São cinco artes de cada um dos convidados, além das narrativas contadas por eles sobre suas trajetórias no que tange a escrita de rua.

“A escrita de rua, como já diz no nome, dedica-se à construção estética da tipografia, prática que ainda caminha a passos lentos no diálogo em busca da compreensão perante o imaginário coletivo”, explicar Prila Maria.

A exposição é o primeiro projeto em formato virtual apresentado pela Casa da Palavra, adequando-se à proposta da “nova normalidade”. “Contar com o apoio da Casa da Palavra Mário Quintana e da Secretaria da Cultura de Santo André é algo muito importante. A cultura segue atravessando a pandemia com muita dificuldade e ainda em busca de caminhos que viabilize a fomentação da cultura brasileira por aparelhos públicos de modo geral”, explica Prila Maria.

Quem quiser vivenciar a experiência, poderá acessar o conteúdo na plataforma digital desenvolvida pela Secretaria de Cultura de Santo André para abrigar o projeto.

Artistas: PIMENTA, RND, SUKI e TÉDIO
Curadoria: Ana Beatriz Ursinha e Prila Maria
Produção: 100 rostos do underground
No ar de: 12/08 a 12/10

Acesse a exposição AQUI

Alunos de Pedagogia produzem videoaula sobre a cultura indígena

Material foi elaborado em atividades voltadas ao Projeto Integrador; tema é direcionado ao 5º ano do Ensino Fundamental

Os futuros pedagogos Aline Fornaziere, Ester de Carvalho, Giovanna Taglianetti, Hosana do Nascimento, Maria Alice Caporicci, Rosiane Ferreira e Sérgio Wefer, do polo UNICEU Alvarenga, na capital, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), trabalharam no Projeto Integrador (PI) do segundo semestre de 2019 um tema relevante no resgate da cultura: os povos indígenas.

Com a tutoria de José Luiz Pereira, o grupo apresentou a proposta “Cultura Indígena: desenvolvendo a percepção de espaço e tempo, por meio de videoaula com alunos do 5º ano do Ensino Fundamental”.

A iniciativa surgiu após os alunos receberem a tarefa de aprimorar o ensino de História e Geografia nos anos iniciais de aprendizado. Após pesquisas e atividades com estudantes de três escolas municipais da zona sul de São Paulo, eles identificaram pouco conhecimento sobre a comunidade indígena e a influência dela na sociedade.

“Concluímos que as crianças precisam ser inseridas no universo da cultura indígena de forma mais profunda. É necessário que conheçam esses povos, mas, acima de tudo, aprendam a valorizar e respeitar sua história, visto que umas das finalidades da escola é formar para a cidadania”, afirmou o grupo no relatório final do PI.

Ferramentas audiovisuais

Para atingir de forma mais eficiente o público-alvo do projeto, a equipe produziu a videoaula “Indígenas do Brasil, ontem, hoje e amanhã: uma viagem no tempo”. De acordo com a turma, os pequenos estudantes são nascidos na era digital e o uso de ferramentas audiovisuais facilita o aprendizado. “Com a comunicação digital, a escola pode se apropriar de novos meios para promover aprendizagem e compartilhar conteúdos”, escreveram os alunos.

Segundo o relatório final do PI, a atividade gerou retorno positivo das professoras das escolas municipais. “Elas identificaram no trabalho potencial para refletir sobre as questões relacionadas ao espaço e tempo, oportunidade para aprofundar os conhecimentos sobre a temática indígena, além da possibilidade de utilizar um material didático de alta aceitação pelos alunos”, citaram os estudantes no documento.

Governo inicia cadastro de profissionais da cultura

Dos R$ 264 milhões recebidos pela Lei Aldir Blanc, até R$ 189 milhões irão para o pagamento, e R$ 75 milhões para financiamento de editais.

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (16) o início do cadastramento de profissionais da cultura para o pagamento pelo Governo do Estado da renda básica emergencial prevista na lei federal 14.017/20, conhecida como Lei Aldir Blanc, assim como o cadastramento de espaços e instituições culturais que poderão receber o subsídio, a ser pago pelas prefeituras.

“Aprovada este ano no Congresso Nacional, a lei prevê auxílio monetário para profissionais do setor cultural nesse período de pandemia.Uma medida correta e justa”, afirmou Doria.

O total de recursos destinado para o Estado de São Paulo pela Lei Aldir Blanc é de R$ 566 milhões, sendo que o Governo estadual recebeu diretamente R$ 264 milhões e já teve seu plano de ação aprovado pelo Ministério do Turismo. Deste montante, até R$ 189 milhões poderão ser destinados para pagamento da renda básica, que beneficiará cerca de 63 mil profissionais da cultura com R$ 3 mil cada um e destinará R$ 75 milhões para editais culturais. Já as 645 prefeituras do Estado receberão cerca de R$ 302 milhões do Governo Federal.

Caso haja sobra na renda básica, os recursos serão realocados para os 25 editais do ProAC Expresso LAB, que também foram anunciados hoje e estarão abertos para inscrições a partir de amanhã. Ao todo, o programa deve apoiar a realização e premiar 1,7 mil projetos e profissionais do setor cultural de todas as regiões de São Paulo, gerando cerca de 22,7 mil postos de trabalho e um impacto econômico estimado em R$ 113 milhões.

O cadastro de profissionais para o recebimento da renda básica deve ser feito online, por meio do endereço eletrônico www.dadosculturais.sp.gov.br. No mesmo site, é possível fazer o cadastramento para o subsídio a espaços e instituições. O Governo do Estado irá compartilhar este cadastro com as prefeituras. Os dois cadastros já estão adaptados às exigências da Lei 14.017/20 e do respectivo decreto de regulamentação editado pelo Governo Federal. A data limite para inscrição é 18/10.

As inscrições no ProAC Expresso LAB poderão ser feitas online a partir desta quinta (17) até 3/11 no endereço www.proacexpressoaldirblanc.org.br. Os regulamentos das 25 linhas estarão disponíveis para consulta. Há editais para todas as áreas da cultura, como teatro, dança, audiovisual, artes visuais, patrimônio material e imaterial, eventos, circo, museus, literatura, produção cultural online, música e espetáculos infanto-juvenis.

“Estamos num governo que reconhece e valoriza a cultura e a imensa capacidade do setor cultural e criativo de contribuir para o desenvolvimento econômico e humano de São Paulo. Estamos aqui dando mais uma vez uma demonstração disso com essa execução célere e rigorosa da Lei Aldir Blanc”, disse Sérgio Sá Leitão, Secretário de Cultura e Economia Criativa.

Uma das linhas mais importantes do ProAC Expresso LAB é a que vai destinar R$ 20 milhões para 100 circos, 100 cinemas, 100 museus e 200 teatros independentes de todas as regiões do Estado, num total de 500 espaços culturais. Em contrapartida, esses espaços deverão disponibilizar ao todo 1 milhão de ingressos a preços populares (máximo de R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia).

Renda básica emergencial

Os profissionais que tenham atuado em áreas artísticas nos 24 meses anteriores à data da publicação da lei podem solicitar a renda básica, o que deve ser comprovado de forma documental ou autodeclaratória. A lei determina ainda que a mulher provedora de família monoparental receba o valor dobrado.

Requisitos para solicitar o auxílio:

– não ter emprego formal ativo
– não apresentar renda familiar mensal per capita superior a meio salário-mínimo ou renda familiar mensal total maior do que três salários mínimos,
– não receber benefício previdenciário, assistencial, seguro-desemprego ou verba de programa de transferência de renda federal, à exceção do Programa Bolsa Família
– não ter recebido, no ano de 2018, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70
– não ser beneficiário do auxílio emergencial previsto na Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020.

Fábrica de Cultura de SBC abre inscrições para cursos gratuitos

O projeto original da gestão do ex-prefeito Luiz Marinho previa a inauguração do Museu do Trabalho e do Trabalhador no terreno que antes abrigava o mercado municipal, atual Fábrica de Cultura de SBC.

Apelidado por adversários políticos como “Museu do Lula”, o prédio ganhou outro destino com a vitória de Orlando Morando em 2016.

A parceria com o Governo do Estado de SP trouxe para São Bernardo a primeira unidade da Fábrica de Cultura da cidade, que entrará em funcionamento no próximo dia 30 de setembro.

O espaço é o primeiro a adotar o programa 4.0, que inclui artes tradicionais e tecnologia. A gestão será feita pela organização social Catavento Cultural e Educacional.

Nesta terça-feira (15), a instituição abriu as inscrições para 640 vagas em 32 cursos de formação em economia criativa.

Nessa primeira etapa, os interessados poderão escolher entre os seguintes módulos: Construindo e Programando Drones; Desenvolvimento e Design de Games; Cultura Maker; Iniciação à Robótica 4.0; Roteiro para Games; Programação de Games e Apps; Iniciação ao Universo Game; Programação e Design de Games. Também serão oferecidas modalidades voltadas às artes, como Teatro, Balé, Dança Contemporânea, Street Dance, Violino e Viola, Violão, Violoncelo, Circo Solo e Malabares

A pré-matrícula deve ser feita por meio do formulário on-line disponível neste link. As aulas terão início no dia 07 outubro.

Juntamente com o início dos cursos, será aberto à população o acesso ao andar térreo, ao mezanino e a uma parte do primeiro pavimento da Fábrica.

Em uma segunda etapa de funcionamento, programada para iniciar em junho de 2021, serão entregues o primeiro e o segundo pavimentos completos e o auditório.

O funcionamento total do equipamento está previsto para o final do ano que vem, com a oferta de 308 cursos e 4.185 vagas por ano.

A Fábrica de Cultura 4.0 de São Bernardo fica na avenida Armando Ítalo Setti, 80, próximo do Paço Municipal.

Fonte: SÃOBERNARDO.INFO

Jornal Grande ABC

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Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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São Paulo Companhia de Dança inicia exibição online da Temporada 2020

Foto: Fernanda Kimary/SPCD

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) fará a exibição de sua Temporada 2020 neste mês de setembro. As próximas exibições serão nos dias 17 e 24 de setembro, às 20h. São apresentações em formato digital com transmissão online ao vivo do Teatro Sérgio Cardoso. A estreia foi no dia 10.

São apresentações feitas em exibição única nas redes sociais da Companhia e na plataforma #CulturaEmCasa. A ideia de transmitir os espetáculos online ocorre devido às mudanças sociais provocadas pelo enfrentamento à covid-19, com as obras originalmente previstas sendo adaptadas à necessidade de distanciamento social.

“O que prevaleceu foi a criatividade latente tanto dos artistas da casa quanto dos convidados, expostos ao desafio de explorar novos modos de se fazer dança, fazendo jus ao nome da Temporada 2020, batizada ainda no final do ano passado como Permanência e Inovação”, dizem os organizadores.

A temporada começou com a exibição do americano Stephen Shropshire, que assinou para a SPCD o work in progress Rococo Variations, com a concepção e construção da obra (coreografia, figurinos, iluminação) feita de modo remoto, em contato virtual entre o criador e os artistas da Companhia, já que ele não pôde vir ao Brasil.

Outra exibição da estreia foi Só Tinha de Ser com Você, grande sucesso de Henrique Rodovalho criado em 2005 para sua companhia, a Quasar Cia de Dança. Na versão especial assinada pelo coreógrafo goiano para a SPCD, as distâncias entre os bailarinos foram ampliadas e as relações entre eles se constroem a partir de gestos e olhares, sem contatos físicos.

Temporada 2020 da São Paulo Companhia de Dança – Fernanda Kirmayr/SPCD

Também na estreia, Aparições, de Ana Catarina Vieira, reuniu em seu elenco bailarinos que já convivem entre si além da sala de ensaio, inspirada nas obras de Candido Portinari (1903-1962), César Guerra-Peixe (1914-1993) e nas danças populares do nordeste do Brasil.

Mais cinco obras inéditas que integram a Temporada 2020 partem do questionamento de como criar arte mesmo diante do desafio imposto pelo novo arranjo social atual e, a partir daí, foram criados solos para conjuntos com número reduzido de intérpretes, todos concebidos à distância por bailarinos e ensaiadores da SPCD, além de coreógrafos e artistas convidados.

As próximas exibições trazem espetáculos que revisitam trechos das obras Giselle, GrandPas de Quatre e La Esmeralda, com os especialmente criados para a Temporada 2020: Grand Pas de Deux de Giselle -2º ato, assinado por Lars Van Cauwenbergh, inspirado livremente na obra de 1841 de Jules Perrot (1810-1892) e Jean Coralli (1779-1854); Esmeralda, criado por Duda Braz e inspirado na obra de Marius Petipa (1818-1910) a partir do original de Jules Perrot (1810-1892); e Grand Pas de Quatre de Pugni, criado pelo bailarino Diego de Paula.

O streaming também traz o duo Dualidade e o solo Objeto do Meu Próprio Desejo, assinados pela dupla brasileira Mônica Proença e Jonathan dos Santos e o argentino Esdras Hernández. 

Há ainda obras já presentes no repertório da companhia, como Grand Pas de Deux de Carnaval em Veneza, de Duda Braz; Instante, de Lucas Lima; A Morte do Cisne, de Lars Van Cauwenbergh; Grand Pas de Deux, de Dom Quixote, em remontagem pela SPCD; e trechos de Gnawa e La Sylphide, obras originais de Nacho Duato e Mario Galizzi.

Fonte: Agência Brasil