Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Ao mesmo tempo em que o cotidiano e as relações se tornam cada vez mais digitais, os cibercrimes consomem energia, tempo e dinheiro de empresários e de pessoas físicas também. No quesito impacto nas finanças, aliás, o custo médio global de violações registradas entre agosto de 2019 e abril do ano passado, ou seja, nove meses, foi de quase 3,86 milhões de dólares, conforme a 15ª edição do relatório anual do Ponemon Institute, publicada pela IBM Security, que ouviu 524 organizações de 17 países e regiões distintas. No Brasil, o custo médio da violação de dados é de R$ 5,88 milhões (cerca de US$ 1,12 milhão) e vem crescendo: registrou um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior, que era de R$ 5,32 milhões.

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Gráfico: Custo total médio de uma violação de dados por país ou região, incluindo o Brasil. (Imagem em alta no link ao final do texto).

Para acessar o relatório completo, acesse o link: https://www.ibm.com/downloads/cas/RZAX14GX

De tão sério, o assunto ganhou data comemorativa. No dia 28 de janeiro é celebrado, no mundo, o Dia Internacional da Proteção de Dados. “Medo, nunca, mas, atenção, sempre”, alertou Andréa Thomé, diretora de Soluções de Cybersecurity da Everis. “Sejamos críticos e atentos o tempo todo. Nossos dados são uns de nossos bem maiores”, completou a gerente de Segurança da Informação do Banco Safra, Paula Rodrigues. O conselho das profissionais foi dado durante uma live promovida pelo Banco Safra, transmitida pelos canais da instituição. Em pauta, a proteção dos dados bancários, um dos grandes alvos de cibercriminosos. 

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Conforme Sandro Süffert, fundador e diretor da Apura Cybersecurity Intelligence – uma das maiores empresas de inteligência cibernética do Brasil –, nos últimos 12 meses, dados de órgãos, sites de e-commerce, de mídia social e de telecomunicações vazaram no país. Sandro também participou da live e, segundo ele, existe um processo de enriquecimento do crime organizado a partir dos dados roubados. “Com o processo de digitalização crescente e maximizado ainda mais pela pandemia (da Covid-19), há uma necessidade de troca de informação e não necessariamente se tem os cuidados para garantir a integridade dos dados. É um problema global e realidade no país”, alertou.

Lilian Rodas, do Banco Safra, lembrou, também, que os dados sozinhos não podem ser usados para uma fraude bancária, por exemplo, mas “se consegue usar essa informação para fazer uma engenharia social e capturar as informações sensíveis, como a senha, o número de cartão”. “Você acha que está falando com um banco e aí você passa todas as informações”, alertou. Navegando bem abaixo da superfície, os ambientes da deep e dark web mantêm um ecossistema mundial, em que os dados são trocados ou vendidos. É o famoso mercado alternativo, que se beneficia da compra e das fraudes usando esses dados.

A apropriação de dados acontece na fragilidade. As plataformas guardam informações, mas podem ocorrer brechas. O ataque exige conhecimento do atacante (o popular hacker) e, além disso, conhecimento de que essas vulnerabilidades existem. Às vezes, se levam meses e até anos para o levantamento de todas as informações. Funcionários com acesso aos dados, usando de má-fé, são responsáveis, também, por uma parcela de roubos, mas, em menor escala. “O vazamento pode ser motivado por ‘n’ autores. Vivemos a era digital e, ao mesmo tempo, vivemos a guerra cibernética envolvendo uma série de fraquezas do ambiente tecnológico que pode ser explorada”, destaca Andréa.

Independente do atacante, normalmente os agentes estudam o comportamento do usuário, a exemplo do famoso hacker Kevin Mitnick, que começou sua “carreira” encontrando primeiro no lixo e depois nos computadores de grandes empresas as informações que precisava para invadir o ambiente. Sites oferecendo prêmios, dinheiro de leilões, e-mail sobre alguma herança, na maioria absoluta das vezes, são armadilhas, conforme apresentaram os debatedores da live. “É importante que a população entenda que quanto mais fácil pareça aquele ganho, maior risco. É importante saber se as informações são íntegras, antes de embarcar nessa situação”, disse Paula.

LGPD veio para ajudar

Aprovada em 2018 e valendo no Brasil desde então, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) colocou o país ao lado de mais de 100 nações, estabelecendo limites e condições sobre a coleta, a preservação e o tratamento das informações pessoais. O documento facilitou a defesa das empresas e de usuários comuns que, como a Lei estabelece, podem registrar o furto de informações nas delegacias da Polícia Civil. A partir disso, uma investigação para apurar o crime tem início. Mas, lembraram os debatedores, evitar chegar a esse ponto ainda é o melhor caminho.

“Na área da segurança a gente sempre fala que é importante você também ser uma barreira para evitar que esses dados sejam fornecidos assim, caindo no colo de alguém que não tem boa intenção”, ressalta Sandro. “Sempre tem um jogo de gato e rato, uma situação de brechas. Com a LGPD, você tem um impacto grande no faturamento de dados, o que, dependendo do valor, pode ser vida ou morte, no caso de dados das empresas”. Além de respaldo, a Lei empodera. “Ela [a Lei] nos dá o poder de questionamento. Hoje, se nos perguntam o número do CPF para um desconto num medicamento, por exemplo, a gente pergunta: por que você precisa do CPF?”, completa Paula.

E se os meus dados vazaram?

Mas, e se mesmo fazendo a lição de casa, seus dados vazaram? “Não entre em pânico. Se vazou o número de telefone, vão te ligar. Se vazou um número de telefone residencial, vão te ligar também. Vai ser preciso ir gerenciando a situação”, explica Andréa. Há ainda outros procedimentos a serem feitos, entre eles, a troca das senhas principais de acesso aos sites mais utilizados e dos bancos que se tem contas e, claro, o registro do crime na Polícia.

O prejuízo para as empresas pode ser um pouco maior, por isso, se elas forem vítimas de violação de dados, é importante que tornem o assunto público, comuniquem seus reguladores e, especialmente, seus clientes, para que nenhuma euforia por conta disso seja criada.

Além disso, ter uma ação preventiva faz a diferença. Mas, como? No caso de pessoa física, vale, por exemplo, evitar exposição demais na rede social. Tudo o que é compartilhado pode ser usado a favor dos atacantes. Suprimir a informação de nomes e grau de parentesco, bem como a identidade das instituições onde estuda ou estudou e empresas onde trabalha ou trabalhou, é prudente. Usar com moderação, é o mais indicado.

Para as empresas, os passos precisam ser mais robustos. “A tecnologia está à nossa disposição. São mais de 1.200 players de segurança. De fato, o Brasil tem opções e está preparado neste sentido, mas não exatamente em realizações”, aponta Andréa. Se custar muito ao plano financeiro da empresa, vale apostar em outras frentes, como ficar atento às experiências de invasões internacionais e monitorar o avanço delas entre os países. “Não pense que vai acontecer só na China ou nos Estados Unidos. É ideal fortalecer as defesas dos ambientes internos de segurança, o que melhora a resiliência frente aos ataques.”

Conheça 10 maneiras de proteger seus dados:

1 – Não digite senha, e-mail ou telefone em qualquer site. Desconfie primeiro.

2 – Perceba falhas em sites que se mostram oficiais. Procure erros na logomarca, nas cores e até na escrita.

3 – Se perguntarem seu CPF ou outro dado pessoal em algum estabelecimento, questione o motivo e só revele a informação caso se sinta confortável.

4 – Não abra um e-mail enviado por um endereço desconhecido.

5 – Não baixe arquivos de sites estranhos.

6 – Use uma senha forte + uma confirmação de que é você mesmo (se possível, aposte na biometria).

7 – Desconfie do que chega até você de maneira muito sedutora (promoções, produtos muito baratos, herança, saque de dinheiro).

8 – O golpe pode envolver a família: atacantes usam informações de parentes, como nome e grau de proximidade, para, se passando por eles, pedir número de documentos e senhas.

9 – Trate do tema no ambiente familiar, orientando, especialmente as crianças, jovens e idosos.

10 – Use a tecnologia a seu favor, se informando sempre sobre o tema da segurança de dados.

SERVIÇO

Para aprender enquanto se diverte:

Filme: Caçada virtual

Livros: A arte de enganar e a Arte de invadir

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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

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Valid inicia operação de emissão de certificados digitais na Colômbia

A Valid, multinacional brasileira especializada em identificação, avança em sua operação internacional e chega à Colômbia para emitir certificados digitais aos cidadãos e profissionais colombianos.  

Após um processo de dois anos com envolvimento de várias equipes de trabalho e o investimento de importantes recursos, em fevereiro deste ano a Valid conquistou seu credenciamento junto ao Organismo de Acreditação da Colômbia (ONAC), autoridade de confiança que verifica a identidade das pessoas e toma a decisão de emitir um certificado digital. 

German Martinez, vice-presidente de Vendas da América Latina, destaca que na Colômbia a PKI – Public Key Infrastructure não vem do governo, trata-se de uma iniciativa privada de entidades cujo objetivo é o negócio de identificação digital. No entanto, o papel do governo é promover e estruturar um ambiente competitivo e saudável para o desenvolvimento digital no país. 

A ONAC é uma entidade sem fins lucrativos, encarregada de controlar as entidades que desejam ter autoridade de certificação em qualquer setor. O sistema de identificação digital funciona com base nas normas colombianas que controlam estritamente a verificação digital e as entidades de certificação para a prestação de serviços de gerenciamento de identidade.  

Existem muitas formas de oferecer um serviço de verificação de identidade e emissão de assinaturas digitais como, por exemplo, a integração com plataformas existentes de empresas que pretendem gerar os seus fluxos documentais incluindo assinaturas digitais que já possuem uma verificação prévia da identidade de quem o assina. 

Segundo o executivo, os certificados digitais comercializados na Colômbia são para pessoas físicas e jurídicas, mas o target comercial da Valid está dirigido principalmente às empresas, já que existe grande necessidade de ter assinaturas digitais pelo alto volume de uso. “Além disso, está sendo gerada uma tendência promovida pelo governo para que as organizações utilizem as vantagens tecnológicas que o mercado possui”. 

Martinez ressalta que o governo colombiano tem um projeto muito interessante chamado ‘Gobierno en Línea’, que reúne outras iniciativas para melhorar a operação das entidades públicas, tais como a ‘Carpeta Ciudadana’. Nesta última, o governo propõe centralizar a informação de identificação dos cidadãos em uma única base de dados que é consultada pelas entidades públicas de saúde, segurança, polícia, entre outros. “Toda a documentação que esses entes públicos exigem para a emissão aos cidadãos deve ter assinatura digital. Para exemplificar, quando uma pessoa precisa comprovar sua afiliação a uma entidade de saúde, deve ter uma certificação assinada digitalmente”. 

 “Já estamos em outros países como em Honduras e esperamos expandir ainda mais nossa atuação internacional, já que temos a expertise para adaptar os certificados digitais as características e à legislação de cada país”, finaliza Martinez. 

Sobre a Valid Certificadora  

A Valid Certificadora é uma empresa do grupo Valid especializada em serviços digitais de confiança, identificação, acesso, cifragem e autenticação realizando operações criptográficas padronizadas nacional e internacionalmente, de acordo com a regulamentação estabelecida, na identificação de pessoas físicas ou jurídicas para assinatura digital; geração e armazenamento seguro de evidências digitais de uma transação eletrônica e diversas outras soluções. Credenciada pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) é Autoridade Certificadora emitente dos certificados digitais ICP-Brasil, tais como eCPF, eCNPJ, NFe, CTe, SSL. Entre as áreas de atuação especializadas é PSS – Prestadora de Serviço e Suporte ICP-Brasil, ACT – Autoridade de Carimbo de Tempo, PS EEA – Prestador de Serviço para Entidade Emissora de Atributo, PSC – Prestadora de Serviço de Confiança, PSBio – Prestadora de Serviço Biométrico, Hub de Serviços em Blockchain e Platinum  Partner GlobalSign

para emissões de SSL raiz internacional. Para conhecer mais sobre os serviços Valid em certificação digital, assinatura digital, carimbo do tempo, certificados de atributo e desmaterialização de processos e documentos, visite: www.validcertificadora.com.br ou https://blog.validcertificadora.com.br/podecontar/   

Sobre a Valid 

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com  

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Valid inicia operação de emissão de certificados digitais na Colômbia
German Martinez, vice-presidente de vendas da América Latina. Foto: Divulgação

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O barato que não sai caro

“O barato sai caro”. Nunca este ditado popular foi tão apropriado para o momento recente do comércio internacional. No final do mês de março, o supernavio Ever Given encalhou provocando o bloqueio do Canal de Suez e causando causou enormes transtornos em uma das principais rotas do transporte marítimo mundial. Foram mais de 400 navios parados por seis dias na entrada do estreito que divide a África do Oriente Médio até a conclusão da operação de desencalhe da embarcação.

Thomas Raad, trader de commodities e sócio da Raad International Trading, informa ser importante sempre fazer seguros da carga independentemente de qual tipo ela seja ou para qual destino ela vai. “Pode encarecer um pouco o transporte, mas o dia que se faz necessário, o seguro acaba sendo a coisa cara mais barata que existe no mundo”, brinca.

Segundo o trader, a recomendação para o importador é sempre colocar a carga no seguro. “Se uma empresa está importando do Brasil e levando para a China ou Dubai, por exemplo, deve segurar a mercadoria porque é um valor muito insignificante em relação ao total, entre 1% e 2%”, estima.

Raad cita um caso anterior ao problema ocorrido no Canal de Suez de um importador do Líbano, que quando a carga chegou ao porto, o piso do contêiner estava todo molhado e o café que ele importou pegou mofo, tendo perda total do produto. E não tinha seguro. “Foi um dinheirão jogado fora e não adianta reclamar porque essas empresas donas dos navios são multibilionárias e não fazem nada, não adianta nem tentar processar”, adverte.

Entre os principais impactos causados pelo incidente para as operações de comércio internacional que envolvem o transporte marítimo, o frete da China quintuplicou, segundo Raad.

Embora o incidente tenha ocorrido na região, Raad afirma que o Oriente Médio não deve sofrer um impacto grande nos preços tanto de produtos quanto de fretes em função dos operadores marítimos utilizarem outras rotas. “Depende dos operadores de transporte marítimo e donos de navios. São várias rotas que podem ser feitas, por exemplo, uma operadora pode preferir ir para a Espanha primeiro ou para a Itália para depois ir para o Oriente Médio. Já outra pode preferir ir para a África primeiro para depois subir”, exemplifica.

Sobre Thomas Raad

Nascido nos Estados Unidos, Thomas Raad atualmente vive no Brasil. Fluente em árabe, inglês e português, cursou Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior e desde os 24 anos atua como trader de commodities, sendo especialista na exportação de café e outros alimentos e especiarias.

Sua trading company, Raad International Trading, já exportou produtos como café, arroz, pimenta do reino, derivados de milho, gergelim, açaí, carvão vegetal e amêndoas de cacau. Além de negócios no Brasil, já exportou café da Colômbia e Vietnã e orégano do Peru.

Para mais informações, acesse Raadint.com e pelo Instagram, Youtube, Linkedin e medium pelo nome @thomasraad

O barato que não sai caro
Foto de Andre Furtado no Pexels

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Pizza de Damasco com Gorgonzola é sugestão do Chef Gino Contin para um jantar exótico

Para quem adora pizza e quer experimentar novas versões, o Chef Gino Contin criou uma Napolitana agridoce que combina o sabor sofisticado do damasco hidratado no vinho branco com os sabores intensos do gorgonzola ou parmesão.

Para deixar sua criação ainda mais gostosa, o chef acrescentou uma camada de cream cheese e finalizou com um toque de mel depois que a pizza saiu do forno  para ressaltar o contraste entre o doce e salgado.

Se quiser preparar a pizza em casa é só acompanhar o passo a passo no vídeo https://www.instagram.com/tv/CNdALcZDS4c/?igshid=mhh1o36sdsf5 e conferir a receita abaixo:

MASSA DE PIZZA DE LONGA FERMENTAÇÃO

Ingredientes:

1kg de farinha de trigo, de preferência italiana 00

600ml de água

3g de fermento seco

30g de sal

Semolina ou fubá para abrir a massa

Modo de preparo:

Massa: Separe um pouco da água para dissolver o sal. Coloque o restante da água numa tigela e acrescente os ingredientes secos aos poucos. Quando chegar na metade dos ingredientes, coloque a água com sal e depois o restante da farinha. Sove a massa e deixe descansar em recipiente fechado por 12h. Caso queira fazer longa fermentação, deixe por mais 12 horas na geladeira.  Divida a massa fermentada em quatro partes e boleie. Polvilhe uma superfície com semolina ou fubá e abra uma das partes da massa com as mãos marcando a borda da pizza com os dedos. Coloque em uma forma de pizza e leve para assar em forno alto por 10 a 12 minutos.

PIZZA DE DAMASCO COM GORGONZOLA

Ingredientes para uma pizza de 35cm:

  • 350 g de massa de longa fermentação para pizza napolitana
  • 255 g de cream cheese
  • 150 g de damasco
  • 80 g de parmesão ou gorgonzola
  • Mel a gosto

Montagem:

Abra uma massa napolitana de 350g no formato redondo de 35 cm, e caso for usar um forno convencional em casa, coloque a massa em uma forma para pizza. Para que a pizza fique mais harmoniosa corte os damascos ao meio e hidrate-os com suco de uva branco ou vinho branco para que não queimem no forno. Esse processo se feito no dia anterior é melhor. Coloque sobre a massa o cream cheese de uma maneira que cubra toda a superfície, o damasco sobre o cream cheese e finalize colocando gorgonzola esmiuçado ou parmesão ralado; leve ao forno alto até dourar. Tire do forno e aplique uma fina camada de mel sobre a pizza.

SOBRE O MAVERICK

Em 5 de novembro de 2002 o Maverick Thematic Music Bar abriu as portas na cidade de Limeira, no interior de São Paulo. Naquela época o lugar era um dos poucos bares temáticos do Brasil e um dos primeiros do interior paulista a seguir essa tendência americana, com sua decoração com memoromobília sobre carros antigos e música de qualidade, reunindo o melhor das décadas de 50 a 70.

Não demorou muito para o bar se tornar um point para os amantes de carros antigos que faziam seus encontros e expunham suas máquinas no local. Com o passar do tempo o Maverick também conquistou os fanáticos por motos, principalmente o HOG Harley Owners Group que começou fazer seus passeios anuais rumo ao Mav.

O combustível do Maverick sempre foi o Classic Rock. Desde sua abertura, a casa conta com uma programação de shows prestigiando as melhores bandas do interior paulista, reunindo vários estilos autorais e famosas bandas cover, mantendo essa tradição até os dias de hoje.

Em relação à gastronomia, a casa começou oferecendo comidas de boteco e uma farta carta de cervejas importadas que eram raridade na época e. ao longo desses anos, o Mav se tonou uma das mais conceituadas pizzarias napolitanas do Brasil comanda pelo chef Gino Contin Júnior, seu fundador que também implementou no lugar uma adega especializada em rótulos brasileiros e de vinhos fora do mainstream.

Hoje, o Maverick consolidou sua vocação como centro etílico, gastronômico e cultural, promovendo também cursos de pizzas napolitanas com o intuito de ampliar o conhecimento das pessoas sobre essa cultura, atendendo alunos de todo o país e marcando presença nas redes sociais com várias receitas autorais criadas pelo Gino.

Pizza de Damasco com Gorgonzola é sugestão do Chef Gino Contin para um jantar exótico
Chef Gino Contin Jr. Foto: Divulgação

O slogan escolhido para a comemoração dos 18 anos é “Just Go” “apenas vá”, uma alusão à liberdade e uma correlação com a própria palavra Maverick, que vem do inglês usado no sudoeste dos EUA (Texas, Arizona, etc.), e representa um novilho ou bezerro que se recusa a ser marcado a ferro, selvagem ou sem dono. Assim é o Mav, sinônimo de liberdade, aventura e rebeldia.

MAVERICK THEMATIC MUSIC BAR

Rua Paschoal Marmo, 908 – Jardim São Paulo- Limeira – SP

Telefone: (19) 3441-3721

www.maverick.com.br

www.facebook.com/maverickbar

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Tudo o que você precisa saber sobre a energia solar

Que ela é limpa, renovável, muito mais barata e tem conquistado cada vez mais adeptos ao redor do planeta, todo mundo sabe. Não à toa se tornou o setor que mais cresce no Brasil. Mas, apesar de a energia solar ter se popularizando bastante nos últimos anos, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o seu funcionamento. Para explicar um pouco mais sobre o assunto, Davidson Andreoni, consultor da Cemig SIM, aborda as principais curiosidades acerca deste tema. Confira!

Há diferença entre aquecimento solar e energia solar fotovoltaica

Enquanto o aquecimento solar consiste basicamente no aquecimento da água, especialmente do chuveiro, a energia fotovoltaica é mais completa, já que abastece todos os equipamentos que necessitam de energia elétrica em uma casa, tais como lâmpadas e eletrodomésticos.

Geração de energia em dias nublados

Pouca gente sabe, mas os painéis solares são capazes de captar energia do Sol mesmo em dias nublados. Devido à alta tecnologia empregada no processo, as células fotovoltaicas não necessitam de luz solar direta para que produzam energia em dias chuvosos. Todavia, nestes dias os níveis de watts gerados são menores.

Geração de energia no período noturno

Como a fonte para geração deste tipo de energia é a radiação solar, a produção em períodos noturnos não acontece. Apesar disso, a maioria dos sistemas de energia solar instalados no país funciona no modelo on grid, ou seja, conectados à rede de distribuição da cidade. Sendo assim, o sistema gera energia durante o dia e, à noite, utiliza a energia da rede.

Tem taxa de emissão de poluentes zero

Ao contrário de outras energias que mesmo emitindo algum tipo de poluente são consideradas limpas, a solar zera a taxa de emissão de poluentes. Dessa forma, ajuda a combater o efeito estufa e seus efeitos sobre o clima, apresentando-se como uma das melhores soluções para a sociedade.

Existem enormes usinas de energia solar

Embora os painéis caseiros desse tipo de energia sejam mais conhecidos e comuns, existem grandes usinas solares espalhadas pelo mundo. Estados Unidos, Espanha, Portugal e Alemanha abrigam algumas delas, que também estão presentes em outros países.

Os créditos de energia solar

Em dias de calor intenso, quando é gerada mais energia do que o necessário, são formados créditos com a rede de distribuição. Isso significa que todo o excedente produzido pelo sistema de energia solar fotovoltaico é enviado para a distribuidora, que tem até 60 meses para utilizar este crédito e abatê-lo na conta de energia do imóvel.

Sobre a durabilidade dos painéis

Os painéis solares são extremamente duráveis (mais de 20 anos) e precisam de pouca ou nenhuma manutenção. Os principais painéis utilizados hoje em dia são feitos de silício monocristalino ou policristalino. Os monocristalinos apresentam o silício em alto grau de pureza e são mais eficientes, apesar de exigirem um investimento maior.

Quer levar energia solar para sua casa ou empresa? Acesse www.cemigsim.com.br e saiba mais.

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energia solar
Usina Solar, Cemig SIM. Foto: Divulgação

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Brasil gasta R$ 1.398,53 com saúde pública por habitante

Gasto per capita diário no país com o SUS foi de R$ 3,83 no ano passado, ante R$ 3,79 em 2018

Pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que, em 2019, as esferas federal, estadual e municipal gastaram R$ 1.398,53 em despesas relacionadas à saúde pública por habitante. Em 2018, esse valor foi de R$ 1.382,29. Diariamente, o gasto per capita no país com o SUS foi de R$ 3,83 no ano passado, ante R$ 3,79 em 2018. O levantamento do CFM foi feito em parceria com a ONG Contas Abertas e considerou informações prestadas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), mantido pelo Ministério da Saúde. 

A legislação brasileira estabelece que estados e o Distrito Federal devem gastar pelo menos 12% de seus orçamentos com Saúde. No caso da União, segundo a Constituição Federal, os gastos mínimos na área devem corresponder a 15% da receita corrente líquida. 

Donizetti Giamberardino, vice-presidente do CFM, afirma que o investimento público em saúde no Brasil está muito abaixo do observado em países ricos. Segundo ele, outro gargalo no setor está relacionado à má qualidade no atendimento na atenção primária em municípios pequenos, o que faz com que hospitais de cidades maiores fiquem sobrecarregados. 

“Se nós tivéssemos uma atenção primária eficiente, essas pessoas não precisariam se dirigir aos centros de saúde especializados, em busca de leitos hospitalares com a frequência que ocorre no Brasil.”

Mundo

Comparado a outras nações que possuem sistema público de saúde, os gastos na área por pessoa no Brasil são bastante inferiores. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2017, foram gastos US$ 389 por pessoa no país. No Canadá, esse valor foi de US$ 3.505; na França os gastos chegaram a US$ 3.376. No ranking, o Brasil perde até mesmo para a Argentina, onde o Poder Público gastou US$ 959 três anos atrás.

Carla Pintas, professora de Saúde Coletiva na Universidade de Brasília (UnB), afirma que o Governo Federal, estados e União precisam criar mecanismos para inverter o subfinanciamento no SUS. A docente acredita que, com a pandemia da Covid-19, foi demonstrada a importância de estados e municípios em reivindicar mais recursos na área. 

“A pandemia comprovou que novos recursos foram injetados na saúde, para a aquisição de materiais, insumos que, obviamente, aumentaram de forma exponencial, além de repasses para a construção de unidades de saúde e abertura de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).” 

O CFM também afirma que os investimentos na saúde pública brasileira estão bem abaixo do necessário, especialmente diante do crescimento do desemprego e da crise econômica. Além disso, segundo a entidade, milhões de brasileiros estão abandonando os planos de saúde, por falta de dinheiro, o que gera um aumento na procura do atendimento público. 
 

Fonte: Brasil 61