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Pizzarias contratando em São Paulo e Grande ABC

Rede de Pizzarias Domino’s está contratando para vagas de Atendente, Entregadores e Analistas para suas unidades e operações, em São Paulo, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo. Para algumas oportunidades, não há exigência de experiência.

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

Quais os requisitos?

Entregadores (Capitão Casa, Rudge Ramos, Interlagos, Itaim Bibi e Vila Andrade): Necessário ter moto com documentação em dia, CNH categoria A dentro da validade, além do Curso de Motofrete pelo Detran. É requerido Ensino Fundamental, porém é desejável Ensino Médio. Os horários variam de acordo com a unidade a trabalhar. Sem experiência prévia informada.

Atendente de Loja (São Miguel, Tatuapé, Carrão, Tucuruvi, Interlagos, Vila Clementino, Jabaquara, Campo Belo, Amazonas – São Caetano): Há oportunidades exclusivas para PCD. É necessário estar cursando ou concluído o Ensino Médio e ter disponibilidade para trabalhar das 17h às 01:33h – Modelo de escala 6 x 1. Sem experiência prévia informada.

Analista de Infraestrutura Protheus e RM (São Paulo): Necessário o Superior Completo, conhecimentos de Ethernet / TCP/IP e equipamentos de rede swith / patch panel, Banco de dados, SQL, Linguagem ADVPL e integrações de dados (processos de ETL), Webservice e versão de software e SQL Server, Pacote Office avançado. Requer experiência de DBA ou analista de infraestrutura mínimo 3 anos e é necessário certificação; ITIL e Gestão de Mudança.

Analista de Sistemas Desenvolvedor Full Stack (São Paulo): Requer Superior completo, conhecimento e experiência como desenvolvedor Full Stack (Frontend / Backend), Pacote Office avançado e experiência em; Framework Scrum, Java, Node, Java Script, HTML, CSS, SQL, SQL, Server ou MySQL.

Analista de Sistemas (São Paulo): Superior completo, Pacote Office avançado, experiência em: Power BI, Modelagem de Dados BI, SQL, Processos ETL (SSIS e outros), Dax, SQL Server, Excel e R.

Vagas de hoje 18 de março 2021

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Como se Candidatar?

Todas as vagas são disponibilizadas no recrutamento online da Domino’s, em https://dominos.gupy.io. Caso tenha dúvidas quanto como cadastrar seu currículo na plataforma Gupy, consulte nosso tutorial.

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Vagas de hoje 17 de março 2021

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Analista de Informação em Saúde acaba de ser reconhecida

Analista de Informação em Saúde acaba de ser reconhecida

Esse assunto será discutido durante a Jornada Valor em Saúde Brasil 2020

Valorização profissional, reconhecimento no mercado e no setor saúde, além da análise detalhada das atividades da profissão como fundamental no exercício da função são alguns dos benefícios que os Analistas de Informação em Saúde terão direito daqui para frente. Isso só foi possível graças ao reconhecimento e inclusão da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), que aconteceu no final de outubro.

Dessa forma, a ocupação Analista de Informação em Saúde foi incluída com o código 4153-10 na Família Ocupacional 4153: Trabalhadores em Registros e Informações em Saúde na CBO. 

Para destacar essa conquista dos profissionais da saúde, o assunto será um dos temas em discussão no webinar “O Futuro: Saúde baseada em valor e os caminhos para a sustentabilidade do setor”, que finaliza a Jornada Valor em Saúde Brasil 2020, no dia 26 de novembro, das 18h30 às 20h30.

Sophie Bernardet, Analista Ocupacional da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), será a responsável pela exposição do assunto no webinar, que abordará, na prática, o que significa essa conquista. Durante a apresentação, ela contará com o suporte da Presidente da Sociedade Brasileira de Analistas de Informação em Saúde (SBAIS), Paula Daibert.  

Segundo Sophie Bernardet, é mais significativo o reconhecimento da existência da ocupação Analista de Informação em Saúde no mercado de trabalho para fins classificatórios, do que a regulamentação profissional, que só ocorre através de um Projeto de Lei, aprovado pelo Congresso Nacional (deputados e senadores) e levado à sanção do presidente da República. A regulamentação é utilizada para fixar regras principalmente quanto à fiscalização do exercício profissional, mas tende a cair em desuso.

“A maioria dos profissionais entra com pedido de regulamentação e percebe que não há necessidade disso para poder trabalhar e exercer o seu ofício. No fundo, o que o profissional quer é o reconhecimento, a identificação, o seu código e a sua ocupação incluída e descrita na CBO. O que se busca hoje é o reconhecimento no documento”, esclarece Sophie Bernardet. E é isso que foi feito para os Analistas de Informação em Saúde, neste último mês.

A CBO acompanha o dinamismo das ocupações e tem por filosofia sua atualização constante para expor, com a maior fidelidade possível, as diversas atividades profissionais existentes no país, sem diferenciação entre as profissões regulamentadas e as de livre exercício profissional. Seus dados alimentam as bases estatísticas de trabalho e servem de subsídio para a formulação de políticas públicas de emprego.

A CBO 
A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério da Economia é o documento normalizador que reconhece, nomeia e codifica os títulos e conteúdo das ocupações existentes no mercado de trabalho brasileiro.

Criada em 1977 com base na CIUO (Classificação Internacional Uniforme de Ocupações), desenvolvida pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), a CBO passou por alterações ao longo do tempo, até chegar ao modelo atual.

Instituída pela portaria ministerial n° 397, em outubro de 2002, a edição de 2000 tem como finalidade identificar as ocupações no mercado de trabalho, para fins classificatórios junto dos registros administrativos e domiciliares. Desde a edição de 2000, 2711 ocupações foram incluídas.


A CBO tem como unidade de descrição a Família Ocupacional, um conceito ampliado de emprego, que abrange várias ocupações sob um mesmo título.  Segundo o método, a descrição e a análise ocupacional são desenvolvidas por meio de dinâmicas de grupo, denominadas Painéis de Convalidação, com profissionais que efetivamente trabalham na ocupação a ser descrita, reconhecidos como profissionais de alto desempenho em suas funções. Todas as informações sobre o procedimento estão disponíveis em www.mtec bo.gov.b r.

O painel de Convalidação foi substituído por reuniões virtuais, organizadas através de entrevistas individuais e uma videoconferência, que contou com a participação de vários profissionais, também com a participação da equipe técnica e do coordenador técnico do Projeto CBO da FIPE e da coordenadora da CCBO – Coordenação da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério da Economia.

A FIPE
A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), participou na elaboração da CBO.

Foi montada uma rede de parceiros para a construção da classificação descritiva. O MTE estabeleceu parcerias com entidades para realizar essa revisão: SENAI e três universidades representadas pelas suas fundações: FIPE/USP, UNICAMP e CEDEPLAR/UFMG.

Desde 2008, a FIPE permanece como única parceira do MTE no processo de atualização da CBO. E a partir de 2019, com o novo governo, a Coordenação da CBO passou a ser subordinada ao Ministério da Economia. Assim, a FIPE passou a se reportar a esse ministério.

A FIPE faz um amplo estudo do mercado de trabalho, consulta a sociedade, instituições, entidades representativas, profissionais, entre outros, e elabora um relatório denominado Estudo de Escopo da ocupação em estudo. Após sua análise sobre a validação ou não da inclusão da ocupação, encaminha o resultado e conclusões do estudo para a Coordenação da CBO.

Jornada Valor em Saúde Brasil 2020
Totalmente online e gratuita, a Jornada Valor em Saúde Brasil 2020 foi formada por 4 webinares inéditos e exclusivos, realizados todas as quintas-feiras do mês de novembro. As inscrições podem ser feitas no site www.valorsaudebrasil.com.br.

Os encontros têm o objetivo de discutir práticas e resultados que garantem sustentabilidade para a saúde brasileira.

Promovida pela Valor em Saúde Brasil, powered by DRG Brasil, o evento consolida a transição, o conceito e o posicionamento da plataforma, que antes era conhecida apenas por DRG Brasil, e passa a ser denominada Valor em Saúde Brasil, que inclusive dá nome e propósito ao evento.

Além das marcas do Grupo IAG Saúde, são co-realizadores do evento: SBAIS, Planisa, MK Saúde, ISEE Consultoria, Trevo Sistemas, Faculdade Unimed, Faculdade de Ciências Médicas de MG, Transforma Saúde e Deloitte. Como apoiadores da Jornada Valor em Saúde Brasil estão as marcas Carefy, SigQuali, CGQ Consultoria, IAG Gestão, Econsad, SCORE Rede e Eficiência Hospitalista.

vendas varejo variação setembro

Em setembro, vendas no varejo sobem 0,6%

Em setembro de 2020, o comércio varejista nacional cresceu 0,6% frente a agosto, na série com ajuste sazonal, quinta alta consecutiva desde maio de 2020. A média móvel trimestral foi de 2,8%. Na série sem ajuste sazonal, em relação a setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%, quarta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o varejo registra estabilidade (0,0%), após cinco meses no campo negativo. Já o acumulado nos últimos 12 meses aumentou 0,9%.

No varejo ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças e Material de construção, o volume de vendas cresceu 1,2% em relação a agosto de 2020, quinta variação positiva consecutiva. A média móvel subiu 4,0% reduzindo o ritmo de crescimento das vendas, comparada à média móvel nos trimestres encerrados em agosto (7,4%) e julho (11,1%). Em relação a setembro de 2019, o comércio varejista ampliado cresceu 7,4%, sua terceira taxa positiva consecutiva.

PeríodoVarejo (%)Varejo Ampliado (%)
Volume de vendasReceita nominalVolume de vendasReceita nominal
Setembro / Agosto*0,62,11,22,2
Média móvel trimestral*2,83,74,04,9
Setembro 2020 / Setembro 20197,313,47,413,1
Acumulado 20200,03,6-3,6-0,1
Acumulado 12 meses0,94,2-1,41,6
*Série COM ajuste sazonal    Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria  

Em setembro, o volume de vendas no varejo subiu 0,6% em relação a agosto e segue trajetória ascendente desde maio de 2020, após o momento de maior queda devido à pandemia de Covid-19. Foi a quinta alta consecutiva, embora com menor magnitude que as anteriores. Com isso, o patamar do comércio varejista, que já havia atingido seu nível recorde no mês de agosto, continua em crescimento. Chama a atenção a recuperação de alguns setores que, nos meses anteriores acumulavam perdas, como Veículos, motos, partes e peças e Tecidos, vestuário e calçados.

Na série com ajuste sazonal, setembro teve predominância de taxas positivas, atingindo cinco das oito atividades pesquisadas. Houve resultados positivos em 13 das 27 UFs, com destaque para: Piauí (5,7%), São Paulo (2,1%) e Espírito Santo (1,8%).

No confronto com setembro de 2019, na série sem ajuste sazonal, as vendas do varejo subiram 7,3% em setembro de 2020, quarta taxa positiva consecutiva. Com isso, o varejo registra estabilidade (0,0%) no acumulado do ano, após seis meses no campo negativo. O acumulado nos últimos doze meses mostra aumento no ritmo das vendas pelo terceiro mês consecutivo, ao passar de 0,5% em agosto para 0,9% em setembro.

comércio varejista ampliado, frente a setembro de 2019, cresceu 7,4% contra aumento de 3,8% em agosto de 2020, terceira taxa positiva consecutiva. A variação acumulada de janeiro a setembro recuou 3,6% ante queda de 5,0% apontada até agosto. O indicador dos últimos doze meses, ao passar de -1,7% até agosto para -1,4% até setembro, mostra redução na intensidade de perda pelo terceiro mês consecutivo.

Cinco das oito atividades pesquisadas tiveram altas

Na série com ajuste sazonal, na passagem de agosto para setembro de 2020, houve alta em cinco das oito atividades pesquisadas: Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%); Combustíveis e lubrificantes (3,1%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%) e Móveis e eletrodomésticos (1,0%).

Por outro lado, pressionando negativamente, figuraram três setores: Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0.4%).

No comércio varejista ampliado, na passagem de agosto para setembro, o setor de Veículos, motos, partes e peças registrou crescimento de 5,2% enquanto em Material de construção, o aumento foi 2,6%, ambos, respectivamente, após avanços de 8,3% e 3,6% registrados no mês anterior.

Tabela 1 – BRASIL INDICADORES DO VOLUME DE VENDAS NO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO COMPOSIÇÃO DA TAXA MENSAL DO COMÉRCIO VAREJISTA, POR ATIVIDADES
Setembro 2020
AtividadesCOMÉRCIO VAREJISTA COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO
Taxa de variação (%)Composição absoluta da taxa (p.p.)Taxa de variação (%)Composição absoluta da taxa (p.p.)
Taxa Global7,37,37,47,4
1 – Combustíveis e lubrificantes-5,1-0,5-5,1-0,4
2 – Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo4,42,14,41,4
3 – Tecidos, vest. e calçados-7,2-0,6-7,2-0,4
4 – Móveis e eletrodomésticos28,72,828,71,9
5 – Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria13,71,313,70,9
6 – Livros, jornais, rev. e papelaria-36,0-0,1-36,0-0,1
7 – Equip. e mat. para escritório informatica e comunicação-7,1-0,1-7,1-0,1
8 – Outros arts. de uso pessoal e doméstico18,92,418,91,6
9 – Veículos e motos, partes e peças  -1,5-0,4
10- Material de construção  31,32,9
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio.    Nota: A composição da taxa mensal corresponde à participação dos resultados setoriais na formação da taxa global. 

Vendas avançam 6,3% frente ao mesmo trimestre de 2019

O trimestre encerrado em setembro de 2020, para o comércio varejista, na comparação com o mesmo período do ano anterior, apresentou ganho de 6,3%, maior variação positiva para este indicador desde o quarto trimestre de 2012, quando havia registrado 7,3%.

Houve variação positiva em quatro das oito atividades pesquisadas: Móveis e eletrodomésticos (30,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (15,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (12,0%) e Hiper e supermercados, produtos alimentícios e bebidas (5,7%).

Por outro lado, quatro atividades fecharam o trimestre no campo negativo: Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (-34,6%); Tecidos, vestuário e calçados (-15,4%); Combustíveis e lubrificantes (-8,3%) e Equipamentos e materiais para escritório e informática (-8,3%),

Ainda na comparação com o trimestre do ano anterior, o comércio varejista ampliado teve alta de 4,2%, influenciado, também, pela atividade de Material de construção, com aumento de 26,0%, recorde histórico da série.

Principais atividades:

Móveis e eletrodomésticos mostrou crescimento de 28,7% no volume de vendas em relação a setembro de 2019, quarto mês consecutivo de avanço. O setor exerceu o maior impacto positivo sobre a taxa do comércio varejista em setembro. Na comparação com agosto, na série com ajuste sazonal, o indicador de setembro ficou em 1,0%, quinta taxa positiva após dois meses de queda. No ano, o setor acumula 9,4% de aumento, no campo positivo pelo terceiro mês consecutivo. No indicador nos últimos 12 meses também houve aumento no ritmo de vendas, saindo de 1,1% em maio para 9,8% em setembro.

Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos, etc., com 18,9% no volume de vendas em relação a setembro de 2019, mostrou estabilidade no ritmo de vendas em relação ao resultado de agosto (18,8%), exercendo a segunda maior contribuição positiva ao resultado geral do varejo. Em relação a agosto, houve queda de 0,6%, primeira variação negativa após quatro meses de crescimento. O acumulado no ano, até setembro (-1,5%), comparado ao mês anterior (-4,2%), mostrou redução de queda, enquanto o indicador dos últimos 12 meses registrou 1,3%, com ganho de 0,9 p.p. em relação ao resultado de agosto (0,4%).

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com crescimento de 4,4% frente a setembro de 2019, registrou a oitava taxa positiva consecutiva nessa comparação, com ganho de ritmo em relação ao resultado de agosto (3,0%). O segmento representou o terceiro maior impacto positivo na formação da taxa global do varejo. Em relação a agosto, houve redução de 0,4%, terceiro mês consecutivo de queda no volume de vendas. O acumulado no ano, até setembro (5,5%), comparado ao mês anterior (5,6%), mostrou estabilidade no ritmo. No acumulado nos últimos 12 meses, ao registrar 4,2% em setembro, mantém-se em trajetória de crescimento desde março de 2020 (1,6%).

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, apresentou aumento de 13,7% nas vendas frente a setembro de 2019, quarta variação positiva consecutiva, na comparação com igual mês do ano anterior. Na comparação com o mês imediatamente anterior, o setor apresentou aumento de 2,1%, revertendo taxa de -1,2% registrada em agosto. No acumulado no ano, ao passar de 5,6% até agosto para 6,5% no mês de referência, o setor mostra ganho de ritmo. No acumulado nos últimos 12 meses o setor passa de 6,2% até agosto para 6,8% até setembro.

Tecidos, vestuário e calçados, registrou recuo de 7,2% em relação a setembro de 2019, sétima taxa negativa nessa comparação. A atividade apresentou o maior impacto negativo na formação da taxa global do varejo. Na comparação com o mês anterior, o setor teve queda de 2,4%, após quatro meses de crescimento. Com isso, o acumulado no ano, ao passar de -33,4% em agosto para -30,6% em setembro mostra leve recuperação. O indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de -20,0% em agosto para -20,4% em setembro, fica praticamente estável.

Combustíveis e lubrificantes, com queda de 5,1% no volume de vendas em relação a setembro de 2019, exerceu a segunda maior contribuição negativa para o resultado total do varejo. Em relação a agosto de 2020, o setor registrou aumento de 3,1%, quinta alta consecutiva na série dessazonalizada. Com isso, no acumulado no ano, ao passar de -11,7% até agosto para -11,0% até setembro, mostra redução na intensidade de perda. Por outro lado, o indicador acumulado nos últimos 12 meses, apresenta intensificação na perda de ritmo (-7,9%) em relação ao mês anterior (-7,5%).

Livros, jornais, revistas e papelaria recuou 36,0% frente a setembro de 2019. Em relação a agosto, o setor teve variação positiva de 8,9%, após queda de 21,1% no mês anterior. No acumulado no ano, ao passar de -30,0% até agosto para -30,5% até setembro, o setor apresenta estabilidade. Já o acumulado nos últimos 12 meses intensifica ritmo de queda, ao passar de -22,9% em agosto para -24,3% em setembro.

Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação teve queda de 7,1% em relação a setembro de 2019, enquanto a variação em relação a agosto de 2020 foi de 1,1%, quinta taxa positiva. No acumulado no ano, o setor passa de -19,5% até agosto para -18,2% até setembro, mostrando aumento no ritmo de vendas, apesar de estar no campo negativo durante todo o ano de 2020. O acumulado nos últimos 12 meses é de -12,1%, reduzindo ritmo de queda em relação a agosto (-11,6%).

Varejo ampliado

Veículos, motos, partes e peças, ao cair 1,5% em relação a setembro de 2019, assinalou a sétima taxa negativa seguida, exercendo a contribuição negativa mais intensa no mês para o varejo ampliado. Na comparação com o mês imediatamente anterior, o setor registra a quinta taxa positiva consecutiva (5,2% em setembro). No acumulado no ano até setembro (-18,1%) houve ganho de ritmo frente a agosto (-20,2%), embora esse indicador esteja negativo desde março. O acumulado nos últimos 12 meses (-11,6%) até setembro perdeu ritmo em relação ao acumulado até agosto (-10,7%).

Material de Construção, com alta de 31,3% em relação a setembro de 2019, o setor contabiliza a quarta taxa positiva consecutiva e a variação de maior magnitude da série histórica iniciada em janeiro de 2004. O setor foi um dos que apresentou recuperação, registrando sua quinta alta consecutiva no volume de vendas, quando da comparação com o mês imediatamente anterior, na série ajustada sazonalmente. O acumulado no ano mostra aumento de ritmo nas vendas (7,9%), comparado ao mês de agosto (4,9%). O acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de 5,0% em agosto para 7,2% em setembro, manteve trajetória de ascensão iniciado em junho de 2020.

Vendas do comércio crescem em 13 das 27 Unidades da Federação

Em setembro, na série com ajuste sazonal, houve resultados positivos em 13 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (5,7%), São Paulo (2,1%) e Espírito Santo (1,8%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 14 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Maranhão (-5,9%), Amapá (-5,5%) e Ceará (-4,4%).

Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre agosto e setembro foi de 1,2%, com predomínio de resultados positivos em 14 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Roraima (3,7%), Bahia (3,2%) e Espírito Santo (3,1%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 13 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Maranhão (-3,9), Ceará (-3,7) e Paraíba (-3,3%).

Na série sem ajuste sazonal, frente a setembro de 2019, houve resultados resultados positivos em todas das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Piauí (23,9%), Maranhão (21,6%) e Acre (19,9%). Quanto à participação na composição da taxa do varejo, os destaques foram: São Paulo (5,8%), Minas Gerais (12,6%) e Santa Catarina (5,7%).

Considerando o comércio varejista, o varejo ampliado, no confronto com setembro de 2019, teve resultados positivos todas as 27 Unidades da Federação, com destaque para: Acre (24,5%), Maranhão (23,4%) e Amapá (22,9%). Quanto à participação na composição da taxa do varejo ampliado, destacaram-se São Paulo (3,9%), Minas Gerais (11,3%) e Santa Catarina (11,5%).

o que é phishing

Você sabe o que é phishing? Valid alerta sobre fraudes durante a Black Friday 

O phishing  é a modalidade de fraude que mais cresce entre os golpes na Internet

Com uma das datas mais importantes do ano para o comércio eletrônico se aproximando, surgem também diversos oportunistas cometendo fraudes no e-commerce. Por isso é necessário atenção redobrada tanto dos varejistas para oferecer um ambiente seguro aos seus clientes quanto dos consumidores que precisam ficar alertas à questão de segurança no momento de realizar uma compra on-line.  

Uma modalidade de ataques que aumenta nesta época é ophishing”, um golpe no qual os fraudadores simulam sites de compras e, por meio de e-mail – uma isca, por isso phishing -, enviam ofertas imperdíveis que visam roubar dados pessoais ou financeiros dos consumidores.  

Para alertar tanto os comerciantes de lojas virtuais e consumidores, os especialistas da Valid dão algumas dicas que podem diminuir/evitar inúmeras situações de fraude e perdas financeiras.  

É importante que os lojistas tenham sistemas de monitoramento de tráfego e firewall gerenciado, porém é fundamental um certificado SSL/TLS na página para se identificarem e ajudar seus usuários a se protegerem de possíveis ataques.  

O certificado SSL/TLS é um arquivo no protocolo de comunicação que permite a criptografia para proteger os dados trafegados da interferência de hackers. As informações que estão trafegando entre o servidor da loja e o dispositivo do consumidor ficam “embaralhados”, garantindo a segurança aos internautas para vendas mais efetivas.  

Para os consumidores, a dica é checar alguns pontos que podem garantir que está navegando em um ambiente confiável para realizar suas compras. Primeiro, observe a barra de endereço do site e cheque se no há a letra “S” depois da sigla HTTP – deve aparecer https:// - e um cadeado fechado no canto esquerdo do navegador. Esse é um indicativo que existe um certificado SSL/TLS ativo.  

Então, é só clicar no cadeado na barra de endereços de seu navegador e examinar se o domínio protegido é o mesmo da empresa que você quer realizar uma compra.  

Em alguns casos os hackers colocam um certificado SSL/TLS na página com o domínio diferente, ou seja, é falso. Desconfie de nomes parecidos, mas que não são iguais ao nome da loja que você deseja comprar.  

A atenção do consumidor deve estar voltada não só para os sites de vendas on-line, mas nas promoções que chegam por e-mails e, atualmente, pelas redes sociais.  

Segundo os especialistas da Valid, antes de clicar em qualquer link, desconfie. É mais seguro digitar direto o endereço da loja virtual de onde teria partido as ofertas para ter a certeza de que são verdadeiras ao invés de clicar nos links. Caso seja uma mensagem suspeita, o melhor a fazer é apagar imediatamente.  

Para finalizar, a confiança e segurança no e-commerce são fundamentais, então vale a pena fazer todas as conferências antes de incluir qualquer dado pessoal ou financeiro em um site e aproveite esta Black Friday com cautela. 

Sobre a Valid Certificadora  

A Valid Certificadora é uma empresa do grupo Valid especializada em serviços digitais de confiança, identificação, acesso, cifragem e autenticação realizando operações criptográficas padronizadas nacional e internacionalmente, de acordo com a regulamentação estabelecida, na identificação de pessoas físicas ou jurídicas para assinatura digital; geração e armazenamento seguro de evidências digitais de uma transação eletrônica e diversas outras soluções. Credenciada pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) é Autoridade Certificadora emitente dos certificados digitais ICP-Brasil, tais como eCPF, eCNPJ, NFe, CTe, SSL. Entre as áreas de atuação especializadas é PSS – Prestadora de Serviço e Suporte ICP-Brasil, ACT – Autoridade de Carimbo de Tempo, PS EEA – Prestador de Serviço para Entidade Emissora de Atributo, PSC – Prestadora de Serviço de Confiança, PSBio – Prestadora de Serviço Biométrico, Hub de Serviços em Blockchain e Platinum Partner GlobalSign para emissões de SSL raiz internacional. Para conhecer mais sobre os serviços Valid em certificação digital, assinatura digital, carimbo do tempo, certificados de atributo e desmaterialização de processos e documentos, visite: www.validcertificadora.com.br ou https://blog.validcertificadora.com.br/podecontar/   

Sobre a Valid 

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com.

  

lei geral proteção dados

BC lança página de esclarecimentos sobre a LGPD

Iniciativa é voltada para pessoas físicas e jurídicas que buscam informações a respeito do tratamento de dados

Para sanar as principais dúvidas, o  Banco Central lançou uma página para ajudar a entender melhor a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  Já em vigor, ela afeta diferentes setores e serviços e a todos os brasileiros, de compras on-line a redes sociais, de bancos a órgãos públicos e da publicidade à tecnologia.

O conteúdo da página contempla as dúvidas mais frequentes dos cidadãos, especialmente sobre o tratamento de dados pessoais realizados pelo BC, e será atualizado frequentemente.

As informações têm pareceres jurídicos e contam com respostas aos questionamentos registrados nos canais de atendimento, reclamações dos cidadãos sobre o assunto e informações sobre as novas ações implementadas pelo BC ao longo do tempo, em relação à LGPD.

Fonte: Brasil 61