Escassez de profissionais de tecnologia resulta em gap na contratação

Enquanto algumas profissões deixaram de ser relevantes com o passar dos anos, outras, como as relacionadas à área de  tecnologia, entraram em ascensão e se tornaram imprescindíveis, ganhando visibilidade e notoriedade no mercado. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), o mercado de trabalho demanda cerca de 70 mil profissionais de tecnologia anualmente, porém, apenas 46 mil se formam na área nesse período. Tal escassez de talentos resulta em ‘gap’ na contratação de profissionais de tecnologia.

Porém, é possível notar que o interesse pela área tem aumentado significativamente. A SPTech, faculdade de tecnologia paulista, realizou um levantamento mostrando que 36% dos candidatos em seus vestibulares são da região metropolitana de São Paulo, enquanto 38% da mesma região já estão cursando TI na instituição. Isso mostra que estudantes de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Arujá, Carapicuíba, Osasco e outros estão investindo em capacitação para começarem a atuar em um dos setores mais aquecidos do mercado, mas que sofre com a ausência de profissionais qualificados. 

Vagas de hoje 18 de março 2021

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No Brasil, os jovens ainda são fortemente afetados pelo desemprego. Segundo o IBGE, o desemprego chega a 31%, na faixa etária de 18 a 24 anos.  Já de acordo com estudo do Manpowergroup, consultoria de gestão de pessoas, 52% dos recrutadores brasileiros afirmam que encontram dificuldade para realizar contratações na área de tecnologia. Para resolver esse gap, é necessário promover uma formação adequada de profissionais, a fim de aumentar as chances de empregabilidade.

“Ao escolherem sua profissão, os jovens deveriam levar em consideração que  as vagas de trabalho estão em tecnologia e que as oportunidades em antigas profissões como administração, direito, jornalismo, marketing estão cada vez mais escassas. Precisamos desmistificar a noção (errada) de que tecnologia é apenas para os chamados “nerds”, que são loucos por matemática. Conhecimento em matemática  é importante, mas a tecnologia tem diversas áreas que vão desde as mais técnicas até gestão, passando por analistas de negócio”, comenta o CEO da SPTech, faculdade de tecnologia paulistana, Alessandro Goulart.

Goulart explica que essa disparidade entre ofertas de emprego e qualificação de candidatos se acentua com o progresso tecnológico. “A tecnologia, que deveria impulsionar o desenvolvimento dos profissionais, acaba agravando a lacuna de qualificação. Isso mostra a importância e a necessidade de se adotarem novos modelos de negócios educacionais que possam impactar e alterar essa realidade”, afirma.

Goulart explica que, ao analisar a situação do ensino superior no Brasil, a SPTech  desenvolveu, em 2017, uma metodologia de ensino única, com evasão menor que 8% e 100% dos seus alunos empregados a partir do segundo período.

“Temos como objetivo ajudar o jovem na transição do mundo acadêmico para o mundo real. Isso acontece porque todos os alunos da faculdade têm estágio garantido e conseguem conciliar o estudo com o trabalho em uma empresa de tecnologia. Além disso, acreditamos na formação integral dos nossos alunos e, por isso, temos uma disciplina de formação socioemocional que é obrigatória e acompanha o aluno durante todo o curso”, acrescenta.

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Para trabalhar a questão da empregabilidade entre os jovens, a SPTech garante  vaga de estágio para 100% dos seus mais de 800 alunos, a partir do segundo período, nas empresas parceiras. “Viabilizamos uma bolsa integral para 100% dos alunos no primeiro período da faculdade, resolvendo a problemática de financiamento do ensino, uma vez que ele pode pagar sua mensalidade com o salário que recebe no programa de estágio, resultando em uma taxa de inadimplência menor do que 2%”, finaliza Goulart.

Sobre a São Paulo Tech School
A BandTec agora é São Paulo Tech School. Fundada em 2008, a faculdade foi criada pelo Colégio Bandeirantes, escola paulistana reconhecida pela excelência e qualidade no ensino. Em 2016, foi adquirida por um grupo de empreendedores, sendo os principais Alfredo Vilella, Randal Zanetti e Alessandro Goulart, atual presidente da instituição, que implementou, com Vera Goulart, atual diretora acadêmica, um sistema disruptivo de ensino, baseado em três principais pilares: simbiose com o mercado de trabalho, liderança pedagógica e formação socioemocional. Hoje é referência no ensino superior de Tecnologia da Informação, entregando ao mercado profissionais mais bem preparados, tanto em aspectos técnicos quanto em competências comportamentais. Para mais informações, acesse: digitalschool.com.br/faculdade

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Escassez de profissionais de tecnologia resulta em gap na contratação
Escassez de profissionais de tecnologia resulta em gap na contratação. Foto: Unsplash

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Como enfrentar o desemprego e se preparar para o mercado?

Perder o emprego pode deixar a pessoa em uma posição de vulnerabilidade, se sentindo desanimada, rejeitada e com a autoestima abalada. Veja como se preparar para o mercado.

O desemprego no Brasil atinge 14,3 milhões de trabalhadores, e cerca de 5,5 milhões desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado em 2020, segundo dados do IBGE. 

Mas a longa espera por uma recolocação que parece cada vez mais distante pode ter razões que, se identificadas e trabalhadas pelo candidato, podem fazer com que o retorno ao mercado fique mais curto.

Perder o emprego não acontece apenas com profissionais de um determinado nível social ou escolaridade. Pelo contrário, o desemprego bateu na porta de homens, mulheres, idosos, solteiros, casados, etc. “Isso pode acontecer com qualquer pessoa e é muito normal. Quando a pessoa fica desempregada ela geralmente tende a se culpar, pensar que não é capaz.

Uma demissão depende de fatos internos e externos, que muitas vezes não conseguimos controlar como, por exemplo, a economia, o caixa da empresa, vendas, etc.”, esclarece a empreendedora e Estrategista de Negócios, Tânia Gomes Luz. Após uma demissão, o primeiro passo é tentar entender o que aconteceu. Alguns comportamentos podem deixar o profissional em risco, como a falta de atualização referente aos assuntos e novidades do setor, formação, falta de proatividade, etc.

“Agora, a maioria das pessoas estão preocupadas com a parte profissional. As pessoas percebem que precisam ter conhecimento em idiomas como o inglês, para melhorar o currículo e manter ou conseguir emprego. Além de conhecimentos mais abrangentes como marketing digital, mídia e afins”, destaca o Diretor da La Femme, e-commerce de calçados flats, José Augusto. Para driblar o desemprego, voltar para a sala de aula é uma das recomendações do especialista em negócios digitais, Fellipe Guimarães.“O sucesso de uma carreira está pautado em três características: competências, autoconhecimento e networking.”, acrescenta o profissional. Dicas: 

1) Avalie as opções
Não procure apenas empregos na área em que já trabalhou. Esse é o momento de abrir seus horizontes e de ganhar dinheiro, mesmo que temporariamente, com outros talentos, como artesanato, culinária, redação, marketing digital, revenda, etc. Também é possível aproveitar os recursos da rescisão para investir no sonho de empreender e abrir um negócio próprio. “A pessoa que está fora do mercado de trabalho, precisa identificar outras áreas para possível atuação.

O empreendedorismo, por exemplo, não para de crescer, abrir o próprio negócio é uma realidade muito palpável nos dias atuais. Quando criei minha empresa, a Aya Tech, foi impactante ver tudo acontecer. Tirar uma ideia do papel, torná-la real, montar um time.”, conta a CEO da Aya Tech, Fernanda Checchinato. A Aya Tech, startup de saúde e bem-estar com tecnologia altamente 100% brasileira. 

2) Qualifique-se
Caso você não possa pagar por um curso, não tem problema, existem inúmeros cursos gratuitos que além de ocupar a cabeça, podem melhorar o seu currículo. A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece cursos online, no site http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos, como  “Introdução à Administração Estratégica”, “Recursos Humanos” e “Fundamentos da Gestão de TI”, etc.

O Senai e o Sesi também disponibilizam aulas livres, sem custo, no site https://eadsenaies.com.br, com certificação. É possível escolher entre, “Fundamentos de Logística”, “Redação Administrativa”, “Comunicação no Foco Organizacional” e “Tecnologia da Informação e Comunicação”, entre outros.

No site do Sebrae (http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae) os cursos gratuitos são separados por temas, como empreendedorismo, mercado, finanças, vendas, etc. Então, é só acessar e começar.  

3) Currículo nota 10
Lembre-se: o currículo é a primeira impressão que a empresa terá sobre você, por isso, envie um documento bem escrito, organizado e sem erros de português ou de digitação.

Informe os dados pessoais — nome, telefone, e-mail e idade — atualizados. Crie um e-mail profissional e sempre fique de olho nele, porque essa é a forma de contato preferida de várias empresas.

Liste suas experiências acadêmicas (nível de escolaridade, cursos feitos) e experiências profissionais (nome da empresa, cargo, data de admissão, data de demissão e principais atividades). Não minta no currículo. Lembre-se: menos é mais, por isso, não escreva mais de 2 páginas.

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Gratuidade do Bom Prato até 30/04 para moradores de rua

Além disso, a gratuidade do Bom Prato para jantares e refeições aos finais de semana e feriados serão servidos pela rede até 28 de fevereiro

O Governador de SP determinou a prorrogação da gratuidade das refeições oferecidas na Rede Bom Prato. Os moradores em situação de rua terão direito a gratuidade até o dia 30 de abril. A decisão publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial passa a valer a partir de hoje.

“A prorrogação da gratuidade nas refeições é uma das nossas ações de proteção social para amparar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade social”, diz a Secretária de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, Célia Parnes.

A gratuidade nas refeições da Rede Bom Prato para pessoas em situação de rua teve início em junho, mediante cadastramento das Prefeituras e apresentação do cartão com QR Code pelos beneficiários.

Desde o início da pandemia da COVID-19, os 59 restaurantes Bom Prato adaptaram o atendimento. Portanto, passando a servir três refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar) em embalagens descartáveis e para retirada, inclusive aos finais de semana. Por mês, mais de 3 milhões de refeições servidas na rede. Desde então, ao todo mais de 23 milhões de refeições servidas. Além disso, mais de 500 mil servidas gratuitamente para a população em situação de rua cadastrada.

Gratuidade do Bom Prato
Foto: Divulgação

Gratuidade do Bom Prato jantares e finais de semana

Além disso, o Governo de São Paulo prorrogou também a oferta de jantares e refeições nos finais de semana e feriados. A Rede Bom Prato servirá nestes dias até 28 de fevereiro. Critérios técnicos determinarão em quais unidades haverá implantação da medida. Nesse sentido, a demanda e local definirão as escolhas.

O site da Secretaria de Desenvolvimento Social divulgará a relação das unidades e horários de funcionamento

Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo