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Startup abre vagas de trabalho remoto para desenvolvedores

A Certus está lançando um novo braço, startup voltada para concessão de crédito para pequenas e médias indústrias e abre cerca de 40 vagas para trabalho remoto

A Certus, empresa de Curitiba (PR) que desenvolveu um ERP voltado para indústrias de pequeno porte, está lançando uma fintech voltada para pequenas e médias indústrias.

Por conta dessa expansão, está abrindo cerca de 40 vagas para desenvolvedores que
vão atuar no desenvolvimento de aplicações para concessão de crédito via antecipação de recebíveis, bem como outros produtos financeiros.

Fábio Ieger, CEO da Certus, informa que todas as posições são para trabalho remoto, já que é uma cultura da empresa. “Hoje temos times espalhados por dez Estados trabalhando remotamente. Além da área de Ti, temos oportunidade para outros
profissionais que atuam no segmento de finanças, comercial, marketing, administrativo, atendimento”, justifica.

As vagas
A Certus tem vagas para Desenvolvedor(a) Javascript e os requisitos são conhecimentos sólidos de lógica de programação, CSS, HTML e Javascript; experiência
com Vuejs; familiaridade com Api Rest; práticas de desenvolvimento orientado a testes;
conhecimento de versionamento com Git (incluindo Code Review). Boa comunicação e
trabalho em equipe e idioma inglês nível intermediário completam o perfil. Link para
inscrição: https://forms.gle/7mJjRyrrB7GtFLcdA.

As outras vagas são para Desenvolvedor(a) Ruby on Rails e os requisitos são
conhecimentos sólidos de lógica de programação; experiência com Ruby on Rails;
familiaridade com bancos de dados relacionais (especificamente Postgres); práticas de
desenvolvimento orientado a testes; conhecimento de versionamento com Git
(incluindo Code Review). Boa comunicação e trabalho em equipe e idioma inglês nível
intermediário completam o perfil. Link para inscrição: https://forms.gle/kHrNeDrq9nYf6A9d8.

Para os interessados em demais vagas citadas por Ieger, basta enviar e-mail para
contato@certus.inf.br.

Crescimento de 300%
A Certus é uma startup que cresce mais 100% ao ano, conseguindo atingir  um crescimento de 300% durante a pandemia. Recentemente recebeu aporte por meio de
rodada de investimentos Seed para ampliar a oferta de crédito por meio de antecipação de recebíveis.

Com seis anos de atividades, a Certus recebeu investimentos da Bossa Nova, de João
Kepler e Pierre Schurmann; da IVP de Fabricio Bloisi e Bruno Rondani; da Poli Angels, vinculada à Universidade de São Paulo e Esdanio Pereira, ex-diretor da Randon, além
de passar pela aceleração da Baita Aceleradora, na Unicamp.

Para auxiliar ainda mais os cerca de 300 clientes, entre pequenas indústrias dos
setores metalmecânico, químico, cosméticos e alimentício, distribuídas em cinco
estados, sendo eles São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Certus está criando um banco digital para oferecer empréstimos com taxas de
juros mais competitivas para os empreendedores que não conseguiram o crédito
emergencial disponibilizado pelo Governo junto aos bancos privados. “Oferecemos,
além da antecipação de recebíveis, empréstimos para capital de giro, financiamento
para vendas de mercadorias, aquisição de máquinas, matérias-primas e empréstimos
consignados para os funcionários. Temos estrutura organizacional e economia para
ofertar acesso a dinheiro barato aos nossos clientes”, destaca Fábio Ieger, CEO da
Certus.

A antecipação de recebíveis funciona como a antiga duplicata, só que pela plataforma
da Certus e pode ser feita totalmente de forma digital. Basta ao interessado informar o
CNPJ, a Inteligência Artificial faz análise de crédito e em 15 segundos recebe uma
notificação de aprovação ou não. Caso seja aprovado, já é liberado um limite para ele
começar a antecipar. “A partir do momento que ele tem essa aprovação, o empreendedor pode enviar as notas fiscais e o sistema aprova o crédito também para
quem ele está vendendo e, após autorização, em até 30 minutos o dinheiro está na
conta dele”, detalha Ieger.

Fábio Ieger é empreendedor e apaixonado por tecnologia. Administrador de empresas,
sabe o quanto é desafiador o dia a dia para manter um negócio em atividade em um
país com instituições financeiras que em nada ajudam o pequeno e médio empresário.
Para levar soluções sustentáveis e realista a esse público, fundou a fintech CERTUS,
que utiliza dados do seu software de gestão para conceder empréstimo e capital de
giro para os que mais necessitam de ajudam, e esbarram em análises injustas. Para
mais informações, acesse https://www.certus.inf.br/

Startup abre vagas de trabalho remoto para desenvolvedores
Startup abre vagas de trabalho remoto para desenvolvedores. Foto de Christina Morillo no Pexels

Sobre a Certus
O Certus Software proporciona ao usuário uma experiência agradável e intuitiva,
utilizando ícones de fácil compreensão, com telas simplificadas e com todas as
informações em um só lugar. Com relatórios de fácil compreensão, auxilia na tomada
de decisões. Agregado a isso, diversos serviços financeiros, como antecipação de
recebíveis e empréstimos de capital de giro. A cada dia, a empresa inova e inclui a
inteligência artificial para ajudar cada vez mais a pequena indústria. Com seis anos de
atividades, recebeu investimentos da Bossa Nova, de João Kepler e Pierre Schurmann;
e da IVP de Fabricio Bloisi e Bruno Rondani, além de passar pela aceleração da Baita
Aceleradora, na Unicamp. Para mais informações, acesse https://www.certus.inf.br/
ou pelo ig @softwarecertus.

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Ensino Remoto: “Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia”

O ano de 2020 foi marcado por grandes adaptações na educação. A pandemia causada pela Covid-19 fez com que crianças e adolescentes passassem praticamente 10 meses estudando em suas casas, no modelo de ensino remoto. Algumas famílias encontraram dificuldades no manuseio da tecnologia e, principalmente, na criação de uma rotina de estudo para os filhos. Entretanto, muitos pais e mães conseguiram se habituar com a nova realidade que transformou casas em verdadeiras salas de aula.

Um dos grandes desafios do ensino remoto foi a alfabetização das crianças que estavam só no início da jornada educacional.  É o caso de Darliane da Silva que é mãe do Kaue Henrique Domingues da Silva, de sete anos, e aluno do Colégio Acesso em Almirante Tamandaré. Ela conta que a adaptação ao ensino remoto trouxe muitas dúvidas no início, já que ninguém sabia até quando duraria a pandemia.

“Quando matriculamos o Kaue no Colégio Acesso em 2020, logo veio a pandemia e as aulas presenciais foram suspensas. Cogitamos tirar ele da escola, mas graças à diretora da unidade que nos convenceu a experimentar o modelo remoto, ele aprendeu a ler e a escrever durante as aulas online”, conta a mãe do aluno.

Modelo de educação digital

Um dos setores mais impactados pela pandemia foi o da educação que precisou, de forma emergencial, adaptar o modelo de ensino ao formato online. Mas, de acordo com especialistas, muitas escolas não conseguiram obter sucesso no ensino remoto, uma vez que o método aplicado não era adequado para o online. Eles ainda citam como exemplo situações em que as crianças ficam horas assistindo vídeos no Youtube e no Netflix, mas que não conseguem permanecer por 50 minutos no homescholling.

Segundo a diretora pedagógica do Grupo Acesso, Guida Weber, a tecnologia utilizada somada a metodologia aplicada pelos professores e a dedicação dos pais e alunos foi o que resultou no sucesso do ensino remoto. “Desde o começo sabíamos que somente a didática aplicada nas aulas presenciais não seria eficaz no remoto. Então, criamos um modelo de educação digital que combina uma plataforma tecnológica para o acompanhamento das aulas e progresso do aluno com um método específico para o online”, explica.

Para Darliane da Silva, a metodologia utilizada pelo colégio fez toda a diferença, assim como a orientação dos professores aos pais sobre quando e como ajudar a criança que está aprendendo em casa. “Os professores eram maravilhosos e conseguiam prender a atenção de todos os alunos na tela. O Kaue esperava ansioso pela hora da aula e, depois de alguns dias, já se desenvolvia sozinho e nem precisava do meu auxílio. Aos poucos ele foi aprendendo a reconhecer as letras, depois os sons e então aprendeu a ler e escrever, inclusive, formar frases. Tudo isso durante as aulas online”, relata a mãe do aluno.

Aulas presenciais em 2021

O modelo híbrido de aulas ainda é uma incógnita para 2021. Desde janeiro, muitas cidades e estados liberaram o retorno das aulas presencias em escolas privadas, mas diante do agravamento da pandemia no país, suspenderam diversas vezes o retorno. Com isso, as famílias estão adotando cada vez mais o modelo de ensino 100% remoto, já utilizado em 2020.

Mesmo sabendo da importância pedagógica do ensino presencial e o impacto emocional que o isolamento causa nas crianças, alguns pais estão dispostos a continuar com os filhos estudando em casa. “É nítido que a criança em casa fica mais irritada, mais nervosa, querendo tudo para a mesma hora. Mesmo com as atividades de educação física adaptadas para casa, não há um gasto efetivo de energia e nem de socialização com os colegas. Mas se para garantir a saúde e a segurança do meu filho seja necessário voltarmos com as aulas em casa, já estamos adaptados”, afirma Darliane da Silva.

SOBRE O GRUPO ACESSO

Fundado em 2003, o Grupo Acesso surgiu com o objetivo de preparar alunos para os vestibulares, com qualidade, preço acessível e um grande vínculo com a disciplina e resultados. Atualmente, possui dez unidades espalhadas por Curitiba e Região Metropolitana, formando alunos desde a Educação Infantil, com o Acesso Kids, ao tradicional Pré-Vestibular. Em 2020, o Grupo Acesso recebeu o reconhecimento de ‘Escola com maior eficiência digital’, comparado com outras 34 escolas do Brasil, reafirmando o compromisso com o resultado na formação, aliado a inovação e o acolhimento aos alunos, principalmente durante as aulas remotas, sendo referência em termos de escola completa e humana.

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Ensino Remoto: "Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia"
Foto: Divulgação

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Desemprego e pandemia fazem aumentar a busca por cursos online

Com os altos índices de desemprego no país, muitas pessoas passaram a buscar por cursos onlines que os ajudem a se recolocar no mercado de trabalho, durante esta pandemia.

Em meio a pandemia e os altos índices de desemprego no país, a busca por especializações e cursos que façam a diferença no currículo e no desenvolvimento pessoal vêm crescendo. Por sua comodidade, valores mais baixos e acesso mais fácil, os cursos online estão se tornando a opção ideal para o brasileiro.

Buscando por qualificação curricular, muitos acabam optando por cursos no segmento de idiomas, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os cursos de idioma EAD (ensino à distância) cresceram 59% em 2020 e esses dados continuam sendo promissores para 2021. 

Segundo, Anna Carolyna Diniz, fundadora da BeFaster – School of English e criadora do método “Transforme o seu Inglês”, ao levar seu negócio para o online por conta da pandemia, suas aulas tiveram um aumento de busca e de alunos considerável. Hoje, Carolyna já conta com mais de 5 mil alunos em sua plataforma online e o número só cresce. 

“Muitos adultos me procuram buscando por um curso intensivo, no qual ele já consiga se desenvolver no inglês, muitas vezes porque o chefe está exigindo, ou, porque a vaga que ele procura exige o domínio da língua”, conta Carolyna.

De acordo com o IBGE a taxa de desemprego em 2020 chegou a 13,9%, dada a situação econômica do país e a crise por conta da pandemia de covid-19, os números para 2021 não devem ser muito melhores. 

A alta concorrência no mercado de trabalho, faz com que cada vez mais os profissionais busquem meios de se destacar através de cursos e certificações.

Desemprego e pandemia

Sobre Carolyna Diniz:

Fundadora da BeFaster – School of English, instrutora de língua Inglesa desde 2003 e criadora do método “Transforme o seu Inglês”.

Trabalhou em NYC como interprete auxiliando deficientes visuais brasileiros à adquirir cão guia nos Estados Unidos.

Master e Practitioner em PNL pela Sociedade Brasileira de Programação

Neurolinguística. Formada em Hipnose Ericksoniana e coach através da

Sociedade Brasileira de Coaching em 2016.

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/carolinadinizsoueu/

YOUTUBE: https://www.youtube.com/results?search_query=carol+diniz

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remoto

Confira os impactos do lockdown nos processos seletivos

Diferente de concursos e exames de certificação, processos não sofrerão congelamentos como em 2020 na avaliação do consultor Ronaldo Cerqueira; confira os impactos do lockdown nas seleções

Com o avanço do novo coronavírus e o colapso no sistema de saúde em diversos estados do Brasil, novos decretos de lockdown e toques de recolher estão sendo publicados com o objetivo de restringir a circulação de pessoas e conter os casos de Covid-19. Em consequência disso, empresas que oferecem serviços não essenciais precisam adequar suas operações e as estratégias de contratação de novos colaboradores.

A suspensão de concursos públicos, como os da Polícia Civil nos estados do Paraná e do Rio Grande do Norte, e das provas das certificações financeiras CPA-10, CPA-20, CEA e CGA, que seriam aplicadas pela Anbima em março, deixaram candidatos e profissionais em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho em estado de alerta.

Na avaliação de Ronaldo Cerqueira, consultor especialista em carreiras no mercado financeiro, as novas restrições terão um impacto menor sobre os processos seletivos do que tiveram no início da pandemia.

“Em 2020 vimos o congelamento de muitos processos seletivos, mas a tendência não deve se repetir perante os novos decretos publicados por Estados e Municípios. Tive conversas recentes com recrutadores e gestores de RH, e existe um consenso de que os processos em andamento ou programados para o primeiro semestre serão pouco influenciados”, diz o especialista.

Cerqueira acredita que a duração dos decretos que restringem a circulação de pessoas será menor do que a praticada entre os meses de março e agosto do ano passado e conta que não há previsão de cancelamentos de contratações. “Intensifiquei o contato com empresas que estão com vagas abertas, sobretudo as do mercado financeiro, e não há previsão de cancelamentos. O que pode ocorrer é o adiamento de processos seletivos que estão em vias de abertura, mas nada que vá arrefecer as oportunidades de contratação para quem vislumbra um trabalho no setor”.

A orientação do consultor para quem se interessou ou se candidatou a vagas recentemente é que entre em contato com o recrutador para se informar se haverá alguma interferência no processo por conta dos novos decretos de lockdown e toques de recolher.

“Este alinhamento é importante para garantir a transparência do processo e dar visibilidade aos candidatos quanto a possíveis alterações no prazo para aplicação à vaga, canal por onde será realizada a entrevista e quando a empresa dará o feedback sobre a contratação. A comunicação é essencial para que todos se sintam seguros em tempos de tantas incertezas”, indica Ronaldo Cerqueira.

LinkedIn em alta

A divulgação de vagas e seletivas de candidatos on-line se mostram como tendências que ganharam força durante a pandemia e que vieram para ficar. Se por um lado as vagas são anunciadas para um número maior de pessoas, por outro a competição entre os candidatos nunca esteve tão acirrada.

“Candidatos capacitados, bem-informados e imersos em suas áreas de interesse se destacam e têm mais chances de contratação, promoção e migração de carreira. Hoje a internet educa, prospecta e lança luz sobre os profissionais mais preparados”, ilustra Cerqueira.  

Sobre a divulgação de vagas, o especialista reforça o importante papel do LinkedIn e estimula que as pessoas priorizem a plataforma como canal para encontrar vagas e ampliar o networking. “Estabelecer contato com usuários que trabalham nas empresas de interesse e criar filtros para se aproximar das vagas desejadas são possibilidades de uso do LinkedIn, ampliam a visibilidade e as chances de colocação no mercado”, conclui.

Sobre Ronaldo Cerqueira

Confira os impactos do lockdown nos processos seletivos
Ronaldo Cerqueira Foto: Divulgação

Ronaldo Cerqueira é consultor especialista em carreiras no mercado financeiro e sócio da startup Eu Me Banco. Presta assessoria estratégica e personalizada para adequar profissionais ao perfil desejado pelo mercado, com vistas para melhor capacitação profissional e ascensão do plano de carreira.

Adquiriu amplo know-how nos 12 anos de trabalho nas áreas de projetos, produtos, compliance, atendimento e gestão comercial em instituições como os bancos Votorantin, Bradesco, Santander Itaú e Safra – onde seu último cargo foi como gerente de investimentos.

Com mais de 122 mil seguidores nas redes sociais (LinkedIn e Instagram), Ronaldo Cerqueira já impactou a carreira de mais de 10 mil assessorados, compartilhando seu conhecimento com clientes individuais e corporativos em mentorias, palestras, treinamentos e programas de formação. 


É graduado em Publicidade e Propaganda e Gestão Financeira, pós- graduado em Marketing e Comunicação Organizacional pela PUC-SP, MBA em Gestão de Projetos pela USP, formado em coaching pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, e coautor do livro “Carreiras no segmento financeiro: Como alcançar o tão sonhado emprego, desenvolver uma carreira de sucesso, se preparar para o futuro cada vez mais digital e competitivo”, ao lado da esposa, a bancária Fabiana Cerqueira, que desde 2006 atua em áreas estratégicas no Santander.

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pesquisa trabalho pandemia

PESQUISA: As 7 preocupações em relação ao impacto da COVID-19

Duas das situações mais estressantes na vida de uma pessoa são ter uma lesão ou doença grave e perder o emprego. Nas últimas semanas, a COVID-19 seguiu avançando em todo o mundo, causando mudanças profundas no nosso dia a dia. Em um estudo realizado pelo Indeed com 1.035 pessoas nos EUA, 68% relataram que fizeram algum ajuste no trabalho, emprego ou turno de trabalho devido ao coronavírus.

Esses desafios podem causar estresse, confusão e uma pressão significativa em milhões de pessoas. Mais da metade dos entrevistados na pesquisa disse que as melhores palavras para descrever como se sentiam em relação ao surto do vírus eram “preocupado”, “cauteloso” e “apreensivo”, entre outras.

Diante das circunstâncias, é natural buscar informações e tomar medidas para proteger a nós mesmos e a todos ao nosso redor. Neste artigo, vamos analisar como as pessoas estão se sentindo em diversas situações e oferecer maneiras de ajudar e dicas sobre como lidar com as mudanças na sua vida durante a COVID-19.

Lidando com o impacto da COVID-19

Na nossa pesquisa recente, 81% dos entrevistados disseram que acompanham notícias sobre a COVID-19 no mínimo diariamente, e 73% consideraram que o coronavírus é uma ameaça real. Muitas países estão adotando o distanciamento social e a quarentena e criando regras sobre como essas medidas devem ser adotadas.

A principal preocupação relacionada à COVID-19 é sofrer um abalo financeiro (35%). Entre outras, estão:

  • Cuidar de entes queridos (27%);
  • Contrair a COVID-19 no local de trabalho (26%);
  • Ser demitido (26%);
  • Disseminar a COVID-19 no local de trabalho (25%);
  • Manter a saúde mental (22%);
  • Desafios de trabalhar em casa (19%);
  • Conseguir cuidar dos filhos (16%).

Considerando todas essas circunstâncias no contexto da Hierarquia de necessidades de Maslow, estamos vivenciando uma mudança significativa na forma como gastamos nosso tempo e energia para fazer o que é melhor para a nossa saúde e segurança, assim como a de nossa família. Essa mudança de prioridades é normal e saudável. A pergunta que surge é: quais são as melhores atitudes a tomar para lidar com essas questões?

Abaixo, vamos abordar alguns desses tópicos, incluindo dicas e formas de ajudar outras pessoas que você conhece e que podem estar passando por alguma dessas situações.

Se você teve alguma perda de trabalho

Uma perda de trabalho pode incluir ser demitido, ter suas horas ou turnos reduzidos ou precisar tirar alguns dias de folga não remunerados devido ao próprio coronavírus ou ao impacto causado por ele (como filhos fora da escola, por exemplo). Quando questionadas sobre o impacto do coronavírus, 36% das pessoas disseram que teria um efeito muito ou um tanto negativo no trabalho, e 75% disseram que sentiam que os impactos do vírus durariam até seis meses para elas. Os participantes da pesquisa disseram que o impacto mais preocupante está relacionado às questões financeiras (salários reduzidos, menos trabalho por contrato, menor número de dias de folga remunerados).

Perda de trabalho pode ser extremamente desgastante, especialmente em um momento no qual as empresas estão avaliando a situação financeira em que se encontram e podem estar pensando nas contratações de forma mais cautelosa. Embora algumas coisas possam estar fora do seu controle, certamente existem medidas que você pode adotar nessa situação. Veja o que você pode fazer:

  • Solicitar os benefícios para desempregados. Informe-se sobre como solicitar esse benefício se ele já estiver disponível. Além disso, o governo federal está adotando medidas para oferecer auxílios emergenciais relacionados à COVID-19 para trabalhadores formais e informais.
  • Procurar recursos para trabalhadores. Muitas organizações e governos locais estão oferecendo recursos para pessoas que sofreram algum prejuízo no trabalho relacionado à COVID-19.
  • Falar com sua rede de contatos. Use suas conexões, incluindo amigos, familiares, empresas onde já trabalhou, mentores e plataformas de networking profissionais, para verificar que tipos de oportunidade existem. Nunca se sabe o que as pessoas podem oferecer.
  • Reservar um tempo para fazer pesquisas de emprego. Além de você ter várias outras responsabilidades durante este período, procurar um emprego por si só pode parecer um trabalho em tempo integral. Programe um horário para sua busca de emprego e tente minimizar as distrações durante esse tempo.
  • Definir objetivos para as inscrições em vagas. Estabelecer metas de inscrição diárias ou semanais pode ajudar a manter sua motivação. Celebre de alguma forma quando atingir o número de inscrições em vagas estabelecido. Durante este período, pode ser útil complementar com algum trabalho remoto em tempo integral ou de meio período.
  • Procurar vagas abertas no momento em função da COVID-19. O avanço do coronavírus também causou ou revelou a escassez de determinados talentos, especialmente em trabalhos como almoxarifados, entrega de pedidos, compras de mercado ou comida, atendentes de mercado e profissionais da saúde (enfermeiros, especificamente).

Se você já estiver em busca de emprego ou quiser mudar de emprego

  • Prepare-se para uma entrevista virtual. Muitas empresas continuam contratando, mas provavelmente marcarão uma entrevista virtual ou por telefone em vez de uma entrevista presencial.
  • Seja paciente. Se você não estiver obtendo respostas das empresas, não desista e continue se candidatando. Lembre-se de adaptar seu currículo e carta de apresentação a cada vaga e candidatar-se a cargos alinhados à sua experiência e conhecimento.
  • Considere complementar sua renda com um trabalho remoto. Buscar trabalhos secundários feitos em casa poderá ajudar nisso caso leve mais tempo do que o esperado até você encontrar o emprego certo.

Se você estiver trabalhando em casa

Cerca de 36% dos participantes da nossa pesquisa disseram que podem ou talvez consigam trabalhar em casa neste período. Embora existam vários benefícios, pode ser difícil se adaptar a trabalhar em casa. Para se manter produtivo, tente:

  • Organizar um espaço de trabalho definido, de preferência em um local silencioso com o mínimo de distrações;
  • Estabelecer limites com as pessoas que moram com você, informando seus horários e períodos de “não perturbe”;
  • Fazer pausas programadas regularmente e desligar o computador em um horário determinado todos os dias;
  • Informar o horário de trabalho ao chefe e aos colegas, bem como definir expectativas em relação a prazos estipulados, de acordo com a sua situação.

No total, 54% dos participantes da nossa pesquisa afirmaram ter filhos, e 36% disseram que podem ou talvez consigam trabalhar em casa. Como várias escolas fecharam ou passaram a dar aulas virtuais em função do coronavírus, agora há muitas pessoas que precisam trabalhar em casa e cuidar dos filhos ao mesmo tempo. Para obter dicas sobre como trabalhar em casa nesse cenário, visite Guia para os pais sobre como trabalhar em casa com os filhos.

Se você não puder trabalhar em casa

Dos participantes da nossa pesquisa, aproximadamente 46% disseram que não podem trabalhar em casa. Há muitos trabalhos essenciais que precisam ser feitos, especialmente agora, por pessoas que não podem realizá-los em casa. Isso pode incluir balconistas de mercado, profissionais de restaurante, atendentes de loja, mecânicos de oficina e profissionais da saúde, entre outros.

Se você não puder trabalhar em casa, converse com seu chefe para determinar as melhores opções para que você possa manter sua saúde caso necessite interagir com outras pessoas. Verifique a política do seu trabalho em relação à licença médica e fale com a sua empresa sobre mudanças nessa política em função da COVID-19.

Como ajudar outras pessoas

Quando questionados se sentiam que o surto de coronavírus estava unindo mais as pessoas, o total de 42% dos participantes concordaram. Reservar um tempo para praticar a paciência e a empatia conosco e com aqueles à nossa volta ajudará a enfrentar a COVID-19 e a viver melhor. As pessoas podem estar passando por inúmeras situações. Por isso, é importante que façamos o nosso melhor para cuidar de nós mesmos e da nossa comunidade.

A atitude mais útil e eficaz que você pode ter é pôr em prática o distanciamento social e outras regras de prevenção definidas pelos governos local e federal. Fazer isso diminuirá o avanço da COVID-19 e reduzirá o impacto dela em todos os aspectos.

Para ajudar de outras formas, se possível, considere:

  • Fazer doações para organizações que estão arrecadando fundos para setores altamente impactados, como hospitalidade e serviço de alimentação.
  • Fazer doações para bancos de alimentos locais.
  • Compartilhar oportunidades de trabalho com as pessoas da sua rede de contatos que foram afetadas.
  • Conectar-se virtualmente com sua família e amigos através de chamadas de vídeo, discussões em grupo e outros fóruns online. Essas são formas de oferecer apoio um ao outro mesmo quando não é possível estar junto fisicamente.
educação na pandemia covid-19

Especialistas avaliam que 2020 não foi um ano perdido

Volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira

Durante a pandemia causada pela Covid-19, em que as pessoas precisaram se recolher dentro de casa, um triste cenário se repetiu por todo o país: portões das escolas fechados e alunos distantes das salas de aulas. E não foi apenas uma cena para se gravar na memória, mas um fato que marcou profundamente a história do ensino no Brasil, com consequências que podem demorar alguns anos para serem revertidas.

Por isso, a volta às aulas em formato presencial é um momento bastante aguardado pela população brasileira. Há alguns meses, o Governo Federal, entidades de educação, secretárias estaduais e municipais debatem o assunto para definir a melhor forma de realizar essa retomada às aulas.

Um exemplo de medida adota em favor desse retorno, foi o investimento feito pelo Ministério da Educação para as escolas públicas por todo o país com um valor total de R$ 454 milhões para aquisição de materiais e insumos necessários para prevenir a transmissão da Covid-19 entre estudantes e profissionais da rede básica.

Para Cecilia Motta, que é secretária de Educação do Mato Grosso do Sul e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ainda há muitos debates e ações a serem desempenhados para que a educação no Brasil possa se reestruturar, uma vez que a pandemia da Covid-19 alargou as desigualdades entre a qualidade de ensino e oportunidade entre os estudantes.

“A diversidade já existe, a pandemia só escancarou isso. Quem não teve tecnologia para estudar, na verdade é porque já não tinha antes mesmo, tinha menos condições. Quer dizer que a desigualdade social, que já existia, aumentou nesse momento. Mas eu gostaria de destacar o esforço dos professores, diretores e coordenadores que nos surpreenderam com sua criatividade e sua garra, fazendo com que o aluno perdesse o mínimo possível, fazendo com que os impactos [da pandemia] fossem o menor possível”, destacou Motta.

Mesmo considerando que os impactos da pandemia de Covid-19 no ensino brasileiro possam perdurar por alguns anos, a reinvenção na forma de ensinar fez com que 2020 não fosse um ano perdido para os mais de 36 milhões de alunos espalhados por quase 117 mil escolas pelo país. E é isso o que afirma o coordenador de projeto do Todos Pela Educação, Ivan Gontijo.

“A gente teve uma mobilização muito grande das secretarias [de educação], dos professores, dos diretores, dos estudantes para a educação não parar, para a gente conseguir migrar para o ensino remoto. Lógico, o ensino remoto não chegou para todo mundo, mas eu acho que a educação não parou. Então, eu não diria que esse foi um ano perdido, mas foi o ano mais difícil da história da educação básica. A questão é que dizer que não foi o ano perdido não significa a gente não reconhecer todos os impactos que esse ano teve”, afirmou Gontijo.

O Todos pela Educação é uma organização sem fins lucrativos suprapartidária e independente, composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à educação básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022 – ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil.

Já o Conselho Nacional de Secretários de Educação é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, que reúne as Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal. Seu objetivo é promover a integração das redes estaduais de educação e intensificar a participação dos estados nos processos decisórios das políticas nacionais, além de promover o regime de colaboração entre as unidades federativas para o desenvolvimento da escola pública.

Fonte: Brasil 61

Mudança na CLT propõe mesma regra do presencial e home office

De acordo com as regras atuais, a jornada de oito horas e o descanso mínimo de 11 horas entre duas jornadas não se aplicam ao trabalho remoto

Um Projeto de Lei apresentado na Câmara dos Deputados prevê que a jornada de trabalho no regime de home office atenda às mesmas normas do trabalho presencial, preconizadas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). De acordo com as regras atuais, a jornada de oito horas e o descanso mínimo de 11 horas entre duas jornadas não se aplicam ao trabalho remoto. 

O PL 4831/20, que tem autoria do deputado João Daniel (PT/SE), também acrescenta novos dispositivos à legislação atual, como permitir as atividades durante o intervalo entre jornadas. Mas para isso será necessário um acordo entre o empregador e o empregado. As atividades seriam computadas como tempo de serviço, com garantia de hora-extra. 

Em outro ponto que alteraria o artigo 75-C da CLT, o texto propõe que a comunicação entre o trabalhador e o empregador por meio de quaisquer plataformas, programas, aplicativos ou redes sociais para tratar de trabalho e em horário fora da jornada, deverá, também, ser computada como tempo de serviço, com garantia de hora-extra. 

O deputado justificou a apresentação do projeto apontando “ampliação não apenas da intensidade de trabalho”, como “aumento da jornada informal”. Além disso, o parlamentar diz que “instrumentos particulares, como redes sociais e aplicativos de uso exclusivo pessoal viraram extensão do trabalho, sem respeito à privacidade, jornada ou garantias trabalhistas.”

Para o advogado trabalhista Fábio Ferraz dos Passos, o projeto traz algumas falhas. “Ele me parece um pouco inócuo e tem pouca serventia. A aplicação da limitação da jornada de trabalho conforme a presencial já é prevista na Constituição, que limita a jornada em oito horas de trabalho e que tudo o que passar esse limite deve ser compensado devidamente”, critica. 

Arte: Brasil 61

Custos

O projeto de lei também estabelece que os empregadores passam a ser responsáveis pela aquisição, manutenção ou fornecimento dos equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada à prestação do trabalho remoto e pelo reembolso de despesas com as quais o funcionário arcou para trabalhar. De acordo com a CLT, a responsabilidade sobre os custos da infraestrutura necessária para o teletrabalho deve estar prevista em contrato de trabalho. 

Passos também acredita que a proposta poderia ser mais abrangente e que deixa de especificar pontos importantes, como a fiscalização. “Quem é que vai fiscalizar o ambiente de trabalho? O ambiente em que o teletrabalho é realizado é adequado, a cadeira é ergonômica, a mesa é interessante, a conexão é boa ou trabalha em péssimas condições? Tudo isso não foi abordado, infelizmente”, avalia.   

Luís Otávio Camargo Pinto, presidente da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades, avalia que os custos com despesas por causa do teletrabalho para os funcionários são compensados, em parte, pela economia com o deslocamento casa-trabalho que era feito. No entanto, ele entende que as empresas devem buscar acordos para equilibrar essa relação.  

“Se o colaborador, tinha uma despesa isso passou a crescer com o home office, o bom senso pede que as empresas estabeleçam junto com seus funcionários, custeando parte desse acréscimo, seja na utilização do telefone, da banda larga ou conta de luz”, exemplifica. 

Benefícios

Para Camargo Pinto, este tipo de regime de trabalho veio para ficar definitivamente. A expectativa dele é de que o número de trabalhadores em home office no país salte para cerca de 20 milhões nos próximos anos. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), até a primeira semana de setembro, esse número era de 8,3 milhões. 

Ele acredita que além da economia do governo e das empresas privadas com a adoção do teletrabalho, há muitas outras vantagens para todos os envolvidos. “O teletrabalho é uma forma de atrair e reter talentos. Pesquisas também estão demonstrando a melhoria da produtividade. Outro benefício é a qualidade de vida, porque profissionais que antes demandavam até três horas [para se deslocar ao trabalho], esse benefício veio para ficar. E mais um benefício, para o meio ambiente, com menos carros nas ruas e menos emissão de CO2”, elenca. 

Uma pesquisa do DataSenado apontou que 41% dos entrevistados que trabalham em casa relataram maior produtividade do que no modelo laboral tradicional, de ida a um escritório, por exemplo. Outros 38% alegaram que o desempenho não se alterou, ante 19% que sentiram queda no rendimento. 

Economia

Um dos grandes pontos apontados pelos defensores do teletrabalho é a economia que isso gera aos cofres públicos e ao caixa das empresas. O Governo Federal, por exemplo, divulgou que, entre abril e setembro, economizou cerca de R$ 1 bilhão graças ao home office. A redução de custos mais significativa ocorreu com diárias, passagens e despesas com locomoção, cerca de R$ 471 milhões. 

Outro Executivo que publicou um balanço da economia com o teletrabalho foi o governo de Goiás. Ao todo, o estado conseguiu economizar mais de R$ 83 milhões com despesas de custeio entre abril e agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado. 

Fonte: Brasil 61

vagas plataforma virtual ribeirão

Ribeirão Pires tem 54 vagas abertas em plataformas virtuais

Acesso a vagas são oferecidas pelo Portal e aplicativo do Governo Federal, além de outros serviços.

Moradores que buscam colocação ou recolocação no mercado de trabalho contam com plataformas virtuais para manter a busca por oportunidades de emprego. O cadastro em seletivas pode ser feito por meio do portal Emprega Brasil, do Governo Federal – empregabrasil.mte.gov.br.

Nessa semana, o portal disponibiliza 54 vagas em seletivas de emprego. Entre as oportunidades estão 15 vagas para recepcionista atendente, 15 vagas para vendedor interno, 5 vagas para mecânico de manutenção de máquinas em geral, 5 para mecânico montador, entre outras. Para conhecer os requisitos e saber como participar do processo seletivo é preciso acessar o portal.

Além do acesso ao cadastro de vagas em seletivas de emprego, o portal Emprega Brasil também oferece serviços de entrada no Seguro Desemprego e no processo de emissão da Carteira de Trabalho Digital, entre outros.

As vagas também podem ser verificadas pelo aplicativo Sine Fácil, disponível para dispositivos tablets ou celulares com sistema Android e IOS. A ferramenta permite que o usuário encontre, de forma prática e rápida, vagas ideais ao seu perfil, agendando entrevistas, entre outros serviços.

Mais informações, orientações e agendamento de atendimento presencial podem ser obtidas junto ao PAT – Posto de Atendimento ao Trabalhador de Ribeirão Pires pelo telefone 4824-4282, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30.

Vagas disponíveis:

Ajudante de confecção – 1 vagas
Auxiliar administrativo – 1 vagas
Consultor de vendas – 4 vagas
Costureira em geral – 1 vagas
Mecânico de manutenção de máquinas em geral – 5 vagas
Mecânico montador – 5 vagas
Operador de caixa – 1 vaga
Operador de empilhadeira – 1 vaga
Recepcionista atendente – 15 vagas
Técnico de refrigeração (instalação) – 5 vagas
Vendedor interno – 15 vagas
Vendedor porta a porta – 2 vagas

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