Arquivo da tag: diversidade

Carrefour contrata pessoas com deficiência em todo o Brasil

O Carrefour fará entre os dias 23 e 27 de agosto ação especial, e contrata pessoas com deficiência em todo o país. A empresa tem focado suas iniciativas para a inclusão profissional de pessoas de grupos minorizados. Serão oferecidas vagas para recepcionista de caixa, repositor, agente de fiscalização, auxiliar de perecíveis, açougueiro, padeiro, peixeiro, frentista, entre outros

Vagas de hoje 18 de março 2021

Pensando em mudar de carreira ou se preparar melhor para entrevistas de emprego? Conheça a RC Locus, referência em Recrutamento & Seleção, em todos os níveis.

Assim como a Semana D, o Carrefour também conta com várias iniciativas para o público de pessoas com deficiência. Desta forma, O Dia Nacional da Pessoa com Deficiência, em setembro, é marcado por ações específicas nas unidades da rede de supermercados.

As oportunidades são para todo o Brasil, variando as cargas horárias de acordo com a função e local. Os contratados terão os benefícios de Refeição no Local, Cartão Carrefour, Participação nos Lucros e Resultados, Descontos em Produtos, Seguro de Vida, Previdência Privada, Assistência Odontológica e Assistência Médica.

Como se candidatar?

O processo seletivo será todo à distância, menos a entrevista com o gestor, esta será presencial para que o candidato possa conhecer a unidade e se inteirar sobre a função que será desenvolvida no trabalho. As inscrições acontecerão entre os dias 23 e 27 de agosto no recrutamento oficial do Carrefour no 99jobs, clique aqui.

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

Conheça todos nossos canais (Whatsapp, Telegram, Facebook, Buscador): https://jornalgrandeabc.com/inicio/nossas-redes-sociais/

Mais Vagas no Grande ABC

Gostou “Carrefour contrata pessoas com deficiência em todo o Brasil”?

Carrefour contrata pessoas com deficiência em todo o Brasil

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email assim que estiverem online em nosso site. Aproveite e leia sobre Carreiras e Trabalho, com os ensinamentos de Rogério de Caro. Veja também as Últimas Notícias. Conheça nosso site para o Rio de Janeiro, o Jornal Grande Rio.

Junte-se a 2.645 outros assinantes

Inclusão e diversidade: 57% dos profissionais negros levam em conta para escolher empresa para trabalhar

Segundo o último censo do IBGE, 54% da população no Brasil é negra. No entanto, ainda são poucas as empresas brasileiras que focam em atrair esses talentos. Em parceria com o Instituto Guetto, o Indeed, site número 1 de empregos no mundo, realizou uma pesquisa com 245 profissionais negros para entender suas percepções sobre o mercado de trabalho atual no Brasil, com relação a fatores, como inclusão e diversidade, e outros.

Segundo a pesquisa, 17% dos profissionais declararam já ter mudado de emprego por conta de práticas racistas nas empresas. Ainda, 44.5% dos profissionais consideraria trocar de emprego se sofresse ou presenciasse discriminação racial. De acordo com dados do IBGE, em 2020 o desemprego entre negros no Brasil foi 71% maior do que entre brancos.

Para Vitor Del Rey, presidente do Instituto Guetto, os dados refletem que as empresas precisam  abordar essas questões internamente e se esforçar para aumentar o senso de pertencimento de seus colaboradores, o que vai afetar diretamente a retenção de talentos. “O racismo é um grande desafio no processo de contratação e na vivência corporativa. A discriminação contra pessoas negras e pardas aparece de várias formas no dia a dia da empresa, mas começa já nos processos de seleção e promoção de vagas”, afirma.

“É necessário que as empresas fomentem uma cultura aberta às pessoas negras a partir de uma educação racial do setor de RH e com os demais funcionários da empresa. Os profissionais negros precisam se sentir respeitados, ouvidos, pertencentes e capacitados na instituição desde o processo de seleção até cargos de prestígio”. Para Del Rey, as empresas perdem por não investir em políticas internas de RH para integração e inclusão desses profissionais.

Como as empresas podem promover diversidade? 

Segundo os dados do Indeed, é possível destacar algumas ações que as empresas podem considerar para promover a diversidade racial. 72% dos profissionais entrevistados acreditam que as empresas deveriam ter funcionários negros atuando diretamente no processo de recrutamento e seleção, para serem mais inclusivos com esses profissionais durante todo o processo. Além disso, 65% entende que a participação de profissionais negros em processos decisórios e tomada de decisão ajuda a empresa a se tornar mais inclusiva. 

Para mudar o cenário de discriminação nos processos de contratação, 34% dos profissionais entrevistados acreditam que processos seletivos só para negros são eficazes para o aproveitamento de talentos de pessoas negras de uma maneira mais inclusiva. Apesar de gerar controvérsias, a medida é importante por reconhecer o racismo histórico no Brasil e um esforço para tentar repará-lo. 

Atualmente o preconceito racial está presente, por exemplo, quando profissionais negros, mesmo quando ocupam os mesmos cargos, ganham 30% a menos que os brancos, segundo o IBGE. Ainda de acordo com a pesquisa do Indeed, após salários, benefícios e crescimento profissional, o fator decisivo para 57% dos profissionais negros entrevistados ao escolherem a empresa que querem trabalhar é o nível de engajamento da organização com a inclusão e diversidade. 

Metodologia da pesquisa 

Todas as porcentagens apresentadas são dados coletados da pesquisa conduzida pelo Indeed em colaboração com o Instituto Guetto em março de 2021. Através de entrevistas em um painel online com 245 profissionais negros, a pesquisa buscou entender suas percepções sobre o mercado de trabalho atual no Brasil, desde a busca por empresas até suas vivências dentro delas e o impacto em suas carreiras. 

Sobre o Indeed

Mais pessoas encontram empregos no Indeed do que em qualquer outro lugar. O Indeed é o site de empregos nº1 do mundo e permite que os candidatos pesquisem milhões de empregos na web ou em dispositivos móveis em mais de 60 países e 28 idiomas. Mais de 250 milhões de pessoas procuram empregos, publicam currículos e pesquisam empresas no Indeed.4 Para mais informações, visite indeed.com.br 

Mais notícias do Grande ABC

Gostou “Inclusão e diversidade: 57% dos profissionais negros levam em conta para escolher empresa para trabalhar”?

Inclusão e diversidade

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email assim que estiverem online em nosso site. Aproveite e leia sobre Carreiras e Trabalho, com os ensinamentos de Rogério de Caro. Veja também as Últimas Notícias. Visite e conheça o nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 2.645 outros assinantes

Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino

Considerado o maior brainstorming de inovação e empreendedorismo da América Latina, o Gramado Summit trouxe o empreendedorismo feminino para o debate no mundo dos negócios. Divididos em três palcos, o evento apresentou falas inspiradoras que abordaram temas como feminismo, diversidade, inclusão e racismo, além das tradicionais falas sobre tecnologia, inovação e futuro. O evento, que ocorreu de forma presencial com uma autorização especial do Governo do Rio Grande do Sul, que estabeleceu uma série de protocolos sanitários, aconteceu entre os dias 5 e 7 de maio, no Serra Park, em Gramado/RS.

Um dos palcos, comandado pelo coletivo Minas de Propósito, foi dedicado às mulheres. Foi lá que aconteceu a palestra de Roberta Ramos, jornalista e multi empreendedora. Com o título “Visceral: amor, propósito, verdade e liderança”, ela abordou o momento oportuno e necessário para o empreendedorismo de impacto conectando a história à sua jornada de desenvolvimento pessoal. Tendo trabalhado por 12 anos na Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Roberta conquistou espaço em um meio tradicionalmente machista, onde a mulher é vista como consumidora, mas são os homens que tocam os negócios. Foi de analista de Marketing à gestora de Projetos da entidade, um cargo de diretoria. Rodeada por homens, acabou os inspirando e tornando o setor um dos mais abertos a lideranças femininas no Brasil – conforme levantamento da própria entidade, 33% dos cargos de direção das empresas de calçados são de mulheres, número baixo, mas que está acima da média nacional, de 25%.

Projetos especiais
No final de 2019, Roberta deixou a Abicalçados para fundar a Îande Projetos Especiais. “Era o momento de usar meu conhecimento, minha experiência e mesmo a visibilidade que eu havia alcançado para gerar impacto. A Îandé, que em tupi-guarani significa “nós”, nasce do desejo de unir pessoas, com seus talentos e habilidades, para o desenvolvimento de projetos do bem, que tragam resultados positivos para a sociedade”, destacou Roberta. A Îande Projetos Especiais (www.iandeprojetos.com.br) já conta com clientes de peso, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Zextec Consultoria Empresarial, o Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais, a White Rabbit, entre outros.

O evento
Ocorrendo desde 2017, com uma interrupção em 2020 em função das restrições sanitárias impostas pela pandemia do novo coronavírus, o Gramado Summit se tornou o principal evento de empreendedorismo e inovação da América Latina, trazendo todos os anos nomes importantes do mundo dos negócios. Com a adoção de rígidos protocolos de segurança sanitária, como distanciamento entre cadeiras, obrigatoriedade de uso de máscaras – inclusive por parte dos palestrantes – e esterilização com álcool 70% de forma constante, o evento híbrido de 2021- algumas palestras foram digitais – provocou o mundo dos negócios rumo à revolução do ecossistema do empreendedorismo.

Gostou da nossa matéria “Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino“?

Gramado Summit: tecnologia, inovação e empreendedorismo feminino

Assine nossa Newsletter e receba nossas publicações em seu email, fique ligado nas notícias e matérias do jornal assim que estiverem online. Então, aproveite e leia as Últimas Notícias. Conheça nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 2.645 outros assinantes

Livro apresenta nova geração de escritoras negras brasileiras

Resultado do ciclo de formação de escrita da FLUP, a edição apresenta 180 mulheres e trabalhos orientados por nomes como Ana Paula Lisboa, Itamar Vieira Junior e Eliana Alves. Confira sobre a nova geração de escritoras negras brasileiras.

Mais de 500 mulheres se inscreveram para participar do processo de formação de escrita organizado pela Festa Literária das Periferias – FLUP em 2020, dedicado à obra de Carolina Maria de Jesus. Esta edição do projeto FLUP Pensa, Uma revolução chamada Carolina, foi destinada exclusivamente a mulheres autodeclaradas negras, o primeiro em formato digital por causa da pandemia, e tinha como objetivo celebrar os 60 anos de publicação de Quarto de Despejo.

Dos 15 encontros semanais com personalidades poderosas e inspiradoras, como Conceição Evaristo, Zezé Motta, Preta Rara e Erica Malunguinho, e do trabalho de orientação de nomes fortes da literatura brasileira, como Alexandre Faria, Ana Paula Lisboa, Cristiane Costa, Eduardo Coelho, Eliana Alves Cruz, Fred Coelho, Itamar Vieira Jr. e Milena Britto, surgiu Carolinas – a nova geração de escritoras negras brasileiras, livro organizado por Julio Ludemir, cofundador da FLUP, que a Bazar do Tempo lança, em abril.

São mais de duzentos textos divididos em oito partes – cada uma organizada por um orientador – que transitam entre conto, crônica, diário e relato autobiográfico. O livro ainda traz textos de Conceição Evaristo na quarta capa; apresentação de Fernanda Miranda, professora e autora de Silêncios Prescritos; de Fernanda Felisberto, professora de literatura brasileira na UFRJ/Nova Iguaçu e mestre na obra de Carolina Maria de Jesus, na orelha; e ilustrações de Thais Linhares ao longo de todo o livro. As autoras presentes nessa coletânea estão espalhadas por todo o país, assim como na África e até mesmo na França – o que amplia ainda mais o diálogo com as favelas cariocas onde a FLUP vem trabalhando há dez anos.

“Este livro é um daqueles raros casos de uma obra que fala muito mais para o futuro do que para o presente. Os quase 200 textos revelam uma geração de escritoras que impactarão o país com a mesma amplitude com que a juventude preta mudou o cotidiano das universidades brasileiras, em seguida à implantação da política de cotas. Está longe de ser um devaneio afirmar que não menos de 30 dessas mulheres farão carreiras relevantes no mercado editorial na década que ora se inicia”, escreve Julio Ludemir no prólogo do livro.

Ainda no texto, Ludemir destaca também outro fator importante sobre as escritoras: “Chamou nossa atenção a escolaridade das mulheres que atenderam nossa convocação nos primeiros dias da pandemia que paralisou o mundo em 2020: nada menos que 38% delas tinham o título de mestre ou doutora e 40% já eram formadas”.

O ciclo de formação contou também com a participação de vinte catadoras ligadas às cooperativas de reciclagem do ABC paulista. Sob orientação de Eduardo Coelho, as oficinas partiram dos relatos de seus percursos biográficos para mapear os desejos, bem como enredos e técnicas de narrativas. Coelho ressalta em seu texto que “a leitura e a audição de trechos do Quarto de Despejo consistiram num recurso fundamental para que elas se sentissem autorizadas a produzir seus textos e contações de histórias. Por outro lado, o desenvolvimento de suas próprias narrativas foi levando as catadoras a se reconhecerem e se perceberem de outras formas, naquilo que elas caracterizaram, por fim, como um processo ‘terapêutico’. Em outras palavras, as oficinas se tornaram um meio de elas passarem suas vidas a limpo, atribuindo novos sentidos aos seus percursos biográficos, além de reconhecerem nesse processo uma possibilidade comovente de ensino e aprendizagem”.

O livro marca os dez anos de atuação da FLUP nas favelas cariocas, de onde surgiram nomes que ganharam destaque nacional, como Geovani Martins, cujo livro de estreia foi lançado em mais de 20 países; Ana Paula Lisboa, colunista do jornal O Globo e orientadora desta edição da FLUP Pensa, e a cineasta Yasmin Thayná .

Para celebrar o lançamento do livro, estão previstos três eventos virtuais, cada um em parceria com uma livraria independente: uma do Rio de Janeiro, outra de Salvador e de Porto Alegre.

Livro apresenta nova geração de escritoras negras brasileiras

Livro: Carolinas – a nova geração de escritoras negras brasileiras
Autor: Várias autoras
Organização: Julio Ludemir
Número de páginas: 548
Ano de publicação: 2021
Valor: R$ 60,00

Gostou de “Livro apresenta nova geração de escritoras negras brasileiras?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Confira mais em Caderno Cultural. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 2.645 outros assinantes

Apenas 5% das startups são fundadas por mulheres, aponta pesquisa

Dados da Pesquisa Female Founders Report, conduzida pelo Distrito, na qual aborda startups fundadas por mulheres, será pauta do painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, no Fintouch, maior evento da ABFintechs

Segundo pesquisa realizada pelo Distrito em parceria com a B2MAMY e Endevor, 4,7% das startups são fundadas exclusivamente por mulheres, enquanto 5,1% são co-fundadas por mulheres (fundação mista entre mulheres e homens). Do outro lado, o número de empresas com apenas fundadores homens é quase 20 vezes maior – mais de 90% das startups no Brasil ainda são fundadas apenas por homens. Ao olhar especificamente para o número de mulheres negras nesse ecossistema, o dado é ainda menor, apenas 19%.

A urgência do debate será pautada durante o Fintouch, maior evento no calendário da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) e o maior do Brasil focado em fintechs. O painel “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social” será liderado por Fernanda Ribeiro, Líder de Diversidade na AbFintech, Presidente na Afrobusiness Brasil e Co-fundadora da Conta Black, além de Lilian Natal, do  Distrito, Dani Junco, da B2MAMY e Anita Fiori , do BID. 

“Precisamos bater na tecla da diversidade como inclusão social e estratégia de negócios. Afinal, ao não investirem em negócios liderados por mulheres, em especial, as negras, todos perdem a chance de ter um portfólio diverso e com altíssimo potencial de ganhos, inovação e sustentabilidade”, aponta Fernanda Ribeiro. 

Negócios de impacto social são repletos de inovação, escalabilidade e lucratividade. Um exemplo disto está na própria Conta Black, fundada pela executiva, que é uma comunidade financeira que se propõe em resolver o desafio da desbancarização e consequentemente a exclusão financeira. Ambas responsáveis pela desigualdade social.

“Precisamos iniciar de imediato uma jornada de inclusão, a partir da diversificação de investimentos e inclusão de mulheres em boardings e conselhos. Tenho esperança de que o atual momento possibilite uma reflexão mais profunda, que leve por fim, a uma transformação desse cenário”, reforça. 

Fintouch

Com o tema “Vamos encontrar juntos as respostas para os desafios das fintechs em 2021 e 2022?”, a programação do Fintouch 2021 contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro, marcado para os dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, e acontecerá pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, o evento abordará assuntos para além do painel sobre “Diversidade e Impacto Social: Oportunidades financeiras e de transformação social”, tais como Tokenização de Ativos; CBDC, Stablecoins e Corporate Coins; Open Finance; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; Regulação; Como se conectar com Organizações Internacionais para captar investimentos e Parcerias fora do Brasil; dentre outros. Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Sobre a ABFintechs

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), fundada em 2016 por empreendedores de quatro fintechs, possui cerca de 400 associadas e tem como missão garantir que o maior número possível de Fintechs se tornem realidade como negócio, além de fazer do Brasil uma referência em inovação no setor financeiro, passando a ser um fornecedor para o mundo de inovação disruptiva em finanças.

Com importante papel no desenvolvimento de questões regulatórias, a Associação realiza um trabalho próximo a Agências Reguladoras e Autarquias como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (BCB), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ministério da Economia, dentre outras, com importantes conquistas alcançadas até o momento como a Instrução CVM 588Resolução 4656 do BC e Sandbox regulatório. Conta com representantes no Comitê Nacional de Iniciativas de Apoio a Startups, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, foi indicado como órgão oficial na estrutura de governança do Open Banking no Banco Central.

Gostou de “Apenas 5% das startups são fundadas por mulheres, aponta pesquisa?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais em nosso Caderno Cultural. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 2.645 outros assinantes