Psicose Ambientalista – Verdades Inconvenientes

A resenha de “Psicose Ambientalista – Verdades Inconvenientes” é de autoria de Fito

Dom Bertrand de Orleans e Bragança premiou o Brasil com uma obra simples, embora extremamente lastreada em fatos, na qual demonstra as falácias ambientalistas que se vê na “velha mídia”. Inclusive acusa a criação de uma religião ambientalista anticristã por parte de grupos metacapitalistas.

Em duas partes, a primeira parte do livro demonstra como uma controvérsia mundial expôs fraudes e fragilidades do ambientalismo. Até mesmo violência e morte é utilizada para calar vozes que discordam do ambientalismo. A segunda parte trata das contradições do ambientalismo, centrado no Brasil.

O ambientalismo, pelo autor, tem relação imediata com o comunismo, enquanto ideologia e cultura, e não somente enquanto somente sistema político. Esse comunismo remete ao comunismo russo-chinês, que é atualmente um dos três grupos
globalistas em conflito para dominar o mundo.

Não é à toa que vemos que toda a esquerda mundial, unida, tem um discurso ambientalista destrutivo e vazio, sem qualquer parâmetro lógico ou racional, Utilizam
o termo “sustentabilidade” para justificar qualquer irracionalidade, qualquer comportamento absurdo.

Com a pretensão de salvar o meio ambiente, ataca-se o Brasil e os EUA, mas “esquecem” do maior poluidor do planeta, como a China. Acredita-se que sozinha, já matou mais de trinta milhões de pessoas com sua poluição, principalmente queima de carvão mineral, um dos maiores poluentes do mundo, no que se refere à produção de energia.

No entanto, ambientalismo não é ecologia. É política. Utilizando dinheiro e/ou ameaças, a China é “esquecida” no momento das estatísticas, de modo que continua passando incólume pelo olho dos abutres ecológicos. Uma falsa afetação de virtude, como diz Guilherme Fiúza, é o que mais aparece nesses momentos.

Inclusive, temos uma epidemia de falsa afetação de virtude. Cria-se falsamente uma imagem de virtude de si mesmo, e utiliza-se este padrão para julgar os outros, como se isso fosse válido. Um falso querendo imputar pecados a outrem.

Esta obra Psicose Ambientalista descortina brilhantemente a epidemia de mentiras ecológicas que reina no Brasil (e no Ocidente), de modo que sua leitura é obrigatória para qualquer um que queira, minimamente, discutir o tema.

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