Vida nada má

Lorena Pelais é autora de “Vida nada má”.

Se estivesse no alto de uma colina, bem no cume, como seria sua própria definição para os dias vividos até aqui??
“- Nada má!!”

Mesmo que durante esse processo eu tenha esbarrado, ou quem sabe até mesmo convivido com pessoas gentilmente más.

– Gentilmente más
– Como é isso???
Exatamente as mais próximas com sorrisos mais singelos, com atitudes doces e até mesmo um ombro acolhedor, benevolentes, solidárias, prestativas em excesso, que “julgam”, “insinuam” ser amigas, geralmente em seu íntimo tem um plano maior traçado, liderado pela inveja que a consome , e é na proximidade estratégica que a mantém discreta , quase imperceptível que mantém oculto, até sibilar seu veneno.

A proximidade nada mais é que uma infiltração justamente para observação e golpear-te no momento mais propício.
Podendo ser, em seu momento interior de fraqueza nada aparente, mas que devido à proximidade suga toda sua energia vital , esvaziando o frasco que cuidadosamente observa com carinho e cuidado, golpeando aos poucos até deferir o nocaute.

Certeiro como as “boas intenções”, gentilmente esteve ao seu lado para concluir suas maldades particulares previamente tracejadas.
É duro , cruel, inacreditável?
Porém, existem pessoas que são programadas para fazer o mau custe o que custar, alimentam-se seus fracos espíritos da essência da dor alheia, terminantemente ausente de Deus.

Desalmadas?
Talvez, ou não é pra tanto, gerado por imunodeficiência que se alastra e afeta todo o ser, como um câncer, deteriora tudo pouco a pouco, é atroz.

ॐ∞♥︎♡❤︎

Filha, mãe, esposa, alegre e otimista.
Acredita em bons sentimentos e gostaria que o mundo fosse cor de rosa, adapta-se dia após dia nas cores deste mundão preto e branco, colorindo por onde passas
Sou quem sou, humana como todos que aqui estão presentes, cheia de defeitos, embora possua qualidades.
Tenho o objetivo de ser o melhor penso que eu possa ser, busco ser uma pessoa melhor a cada dia que no final eu possa me orgulhar de quem fui e da passagem que fiz por aqui.

Lorena Pelais, autora

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Escuridão

Lorena Pelais é autora de “Escuridão”.

De repente uma nuvem cinzenta e pesada
vira névoa
Olhos turvos imperceptível a olhos nus
Uma dúvida paira na mente

O inconsciente a chama
Uma bela disputa entre a razão e a imaginação.
Repentinamente, somem as cores
A triste realidade vista em preto e branco,

Momentos felizes em cinza foram pintados ,
porém o antes e o agora bailam descontroladamente,
saltitando entre a sanidade e insanidade mental

Nervos à flor da pele
Noites em claro
Sono ligeiro
Mente acelerada
E assim segue a sociedade em sua escuridão de pensamentos.

Lorena Pelais ॐ∞

Filha, mãe, esposa, alegre e otimista.
Acredita em bons sentimentos e gostaria que o mundo fosse cor de rosa, adapta-se dia após dia nas cores deste mundão preto e branco, colorindo por onde passas
Sou quem sou, humana como todos que aqui estão presentes, cheia de defeitos, embora possua qualidades.
Tenho o objetivo de ser o melhor penso que eu possa ser, busco ser uma pessoa melhor a cada dia que no final eu possa me orgulhar de quem fui e da passagem que fiz por aqui.

Lorena Pelais, autora

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Momentos felizes em cinza foram pintados ,
porém o antes e o agora bailam descontroladamente,
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Escolhas imperfeitas

Lorena Pelais é autora de “Escolhas imperfeitas”.

Poderiam ser escolhas perfeitas, porém a vida leva-nos as escolhas imperfeitas que tornam-se perfeitamente adequadas com o passar do tempo e do entendimento que adquirimos com as adversidades vividas.

Somos feitos de escolhas, umas boas, outras ruins, há umas nem tão boas nem tão ruins, nem mais ou menos , escolhas do tipo, entre sal e doce o que prefere?? Ao se tratar de sorvete qual seria, morango, creme ou chocolate??

Eu prefiro napolitano, amo a mistura dos sabores, um pouco de cada, mas nem sempre temos outras opções entre o sim e não, muitas vezes nem sempre cabe o talvez.

E assim vamos vivendo entre escolhas assertivas ou não, ora positiva ora negativa, entre muitas renúncias , em meio tantos “não’s” um “Simzão” (sim grandão), aquele que envolve com um misto de sentimentos mexendo com muitos sentidos, aquele que estampa um sorriso enorme que se espalha de canto a canto das orelhas, uma felicidade sem palavras, uma alegria interminável, seguida da melhor sensação de sonho realizado, desejo atendido pelo gênio da lâmpada, como se fosse passe de mágica.

Apenas o tempo agindo sem interferências, mas resultado de escolhas anteriores, em um futuro distante ou próximo, em mero presente, concretiza-se inesperadamente, em meio a euforia não associamos o momento atual às escolhas passadas , as renúncias feitas , escolhas nem sempre tão perfeitas que se tornaram-se adequadamente apropriadas.

Lorena Pelais ॐ∞

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Escolhas imperfeitas
Imagem: Shutterstock

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Emílio Figueira, escritor com paralisia cerebral, lança livro ”Ventos nas Velas”

Diante das incertezas que pairam a vida neste momento de pandemia da Covid-19, a obra de Emílio Figueira faz uma reflexão de que ao não saber de que lado os ventos virão, as coisas sempre acontecem com a permissão de cada um.

Segundo uma pesquisa da Nielsen Brasil e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mais de 3,7 milhões de livros foram vendidos em fevereiro deste ano. O número representa um crescimento de 18,69% no volume de exemplares vendidos em comparação com o mesmo período do ano passado. 

O segundo Painel do Varejo e Livros no Brasil mostra que o interesse pela leitura tem aumentado durante a pandemia. De acordo com o levantamento, houve aumento de 12,59% no indicador numérico do livro comercial.

Na onda dessa alta na literatura está a obra ‘’Ventos nas Velas’’, uma novela literária que aborda histórias de desilusões, perdas físicas, materiais e problemas de saúde, como a Covid-19, onde ninguém pode evitar.

Emílio Figueira, com paralisia cerebral, por conta de uma asfixia durante o parto, autor de uma vasta produção científica, psicólogo, psicanalista, teólogo independente, com cinco graduações e dois doutorados, destaca que as pessoas têm duas opções na vida: passar todo o tempo se lamentando ou reagir, sair da zona de conforto e ter atitude de mudar o próprio destino.

Ele comenta que como não se sabe de que lado virão os ventos, as coisas sempre acontecem quando se permite que eles batam nas velas dos barcos para, assim, navegar sem traumas ou amarras do passado.

Em Ventos nas Velas surgem histórias de personagens com dependências emocionais originadas no passado que precisam se redescobrir no meio do caminho, percebendo que nunca é tarde para serem felizes, minimizando dores conscientes ou inconscientes. Além disso, retrata a vida de muitos brasileiros neste momento tão delicado em que o país se encontra, com dificuldades financeiras, emocionais, físicas e de saúde.

Sobre o livro: Ventos nas Velas é uma novela literária com personagens de diferentes perfis, interligados, mostrando que ter desilusões, perdas físicas, materiais ou problemas de saúde é algo que ninguém pode evitar.

O importante, segundo o livro que foi readaptado durante o período de isolamento social, será o que fazemos a partir delas. Podemos passar a vida lamentando ou reagir, sair da zona de conforto, tendo atitude para mudar nosso próprio destino. 

A obra, que tem dois capítulos disponíveis de forma gratuita através de sítio eletrônico, destaca que como nunca se sabe de que lado virão os ventos, as coisas acontecem sempre que é permitido que eles batam nas velas dos barcos para, assim, navegar sem traumas ou amarras do passado. A vida precisa ser um eterno movimento sem medo rumo ao futuro e ao inesperado, onde as histórias frustradas também podem ter finais felizes.

Serviço

Versão digitalwww.amazon.com.br
Versão impressahttps://agbook.com.br/

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