Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:  

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Quatro dicas para se livrar das dívidas em 2021

Rodrigo Cohen, investidor profissional (CNPI-T) e co-fundador da Escola da Investimentos, é quem explica como acabar com o endividamento e aumentar o seu patrimônio a longo prazo; Confira quatro dicas para se livrar das dívidas.

Quatro dicas para se livrar das dívidas em 2021
Rodrigo Cohen. Quatro dicas para se livrar das dívidas em 2021. Foto: Divulgação

O endividamento é um problema recorrente na vida de muitas pessoas e inúmeras são as causas que levam as pessoas a contraírem dívidas, como o consumo excessivo, falta de renda,  empréstimos e má administração financeira. E, uma vez endividado, o mais difícil é sair dessa situação e controlar as finanças. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias endividadas no Brasil alcançou 67,3% do total em março deste ano, uma alta de 0,6 ponto percentual em relação a fevereiro e de 1,1 ponto em comparação a março de 2020. Mas, afinal, o que fazer para se livrar do endividamento?

Pensando em como ajudar os brasileiros a se livrarem das dívidas em 2021, Rodrigo Cohen, investidor profissional (CNPI-T) e co-fundador da Escola de Investimentos – instituição online lançada com o objetivo de democratizar o conhecimento do assunto e torná-lo acessível para todos -, aponta, a seguir, algumas dicas para que elas acabem com esse problema e consigam gastar seu dinheiro de maneira mais assertiva:

1. Compre sempre à vista

De acordo com Rodrigo, uma das coisas mais importantes para evitar o endividamento é comprar, sempre que possível, à vista. “A melhor forma de você não se endividar é comprando o que você pode, o que está dentro da sua realidade e não parcelar”, explica. “As parcelas de diversas compras podem se acumular de mês em mês e, com isso, gerar uma dívida significativa, impossibilitando assim, a conquista de novas mercadorias e novos produtos”, completa.

2. Busque aprender mais sobre Educação Financeira

A educação financeira tem um papel fundamental para ajudar as pessoas a evitarem o endividamento e, de acordo com o investidor, existem dois caminhos muito importantes a serem dados nesse sentido. “O primeiro é gastar menos do que você ganha e, para isso, se faz muito importante ter um controle financeiro e fazer um planejamento mensal, com números reais, com quanto é o seu salário e quanto você está gastando ao longo do mês”, comenta Cohen. O segundo passo, de acordo com o especialista, é o turning point, ou seja, a virada de jogo. “Isso acontece quando elas se capacitam e ganham cada vez mais, saem da zona de conforto e buscam um ganho proporcional ao que elas querem gastar ou ao que elas precisam gastar”, explica.

3. Guarde dinheiro e tenha uma reserva de emergência 

Rodrigo ressalta que, em paralelo a esses dois pontos citados acima, as pessoas também precisam guardar uma parte de seu dinheiro todo mês. “É muito importante fazer uma reserva de emergência e separar um dinheiro para investir, seja na compra de carteira de ações, gradativamente, em um fundo de investimentos ou até em tesouro direto, entre outras opções”, completa.

4. Caso contraia as dívidas, renegocie

Outra forma de se livrar das dívidas, uma vez que elas forem contraídas, é a renegociação. E, na hora de negociar, é fundamental saber quais taxas estão cobrando e ficar atento ao número de parcelas proposto. “É importante que você coloque suas dívidas maiores em parcelas menores, para que você consiga pagar logo. Nesse momento, você não poderá comprar nada novo, não poderá gastar com nada a mais. Porém, em compensação, quando acabar, você vai ter aprendido a não se endividar novamente e a comprar só o que você realmente pode e consegue pagar”, afirma o co-fundador da Escola de Investimentos.

O especialista ressalta que, seguindo essas dicas, é possível acabar com o endividamento e, ainda, se tornar um investidor. “O importante é você conseguir tirar da sua frente essas dívidas e ter uma visão a longo prazo, para que possa se tornar, também, um investidor e construir seu patrimônio a partir disso, evitando gastar com besteira e, com isso, ter uma vida boa, feliz e plena. Ter uma visão de futuro é aumentar, cada vez mais, seu patrimônio para você e sua família”,  finaliza. 

Para mais informações sobre educação financeira ou inscrições nos cursos da Escola de Investimentos, basta entrar no site da instituição ou seguir o perfil de Rodrigo (@rodrigocohenoficial) e da escola no Instagram (@escoladeinvestimentosoficial).

Sobre Rodrigo Cohen

Formado em engenharia elétrica/computação, Rodrigo Cohen virou trader em tempo integral em 2013, quando tirou seu certificado de analista técnico de investimentos e entrou para o mercado financeiro em 2000. Idealizador da Escola de Investimentos e criador do método O Grande Plano, é responsável pela transformação de mais de 28 mil pessoas comuns em investidores nesse mercado. Atualmente, suas redes sociais (Youtube e Instagram) já somam mais de 730 mil seguidores e mais de 23 milhões de visualizações em 2020, com conteúdo prático que já gerou resultados gratuitamente para milhares de pessoas. Rodrigo trabalhou como analista na XP Investimentos e teve passagens pelo Portal do Trader e Rico Investimentos.

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