Híbrido

Composto por elementos diferentes, as salas de aula de 2021 apresentam o sistema híbrido de ensino devido as normas de segurança de distanciamento em locais públicos, exceto transportes públicos por lá rola superlotação diariamente, certamente as concessionárias higienizam adequadamente a cada embarque e desembarque de passageiros, senso de humor à parte, até porque este não é o assunto em pauta, não neste momento.

Voltemos às salas de aula…
Temos que parabenizar aos educadores que assumiram o risco de uma “plateia” tão diversificada presencial e on line simultaneamente, provavelmente se sentem no programa ao vivo, “se vira nos trinta”…

Além da dinâmica em sala, eles têm que dar uma atenção aos alunos em casa de forma igualitária, parece tudo muito lindo, mas na prática, a conexão e seu delay não colaboram, por outro lado as criancinhas não desligam o microfone e os ruídos externos interferem na aula presencial com uma acústica assustadora, mas para os menores não assusta tanto assim, é mais um motivo de risos e desvio de atenção, como em toda sala tem aquela criança que se distrai facilmente, logo temos um alvo atingido, um aprendizado comprometido, ao lado tem o coleguinha piadista que aproveita pra divertir a turma pro desespero da professora que tem que ter muita paciência e educação ao pedir que a criancinha do microfone em casa mantenha no mudo ou “mutado”, haha se viralizou esse termo não sei ao certo, mas ouvi muito esses comentários em 2020 enquanto estava cada um na sua casa.

Enfim, a flexibilização permite que nossas crianças voltem as suas atividades escolares em sistema de rodízio.

Híbrido. Foto: Reprodução/Internet

Tudo muito bom, tudo muito lindo, crianças de volta às salas de aula parcialmente e a outra parte de casa, assistindo a aula sozinhos ou papai, mamãe e periquitos, os responsáveis em casa questionam a conduta da professora, reclamam da instituição de ensino , mas ninguém pensa na “santa” da professora, santa sim, está a frente da lente do BBB , amada por uns, odiadas por outras se mantem no paredão que nunca saberemos quando será o fim.

Entendo perfeitamente a preocupação dos responsáveis, mas quis muito me colocar no lugar das professoras em sala de aula e buscar entender o como e quanto é difícil interagir com a ausência do corpo a corpo, controlar as criancinhas para evitem as confraternizações, “obas obas” relembrar vinte vezes da importância do álcool em gel, que não pode merendar sentados juntos aos colegas e seguir com o planejamento, fingindo que tudo está do jeito mais normal de sempre, quando vemos que tá tudo diferente desde a realidade do mundo inclusive na escola, mas os responsáveis querem resultados iguais, como é isso gente?!? 

Híbrido. Foto de Andrea Piacquadio no Pexels

Em que momento haverá empatia em compreender que a mesma dificuldade que as crianças têm on line, a tia tem em sala de aula, se não bastasse a presença “distante” onde a afetividade têm sido mostarda através de palavras de carinho, porque nem sorrisos são realmente visto devido ao uso das máscaras, o quanto essa tia não perde o fôlego se sentindo sufocada em ter que elevar seu tom de voz pra de fato ser ouvida dentro e fora da sala de aula (on line).

Ela fala para dois públicos diferentes, pra melhorar nem sempre a internet coopera, ela falha e a conexão se perde para o desespero dos pais que acusam logo a professora de má vontade em ensinar.

Noto que os educadores atuantes nesse momento de pandemia deveriam levar o Oscar de excelência profissional assim como os funcionários da área de saúde , a galera da área de saúde e afins um Salve gigantesco pela coragem, por se manterem firmes na linha de frente, parabéns!!!

Parabéns a todos que cumprem com as regras básicas de saúde, parabéns a todos que se mantiveram firmes e foram às ruas para servir a nossa sociedade, manter o pão nosso de cada dia à mesa, sabemos que o pão em muitas mesas se mantiveram em pedaços menores e infelizmente houve grupos que tiveram suas refeições e alimentação totalmente reduzidas , eu sei que não está fácil pra ninguém, estamos todos atravessando esse momento “pandêmico” juntos, mesmo que separados cada um em suas casas, visitas continuam proibidas, assim como festas e aglomerações, saúde em primeiro lugar, evite a circulação e a mutação vírus que parece ganhar forças mesmo em nosso clima tropical ceifando cada vez mais vidas.

O que quero com tudo isso?!?Conscientizar?!? Se lhe servir, muito bem, um ótimo elixir, se não o melhor está por vir.

Eu quero dizer que andamos cada vez mais críticos, cada vez mais rabugentos e ranzinzas, custa elogiar, incentivar e principalmente valorizar o sacrifício que muitos profissionais de diversas áreas têm feito por si e por todos nós em áreas diferentes, mesmo com algumas ramificações “fechando” e “abrindo”, os locais essenciais se mantiveram de portas abertas, esqueçam o que os motivou, mas que sempre estiveram ali com um belo sorriso nos olhos, com um tom de voz doce para servir a população, vamos agradecer mais e criticar menos, todos têm as mesmas necessidades básicas, todos têm os boletos pagos e os em aberto, todos têm que pôr comida à mesa, todos temos problemas!!

Custa ter empatia?!?Ser agradável?!?Buscar a tolerância e praticar a paciência?!? 
Ser solidário não é só contribuir filantropicamente é se doar, é ser bom, se colocar no lugar do outro, ser amoroso, agradável e paciente, temos passado por tempos tão difíceis, tantas perdas de entes queridos a bens materiais conquistado com suor de trabalho árduo.

Híbrido. Foto: Reprodução/Internet

Vão-se os anéis e ficam os dedos
Nós somos os dedos que resistimos e continuaremos persistentes na luta contra o vírus, permita que se vá o orgulho, a vaidade, a soberba, a arrogância, “o rei que mora na sua barriga”, elimine tudo que não te acrescenta e seja amável com o seu próximo que está na mesma luta com você.

Somos todos irmãos, amigos e aliados, enquanto não cremos que nosso único inimigo real é o vírus, estaremos atirando uns nos outros julgando estarmos certos quando na verdade ninguém mais tem razão, esquecidos foram os valores da criação. 
Lorena Pelais, ॐ∞

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Híbrido. Foto de Julia M Cameron no Pexels

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Ensino Remoto: “Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia”

O ano de 2020 foi marcado por grandes adaptações na educação. A pandemia causada pela Covid-19 fez com que crianças e adolescentes passassem praticamente 10 meses estudando em suas casas, no modelo de ensino remoto. Algumas famílias encontraram dificuldades no manuseio da tecnologia e, principalmente, na criação de uma rotina de estudo para os filhos. Entretanto, muitos pais e mães conseguiram se habituar com a nova realidade que transformou casas em verdadeiras salas de aula.

Um dos grandes desafios do ensino remoto foi a alfabetização das crianças que estavam só no início da jornada educacional.  É o caso de Darliane da Silva que é mãe do Kaue Henrique Domingues da Silva, de sete anos, e aluno do Colégio Acesso em Almirante Tamandaré. Ela conta que a adaptação ao ensino remoto trouxe muitas dúvidas no início, já que ninguém sabia até quando duraria a pandemia.

“Quando matriculamos o Kaue no Colégio Acesso em 2020, logo veio a pandemia e as aulas presenciais foram suspensas. Cogitamos tirar ele da escola, mas graças à diretora da unidade que nos convenceu a experimentar o modelo remoto, ele aprendeu a ler e a escrever durante as aulas online”, conta a mãe do aluno.

Modelo de educação digital

Um dos setores mais impactados pela pandemia foi o da educação que precisou, de forma emergencial, adaptar o modelo de ensino ao formato online. Mas, de acordo com especialistas, muitas escolas não conseguiram obter sucesso no ensino remoto, uma vez que o método aplicado não era adequado para o online. Eles ainda citam como exemplo situações em que as crianças ficam horas assistindo vídeos no Youtube e no Netflix, mas que não conseguem permanecer por 50 minutos no homescholling.

Segundo a diretora pedagógica do Grupo Acesso, Guida Weber, a tecnologia utilizada somada a metodologia aplicada pelos professores e a dedicação dos pais e alunos foi o que resultou no sucesso do ensino remoto. “Desde o começo sabíamos que somente a didática aplicada nas aulas presenciais não seria eficaz no remoto. Então, criamos um modelo de educação digital que combina uma plataforma tecnológica para o acompanhamento das aulas e progresso do aluno com um método específico para o online”, explica.

Para Darliane da Silva, a metodologia utilizada pelo colégio fez toda a diferença, assim como a orientação dos professores aos pais sobre quando e como ajudar a criança que está aprendendo em casa. “Os professores eram maravilhosos e conseguiam prender a atenção de todos os alunos na tela. O Kaue esperava ansioso pela hora da aula e, depois de alguns dias, já se desenvolvia sozinho e nem precisava do meu auxílio. Aos poucos ele foi aprendendo a reconhecer as letras, depois os sons e então aprendeu a ler e escrever, inclusive, formar frases. Tudo isso durante as aulas online”, relata a mãe do aluno.

Aulas presenciais em 2021

O modelo híbrido de aulas ainda é uma incógnita para 2021. Desde janeiro, muitas cidades e estados liberaram o retorno das aulas presencias em escolas privadas, mas diante do agravamento da pandemia no país, suspenderam diversas vezes o retorno. Com isso, as famílias estão adotando cada vez mais o modelo de ensino 100% remoto, já utilizado em 2020.

Mesmo sabendo da importância pedagógica do ensino presencial e o impacto emocional que o isolamento causa nas crianças, alguns pais estão dispostos a continuar com os filhos estudando em casa. “É nítido que a criança em casa fica mais irritada, mais nervosa, querendo tudo para a mesma hora. Mesmo com as atividades de educação física adaptadas para casa, não há um gasto efetivo de energia e nem de socialização com os colegas. Mas se para garantir a saúde e a segurança do meu filho seja necessário voltarmos com as aulas em casa, já estamos adaptados”, afirma Darliane da Silva.

SOBRE O GRUPO ACESSO

Fundado em 2003, o Grupo Acesso surgiu com o objetivo de preparar alunos para os vestibulares, com qualidade, preço acessível e um grande vínculo com a disciplina e resultados. Atualmente, possui dez unidades espalhadas por Curitiba e Região Metropolitana, formando alunos desde a Educação Infantil, com o Acesso Kids, ao tradicional Pré-Vestibular. Em 2020, o Grupo Acesso recebeu o reconhecimento de ‘Escola com maior eficiência digital’, comparado com outras 34 escolas do Brasil, reafirmando o compromisso com o resultado na formação, aliado a inovação e o acolhimento aos alunos, principalmente durante as aulas remotas, sendo referência em termos de escola completa e humana.

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Foto: Divulgação

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Homeschooling não é pauta prioritária. Educação pública sim

Ana Paula de Andrade Janz Elias é autora de “Homeschooling não é pauta prioritária. Educação pública sim”.

O governo federal quer aprovar o homeschooling ainda no primeiro semestre deste ano. Há quem defenda e há quem condene. O homeschooling é a chamada educação familiar, ou seja, pais ou tutores responsáveis tornam-se professores das crianças sem que elas precisem frequentar a escola.

Diante desta situação, é possível levantar a seguinte questão: o homeschooling deveria estar entre as prioridades de uma pauta de governo neste período que estamos vivendo enquanto sociedade? Em tempos de pandemia, de crianças que não têm acesso à internet para poder assistir as aulas, seria coerente que a principal pauta do governo para o ensino fosse melhorar as condições e a infraestrutura das instituições públicas.

Novamente, a educação pública no Brasil é deixada à margem! Entra governo e sai governo e os estudantes que precisam frequentar as escolas públicas não têm as mesmas condições de aprendizagem que àquelas que estudam em escolas privadas. Professores com salários baixos, por vezes, ainda são tratados como os responsáveis pelo declínio no sistema educacional brasileiro.

O homeschooling pode até ser o direito de algumas famílias, mas quais delas teriam efetivamente condições de educar os filhos em casa? Certamente aquelas de classe alta ou de classe média. Pois, ter em casa uma estrutura para educar os filhos não é a realidade de um grande percentual dos brasileiros. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2019 apontaram que mais de 80% de alunos da Educação Básica estão matriculados na rede pública de ensino. Essa é a prioridade.

A escola pública precisa de investimento! Chega de deixar a maior parte da população à margem. Homeschooling não é uma pauta prioritária, a qualidade da educação pública sim! 

Ana Paula de Andrade Janz Elias é Mestre em Ensino em Ciências e em Matemática. Doutoranda em Educação. Docente na área de Exatas da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter. Email: ana.el@uninter.com

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Ana Paula de Andrade Janz Elias. Foto: Divulgação

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Balanço do programa ExploreCarlotas com vídeo e relatório anual

2020 foi o ano de estabelecer relações de convívio coletivo mais saudáveis e de respeito, cada um em sua casa. Confira o balanço do programa ExploreCarlotas

Em um ano desafiador para a educação brasileira, a empresa Carlotas mostra em vídeo a retrospectiva do programa ExploreCarlotas com o ponto de vista de professores e professoras que enfrentaram a pandemia mostrando dedicação e coragem.

O programa ExploreCarlotas, que cria espaços de diálogo e aprendizagem por meio de oficinas, tem como objetivo levar reflexões sobre diversidade, respeito e empatia de forma lúdica para crianças, jovens e educadores em escolas públicas e instituições de assistência gratuitamente.

O vídeo ilustra os sentimentos e emoções vividos nesse ano de incertezas, além de trazer depoimentos de professoras das escolas públicas. Veja aqui:  https://youtu.be/ESINKOT2QlQ. Em 2020 o Programa ExploreCarlotas focou em acolher e criar vínculos com os professores e professoras de escolas públicas. Os participantes dividiram com Carlotas seus medos, aflições, aprendizados e como foi o ano mais difícil de suas carreiras.

O programa ExploreCarlotas que é financiado com 10% do faturamento da empresa, esteve em 14 escolas públicas. Nestes encontros foram explorados temas tão relevantes quanto atuais como empatia, acolhimento e a importância do olhar para a diversidade com um material inédito: a BOX Carlotas, uma caixa repleta de ferramentas lúdicas focadas em educação emocional para o uso em sala de aula. Nas duas unidades da Fundação Casa, Azaléia e Chiquinha Gonzaga, os relatos de que quem passou pela experiência foi de que os encontros transformaram a maneira como veem o mundo, as pessoas e a si mesmas.

Devido à pandemia, os instrumentos de apoio foram apostilas de histórias, atividades lúdicas e jogos para falar sobre as emoções com crianças e jovens. O primeiro Café Virtual foi um encontro remoto para dialogar e organizar as experiências internas com o tema: “Saúde Emocional dos educadores em Tempos de Pandemia.” Com esta atividade a devolutiva de professores, educadores, pais e mães foi muito positiva.

Ao todo 517 educadores participaram de 6 oficinas presenciais e 30 oficinas online onde 6 macrotemas foram abordados: Saúde Emocional, Arteterapia e Saúde, Tempos de Incerteza, o livro Saudade Sabor Chocolate, o Poder Transformador das Histórias e Empatia, Diversidade e Segurança Psicológica.

Um material digital inédito foi construído: uma trilha de aprendizagem em educação emocional adaptado para todas as faixas etárias (de 0 a 17 anos). Respeitando os pilares da UNESCO (aprender a ser, a conhecer, a fazer e aprender a conviver) e fortalecendo as competências socioemocionais da Base Nacional Comum Curricular – BNCC (autoconhecimento, autogestão, amabilidade, relações e tomada de decisão responsável). Com isso, 6 apostilas garantem que educadores e educandos tenham acesso a informações de qualidade. Para mais informações do relatório do Programa ExploreCarlotas clique aqui para fazer o download: http://bit.ly/2020_ExploreCarlotas.

Sobre Carlotas 

Uma empresa com propósito social, localizada no Brasil, nos Estados Unidos e na Alemanha, que busca realçar o potencial da empatia, por meio de uma abordagem única. Carlotas ilustra o diálogo sobre a desconstrução do perfeito e aceitação da diversidade, por meio da arte e do lúdico, encoraja o desenvolvimento das habilidades socioemocionais para melhorar as relações humanas. Para mais informações acesse: https://carlotas.org/

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Como enfrentar o desemprego e se preparar para o mercado?

Perder o emprego pode deixar a pessoa em uma posição de vulnerabilidade, se sentindo desanimada, rejeitada e com a autoestima abalada. Veja como se preparar para o mercado.

O desemprego no Brasil atinge 14,3 milhões de trabalhadores, e cerca de 5,5 milhões desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado em 2020, segundo dados do IBGE. 

Mas a longa espera por uma recolocação que parece cada vez mais distante pode ter razões que, se identificadas e trabalhadas pelo candidato, podem fazer com que o retorno ao mercado fique mais curto.

Perder o emprego não acontece apenas com profissionais de um determinado nível social ou escolaridade. Pelo contrário, o desemprego bateu na porta de homens, mulheres, idosos, solteiros, casados, etc. “Isso pode acontecer com qualquer pessoa e é muito normal. Quando a pessoa fica desempregada ela geralmente tende a se culpar, pensar que não é capaz.

Uma demissão depende de fatos internos e externos, que muitas vezes não conseguimos controlar como, por exemplo, a economia, o caixa da empresa, vendas, etc.”, esclarece a empreendedora e Estrategista de Negócios, Tânia Gomes Luz. Após uma demissão, o primeiro passo é tentar entender o que aconteceu. Alguns comportamentos podem deixar o profissional em risco, como a falta de atualização referente aos assuntos e novidades do setor, formação, falta de proatividade, etc.

“Agora, a maioria das pessoas estão preocupadas com a parte profissional. As pessoas percebem que precisam ter conhecimento em idiomas como o inglês, para melhorar o currículo e manter ou conseguir emprego. Além de conhecimentos mais abrangentes como marketing digital, mídia e afins”, destaca o Diretor da La Femme, e-commerce de calçados flats, José Augusto. Para driblar o desemprego, voltar para a sala de aula é uma das recomendações do especialista em negócios digitais, Fellipe Guimarães.“O sucesso de uma carreira está pautado em três características: competências, autoconhecimento e networking.”, acrescenta o profissional. Dicas: 

1) Avalie as opções
Não procure apenas empregos na área em que já trabalhou. Esse é o momento de abrir seus horizontes e de ganhar dinheiro, mesmo que temporariamente, com outros talentos, como artesanato, culinária, redação, marketing digital, revenda, etc. Também é possível aproveitar os recursos da rescisão para investir no sonho de empreender e abrir um negócio próprio. “A pessoa que está fora do mercado de trabalho, precisa identificar outras áreas para possível atuação.

O empreendedorismo, por exemplo, não para de crescer, abrir o próprio negócio é uma realidade muito palpável nos dias atuais. Quando criei minha empresa, a Aya Tech, foi impactante ver tudo acontecer. Tirar uma ideia do papel, torná-la real, montar um time.”, conta a CEO da Aya Tech, Fernanda Checchinato. A Aya Tech, startup de saúde e bem-estar com tecnologia altamente 100% brasileira. 

2) Qualifique-se
Caso você não possa pagar por um curso, não tem problema, existem inúmeros cursos gratuitos que além de ocupar a cabeça, podem melhorar o seu currículo. A Fundação Getulio Vargas (FGV) oferece cursos online, no site http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos, como  “Introdução à Administração Estratégica”, “Recursos Humanos” e “Fundamentos da Gestão de TI”, etc.

O Senai e o Sesi também disponibilizam aulas livres, sem custo, no site https://eadsenaies.com.br, com certificação. É possível escolher entre, “Fundamentos de Logística”, “Redação Administrativa”, “Comunicação no Foco Organizacional” e “Tecnologia da Informação e Comunicação”, entre outros.

No site do Sebrae (http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae) os cursos gratuitos são separados por temas, como empreendedorismo, mercado, finanças, vendas, etc. Então, é só acessar e começar.  

3) Currículo nota 10
Lembre-se: o currículo é a primeira impressão que a empresa terá sobre você, por isso, envie um documento bem escrito, organizado e sem erros de português ou de digitação.

Informe os dados pessoais — nome, telefone, e-mail e idade — atualizados. Crie um e-mail profissional e sempre fique de olho nele, porque essa é a forma de contato preferida de várias empresas.

Liste suas experiências acadêmicas (nível de escolaridade, cursos feitos) e experiências profissionais (nome da empresa, cargo, data de admissão, data de demissão e principais atividades). Não minta no currículo. Lembre-se: menos é mais, por isso, não escreva mais de 2 páginas.

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Desemprego e pandemia fazem aumentar a busca por cursos online

Com os altos índices de desemprego no país, muitas pessoas passaram a buscar por cursos onlines que os ajudem a se recolocar no mercado de trabalho, durante esta pandemia.

Em meio a pandemia e os altos índices de desemprego no país, a busca por especializações e cursos que façam a diferença no currículo e no desenvolvimento pessoal vêm crescendo. Por sua comodidade, valores mais baixos e acesso mais fácil, os cursos online estão se tornando a opção ideal para o brasileiro.

Buscando por qualificação curricular, muitos acabam optando por cursos no segmento de idiomas, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os cursos de idioma EAD (ensino à distância) cresceram 59% em 2020 e esses dados continuam sendo promissores para 2021. 

Segundo, Anna Carolyna Diniz, fundadora da BeFaster – School of English e criadora do método “Transforme o seu Inglês”, ao levar seu negócio para o online por conta da pandemia, suas aulas tiveram um aumento de busca e de alunos considerável. Hoje, Carolyna já conta com mais de 5 mil alunos em sua plataforma online e o número só cresce. 

“Muitos adultos me procuram buscando por um curso intensivo, no qual ele já consiga se desenvolver no inglês, muitas vezes porque o chefe está exigindo, ou, porque a vaga que ele procura exige o domínio da língua”, conta Carolyna.

De acordo com o IBGE a taxa de desemprego em 2020 chegou a 13,9%, dada a situação econômica do país e a crise por conta da pandemia de covid-19, os números para 2021 não devem ser muito melhores. 

A alta concorrência no mercado de trabalho, faz com que cada vez mais os profissionais busquem meios de se destacar através de cursos e certificações.

Sobre Carolyna Diniz:

Fundadora da BeFaster – School of English, instrutora de língua Inglesa desde 2003 e criadora do método “Transforme o seu Inglês”.

Trabalhou em NYC como interprete auxiliando deficientes visuais brasileiros à adquirir cão guia nos Estados Unidos.

Master e Practitioner em PNL pela Sociedade Brasileira de Programação

Neurolinguística. Formada em Hipnose Ericksoniana e coach através da

Sociedade Brasileira de Coaching em 2016.

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/carolinadinizsoueu/

YOUTUBE: https://www.youtube.com/results?search_query=carol+diniz

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Qual a importância do Ensino a Distância na sociedade atual?

Quando falamos em Ensino a Distância, muitas pessoas se perguntam qual a importância? Ou ainda, será que tem o mesmo nível de ensino que uma aula presencial?

Pois acredite, a educação a distância não perde em nada para o ensino tradicional. Ao contrário, esta modalidade possibilita que pessoas que jamais teriam acesso a uma sala de aula, devido aos valores abusivos ou falta de horários de turmas abertas, possam se formar, trabalhar em uma função melhor, mais qualificada e conquistar, dessa forma, uma melhor qualidade de vida.

Portanto, a importância da EaD está na forma como ela democratiza o acesso ao ensino. Porém, não imagine que esta é a única vantagem do ensino a distância.

Essa modalidade de ensino traz diversos benefícios que corroboram para desmistificar o conceito e mostrar a importância da EaD na sociedade contemporânea ou pós-moderna, em meio aos tempos líquidos, tão falados pelo filósofo e sociólogo polonês, Zygmunt Bauman, em suas diversas obras.

Qual a importância do Ensino a Distância na sociedade pós-moderna?

Você sabia que essa forma de ensino não é tão nova quanto todos pensam? Se você acha que a EaD surgiu com o advento da internet, está muito enganado.

Desde 1728 as pessoas já faziam cursos pelos Correios. Exatamente isso, o ensino era via correspondência e existe desde a época em que as cartas eram levadas a cavalo.

Obviamente, a qualidade que se tem hoje, com todos os recursos digitais e de pesquisa a disposição, é outra. Isso faz a importância da EaD ficar ainda maior, uma vez que o aluno pode acessar as aulas de qualquer lugar.

Por exemplo, supomos que você tenha aula em um determinado dia da semana. Na aula presencial, você teria que faltar e perderia aquele conteúdo.

Já na EaD é totalmente diferente. Você pode levar sua aula consigo para onde quiser e não precisa ficar preso a uma grade de horários fixa, que iria engessar a sua vida. Com certeza, essa é uma liberdade e flexibilidade que todos almejam.

Além disso, como falamos anteriormente, a diferença de valores de cursos presenciais para cursos EaD é enorme.

E é aqui que muita gente comete um terrível equívoco. As pessoas acham que por ser mais barato a qualidade é menor, quando muitas vezes pode ser exatamente o contrário.

  • Mas, então, como um produto mais barato pode ser melhor que um mais caro?

Bem simples, isso se dá devido aos contratos feitos com os professores, que em aulas EaD recebem para produzir conteúdos, os quais são usados diversas vezes e precisam de uma qualidade extrema.

Na aula presencial, o professor é pago para dar diversas vezes a mesma aula. E todos somos humanos, o que faz um dia a aula do professor ser melhor do que em outros. Afinal, são diversos fatores que podem influenciar no desempenho do profissional.

Ou seja, em uma aula EaD, você terá sempre o melhor do professor, porque o material foi feito com um cuidado extremo para oferecer a melhor qualidade possível.

Como você pode notar a importância da EaD na sociedade é imensa e tende a aumentar cada vez mais.

Conforme dados do Censo da Educação Superior de 2018, mais de 6,3 milhões de alunos são de cursos presenciais e mais de 2 milhões de cursos de ensino a distância.

Além disso, o Censo registrou uma diminuição de 2,07% na quantidade de alunos do ensino presencial e um aumento de 14,56% na quantidade de estudantes EaD.

Pense que essa modalidade fez mais de 2 milhões de pessoas terem acesso ao nível superior, número que cresce vertiginosamente todos os anos justamente por existir essa modalidade de ensino.

Vale ressaltar também que, em tempos de pandemia, até mesmo quem havia optado pelo ensino presencial se viu obrigado a ter aulas EaD.

Contudo, os profissionais que ministram aulas a distância possuem toda uma formação para essa modalidade, o que professores presenciais nem sempre têm, uma vez que não necessitam executar a tarefa desse modo.

Entretanto, como você bem sabe, a pandemia mudou tudo, fez todos precisarem se reinventar e o brasileiro perder o medo de diversas coisas virtuais, como comprar pela internet, usar aplicativos de entrega de alimentos e estudar a distância.

  • Mas, quais são as vantagens de estudar online?

As vantagens de cursar EaD são imensas. Por isso, decidimos elencar as três principais, a fim de que você veja a importância dela para realizar todos os seus sonhos.

1 – Flexibilidade de Horários

Como falamos anteriormente, você ser dono dos seus horários e da sua rotina não tem preço. Cada vez a vida está mais corrida e é mais difícil podermos reservar quatro horas por dia para sentarmos em uma sala de aula.

Muitas pessoas precisam conciliar uma rotina quádrupla, entre trabalho, estudos, casa e filhos. E, obviamente, ter essa flexibilidade de horário para os estudos facilita muito a vida.

2 – Custo baixo

Outro ponto super relevante é o custo. Por não ser necessário pagar salários altíssimos para professores ficarem todos os dias em sala de aula e por não ser preciso gastar com estruturas imensas que comportem todos os alunos, o preço acaba reduzindo.

Ou seja, você tem acesso ao mesmo material só que por um valor, algumas vezes, até 90% mais barato.

3 – Melhor aprendizagem

Diferentemente do que muitos pensam, é possível aprender mais de forma online do que de forma presencial.

  • Mas por que isso?

Bem simples, na aula presencial você vai ver o conteúdo uma única vez. Talvez no dia você até memorize o material, mas, um mês depois, será que você ainda vai lembrar do conteúdo?

Na metodologia do ensino a distância, você poderá acessar o material quantas vezes quiser. Poderá voltar o vídeo, reler as apostilas, tudo para a melhor fixação do conteúdo. E, caso no futuro você não se lembre mais do que aprendeu, basta acessar novamente a aula.

Além de que, você pode fazer ela onde desejar, o que irá permitir que estude em ambientes que lhe trarão uma concentração maior, logo, uma maior aprendizagem e fixação.

Como você pode notar são os benefícios que trazem toda essa importância para a EaD.

Duas dicas de como conquistar o seu melhor futuro

Agora que você já conhece a importância da EaD e sabe as principais vantagens desse método de ensino, nada mais justo do que lhe ensinar como você pode usar a educação a distância para conquistar todos os seus sonhos.

1 – Planeje-se

Nossa primeira dica é fazer um planejamento. Como diz o velho ditado popular: “não é possível chegar a um lugar diferente seguindo o mesmo caminho”.

Por isso, você vai precisar de planejamento, tanto para escolher qual curso quer fazer, quanto depois, para gerenciar seus horários e poder estudar para as aulas.

Isso fará você ter mais tempo. Além de que, seu tempo será mais produtivo e irá render mais.

Se você conseguir, um bom tempo diário é uma hora de estudos. Caso consiga mais, perfeito.

Muitas vezes você terá mais tempo em um dia do que em outro. Verifique sua agenda e monte seu calendário de estudos da forma que ficar melhor para você.

2 – Escolha com sabedoria

Tão vital quanto saber a importância do EaD é você saber como escolher um bom curso.

Mas como escolher um curso entre tantos?

Bem simples, observe os professores da grade, veja o que outras pessoas que já fizeram aquele curso estão comentando nas redes sociais.

Atualmente, não existe nada velado. Tudo fica exposto na internet. Então use isso a seu favor para fazer a melhor escolha.

E, caso ainda tenha dúvidas, fale com um dos nossos profissionais.

O Portal da Educação (UOL) está aqui para lhe auxiliar a conquistar todos os seus sonhos e fazer com que você tenha a carreira que tanto merece.

Caso você queira aproveitar e começar logo os seus estudos, o Portal Educação está com promoção de férias, há descontos de até 40% em cursos nas áreas de:

Saúde; Educação e pedagogia; Marketing e design; Administração e negócios; Biologia; Tecnologia; Dentre outras. Aproveite os descontos, clique AQUI.

Fonte: Portal Educação. Gosta de tecnologia? Conheça o Dica App do Dia.

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MEC oferece cursos em técnicas de ensino à distância

No momento, foram disponibilizadas três capacitações: “Como Preparar Videoaulas”, “Mediação em Ensino à Distância” e “Desenho Didático para Ensino Online”

Com a pandemia do novo coronavírus, uma das mudanças mais relevantes que ocorreu no Brasil foi a adoção de aulas remotas para estudantes matriculados nas escolas públicas e privadas. Por esse motivo, o Ministério da Educação (MEC) oferece capacitação para professores que tiverem interesse aprender a elaborar videoaulas e as técnicas de ensino à distância. O conteúdo é ofertado de maneira gratuita.

No momento, foram disponibilizadas três capacitações: “Como Preparar Videoaulas”, “Mediação em Ensino à Distância” e “Desenho Didático para Ensino Online”. A ideia é que em fevereiro do próximo ano outros dois cursos ofertados: “Multimeios em Educação” e “Psicologia na Educação”.

O intuito dessa capacitação é preparar os atuais e futuros professores da educação básica a utilizarem as ferramentas online em sala de aula e dentro de novos ambientes virtuais de ensino e aprendizagem. Para participar do curso basta se inscrever no site eskadauema.com. As inscrições poderão ser feitas até o dia 13 de novembro.

Fonte: Brasil 61

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