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O Problema de Israel

Marcio Pinheiro é o autor desta coluna e do artigo “O Problema de Israel”.

O Estado de Israel está cercado de problemas. A começar dos países muçulmanos em volta de Israel, mais os países europeus politicamente corretos dominados pela mentalidade de esquerda, mais os países comunistas e seus satélites, como a Rússia e a China. Ainda tem os problemas dentro do país, os que, embora estejam em Israel, não são Israel de coração.

O centro do mundo fica em Jerusalém. É incrível como é possível fazer uma linha reta a partir de Jerusalém para qualquer lugar do mundo com uma certa facilidade. Israel é o centro espiritual do mundo, ainda. Mas há o problema de Gaza, que agora será reconstruída por Biden, o presidente socialista do país capitalista, sobre o qual pende dúvidas da lisura das eleições fraudulentas, e Xi, o ditador comunista genocida do sofrido povo chinês, que já se acostumou com a ausência de liberdade.

Quem reconstruiu a atual Israel foram os judeus marxistas. Provavelmente foi a única coisa certa que a esquerda fez: reconstruir o Estado de Israel. Desde o final do século XIX, o jornalista Theodor Herzl (autor do livro “O Estado Judeu”), os judeus internalizaram o sionismo como meta de um povo, para voltar ao local extremamente devastado e seco, que quase nada produzia.

A Inglaterra, somente em 1920 (até 1948) passou a controlar o local, no Mandato Britânico da Palestina, e facilitou a entrada dos judeus no território que ninguém queria. Aos poucos, os judeus foram habitando os locais, fazendo seus kibutz.

Os kibutz foram uma experiência comunista judaica, que deu certo por alguns anos. Lá a regra da igualdade era levava a ferro e fogo, de modo que as crianças deveriam ser tratadas com igualdade total. Foi nesse período que se mostrou uma tendência biológica: meninos tinham predileção por máquinas, meninas tinham predileção por comunicação e cuidado. Existe biologia nas opções de gênero, não há como negar.

Os kibutz começaram a produzir naquela terra seca e infértil, de modo que somente os judeus conseguiam produzir comida em grande quantidade, algo impensável para quem morava lá antes da chegada dos judeus marxistas.

O povo palestino era o povo judeu que morava lá antes mesmo dos ingleses protegerem os interesses judaicos. Palestino vem de Filisteu, e era usado de modo geral para todos os habitantes daquela terra até o século XX, quando o povo judeu refundou o Estado de Israel, a única democracia num mar de totalitarismo religioso e autocrático.

Israel é a única solução num local onde só há problemas. Se os vizinhos de Israel não pegarem em armas, haverá paz. Se Israel não pegar em armas, será dizimado. Essa é uma verdade mais inconveniente do que aquela mentira do Al Gore.

Mas isso não é dito na mídia ou na universidade. É impressionante como gastamos dinheiro sustentando um bando de vagabundos em universidades, que fingem que estudam, passam boa parte do tempo se drogando e só conhecem o que o PSOL prega.

Não tenho ódio às universidades. Tenho ódio do que elas viraram na mão da esquerda. Assim como Israel. Eu amo Israel e os judeus. Mas se é para odiar alguém, eu escolho odiar os inimigos de Israel. Quem ama Israel é amado por Deus. Quem odeia Israel é odiado por Deus. Você já escolheu a quem amar e a quem odiar?

CONFIRA A COLUNA OPINIÃO DIREITA

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O Problema de Israel
O Problema de Israel. Foto de cottonbro no Pexels

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Coronavírus como arma biológica? Vaza informação militar na China

Aquele tipo de notícia que a velha mídia jamais noticiaria: vazou documento militar chinês de cinco anos nos quais se discutiu o uso de um vírus SARS, da mesma família do Coronavírus, como arma biológica contra inimigos do Partido Comunista Chinês, bem como para causar medo na população. O furo de reportagem pode ser conferido na própria emissora australiana que informou para o mundo o achado (https://www.youtube.com/watch?v=kuKPBur_TiI).

No Brasil, o primeiro portal de notícias a transmitir a informação traduzida foi o Terça Livre TV, no qual informou que ontem, domingo, 09/05/2021, a apresentadora do jornal Sky News, Sharri Markson, noticiou detalhes do documento produzido por cientistas militares chineses, que discutiram como o coronavírus pode ser usado como arma biológica. O documento foi elaborado cinco anos antes da pandemia atual.

Foi descrito no documento que o vírus chinês seria uma nova era de armas genéticas, podendo o vírus ser manipulado artificialmente em uma doença humana emergente de um vírus, então transformados em armas e liberados de uma forma nunca vista antes. O nome do artigo chinês, traduzido para o português, é “A origem não-natural da SARS e das novas espécies de vírus sintéticos como armas biológicas genéticas”. Importante ressaltar que um dos autores do documento é Lee Feng, ex-vice-diretor do Bureau de Prevenção de Epidemias da China.

O documento também informa que a recém descoberta capacidade de congelar e secar microrganismos tornou possível armazenar agentes biológicos e pulverizá-los durante os ataques, e que ataques com armas biológicas são mais bem conduzidos durante o amanhecer, crepúsculo, noite ou tempo nublado, porque a luz solar intensa pode danificar os patógenos.

Como se não bastasse, o documento também informa que os principais impactos incluem uma sobrecarga no sistema de saúde do local atingido, e os ataques com armas biológicas têm um efeito muito mais prolongado do que os ataques convencionais, como explosivos. Um ponto considerado no documento é que um vírus pode levar a doenças contagiosas que podem ser transmitidas por vários meios, bem como as armas biológicas não só causarão morbidez generalizada e mortes em massa, mas também induzirão uma pressão psicológica formidável que pode afetar a eficácia do combate.

Em outros pontos, o documento continua alegando que, assim como em outros desastres, as pessoas viverão com medo de ataques por um período considerável de tempo após um ataque, causando danos psicológicos breves ou duradouros, evidenciando que o terror psicológico que as “bioarmas” podem causar é assustador. A jornalista finalizou a situação dizendo que embora as agências de inteligência suspeitem que a Covid-19 pode ser o resultado de um vazamento acidental de um laboratório de Wuhan, não há sugestão de que foi uma liberação intencional.

No entanto, esse artigo secreto militar oferece uma visão rara de como os cientistas de uma das universidades militares mais proeminentes do Exército chinês, no qual altos níveis de pesquisa de defesa foram conduzidos, estavam pensando sobre arma biológica.

Resta saber se a CPI da Covid, no Senado Federal, vai chamar o embaixador chinês para prestar depoimento, ou se os Senadores são apenas homens de geleia, como sempre suspeitamos.

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Mercado de ATM se solidifica ainda mais nos EUA

A The Brink’s Co., conhecida no Brasil como transportadora de valores, anunciou no início de abril a aquisição da PAI Inc., maior provedora privada de serviços de ATM dos Estados Unidos, por US$ 213 milhões. A estimativa é que a PAI gere receita anual de cerca de US$ 320 milhões, disse a Brink’s em um comunicado.

O negócio vai proporcionar à Brink’s uma plataforma de serviços e mais de 100 mil locais de oferta de caixas eletrônicos nos Estados Unidos. Na Europa, a empresa assumirá a propriedade total e fornecerá serviços gerenciados a instituições financeiras para mais de 11 mil ATMs. As ações da Brink’s não estavam ativas no pré-mercado, mas ganharam 12% no ano até o momento, enquanto o S&P 500 ganhou 8,6%.

Para Nilo Mingrone, cofundador da ATM Club, empresa especializada no desenvolvimento e gerenciamento de máquinas de rede de caixas eletrônicos nos Estados Unidos, essa aquisição solidifica ainda mais o mercado de ATMs no país e indica uma opção interessante de investimento tanto para cidadãos americanos quanto para estrangeiros.

Francisco Moura Junior, cofundador, CMO e COO do ATM Club — que também oferece um clube de investimentos na rede de cerca de 500 caixas eletrônicos mantidos pela empresa —, informa que o mercado global do segmento prevê um crescimento em torno  de 5,2% de 2020 a 2027, com movimentação de US$ 30,5 bilhões no período.

Ele defende a longevidade e rentabilidade da rede de caixas no curto prazo. “Com o serviço de banco on-line em ascensão, a estrutura das agências bancárias está diminuindo em todo o mundo”, aponta.

Alternativa de investimentos

Criado com o objetivo de ajudar empresários e investidores de outros países a terem seus próprios negócios nos Estados Unidos, com segurança e sem burocracia, em um setor com grande potencial de crescimento, no ATM Club o investidor se torna o proprietário de uma rede de caixas eletrônicos, recebendo comissões a cada retirada. 

Segundo Francisco Moura Junior, os caixas eletrônicos estão presentes nas ruas, em lojas, mercados, shoppings, em passarelas e em estações de metrô. “Apesar do avanço progressivo dos sistemas de pagamento em todo o mundo, e todas as inúmeras facilidades que isso envolve, o bom e velho terminal de autoatendimento não vai sumir tão cedo”, garante.

Para o empresário, os terminais são ótimas opções para aqueles que não gostam de viajar com muitos dólares ou então para quem comprou muito e ficou sem dinheiro.

Já para o investidor, o negócio pode proporcionar um retorno de aproximadamente 8% no primeiro ano, 10% no segundo e ROI de, em média até 1% ao mês a partir do terceiro ano. “É importante lembrarmos que esses números são baseados na experiência do passado, o que não garante  rentabilidade no futuro”, destaca.

Presente em cidades como Orlando, Miami, Nova Iorque, Nova Jersey e São Francisco, o ATM Club tem uma rede hoje de aproximadamente 500 pontos de atendimento e o investidor pode formar uma rede própria, de acordo com o aporte inicial. Francisco recomenda um investimento inicial de US$ 50 mil, o que equivale a cinco ATMs. “O valor mínimo é de US$ 10 mil, sendo US$ 7,5 mil do ATM com locação por cinco anos e US$ 2,5 mil de capital de trabalho que é o dinheiro que circula, ou seja, está na máquina ou na conta e é aportado uma única vez”, detalha.

Francisco Moura

Vasta experiência com mais de 15 anos no mercado de seguros no Brasil e na América Latina. Formado em Ciências Atuariais pela PUC / SP e em Gestão e Planejamento de Marketing e Vendas pela Universidade Anhembi Morumbi. Empresário em série, nos EUA, participou ativamente da criação de várias empresas em diversos segmentos dentre eles: restaurantes, valet parking e gestão de garagens, importadora de medicamentos e o principal negócio, chamado ATM CLUB, com receita nos últimos três anos que ultrapassa US $ 4 MM.

Nilo José Mingrone

Vasta experiência com mais de 30 anos no segmento jurídico corporativo. Autor de vários artigos sobre Direito Empresarial. Direito Empresarial pela ESEADE Buenos Aires. Ex-Presidente dos Comitês de Direito Societário e Prerrogativas da Subseção OAB . Co-autor do livro “Investimentos no Brasil – Aspectos Legais”. Também é um dos fundadores do ATM CLUB.

Sobre o ATM Club

Com sede na Flórida, o ATM Club é uma empresa especializada no desenvolvimento e gerenciamento de máquinas de rede ATM nos Estados Unidos.

Fundado por dois empresários brasileiros, o ATM Club foi criado com o objetivo de ajudar empresários e investidores de outros países a terem seus próprios negócios nos Estados Unidos, com segurança e sem burocracia, em um setor com grande potencial de crescimento.

Ao pensar em investir em solo americano, as opções mais comuns são fundos de investimento, propriedades ou algumas franquias, mas a opção de investir em caixas eletrônicos, além de mais inovadora, obteve excelentes resultados com risco muito baixo.

Para mais informações, acesse http://atmclub.cash ou nas redes sociais:

Facebook: atmclubusa

Instagram: atmclub_usa

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/atmclub/

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ATM
Foto: iStockphotog/Getty Images

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O barato que não sai caro

“O barato sai caro”. Nunca este ditado popular foi tão apropriado para o momento recente do comércio internacional. No final do mês de março, o supernavio Ever Given encalhou provocando o bloqueio do Canal de Suez e causando causou enormes transtornos em uma das principais rotas do transporte marítimo mundial. Foram mais de 400 navios parados por seis dias na entrada do estreito que divide a África do Oriente Médio até a conclusão da operação de desencalhe da embarcação.

Thomas Raad, trader de commodities e sócio da Raad International Trading, informa ser importante sempre fazer seguros da carga independentemente de qual tipo ela seja ou para qual destino ela vai. “Pode encarecer um pouco o transporte, mas o dia que se faz necessário, o seguro acaba sendo a coisa cara mais barata que existe no mundo”, brinca.

Segundo o trader, a recomendação para o importador é sempre colocar a carga no seguro. “Se uma empresa está importando do Brasil e levando para a China ou Dubai, por exemplo, deve segurar a mercadoria porque é um valor muito insignificante em relação ao total, entre 1% e 2%”, estima.

Raad cita um caso anterior ao problema ocorrido no Canal de Suez de um importador do Líbano, que quando a carga chegou ao porto, o piso do contêiner estava todo molhado e o café que ele importou pegou mofo, tendo perda total do produto. E não tinha seguro. “Foi um dinheirão jogado fora e não adianta reclamar porque essas empresas donas dos navios são multibilionárias e não fazem nada, não adianta nem tentar processar”, adverte.

Entre os principais impactos causados pelo incidente para as operações de comércio internacional que envolvem o transporte marítimo, o frete da China quintuplicou, segundo Raad.

Embora o incidente tenha ocorrido na região, Raad afirma que o Oriente Médio não deve sofrer um impacto grande nos preços tanto de produtos quanto de fretes em função dos operadores marítimos utilizarem outras rotas. “Depende dos operadores de transporte marítimo e donos de navios. São várias rotas que podem ser feitas, por exemplo, uma operadora pode preferir ir para a Espanha primeiro ou para a Itália para depois ir para o Oriente Médio. Já outra pode preferir ir para a África primeiro para depois subir”, exemplifica.

Sobre Thomas Raad

Nascido nos Estados Unidos, Thomas Raad atualmente vive no Brasil. Fluente em árabe, inglês e português, cursou Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior e desde os 24 anos atua como trader de commodities, sendo especialista na exportação de café e outros alimentos e especiarias.

Sua trading company, Raad International Trading, já exportou produtos como café, arroz, pimenta do reino, derivados de milho, gergelim, açaí, carvão vegetal e amêndoas de cacau. Além de negócios no Brasil, já exportou café da Colômbia e Vietnã e orégano do Peru.

Para mais informações, acesse Raadint.com e pelo Instagram, Youtube, Linkedin e medium pelo nome @thomasraad

O barato que não sai caro
Foto de Andre Furtado no Pexels

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terra planeta

Dia Mundial da Terra: Os ecossistemas locais e nossa rotina

Rodrigo Berté* é autor de Dia Mundial da Terra: Os ecossistemas locais e nossa rotina

Em um protesto contra as emissões atmosféricas e a poluição no mundo, o senador dos Estados Unidos Gaylord Nelson levou como pauta ao senado a criação de um dia especial para se pensar no planeta, na Gaia, a “teia da vida”. A data: 22 de abril de 1970, esta então se tornou o Dia Mundial da Terra.

Ao longo da sua existência o planeta Terra já sofreu muitas mudanças, e ainda vem sofrendo. As mudanças passadas – já muito distantes do nosso tempo – não tinham o reflexo da ação humana como vemos e sentimos atualmente. A pressão que o homem exerce negativamente sobre o planeta vem aumentando ao longo dos anos, e mais do que as comprovações disso ao alcance da vista, há diversos levantamentos. Um dos dados mais marcantes está na pesquisa apresentada por cientistas israelenses, um registro preocupante apresentado na revista científica The Nature sobre a quantidade muito maior de objetos (de massa antrópica) produzida pelo homem, em comparação à quantidade de massa natural.

Também a Organização das Nações Unidas realizou um estudo denominado “VISÃO 2050”. O documento indica, por meio de gráficos, os desafios da sustentabilidade com a pegada ecológica de cada país e a pressão sobre o planeta. A partir dele percebe-se que devemos urgentemente estabelecer um novo padrão de vida e de consumo que seja sustentável, com a inserção do hábito de reutilizar materiais, em especial aqueles oriundos da matéria-prima natural, bem como racionalmente utilizar os recursos da natureza.

O Brasil, por sua vez, necessita urgentemente de políticas públicas mais “claras” sobre a proteção ambiental e, em especial, políticas voltadas para cada importante ecossistema que possui. Defendo que o território nacional deve ser mapeado pela diversidade ecológica e por ações que se diferenciam de região por região. O olhar para o ecossistema local, para as comunidades etnoecológicas, para a diversidade e para a proteção devem garantir a conservação de nossos recursos naturais preciosos. E há outra necessidade, a de descentralizar os órgãos de proteção ambiental nos âmbitos municipal, estadual e federal, a fim de garantir que as licenças emitidas não sejam irregulares, ou que venham com “carteirada” política.

Para um planeta sustentável convido todos a, nesse Dia Mundial do planeta Terra, fazer um importante exercício de reflexão e de inserção de algumas dicas no dia a dia de todos nós: (1) evitar o desperdício de água, de alimentos, de recursos; (2) comprar de forma sustentável e aliada aos programas da agricultura familiar; (3) trocar produtos entre as pessoas, estimulando o consumo consciente; (4) destinar adequadamente o lixo, ou no mínimo evitar aumentar sua quantia. O ideal é gerar uma quantidade menor do que a dos dias atuais; (5) plantar, plantar e plantar muitas árvores; (6) ter compaixão e empatia com o semelhante, ensinando sempre que possível; (7) e denunciar os crimes ambientais.

Há muitas outras ações necessárias também – e que somam muito mais do que sete dicas –, porém se cada um fizer o seu papel na sociedade sustentável que almejamos, estaremos exercendo a cidadania ideal e olhando para o nosso futuro comum, o futuro do nosso planeta.

(*) Rodrigo Berté é Ph.D em Educação e Ciências Ambientais, e diretor acadêmico do Centro Universitário Internacional UNINTER 

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Dia Mundial da Terra
Rodrigo Berté
Divulgação

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1964 – O Elo Perdido – um documento em forma de livro

A resenha de “1964 – O Elo Perdido – um documento em forma de livro” é de autoria de Fito

Por pouco perdemos a oportunidade de ter a obra máxima da ditadura militar (ou regime militar) no Brasil. A obra de conjunta de Mauro Abranches Kraenski e Vladimir Petrilák é uma necessidade primeira na inteligência brasileira. Descreve em detalhes a atuação da polícia secreta comunista soviética no Rio de Janeiro e outros locais.

Esta obra é a mais importante, não canso de dizer, já editada no país. Descreve em detalhes, nomes, lugares, atividades etc, com cópias dos arquivos que, por pouco, não foram queimados quando a população tchecoslovaca tomou as rédeas do poder novamente, expulsando os comunistas que destruíam o povo, sua cultura e sua memória.

Recheado de imagens para o leitor verificar o que está sendo dito, os autores verificaram tudo o que se relacionava ao Brasil na StB, o braço tchecoslovaco da KGB, que atuava no Brasil na década de 50 e 60. Informações de inteligência foram passadas daqui para lá aos montes, por pessoas que podem ser tratadas, hoje, como verdadeiras traidoras da pátria.

Aproveitando-se do antiamericanismo dos militares do Brasil, a StB entrou no meio militar com este discurso, para aos poucos cooptá-los à revolução comunista sem que os mesmos percebessem. Quase uma mistura de tática soviética com gramscismo, no qual não se percebe o que está acontecendo de verdade.

Livro de pesada leitura, por vezes maçante, mas por ótimos motivos: os autores trouxeram centenas (quiçá milhares) de informações de inteligência sobre a StB e a

KGB, que precisam ser analisadas detidamente, ponto a ponto, por aqueles que se dizem historiadores.

Um tapa na cara daqueles que negam a verdadeira influência comunista na história do Brasil, principalmente antes do regime militar instaurado em 1964, e que só se baseiam em narrativas de um lado, sem ver todos os lados possíveis, todas as informações possíveis, todas as fontes possíveis.

Quem sabe um dia os historiadores brasileiros passem a ter algum tipo de consciência da importância da ciência histórica e utilizem essa obra com o respeito que é necessário para a mesma, já que não se trata de uma narração, mas da análise pormenorizada de documentos em primeira mão, sem alterações, que descrevem a atividade de europeus e brasileiros para destruir o Brasil.

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Investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade em 2020

Dados da Organização das Nações Unidas, divulgados no domingo, mostram que investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade no ano passado.

2020 fechou com 33 BILHÕES DE DÓLARES, um dos menores fluxos desde a crise global financeira, em 2009.

Naquele ano, os investimentos somaram 26 BILHÕES.

Agora, a queda chegou a 51 POR CENTO e afetou principalmente as áreas de transportes, serviços financeiros, extração de petróleo e gás, além do setor automotivo.

Durante a crise sanitária, o Brasil interrompeu as privatizações e as concessões de infraestrutura.

O país chega ao Fórum Econômico, que ocorre nesta semana de forma virtual, com uma previsão pouco otimista.

Para James Zhan, representante da Conferência da ONU para Desenvolvimento e Comércio, a recuperação pode ser lenta, pela redução acentuada em novas plantas de produção.

Diferente do que se prevê para países da Europa e outras partes do mundo, que podem, a longo prazo, promover maior integração com os mercados da América Latina.

Principalmente, no setor de tecnologia.

O Brasil também estagnou no ranking dos maiores receptores de investimentos, e permaneceu na mesma quinta posição, que já ocupava em 2011.

Atrás de Índia, Singapura, Estados Unidos e China.

Com informações de Rádio2.

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Investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade em 2020
Invasão ao Capitólio

Invasão ao Capitólio é condenado por líderes internacionais

Em uma mensagem, o ex-presidente republicano George Bush disse aquela era a forma como resultados eleitorais eram contestados (a invasão ao Capitólio) numa república de bananas e não na democracia dos Estados Unidos.

Já o ex-presidente democrata Barack Obama afirmou que os ataques ao Capitólio eram uma grande vergonha e desonra, mas não uma surpresa.

O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou os protestos em Washington dizendo que não se pode ceder à violência de alguns contra as democracias. E disse que a França está ao lado do povo americano com força e determinação num pacto pela democracia.

Berlim apelou aos militantes de Trump para pararem de pisotear a democracia, enquanto Londres denunciou “cenas vergonhosas”.

O presidente do Irã Hassan Rohani disse que a democracia ocidental é frágil e vulnerável. Ele alertou contra o aumento do populismo em Washington.

“Invasão ao Capitólio é condenado por líderes internacionais” é com informações de Agência Brasil

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Invasão ao Capitólio
Foto: Rodrigo Nunes/MS

Desafios para vacinação contra covid-19; O caso da Grã-Bretanha

Na ausência de acordos globais, espera-se que o nacionalismo de vacinas e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. Veja os obstáculos e possibilidades sobre a vacinação contra covid-19, em análise nos cenários para Europa, e que devemos aprender.

O grande lançamento da vacinação contra covid-19 iniciou, finalmente. O desenrolar das coisas definirá o ano que se inicia e a velocidade com que a vida na Grã-Bretanha e em todo o mundo voltará ao normal.

Até agora, cinco vacinas receberam aprovação de emergência. No oeste, as fotos da Moderna, Pfizer-BioNTech e Oxford-AstraZeneca agora vão para os braços das pessoas.

A vacina Sputnik V está sendo usada na Rússia, Bolívia e Bielo-Rússia. E na China, onde as autoridades têm inoculado os trabalhadores-chave dos soldados desde o verão, o Sinopharm obteve aprovação geral na semana passada. 

É tentador pensar que será fácil navegar a partir daqui. Os planos de pandemia ocidentais sempre se basearam (até demais, como resultou) na rápida distribuição de vacinas e antivirais . Podemos ter lutado com intervenções não farmacêuticas, segue uma certa lógica, mas a grande corrida das vacinas está sendo disputada em casa. Não é de admirar que os políticos vejam a luz no fim do túnel.

vacinação contra covid-19
foto: Reuters/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Vacinação contra covid-19 no mundo

Mas a Terra é o lar de 7,8 bilhões de pessoas e quase todo mundo quer uma chance. Para acabar com a pandemia e impedir que o vírus volte constantemente, as nações precisarão se unir e inocular a maioria dos cidadãos do mundo. A vacinação contra covid-19 precisa ser global.

Portanto, espere ver muito mais do gráfico abaixo em 2021. Atualmente, Israel está à frente do grupo. Por lá, começou uma campanha de vacinação em massa há menos de duas semanas e já atingiu 10 por cento de sua população. No Reino Unido – um país muito maior – está se aproximando de 2% de cobertura. Mas para o mundo como um todo, o número é inferior a 0,1 por cento.

“A vacinação é a saída para isso”, diz a Dra. Clare Wenham, professora assistente de política de saúde global na London School of Economics. “Mas as barreiras logísticas e políticas vão persistir”.

Muito certo. Na ausência de acordos globais, espere que o “nacionalismo vacinal” e a trapaça geopolítica proliferem nos próximos meses. 

Os serviços de segurança britânicos já estão em alerta máximo. Embora talvez seja uma desculpa conveniente para se basear em dados nada lisonjeiros, funcionários graduados de Whitehall dizem que não podem falar em detalhes sobre o fornecimento de vacinas por medo de que as remessas recebidas sejam alvo de gangues do crime organizado e Estados hostis. 

Então, como pode ser o próximo ano para a Grã-Bretanha? O país vai prosperar ou quebrar novamente? Haverá cooperação ou o lançamento global da vacina será mais parecido com um episódio de Wacky Racers? Aqui estão três cenários: o bom, o ruim e o feio. 

O melhor cenário da vacinação contra covid-19

O melhor cenário é a previsão otimista de Boris Johnson de liberdade até a Páscoa se concretizar. 

A Grã-Bretanha consegue aumentar o fornecimento e a distribuição de vacinas rapidamente e inocula seus 25 milhões de cidadãos mais vulneráveis ​​no início de abril.

As hospitalizações despencam e a ameaça de sobrecarga de saúde e outros serviços essenciais se dissipam rapidamente, permitindo que bloqueios e outros distanciamentos sociais sejam cuidadosamente resolvidos a partir de 1º de abril.

Embora a oferta de vacinas seja apertada no início, a estratégia de priorizar as primeiras doses, inicialmente vista como uma aposta por alguns , prova ser uma virada de jogo e é copiada em todo o mundo. Há até apelos para que seu criador, o ex-primeiro-ministro Tony Blair, volte à política da linha de frente.

As mortes da terceira onda de Covid-19 (aquelas registradas nos primeiros seis meses do ano) eventualmente permanecem abaixo do primeiro pico, mas ainda estão em torno de 36.000 – o melhor cenário na modelagem atual do Reino Unido .

Somos ajudados pelo clima. Uma primavera tão quente e brilhante quanto a do ano passado eleva o clima nacional e ajuda a reduzir a transmissão, enquanto as pessoas aproveitam ao máximo o ar livre novamente.

Resultado esperado

Melhor ainda, dados mostrando que as vacinas reduzem tanto a transmissão quanto as doenças foram anunciados em março pela Public Health England.

Os jabs da Pfizer e da Moderna baseados em RNA acabam sendo “esterilizantes”, o que significa que eles param totalmente a transmissão. A vacina Oxford Astra-Zeneca reduz a transmissão em 60 a 70 por cento, e a possibilidade real de a Grã-Bretanha obter imunidade coletiva vem à tona.

Britânicos vacinados começam a receber “passaportes de vacina” e as viagens internacionais começam novamente para aqueles que foram vacinados a tempo das férias de verão.

A estratégia da Força-Tarefa de Vacinas do governo também compensa. Não apenas os suprimentos iniciais chegam como prometido, mas, em agosto, estaremos nadando no material, com quase todas as 355 milhões de doses encomendadas entregues ou a caminho dos centros de vacinas do NHS.

A Grã-Bretanha usa a vacina extra para inocular 80% da população até novembro, obtendo com sucesso a imunidade coletiva.

Ao mesmo tempo, distribui dezenas de milhões de doses para baixa e média renda em todo o mundo, ajudando a acabar com a crise global e impulsionando nossa posição internacional.

No final do ano, a economia está acelerando rapidamente e um novo ano 20 ruidoso começa .

Consciente de como as desigualdades podem armazenar problemas para o futuro, o governo estabelece uma nova agenda radical de “nivelamento” para garantir que os ganhos do boom sejam compartilhados igualmente por todo o país. 

Os especialistas começam a se referir à Grã-Bretanha como a nova e velha Suécia. 

O Cenário ruim

A Grã-Bretanha é atingida não apenas pelo azar, mas por uma série de maus atores. 

A distribuição de vacinas, atualmente em torno de 250.000 doses por semana, permanece teimosamente baixa e chega a nada perto dos dois milhões de vacinas por semana que a modelagem sugere serem necessárias .

Os contratos assinados pela Força-Tarefa de Vacinas provam não ter sido redigidos com firmeza suficiente, e potências maiores, principalmente a UE e os Estados Unidos, se mobilizam para enxugar a maior parte dos suprimentos iniciais. 

Dos condados menores, apenas aqueles com longa prática nas artes sombrias de manobras geopolíticas obtêm as vacinas de que precisam com rapidez suficiente. 

Na Páscoa, as mortes atingiram o pico acima dos níveis de 2020 em Londres e no sudeste, e se espalharam rapidamente pelo resto do país. O total de mortes de Covid-19 nos primeiros seis meses do ano atingiu quase 85.000 na virada do verão. 

O NHS cambaleia até abril, mas fica sobrecarregado, forçando os ministros a autorizar uma política de “triagem populacional” que ela redigiu secretamente após o Exercício Cygnus em 2016, mas nunca tornou pública.

Um bloqueio nacional de “nível cinco”, que está em vigor desde meados de janeiro, foi mais uma vez estendido.

A situação da Grã-Bretanha é agravada pela comparação internacional. Enquanto grandes partes da Europa Ocidental e da América estão se juntando à China e ao Leste Asiático para se abrirem novamente, o Reino Unido permanece firmemente bloqueado.

Para completar, enquanto as vacinas Pfizer e Moderna demonstram interromper a transmissão, a vacina Oxford demonstrou ter pouco impacto na disseminação do vírus.

Isso coloca os “passaportes para vacinas” fora do alcance da maioria dos britânicos, aumentando a sensação de isolamento do país.

Os especialistas observam que, no século passado, os loucos anos 20 também se limitaram à Europa continental e à América.

O cenário pessimista da vacinação contra covid-19

Não é bonito por definição, mas tem menos a ver com os outros.

Em meados de janeiro, o país é atingido por uma nova “Besta do Oriente” . Os montes de neve, o frio intenso e as estradas geladas tornam o lançamento de uma vacina já difícil para os cidadãos mais vulneráveis ​​da Grã-Bretanha quase impossível.

Os idosos e os frágeis simplesmente não conseguem sair de suas casas para as centenas de postos de vacinação criados para eles. 

O mau tempo estica ainda mais os recursos do NHS e acelera a transmissão do vírus, que prospera no ar frio e seco.

A oferta de vacinas também permanece restrita, não porque outros a estejam comprando, mas porque as cadeias globais de abastecimento não conseguem acompanhar a demanda.

Embora grandes quantidades de vacinas sejam produzidas em fábricas em todo o mundo, especialmente na Índia, a escassez de produtos de acabamento e embalagem significa que muito pouco vai além dos portões da fábrica até a primavera. 

Pior ainda, a estratégia de vacinar os mais vulneráveis ​​começa a desmoronar à medida que governos em todo o mundo cedem às crescentes demandas de interesses adquiridos. 

O impacto dos jabs no alívio da pressão sobre os serviços de saúde na Grã-Bretanha e em todo o mundo é, portanto, bastante reduzido.

As mortes na Grã-Bretanha continuam em uma trajetória ascendente no meio do verão e o país permanece fechado. Ao mesmo tempo, o risco de outra mutação aumenta – até porque apenas uma injeção foi aplicada à maioria dos vacinados.

“Estou preocupado que Sars-Cov-2 possa começar a aparecer com mutantes que não são apenas mais transmissíveis, mas mais letais”, disse o Dr. Peter Daszak, presidente da EcoHealth Alliance.

“Não há evidências disso ainda, mas mesmo um aumento marginal na letalidade, ou um aumento de um ou dois por cento no número que acaba com a Covid grave, levaria a balança ao desastre em muitos países onde a Covid já está atingindo o pico.

Informações com The Telegraphy

A Vida Secreta de Fidel

A Vida Secreta de Fidel: um comunonazifascista latino-americano

A Vida Secreta de Fidel: um comunonazifascista latino-americano

Resenha e dissertação sobre o livro “A Vida Secreta de Fidel”, por Fito.

Quando Juan Reinaldo Sánchez conseguiu fugir de Fidel Castro para os EUA, trouxe à luz revelações espantosas, como a ilha “particular” de Fidel em Cuba (como se toda a Cuba não fosse sua propriedade). O mais importante, contudo, foi a demonstração de que o comunista, enquanto líder, é idêntico a um líder nazista ou a um líder fascista. Nada muda.

O comunismo é uma ditadura em torno da ideologia do proletariado contra a burguesia. No nazismo, os inimigos são as raças inferiores. No fascismo, o inimigo são os países burgueses. Simplificação rasa, mas suficiente para prosseguir. Os totalitarismos coletivistas, revolucionários, esquerdistas, socialistas etc. estão descritos fielmente na pessoa de Fidel (trocadilho involuntário), que Juan cuidou mais do que a própria vida. Ser guarda pessoal de Fidel por dezessete anos mostrou ao mesmo que a vida do ditador era nababesca e cheia de frivolidades, ao mesmo tempo que o ditador sustentava guerrilheiros. Até Lula é mencionado, em sua visita em 1989, um ano antes de criar o Foro de São Paulo (quiçá foi nesta reunião que idealizou-se tal grupo).

Fidel era comunista, pois levava o povo a combater a burguesia. Era nazista, pois sustentava a superioridade espanhola, enquanto perseguia e matava negros e homossexuais. Era fascista, pois pregava que seu país deveria lutar contra os países burgueses (EUA, por exemplo).

Afagado pela mídia internacional, Fidel é descrito em minúcias que somente quem vivia colado ao ditador poderia dizer. E como sempre, Juan foi traído pelo ditador, como sói acontecer com quem discorda uma vírgula do pensamento castrista. Ou Maoísta. Ou Stalinista. Ou Leninista. Ou Polpotista. Ou Hitlerista. Enfim, totalitário.

A leitura é mais leve do que se imagina, levando em conta a descrição dos atos perpetrados pela pessoa de Fidel, bem como os discursos (longos, por sinal) em que Fidel se colocava como um herói acima do bem e do mal. O autor mostra, sem levar em conta disso, que está descrevendo o padrão comportamental de todo líder socialista que já passou por esta Terra.

A leitura vale cada real pago.

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Jornal Grande ABC

A Vida Secreta de Fidel

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Astronomia em 2021

Astronomia em 2021 tem perspectiva de eventos diferenciados

O 2021 chega com esperança de imunização do planeta que sofre com uma pandemia! O novo ano traz também perspectivas animadoras para a astronomia, como a contagem regressiva para uma missão para a Lua e lançamento de um supertelescópio que fará imagens do espaço até então nunca vistas. Astronomia em 2021 será diferente.

Quem perdeu a oportunidade de observar os eventos de 2020, poderá atualizar o calendário astronômico a partir de 27 de abril, com uma Superlua.

Em maio, ocorrerá um eclipse total da Lua e outro parcial deverá ser visto aqui do Brasil, em novembro.

E em dezembro será possível conferir a famosa chuva de meteoros Geminídeas, como explica o professor de Física do Instituto Federal de Santa Catarina, Marcelo Schappo.

Mais eventos na astronomia em 2021

Começa este ano também a contagem regressiva pela missão Artemis, da Nasa, que deve levar a primeira mulher à Lua em 2024 e da qual o Brasil foi convidado para ser parceiro. E os testes, sem tripulação ainda, começam este ano, segundo a Agência Espacial Norte-Americana.

A missão ganhou novo fôlego após a descoberta de moléculas de água na Lua, detectada pelo telescópio Sofia.

E por falar em telescópios, está nestes observadores espaciais a possibilidade de achados até então nunca vistos pela humanidade.

O ano de 2021 promete ser um ano de revoluções do conhecimento sobre o espaço! Vamos saber o que é esperado pelos cientistas.

O lançamento do supertelescópio James Web é o destaque de Duilia de Mello, astrônoma, pesquisadora em projetos da Nasa e vice-reitora da Universidade Católica da América.

Além de mudarmos a nossa visão do universo, imagine vê-lo como se fosse um filme de altíssima resolução? Este é o destaque de Ricardo Ogando, astrofísico do Observatório Nacional.

Leonardo Andrade, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, destaca o uso de dados dos telescópios para detecção de bioassinaturas.

A liberação de dados do satélite Gaia vai ajudar na compreensão da Via Láctea, como destaca o Diretor do Observatório do Valongo, Hélio Jaques Rocha-Pinto.

Informações com Agência Brasil

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Uso emergencial de vacinas

Uso emergencial de vacinas: STF mantém autorização para Anvisa

A flexibilização para uso emergencial de vacinas vale para as já aprovadas em agências reguladoras de quatro países.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) segue autorizada a liberar o uso emergencial de vacinas contra a Covid-19 em até 72 horas após o pedido. Essa é a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada nesta quarta-feira (30).

Regulamentação do uso emergencial de vacinas

O magistrado liberou a execução mais rápida para imunizantes que tenham sido aprovados em, ao menos, uma de quatro agências reguladoras, que ficam na China, Estados Unidos, Japão ou na Europa. 

Com informações de Brasil 61

Jornal Grande ABC

Uso emergencial de vacinas

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ataque terrorista nos eua

Ataque terrorista nos EUA? Nashville avalia situação

O centro de Nashville foi isolado na sexta-feira, depois que uma grande explosão destruiu vários edifícios na manhã de Natal no que a polícia local disse ter sido um “ato intencional”. A possibilidade de ataque terrorista nos EUA não está descartada.

O prefeito de Nashville, John Cooper, afirmou: “As evidências iniciais mostram que foi uma bomba deliberada sendo detonada em nossa comunidade”.

Em uma reunião no final da manhã, o FBI anunciou que a agência, junto com o Bureau de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos, conduziria a investigação sobre uma explosão que deixou três pessoas com ferimentos não críticos.

Policiais na maior cidade do Tennessee disseram a vários meios de comunicação que as autoridades também encontraram possíveis restos mortais nas proximidades da explosão. Ademais, não está claro como os restos mortais estão relacionados ao incidente ou não.

Ligação, aviso, explosão

As autoridades disseram ter recebido um telefonema alertando que um veículo recreativo (RV) estacionado estava pronto para explodir em 15 minutos. O próprio RV começou a transmitir uma mensagem repetida aparentemente gravada para que qualquer pessoa nas proximidades se afastasse.

A mensagem, capturada em gravação transmitida depois por estações de notícias de televisão locais, dizia: “Esta área deve ser evacuada agora. Esta área deve ser evacuada agora. Se você pode ouvir esta mensagem, evacue agora. Se você pode ouvir esta mensagem, evacue agora. ”

Enquanto os policiais de Nashville limpavam a área dos residentes, o veículo explodiu, causando danos estruturais a vários edifícios, derrubando árvores e quebrando janelas em centenas de metros.

“Tivemos um policial que foi derrubado ao chão … Atualmente, estamos varrendo a área para garantir que todos estejam seguros”, disse o porta-voz da polícia de Nashville, Don Aaron.

Aaron disse que a polícia não tem conhecimento de outras ameaças ao público, mas cães-bomba varreram a área por precaução. Portanto, as autoridades não sabiam dizer se havia alguém no veículo quando ele explodiu.

Don Cochran, procurador-geral de Nashville, disse que o Departamento de Justiça estava direcionando todos os seus recursos para a investigação. Nesse sentido, o agente especial assistente do FBI Matt Foster apelou ao público por dicas. “Precisamos de suas ligações e de sua ajuda”, disse ele.

Possível ataque terrorista nos EUA

A polícia de Nashville tuitou uma foto do suposto veículo capturada por uma câmera de segurança, dizendo que ele havia chegado na área aproximadamente às 13h22, horário local. Aliás, parecia ser um modelo relativamente antigo com uma pintura clara.

“A explosão foi significativa, como você pode ver, o departamento de polícia, seus parceiros federais – o FBI e o ATF – estão conduzindo uma investigação em grande escala até este ponto”, disse o porta-voz da polícia de Nashville. “Acreditamos que a explosão foi um ato intencional.”

Em seguida, a polícia disse que o incidente estava relacionado a um veículo estacionado em frente a um restaurante de fondue, o Melting Pot.

O proprietário do albergue vizinho disse que recebeu um telefonema na sexta-feira de sua equipe relatando ter ouvido um “estrondo alto” e o alarme de incêndio disparando. Então, os hóspedes foram abrigado no Nissan Stadium.

O prefeito de Nashville, John Cooper, instou as pessoas a ficarem longe do centro da cidade, enquanto a polícia e as autoridades federais iniciavam sua investigação. Todavia, o número de feridos limitado, pode se creditar a sorte da cidade.

Foi um ataque terrorista nos EUA?

ataque terrorista nos eua
Foto: Jeremy Schott / Reuters

O governador Bill Lee do Tennessee disse no Twitter que o estado forneceria os recursos necessários “para determinar o que aconteceu e quem foi o responsável”.

Andrew McCabe, um ex-vice-diretor do FBI, disse à CNN que uma explosão desse tamanho seria investigada como um possível ato de terrorismo. Ele disse que é possível que a polícia tenha sido o alvo das explosões, já que estava respondendo a uma denúncia de um veículo suspeito quando ele explodiu.

Buck McCoy, que mora perto da área, postou vídeos no Facebook que mostram a água escorrendo pelo teto de sua casa. Sendo assim, alarmes soaram ao fundo e gritos de pessoas em grande perigo soam ao fundo. Além disso, um incêndio é visível na rua lá fora.

McCoy disse que as janelas de sua casa foram totalmente destruídas. “Todas as minhas janelas, cada uma delas explodiu na próxima sala. Se eu estivesse ali, teria sido horrível ”, disse ele.

“Parecia uma bomba. Era tão grande ”, disse ele à Associated Press. “Havia cerca de quatro carros em chamas. Não sei se estava tão quente que eles pegaram fogo e as árvores foram todas destruídas ”, acrescentou McCoy.

Informações com The Guardian

Onde está João Doria? Enquanto SP fecha, o governador viaja

Onde está João Doria? Enquanto SP fecha, o governador viaja

João Doria (PSDB), governador de São Paulo, anunciou nessa 10 dias de licença, para o passar com a família, e só voltará após o réveillon, em janeiro. As férias de Doria nos Estados Unidos repercutiram nas redes sociais, já que ele viajou no mesmo dia em que decretou o lockdown no estado. E a pergunta ‘onde está o Doria’ viralizou.

Afinal, onde está João Doria?

Doria viajou para Miami, ainda na madrugada desta quarta-feira (23/12), após decretar a fase vermelha do lockdown. Sendo assim, apenas serviços essenciais podem funcionar.

O anúncio colocou todo o estado de São Paulo na fase vermelha, a mais restritiva do plano SP, de combate à COVID-19. Portanto, entre 25 e 27 de dezembro e de 1 a 3 de janeiro de 2021. Sendo assim, só os serviços essenciais estão autorizados a abrir as portas neste na época de Natal e réveillon.

Mesmo com a restrição no estado, Doria embarcou com sua esposa, Bia Doria, para Miami, onde ficam para o Natal e réveillon. Só retornarão para o Brasil dia 3 de janeiro. “Fiquei muito ausente da minha família ao longo deste ano”, afirmou o governador.

O vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), estará como governador em exercício, enquanto isso.

Onde está João Doria? Enquanto SP fecha, o governador viaja
Foto: ADRIANA SPACA / ESTADÃO CONTEÚDO

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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EUA polarização e votos

EUA polarização e votos pelo correio podem gerar batalha jurídica

Norte-americanos elegem hoje novo presidente

A eleição presidencial dos Estados Unidos (EUA) nesta terça-feira (3) tem todos os ingredientes para uma prolongada batalha jurídica pelo seu resultado: um eleitorado altamente polarizado, um número recorde de votos pelo correio e alguns ministros da Suprema Corte que parecem prontos para intervir se a disputa for acirrada e contestada.

O único elemento que falta, que levaria os dois lados ao tribunal, seria um resultado apertado em um Estado-pêndulo, onde a preferência da maioria do eleitorado oscila entre um partido e outro.

“Se o resultado final depender da Pensilvânia ou da Flórida, eu acho que teremos a batalha jurídica das nossas vidas”, disse Jessica Levinson, professora de lei eleitoral da Loyola Law School, de Los Angeles.

Disputas eleitorais não são incomuns, mas elas geralmente acontecem em eleições locais ou estaduais, segundo especialistas em lei eleitoral.

Este ano, nos meses anteriores ao pleito de 3 de novembro entre o presidente Donald Trump e o democrata Joe Biden, a pandemia do novo coronavírus alimentou centenas de desafios legais, envolvendo de assinaturas de testemunhas a carimbos postais e uso de caixas postais para depositar as cédulas.

Duas decisões judiciais recentes sobre o prazo para a contagem dos votos pelo correio aumentaram a probabilidade de uma batalha legal pós-eleição se o resultado na Pensilvânia ou em Minnesota, outro estado crucial, for apertado, dizem especialistas em lei eleitoral.

A 8ª Corte de Apelação dos EUA decidiu, em 29 de outubro, que o plano de Minnesota para estender o prazo para a contagem das cédulas enviadas pelo correio era uma manobra inconstitucional do secretário de Estado local, o democrata Steve Simon.

Autoridades de Minnesota foram instruídas a “segregar” cédulas recebidas depois de 3 de novembro.  

Simon afirmou que as autoridades não apelariam à Suprema Corte, mas mais litígios nos tribunais inferiores determinarão se essas cédulas serão contadas.

Enquanto isso, em 28 de outubro, a Suprema Corte manteve uma decisão do tribunal superior da Pensilvânia, que permitiu que as autoridades contassem cédulas enviadas pelo correio postadas no dia da eleição e recebidas até três dias depois.

Os juízes disseram que não havia tempo suficiente para revisar a decisão. Como em Minnesota, autoridades da Pensilvânia segregarão essas cédulas, preparando uma potencial batalha legal se a eleição for acirrada.

Qualquer batalha legal disputada diante da Suprema Corte terá maioria conservadora de 6 x 3 após a confirmação de Amy Coney Barrett, em 26 de outubro. Três dos ministros foram indicados por Trump.

O presidente disse, em setembro, que queria sua indicada confirmada porque a eleição acabaria na Suprema Corte. “Acho que é muito importante que tenhamos nove ministros”.

Guterres pede alívio das dívidas de países em desenvolvimento

Estados Unidos se opõem à medida

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, pediu nesta terça-feira (29) um aumento no financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) e alívio da dívida para ajudar os países em desenvolvimento e de renda média a se recuperarem da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Guterres disse em um evento online que os membros do FMI deveriam concordar com uma nova alocação de Direitos Especiais de Saque (SDR, na sigla em inglês) do FMI, algo semelhante à impressão de dinheiro por um banco central, além de apoiar a realocação voluntária de SDRs existentes.

Ele também pediu a prorrogação da moratória imposta pelo Grupo dos 20 sobre o pagamento oficial da dívida de países mais pobres para além do final de 2020, com sua expansão devendo incluir “todos os países em desenvolvimento e mercados emergentes necessitados”.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, havia pedido no início da crise uma nova alocação de SDRs, mas encontrou oposição dos Estados Unidos, o maior acionista do FMI.

Grupos da sociedade civil e muitos países apoiam essa medida, mas as autoridades norte-americanas dizem que isso beneficiaria principalmente os países ricos. Em vez disso, Washington defendeu o aumento das contribuições para as duas ferramentas do FMI que ajudam os países mais pobres, embora ainda não o tenha feito.

Em uma coletiva de imprensa posterior, Guterres também pediu aos países ao redor do mundo que aumentem as contribuições ao esforço conjunto de desenvolvimento de vacinas para a covid-19.

Guterres disse que as consequências econômicas e sociais da pandemia ameaçam descarrilar décadas de trabalho no desenvolvimento global, gerando aumento da escassez de alimentos, redução da renda global gerada pelo trabalho em mais de 10% em 2020 e desaceleração do comércio em até 20%.

Ele disse que 11,5 trilhões de dólares foram gastos para neutralizar a pandemia e seu impacto econômico, mas apenas 2,5% do total foram contabilizados pelas economias em desenvolvimento e emergentes, que têm as maiores necessidades.

Fonte: Agência Brasil