Condicionamento operante, você já ouviu falar?

Condicionamento operante, trata-se de um comportamento voluntário. Ex: correr, pular, sentar dentre outros, sendo voluntário, o mesmo não depende de um estímulo antecedente para ocorrer, mas é seguido de consequências futuras sendo assim chamadas de reforçamento. ☝️

Exemplo de reforçamento: Seu gatinho 😻está em um momento tranquilo ao seu lado sentadinho ou deitadinho na caminha dele (comportamento operante) e ganha uma guloseima (petisco). …rs a guloseima que ele ganhou, passa a ser uma consequência futura mediante aquela ação. (reforçamento)

Outro exemplo muito comum☝️🐱:

O seu gatinho começa a miar incansavelmente ao te ver e você na tentativa de ele parar de miar, enche o potinho de comida. Bingo!

Mais um comportamento reforçado, mediante a ação de miar incansavelmente.

A grande questão está em: no primeiro caso pode-se notar que o reforçamento da ação foi em um momento de calma e tranquilidade, já o segundo case o reforçamento foi pela agitação e vocalização excessiva (ansiedade).

E assim sucessivamente, como no segundo caso, vamos reforçando os maus comportamentos dos nossos animais de estimação muitas vezes de forma inconsciente.

Boa parte do comportamento do nosso animal de estimação (sejam eles bons ou maus comportamentos) refletem a forma como eles são condicionado por nós!

Os benefícios de treinarmos nossos amiguinhos de outra espécie por condicionamento operante são inúmeros, tanto para os animais quanto para o manejo.

As sessões de treinamento para os BONS☝️😻 comportamentos são uma excelente forma de estimulação física e mental através de desafios que os nossos amiguinhos animais de outras espécies enfrentam, sempre buscando algo prazeroso nas recompensas recebidas.

Agora me conte, você reforça o seu companheiro sempre que ele tem uma boa ação? rs

Por Fernanda Nogueira – Consultora comportamental de felinos domésticos.

Condicionamento operante, você já ouviu falar?
Foto de Alex Andrews no Pexels

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Quero ter um amigo de quatro patas

Muitas famílias decidem ter um animalzinho de estimação e quando isto acontece muitas dúvidas surgem.

Vale lembrar que a decisão em ter um amigo de quatro patas deve ser de toda a família. Os animais precisam de nossa ajuda para se alimentar, beber agua, para passeios, higiene e cuidados com a saúde e todos da família devem estar dispostos a colaborar. Os animais não são descartáveis e a expectativa de vida deles pode variar entre 12 a 15 anos, ou seja, seu novo amigo dependerá de você por este período.  

O espaço que dispomos também deve ser adequado. Muitos animais acabam abandonados porque a casa não tem espaço adequado. Por isso antes de adotar ou mesmo adquirir um novo amigo avalie se ele ficará bem na sua casa. Um exemplo frequente são os cães de porte médio e grande que precisam de espaço para correr e se movimentar. Estes cães em locais pequenos exigem passeios frequentes para que se exercitem.

 A disponibilidade para cuidar do novo amigo também deve ser avaliada. Sabemos que gatinhos por exemplo, são animais que tendem a ficar bem sozinhos,  não tem necessidade de passeios, mas precisam de carinho e afeto assim como os cães.

Para gatos, aconselhamos sempre telar as janelas e locais de acesso à rua, para que não sofram quedas, ou saiam para passear. Apesar de muitos gatos serem adeptos a pequenas voltinhas nos bairros, elas podem resultar em problemas como brigas, mordidas, quedas e atropelamentos.

Os comedouros e bebedouros devem ser limpos com frequência. Oferecer sempre água de boa procedência e manter alimentação adequada à idade e ao peso. O nosso amigo deve ter um local para dormir e ele ficar no quintal, providenciar local adequado para se proteger do frio, da chuva e do calor.

As visitas ao veterinário devem ser anuais. Manter as vacinas sempre atualizadas, e realizar a vermifugação e proteção contra pulgas e carrapatos periodicamenet.

Ter um amigo de quatro patas enche nosso coração de alegria. E não se esqueça de sempre retribuir todo amor que eles te oferecem.