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Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália

No início do segundo semestre, precisamente em julho de 2021, a SysCoin Commerce, maior agência de ecommerce do Centro-Oeste brasileiro vai alçar voos em solo europeu. A operação SysCoin Itália promete revolucionar o processo de transformação digital do país.

Para quem sonha grande, o céu é o limite e para quem coloca os sonhos em prática todas as possibilidades não tem fim. Essa é a máxima que acompanha a SysCoin Commerce, maior agência de ecommerce do Centro-Oeste do Brasil, que começou de forma tímida, mas assertiva a mostrra o seu potencial na Capital do país. Com uma expertise e vivência no universo de negócios digitais, a SyScoin chegou no DF em 2015 e já mostrou que muito poderia agregar, transformar e solidificar as empresas do DF, do Brasil e agora do mundo.

Só em 2020, a empresa dobrou a meta estimada, alcançando 60% de crescimento e o volume transacionado na plataforma foi de 20 milhões de reais, crescendo mais de 300% em número de vendas por clientes. Além disso, com as soluções criadas pela agência, somente no ano passado 150 empresas foram beneficiadas com essa tecnologia.

O resultado disso não poderia ser diferente: a empresa cresceu, se destacou e ganhou amplitude internacional. A agência se prepara para aterrissar em solo italiano. O presidente da SysCoin Commerce, Leonardo Miranda, elenca os motivos que o levaram para chegar até esse país. “A Itália possui diversas similaridades culturais em relação ao Brasil, mas o que chama atenção é que se tratando de comércio eletrônico, hoje, estamos na 10ª posição do maior mercado de ecommerce do mundo, ficando atrás de países muito mais desenvolvidos como China, Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha

Quando olhamos para Itália, podemos ver uma oportunidade de crescimento para chegar num patamar nos próximos anos iguais ao do Brasil, em que estudos apontam que até o ano de 2023 deve ser 23.9 bilhões de euros.A Itália tem pontos favoráveis quanto à solidez do mercado europeu e de sistemas logísticos bem estabelecidos”, defende.

Leonardo elucida que o objetivo é ajudar os negócios italianos no processo de transformação digital, ofertando desde a consultoria de como vender e fazer a presença digital até o desenvolvimento de sites, lojas virtuais, sistemas, aplicativos, marketing digital e identidade visual.

Como aconteceu essa transação?
A SysCoin já havia iniciado um processo de internacionalização pelos Estados Unidos e, recentemente, iniciou uma busca por um novo país. A porta se abriu por meio de um relacionamento com um italiano que permitiu a validação e a percepção do mercado.

Ausência de digitalização na Itália
Esse estreito relacionamento fez com que o Head Commerce Europe, Gabriele Rorandelli decidisse empreender neste projeto desafiador, que, segundo ele, teve duas razões principais que o impulsionou – uma forte inspiração dada pelo ambiente de negócio inovador encontrado no Brasil, por meio da SysCoin, e por uma evidente falta de digitalização na Itália. “O que me espera por lá é um desafio muito exigente, especialmente para adaptar o modelo de negócios e a cultura da SysCoin à Itália, uma nação em grande mudança que precisa de iniciativas como esta para acelerar seu desenvolvimento digital.

Para Rorandelli, a SysCoin Itália irá focar nas pequenas empresas, que foram as que mais sofreram com a pandemia e que precisam de uma presença digital mais forte e em sintonia com os tempos modernos. A expectativa é atingir um rápido crescimento, auxiliando o máximo de pequenos empreendedores, e oferecendo uma gama mais ampla e completa de serviços, integrando as competências da empresa brasileira com a italiana.

Serviço: Grupo de jovens empresários de Brasília exportam tecnologia para Itália
Endereço: CA 01, SALA 469 SHOPPING DECK NORTE – Lago Norte, BrasíliaTelefone: (61) 3968-1540Site: https://syscoin.com.br/

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Foto: Divulgação

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Novas Barreiras internacionais podem travar exportações da indústria paulista

A venda dos produtos industrializados brasileiros no comércio exterior teve queda superior a 15% em 2020, quando comparada com ano anterior, e registrou prejuízos estimados em mais de US$ 16 bilhões. A participação dos produtos industrializados na agenda de exportações nacionais teve o pior desempenho dos últimos 44 anos, representando apenas 43% de todos os produtos vendidos lá fora. Além disso, novas Barreiras internacionais podem travar exportações da indústria paulista

Em 2021, este cenário pode ser ainda pior porque o comércio no mercado internacional pode ser comprometido em até 22%, apenas por causa de barreiras comerciais recém-criadas que, segundo especialistas, podem gerar US$ 46 bi em prejuízos para os exportadores dos estados. 

A perda é prevista no estudo Novas Barreiras e Tendências no Comércio Internacional, publicado recentemente pela CNI. O documento alerta para novas formas de protecionismo praticadas no exterior para taxar ou barrar produtos brasileiros no mercado internacional.  

Nas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, na Câmara dos Deputados e no Senado, o levantamento desperta entre parlamentares a necessidade da criação de ações de defesa do país no comércio internacional. 

“Nós estamos sempre em posição de subserviência, de querer servir aos poderes externos. Nunca olhamos para dentro e dizemos: ‘nós podemos também, temos força e vamos construir essas forças’. Nós estamos sempre entregando e se entregando às normas e padrões que são estabelecidos de fora”, acredita o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP).
 
O comércio de máquinas e aparelhos de terraplanagem teve retração de 40%, seguido pelo setor aeronáutico, com quase 38% de prejuízos, e automobilístico, com 29% de perdas, no País. Entre os 10 maiores estados exportadores, nove tiveram queda nos negócios internacionais. São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul foram os entes que mais perderam exportações no último ano.

O estudo

As Novas Barreiras e Tendências no Comércio Internacional mostram que as atuais relações de compra e venda, de produtos agroindustriais no exterior, estão indo além dos acordos, leis e regulamentos do mercado internacional. Elas impõem grande número de medidas protecionistas disfarçadas por objetivos legítimos. 

A maquiagem é boa porque esconde a ação protecionista e inibe críticos que, quando corajosos por esclarecimentos, amargam o constrangimento injusto de serem avaliados como contrários às medidas de proteção do meio ambiente, por exemplo. O temor dos setores exportadores é a instituição permanente dessas novas barreiras no mercado internacional.   

“Essas novas formas de barreiras criam desafios adicionais para as exportações brasileiras. Porque elas têm de um lado objetivo que é legítimo e é procurado pela própria indústria brasileira, de sustentabilidade, de respeito ao meio ambiente, mas, ao mesmo tempo, são barreiras disfarçadas. Então, por atrás de um objetivo legítimo acabam criando gargalos e discriminação para as exportações brasileiras”, diz Constanza Negri, Gerente de Diplomacia Empresarial e Competitividade do Comércio da CNI. 

Imagem 

O setor produtivo acredita que o país precisa de ações mais contundentes e maior espaço nas mesas de negociações do mercado internacional. A ideia é que o setor da agroindústria, governos e parlamento, possam formar uma frente coordenada de defesa dos interesses dos exportadores brasileiros.

A troca de ministros no comando das relações diplomáticas do Brasil pode ajudar a melhorar a imagem do país junto às nações exportadoras que, segundo o analista internacional, Pedro Paulo Gobbato, foi desgastada durante a gestão de Ernesto Araújo. Esse cenário deixa o País sem força de defesa no comércio internacional. 

“O Brasil se tornou meio que um alvo fácil para críticas. Ou seja, fica muito bom falar mal do Brasil porque agrada o público interno. A nova gestão do chanceler Carlos França tem como um dos principais objetivos mudar essa imagem no exterior”, lembra Gobbato. 

Barreiras

O estudo elege cinco tipos de novas barreiras comerciais, que juntas podem influenciar negativamente as vendas de todo setor produtivo do País. 

A primeira modalidade de novas barreiras surge dos padrões privados e das iniciativas de mercado. As medidas são numerosas porque são criadas voluntariamente pela iniciativa privada dos países desenvolvidos gerando dúvidas e custos adicionais aos exportadores. As barreiras, por serem novas, pressionam os produtores. A busca por financiamentos para os investimentos de adequação às normas aumenta e o endividamento do setor, também. Os setores brasileiros que mais sofrem influências deste tipo de barreira comercial são de produção de alimentos, têxtil, construção civil, equipamentos médicos e mineração. 

Já as barreiras comerciais voluntárias exercidas pelos países importadores, na forma de sustentáveis podem ser instituídas como leis, com exigências de rastreamento das cadeias produtivas dos exportadores. A adaptação teria a maior impacto nas pequenas e médias empresas. O estudo alerta, ainda, que a União Europeia “pretende criar medidas próprias nesse sentido e suas exigências terão consequências extraterritoriais, condicionando as importações a seu padrão de sustentabilidade”. No Brasil, essas barreiras comerciais podem afetar todos os setores produtivos da agroindústria. Os exportadores brasileiros, de todas as áreas, estão vulneráveis para este tipo de barreira comercial. 

“São medidas que têm objetivos importantes de proteger a saúde, de diferentes consumidores dos países, mas, que muitas vezes, criam problemas de acesso aos mercados”, completa a Gerente de Diplomacia Empresarial e Competitividade do Comércio da CNI, Constanza Negri. 

A “novíssima” barreira comercial conhecida como reputacional é forma de avaliação da imagem, conduta e reputação do setor produtivo de um determinado país exportador. Não existem regras instituídas de forma oficial e as decisões de compra dos produtos é particular, de cada empresa. Por ser imprevisível, a barreira reputacional não concede tempo de adequação. A medida pode afetar todos os setores da agroindústria do País.

Fonte: Brasil 61

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Exportações da indústria paulista. Foto: Divulgação

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Empresa do Grande ABC investe em novo departamento para preencher vagas de emprego

As vagas mais complexas estão nos campos de marketing, auditoria e importação e exportação

O número de trabalhadores desempregados aumenta a cada dia no Brasil, a fila ultrapassa a margem de 14,1 milhões de brasileiros sem emprego e sem esperanças. Na Grande São Paulo, por exemplo, são mais de 3,1 milhões, sendo 974 mil só na capital. A pandemia causou pelo menos dois impactos fortes no caminho que o mercado de trabalho estava seguindo: o aumento dos profissionais na área da saúde e tecnologia. E a escassez destes profissionais no mercado de trabalho, torna-se maior e sufocante a cada dia principalmente para os processos de seleções e headhunters.

É o caso da Sono Quality indústria de colchões localizada em São Bernardo do Campo (SP). No primeiro trimestre de 2021 a empresa está com mais de 60 vagas abertas em diversas áreas, e em algumas a dificuldade de contratação já ultrapassa noventa dias, fechando o trimestre com o maior índice de vagas deste o início da pandemia. Destaque para as vagas de TI (Tecnologia da Informação); que segundo levantamento da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) a procura por profissionais na área de TI é de 420 mil pessoas, até 2024 no Brasil; representantes comerciais e design de produtos e-commerce (é uma parte importante da identidade da marca própria para transmitir os atributos e valores específicos dos produtos).

“Um dos principais compromissos da empresa com os colaboradores é o investimento na capacitação profissional e a valorização pessoal de cada um. E, a cada ano, aumentamos o número de contratações, em comparação aos anos anteriores. Isso mostra que as ações desenvolvidas pela empresa estão gerando resultados positivos”, destaca o CEO da Sono Quality, Ricardo Eloi.

A empresa possui mais de 50 vagas só na área comercial, espalhadas em todo o território nacional. Os estados com mais demanda de oportunidades de trabalho são Manaus, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. As vagas são para representantes comerciais e supervisores de campo. O departamento de marketing da empresa é hoje o com mais oportunidades, como por exemplo coordenador de e-commerce (uma das mais difíceis para seleção e contratação), analista de marketing digital, analista de pesquisa e desenvolvimento de produtos (com experiência e que transite também com relações internacionais já que os contatos a grande maioria são com países como a China, Coreia e Japão).

Sono Quality: A maior empresa de colchões terapêuticos do Brasil

Foco, determinação, fé, são ingredientes que fazem dá Sono Quality a maior no segmento. Nenhuma empresa de colchões investe o que a empresa aplica à frente das publicidades e merchandisings. O principal diferencial da empresa é o marketing. “Hoje somos a empresa que mais investe em propaganda no Brasil, nenhuma empresa do segmento, estou falando de colchões em geral, investe o mesmo que nós”, afirma Ricardo Eloi.

Uma empresa que hoje possui 205 funcionários em regime CLT, mais 300 empregados de forma indireta. Um dos principais compromissos da empresa com os colaboradores é o investimento na capacitação profissional e a valorização pessoal de cada um. “Realizamos uma convenção nacional a cada quadrimestre. Todas as segundas-feiras realizamos treinamento operacional e às sextas-feiras treinamento para o pessoal de vendas e externo, inclusive representantes via vídeo conferência”.

Parafraseando o slogan da empresa: “Pensou colchão, é Sono Quality!”, temos que considerar a potência que a marca se tornou no mercado varejista, suas qualidades terapêuticas e massageadores. Hoje são 13 tecnologias e 20 níveis de massagem, além de sua tecnologia de ajuste dinâmico, proporcionando ao cliente uma noite perfeita de sono.

Saiba mais em: www.sonoquality.com.br

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Veja as inscrições do curso de capacitação para exportação

O curso gratuito da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, gerido pela InvestSP, é focado em Micro, Pequenas e Médias empresas de Ribeirão Pires que tenham interesse em receber treinamento para acessar o mercado internacional. As inscrições vão até dia 2 de abril para se inscrever.

Serão selecionados 200 empresários e o cadastro deve ser efetuado através do site da InvestSP.



O Exporta SP é o maior programa de capacitação para exportações já executado no Estado de São Paulo, e tem o diferencial de incluir em seu escopo de atuação startups e empresas do setor de serviços. Ele visa descentralizar as ações de apoio à exportação, sendo realizado totalmente por meio de plataformas online.

“Considerando todas as dificuldades que todos os setores estão enfrentando neste cenário atual, o Investe São Paulo traz a oportunidade para todos os empresários movimentarem não apenas o desenvolvimento local, mas também exportar.” explicou a secretária de Desenvolvimento Econômico e Relações Internacionais, Marli Silva.

“Não é nenhum bicho de sete cabeças. Nossa Pasta está à disposição daqueles que tiverem dificuldade com o idioma”, finalizou Silva.

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Pandemia reduziu exportações de cachaça

A pandemia reduziu as exportações de cachaça brasileira para outros países diminuíram cerca de 24 por cento em 2020.

No ano passado, foram embarcados cinco milhões 570 mil litros do produto, ante os mais de sete milhões e 300 mil litros exportados em 2019.

O Instituto Brasileiro da Cachaça, o Ibrac, atribui a queda às dificuldades provocadas pela pandemia, principalmente com o fechamento de bares e restaurantes.

O Brasil exporta a bebida para 70 países e apesar da queda na venda anual, alguns mercados da Europa aumentaram os pedidos no ano passado.

O destaque foi a Bélgica, que elevou em mais de 48 por cento a quantidade de cachaça comprada. 

Já as vendas para a França cresceram cerca de 24 e meio por cento em 2020, e para a Alemanha, dois vírgula 74 por cento.

Os principais compradores da cachaça nacional são Paraguai, Alemanha, França, Estados Unidos e Portugal. 

Com informações de Rádio2.

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Colheita de grãos deve atingir 264,8 milhões de toneladas

A colheita de soja na safra 2020/2021, no Brasil, deverá chegar a 133,7 milhões de toneladas. A estimativa consta no quarto Levantamento da Safra de Grãos. Os dados sobre colheita de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A projeção apresentada leva em conta o aumento de 3,4% na área destinada à plantação da oleaginosa, que representa cerca de 50% da colheita de grãos no país, estimada em 264,8 milhões de toneladas.

Ainda de acordo com as informações do balanço, o salto esperado para a produção total será de 7,9 milhões de toneladas, em relação à safra 2019/2020, quando foram colhidas quase 257 milhões de toneladas. Já para a produção de milho, a estimativa é de que a safra 2020/2021 fique em 102,3 milhões de toneladas.

Sobre o arroz, a Conab destaca que o aumento da área destinada à produção “foi menor do que o esperado, principalmente pelo fato de as chuvas não abastecerem satisfatoriamente as barragens que fornecem água para as lavouras irrigadas na Região Sul”. Sendo assim, a produção estimada está em 10,9 milhões de toneladas – número 2,5% menor do que o registrado na safra anterior.

“Colheita de grãos deve atingir 264,8 milhões de toneladas” é com informações de Brasil 61

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Exportações do agro ultrapassam os US$ 100 bi em 2020

É a segunda vez na história que as exportações do agro ultrapassam esse valor em vendas.

Pela segunda vez na história, as exportações brasileiras do agronegócio ultrapassaram os US$ 100 bilhões. O resultado foi registrado no ano passado, quando o valor foi inferior, apenas, ao de 2018, ano em que o agro exportou US$ 101,17 bilhões. 

Na comparação com 2019, as vendas para o exterior cresceram 4,1% no setor em 2020. De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o agronegócio respondeu por quase metade de todas as exportações brasileiras no ano passado, alcançando 48% de participação. 

O complexo soja (grão, óleo e farelo) foi o principal responsável pelo resultado. Ao todo, o País arrecadou mais de US$ 35 bilhões com a exportação do produto.  Em segundo lugar, vêm as carnes, que renderam de US$ 17 bilhões. Já as importações registraram queda de 5,2%, com US$ 13,05 bilhões. 

“Exportações do agro ultrapassam os US$ 100 bi em 2020” em parceria com Brasil 61

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Plantação de Café

Bebidas mais caras em 2021

Os tradicionais encontros após o trabalho, apesar reduzidos ou até proibidos por conta da pandemia, ficarão mais caros este ano. Portanto, bom preparar o bolso, pois as bebidas estarão mais caras em 2021.

Como forma de reduzir o impacto, o consumidor poderá recorrer as latinhas. Incluindo bebidas conhecidas por suas garrafas. Por exemplo, espumantes, gim e vinhos.

O setor de bebidas sofreu um baque múltiplo na estrutura de preço. A disparada do dólar (a moeda subiu 29% no ano) representou uma explosão de custos para toda a cadeia produtiva. Enquanto importadores digerem uma tabela de preço bem mais salgada que muito amendoim de aperitivo, produtores compram insumos pelo dobro do preço, e a indústria sofre com a falta de embalagens.

“O lúpulo, o malte, as embalagens, tudo depende do dólar”, afirma Marcelo de Sá, diretor-executivo do Grupo Petrópolis, responsável por rótulos como Itaipava, Petra e Crystal. A venda para bares e restaurantes, principalmente de vasilhames, representava uma fatia considerável para o setor.

Bebidas mais caras em 2021?

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) realizada no fim de 2019, 61% do consumo de bebidas alcoólicas acontecia em locais de convívio social. Esse comportamento mantinha espaço para o uso das garrafas. A pandemia mudou a dinâmica.

“Para nós, a lata representava 78% das vendas, e a garrafa, 22%”, afirma Sá. “Nos meses de março e abril chegamos a ter um consumo de 92% em lata, e foi aí que entendemos que o consumo ficou em casa.”

Até agosto, a empresa perdeu rentabilidade com a queda nas vendas da embalagem retornável, diz o executivo. “Mas o consumidor continuou a comprar no mercado, então o volume não caiu.”

“O que nos ajudou nesse período foi o auxílio emergencial. Mas, quando diminuíram para R$ 300, o faturamento caiu em duas semanas e depois voltou ao normal”, afirma Marcelo de Sá.

Divisão

O ano de 2020 para o mercado de bebidas pode ser dividido em dois momentos bem distintos, diz Rodrigo Mattos, analista da Euromotior.

Segundo ele, no primeiro semestre, com as incertezas sobre como seria o distanciamento social, o consumo foi todo deslocado para casa. Então, as empresas que tinham uma estratégia online mais estruturada conseguiram se manter mais saudáveis. Quem não tinha uma estratégia digital pré-crise patinou para se adaptar ao novo cenário.

Já no segundo semestre, avalia Mattos, com a flexibilização do distanciamento, o consumo fora de casa foi retornando aos poucos. Mas, acompanhado da inflação e do declínio da renda.

Foi aí, ele relembra, que as empresas começaram a sofrer com os impactos do câmbio e com a falta de embalagens. Problemas com o vidro já havia pelo menos cinco anos, mas a pandemia agravou a deficiência.

Para Mattos, daqui para a frente, as classes média e as mais baixas vão ser as mais impactadas.

“Para essas camadas, existem dois caminhos: ou diminuir no volume ou na qualidade”, diz o analista. “Já os importadores de vinhos e destilados vão procurar opções mais baratas lá fora para vender com o mesmo preço aqui.”

Mercado nos últimos anos

Segundo a Euromonitor, o mercado de alcoólicos já estava mudando desde 2017. O consumidor passou a beber menos, mas com mais qualidade. O setor viu o lucro aumentar e o volume diminuir gradualmente. Foi nesse momento que gim e vinho começaram a ter um crescimento significativo entre os brasileiros.

“Aqui também tem brecha para a cerveja zero álcool, que tem sido bem recebida no mundo. Essa ideia de ‘bebidas não alcoólicas para relaxar’ está sendo bem aceita na Europa, por exemplo”, disse.

Para escapar da crise atual, Mattos diz que as marcas devem investir em novas embalagens para reduzir o gargalo da falta de insumo e trazer inovações.

“É um momento em que vamos ver mais versões em lata. A pessoa não precisa comprar uma garrafa de vinho, que é muito mais cara. A lata tem uma dosagem perfeita para beber e manter qualidade”, afirma.

Bebidas mais caras em 2021 no país

Mas há quem veja oportunidades em todo esse desarranjo. Existe a percepção de que, enquanto o dólar aumenta o preço das bebidas importadas, o fabricante nacional tem espaço para avançar.

“É uma oportunidade para o brasileiro finalmente valorizar o produto nacional”, diz Rodrigo Marcusso, fundador da Draco, destilaria paulista de gim fundada em 2016.

Antes da pandemia, a marca tinha foco em vendas para bares e restaurantes e se viu empurrada a fazer uma adaptação rápida para o ecommerce. Marcusso diz que o ano que passou foi um período para expandir o portfólio.

“Também sofremos com o câmbio. Se é complicado para o grande, imagina para pequeno produtor”, diz.

Marcusso conta que enfrentou, por exemplo, a falta de caixa de papelão, de vidro e até de álcool. “Quase todos os botânicos são importados. O zimbro dobrou de preço desde o começo do ano. Nosso maior concorrente é a falta de matéria-prima.”

Ele afirma que o consumidor não pagou o repasse. Sendo assim, a estratégia foi ganhar nas vendas. O preço mínimo de uma garrafa da Draco é R$ 72, enquanto marcas importadas não artesanais saem por no mínimo R$ 100.

Impacto da pandemia para bebidas mais caras em 2021

Na avaliação de Rodrigo Mattos, a pandemia promove um movimento duplo no mercado de bebidas, com uma certa polarização do consumo local. Enquanto boa parte do brasileiro médio se viu obrigada a reavaliar o que consome, a venda de bebidas premium pouco foi afetada, já que o público-alvo não teve perda significativa de renda.

Desde a reabertura, o movimento no Fel, coquetelaria premiada que ocupa o térreo do icônico edifício Copan, no centro de São Paulo, é descrito pelos funcionários como satisfatório. Nesse sentido, seguindo todos os protocolos de segurança, o lugar pequeno e com poucos lugares manteve os preços dos drinques em R$ 37.

“O que fazemos para não ter um aumento de custo é ter bons parceiros, tanto fornecedores quanto marcas”, diz Felipe Rara, bartender da casa.

Bares

A tabela de preços para os bares pode ser um revés para o setor. A tabela para os bares costuma ser anual. Então, até o momento, não houve um impacto forte da variação do câmbio na compra de bebidas. Portanto, fica para o proprietário buscar um bom fornecedor e fazer um bom negócio com a virada do ano.

Durante o período mais duro da quarentena, um sócio-investidor fez um aporte e não dependeu do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

“Mas temos dívidas a pagar”, afirma Bruno Bocchese, sócio do Fel e do Cama de Gato, também na região central paulistana. O Mandíbula, outro bar de Bocchese, não sobreviveu à crise e fechou no início de abril.

“No Cama de Gato, tenho parceria com a Ambev, sendo a Becks o carro-chefe”, afirma o empresário. Todavia, a situação do bar é diferente do Fel. Com um público mais jovem, o Cama de Gato sentiu o impacto na diminuição da renda dos clientes.

“O movimento caiu cerca de 30%, são perfis bem diferentes de consumidor”, diz.

Bebidas mais caras em 2021: com informações do Diário do Nordeste

Produção de grãos da safra 2020/21 deve alcançar novo recorde

São esperadas 268,9 milhões de toneladas, valor 4,6% maior em comparação com a temporada 2019/2020

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) afirmou que o Brasil deve alcançar quase 270 milhões de toneladas de grãos na safra 2020/21, valor 4,6% superior em comparação com a temporada 2019/20. Em relação ao volume estimado no mês passado, houve aumento de 269 mil toneladas. Segundo a Conab, com esse resultado, o Brasil deve bater recorde de produção.

A estimativa considera a recuperação da produtividade das culturas da soja e do milho. As duas foram prejudicadas pela estiagem no ano passado, em especial no Rio Grande do Sul. Além disso, aumento na área plantada também contribui para o valor recorde. Em 2020, 67,1 milhões de hectares devem ser cultivados, 1,8% a mais do que na safra passada.

A produção de soja deve alcançar 135 milhões de toneladas, confirmando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa. De acordo com a Conab, a safra total de milho também deverá ser a maior da história, com produção estimada em 104,9 milhões de toneladas.

Fonte: Brasil 61

Porto de Santos tem aumento de 5,2% na movimentação em setembro

Esse foi o segundo melhor movimento mensal para o mês de setembro

A movimentação de cargas no Porto de Santos em setembro totalizou 12,2 milhões de toneladas, 5,2% acima do mesmo período de 2019. Esse foi o segundo melhor movimento mensal para o mês de setembro. No acumulado do ano, a movimentação alcançou 110,1 milhões de toneladas, alta de 10,2% sobre o mesmo período de 2019 e de 9,7% sobre o recorde anterior para o intervalo, registrado em 2018. 

Com isso, a expectativa é encerrar o ano com a melhor marca da história, acima das 134 milhões de toneladas de 2019, que já fora recorde. O Porto manteve o patamar histórico de participação na corrente de comércio brasileira, respondendo por 28,3% das trocas nacionais no ano. Aproximadamente 27% das transações comerciais nacionais com o exterior que passaram pelo complexo tiveram a China como país parceiro. São Paulo é o estado com maior participação (56,8%) nas transações comerciais com o exterior pelo Porto.

Os embarques no mês somaram 9,1 milhões de toneladas, um crescimento de 13,4% sobre os números registrados na mesma base anual. No acumulado do ano, esse fluxo de carga atingiu 81,6 milhões de toneladas, alta de 15% sobre o mesmo período de 2019. Já os desembarques totalizaram 3,0 milhões de toneladas, recuo de 13,8% sobre setembro de 2019. As descargas acumuladas no ano somaram 28,6 milhões de toneladas, 1,6% abaixo do mesmo período do ano passado.

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

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Entenda o uso do certificado digital para acesso ao Siscomex

A Gainholder é uma fornecedora global em Comércio Exterior, e parceria da Valid Certificadora, destaca a obrigatoriedade do uso de certificado digital para atividades de comércio exterior. Qualquer empresa que deseje importar ou exportar produtos precisa de habilitação junto ao Sistema Integrado de Comércio Exterior da Receita Federal – Siscomex. É por meio desse sistema que é realizado todo o controle de Comércio Exterior – COMEX.

Segundo Cauê Mattos, da Gainholder, essa habilitação no sistema dever ser realizada pelo representante legal da empresa que precisa obrigatoriamente de um certificado digital eCPF. “Especificamente o certificado digital de pessoa jurídica (eCNPJ) não pode ser utilizado, além do representante legal, todo funcionário que utilize o Siscomex precisará de um certificado digital eCPF”, ressalta.

Entre as funcionalidades do sistema estão o cadastro de entradas (importações) e saídas (exportações) de mercadorias, estatísticas e desempenho que permite a consulta da situação das cargas, liberações, deferimentos e dados sobre as operações em tempo real, o contato com a Receita Federal para comunicar aos fiscais qualquer problema ou solicitar suporte, e o histórico das operações da empresa que pode ser consultado futuramente.

Há sempre dúvidas sobre qual certificado digital usar para o acesso ao Siscomex e o executivo esclarece que deve ser utilizado sempre o eCPF, podendo ser no modelo A1 – instalado na máquina -, ou o A3 – cartão ou token -, mas destaca que esse certificado digital deve ser em nome do responsável legal da empresa.

“Caso seja necessária a representação da companhia por um terceiro no sistema, deverá ser feita uma procuração de poderes e o eCPF terá que ser em nome do representante. Para evitar problemas, sempre é recomendado que a habilitação da empresa junto ao Siscomex seja realizada por uma empresa especializada em comércio exterior para ter o processo mais transparente e rápido”, avalia o executivo.

Para finalizar, Cauê destaca que o certificado digital está vinculado ao Siscomex e deve seguir os padrões e normas internacionais. “O módulo de sistema integrado de comércio exterior com o canal eletrônico que simplifica e agiliza o despacho aduaneiro de remessas postais ou expressas internacionais, permite que todo o processo fique mais ágil. É a tecnologia simplificando a vida de empresas e cidadãos”, finaliza.

Sobre a Valid Certificadora 

A Valid Certificadora é uma empresa do grupo Valid especializada em serviços digitais de confiança, identificação, acesso, cifragem e autenticação realizando operações criptográficas padronizadas nacional e internacionalmente, de acordo com a regulamentação estabelecida, na identificação de pessoas físicas ou jurídicas para assinatura digital; geração e armazenamento seguro de evidências digitais de uma transação eletrônica e diversas outras soluções. Credenciada pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) é Autoridade Certificadora emitente dos certificados digitais ICP-Brasil, tais como eCPF, eCNPJ, NFe, CTe, SSL. Entre as áreas de atuação especializadas é PSS – Prestadora de Serviço e Suporte ICP-Brasil, ACT – Autoridade de Carimbo de Tempo, PS EEA – Prestador de Serviço para Entidade Emissora de Atributo, PSC – Prestadora de Serviço de Confiança, PSBio – Prestadora de Serviço Biométrico, Hub de Serviços em Blockchain e Platinum Partner GlobalSign para emissões de SSL raiz internacional. Para conhecer mais sobre os serviços Valid em certificação digital, assinatura digital, carimbo do tempo, certificados de atributo e desmaterialização de processos e documentos, visite: www.validcertificadora.com.br ou https://blog.validcertificadora.com.br/podecontar/  

Sobre a Valid

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com 

Informações para Imprensa:

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Multinacionais brasileiras concentram 24% das exportações nacionais

Segundo CNI, vendas ao exterior dessas empresas cresce mais que média

A inserção de diversas empresas brasileiras no exterior, com operações em diversos países e, em alguns casos, em escala global, tem resultado em reflexo positivo na balança comercial. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação das multinacionais brasileiras nas exportações totais do Brasil passou de 18% em 2001 para 21% em 2013 e 24% no ano passado.

O levantamento mostrou que a participação dessas empresas no valor vendido ao exterior tem crescido mais que o das demais indústrias de grande porte não internacionalizadas. O trabalho comparou a evolução das exportações de 41 grupos empresariais brasileiros que controlam e operam unidades no exterior com a totalidade do valor exportado pela indústria de transformação brasileira.

No caso das empresas que passaram a integrar um dos 41 grupos econômicos entre 2001 e 2020, computaram-se, como exportação do grupo, as exportações da empresa nos anos anteriores à incorporação.

Melhor desempenho

Na maior parte do período analisado, as multinacionais brasileiras tiveram desempenho melhor que a dos demais tipos de indústrias. Entre 2001 e 2008, enquanto as vendas externas das multinacionais subiram 18,8% ao ano, as das empresas restantes cresceram 17,4% ao ano. Entre 2008 e 2013, essas taxas somaram 4% e 2,2% ao ano, respectivamente.

Entre 2016 e 2019, enquanto as exportações das multinacionais aumentaram 0,4% ao ano, as da totalidade das indústrias de transformação caíram 3,2% ao ano. Somente de 2013 a 2016, as multinacionais tiveram desempenho pior. As exportações nesses grupos de empresas caíram 6,9% e 6,5% ao ano, respectivamente.

A participação das multinacionais brasileiras nas exportações totais do Brasil passou de 18% em 2001 para 24% em 2019 Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Setores

Exceto pelo setor de veículos automotores, que nos últimos anos tem sofrido com a crise econômica em diversos países latino-americanos, principalmente a Argentina, as multinacionais industriais brasileiras têm apresentado taxas de crescimento das exportações maiores que a média da indústria nacional.

O estudo agrupou as indústrias multinacionais brasileiras em seis setores: produtos alimentícios; celulose e papel; produtos químicos; metalurgia; aparelhos e materiais elétricos; e veículos automotores. De 2001 a 2008, as vendas das indústrias com unidades no exterior subiram mais que o total das indústrias brasileiras.

De 2008 a 2013, as exportações das multinacionais do setor de veículos caem 2,3% ao ano, contra recuo médio de 0,4% ao ano. De 2013 a 2016, quando a indústria brasileira, de modo geral, passou a exportar menos, as empresas que operam em outros países sentiram mais a queda. Apenas as multinacionais de celulose e papel apresentaram recuo menor que a média da indústria nacional.

Entre 2016 e 2019, quando as vendas das multinacionais apresentaram leve reação, o desempenho das empresas brasileiras com inserção internacional voltou a ser superior à média. Apenas no setor de alimentos e bebidas as exportações cresceram menos que a média da indústria nacional, mas a diferença foi quase nula: 1,2% contra 1,3% de aumento ao ano, respectivamente.

Entre 2016 e 2019, o desempenho das empresas brasileiras com inserção internacional voltou a ser superior à média – CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

Abertura

Para a CNI, a existência de políticas públicas e de um ambiente de negócios que favorecem a inserção internacional de empresas brasileiras é essencial para fazer frente à crise econômica e para recuperar as exportações de manufaturados do país. Entre as medidas defendidas pela entidade, estão a isonomia da tributação e dos lucros no exterior.

“O Brasil é o único país que tributa o lucro [de uma empresa brasileira] em outro país. Isso vai na contramão da recomendação da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico]”, diz o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.

Para Abijaodi, a internacionalização de uma empresa brasileira beneficia não apenas a própria companhia, mas a economia como um todo, porque uma indústria que compete no exterior investe mais em inovação e em melhoria da produtividade.

Atracação de navios no Caís do Porto do Rio de Janeiro, guindaste, container. – Arquivo/26.07.2012/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil