Produção de grãos da safra 2020/21 deve alcançar novo recorde

São esperadas 268,9 milhões de toneladas, valor 4,6% maior em comparação com a temporada 2019/2020

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) afirmou que o Brasil deve alcançar quase 270 milhões de toneladas de grãos na safra 2020/21, valor 4,6% superior em comparação com a temporada 2019/20. Em relação ao volume estimado no mês passado, houve aumento de 269 mil toneladas. Segundo a Conab, com esse resultado, o Brasil deve bater recorde de produção.

A estimativa considera a recuperação da produtividade das culturas da soja e do milho. As duas foram prejudicadas pela estiagem no ano passado, em especial no Rio Grande do Sul. Além disso, aumento na área plantada também contribui para o valor recorde. Em 2020, 67,1 milhões de hectares devem ser cultivados, 1,8% a mais do que na safra passada.

A produção de soja deve alcançar 135 milhões de toneladas, confirmando o Brasil como o maior produtor mundial da oleaginosa. De acordo com a Conab, a safra total de milho também deverá ser a maior da história, com produção estimada em 104,9 milhões de toneladas.

Fonte: Brasil 61

MAPA e Centro de Telecomunicações levam tecnologia ao campo

O objetivo é favorecer pequenos e médios produtores rurais e segmentos economicamente mais vulneráveis, para torná-los competitivos no mercado local, nacional e internacional

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) assinaram um acordo de cooperação técnica destinado a promover o desenvolvimento de iniciativas que contribuam para o aumento e a disseminação do uso de tecnologias digitais no agronegócio brasileiro. 

O objetivo é favorecer especialmente, mas não exclusivamente, pequenos e médios produtores rurais e segmentos economicamente mais vulneráveis, propiciando ganhos de produtividade e de qualidade na produção, de modo a torná-los competitivos no mercado local, nacional e internacional.

Para isso, o acordo prevê a construção e validação de arquiteturas, sistemas e modelos de sustentação econômica capazes de viabilizar a transformação digital no campo. O foco são as tecnologias, principalmente nas áreas de conectividade (4G e 5G), Internet das Coisas (IoT) e plataformas que permitem levar conhecimento e inovação ao agronegócio. 

Fonte: Brasil 61

MACRONUTRIENTES, O QUE SÃO? Parte 2

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Parte 2

PROTEÍNAS: são formadas por uma sequência de aminoácidos não essenciais que são sintetizados pelo nosso organismo  e os essenciais que não são sintetizados pelo nosso organismo e devem ser ingeridos na alimentação. As proteínas são responsáveis por formar hormônios, enzimas, anticorpos e componentes estruturais das células, auxiliam na construção de tecidos como o músculo e promovem síntese proteíca.

Podemos encontrar proteínas de fonte animal em carnes, ovos, aves, peixes, leite e derivados e as proteínas de fonte vegetal, grão de bico, lentilha, feijão, ervilha, amendoim, quinoa.⁣É aconselhável sempre variar, pois cada alimento possui diferentes quantidades de vitaminas e minerais essenciais para o perfeito funcionamento do nosso organismo! Procure um Nutricionista ele pode te auxiliar. 

Jornal Grande ABC

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Arroz chega a custar R$ 40 e preço deve continuar em alta

Mariana Tramontina, do UOL

O preço do arroz disparou nos supermercados brasileiros nas últimas semanas. Um pacote de 5 kg, normalmente vendido a cerca de R$ 15, chega a custar R$ 40 na gôndola. Levantamento feito pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que a alta do arroz chega a 100% em 12 meses. E não há alívio no bolso no horizonte. Produtores e especialistas dizem que os preços devem continuar subindo nos próximos meses.

Segundo a Apas (Associação Paulista de Supermercados), os aumentos são “provenientes dos fornecedores de alimentos, que são provenientes de variáveis mercadológicas como maior exportação, câmbio e quebra de produção”. A Abiarroz (Associação Brasileira da Indústria do Arroz) informou que o produto comprado dos produtores pelas indústrias ficou 30% mais caro só em agosto.

Assim como outros produtos da cesta básica, como óleo de soja e feijão, a alta do arroz está ligada à valorização do dólar, que torna as exportações mais lucrativas aos produtores.

Além disso, a safra de arroz neste ano caiu, ao mesmo tempo em que a demanda interna pelo produto cresceu durante a pandemia do novo coronavírus. “Com o isolamento, as famílias passaram a consumir mais cereal, num ano de menor oferta, então o preço foi subindo”, afirma Ivo Mello, diretor do IRGA (Instituto Rio-grandense do Arroz).

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que o governo estuda medidas, por meios dos ministério da Economia e da Agricultura, para dar uma resposta à disparada nos preços de alimentos nos mercados, mas descartou qualquer tipo de tabelamento e reiterou que tem feito um apelo aos empresários do setor para que diminuam a margem de lucro.