Hospital da Mulher de Santo André realiza parto de emergência em paciente intubada com Covid-19

O Hospital da Mulher Maria José dos Santos Stein, responsável por realizar cerca de 350 partos por mês, foi palco de uma história de nascimento e renascimento. Isso porque o local é referência para gestantes infectadas pela Covid-19, recebendo pacientes encaminhadas pelas unidades de saúde ou por demanda espontânea. Uma das gestantes que recebe assistência no equipamento é Roneide Rosa, que foi submetida a um procedimento de parto de cesárea de emergência, enquanto estava como paciente e intubada na unidade e recebeu alta da UTI na última terça-feira (27).

“O bom resultado do nosso trabalho no Hospital da Mulher é consequência do comprometimento e profissionalismo de toda equipe, a qual faço um agradecimento especial. A paciente Roneide teve todo o suporte terapêutico necessário durante sua internação e isto foi fundamental para sua  evolução e cura”, comentou a superintende do hospital, Rosana Pereira Madeira Grasso.

Mesmo com todos os cuidados e seguindo os protocolos sanitários, aos sete meses de gestação, Roneide de Alcântara Rosa, de 39 anos, contraiu o coronavírus. Falando pausadamente e com traços de cansaço, resquícios da enfermidade causada pela Covid-19, a moradora da Vila Humaitá relatou que realizava o pré-natal na policlínica do bairro, mas quando comunicou que havia contraído o vírus, foi direcionada ao Hospital da Mulher.

No dia 8 de abril, após sentir muita falta de ar, ela procurou o hospital para receber medicação, no entanto, o resultado do exame de imagem indicou comprometimento pulmonar e houve a necessidade de internação. Com quadro agravado, foi feita a transferência para UTI e, posteriormente, a intubação. “A minha reação não foi das melhores. Eu não aceitava, bateu o desespero. Eu nunca havia sido intubada. Então a primeira coisa que eu perguntei para o médico foi se eu ia voltar (da intubação)”, lembrou.

De acordo com a médica intensivista, Katarine Coelho da Silva Santos, naquele momento não havia outra alternativa a não ser a intubação. “Ela tinha o pulmão muito comprometido e um caso agravado. Durante a intubação, houve momentos de melhora e de piora porque essa doença é muito incerta, todo dia é um dia ganho para a melhoria”, pontuou.

A decisão de realizar o parto de uma paciente com esse quadro clínico é feita em equipe levando em conta vários fatores. “A partir do momento em que foi intubada ela necessitou de um aporte maior de medicação e isso poderia gerar um comprometimento para o bebê. A vigilância é feita minuto a minuto e de uma hora para a outra a decisão pode mudar. Tivemos, graças a Deus, um bom time para essa decisão”, explicou a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.

“Ela foi submetida a uma cesariana de urgência justamente por ter um comprometimento de vitalidade fetal, até pela condição materna que estava se deteriorando e isso estava gerando comprometimento para o feto. Foi de emergência e uma cirurgia muito rápida. Apesar da situação, o bebê nasceu em condições de prematuridade, mas já está se recuperando, ganhando peso e tudo está evoluindo bem”, completou.

Durante todo o processo a paciente é acompanhada por uma equipe multiprofissional composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e fisioterapeutas. 

A fisioterapia acompanha a pré-intubação para avaliar a necessidade e, durante esse fluxo, é responsável pelo processo de ventilação mecânica e de exames, acompanhando o paciente 24 horas. “Depois que a paciente apresenta uma melhora, avaliamos também a possibilidade da extubação e depois trabalhar na reabilitação, até que ela consiga sair do oxigênio. Você reabilita a parte motora e inicia a caminhada até o momento da alta”, comentou a fisioterapeuta Bianca de Abreu, que atua no hospital há 12 anos.

Durante os sete dias de intubação, Roneide recebeu o apoio e boas vibrações da equipe do hospital que, diariamente, passava mensagens de otimismo em seu ouvido. A enfermeira Regina de Fátima Souza foi uma delas. “Participar da evolução da Roneide foi ótimo, porque nem todo dia é bom. Alguns dias foram ruins, mas na hora que tiraram ela do tubo foi emocionante. Enquanto ela estava sedada eu brincava com ela falando ‘você tem que voltar para cuidar do seu filho’, e ela falou que lembrava da minha voz”, comentou a enfermeira.

“Eu estava com sete meses e quando voltei, passei a mão na minha barriga e senti a diferença. Já perguntei pelo meu bebê, mas a equipe me tranquilizou falando que o meu filho estava bem. A todo momento eu recebi essa assistência e me certificaram que o bebê estava bem. Quando acordei, fiquei uns quatro dias com o emocional muito abalado, eu chorava muito, mas fiquei muito feliz por sentir que eu tive uma segunda chance. Foi uma felicidade muito grande quando eu vi meu filho, me senti uma mãe de primeira viagem. Notei que ele é bem pequenininho, mas agora está pegando peso”, contou Roneide.

A alta da Unidade de Terapia Intensiva para a enfermaria foi realizada na última terça-feira (27) em meio a lágrimas e aplauso dos profissionais que seguravam placas trazendo mensagens de otimismo. O momento foi marcado pela música ‘Raridade’, tocada pela musicoterapeuta Camila Turco, que homenageou a paciente em formato voz e violão, acompanhada pelo coro dos demais profissionais do local.

Ao longo da pandemia, apesar de ter recebido pacientes que tiveram o quadro agravado, não foram registrados óbitos de mães ou bebês com Covid-19 no hospital. “Há sempre uma ansiedade e expectativa muito grande em casos como esse. É uma doença que gera medo e insegurança na família e no paciente. Além de ter comportamento diferente em cada pessoa. Na obstetrícia é uma peculiaridade. Felizmente, nesse um ano e meio de pandemia não tivemos nenhuma perda no hospital. Tivemos alguns casos graves, mas conseguimos obter o sucesso e isso nos dá muita paz no coração”, disse a médica ginecologista e obstetra do hospital, Andréia Cristina Mota Ferreira de Queiroz.

| Texto: Rafaela Mazarin
| Fotos: Angelo Baima/PSA

Parto de emergência em paciente intubada com Covid-19, em Santo André
Hospital da Mulher de Santo André realiza parto de emergência em paciente intubada com Covid-19

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Ensino Remoto: “Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia”

O ano de 2020 foi marcado por grandes adaptações na educação. A pandemia causada pela Covid-19 fez com que crianças e adolescentes passassem praticamente 10 meses estudando em suas casas, no modelo de ensino remoto. Algumas famílias encontraram dificuldades no manuseio da tecnologia e, principalmente, na criação de uma rotina de estudo para os filhos. Entretanto, muitos pais e mães conseguiram se habituar com a nova realidade que transformou casas em verdadeiras salas de aula.

Um dos grandes desafios do ensino remoto foi a alfabetização das crianças que estavam só no início da jornada educacional.  É o caso de Darliane da Silva que é mãe do Kaue Henrique Domingues da Silva, de sete anos, e aluno do Colégio Acesso em Almirante Tamandaré. Ela conta que a adaptação ao ensino remoto trouxe muitas dúvidas no início, já que ninguém sabia até quando duraria a pandemia.

“Quando matriculamos o Kaue no Colégio Acesso em 2020, logo veio a pandemia e as aulas presenciais foram suspensas. Cogitamos tirar ele da escola, mas graças à diretora da unidade que nos convenceu a experimentar o modelo remoto, ele aprendeu a ler e a escrever durante as aulas online”, conta a mãe do aluno.

Modelo de educação digital

Um dos setores mais impactados pela pandemia foi o da educação que precisou, de forma emergencial, adaptar o modelo de ensino ao formato online. Mas, de acordo com especialistas, muitas escolas não conseguiram obter sucesso no ensino remoto, uma vez que o método aplicado não era adequado para o online. Eles ainda citam como exemplo situações em que as crianças ficam horas assistindo vídeos no Youtube e no Netflix, mas que não conseguem permanecer por 50 minutos no homescholling.

Segundo a diretora pedagógica do Grupo Acesso, Guida Weber, a tecnologia utilizada somada a metodologia aplicada pelos professores e a dedicação dos pais e alunos foi o que resultou no sucesso do ensino remoto. “Desde o começo sabíamos que somente a didática aplicada nas aulas presenciais não seria eficaz no remoto. Então, criamos um modelo de educação digital que combina uma plataforma tecnológica para o acompanhamento das aulas e progresso do aluno com um método específico para o online”, explica.

Para Darliane da Silva, a metodologia utilizada pelo colégio fez toda a diferença, assim como a orientação dos professores aos pais sobre quando e como ajudar a criança que está aprendendo em casa. “Os professores eram maravilhosos e conseguiam prender a atenção de todos os alunos na tela. O Kaue esperava ansioso pela hora da aula e, depois de alguns dias, já se desenvolvia sozinho e nem precisava do meu auxílio. Aos poucos ele foi aprendendo a reconhecer as letras, depois os sons e então aprendeu a ler e escrever, inclusive, formar frases. Tudo isso durante as aulas online”, relata a mãe do aluno.

Aulas presenciais em 2021

O modelo híbrido de aulas ainda é uma incógnita para 2021. Desde janeiro, muitas cidades e estados liberaram o retorno das aulas presencias em escolas privadas, mas diante do agravamento da pandemia no país, suspenderam diversas vezes o retorno. Com isso, as famílias estão adotando cada vez mais o modelo de ensino 100% remoto, já utilizado em 2020.

Mesmo sabendo da importância pedagógica do ensino presencial e o impacto emocional que o isolamento causa nas crianças, alguns pais estão dispostos a continuar com os filhos estudando em casa. “É nítido que a criança em casa fica mais irritada, mais nervosa, querendo tudo para a mesma hora. Mesmo com as atividades de educação física adaptadas para casa, não há um gasto efetivo de energia e nem de socialização com os colegas. Mas se para garantir a saúde e a segurança do meu filho seja necessário voltarmos com as aulas em casa, já estamos adaptados”, afirma Darliane da Silva.

SOBRE O GRUPO ACESSO

Fundado em 2003, o Grupo Acesso surgiu com o objetivo de preparar alunos para os vestibulares, com qualidade, preço acessível e um grande vínculo com a disciplina e resultados. Atualmente, possui dez unidades espalhadas por Curitiba e Região Metropolitana, formando alunos desde a Educação Infantil, com o Acesso Kids, ao tradicional Pré-Vestibular. Em 2020, o Grupo Acesso recebeu o reconhecimento de ‘Escola com maior eficiência digital’, comparado com outras 34 escolas do Brasil, reafirmando o compromisso com o resultado na formação, aliado a inovação e o acolhimento aos alunos, principalmente durante as aulas remotas, sendo referência em termos de escola completa e humana.

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Ensino Remoto: "Meu filho foi alfabetizado durante a pandemia"
Foto: Divulgação

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Maria Eduarda e Miguel são os nomes mais registrados

O compilado de nomes mais registrados mostra a preferência do brasileiro por versões mais simples para os filhos

Errou quem falou Enzo e Valentina. Os nomes mais registrados na última década nos cartórios brasileiros foram Miguel e Maria Eduarda. A informação é da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). De 2010 a 2020, foram contabilizados 321.644 bebês com o nome Miguel. No mesmo período, Maria Eduarda foi registrado 214.250 vezes.

Entre os nomes masculinos, Arthur ficou em segundo lugar (287.886), seguido por Davi (248.066) e Gabriel (223.899). Já entre os nomes femininos, depois de Maria Eduarda, aparecem Alice (193.788), Laura (153.557) e Sophia (147.579). Em 2020, a preferência foi por Miguel (27.371) e Helena (22.166).

Mais sobre os nomes mais registrados

O compilado mostra a preferência do brasileiro por nomes simples para os filhos. Entre os dez primeiros colocados, na última década, apenas Maria Eduarda e Pedro Henrique são nomes compostos. 

Em parceria com Brasil 61

Jornal Grande ABC

nomes mais registrados

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Como administrar filhas(os)?!?

Recentemente assisti a uma cena na qual me surpreendeu ao saber que se tratavam de irmãos.

Sei bem como nem sempre é fácil administrar a questão: Filho (a).

Vamos partir do princípio sobre mudanças que a mulher sofre em seu corpo para o desenvolvimento do bebê e por ser um abrigo temporário natural por 9 meses, mas sabemos que pode ocorrer a qualquer momento , ainda existe esse porém que exige um preparo de “emergência”.

Ao termos a notícia da gestação, automaticamente são gerados inúmeros questionamentos internos na mente feminina, e pode ter certeza que são muitos e muitos mesmo.

A mãe começa a preparar a vida externa para o acolhimento do bebê que hoje em dia tem data exata ou prevista de acordo com a mudança da lua, particularmente prefiro a segunda opção, lembrando que existem algumas questões que envolvem esse momento e nem sempre a mulher de fato tem a opção de escolha em suas mãos, é necessário pensar na preservação das duas vidas.

Beleza, o bebê chega e tem sua própria rotina, afinal é ele quem passa a ter o “poder”.

Frágil, sensível e em um ambiente externo, essa adaptação é uma questão pode tirar nosso sono por alguns meses, rsrs, rindo pra não chorar sinto aflição só de lembrar da minha “segundinha” chegou tocando o terror.

Enquanto a primeira era tão calminha, dorminhoca e perdia a hora das mamadas, acrescento mais “preguiçosa” inclusive nos momentos de aleitamento, ela dormia enquanto mamava, uma graça, me sinto saudosa.

Nenhuma gestação é igual a outra e nenhum bebê é igual ao outro, fato!

E vc como mãe, como lida com suas coisas emoções e seus filhos?!?

É uma relação intensa, sem férias, sem aviso prévio, verdadeiramente ininterrupta

Como mãe, sempre tive esse medo de ser parcial com minhas crias.

E escolhi não ter preferência!!

Filhas (os) são “todos iguais”, temos que respeitar suas particularidades não exercer preferências!

Sei que uma é mais atenciosa, a outra é calada e explosiva.

Uma se dispõe a ajudar , a outra se faz de “morta” pra não ter trabalho.

São ímpares e de qualidades e defeitos bem extremos, incomparáveis.

Qualidades e defeitos , como qualquer ser humano tem e lembro são totalmente diferentes em tudo.

Como mãe, não passo a mão na cabeça e chamo a atenção mesmo.

Procuro ouvir, aceito feedback e pondero as informações recebidas, em um grande diálogo mostro o que é válido, tolerável e o que definitivamente não é admissível porque realmente não convém.

Que toda escolha, tem sua consequência e precisamos saber se estamos preparadas ou não para arcar com elas, trabalhe a consciência.

Todos temos muitas opiniões, exerça a escuta, ouça com atenção todos os lados envolvidos e seus respectivos pontos de vista.

Mas lembre sempre quem é a mãe, título inquestionável!!

Irmã(o) é pra ser amiga (o), companheira (o), inseparáveis.

Ficar de mal, só se for por um minuto, temos que ressaltar que irmãos tendem a viverem juntos, independente de sim ou não, então resolvam suas diferenças , conversem , busquem entender o que foi que aconteceu, o que motivou, receba e diga o que não gostou e não façam mais, para manterem a harmonia, é um elo pra toda a vida, independentemente das circunstâncias.

Esse relacionamento é um mistério (irmãos) ….

Apesar de ter , não fomos próximas.

É na família que conhecemos as tendências e as moldamos.

É dever dos pais observarem o comportamento dos filhos e os lapidarem para serem bons uns com os outros e com os que rodeiam.

Não digo que sejam crianças permissivas, mas sim sensatas e amorosas, assim teremos o reflexo de adultos mais gentis.

Falo sempre não admito brigas!!!

Desacordos existem não somos de ferro, mas nada que eternize.

Crianças se estressam , se aborrecem, tem suas preocupações que nós adultos, às vezes, nem imaginamos que elas tenham.

Por isso a importância do diálogo, do lúdico sempre aproxima pais e filhos.

Interação, compreensão, amor, respeito, carinho e paciência, dê todos os seus melhores sentimentos aos filhos e mostre a eles que

“Gentileza gera gentileza!”

Um abraço, ॐ∞

Dia das Crianças 2020

O dia da criança é uma data comemorada que homenageia as crianças, no Brasil é celebra no dia 12 de outubro, em outros países são outras datas. Em 1924 foi oficializado por decreto lei, no governo de Arthur Bernardes.

Deixando um pouco da história e indo para dias atuais, é importante destacar a importância da educação infantil.

Um grande país é formado por um grande povo, e tudo se inicia com as crianças como elas serão educadas, instruídas e cabe aos nossos governantes, professores e pais fazerem o melhor.

Um país que prioriza e investe na formação dos seus jovens com estudo, alimentação adequada, e bem-estar, terá pessoas melhores, educadas e esta no caminho de ser um país desenvolvido.

Cabe aos pais darem uma educação calcada em princípios e valores da família, serão filhos e famílias melhores.

É difícil educar os pequenos?  Eu digo que é possível, se cada um fizer a sua parte na educação e formação de uma criança, para torna-la feliz e melhor. Não podemos transferir aos outros o que cabe a cada um, na formação de uma criança.

Dia 12 de outubro é dia deles, então comemore e de o seu melhor, se possível um presente e um grande beijo e abraço.

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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