Qual o sentido da vida?

Lorena Pelais é autora de “Qual o sentido da vida?”?

Eis a questão mais intensa que possuímos …
Só conseguimos compreender com um pouco talvez de exatidão quando atribuímos nossa existência a um conhecimento externo, assim podemos compreender um pouco melhor o porquê e para que estamos aqui …

Todos como seres já passamos por essa dúvida em algum momento, quem sou, o que vim fazer e seus porquês…

Envolver-se com fatos históricos e com auxílio de uma experiência religiosa contribui positivamente, eliminando dúvidas assertivamente aprimora o “achismo” dando mais certeza que temos uma missão a qual devemos cumprir sem saber com exatidão de qual se trata, mas que temos uma função a ser desenvolvida dentro da sociedade e principalmente, não temos tempo para cultivar dúvidas, temos que ser eficaz e eficiente do erro ao acerto para evitar danos estrondosos a nós mesmos e aos que nos cercam.

Embora, achemos que estamos sós, sempre há alguém a procura de algo que assim como nós desconhece.

Um “ciclo vicioso e contínuo”

Isso resumiria a dádiva da vida e toda sua consistência?? Obtendo resultados expressivos de “plenitude existencial“, pós e contras, toda a dúvida que nos cerca e a força de vontade que nos fortalece continuamente nessa jornada que é Viver Costumam dizer : “A vida é uma festa!

Deleite-se, encha a cara e curta a ressaca, rsrs
Geralmente, nos sentimos embriagados em plena lucidez, delicie-se de uma ressaca moral de vez enquanto, é bom pra rever-se no todo em tudo como ser humano.

Repita esse processo quantas vezes for necessário, tire as melhores lições, cresça, evolua, liberte-se , nascemos livres, mas nos permitimos ser acorrentados a pensamentos hipócritas de uma sociedade insana devido ao cansado mental de ideias mal planejadas que são ditadas todos os dias para quem se acha ter o poder.

Somos seres pensantes e temos a obrigatoriedade de fazer adaptações aos termos definidos para que se enquadrem à realidade geral que cada um vive de acordo com os recursos morais, financeiros, culturais, religiosos que herdamos de nosso núcleo familiar, ao invés de, seguir “modinha”, batalhar pelas futilidades sociais que buscam nos entubar que saltam os olhos deslumbrando-se ao desnecessário e evasivo.

Batalhemos por um bom caráter, condições de educação, saúde e profissional dignas para que, assim, possamos reestruturar e moldar os conceitos arcaicos que nos forçam a seguir sem opção de escolha, só nos apresentam como o que é certo a fazer sem orientações específicas de sobrevivência na selva, “somos ovelhas lançadas ao lobo faminto” que nos persegue uma vida inteira, sem que possamos ter espaço e ar fresco para solidificar nossos pensamentos.

Obviamente, os tais ditadores das regras sairiam em desvantagens, uma multidão em prol de uma reforma existencial e quem sabe assim teríamos as amarras cortadas e desfrutaríamos da plenitude da liberdade de Ser e Existir em um mesmo espaço em tempo em uma só conexão extremamente harmoniosa e feliz!!!

Lorena Pelais ॐ∞

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Photo by Lucas Pezeta from Pexels

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Ódio do Bem

Existe um tipo de ódio tolerado na mídia e nas redes sociais, conhecido como “ódio do bem”, no qual o odiador tem todo o direito de ofender alguém porque é “do bem”, e o alvo é “do mal”. Um grande exemplo é xingar o presidente, acusá-lo de crimes sem provas e, após isso, ser aplaudido pela grande mídia e pela esquerda em geral. Já o mesmo comportamento contra alguém protegido pelo sistema é considerado um crime contra a humanidade. Vamos dar um exemplo bobo: se você xingar com a mesma ofensa o Chico Buarque e o Eduardo Bolsonaro, você é um monstro imoral com relação ao Chico, e um filósofo sapiencial com relação ao Eduardo.

Duvido que você leitor, usuário de rede social, não tenha percebido isso. O ódio do bem não depende o que você fala. Depende de quem fala e sobre quem você fala. O conteúdo é desconsiderado. Não importa se é verdade ou mentira. O que importa é você estar a favor do establishment, a favor da revolução, a favor de tudo o que não presta. As pessoas que vivem por este padrão já se despediram da consciência da realidade. Não tem mais massa cinzenta válida, se despiram da moralidade básica da convivência humana.

A patrulha politicamente incorreta fica buscando, tal qual um sabujo de Stálin, algum erro (na opinião deles) de alguém que não faz parte da patota, do grupelho deles, de modo que, mais uma vez, a opinião em si não é importante, mas quem é o emissor e quem é o objeto do qual se fala. Ressalto aqui que quem pratica ódio do bem ainda pode ser humano, mas abandonou a humanidade.

A pessoa já não tem mais uma concatenação de ideias morais válidas, pois o cérebro já disse adeus. A culpa disso é da relativização moral imposta pelo marxismo cultural reinante nas universidades, que por sua vez nutrem a mídia, a política, a cultura geral. As pessoas comuns, incapazes de se nutrir de alta cultura, acabam recebendo esse choque de loucura e o rejeitam, já que a mente ainda se mantém com alguma integridade. O comum que vai à igreja, trabalha e toma uma cerveja com o pessoal do trabalho sexta-feira de noite tem maior capacidade de discernimento que algum figurão midiático, que vive numa bolha informacional, sem qualquer vontade de acessar aquilo que é a realidade do povo comum brasileiro.

E em outros países do ocidente ocorre o mesmo. As universidades brasileiras de ciências humanas deveriam ser transformadas em quartos grátis para população de rua. Seria mais barato e o resultado seria mais dignificante aos seres humanos em geral do que a atual situação em que se encontram.

Tantas pessoas vivendo numa bolha cultural, nutrindo ódio aos próprios pais depois de um mês de aula, idolatrando assassinos (Che), genocidas (Mao, Stalin, Lênin, Pol-Pot), bebendo no gargalo de satanistas (Marx) e chamando os outros que não concordam com ele de nazista e fascista. Todo universitário brasileiro que aderiu à bolha cultural esquerdista é, ele mesmo, um autêntico nazifascista, sem perceber que, quando aponta o dedo aos outros, apenas aponta para um espelho.

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Vagas para professores em São Paulo, capital

A Escola Mais está com vagas para professores na capital, São Paulo. São oportunidades para professores de Biologia, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Corpo e Movimento, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Maker, Matemática, Português, Química, além de vagas para Atendimento e Coordenadores (Administrativo, Pedagógico e Produção de Conteúdo).

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

Quais os requisitos?

Para todas as vagas de Professores, é necessário ter a Graduação em Licenciatura na área, além de conhecimento de tecnologias de ensino (se referem a computador, plataformas digitais, aplicativos e outros), e será considerado diferencial ter experiência com Metodologias ativas.

Para Atendimento (Agente de Customer Success), é necessário ter facilidade e uso correto da língua portuguesa (escrita e falada), bem como habilidade com sistemas digitais em geral. Formação Superior e experiência em relacionamento com clientes serão diferenciais.

Para Coordenador Administrativo, é requerido a formação superior em Administração de empresas ou áreas afins, experiência em gestão de processos administrativos (ex. gestão financeira, compras, etc), experiência em liderança de equipes e conhecimento do uso de office (Word, Powerpoint, Excel). Experiência prévia em escolar ou em ambientes com grande fluxo de clientes, serão diferenciais considerados.

A vaga de Coordenador Pedagógico é exigido que candidato tenha a formação em Pedagogia ou Licenciatura plena, experiência em gestão escolar (coordenação escolar, orientador educacional, professor orientador e outros semelhantes) e em liderar equipes, além de conhecimento do Office (Word, Power Point e Excel) e de tecnologias de ensino. O domínio do Inglês será considerado diferencial.

E para Coordenação de Produção de Conteúdo, a Escola Mais requer candidatos com o Ensino superior ou especialização em educação (Áreas complementares: Comunicação Social, Produção Editorial ou áreas afins), experiência como editor de materiais didáticos e / ou de livros em geral e experiência em gestão de projetos e equipes multidisciplinares.

Vagas de hoje 18 de março 2021

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Como se candidatar?

Para todas as oportunidades da Escola Mais, acesse https://escolamais.gupy.io. Este é o canal oficial utilizado pela empresa em seu recrutamento na internet. Lembrando, estas oportunidades são apenas através desta forma de recrutamento.

Conheça todos nossos canais (Whatsapp, Telegram, Facebook, Buscador): https://jornalgrandeabc.com/inicio/nossas-redes-sociais/

Vagas de hoje 17 de março 2021

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Universo Paralelo

Lorena Pelais é autora de “Universo Paralelo”.

Embora tenhamos muitas dúvidas sobre o universo e seu funcionamento, nossa relação de existência nesse espaço físico tão grandioso o qual chamamos de casa, o planta Terra, que existem vidas em outros planetas , que a viagem a Marte seja a mais sonhada para alguns, que os seres possuem características similares a nossa, mas sua aparência não é tão “formosa” como a nossa, que os seres extra terrestres possuem “superpoderes” capazes de ler mentes e mover objetos e a mais destacável de todas sua pele geralmente é verde.

Uauuuuu, quantas suposições temos, se já é difícil cuidarmos das nossas próprias vidas, porque nos interessamos tanto a compreender a existência de seres em outros planetas?!?
Porque os consideramos tão grandiosos?!?
Quando na verdade, cada um carrega individualmente um poder consigo.

Não seria muito mais fácil, tentarmos nos compreender primeiramente , saber exatamente para que e como funciona cada parte de nossa mente?

Sei que tudo pode parecer uma grande bobagem, poderia eu estar imergida em meu universo Paralelo nesse momento, onde suponho minha coexistência, onde todas as pesquisas , estudos estejam verdadeiramente certos, ao invés de, estudarmos a mente do povo que aqui habita e tentar aperfeiço-lá para assim tentarmos sanar um pouco das dores causadas pelos desencontros que ocasionamos com a nossa própria existência.

Em sua maioria, em quase sempre todos momentos, partimos contra as leis da criação, não seguimos a risca os mandamentos, outrora questionamos que as escrituras foram registradas por meros homens comuns, questionando inclusive que talvez esteja desatualizada com o avançar dos tempos…

Não sou estudiosa, apenas uma entusiasta, mas percebo que nos deram regras simples e não conseguimos segui-las, seria desvio de caráter, ou por tendências naturais do espírito?!?

Respostas que em sua maioria não a teremos tão facilmente, não existe um órgão de serviço de proteção ao crédito da existência, ou uma sociedade preservadora dos direitos inquestionáveis , nem mesmo um confessionário de respostas celestiais imediato.

Sabe, a criação do universo pode ter sido gerada através de uma grande explosão, onde supostamente ainda não havia Deus e nem mesmo não existia nada.

Somos livres para cremos no que nos faz sentir melhor, mas temos que elevar sim a mente e pensar, se partimos do princípio que antes o universo era escuro e nada havia, houve uma explosão e surgiu Deus , dando início à obra da criação, dias da semana foram criados, a escuridão passou a ser temporária e representada pela lua, indicado o anoitecer, a luz se fez presente, o dia carrega a esperança de um amanhecer melhor , vidas foram criadas.

Que existem vidas em toda parte do universo, sempre será algo contestável.
Que civilizações antigas tinham métodos próprios para contagem do tempo, criações foram desenvolvidas aprimorando métodos que utilizamos e perpetuarão, que somos capazes de ir além do que vemos, chegar a patamares desconhecido, mas sob orientação de “fonte desconhecida”, que brilhantemente nos conduz a um lugar melhor.

Porque nos fechamos tanto a novas informações, acreditando que somos conhecedores de muitos mistérios, onde nossa mente é um grande universo com partes escuras que talvez jamais encontrem a luz ,ou seja, do Sol ou Divina que assim permaneceram as idéias imergidas na finita escuridão interior que habitamos .

Já imaginou que talvez sejamos seres tão primatas que não estejamos preparados para conhecer os “dominadores” dos poderes ocultos da nossa própria mente e por esse motivo não tivemos a devida apresentação.

A vida nos apresenta universos paralelos a todo instante, desde que chegamos o céu e o inferno, o plano que vivemos entre a carne e o espírito é o limiar.

Tantos avanços, tantas tecnologias, tantos conhecimentos e de que forma é associado pela mente?
Como fazemos uso de todas as descobertas o quão evoluímos com elas?

Como nos sentimos diante das regras , das orientações prévias que recebemos?

Falamos sempre o externo, esquecendo de priorizar o íntimo e primordial a mente.

Assim como somos o Universo, todos temos nosso próprio Universo Paralelo, nosso faz de conta, nossos medos, inseguranças, até mesmo vestígios de vidas que aparentemente não vivemos, de tempos que desconhecemos, lembranças saudosistas de imagens, fragrâncias, sabores de experiência que nunca tivemos.

Universo Paralelo
Foto de Rakicevic Nenad no Pexels

Que existe explicação, existe , mas convence a todos o que você ou eu acreditamos que possa ser a “verdade completa” ou apenas uma de todas as faces que podem ser apresentadas, muitas teorias, pouca prática e assim seguimos na dúvida da expansão do universo sem conhecer o universo individual que nos habita .🎇

Lorena Pelais ॐ∞

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Dríade da mente

Jornal Grande ABC
Jornal Grande ABC
Dríade da mente
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Lorena Pelais é autora de “Dríade da mente”

Sabe aquela sensação, acho que não sou daqui, pois é, eu tenho desde sempre, passeio em mim, não sei vocês, mas é um hábito involuntário, perambular em meus pensamentos.

Saio do presente, passo por ontem, anteontem, outrora, antrolas, dantes, chego a sentir que não pertenço a esse tempo, por sorte não é tão ruim de adaptar por aqui.
Esquisito é se deparar com tantas emoções e sentimentos, sensações que muitas vezes não queremos senti-las, mas que somos forçadas a vivê-las para compreender a essência de tal momento e praticar empatia com o próximo, sentir as mesmas dores e alegrias na carne e ter os nervos saltar sobre a pele.

Nítido e espantoso ver a própria linha do tempo, a infância “meus antepassados”, a adolescência tudo o que eu não deveria ou talvez devesse ser, rsrs, destemida era bom, sem limites nem tanto, a juventude, um diamante em processo de lapidação…
A fase adulta, uma mente em busca de paz.

Atípico, mas necessário “sair da realidade”. Noutrora estamos ligadas “entranhadamente”, entranhas e mente conectadas ao “mundo real”.
O pensamento vagueia, seja bem vinda de volta a realidade, aos problemas, as dificuldades, ao desânimo, a todos os “quiproquós” cotidianos que podem ser incontáveis, somados e ampliados de acordo com a perspectiva do momento.

Sinto vontade de chorar, rir, correr, socar, gritar, xingar, implodir, explodir. Particularmente, às vezes, sinto vontade de morrer por um dia e ressuscitar no dia seguinte, seria uma experiência incrível e assustadora, regressar quando tudo já estivesse mais calmo, porque passar, desaparecer só em conto de fadas como em um passe de mágica.
Mas sim, milagres existem!!
Nossas percepção de tempo na Terra é bem diferente do que os astros relacionam entre si, enfim, estamos aqui, vivendo a agonia do dia após dia, buscando a melhor realidade em cada aurora.

Difícil saber, crescer e ser confrontada que “conto de fadas” não existem , sinceramente, sempre me recuso a acreditar, juro em meu íntimo que eles existem , só não aconteceu pra mim ainda, rsrsrs

Mas se eu parar, pensar bem, revirar minhas lembranças, noto que já houve muitas partes eloquentes.

Seria a junção dos bons momentos, com toda a emoção envolvida, minimizando os dias mais cinzentos, capaz de criar uma narrativa de um bom conto de fadas real?!?

Quem nunca?!?
Quem nunca se encantou com os contos de fadas?!?
A importância que dávamos aos personagens, quem os lia, fazia toda a diferença, a “bruxa má” sempre se destacava, não só pela maldade, mas sim pela risada, a gargalhada é uma variável, de engraçada a assustadora.

Dríade da mente
Dríade da mente

Aí, me pergunto, seria a entonação atribuída ou meu estado de Espírito naquele momento que fazia da bruxa má engraçada , ora assustadora, o que me influenciava era o narrador ou minha perspectiva?!!

A realidade e conto de fadas não seriam a mesma coisa dependendo do ponto de vista?!?

Costumam dizer que conto de fadas não existem, porque sempre damos mais atenção a frase: “E vivevam felizes para sempre!”

Recentemente, minha caçula, que tem um temperamento mais …. Forte, explosivo, altruísta, sem pavio, chorona, uma bebê que cresce e não sabe lidar bem com as mudanças…. Nem sei bem, conheço alguns traços, mas não todos ainda, me disse:
“- Mamãe, princesas não precisam de príncipes, princesas podem ser rainhas sem reis!”

Woowwwwwwww
Por essa eu não esperava, a primogênita esboçou um sorriso tímido, amante de finais felizes e admiradora de histórias de amor, mas que não recusa presenciar uma boa treta, rsrs arregalou os olhos e calou-se, concordando com a irmã.

Gente, nesse momento percebi que toda a nossa vivência em comum e elas com pensamentos tão “pra frente” me senti ultrapassada, antiguidade que talvez nem mesmo minha finada avó talvez acreditasse , que talvez exista só pra mim ou que possa ser uma realidade para todos?!? Óh, dúvida cruel!!!
A dor nos enraiza somente o “trash” , aniquilando todo o resto.

E os momentos bons, os “anos dourados”, toda a emoção de cada conquista, não daria um bom trecho de um conto?!?

Se tivéssemos nossa história contada por terceiros, ou se criássemos, ao final arrancaria suspiros da mesma forma, independente da estrutura, quantidade de versos, passado, presente ou futuro, os personagens são os mesmos em sua maioria, não mais como antes, algo mais moderno, o que amarra é o desenrolar e o final que temos , como o final até o momento parece incerto, porque não guardar todos os bons e os mais ou menos de todos os momentos , adicionar a doçura de uma rapadura , “doce mas é dura” .
A falta de cifrões é um detalhe, sua ausência aguça todo nosso processo de criação.

Imaginação…
Da realidade a ficção, do mito a utopia, transformando a vida em bela a ser vivida.

🌻Lorena Pelais, ॐ∞

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O Jardim das Aflições: o sofrimento de estar só

Resenha autoral sobre o livro O Jardim das Aflições; Twitter do autor

A Magnum Opus do filósofo Olavo de Carvalho é o introito perfeito para a abertura do Caderno Cultural do Jornal Grande ABC: o jardim no qual Cristo esteve só, em seu sofrimento.

Olavo de Carvalho nos traz uma ideia original, como parece ser do seu feitio, em que a humanidade busca a nova realização do império universal a cada geração, inconscientemente agindo neste objetivo. Mas me salta aos olhos outro aspecto da obra Olaviana (embora há quem diga Olavista): a solidão tão própria daquele que é chamado por Deus para realizar algo.

No Evangelho Segundo Mateus, capítulo 26, versículo 39, está escrito (Bíblia Literal do Texto Tradicional, de Hélio de Menezes Silva): E, havendo Ele ido um pouco mais adiante, prostrou-se sobre o Seu rosto, orando e dizendo: “Ó Meu Pai, se possível é, passa para longe de mim este cálice; no entanto não seja como Eu quero, mas como Tu queres”.

Este é o chamado que Olavo recebeu, e nos convida: a vida intelectual é uma vida espiritual de transformação dolorida, um tormento na alma, em que a solidão só cresce, diminuindo-se a si mesmo ao ponto de quase desaparecer. Então surge uma luz na alma, que faz aproximar aqueles que amam a sabedoria. E a solidão começa a
desaparecer, pois o amor de Deus faz jorrar amor de si mesmo e de volta dos outros
que buscam a Luz.

Olavo é um alquimista sem saber que é. O Mutus Liber diz, em latim, que “Ore, leia, leia, leia, releia, trabalhe e encontrarás”. É o que vemos surgir da obra O Jardim das Aflições, pois o autor precisou passar seu próprio jardim para destroçar a si mesmo, até que pudesse aceitar o que Deus determinou, e surgir dali como outra pessoa que,
embora a mesma, fosse totalmente diferente para si e para os outros.

Em minha pequena busca intelectual, li a obra em um momento tão quebrado de mim mesmo que enxerguei a dor humana junto da minha, e parei de questionar o mal que me sobrevinha. Dali, tudo melhorou, pois mudei. Este chamado de Olavo de Carvalho está na obra, embora seja complicada de enxergar. Talvez a mudança de mentalidade do leitor venha em seu próprio ritmo, mas vem de todo jeito.

Indico também o filme de mesmo nome, de 2017, no qual a tranquilidade de alguém que sabe quem é e o que não é, é o que mais transparece na tela.

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O jardim das aflições