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Preço da gasolina tem ligeira alta de 0,18% em abril

Em abril, pelo 11º mês consecutivo, o preço médio do combustível registrou variação positiva. Desta vez, a oscilação foi bem menor do que a verificada no mês anterior, quando o valor saltou 10,94% em relação a fevereiro. Com a alta de 0,18% em abril, o preço do litro da gasolina foi vendido, em média, a R$ 5,737. As informações constam em levantamento exclusivo feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas.

Obtidos por meio do registro das transações realizadas entre os dias 1º e 29 de abril com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 25 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que as maiores altas foram registradas em Amazonas (2,91%) e Acre (1,53%). Por outro lado, 10 Estados registraram queda do preço médio do combustível. As maiores reduções ocorreram em Santa Catarina (-3,07%) e na Bahia (-2,96%).  

Fonte: ValeCard
Fonte: ValeCard

As capitais do Acre (R$ 6,181) e Rio de Janeiro (R$ 6,164) foram as que apresentaram maiores preços médios em março. Já Florianópolis (R$ 5,109) e Salvador (R$ 5,250) registraram os menores valores. 

Preço da gasolina em abril
Fonte: ValeCard

Em quatro Estados, compensa abastecer com etanol 

Rio de Janeiro (R$ 4,962) e Espírito Santo (R$ 4,936) registraram os maiores preços médios do etanol em abril. Conforme o levantamento, em apenas quatro Estados (São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso) compensa abastecer o veículo com etanol – a opção só é vantajosa quando o litro do derivado da cana-de-açúcar custar 70% (ou menos) do que o litro da gasolina.  

Preço da gasolina em abril
Fonte: ValeCard

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https://www.valecard.com.br

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Preço da gasolina em abril
Foto: Divulgação

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Reduções da Petrobrás contêm aumento de preços da gasolina

Litro do combustível custou, em média, R$ 5,728 na primeira quinzena de abril; Etanol é mais vantajoso em quatro estados brasileiros; Confira sobre a contenção do aumento de preços da gasolina.

Após duas reduções seguidas no preço da gasolina nas refinarias, anunciadas no fim de março pela Petrobrás, os motoristas encontraram estabilidade nos valores cobrados pelos postos de combustíveis brasileiros. De acordo com levantamento de preços feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frota, a média nacional da gasolina ficou em R$ 5,728 na primeira quinzena de abril – praticamente o mesmo valor registrado em março, quando o litro custava R$ 5,727.

O reajuste de menos de 0,1% apresenta o primeiro mês sem altas desde maio de 2020. Os preços nas bombas acompanhavam os aumentos seguidos no valor cobrado pelas refinarias. Na última quinzena de março, porém, a Petrobrás fez duas reduções: a primeira de 5% e a segunda de 4%, o que ajuda a explicar a estabilização dos preços no início de abril.

Obtidos por meio do registro das transações realizadas entre os dias 1º e 15 de abril com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 25 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que o aumento do combustível foi contido na maioria dos estados. As maiores altas foram registradas no Amazonas (2,92%) e no Acre (1,52%). A gasolina ficou mais barata em 14 estados, com as maiores reduções em Santa Catarina (2,55% a menos) e no Maranhão (1,99% de redução).

Reduções da Petrobrás contêm aumento de preços da gasolina
Fonte: ValeCard


Reduções da Petrobrás contêm aumento de preços da gasolina
Fonte: ValeCard

Apesar das reduções a nível nacional, três capitais brasileiras continuaram com o litro da gasolina acima de R$ 6. Os maiores preços entre elas nos primeiros dias de abril foram registrados no Acre (R$ 6,187) e no Rio de Janeiro (R$ 6,124). Já Macapá (R$ 5,188) e Curitiba (R$ 5,208) registraram os menores valores.

Fonte: ValeCard

Abastecimento com etanol é inviável

No caso do etanol, os estados com o combustível mais caro foram o Rio de Janeiro (R$ 4,962) e Espírito Santo (R$  4,936) registraram os maiores preços médios em março. Conforme o levantamento, em quatro estados compensa substituir a gasolina pelo etanol: Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo. A troca pelo derivado da cana-de-açúcar só é vantajosa quando seu litro custar 70% ou menos do que o litro da gasolina.

Fonte: ValeCard

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Preço médio pago por litro da gasolina é de mais de R$ 4,80

A gasolina está pensando mais no bolso do motorista. Preço médio pago pelo consumidor subiu no primeiro mês de 2021.

Levantamento realizado pela ValeCard, empresa especializada em gestão de frota, revela o combustível subiu, em média, 2,76% em janeiro, na comparação com os preços praticados em dezembro.

Após cair, no primeiro semestre de 2020, em razão da pandemia, o valor da gasolina tem subido desde junho. Portanto, a alta registrada em janeiro deste ano é o oitavo aumento seguido.

Ainda de acordo com o levantamento, o motorista pagou, em média, 4 reais e 84 centavos o litro da gasolina em janeiro – alta acumulada em 8 meses é de mais de 20%

Os dados foram obtidos por meio do registro das transações realizadas entre os dias 1º e 28 de janeiro com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados.

Com informações de Rádio2.

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Preço médio pago por litro da gasolina é de mais de R$ 4,80
operação polícia federal abc

Operação em Santo André e SBC contra fraude de combustíveis

A Receita Federal, o Gaeco-SP e a Polícia Rodoviária Federal cumprem, nesta manhã, 15 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão no bojo da Operação Arinna com objetivo de desbaratar organização criminosa especializada na adulteração de combustíveis e do composto químico Arla 32, reagente utilizado para garantir maior eficiência com menor poluição ambiental em motores a diesel dos veículos fabricados a partir de 2012. Os mandados estão sendo cumpridos nos Estados de São Paulo – com desdobramentos em Santo André e São Bernardo -, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Rondônia e Rio Grande do Sul.

Segundo apurado na investigação, que envolve  16 auditores-fiscais e seis analistas-tributários da Receita Federal, além de policiais rodoviários federais, o esquema criminoso consistia em fabricar o Arla 32 utilizando-se, irregularmente, de ureia destinada à fabricação de adubos e fertilizantes, o que, além de provocar danos ao meio ambiente, danifica o motor do caminhão.

Também foi verificado que a organização criminosa importa irregularmente nafta sob a justificativa de que o produto seria destinado à fabricação de tintas e vernizes, entretanto, os elementos de convicção colhidos até o presente momento indicam que o insumo estaria sendo desviado para ser misturado à gasolina. Com o desvio das finalidades industriais da nafta, o grupo investigado teria sonegado tributos federais, que, somados a multas aduaneiras aplicáveis ao caso, podem totalizar cerca de R$ 270 milhões.

Por conta do sigilo fiscal, a Receita Federal disse, em nota, que não pode informar nomes ou endereços de empresas ou pessoas fiscalizadas.

Donos de carros mais caros sentirão diferença com a nova gasolina

por Folhapress
nova especificação da gasolina comum disponível no país reduz o consumo dos carros, mas apenas donos de modelos mais sofisticados devem perceber alguma diferença no uso urbano. A conclusão é baseada em testes feitos pela reportagem em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia. Três modelos 2020 passaram pela avaliação: o popular Fiat Uno 1.0 Fire Attractive (R$ 45.890), o sedã médio Toyota Corolla XEI (R$ 121.690) e o cupê esportivo Honda Civic SI (R$ 179.990). Os carros foram cedidos pelas montadoras.

As medições seguiram os mesmos critérios adotados no Teste Folha-Mauá, realizado desde 1996. O popular Uno registrou médias urbanas de 13 km/l com a nova gasolina e de 12,9 km/l com a antiga. A melhora de apenas 0,77% é considerada empate técnico pelo Instituto Mauá de Tecnologia.

consumo urbano foi o principal ponto considerado, por ser a condição mais comum no uso cotidiano do veículo e o que mais impacta na qualidade do ar nas cidades. O Fiat testado veio equipado com motor 1.0 Fire, presente no mercado brasileiro desde o início dos anos 2000. Sua potência máxima é de 75 cv, e não há recursos como injeção direta de gasolina feita por bicos que trabalham em alta pressão, item presente no Corolla.

Com motor 2.0 flex (177 cv) lançado há cerca de um ano no Brasil, o sedã da Toyota obteve a melhor média no circuito urbano: 11,1 km/l com a nova gasolina, ante 10,7 km/l com a antiga. A redução de consumo chegou a 3,6%, mais próxima da média estimada pela Petrobras, que prevê uma queda entre 4% e 6%.

Já esportivo Honda Civic SI tem motor 1.5 turbo de 208 cv e recursos eletrônicos ainda mais avançados. Na cidade, a redução de consumo na comparação das gasolinas foi de 2,75%.

Avaliação

Rogério Gonçalves, engenheiro mecânico e coordenador de assistência técnica da Petrobras, afirma que o benefício tende a ser maior em carros mais modernos, pois esses, em geral, possuem sensores eletrônicos e sistemas de mapeamento do motor mais avançados, permitindo que os veículos se aproveitem da maior octanagem RON, uma das mudanças da nova especificação da gasolina.

“Cabe ressaltar que veículos mais antigos também devem apresentar redução no consumo, tendo em vista que a nova gasolina introduziu a especificação de densidade mínima, atributo que é aproveitado também pelos motores antigos”, afirma Gonçalves.

“O ganho maior nem será do consumidor, que certamente terá dificuldades para identificar a mudança em razão das alterações de trânsito, das condições do ambiente e da forma de dirigir. Porém, o país será beneficiado pelo montante total de economia de recursos naturais”, diz Renato Romio, chefe do laboratório de motores e veículos do Instituto Mauá de Tecnologia.

Consumo

De acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), foram consumidos 38,4 bilhões de litros de gasolina no Brasil em 2019. Nesse cenário, uma redução de 0,77% representaria menos 295,7 milhões de litros queimados.

Entretanto, as diferenças não vão compensar os possíveis aumentos provocados pela mudança no combustível. Como os postos ainda estão dentro do prazo de 90 dias até que seja obrigatório revender apenas a gasolina nova, não é possível ter uma análise definitiva da oscilação dos valores na bomba.

O preço do combustível é definido pela cotação no mercado internacional e outras variáveis como valor do barril do petróleo, frete e câmbio. “Esses fatores podem oscilar para cima ou para baixo e são mais influentes no preço do que o custo adicional das características do combustível. Além disso, é importante destacar que a Petrobras é responsável por apenas 30% do preço final da gasolina nos postos de serviço, as demais parcelas são compostas por tributos, preço do etanol adicionado e margens das distribuidoras e revendedores”, afirma o engenheiro.

Diferença

Sobre a diferença entre os resultados obtidos pela Petrobras e pelo Instituto Mauá de Tecnologia, Gonçalves afirma que as avaliações da empresa também foram realizadas com veículos de diferentes tecnologias.

“Foram realizados testes de curvas de desempenho de motores em dinamômetro para medições de potência, torque e consumo específico e testes de veículos para medição de autonomia, além de ensaios de retomada de velocidade e detonação, todos bastante criteriosos e tentando eliminar qualquer influência externa nos resultados.”

O engenheiro diz que os resultados de melhoria de consumo apresentados pela Petrobras foram valores médios e que a queda do consumo específico chegou a 17,9% em uma das medições. Já o teste feito pelo Instituto Mauá de Tecnologia simulou o uso real dos carros em circuitos predefinidos.

O consumo foi aferido em duas etapas: a primeira, com velocidade média de 90 km/h, simulou um percurso rodoviário de 31 quilômetros.

A segunda etapa, realizada em circuito urbano de 27 quilômetros, teve média horária de 25 km/h. Ambos os trajetos foram percorridos na cidade de São Caetano do Sul (Grande São Paulo). Para diminuir a interferência das condições climáticas, cada carro foi testado em um único dia.

Densidade

A mudança principal está na densidade do combustível. A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) estabeleceu um limite mínimo de densidade para a gasolina, o que impede a produção ou a importação de combustíveis mais “leves” ou com compostos químicos que reduzem o rendimento.

Embora essa condição não representasse uma adulteração, havia perda de rendimento e risco de defeitos em carros com motores mais modernos. Outra mudança estabelecida pela ANP é o valor mínimo para o indicador de octanagem RON, que mede a resistência à detonação em baixas rotações. Antes, o Brasil só tinha limites para a octanagem do tipo MON (calculada com giro alto) e para o IAD (Índice Antidetonante), que é uma média dos dois.

As novas especificações definem também uma nova curva de destilação, que indica a temperatura em que frações mais leves da gasolina evaporam. De acordo com a ANP, as novas normas se traduzem em maior geração de energia com menos consumo, o que leva a ganhos em desempenho, dirigibilidade e aquecimento do motor.

A nova gasolina já vinha sendo distribuída antes de a norma entrar em vigor, mas os postos têm até o dia 3 de novembro para zerar os estoques antigos. A ANP mantém seu programa de fiscalização nos postos, agora adaptado à mudança no combustível – a densidade passou a ser medida pelos técnicos.

A nova gasolina comum serve de base para todas as bandeiras, mas cada marca define seu próprio pacote de detergentes e redutores de atrito. O percentual de etanol anidro na composição permanece o mesmo: 27% na gasolina comum e 25% nas opções premium.