Preocupação com cibersegurança nas empresas atinge recorde

Um relatório encomendado ao IDC pela TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, demonstra a crescente preocupação das empresas com cibersegurança na área de TI. Segundo o levantamento Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, 59,7% das empresas da América Latina consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica para a área de tecnologia da informação, um avanço de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento feito em 2018. O tema aparece à frente de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial e Cloud Computing. Ainda, 13,6% das organizações apontaram a computação em nuvem como parte dos esforços na melhoria da postura em segurança cibernética.

Os dados demonstram que as empresas estão mais conscientes sobre a sua segurança digital, ao passo que a complexidade das ameaças digitais aumenta. “Cibersegurança é uma prioridade para as empresas e seguirá ganhando importância ao longo de 2021. Hoje, a segurança é uma prática habilitadora da continuidade dos negócios e, para isso, é necessário que todas as ameaças sejam mitigadas e combatidas de forma assertiva. Trata-se de uma maneira de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia”, comenta Armando Amaral, diretor de CyberSecurity na TIVIT.

Como resultado da visibilidade do tema, empresas brasileiras também têm destinado maior parte do orçamento a isso. Em 2020, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão em serviços para detecção e combate às ameaças digitais, cifra que deve crescer para US$ 1.33 bilhão até 2024. Outro fator que justificou o aumento do investimento em segurança foi a pandemia de COVID-19 iniciada em 2020. OS Dados do IDC apontam que 44% das corporações aumentaram seus investimentos planejados para 2020 ao longo do ano.

Segurança e Nuvem

De acordo com o relatório, Cloud Computing ocupa o terceiro lugar na prioridade das empresas respondentes, com 34,3%, à frente de Customer Experience e de Machine Learning. Ainda assim, para reduzir brechas e tornar as operações das organizações mais seguras, a computação em nuvem continua sendo muito importante. Em 2019, no levantamento IDC Latin America Cybersecurity Report, 13,6% dos respondentes apontaram Cloud como um ponto estratégico para aumentar a segurança. “O uso da computação em nuvem é uma forma eficiente de mitigar ameaças. Com o uso de nuvem pública, disponibilizamos especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Para empresas que exigem plena disponibilidade, ou de missão crítica, a nuvem híbrida aparece como solução ao manter os dados mais estratégicos armazenados localmente, enquanto os serviços rodam em nuvem”, conclui Armando Amaral.

O estudo Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos está disponível para download no link: https://go.tivit.com/cybersecurity-e-governanca-em-ambientes-hibridos-idc-vendor-spotlight 

Sobre a TIVIT | Seu futuro, nosso desafio

A TIVIT é uma multinacional brasileira de tecnologia, presente no mercado há 20 anos e com operação em dez países da América Latina. Por meio de quatro unidades de negócios: Digital Business, Cloud Solutions, CyberSecurity e Technology Platforms, a empresa oferece respostas personalizadas e soluções que impactam nos negócios, e na rotina de empresas e pessoas.

Com o uso de tecnologias emergentes, parcerias tecnológicas e serviços inovadores, a TIVIT apoia seus clientes na jornada da transformação digital, em diversos setores como meios de pagamento, serviços financeiros, utilities, varejo, manufatura, entre outros.

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Fotos e salários estão entre milhões de dados vazados no Brasil

Fotos, dados sobre crédito e até salários de mais de 223 milhões de brasileiros ficaram expostos no maior vazamento de dados já registrado no Brasil.

As informações de pessoas vivas e mortas foram disponibilizadas em redes da dark web e vendidas em pacotes por cibercriminosos.

A denúncia feita pela empresa Psafe, especializada em segurança da informação apontava, inicialmente, que CPFs, endereços, data de nascimento e gênero ficaram vulneráveis.

Depois, o laboratório que descobriu o roubo identificou outras informações vazadas, que podem provocar uma onda de crimes cibernéticos, extorsões e estelionato.

O presidente-executivo da Psafe, Marco de Mello, afirmou em entrevista ao Estadão que o crime é assustador e que dificilmente os dados de algum brasileiro tenham ficado protegidos.

A origem do vazamento do banco de dados ainda é desconhecida.

Segundo o Painel da Folha, o Procon-SP pediu explicações à Serasa, serviço de crédito de âmbito nacional sobre um possível envolvimento na divulgação do banco de dados.

A empresa afirmou, em nota, que o formato não é o mesmo utilizado nas suas plataformas de informações.

O diretor do Procon-SP, Fernando Capez, disse que as multas para os responsáveis pelo crime podem chegar a 50 MILHÕES DE REAIS, se enquadrado na Lei Geral de Proteção de Dados.

E cabem punições também com base no Código de Defesa do Consumidor.

Em parceria com Rádio2.

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