ONA lança livro gratuito “Jornada da Acreditação”

E-book Jornada da Acreditação está dividido em 11 capítulos e conta com a contribuição de diversos autores. O conteúdo é um guia para organizações de saúde que buscam iniciar ou aperfeiçoar seus processos ligados à promoção da segurança do paciente.

A Organização Nacional de Acreditação (ONA) lança o livro “Jornada da Acreditação”, disponível em formato digital e gratuito. Para contribuir com a obra, foram convidados especialistas brasileiros de diferentes áreas.

“No mês de abril, em que comemoramos o Dia Mundial da Saúde e o aniversário do Programa Nacional de Segurança do Paciente, este é um presente para todos os profissionais e colegas que queiram iniciar, aprimorar ou continuar no processo de acreditação”, afirma Gilvane Lolato, gerente de Educação da ONA.

A publicação faz parte da campanha “A ONA acredita na sua saúde”, lançada no dia 5 de abril, na mesma semana em que é celebrado o Dia Mundial da Saúde, e que segue até o dia 17 de setembro, Dia Mundial da Segurança do Paciente. O objetivo é compartilhar mais informações sobre os padrões de Qualidade e Segurança do Paciente com todos os públicos – pacientes e familiares, cuidadores e profissionais de saúde.

Entre as ações da campanha, também estão previstos outros conteúdos educativos, como vídeos, cursos gratuitos, webinars e posts para sensibilização nas redes sociais. Os materiais serão disponibilizados ao longo dos próximos meses no portal e nas redes sociais da ONA.

Capítulos do livro
Capítulo 1 – Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA)
Capítulo 2 – Gestão de qualidade
Capítulo 3 – Gestão e avaliação dos processos
Capítulo 4 – Gestão de resultados dos processos
Capítulo 5 – Gestão de riscos em saúde
Capítulo 6 – Núcleo de Segurança do Paciente e fluxo de notificação
Capítulo 7 – Ferramentas de gestão da qualidade
Capítulo 8 – Como ser um líder propulsor da cultura de segurança do paciente
Capítulo 9 – Melhoria contínua de processos
Capítulo 10 – O papel da liderança na gestão estratégica de pessoas, pilar de sustentação da Acreditação Hospitalar
Capítulo 11 – Comunicação como ferramenta para a qualidade de segurança do paciente

Informações técnicas
Ano: 2021
Número de Págs.:  178
Formato: Digital  
Distribuição: Gratuita

Autores
Adriana V. Torres de A. Fernandes, farmacêutica e especialista em Farmácia Clinica.
Aline Bevidqua, enfermeira e MBA em Gestão de Saúde, Auditora e Acreditação Hospitalar.
Ana Paula Gonçalves Stutzel, especialista em Ciência da Melhoria e MBA Gestão em Saúde.
Andréa Prestes, formada em administração e mestranda em Gestão de Saúde, MBA em Gestão Hospitalar e especialista em Qualidade nos Serviços de Saúde.
Audrey Rippel, mestre Qualidade e Segurança do Paciente, MBA executivo em Saúde, especialista em Administração Hospitalar e graduada em enfermagem.
Camila Deister, enfermeira, especialista em Cardiologia.
Cassia Monfredini, formada em administração, tecnóloga em Gestão e Qualidade e em Gestão da Informação.
Daniela Siccardi Menezes, Ginecologista Obstétrica, mestre em Saúde Pública e doutora de Ciências Medicas. 
Fabiana Rigolo, enfermeira, pós-graduada em Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente.
Fabrízio Rosso, administrador, especialista em Didática do Ensino Superior, Dinâmica Organizacional, Liderança e Motivação, mestre em RH.
Gilvane Lolato, administradora, MBA Gestão em Saúde e Controle de Infecção, especialista em Qualidade e Segurança do Paciente, mestranda em Gestão e Metodologias da Qualidade e Segurança da Atenção em Saúde.
José Antônio Ferreira Cirino, comunicólogo, doutor em Comunicação e Sociabilidade, pós-graduado em Comunicação e Cultura, mestre em Comunicação, especialista em Gestão de Projetos.
Péricles Góes da Cruz, médico, pós-graduado em Administração Hospitalar e em Gerência Hospitalar.
Renata Michele Guimarães Pereira Macedo, enfermeira, especialista em Saúde Pública e Terapia Intensiva, MBA em cursos em escolas de negócios.
Rubria Coutinho, mestre em Administração de Empresas, possui especializações em escola de negócios

jornada da acreditação
Faça o download com o QR Code

Sobre a ONA

A Organização Nacional de Acreditação (ONA – www.ona.org.br) é responsável pelo desenvolvimento e gestão dos padrões brasileiros de qualidade e segurança em saúde. Hoje mais de 80% das instituições acreditadas no Brasil adotam o padrão ONA. Além de referência nacional, os padrões ONA são reconhecidos no exterior. A ONA é membro da International Society for Quality in Health Care (ISQua), atuando ao lado de instituições que promovem a qualidade de saúde em diversos países do mundo.

Gostou de “ONA lança livro gratuito “Jornada da Acreditação”?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais em nosso Caderno Cultural. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 674 outros assinantes

Concentradores de oxigênio serão doados por grandes empresas

Concentradores de oxigênio serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando o deslocamento e sobrecarga de hospitais; a iniciativa atende a uma chamada pública da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia em apoio ao Ministério da Saúde, a logística dos itens ficará sob responsabilidade do SUS.

Um grupo de 12 empresas se uniu em uma ação coletiva para viabilizar a doação de mais de 5.000 concentradores de oxigênio, que serão utilizados para o tratamento de pacientes com Covid-19 em suas próprias localidades, evitando deslocamentos para outras cidades e, consequentemente, a sobrecarga de hospitais. O concentrador de oxigênio é um equipamento que separa o oxigênio do ar e o fornece ao paciente em um fluxo direto e contínuo, contribuindo para a melhora de sua capacidade respiratória, uma das áreas mais afetadas pelas consequências da Covid-19.

Participam desta iniciativa as seguintes empresas: Bradesco, BRF, B3, Embraer, Gerdau, Grupo Ultra, Itaú Unibanco, Magazine Luiza, Marfrig, Natura & Co, Suzano e Unipar. O Grupo atendeu a uma chamada pública feita pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, em apoio ao Ministério da Saúde, para a aquisição de concentradores de oxigênio. A Air Liquide Brasil, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, fez a cotação geral para a importação dos equipamentos, ao custo total de R$ 35 milhões.

O uso dos concentradores doados nesta ação terá papel fundamental no combate à pandemia e consequente desafogamento do sistema hospitalar. Considerando que o tempo médio de uso do aparelho por paciente pode variar entre uma ou duas semanas, a expectativa é de que os mais de 5 mil concentradores atendam, mensalmente, entre 10 mil e 20 mil pacientes.

Cada concentrador substitui, em média, 21 cilindros de oxigênio. Juntos, os equipamentos doados suprirão o equivalente a uma produção mensal de 1.100.000 metros cúbicos do insumo, volume que demandaria mais de 108 mil cilindros por mês para ser armazenado. A quantidade de oxigênio fornecida por meio dos concentradores contribuirá ainda para evitar a sobrecarga na capacidade produtiva da indústria de gases.

A praticidade no manuseio é outra característica de destaque no uso dos concentradores. Cada equipamento pesa aproximadamente 15 quilos e necessita apenas de energia elétrica para funcionar. Essas condições facilitam o transporte e uso, inclusive, nas regiões mais remotas do País. A durabilidade também é um diferencial destes equipamentos. Os concentradores doados têm uma vida útil estimada em sete anos.

Os mais de 5 mil concentradores de oxigênio adquiridos nesta ação serão entregues ao Ministério da Saúde, a quem caberá a responsabilidade de fazer a logística de distribuição dos equipamentos. A expectativa é que os aparelhos sejam enviados aos seus locais de destino no decorrer do mês de abril.

Com essa iniciativa coletiva, as empresas somam seus esforços no enfrentamento à pandemia de Covid-19, em um de seus momentos mais agudos no Brasil. As companhias participantes desta ação estão comprometidas com os esforços da sociedade para salvar vidas e com o apoio ao Poder Público, em suas diferentes esferas, nas ações de superação à crise sanitária.

Gostou de “Concentradores de oxigênio serão doados por grandes empresas?

Concentradores de oxigênio
Concentradores de oxigênio. Foto: Divulgação/Internet

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece nas cidades do Grande ABC. Confira nosso parceiro Dica App do Dia.

Junte-se a 674 outros assinantes

Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP

Paulo Skaf lançou nesta manhã a campanha “Oxigênio da Indústria Salva Vidas” com o envio de 400 cilindros de oxigênio das unidades Senai-SP que serão disponibilizados ao setor de saúde. O objetivo é mobilizar as indústrias a emprestarem o insumo

Nesta quarta-feira (24), o Senai-SP carregou um caminhão com 400 cilindros que acondicionam oxigênio. Eles foram recolhidos em 78 escolas do Senai, espalhadas por 64 cidades em todo estado de São Paulo. Do total, 250 serão destinados à prefeitura da capital paulista, que solicitou essa quantidade do insumo à Fiesp. O restante será disponibilizado para unidades de saúde de outros municípios. Com a ação, o Senai-SP coordena uma importante operação para estimular indústrias a também emprestarem seus cilindros e salvar vidas.

Enquanto o caminhão era carregado, o presidente do Senai-SP e da Fiesp, Paulo Skaf, anunciou que já havia obtido outros 400 cilindros com indústrias parceiras. “Daqui a três dias já teremos pessoas respirando com esses cilindros entregues, hoje, pelo Senai-SP”, afirmou Skaf. “Vamos conseguir o número de cilindros necessários para não faltar oxigênio para ninguém no estado de São Paulo.”

O caminhão do Senai-SP com o carregamento seguiu para a cidade de Vinhedo, sede da empresa White Martins, fornecedora do oxigênio. Lá, os cilindros, de uso industrial, passarão por higienização para serem utilizados na área de saúde e serão abastecidos com gás medicinal.

A ideia é que, como São Paulo, outras unidades da federação também se unam um prol da saúde. “Ontem, conversei com outros estados para que, a exemplo do Senai-SP, façam a mesma mobilização de forma que, com o empréstimo dos cilindros, não haja falta de oxigênio para ninguém”, observa Skaf.

O uso do oxigênio no tratamento da COVID-19 é intensivo, cada paciente intubado consome de dois a três cilindros por dia. Já começam a circular notícias sobre sua falta nos serviços de saúde, entretanto, a limitação não está na produção do gás, mas sim na logística e na falta de tanques e cilindros para envasar.

Por isso, além da mobilização para obtenção de cilindros, o Senai-SP também organizará a logística, garantindo que os insumos cheguem até as empresas produtoras de oxigênio. “De um lado temos as indústrias que podem emprestar os cilindros e, do outro, as prefeituras e governos que precisam deles, então ambos devem fazer contato com o Senai”, explica Skaf.

Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP
Carregamento dos cilindros de oxigênio partindo da escola do SENAI-SP, em Barueri.

PROCEDIMENTO

As indústrias que possuírem cilindros para ceder devem entrar em contato pelo e-mail: oxigenio@sp.senai.br, com as seguintes informações: quantidade de cilindros disponível, volume, localidade onde se encontram, tempo de cessão e nome da empresa fornecedora do gás. Prefeituras e hospitais que necessitem de cilindros também podem utilizar o mesmo e-mail para fazer a solicitação. Uma equipe do Senai-SP entrará em contato para viabilizar a operação.

Além isso, Senai-SP voltou a consertar, gratuitamente, respiradores de hospitais públicos. No ano passado, foram reparados e entregues em pleno funcionamento 205 aparelhos para 62 cidades. Os hospitais públicos que tiverem o equipamento a consertar, devem procurar a unidade Senai-SP mais próxima.

Matéria com Assessorias do Senai-SP e FIESP.

Gostou de “Cilindros de oxigênio para saúde é foco de operação do Senai-SP?

Então, aproveite e assine nossa newsletter e seja noticiado assim que publicarmos novas matérias! Ah, leia mais sobre o que acontece no ABC Cidades todo dia no Grande ABC.

Junte-se a 674 outros assinantes

Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia

O Governador do Amazonas institui novas medidas de restrição, plano de abastecimento de oxigênio para as unidades hospitalares e remoção de pacientes para hospitais de outros estados.

Diante do colapso no sistema de saúde com a falta de oxigênio nos hospitais na última quinta-feira (14), o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou ações frente ao recrudescimento da pandemia da Covid-19 no estado. A medida inclui novas medidas de restrição, plano de abastecimento de oxigênio para as unidades hospitalares e remoção de pacientes para hospitais de outros estados. 

Segundo o governador, a ampliação das medidas de restrição visa a proteção da vida das pessoas. O novo decreto restringe também o transporte coletivo de passageiros em rodovias e rios e suspende a circulação de pessoas nas ruas em todo o estado, com toque de recolher entre às 19h e 6h.

Em relação ao abastecimento de oxigênio nas unidades hospitalares, o governo do Estado ressaltou que as medidas para solucionar as dificuldades logística estão sendo adotadas junto ao governo federal. Também foi iniciada a transferência de pacientes para unidades hospitalares de cinco estados. Além do translado desses pacientes, o governo instituiu um grupo de apoio psicossocial para pacientes e familiares.

“Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia” em parceria com Brasil 61

Gostou da matéria “Governador do Amazonas institui novas medidas contra pandemia”?

Assine nossa Newsletter e fique por dentro das notícias, assim que forem publicadas, ou como desejar. Para periodicidade, confira informações no email recebido. Então, aproveite e leia mais sobre Medidas Contra Pandemia.

Governador do Amazonas institui

7 toneladas recebidos por trabalhadores do Hospital de Campanha

As doações arrecadadas por trabalhadores do Hospital de Campanha foram enviados ao Banco de Alimentos de Santo André, e distribuídas para pessoas em vulnerabilidade socioeconômica

A Secretaria de Saúde e a prefeitura de Santo André arrecadaram 7 toneladas de alimentos, para famílias carentes da cidade. Nesse sentido, cerca de 600 profissionais de hospitais de campanha participaram das atividades. Sendo assim, a ação solidária ocorreu durante 10 dias.

O Banco de Alimentos recebeu as doações na tarde de ontem (22/12), em sua sede. “Que surpresa boa e que ‘presentão’. Os profissionais de Saúde, que estão se doando desde o início da pandemia, além de trabalhar e dar o sangue para cuidar do amor de alguém, ainda fazem esse gesto lindo. Não temos palavras para agradecer. Nosso muito obrigada”, se emocionou a primeira-dama. Ana Carolina Barreto Serra ocupa a presidência do Núcleo de Inovação Social.

trabalhadores do Hospital de Campanha

Ação parecida aconteceu em 2019, realizada por profissionais que atuam na rede municipal de Urgência e Emergência.

“Ano passado, enquanto estava como diretor de Atenção à Saúde, e promovemos uma campanha similar com os profissionais da Urgência e Emergência, não esperávamos um número tão expressivo de doações. Neste ano, tínhamos a expectativa de receber mais do que as 4 toneladas de alimentos da edição anterior. A cada dois kg de alimentos doados, os profissionais ganhavam um número. Estes números serão sorteados e o gesto recompensado prêmios doados pela iniciativa privada, portanto sem custos para a gestão. Os profissionais estão superanimados e agradecemos muito a cada um que participou desta Campanha de Natal”, comentou Victor Chiavegato, superintendente dos hospitais de campanha.

Balanço das arrecadações dos trabalhadores do Hospital de Campanha

Desde que iniciou o ano até novembro, o Banco de Alimentos arrecadou 55,8 toneladas de itens alimentícios. 17 mil pessoas, por meio de 111 entidades do município, receberam as doações.

As entidades atenderam número maior de pessoas na pandemia. Acima de tudo, com doações recebidas pelo Banco de Alimentos. Como resultado, cerca de 7 mil cestas básicas tiveram destino para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Portanto, estimativa-se que o ano feche próximo a 60 mil toneladas. Em 2019, o número arrecadado ficou em 57,6 toneladas. Não houve queda significativa de doações nos dois primeiros meses do ano. Os principais doadores, como supermercados, trabalham normalmente neste período. Dessa forma, o Banco de Alimentos visa constantemente o aumento de parceiros doadores.

Vacina contra Covid-19 para grupo de risco: priorização aprovada no Senado

O texto segue para votação na Câmara dos Deputados Vacina contra Covid-19

Os senadores aprovaram uma definição de população prioritária que deve ser vacinada contra Covid-19 no primeiro momento em que o imunizante chegar ao Brasil. Segundo o projeto de lei, aprovado nesta quinta-feira (3), os grupos mais vulneráveis ao vírus serão os primeiros, de acordo com parâmetros científicos estabelecidos. A proposta, agora segue para votação na Câmara.

De acordo com o texto, a vacina será oferecida de maneira gratuita à população e não será obrigatória. O Ministério da Saúde, orienta que estão mais vulneráveis à Covid-19 pessoas idosas e pessoas com condições médicas preexistentes como pressão alta, doenças cardíacas e doenças pulmonares.

Há também uma lei que confere a pasta da Saúde a responsabilidade sobre a vacinação, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O PNI deve definir as vacinações, inclusive aquelas de caráter obrigatório.

Vacina contra Covid-19
Primeiro dia da campanha estadual do Dia D de Vacinação Contra o Sarampo no Rio de Janeiro, caminhão itinerante da Secretaria Estadual de Saúde

Fonte: Brasil 61

Quais vacinas serão oferecidas no Brasil? Vacina contra Covid-19

Em nota divulgada na terça-feira (1), o Ministério da Saúde informou que a expectativa é imunizar 109,5 milhões de pessoas contra a COVID-19 no ano de 2021. Entre as opções de imunizantes já inclusas nesta conta, estão 142,9 milhões de doses. Esse total soma as doses que o país deve obter a partir do acordo pela vacina da Universidade de Oxford, desenvolvida com a farmacêutica AstraZeneca (100,4 milhões de doses), e pela iniciativa COVAX Facility (42,5 milhões), liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Vale lembrar que as vacinas mais avançadas, até o momento, dependem de duas doses para promover uma imunização eficaz. Nesse sentido, o governo terá insumos garantidos para mais de 70 milhões de brasileiros. Além disso, dentro das “definições preliminares da estratégia”, o Ministério da Saúde não incluiu a vacina CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A previsão é que o governo de São Paulo compre cerca de 46 milhões de doses e depois comece a produzir nacionalmente a vacina.

“Poderia se tornar uma grande fragilidade para o SUS”

Nesta semana, Executivo voltou atrás em decreto que permitia que o Ministério da Economia fizesse estudos sobre a inclusão de UBS no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), o que geraria uma grande fragilidade para o SUS.

Neste final de outubro, o Governo Federal editou um decreto que permitia ao Ministério da Economia fazer estudos sobre a inclusão de Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Após a repercussão negativa do assunto, no entanto, Bolsonaro voltou atrás da decisão.

Para a professora em Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UnB), Carla Pintas Marques, há uma série de ressalvas na agenda de parceria público-privada na área de saúde. “Estamos falando de um sistema de saúde que é público, que tem sobre a sua égide a CF e Lei 8080, que diz que a participação privada deve ser complementar. Esse complementar não é muito bem especificado, mas entendemos que em especial, quando falamos de Parcerias Público-Privadas (PPP), imaginamos que o investidor vai obter lucro. Isso não é muito adequado quando falamos em saúde, em especial a atenção primária. Penso que poderia se tornar uma grande fragilidade para o SUS o andamento desse tipo de agenda por parte do governo”, destaca. 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que “jamais esteve sob análise privatizar o SUS” e que “seria uma insanidade falar isso”. Ele explicou que o decreto visava apenas promover a realização de estudos para que a iniciativa privada pudesse concluir obras inacabadas de UBSs e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). 

“Isso deve ter sido uma dessas inúmeras decisões que nós tomamos por dia, que chegam aqui. As coisas que são decisivas vão para o Congresso são examinadas. Uma privatização do SUS teria que ir para o Congresso e o Supremo também teria que opinar”, explicou o titular da pasta, em declaração na comissão mista do Congresso Nacional que trata das medidas de combate à pandemia da Covid-19. 

A lei que institui o Programa de Parcerias de Investimentos do governo afirma que a iniciativa é voltada para a ampliação e o fortalecimento entre o Estado e a iniciativa privada, por meio de celebração de contratos, parcerias para execução de empreendimentos públicos de infraestrutura e outras medidas de desestatização. 

O advogado especialista em Direito Público, Leonardo Memória, explica que o decreto que foi editado pelo Executivo é constitucional, embora seja um dos caminhos para a privatização do sistema público de saúde.

“Não é inconstitucional, é uma maneira possível (inclusão das UBS no PPI). Há a situação de passar alguns órgãos para o privado. Não quer dizer que vai ser cobrado, não quer dizer que vai virar privado. A questão é que se vai ter programa de investimento, nenhum privado vai investir sem que haja retorno, ou seja, vai ser praticamente uma concessão administrativa. A administração pública chama o privado para cuidar, porém paga o privado para fazer esse tipo de atualização. Isso é uma forma de privatização”, explica. 

Atualmente, algumas unidades de saúde do SUS já contam com a administração da iniciativa privada. É o caso do Hospital do Subúrbio de Salvador, do Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP) e da Rede de Atenção Primária à Saúde de Belo Horizonte.
 

Fonte: Brasil 61

Consórcio ABC recebe mais 333 mil EPIs do Ministério da Saúde

Itens serão usados para proteção das equipes municipais de saúde para enfrentamento do novo coronavírus

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC recebeu 333.840 equipamentos de proteção individual (EPIs) doados pelo Ministério da Saúde e distribuídos pelo Governo do Estado. Os itens serão destinados à proteção das equipes municipais de saúde no enfrentamento do novo coronavírus na região.

O novo lote de EPIs recebido pela entidade regional é composto de 170 mil máscaras cirúrgicas, 138 mil máscaras N95, 15,6 mil protetores faciais, 10 mil gorros e 240 óculos de proteção. O material foi encaminhado por meio do Departamento Regional de Saúde (DRS 1) do Estado de São Paulo e acondicionado no auditório do Consórcio ABC para retirada das sete prefeituras nesta quarta-feira (28/10), conforme critérios de distribuição definidos pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB), composta de representantes do governo estadual e dos municípios. 

O coordenador do GT Saúde do Consórcio ABC e secretário da pasta em São Bernardo do Campo, Geraldo Reple Sobrinho, explicou que os equipamentos vão contribuir para o combate à disseminação do coronavírus.

“Os materiais que recebemos vão reforçar o suprimento dos sete municípios. Eles serão usados para proteger profissionais de saúde e funcionários que estão na linha de frente de atendimento à Covid-19 na nossa região”, afirmou Reple.

Foto: Divulgação/Consórcio ABC

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

Quer receber mais notícias, em qualquer momento? Assine nossa Newsletter, basta inserir seu e-mail logo abaixo, e receba as publicações todos os dias.

Junte-se a 674 outros assinantes

É um prazer ter você conosco. Aproveite para deixar comentário aqui embaixo. Salve nosso Site. Volte Sempre!

SP registra 35,9 mil óbitos e 997,3 mil casos de coronavírus

857,3 mil pessoas já estão recuperadas da COVID-19; taxas de ocupação de UTIs são de 42,6% na Grande São Paulo e 44% no Estado

O Estado de São Paulo registra nesta sexta-feira (2) 35.956 óbitos e 997.333 casos confirmados do novo coronavírus. Entre o total de casos diagnosticados de COVID-19, 857.393 pessoas estão recuperadas, sendo que 109.051 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 42,6% na Grande São Paulo e 44% no Estado. O número de pacientes internados é de 8.314, sendo 4.704 em enfermaria e 3.610 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 10h desta sexta.

Hoje, os 645 municípios têm pelo menos uma pessoa infectada, sendo 574 com um ou mais óbitos. A relação de casos e óbitos confirmados por cidade pode ser consultada em: www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

Perfil da mortalidade

Entre as vítimas fatais estão 20.754 homens e 15.202 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 76,3% das mortes.

Observando faixas etárias, nota-se que a mortalidade é maior entre 70 e 79 anos (9.210), seguida pelas faixas de 60 a 69 anos (8.442) e 80 e 89 anos (7.359). Entre as demais faixas estão os: menores de 10 anos (41), 10 a 19 anos (66), 20 a 29 anos (302), 30 a 39 anos (1.018), 40 a 49 anos (2.368), 50 a 59 anos (4.747) e maiores de 90 anos (2.403).

Os principais fatores de risco associados à mortalidade são cardiopatia (59,6% dos óbitos), diabetes mellitus (43,2%), doenças neurológicas (10,9%) e renal (9,6%), pneumopatia (8,3%). Outros fatores identificados são obesidade (7,9%), imunodepressão (5,6%), asma (3%), doenças hepáticas (2,1%) e hematológica (1,8%), Síndrome de Down (0,5%), puerpério (0,1%) e gestação (0,1%). Esses fatores de risco foram identificados em 28.850 pessoas que faleceram por COVID-19 (80,2%).

Perfil dos casos

Entre as pessoas que já tiveram confirmação para o novo coronavírus estão 464.967 homens e 526.248 mulheres. Não consta informação de sexo para 6.118 casos.

A faixa etária que mais concentra casos é a de 30 a 39 anos (235.443), seguida pela faixa de 40 a 49 (206.401). As demais faixas são: menores de 10 anos (24.603), 10 a 19 (47.077), 20 a 29 (167.824), 50 a 59 (149.996), 60 a 69 (90.843), 70 a 79 (46.223), 80 a 89 (22.032) e maiores de 90 (6.365). Não consta faixa etária para outros 526 casos.

Municípios mantêm alta em relação a contratações de profissionais de saúde, aponta IESS

No mês de julho, as cinco regiões do país registraram saldo positivo nas contratações. Os dois melhores resultados foram do Sudeste, com 34.157; e Nordeste, com 22.664

A criação de empregos formais na cadeia produtiva da saúde segue em destaque em todo o Brasil. Dados do “Relatório do Emprego na Cadeia Produtiva da Saúde”, divulgado mensalmente pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), aponta que as contratações saltaram de 436,3 mil pessoas em abril para 458,7 mil em julho de 2020. O crescimento foi de 5,1%.

O superintendente do IESS, José Cechin, explica que os dados são referentes a 264 municípios analisados pela pesquisa. Essas localidades respondem por 53% dos habitantes do País. Segundo Cechin, como os municípios são os entes federados mais próximos à população, houve essa necessidade de investimento, principalmente por causa da pandemia.

“No meio dessa pandemia, com muita gente ficando doente ao mesmo tempo, de uma mesma causa, síndrome respiratória aguda grave, os municípios tiveram que intensificar a prestação dos serviços. Precisavam construir hospitais de campanha, abrir leitos, contratar profissionais, treinar profissionais para atuar. Isso porque o uso de um respirador artificial, por exemplo, exige uma certa técnica”, afirmou.

Em relação à saúde pública, a região Sudeste possui 196,5 mil dos empregos municipais, o que representa 43% do total. A região Norte do país, por sua vez, conta com o menor número de postos na área, com 34,8 mil, ou seja 8% do total.

“Interessante notar como os números estaduais e federais caminham na direção oposta. A região Sul registrou crescimento nessas duas esferas. Entretanto, as regiões Norte, Nordeste e Sudeste tiveram queda no âmbito Federal e aumento no estadual. Na região Centro-Oeste o movimento foi contrário”, avalia Cechin.

Nos estados, a quantidade de pessoas empregadas na área da saúde pública chegava, em julho, a 376,3 mil. O quadro correspondia a um crescimento de 3,3% em relação a abril desse ano. As regiões Nordeste e Norte tiveram os números mais expressivos de crescimento, com 6,2% e 4,3%, respectivamente.

O consultor na área de saúde da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Denilson Magalhães, destaca que, o número de profissionais de saúde que atuam no SUS, chega mais de 3 milhões, distribuídos nas esferas federal, estadual e municipal, além da iniciativa privada. Desse total, segundo ele, mais de 1,5 milhão estão vinculados à administração pública municipal, ou seja, 49%.

“Os municípios têm uma grande participação na estruturação e organização dos serviços, e são responsáveis pela maior parte das contratações de profissionais de saúde que atendem no sistema público de saúde. Muitos municípios estão implantando protocolos de atendimento básico, inclusive recomentados pelo próprio Ministério da Saúde”, pontua.

Contrações gerais em outros setores

O relatório também aborda dados referentes ao nível da empregabilidade no setor de Serviços, que teve resultado negativo no período analisado. Os índices foram puxados por subsetores que foram diretamente afetados pela crise econômico-sanitária. O destaque foi para o segmento de Alojamento e Alimentação, que inclui hotéis e restaurantes, que tiveram recuo de cerca de 25 mil contratações. Na sequência aparece o de Educação, com 19 mil vagas a menos.

Já a indústria apresentou o primeiro saldo positivo desde fevereiro deste ano. O total de 53.590 contratações se deve, principalmente, pela Indústria de Transformação, cujo resultado líquido chegou a 53.068 em julho.

“Acredito que isso tenha a ver com algum nível de retomada das atividades que foram suspensas durante o período mais crítico da pandemia. Houve também, por parte de municípios e estados, uma contratação importante de pessoas para trabalhar nos hospitais de campanha. Eu vejo que tem aí, um conjunto de elementos”, avalia o professor do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Gonzalo Vecina Neto.

Mesmo que o setor de serviços seja o principal contratante de planos de saúde empresariais, quando a Indústria apresenta resultados positivos, pode haver um contraponto positivo em relação ao número de beneficiários de planos coletivos empresariais.

Situação por região

No mês de julho, as cinco regiões do país registraram saldo positivo nas contratações. Os dois melhores resultados foram do Sudeste, com 34.157; e Nordeste, com 22.664. Essas duas regiões não apresentavam admissões líquidas desde fevereiro.

No geral, o resultado positivo se deve ao fato de os estados terem apresentado bons número em relação à empregabilidade. As únicas exceções foram Rio de Janeiro, que teve saldo negativo de 6.658; Sergipe, com uma queda de 804; e Amapá, que teve recuo de 142.

De acordo com o levantamento, São Paulo aparece em primeiro lugar, com aumento de 22.967 vagas, seguido por Minas Gerais, com elevação de 15.843 postos de trabalho.

Fonte: Brasil 61