Você sabe o que é IELTS?

Fabrício Vargas é autor de “Você sabe o que é IELTS?”.

Para quem está planejando estudar ou morar fora, provavelmente já se deparou com a sigla IELTS, não é mesmo?!

A sigla que significa International English Language Test System. É uma certificação internacional com amplo reconhecimento acerca da proficiência da língua inglesa. O exame pode ser realizado em mais de 100 países, inclusive na China. O IELTS serve, principalmente, para comprovar a proficiência em inglês de uma determinada pessoa.

O IELTS é ministrado, em conjunto, entre a Universidade de Cambridge, Conselho Britânico e IDP Education Pty Ltd.

Como funciona o IELTS?

O exame avalia algumas habilidades, tais como:

Listening (compreensão auditiva);

Reading (leitura);

Writing (escrita);

Speaking (conversação).

Há dois tipos de prova: General e Academic. Qualquer que seja a modalidade escolhida, a prova tem uma duração de 2 horas e 45 minutos.

IELTS Academic

Esse é mais adequado para quem pretende aplicar para universidades ou instituições de ensino superior, ou seja, para graduação ou pós-graduações.

IELTS General

Mais indicado para quem deseja realizar cursos que não sejam de graduação, trabalhar ou para casos de imigração para um país de língua inglesa como Canadá, Austrália, Nova Zelândia ou Reino Unido.

Assim como outros exames de proficiência, não existe uma média de aprovação no IELTS. O que isso significa? Que não há reprovação no IELTS. O resultado mostrará seu nível de proficiência em uma escala entre 0 a 9, onde 0 é a nota mais baixa e 9 a nota mais alta.

Para se ter uma ideia: uma boa pontuação do IELTS corresponde a uma nota entre 6 e 9 pontos.  Os resultados, além de mostrarem uma nota geral, mostra também as notas por cada sessão. Além disso, cada Universidade ou órgão tem autonomia para estabelecer a nota mínima exigida. Por isso, quanto maior sua nota, melhor. 

Assim, é muito importante começar a estudar com muita antecedência para realizar esse teste. Procurar uma escola especializada no IELTS é fundamental e é isso que nós, da Uniway, fazemos. Ajudamos nossos alunos a realizarem sonhos. Somos uma edtech de ensino de inglês com uma metodologia criada para que você atinja os melhores resultados. Somos especializados nos exames IELTS, TOEFL e TOEIC.

Fabrício Vargas é fundador da Mundo Intercâmbio, CEO da Uniway School e um apaixonado pela educação inovadora. Ele morou por mais de cinco anos na Europa, especificamente na Inglaterra e na Irlanda, onde trabalhou como intérprete nas Cortes Inglesa e Irlandesa.

Com o seu retorno para o Brasil, teve contato com o ensino de inglês em escolas e cursos particulares, quando ficou mais evidente que o modelo de ensino brasileiro ainda era muito arcaico e engessado. Para motivar e engajar os estudantes no processo de ensino e aprendizagem da língua inglesa, eram necessários métodos mais criativos, motivadores e estimulantes.

E foi com este propósito, e desafio, que em 2017 foi fundada a Uniway School, uma edtech focada tanto no ensino de inglês como nas avaliações de proficiência, tais como TOEFL, TOEIC e IELTS.  Quatro anos depois, a Uniway School já está presente em mais de 50 países e com mais de centenas de alunos.  Para mais informações: https://uniwayschool.com/

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Você sabe o que é IELTS. Foto: Fabrício Vargas/Divulgação

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Cursos de idiomas on-line podem alavancar agências de intercâmbio

O ano de 2020 foi extremamente desafiador para as agências de intercâmbio. Com a mudança gerada pela própria pandemia de Covid-19 em relação aos hábitos, as pessoas estão mais propensas e familiarizadas ao ensino não-presencial.

A Pesquisa Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association) de 2020, realizada pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio, trouxe algumas informações reveladoras sobre essa tendência.

Os cursos de idiomas aparecem em primeiro e segundo lugar, principalmente por conta da crescente procura por programas de intercâmbio que proporcionem a oportunidade de também trabalhar no país de destino.

Diante da necessidade de ganhar fluência rapidamente em um idioma estrangeiro, as EdTechs, organizações que oferecem cursos e serviços educacionais mediados por tecnologia, “devem experimentar um crescimento significativo em 2021 por estarem mais adaptadas aos novos desejos e necessidades dos estudantes”, na opinião de Fabricio Vargas, fundador da Uniway Education Group, EdTech especializada nos exames de proficiência em inglês TOEFL, TOEIC e IELTS.

Segundo o educador, as EdTechs são baseadas em três princípios:

  • Acessibilidade: por permitirem um acesso mais amplo com uso de tecnologias;
  • Engajamento: pelo uso de práticas inovadoras para tornar o processo de aprendizagem mais empolgante;
  • Personalização: por oferecerem uma experiência customizada para cada aluno.

Outra vantagem apontada por Vargas é o fato de, na maior parte das vezes, as soluções educacionais de uma EdTech serem mais baratas que outras de formato tradicional. “Do ponto de vista da agência de intercâmbio, isso pode significar uma margem muito maior de ganho”, estima.

A Uniway é uma EdTech que trouxe inovação para o setor de educação, mais especificamente para o ensino do idioma inglês orientado para a preparação para os exames de proficiência, tais como o TOEFL, TOEIC e IELTS.

Por meio de uma metodologia inédita orientada para resultados, a Uniway oferece aulas preparatórias on-line focadas em estratégias e práticas para essas certificações. E está presente em mais de 50 países.

Vargas ainda ressalta que, para as agências de intercâmbio, as principais vantagens são:

  • Continuar comercializando produtos, independentemente do cenário político e sanitário ao redor do mundo;
  • Flexibilidade para oferecer os cursos da Uniway integrados com outros programas e pacotes pelo fato de a maior parte das universidades, principalmente as americanas, exigirem certificação de proficiência;
  • Comissionamento extremamente vantajoso, podendo chegar até a 50%.

Outro ponto destacado por Vargas é a importância de estudar inglês em uma escola com um método criado exclusivamente para o ambiente digital. “Boa parte das escolas tradicionais migraram o modelo de aula presencial para o digital, sem adequar a metodologia. E isso pode ser muito desestimulante para aquele aluno que está nas aulas de inglês on-line”, avalia.

Sobre Fabricio Vargas

Iniciou a sua carreira na área da educação logo após o seu retorno ao Brasil, depois de morar e estudar por mais de cinco anos no continente Europeu. Estudou e trabalhou em diversas áreas durante esse período, inclusive como intérprete dentro das cortes Irlandesas e Inglesas. Logo após a sua chegada ao Brasil, começou a lecionar aulas de inglês dentro de algumas escolas e, portanto, percebeu que o ensino precisava de mais, os alunos mereciam algo diferente e inovador. Fabricio percebeu que as escolas de idiomas estavam muito engessadas ao modo tradicional de ensinar e avaliar os seus alunos. Em 2017, depois de trabalhar muito e conseguir um certo valor para investir, Fabricio abriu a sua própria escola de inglês, a Uniway School, foi um dos anos mais comemorados por ele e também o mais desafiador. Para mais informações, acesse https://uniwayschool.com/ ou pelas redes @uniwayschool

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Foto: Divulgação

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Motorola acrescenta língua indígena da Amazônia nos smartphones

Além de Nheengatu, falado na Amazônia, a língua Kaingang também estará disponível entre os cerca de 80 idiomas suportados na interface do Android; Confira sobre Motorola acrescenta língua indígena da Amazônia nos smartphones

A Motorola continua a abraçar a inclusão por meio do conceito “Tecnologia mais inteligente para todos” e acrescentou duas línguas indígenas ameaçadas de extinção em seus dispositivos, tornando-se a primeira fabricante de telefones celulares do mundo a dar suporte a um idioma indígena falado na Amazônia. 

Agora, qualquer pessoa que tenha um dos novos dispositivos da Motorola, ou que seja atualizado para o Android 11, poderá acessar as línguas Kaingang e Nheengatu como parte dos outros 80 idiomas suportados na interface do Android e disponíveis em smartphones Motorola. O projeto teve como principal objetivo dar acesso às línguas indígenas por meio da tecnologia, visando também a preservação e perpetuação das mesmas no mundo digital.   

A Motorola sabe que as populações indígenas estão interagindo com a tecnologia móvel, e fazem parte dos diversos grupos que constituem sua base de consumidores. Com grande parte dos seus usuários presentes na América Latina, a empresa percebeu que nenhuma das línguas indígenas faladas no Brasil ou nos demais países do continente estão presentes no Android. E tampouco faziam parte do padrão de codificação de caracteres universal, Unicode, que compõe os fundamentos para inclusão e representação digital em uma variedade de interfaces digitais.

Cauã Wirapayé, integrante da comunidade indígena Amazônica, Nheengatu. Foto: Divulgação

Antes da chegada dos portugueses ao Brasil, aproximadamente 1.215 línguas eram faladas no território. E, com o tempo, muitas dessas línguas deixaram de existir. Hoje, 500 anos depois, apenas cerca de 200 delas permanecem vivas. Em menos de um século, esse número poderá chegar a zero. Quando uma língua desaparece, morre também com ela a história, a cultura e a identidade daquela população. E um patrimônio cultural é extinto.

Neste cenário, a Motorola tomou a decisão de trabalhar para preservar e revitalizar algumas dessas linguagens por meio de nossa experiência de software. Atuamos em parceria com o professor e especialista Wilmar da Rocha D’Angelis, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e representantes de cada uma dessas comunidades indígenas, para adicionar Kaingang, falada no Sul e Sudeste do Brasil, e Nheengatu, falada na Amazônia, Colômbia e Venezuela, aos nossos dispositivos por meio do Android.

“Estamos sendo pioneiros, dando um passo importante em direção a uma experiência móvel mais inclusiva. Nosso trabalho foi marcado pelo desejo de contribuir para a revitalização das línguas indígenas que, segundo a Unesco, estão correndo risco de extinção. Nossa meta foi viabilizar que falantes de Kaingang e Nheengatu pudessem usar a tecnologia como ferramenta de empoderamento da sua cultura”, diz Janine Oliveira, diretora executiva de Globalization Software da Motorola Mobility. “Ao compartilhar nossa inovação com outros fabricantes e profissionais da globalização, estamos ampliando o impacto desse projeto, pavimentando o caminho para que mais línguas indígenas estejam disponíveis no Android no futuro”, completou.

Como a integração de línguas nativas escrita é crucial para sua preservação, a Motorola segue trabalhando junto com o Google para disponibilizar essas línguas em AOSP e Google Gboard. Também segue atuando em parceria com o Consórcio Unicode, para assegurar que todos os dados das línguas coletados com seu apoio sejam de fonte aberta.

A Motorola continua conduzindo pesquisas em comunidades indígenas e está engajada com equipes regionais para enriquecer as experiências com a marca e melhorar a vida dos consumidores.

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Desemprego e pandemia fazem aumentar a busca por cursos online

Com os altos índices de desemprego no país, muitas pessoas passaram a buscar por cursos onlines que os ajudem a se recolocar no mercado de trabalho, durante esta pandemia.

Em meio a pandemia e os altos índices de desemprego no país, a busca por especializações e cursos que façam a diferença no currículo e no desenvolvimento pessoal vêm crescendo. Por sua comodidade, valores mais baixos e acesso mais fácil, os cursos online estão se tornando a opção ideal para o brasileiro.

Buscando por qualificação curricular, muitos acabam optando por cursos no segmento de idiomas, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os cursos de idioma EAD (ensino à distância) cresceram 59% em 2020 e esses dados continuam sendo promissores para 2021. 

Segundo, Anna Carolyna Diniz, fundadora da BeFaster – School of English e criadora do método “Transforme o seu Inglês”, ao levar seu negócio para o online por conta da pandemia, suas aulas tiveram um aumento de busca e de alunos considerável. Hoje, Carolyna já conta com mais de 5 mil alunos em sua plataforma online e o número só cresce. 

“Muitos adultos me procuram buscando por um curso intensivo, no qual ele já consiga se desenvolver no inglês, muitas vezes porque o chefe está exigindo, ou, porque a vaga que ele procura exige o domínio da língua”, conta Carolyna.

De acordo com o IBGE a taxa de desemprego em 2020 chegou a 13,9%, dada a situação econômica do país e a crise por conta da pandemia de covid-19, os números para 2021 não devem ser muito melhores. 

A alta concorrência no mercado de trabalho, faz com que cada vez mais os profissionais busquem meios de se destacar através de cursos e certificações.

Sobre Carolyna Diniz:

Fundadora da BeFaster – School of English, instrutora de língua Inglesa desde 2003 e criadora do método “Transforme o seu Inglês”.

Trabalhou em NYC como interprete auxiliando deficientes visuais brasileiros à adquirir cão guia nos Estados Unidos.

Master e Practitioner em PNL pela Sociedade Brasileira de Programação

Neurolinguística. Formada em Hipnose Ericksoniana e coach através da

Sociedade Brasileira de Coaching em 2016.

INSTAGRAM: https://www.instagram.com/carolinadinizsoueu/

YOUTUBE: https://www.youtube.com/results?search_query=carol+diniz

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O TAL DO PRESENT PERFECT – parte 3

Denize Amaro, autora do artigo “O tal do present perfect”

Vamos descomplicar esse tempo verbal que é motivo de muitas dúvidas para os estudantes de inglês! Se você não leu os artigos anteriores, clique nos links abaixo para conferir as explicações.

LINK – Parte 2

Vamos continuar falando sobre situações nas quais empregamos o PRESENT PERFECT ao invés do SIMPLE PAST.

Já falamos sobre:
 Tempo indeterminado
 Acão que começou no passado e continua até o momento presente

E agora, vamos falar sobre ações recentes: Fatos que acabaram de acontecer. Usamos normalmente a palavra JUST, para enfatizar essa ideia.

  • I’ve just called Mark. He said he is coming over for dinner. (Eu acabei de ligar para o Mark. Ele disse que virá para o jantar.)
  • She’s just corrected my test. (Ela acabou de corrigir meu teste.)
    Nos exemplos acima, poderíamos também usar o Simple Past. A frase continuaria correta e com o mesmo sentido.

    ONCE, TWICE, NEVER:
    Ao falar quantas vezes fizemos algo, ou se nunca o fizemos, usamos Present Perfect.
  • I’ve climbed the Mount Everest twice. (Eu escalei o Monte Evereste duas vezes.)
  • They’ve never eaten Japanese food. (Eles nunca comeram comida japonesa.)
  • She has never ice-skated. (Ela nunca patinou no gelo.)

    Ações que vêm acontecendo repetidamente nos últimos dias, semanas, etc.:
  • I’ve had these terrible headaches for weeks. (Estou tendo essas terríveis dores de cabeça por semanas.)

    No exemplo acima, a ênfase está na repetição da ação. A pessoa pode ou não estar com dor de cabeça no momento em que fala, mas o quadro (dor de cabeça) continua se repetindo.
  • She’s made a lot of friends over the past few days. (Ela fez muitos amigos nos últimos dias.)

    Ação passada que tem impacto no presente.
  • I’ve lost my keys. (Eu perdi minhas chaves.)

    Acredito que esta seja uma das ideias mais importantes para se ter em mente sobre o Present Perfect. Uma ação passada que tem impacto no presente. No exemplo acima, o locutor perdeu suas chaves, em um momento passado indeterminado, e como ele ainda não as encontrou, essa ação tem um impacto no seu presente.
  • I’ve already had lunch. I am not hungry. (Eu já almocei. Não estou com fome.)
  • She’s had an accident and she is in the hospital right now. (Ela sofreu um acidente e está no hospital agora.)

Got it? Keep up the good work and have fun with English!

TEACHER DENIZE AMARO LECIONA IDIOMAS HÁ 21 ANOS. GRADUADA EM LETRAS COM LICENCIATURA EM ESPANHOL.

PARA AULAS PARTICULARES @denizeteacher

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O TAL DO PRESENT PERFECT – parte 2

Denize Amaro, autora do artigo “O tal do present perfect – parte 2”

Vamos descomplicar esse tempo verbal que é motivo de muitas dúvidas para os estudantes de inglês! Se você não leu o artigo anterior, clique no link abaixo para conferir as primeiras explicações sobre o Present Perfect:

LINK – Parte 1
Relembrando a estrutura:

SUJEITO + HAVE/HAS + PARTICÍPIO PASSADO DO VERBO PRINCIPAL

Vamos focar agora em quais situações no passado iremos usar PRESENT PERFECT!
Tempo indeterminado: Quando vamos falar de algo e não vamos mencionar QUANDO a ação aconteceu.

As vezes não a sabemos, ou simplesmente não é importante para ser mencionada. Nesses casos, O QUÊ aconteceu é mais importante do que QUANDO aconteceu.

  • I ate pepperoni pizza last night.
  • I have eaten pepperoni pizza, and I loved it!

    No segundo exemplo, não sabemos quando o locutor comeu a pizza. O importante é que ele a comeu, e gostou!
  • I was in China in 1995.
  • I have been to China and it was incredible!

    Nesse contexto, o present perfect é então usado para falar ou perguntar sobre coisas que já fizemos em algum momento, lugares onde estivemos, etc. Usaremos muito as palavras ALREADY, YET, EVER, BEFORE, entre outras.
  • Have you ever been to Chicago? – Você já esteve em Chicago? Em algum momento da sua vida, você esteve em Chicago?
  • Have you already read “Harry Potter”? – Você já leu “Harry Potter”?
  • He hasn’t spoken to me yet. – Ele ainda não falou comigo.
    Acão que começou no passado e continua até o momento presente: Como cantava Bono Vox: “I still haven’t found what I am looking for….” – Eu ainda não encontrei o que estou procurando….

    Frases como “Eu trabalho na GM há 5 anos” ficam corretas no presente na língua portuguesa, mas, em inglês, devemos usar Present Perfect. São ações que começaram em algum momento no passado, não vamos mencionar quando, e elas ainda são verdadeiras.
  • I have worked at GM for 5 years. – Nessa frase, o locutor começou a trabalhar na GM há 5 anos e continua trabalhando lá. Se ele não trabalha mais na GM, deve usar simple past.
  • I worked at GM for 5 years. Now, I work at Samsung.

    Usaremos muito as palavras Since e For. (Desde e Por)
  • We’ve lived here our whole life. (Nós moramos aqui nossa vida toda. Ou, nós temos morado aqui nossa vida toda.)
  • She has studied there since she was little. (Ela estuda lá desde que era pequena)
  • Mary has had her hands full since her baby was born. (Mary tem estado muito ocupada desde que seu bebê nasceu.)
  • They haven’t talked to me for 3 days. (Faz 3 dias que eles não falam comigo.)

I hope you have studied hard! Keep up the good work!

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PARA AULAS PARTICULARES @denizeteacher

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O TAL DO PRESENT PERFECT – parte 1

Denize Amaro, autora do artigo “O tal do present perfect”

Vamos descomplicar esse tempo verbal que é motivo de muitas dúvidas para os estudantes de inglês.

Primeiramente, ele se chama PRESENT PERFECT, mas não o usamos para falar de situações no presente. Ele é usado para falar de situações no PASSADO.

O que deixa todo mundo confuso a princípio, é o uso do HAVE. Aqui, “have” não tem a função de verbo irregular traduzido como TER.

No Present Perfect, “HAVE” tem função de verbo auxiliar. Pensemos assim:
No presente (Simple Present), precisamos dos auxiliares DO e DOES. No Simple Past, precisamos de DID. No Present Perfect precisamos de HAVE.

Uma frase no Present Perfect então deve obedecer essa estrutura:
SUJEITO + HAVE/HAS + PARTICÍPIO PASSADO DO VERBO PRINCIPAL
OMG! Particípio Passado? É de comer?
“Past Participle” é um MODO VERBAL. Verbos podem estar no infinitivo, no gerúndio, ou no particípio passado.

O “Past Participle” é usado em vários TEMPOS VERBAIS (VERB TENSES), não apenas no Present Perfect. Ele é aquela terceira coluna da famosa “Tabela de Verbos Irregulares”

Irregular Verbs (Verbos Irregulares)

Verbo (Verb)Passado Simples (Past Simple)Participio Passado (Past Participle)Tradução (Translation)
bewas/werebeenser; estar
bearborebornnascer; produzir
becomebecamebecometornar-se; transformar-se
beginbeganbeguncomeçar
breakbrokebrokenquebrar; romper
bringbroughtbroughttrazer; executar
buildbuiltbuiltconstruir; fabricar
buyboughtboughtcomprar
choosechosechosenescolher; preferir

https://www.todamateria.com.br/past-participle/

Vamos para alguns exemplos, obedecendo a estrutura “have/has + past participle”.

  • I’ve called you many times. (Eu te liguei várias vezes.)
  • They have never visited me. (Eles nunca me visitaram.)
  • Have you eaten yet? (Você já comeu?)
  • David still hasn’t found his keys. (David ainda não encontrou suas chaves.)
    As formas negativas são HAVE NOT / HAVEN’T e HAS NOT / HASN’T.
    Nas perguntas, colocamos HAVE/HAS antes do sujeito.
    I hope you have studied hard! Keep up the good work

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Vale a pena estudar espanhol?

O inglês deixou de ser um diferencial para tornar-se indispensável. Portanto, com
certeza, ser fluente em outra língua é um importante diferencial no seu currículo! Então, vale a pena estudar espanhol?

Vale a pena estudar espanhol?
Vale a pena estudar espanhol?
https://jornalgrandeabc.com/wp-content/uploads/2021/01/gringuei-vale-a-pena-estudar-espanhol.mp3
/

De acordo com a Catho, falar inglês já é tão essencial que a simples ausência de
conhecimentos é critério de eliminação em vários processos seletivos. A mesma, em
uma pesquisa salarial, aponta que o profissional que domina de três a quatro línguas
ganha destaque e melhor remuneração.

Segundo dados do Instituto Cervantes de 2020, 7,5% da população mundial se comunica em espanhol. São 585 milhões de pessoas – um crescimento de 30% na última década. A língua espanhola é oficialmente a segunda com mais falantes no mundo!

Outro relatório do Instituto Cervantes mostra que, nos Estados Unidos, já há 58 milhões
de falantes de língua espanhola. Os Estados Unidos têm agora a segunda maior população de língua espanhola do mundo depois do México. Ser fluente em espanhol te abrirá portas para comunicações e contatos até mesmo onde você não imaginava.

Ter portas abertas na América do Sul também é bem visto pelos empregadores. Sem
falar das oportunidades de trabalho fora do Brasil! Já pensou em construir uma carreira sólida no Chile, Argentina ou Peru?

Bom, se nada disso te convencer, vale a pena porque estudar espanhol é prazeroso, fácil e gratificante!

Sugestão de leitura: América do Sul atrai trabalhadores

DENIZE AMARO – professora há 21 anos. Graduada em Letras, leciona inglês e
espanhol. Para aulas particulares online, entre em contato pelo instagram!
PARA AULAS PARTICULARES @denizeteacher

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CNA com vagas em Diadema e São Paulo. Confira os detalhes

CNA está com vagas abertas em Diadema e São Paulo. Oportunidades para Consultor(a) de Vendas, Auxiliar de Secretaria, Estágio de Vendas (duas vagas), Professor de Inglês e Recepcionista.

As inscrições são através da plataforma Curriculum, a página da Atento neste servidor é https://www.curriculum.com.br/candidatos/vagas-emprego/empresa-CNA/.

OBS: Apenas divulgamos as vagas, não solicitamos nenhum dado pessoal ou currículo. Nos canais abaixo compartilhamos mais publicações sobre vagas, NUNCA exigimos cadastro no Jornal Grande ABC. Responsabilidade das ofertas é por parte dos contratantes.

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CNA com vagas em Diadema e São Paulo

Consultor(a) de Vendas – Diadema

Nível de atuação
Técnicos e Vendedores

Área de atuação
Comercial e Vendas

Local de trabalho
1 vaga – Diadema / SP

Principais atividades
Vender cursos de idiomas inglês e espanhol, realizar ligações ativas, ações comerciais para captação de novos interessados e atividades referentes a função.

Escolaridade mínima
Ensino Médio (2º Grau) Completo

Habilidades esperadas
Desejável conhecimento na área de vendas. Experiência em vendas e captação de clientes. Disponibilidade de horário.

Tipo da Vaga
Nova posição

Remuneração
a combinar

Auxiliar de Secretaria – Diadema

Nível de atuação
Auxiliares e Operacionais

Área de atuação
Serviços Gerais e Operacionais

Local de trabalho
1 vaga – Diadema / SP

Principais atividades
Escola de idiomas busca auxiliar de secretaria para desempenhar cobrança de alunos, acompanhamento de turmas, bem como alunos faltosos, conciliação bancária, fechamento de caixa, controle de cheque pre datados, emissão de boletos bancários. Fazer contratos e processo de retenção do aluno como em rematrícula. Controle de pagamentos e inadimplentes.

Escolaridade mínima
Ensino Médio (2º Grau) Completo

Habilidades esperadas
Cargo de extrema confiança, portanto necessário ser pontual, ética, responsável e experiências nas funções mencionadas. Disponibilidade de horário.

Estagiário de Vendas (2 vagas) – São Paulo

Nível de atuação
Estagiários

Área de atuação
Comercial e Vendas

Local de trabalho
2 vagas – São Paulo / SP

Principais atividades
Assistência a Coordenação Comercial nos processos de atendimento a interessados nos cursos de inglês e espanhol com as seguintes atividades: – Contatar prospects por telefone, e-mail, whatsapp e afins para informar sobre cursos e promoções, – Atendimento a prospetcs, – Mapeamento da região, tanto online quanto presencialmente; – Organizar materiais para ações comerciais; – Participar de ações comerciais nos parceiros.

Escolaridade mínima
Superior Incompleto

Habilidades esperadas
Conhecimento intermediário no pacote office. Ter interesse em atuar em vendas. Experiência prévia na área será um diferencial. Gestão Comercial – Tecnólogo ou Técnico, Administração de empresas, Marketing, Técnico ou Tecnólogo em vendas e outros cursos técnicos, tecnólogo ou bacharel em áreas correlatas.

Professor(a) de Inglês – São Paulo

Nível de atuação
Especialistas

Área de atuação
Educação e Idiomas

Local de trabalho
1 vaga – São Paulo / SP

Principais atividades
Preparar e ministrar aulas presenciais ou/e online conforme orientações e metodologia do CNA, Aplicar provas, corrigir tarefas, participar de reuniões pedagógicas e de pais.

Escolaridade mínima
Superior Completo

Idiomas
Inglês Fluente

Habilidades esperadas
Experiência com o ensino de idiomas, e de preferência no CNA. Disponibilidade de horário.

Recepcionista – São Paulo

Nível de atuação
Auxiliares e Operacionais

Área de atuação
Serviços Gerais e Operacionais

Local de trabalho
1 vaga – São Paulo / SP

Principais atividades
Rotinas diárias da secretaria da escola. Atendimento ao público, aplicações em sistema, recebimento, cobrança, geração de boletos,

Escolaridade mínima
Ensino Médio (2º Grau) Completo

Habilidades esperadas
Boa comunicação, ser organizada. Ter conhecimentos em Pacote Office. Facilidade com tecnologia.

Mais Vagas no Grande ABC

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Espanhol é difícil?

Você pode não acreditar, mas o fato das línguas portuguesa e espanhola serem muito parecidas é um dos motivos pelo qual alguns brasileiros pensam que não é necessário estudar o idioma. Então, Espanhol é difícil?

Claro, se você não sabe nem um pouco de inglês, e arriscar um diálogo na terra da rainha, vai ser bem difícil compreender alguma coisa. A mesma situação já seria diferente com nuestros hermanos argentinos. Por mais que aconteça um “portunhol” caprichado, eles te compreenderão em grande parte, e vice-versa.

Espanhol é difícil?
Espanhol é difícil?
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No mundo, cerca de 22 milhões de alunos estudaram espanhol como língua estrangeira em 2019. Este número equivale a aproximadamente a soma da população do Chile (18,3 milhões) com a do Uruguai (3,4 milhões).

O Estados Unidos lidera o ranking de pessoas estudando espanhol como segundo idioma, computando 8 milhões de alunos. E nós, estamos em segundo lugar, com 6 milhões de estudantes, de acordo com um relatório do Instituto Cervantes.

Espanhol não é difícil, mesmo tendo uma gramática tão complexa. Nós que temos a língua portuguesa como língua materna, já estamos acostumados com uma gramática elaborada: subjuntivo, imperativo, concordância, acento, etc.

A dica de ouro é: ao estudar espanhol como língua estrangeira, dedique um tempo extra para leitura e compreensão auditiva. Isto vai ampliar seu vocabulário, e ajudar a se comunicar em ESPANHOL sem interferências do “portunhol”. O fato dos idiomas serem parecidos pode nos levar a cometer enganos!

Que tal aproveitar o assunto e conhecer alguns “falsos amigos” em espanhol?

Os falsos cognatos, ou falsos amigos, são aquelas palavras e expressões que se parecem muito com o português, mas que não têm o mesmo significado.

Oso: urso (Uno de los campistas fue comido por un oso.)

Salada: salgado, salgada (No puedes beber agua del mar porque es demasiado salada.)
Goma: borracha (Necesito una goma y tres lápices.)

DENIZE AMARO, profesora de inglés y español
(GRADUADA EM LETRAS, PROFESSORA DE IDIOMAS HÁ 21 ANOS.)

Entre em contato para aulas virtuais de Inglês e Espanhol. Siga meu Instagram.

https://cvc.cervantes.es/lengua/espanol_lengua_viva/

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Aulas de coreano gratuitas ganham espaço em mais oito Etecs

Unidades da capital, Campinas e São Caetano do Sul passam a integrar parceria com consulado do país asiático para capacitar jovens

O idioma e a cultura coreana estão ganhando cada vez mais adeptos no Centro Paula Souza (CPS). Nesta semana, começaram as aulas online do curso gratuito de coreano em mais oito Escolas Técnicas Estaduais (Etecs). Ao todo, cerca de 300 estudantes de 10 unidades estão sendo contemplados pela parceria do CPS, por intermédio da Assessoria de Relações Internacionais (ARInter), com o Centro de Educação do Consulado Geral da República da Coreia do Sul em São Paulo.

Passam a integrar a iniciativa cinco Etecs da Capital: Albert Einstein, Getúlio Vargas, Guaracy Silveira e Martin Luther King; duas escolas de Campinas, Bento Quirino e Conselheiro Antonio Prado; além da Etec Jorge Street, de São Caetano do Sul. O projeto-piloto teve início no primeiro semestre nas Etecs Deputado Ary de Camargo Pedroso, de Piracicaba, e Prof. Horácio Augusto da Silveira, da capital.

As atividades são ministradas na plataforma de educação a distância do CPS por professores nativos. Os alunos aprendem noções básicas, como alfabeto, saudações, conversação e leitura, além das principais características culturais. O objetivo é capacitar jovens talentos para suprir demandas de empresas sul-coreanas em áreas como automobilística, eletrônica e tecnologia da informação, bem como criar condições para participação em programas de intercâmbio acadêmico e profissional.

Cultura

A aluna Olga Maria do Nascimento Silveira, de 16 anos, matriculada no curso técnico de Biotecnologia Integrado ao Ensino Médio da Etec Conselheiro Antonio Prado, é um exemplo de como a paixão pelo gênero musical K-pop pode despertar o interesse em participar de um intercâmbio no país asiático.

“Sou fã de séries televisivas, novelas e grupos musicais. É uma cultura muito rica, que valoriza a educação e o conhecimento. Após o curso na Etec, pretendo tentar uma bolsa para estudar na Coreia, pois a área de biotecnologia e produtos farmacêuticos está em forte ascensão por lá”, afirma.

Já o estudante Anderson Garcia Bino Teixeira, também de 16 anos, que está no curso técnico de Eletônica Integrado ao Ensino Médio da Etec de São Paulo, conhecida como Etesp, está animado com a possibilidade de treinar o idioma com a comunidade sul-coreana do entorno da escola localizada no bairro do Bom Retiro, no centro da capital.

“A Etec está no coração da chamada Little Seul de São Paulo, onde existem diversas lojas, restaurantes e festivais de cultura coreana. Será ótimo treinar o aprendizado com a população nativa. Acredito que será um diferencial na formação”, avalia.