Marketing Gastronômico: Agência Transforma como Setor se Comunica

Com uma clientela cada vez mais exigente e um mercado bastante competitivo, as empresas precisaram inovar em seus negócios, e o marketing se tornou um aliado fundamental nessa caminhada, principalmente, quando se fala de marketing gastronômico em tempos de redes sociais e marketplaces, como IFood e UberEats. 

E se o segredo de uma boa receita é saber dosar e equilibrar temperos e quantidades, a MarketingChef não deixa a desejar. A empresa que traz na bagagem aprendizados enriquecedores no setor A&B, se dedica a entregar melhores resultados desde 2012.

Antes mesmo do termo marketing gastronômico ganhar força, a agência já ajudava empresas a trabalhar corretamente sua identidade gastronômica. Afinal, como atrair a atenção do consumidor? O que faz com que ele escolha entre consumir no seu estabelecimento ou no do concorrente? “Essa é uma pergunta constante e um desafio estratégico e saboroso que adoramos solucionar. Sabemos que nestas horas, é a presença da marca que predomina, ou seja, se as pessoas te conhecem, se identificam com o seu negócio e com os seus valores, as suas chances são maiores e é aqui que nós entramos, ajudando os empresários do setor a encontrar e a ressignificar, quando necessário, a sua marca no mercado” – pontua Juliana Avila, comunicóloga e co-fundadora da MarketingChef. 

Com isso, a agência gastronômica foca em entender o comportamento de consumo no digital para desenvolver suas receitas de sucesso. “Tudo que pensamos e projetamos é baseado no relacionamento e na fidelização dos clientes, sem deixar de lado as novidades e tendências do setor, fortemente inseridas  em nossos serviços” – resume.

E não foi por acaso que estabelecimentos na França, Austrália e EUA e empresas como Sodexo, Ajinomoto, Istambul recorreram aos temperos da MarketingChef e com isso, os sócios, conquistaram não só uma visão diferenciada do setor, mas também a parte analítica e estratégica do negócio criando uma maneira personalizada de atender e surpreender aos seus clientes.

Na agência, é possível desfrutar de serviços que vão desde a concepção de uma nova marca, criação de logotipo, branding, marketing digital e websites. A co-fundadora da MarketingChef reforça que eles não criam, por criar e que a alquimia produzida na agência possui significado e história. “Na hora de definir uma estratégia, focamos em explorar as sensações do público final, assim nosso conhecimento em foto e vídeo faz toda a diferença para criarmos essa atmosfera de desejo nos consumidores”.

Para Avila, investir em marketing é tão importante quanto elaborar um cardápio para o estabelecimento e por isso, no começo do próximo ano, a agência promete tirar do forno um infoproduto, para pequenos empreendedores aprenderem melhor sobre essa área e aplicarem em seus negócios. 

Para saber mais sobre a empresa e os seus projetos, acesse: www.marketingchef.com.br

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Marketing Gastronômico: Agência Transforma como Setor se Comunica
Foto: Redes Sociais da Naam Esfihas

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Dicas para delivery: Confira e se dê bem no ramo

O serviço de delivery tornou-se essencial no dia a dia dos brasileiros e uma importante ferramenta para os negócios dos restaurantes. Para se destacar e evoluir no setor, o segredo é prestar um bom serviço. Pensando nisso, o iFood – referência em food delivery na América Latina – reúne algumas dicas. Confira:

1- Invista em um cardápio atrativo!

Ele é a vitrine dos estabelecimentos nos aplicativos. São bem vindas, por exemplo, imagens reais dos produtos e informações úteis para apoiar o consumidor na jornada de compra, como peso, quantas pessoas serve, orientação sobre restrições alimentares, classificação do prato  e até a possibilidade de personalizá-lo ou incrementá-lo.

2- Crie promoções!

Consumidores sempre buscam boas oportunidades nos aplicativos. Para juntar a fome com a vontade de comer, vale investir e diversificar as estratégias de precificação, como desconto fixo, percentual de desconto em função da quantidade de itens no carrinho, taxa grátis na primeira compra ou em pratos selecionados e, claro, os clássicos cupons de desconto.

3- Fidelize seus clientes!

Crie conexões reais e que proporcionem uma boa experiência ao consumidor. Mimos como bilhetes, balas e doces costumam ter boa aceitação. Para ir além, os restaurantes contam também com a vasta gama de ferramentas que o iFood disponibiliza para ajudar a fidelizar usuários, como descontos que podem ser oferecidos após um determinado número de pedidos nos restaurantes, Clube iFood para compra de cupons, entre outras.

4- Pense nas embalagens!

Que a comida é a grande estrela do negócio ninguém discute. Mas pensar em como melhor acondicioná-la para manter a qualidade e a temperatura na entrega também é pré-requisito para o sucesso do restaurante. Outro aspecto que também deve ser considerado é o impacto das embalagens no meio ambiente. Modelos sustentáveis podem ser encontrados no iFood Shop, um marketplace de embalagens e insumos com valores e condições especiais para os restaurantes parceiros.

5- Conte com a logística!

Os entregadores parceiros do iFood são parte essencial da logística e peça-chave para garantir que aquele prato especial chegue rápido e em perfeitas condições até a casa dos consumidores. Valorizá-los e respeitá-los passa por manter boas relações com eles. Por isso, se possível, separe um ponto de apoio para que possam utilizar o banheiro e tomar água no seu estabelecimento.

Essas e outras dicas para delivery foram compartilhadas pelo iFood no webinar “Experiência iFood” que aconteceu no último dia 17 e atraiu 25 mil inscritos. O objetivo é aumentar a visibilidade dos estabelecimentos, ajudá-los a fidelizar seus clientes e melhorar as vendas no delivery.  Essas e outras iniciativas de capacitação e apoio aos restaurantes também fazem parte das prioridades do iFood. Em parceria com o Sebrae, por meio do movimento “Compre do Pequeno”, são disponibilizados cursos de desenvolvimento profissional para os funcionários dos restaurantes parceiros e capacitações para os donos dos estabelecimentos, com foco em gestão para novos empreendedores, boas práticas nos serviços de alimentação, entre outros. Já a parceria com a Escola Conquer oferece soluções estratégicas para o negócio por meio de trilhas sobre gestão de finanças, novo comportamento de consumo, tendências em marketing digital, entre outros.

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Dicas para delivery: Confira e se dê bem no ramo
Foto: Fábio Vieira/FotoRua

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:  

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades
Lojistas Brasileiros: soluções

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Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo

Universidade Ceofood oferece curso de mentoria e capacitação que ensina pequenos e médios empreendedores do Brasil a venderem por meio do delivery

Com o objetivo de capacitar pequenos e médios empreendedores e até vendedores autônomos, o aplicativo Ceofood lança, ainda no mês de abril, a Universidade Ceofood. Trata-se de um curso de capacitação que também oferece mentoria para auxiliar lojistas a migrarem para o ambiente digital e venderem por meio do delivery. A fintech de meios eletrônicos de pagamentos Ceopag também participa da ação e apresenta aos participantes todos os trâmites dos sistemas de cobranças e pagamentos presencial a vista e parcelado, e também à distância. 

“Nosso objetivo é disponibilizar um curso de capacitação completo para todos os segmentos que se enquadram na venda por delivery, desde gastronomia até o mercado de acessórios e o varejo em geral. Poderão participar empreendedores já atuantes no mercado, assim como o público informal, desempregados e profissionais autônomos.  Será ensinado como iniciar um negócio do zero e o passo a passo para que o empreendedor consiga atuar e ganhar dinheiro de maneira assertiva”, explica Kawel Lotti, Presidente do grupo Ceofood e Ceopag.

O curso é totalmente online e pode ser realizado inicialmente pela plataforma hotmart. Ao todo, são 15 módulos que contemplam temas como o cadastro do estabelecimento na plataforma de delivery, inclusão e atualização do cardápio/produtos, dashboard completo com acompanhamento em tempo real dos pedidos/entregas, estratégias de vendas, criação de páginas e divulgação nas redes sociais, Plano de Implantação nos primeiros 90 dias e demais tópicos para capacitação profissional.

“Dado o período desafiador que o Brasil e o mundo enfrentam,  chegamos à conclusão que precisávamos criar algo que se adaptasse ao novo cenário. Criamos, então, uma solução integrada para ajudar milhares de lojistas formais e informais desempregados, pessoas com habilidades como fazer comida caseira, doces, pães e salgados, artesanatos, etc, mas que não podem vender porque estão sendo obrigadas a ficar em casa diante da necessidade do distanciamento social, em algumas regiões de lockdown, porém precisam trabalhar para garantir o sustento de suas famílias. Esse projeto nos orgulha como empreendedores, mas principalmente como pessoas que desejam contribuir diante de um cenário terrível como esse”, comenta Lotti.

O idealizador do projeto ainda garante que qualquer interessado em matricular-se na Universidade Ceofood poderá utilizar o aplicativo de entrega: “Mesmo que a pessoa esteja em uma área em que nosso aplicativo ainda não atue, ela poderá se cadastrar e vender diretamente pela nossa plataforma, como se o aplicativo fosse dela, e assim colocar em prática todo conteúdo que aprende na Universidade Ceofood. Essa é uma forma de ampliar nossa área de atuação em todo o país e auxiliar milhares de lojistas que têm de fechar as portas durante essa pandemia. Será possível baixar o conteúdo, aprender e vender de casa. Uma solução totalmente adaptada para a situação que vivemos hoje”.

Para se inscrever, os interessados deverão acessar a página de vendas da Universidade Ceofood Delivery e pagar uma taxa de R$1.797,00, que pode ser parcelada em até 12 vezes de R$149,50. Ao término do curso, os participantes recebem um certificado. No final desse período é possível renovar a inscrição para receber atualizações do ramo de delivery por parte da Universidade Ceofood e garantir atualização do app por mais 12 meses.

Modelo de franquia

Presente em 23 estados do país, o aplicativo Ceofood conta com mais de 5 mil estabelecimentos cadastrados em sua plataforma e no ano passado apresentou um crescimento de 50%. Ao contrário dos demais players do mercado, a empresa não cobra nenhuma taxa em cima dos pedidos feitos pelos usuários. Cada comércio  paga um plano mensal com valores que vão de R$99 a R$199, determinados conforme a região e o tamanho do estabelecimento.

O Ceofood opera no modelo de franquia, no qual o franqueado é responsável por prospectar novos estabelecimentos para a plataforma. Recentemente, a marca foi eleita como uma das 10 maiores microfranquias do país pela Associação Brasileira de Franchising (ABF).

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Universidade Delivery do Brasil é criada por aplicativo Foto: Divulgação

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Rede fecha parceria com iFood para reduzir efeitos a franqueados

Estratégia da rede Calzoon Sucos e Calzones garante taxas menores e posição de destaque para as unidades da marca. Confira sobre a rede fecha parceria com aplicativo iFood.

Diante das novas medidas anunciadas para barrar a propagação da COVID-19 que vedam o atendimento presencial de restaurantes e impedem até mesmo que o cliente retire alimentos no local, grandes redes do segmento de alimentação buscam alternativas para minimizar os efeitos das restrições junto a seus franqueados. Dentre as estratégias adotadas pelas marcas está o fortalecimento de parcerias com players digitais.

Esse é o caso da Calzoon Sucos e Calzones, rede de fast food que comercializa mais de 15 opções da massa italiana recheada, que fechou um contrato de exclusividade o iFood. A medida é mais do que necessária, afinal o último trimestre de 2020 registrou impacto negativo de 3,9% no número de franquias abertas no setor. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), foram criadas 10,8 mil novas unidades, ante 12,2 mil no mesmo período de 2019. 

A ação visa garantir benefícios para os franqueados e, assim, favorecer o funcionamento das lojas e o atendimento de clientes durante o período crucial de lockdown que alguns estados brasileiros estão enfrentando.

“Essa parceria posiciona as unidades da marca em espaço de destaque na vitrine do aplicativo, uma vantagem aos franqueados em relação aos concorrentes que utilizam o iFood sem qualquer vínculo contratual”, explica o CEO e Gestor da Calzoon, Bruno Jerke. Os franqueados também contam com taxas menores e ferramentas de relatórios de vendas, planejamento e gestão de ações e promoções.

Sobre a Calzoon Sucos e Calzones
A Calzoon Sucos e Calzones, é uma rede de franquias especializada em calzones, sucos e açaí, que tem o objetivo de popularizar o calzone por todo o Brasil. Com um crescimento de 800% em contratos fechados no segundo semestre de 2019, a rede catarinense prevê a abertura de mais 150 novas unidades em todo o país até o final de 2020.

Além de ser prático para o consumo, o calzone também oferece vantagens para quem vai operar a franquia. O produto chega na loja pronto e congelado, e o franqueado deve focar apenas em assar o calzone no forno e no atendimento ao cliente. Essa facilidade de operação tem atraído diversos investidores que desejam entrar para o segmento mais forte do franchising, mas evitam franquias que exigem alta manipulação e preparo dos alimentos.

Criada em 1999, e sob nova gestão desde 2018, o investimento inicial em uma franquia da Calzoon Sucos e Calzones é a partir de R$ 162 mil, com previsão média de retorno em 24 meses e faturamento médio de até R$ 120 mil.

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Rede fecha parceria com iFood para reduzir efeitos a franqueados
Bruno Jerke, CEO da Calzoon Sucos e Calzones. Foto: Divulgação

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Veja como funcionam atividades com restrição na fase emergencial

A fase emergencial do Plano São Paulo estabelece medidas mais duras de restrição de circulação pública e funcionamento de algumas atividades até o dia 11 de abril, inclusive parte daquelas classificadas como essenciais. Veja como funcionam atividades neste período.

A meta é reforçar o distanciamento social e reduzir a circulação urbana. Confira um resumo a seguir:

Veja como funcionam atividades



ESCRITÓRIOS EM GERAL E ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

COMÉRCIO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS (COMÉRCIO EM GERAL) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

REPARTIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

RESTAURANTES, BARES E PADARIAS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

TRANSPORTE COLETIVO – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

EDUCAÇÃO ESTADUAL – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

SUPERMERCADOS – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

HOTELARIA – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

ESPORTES – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

TELECOMUNICAÇÕES – Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

ATIVIDADES RELIGIOSAS – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Com informações do Governo do Estado de São Paulo.

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Motofretista Seguro destaca como evitar acidentes no trânsito

Rede de proteção lista procedimentos para uma direção segura em vias públicas

Lançado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio do Detran.SP, o Programa Motofretista Seguro tem entre seus objetivos capacitar os motociclistas participantes e criar uma rede de proteção.

Veja abaixo seis dicas valiosas do programa que reforçam os cuidados necessários para evitar acidentes no trânsito:

  1. Capacitação e formação: a partir de janeiro, o condutor que se inscrever no programa participará de um curso com 30 horas de duração – sendo 25 horas teóricas e cinco práticas. O curso é gratuito e de forma EAD. As aulas tratam de temas como segurança, ética, disciplina e legislação.
  2. Utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): fundamentais para minimizar danos e acidentes, os EPIs exigidos por lei são: colete refletivo, antena “corta-pipa”, protetor de motor e pernas, baú com identificação e faixa refletiva, e capacete. Os motociclistas participantes do programa contam com benefícios para aquisição desses itens.
  3. Manutenção do veículo: Cuidar da moto, além de uma questão de segurança, é fundamental para melhorar a produtividade durante o trabalho. O ideal é que o condutor realize a manutenção periodicamente. Os participantes do programa contam com parcerias com oficinas mecânicas.
  4. Respeitar a sinalização: antes demudar de faixa não basta usar a seta, é importante executar a manobra de forma gradual e segura sem colocar a vida do condutor e das pessoas a sua volta em risco.
  5. Atenção com o ponto cego: é preciso ter atenção a um detalhe que passa despercebido por muitos motofretistas quando estão no trânsito: o ponto cego. Na pressa de chegar mais cedo ao trabalho ou realizar uma entrega, muitos podem ignorar esse aspecto e provocar acidentes..
  6. Ter paciência: é primordial para aqueles que trabalham diariamente nas ruas e enfrentam o trânsito na cidade. Por isso, vale lembrar de não revidar a provocações, sempre aceitar desculpas e nunca sair em cima da hora para os seus compromissos.

Como funciona o Motofretista Seguro

O Programa Motofretista Seguro é uma iniciativa pioneira e oferece a oportunidade de regularização da documentação necessária para o exercício mais seguro da profissão, possibilita crédito, facilidades de financiamento e formação para os motofretistas, investindo na construção de uma rede de proteção para a categoria.

O objetivo da ação é atender tanto os profissionais que necessitam adequar a sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para o exercício da atividade, com a regularização de documentos, realização do curso de formação e atualização, oportunidade de práticas de aperfeiçoamento, como auxiliar com linhas de crédito especiais àqueles que precisam renovar seu veículo ou adquirir novos equipamentos de segurança.

Capitaneada pelo Detran.SP, a ação cria as condições para a regularização da habilitação e do veículo, além de uma formação adequada para os profissionais, permitindo que prestem serviços de maneira mais segura. O Programa conta com recursos públicos oriundos da arrecadação de multas e a ação tem o apoio de parceiros, como SindimotoSP, SEDERSP, Banco do Povo Paulista e Sindicato das Autoescolas (CFC).