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Inflação medida pelo IPC-S fica em 0,27% no mês de janeiro

A inflação nas quatro semanas de janeiro, medida pelo IPC-S, deste ano ficou em 0,27%, abaixo da taxa de 1,07% registrada no mesmo período de dezembro de 2020. Em todas as sete capitais do país, onde o Índice de Preços ao Consumidor Semanal das Capitais é apurado pela Fundação Getulio Vargas, o indicador caiu na mesma comparação.

Já em relação à semana de 22 de janeiro, apenas Brasília registrou taxa mais alta.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela FGV. O item tarifa de eletricidade residencial foi o que mais contribuiu para a queda da inflação nas quatro semanas de janeiro, conforme explicou o economista e coordenador do índice, André Braz.

Depois veio a queda nos preços das frutas, dos artigos de higiene e cuidado pessoal e das roupas e calçados.

Em contrapartida, os itens que mais subiram em janeiro foram passagem aérea, gasolina, mensalidades escolares e combo de telefonia, internet e TV por assinatura.

Em parceria com Agência Brasil.

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Inflação medida pelo IPC-S fica em 0,27% no mês de janeiro

Prévia da inflação em janeiro fica em 0,78% em janeiro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, considerado a prévia da inflação oficial do país, ficou em 0,78% em janeiro. A taxa é inferior à observada em dezembro de 2020, mas superior à registrada no primeiro mês do ano passado. Este também foi o maior resultado para o mês de janeiro desde 2016, quando o índice ficou em 0,92%.

Os dados, divulgados nesta terça-feira pelo IBGE, indicam que, em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 4,3%, acima do registrado nos 12 meses imediatamente anteriores.

Os alimentos seguem pressionando a inflação no país. Embora a alta nos preços do grupo de alimentação e bebidas tenha desacelerado de 2% em dezembro para 1,53% em janeiro, este foi o principal impacto entre os nove grupos que compõem o IPCA-15.

O indicador foi pressionado também pela energia elétrica. Em janeiro passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, com acréscimo de 3,4% na conta de luz. A energia elétrica foi o item individual que mais impactou a prévia da inflação de janeiro. O segundo maior impacto veio do gás de botijão, que teve alta pelo oitavo mês consecutivo.

Em parceria com Agência Brasil.

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Prévia da inflação em janeiro
Inflação das famílias de baixa

Inflação das famílias de baixa renda sobe para 1,39%

Puxado pelos gastos com habitação, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 registrou alta de 1,39% em dezembro, frente a 0,95% em novembro. Com isso, o indicador acumulou alta de 6,30% em 2020. Inflação das famílias de baixa foi mais sentida.

Os dados, que medem a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, foram divulgados nesta quinta-feira (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado ficou acima do verificado em 2019, quando a inflação medida pelo índice para essa faixa da população foi 4,60%.

Além do custo com habitação, os gastos com vestuário, saúde e cuidados pessoais, e despesas diversas também pressionaram o índice em dezembro. Itens como tarifa de energia elétrica e calçados influenciaram a alta de preços no mês pesquisado.

Já os itens como educação, leitura e recreação, alimentação, transportes e comunicação apresentaram recuo em suas taxas de variação. Passagens aéreas, hortaliças e legumes, e mensalidade da internet foram os responsáveis pela redução.

“Inflação das famílias de baixa renda sobe para 1,39%” é com informações de Agência Brasil

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Inflação das famílias de baixa

Inflação em produtos na fábrica caiu em novembro de 2020

O IPP – Índice de Preços ao Produtor, que mede a inflação dos produtos na fábrica, sem impostos ou frete, recuou para 1,39% em novembro de 2020, na comparação com outubro, mês em que foi registrada a maior alta, de 3,41%, da série histórica do indicador, iniciada em janeiro de 2014.

De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (05) pelo IBGE, a inflação na indústria em novembro foi a menor observada em 5 meses, mas o indicador já registra 16 altas consecutivas e elevações históricas nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses.

Das 24 atividades analisadas, 19 apresentaram variações positivas em novembro na comparação com outubro.  A alta do setor de alimentos foi a maior responsável pela composição da taxa.

Inflação em produtos na fábrica

Aumento da inflação em produtos na fábrica

O gerente do IPP, Manuel Souza Neto, explicou que este é o 5º aumento consecutivo de preços dos alimentos. Segundo ele, mesmo com o recuo do dólar em novembro, o mercado externo continuou impactando os preços do setor, que tiveram, também a influência de fatores atrelados ao mercado interno.

E, citou como exemplo, o caso do leite, em que a oferta nas bacias leiteiras foi muito instável, em um ano no qual o clima não foi propício, e a demanda também se manteve instável por conta do isolamento social.

Outras atividades que tiveram grande influência no resultado do índice de novembro foram as de refino de petróleo e produtos de álcool, metalurgia e de borracha e plástico.

Com informações de Agência Brasil

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Mercado estima inflação medida pelo IPCA acima da meta

IPCA em 4,38%: O indicador ultrapassa o centro da meta de inflação medida pelo IPCA esperada, definida pelo Conselho Monetário Nacional de 4%

O Banco Central (BC) baixou de 4,39% para 4,38% a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2020, segundo informações do boletim Focus, divulgado semanalmente. O indicador ultrapassa o centro da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional de 4%. 

Portanto, se considerada a margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, o índice, porém, permanece dentro da meta, já que pode variar de 2,5% a 5,5%. Nesse sentido, a projeção para 2021 também foi reduzida, pela segunda semana consecutiva, de 3,34% para 3,32%.

Inflação medida pelo IPCA

Inflação medida pelo IPCA

A taxa básica de juros, a Selic, que consiste no principal instrumento usado pelo BC para alcançar a meta de inflação, foi diminuída de 3,13% para 3% em 2021. Quanto a 2022 e 2023, a expectativa é de que seja de 4,5% e 6%, respectivamente.

Em dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu por unanimidade manter a Selic em 2% ao ano. Portanto, a redução da taxa favorece o barateamento do crédito e leva a um menor controle da inflação, o que estimula a produção e o consumo. Todavia, os bancos consideram outros fatores para definir os juros cobrados, como o risco de inadimplência, margem de lucro e despesas administrativas.

Com informações de Brasil 61

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FGV registra aumento do IPC-S no último dia de 2020

O IPC-S – Índice de Preços ao Consumidor Semanal, ficou em 1,07% no último dia de 2020, ficando 0,14 ponto percentual abaixo da taxa registrada na semana anterior. O índice encerrou 2020 com avanço acumulado de 5,17%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (04), pela Fundação Getúlio Vargas.

No período, quatro das oito classes de despesa que compõem o IPC-S registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação. Também registraram queda, os grupos alimentação, transportes e comunicação.

IPC-S

Mais sobre IPC-S no final de 2020

Já o grupo Despesas Diversas se manteve em 0,22%. Com destaque para itens como alimentos para animais domésticos. Em contrapartida, o grupo Habitação foi o destaque na aceleração da taxa do índice geral no último mês do ano, com destaque para tarifa de eletricidade residencial, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

Com informações de Agência Brasil

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