Auxílio Emergencial 2021: Impactos da pandemia serão sentidos

DIRECIONAMENTO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL EM 2021 MELHORA, MAS FAMÍLIAS AINDA VÃO SENTIR IMPACTO ECONÔMICO, DIZ ECONOMISTA DA ESPM

Economista Leonardo Trevisan compara os dois momentos do auxílio emergencial e diz que famílias em vulnerabilidade sofrem com outros fatores relacionados à pandemia, como o aumento dos preços de produtos da cesta básica e a redução das doações


Nesta semana, o governo federal iniciou a segunda rodada do auxílio emergencial, colocando em prática a sua estratégia de melhorar o direcionamento dos recursos a fim de abranger certos setores econômicos. ?Os 600 reais pagos no ano passado tiveram um efeito multiplicador, que atingiu diversos setores da economia, inclusive chegando a áreas de consumo que provavelmente nem estavam previstas?, diz Leonardo Trevisan, economista e professor da ESPM. ?Desta vez, o governo montou um banco de dados que permite fazer uma análise estruturada e direcionar melhor a quem destinar a ajuda. A Caixa Econômica conseguiu identificar fraudes, padrões de renda, e famílias mais necessitadas.?

Ainda assim, para muitos grupos vulneráveis o momento atual é mais crítico. ?Há fatores como aumento dos preços de produtos da cesta básica e do gás e a diminuição de doações por parte de empresas e até de pessoas físicas?, afirma Trevisan. ?Isso tudo num momento em que ninguém consegue prever quanto tempo ainda conviveremos com os efeitos da pandemia de covid-19.”

Sobre a ESPM
A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração e Economia Criativa. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em oito campi – quatro em São Paulo, dois no Rio de Janeiro, um em Porto Alegre e um em Florianópolis. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM.

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Preço médio pago por litro da gasolina é de mais de R$ 4,80

A gasolina está pensando mais no bolso do motorista. Preço médio pago pelo consumidor subiu no primeiro mês de 2021.

Levantamento realizado pela ValeCard, empresa especializada em gestão de frota, revela o combustível subiu, em média, 2,76% em janeiro, na comparação com os preços praticados em dezembro.

Após cair, no primeiro semestre de 2020, em razão da pandemia, o valor da gasolina tem subido desde junho. Portanto, a alta registrada em janeiro deste ano é o oitavo aumento seguido.

Ainda de acordo com o levantamento, o motorista pagou, em média, 4 reais e 84 centavos o litro da gasolina em janeiro – alta acumulada em 8 meses é de mais de 20%

Os dados foram obtidos por meio do registro das transações realizadas entre os dias 1º e 28 de janeiro com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 20 mil estabelecimentos credenciados.

Com informações de Rádio2.

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Preço médio pago por litro da gasolina é de mais de R$ 4,80

Conta de luz impulsiona queda da inflação nas capitais em janeiro

A inflação nas quatro semanas de janeiro deste ano ficou em 0,27%, abaixo da taxa de 1,07% registrada no mesmo período de dezembro de 2020. Em boa parte, queda se deve à conta de luz, esta impulsiona o índice para baixo.

Em todas as sete capitais do país, onde o IPC-S Capitais, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal das Capitais é apurado pela Fundação Getúlio Vargas, o indicador caiu na mesma comparação. São elas:  Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Porto Alegre e Salvador. Já em relação à semana de 22 de janeiro, apenas Brasília registrou taxa mais alta.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2).  A tarifa de eletricidade residencial foi a que mais contribuiu para a queda da inflação nas quatro semanas do mês passado. Depois veio a queda nos preços das frutas, dos artigos de higiene e cuidado pessoal e dos calçados.

Em contrapartida, os itens que mais subiram em janeiro foram passagem aérea, gasolina, conselho e associação de classe e combo de telefonia, internet e TV por assinatura.

E ainda falando sobre economia, o IBGE informou nesta terça que a indústria brasileira não pára de crescer após os meses de março e abril de 2020, por causa da pandemia de covid-19. 

Depois disso, nos oitos meses seguidos, a  produção industrial só registrou alta. Em dezembro de 2020 cresceu 0,9%, na comparação com o mês anterior. O setor já acumula um avanço de 41,8% nesses oito meses. 

Veículos automotores, reboques e carrocerias seguem como maiores influências para o resultado. Nos oito meses encerrados em dezembro, a atividade acumulou expansão de 1.308%, e eliminou a perda de 92,3% registrada em março e abril do ano passado.

Em parceria com Agência Brasil.

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Conta de luz impulsiona queda da inflação nas capitais em janeiro
Indústria Textil ,SENAI CETIQT – Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil. Planta piloto de tecelagem. Indústria Textil

Preços dos produtos industriais subiram quase 20% em 2020

Os preços dos produtos industriais, na porta das fábricas, subiram 19,40% em 2020. Foi a maior alta desde 2014 e 3,6 vezes mais que a média anual de 5,36% entre 2014 e 2019. Em dezembro, a variação foi de 0,41% em relação a novembro, a 17ª variação positiva consecutiva. Mas ficou bem abaixo da taxa de 1,38% registrada na passagem de outubro para novembro.

Os dados divulgados nesta sexta-feira (29), pelo IBGE, são do Índice de Preços ao Produtor. O IPP mede a mudança dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação.

O gerente do IPP, Alexandre Brandão, explicou que a alta nos preços do refino de petróleo foi a principal causa do aumento da taxa de dezembro. E que, o recuo em relação a novembro deve-se à queda nos preços dos alimentos .

Ainda segundo Brandão, entre os principais fatores para a alta dos preços no ano, está a depreciação de 25,2% do Real, o que tem impacto nos setores exportadores. 

Com informações de Agência Brasil.

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Preços dos produtos industriais
Fábrica da Rhodia.

Índice que reajusta contratos de aluguel sobe 2,58% em janeiro

O IGP-M, Índice Geral de Preços-Mercado, que é usado como referência para reajustar os contratos de aluguel, subiu 2,58% em janeiro. Essa taxa ficou bem mais alta do que a registrada em dezembro do ano passado, de 0,96%.

Foi a Fundação Getulio Vargas que divulgou os dados nesta quinta-feira (28). E mostrou que nos últimos 12 meses, o indicador registra uma inflação de 25,71%, bem acima dos 7,81% acumulados nos 12 meses anteriores. Em janeiro de 2020, o IGP-M havia subido 0,48%.

Essa alta da taxa foi puxada pelo avanço do Índice de Preços no Atacado. O índice tem o maior peso na formação do IGP-M. Os destaques foram os reajustes nos preços dos combustíveis e do minério de ferro. Já o grupo dos alimentos teve queda nos preços em janeiro.

Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor, que registrou em janeiro taxa menor do que em dezembro. A queda do indicador foi impulsionada pela redução da tarifa de eletricidade residencial, que passou de 8,59% para -1,06% este mês.

Por fim, vem o Índice Nacional de Custo da Construção, que também subiu por causa da alta dos serviços e da mão de obra.

Com informações de Agência Brasil.

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Índice

Índice de Confiança do Consumidor cai em janeiro, segundo FGV

O Índice de Confiança do Consumidor manteve, em janeiro, a trajetória de queda iniciada em outubro do ano passado. Em relação a dezembro a queda foi de 2,7 pontos e ficou com 75,8 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Foi o menor valor desde junho de 2020, quando atingiu 71,1 pontos, no início da fase de recuperação das perdas sofridas por causa da pandemia de covid-19.

Os dados divulgados nesta terça-feira (26) pela Fundação Getúlio Vargas, mostram que este mês houve piora tanto na percepção dos consumidores em relação ao momento atual, quanto das expectativas para os próximos meses.

Em relação às perspectivas sobre a situação financeira das famílias, após três meses de quedas consecutivas, o indicador acomodou em janeiro, ao variar apenas 0,2 ponto. Com perspectivas mais pessimistas, consumidores sinalizam também um menor ímpeto de compras, isto porque o indicador registrou em janeiro o menor patamar desde julho de 2020.

A economista da FGV, Viviane Seda Bittencourt, explicou que a trajetória de queda da confiança do consumidor por quatro meses seguidos, reflete a preocupação com os rumos da situação econômica do país e com a intensidade da pandemia. As famílias continuam adiando o consumo.

Em parceria com Agência Brasil.

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Índice de Confiança do Consumidor

Intenção de consumo das famílias cresce pelo quinto mês

Intenção de consumo das famílias: Pelo quinto mês seguido, aumentou a intenção de consumir das famílias. Em janeiro subiu 0,7% e atingiu 73,6 pontos.

Responsável pela apuração do ICF, indicador que mede justamente esta Intenção, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, atribui a sequência de taxas positivas à confiança dos brasileiros na recuperação econômica, principalmente com a proximidade do início da vacinação contra a covid-19 no país.

A economista da CNC e responsável pela pesquisa, Catarina Carneiro da Silva destaca que os indicadores relacionados ao momento atual alcançaram em janeiro os melhores níveis dos últimos meses.

O item que mede a satisfação dos brasileiros com o emprego cresceu 0,2% e chegou ao maior nível desde maio de 2020. O índice relacionado à renda alcançou o patamar mais alto desde junho do ano passado.

Sobre o mercado de trabalho, a economista diz que vale ressaltar que a recuperação gradual no curto prazo já se reflete positivamente, e de forma mais intensa, nas perspectivas para os próximos seis meses em relação ao futuro profissional.

“Intenção de consumo das famílias” é com informações de Agência Brasil

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Intenção de consumo das famílias
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Gás de cozinha sobe mais que o dobro da inflação em 2020

Depois da inflação dos alimentos, o brasileiro enfrentou uma nova pressão sobre os preços no fim de 2020. Segundo o IBGE, o gás de cozinha encerrou o ano com alta de 9,2%. Isso representa mais que o dobro da inflação de 4,5% pelo IPCA registrada no ano passado. Gás de cozinha sobe mais, e os mais pobres sentiram o peso no bolso.

Usado principalmente pelas famílias mais pobres, que vivem em domicílios com menor estrutura, o gás de cozinha terminou em alta na comparação com outros tipos de combustível.

O gás encanado, usado pelas famílias de maior renda, terminou com recuo de 1,3%.

A alta no preço do botijão se reflete na demanda. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o consumo do botijão de 13 quilos caiu 20% na última semana de dezembro, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Apesar da redução da demanda, o professor da FGV, Mauro Roxinho, disse que o consumidor tem pouco poder para forçar uma redução no preço. Isso porque o gás tem o valor determinado pelos fatores externos, como o dólar e o preço internacional do petróleo.

Como sugestão para conter a alta gás, o presidente Jair Bolsonaro defendeu no início da semana a realização de estudos para ampliar o número de engarrafadoras, que são as empresas especializadas em encher botijões vazios.

O Ministério da Economia defende a aprovação, pelo Congresso, a aprovação do marco regulatório do gás. Segundo a pasta, a medida pode baratear o botijão, pois o gás de cozinha tem 20% de gás natural em sua composição.

“Gás de cozinha sobe mais que o dobro da inflação em 2020” é com informações de Agência Brasil

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Gás de cozinha sobe mais
Reuters/Caetano Barreira

Inflação para terceira idade sobe 5,69% em 2020

A inflação para terceira idade, as pessoas com 60 anos ou mais, fechou o ano de 2020 com alta de 5,69%, acima da taxa acumulada para todas as faixas de renda e também acima da meta de 4% estabelecida pelo Banco Central para o ano.

De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas, o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade no ano passado mostra o quanto a inflação desfavoreceu os idosos.

E o vilão foi o grupo alimentação, que tem grande influência no orçamento desta faixa etária. Somente os itens comprados em supermercados subiram 17,81%, com destaque para as hortaliças e legumes.

Para o economista e coordenador do indicador da fundação, André Braz, a inflação para a terceira idade só não foi mais alta em 2020 por causa do cancelamento do reajuste do plano de saúde, que também tem forte influência em seu orçamento.

No último trimestre do ano passado, também influenciaram na alta do IPC 3i os reajustes na tarifa de eletricidade residencial, e nos preços das roupas e cursos formais.

“Inflação para terceira idade sobe 5,69% em 2020” Com informações de Agência Brasil

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Inflação para terceira idade sobe 5,69% em 2020

Preço da cesta básica aumentou em todas as capitais brasileiras

Encher o carrinho do supermercado ficou mais caro, principalmente, em Salvador e Aracaju. Preço da cesta básica aumentou em 2020.

Encher o carrinho do supermercado pesou no bolso no brasileiro em 2020. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço da cesta básica aumentou em todas as capitais brasileiras no ano passado. As maiores altas foram registradas em Salvador (32,89%) e Aracaju (28,75%). Curitiba teve o menor aumento – de 17,76%. O aumento médio do preço do conjunto de alimentos foi de 24,67%.

No último mês do ano, as cestas mais caras foram registradas em São Paulo (R$ 631,46), Rio de Janeiro (R$ 621,09) e Porto Alegre (R$ 615,66). As mais baratas estão em Aracaju (453,16), Natal (458,79) e Recife (469,39).

De acordo com o Dieese, considerando o preço da cesta básica de São Paulo, o salário mínimo deveria ser de R$ 5.304,90 – cinco vezes maior que o valor vigente, que é de R$ 1.045. Os itens básicos considerados no levantamento constam no Decreto-lei 399/1938.

Com informações de Agência Brasil

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A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer no Pais

Depois de três quedas seguidas, a Peic de dezembro, Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a CNC, apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer em 2020.

Na comparação com dezembro de 2019, o aumento é de 0,7 ponto percentual.

Entram na estatística famílias com parcelamentos no cheque pré-datado, no cartão de crédito, no cheque especial, em carnê de lojas, em empréstimo pessoal e também em prestações de casa e carro – mesmo que o pagamento esteja em dia.

Apesar da alta do endividamento, o levantamento mostra que os consumidores têm conseguindo quitar débitos e honrar compromissos financeiros.

O total de famílias com dívidas ou contas em atraso cai pelo quarto mês seguido, indo de 25,7%  para 25,2% na passagem de novembro para dezembro.

No entanto, segundo a CNC, a inadimplência está acima dos patamares de 2019. Em dezembro do ano passado, para comparação. 24,5% das famílias estavam inadimplentes – diferença de 0,7 ponto percentual.

O levantamento sobre o último mês e 2020 revelou, ainda, queda na quantidade de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso.

Eram 11,5% em novembro e somaram 11,2% em dezembro.

O cartão de crédito continua senda principal modalidade de endividamento das famílias, seguido dos carnês, financiamentos de veículos e imóveis e crédito pessoal.

“A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer no Pais.” com informações de Rádio2.

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A quantidade de pessoas endividadas voltou a crescer no Pais.
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Inflação das famílias de baixa renda sobe para 1,39%

Puxado pelos gastos com habitação, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 registrou alta de 1,39% em dezembro, frente a 0,95% em novembro. Com isso, o indicador acumulou alta de 6,30% em 2020. Inflação das famílias de baixa foi mais sentida.

Os dados, que medem a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, foram divulgados nesta quinta-feira (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado ficou acima do verificado em 2019, quando a inflação medida pelo índice para essa faixa da população foi 4,60%.

Além do custo com habitação, os gastos com vestuário, saúde e cuidados pessoais, e despesas diversas também pressionaram o índice em dezembro. Itens como tarifa de energia elétrica e calçados influenciaram a alta de preços no mês pesquisado.

Já os itens como educação, leitura e recreação, alimentação, transportes e comunicação apresentaram recuo em suas taxas de variação. Passagens aéreas, hortaliças e legumes, e mensalidade da internet foram os responsáveis pela redução.

“Inflação das famílias de baixa renda sobe para 1,39%” é com informações de Agência Brasil

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Inflação das famílias de baixa

FGV registra aumento do IPC-S no último dia de 2020

O IPC-S – Índice de Preços ao Consumidor Semanal, ficou em 1,07% no último dia de 2020, ficando 0,14 ponto percentual abaixo da taxa registrada na semana anterior. O índice encerrou 2020 com avanço acumulado de 5,17%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (04), pela Fundação Getúlio Vargas.

No período, quatro das oito classes de despesa que compõem o IPC-S registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação. Também registraram queda, os grupos alimentação, transportes e comunicação.

IPC-S

Mais sobre IPC-S no final de 2020

Já o grupo Despesas Diversas se manteve em 0,22%. Com destaque para itens como alimentos para animais domésticos. Em contrapartida, o grupo Habitação foi o destaque na aceleração da taxa do índice geral no último mês do ano, com destaque para tarifa de eletricidade residencial, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

Com informações de Agência Brasil

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Bebidas mais caras em 2021

Os tradicionais encontros após o trabalho, apesar reduzidos ou até proibidos por conta da pandemia, ficarão mais caros este ano. Portanto, bom preparar o bolso, pois as bebidas estarão mais caras em 2021.

Como forma de reduzir o impacto, o consumidor poderá recorrer as latinhas. Incluindo bebidas conhecidas por suas garrafas. Por exemplo, espumantes, gim e vinhos.

O setor de bebidas sofreu um baque múltiplo na estrutura de preço. A disparada do dólar (a moeda subiu 29% no ano) representou uma explosão de custos para toda a cadeia produtiva. Enquanto importadores digerem uma tabela de preço bem mais salgada que muito amendoim de aperitivo, produtores compram insumos pelo dobro do preço, e a indústria sofre com a falta de embalagens.

“O lúpulo, o malte, as embalagens, tudo depende do dólar”, afirma Marcelo de Sá, diretor-executivo do Grupo Petrópolis, responsável por rótulos como Itaipava, Petra e Crystal. A venda para bares e restaurantes, principalmente de vasilhames, representava uma fatia considerável para o setor.

Bebidas mais caras em 2021?

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) realizada no fim de 2019, 61% do consumo de bebidas alcoólicas acontecia em locais de convívio social. Esse comportamento mantinha espaço para o uso das garrafas. A pandemia mudou a dinâmica.

“Para nós, a lata representava 78% das vendas, e a garrafa, 22%”, afirma Sá. “Nos meses de março e abril chegamos a ter um consumo de 92% em lata, e foi aí que entendemos que o consumo ficou em casa.”

Até agosto, a empresa perdeu rentabilidade com a queda nas vendas da embalagem retornável, diz o executivo. “Mas o consumidor continuou a comprar no mercado, então o volume não caiu.”

“O que nos ajudou nesse período foi o auxílio emergencial. Mas, quando diminuíram para R$ 300, o faturamento caiu em duas semanas e depois voltou ao normal”, afirma Marcelo de Sá.

Divisão

O ano de 2020 para o mercado de bebidas pode ser dividido em dois momentos bem distintos, diz Rodrigo Mattos, analista da Euromotior.

Segundo ele, no primeiro semestre, com as incertezas sobre como seria o distanciamento social, o consumo foi todo deslocado para casa. Então, as empresas que tinham uma estratégia online mais estruturada conseguiram se manter mais saudáveis. Quem não tinha uma estratégia digital pré-crise patinou para se adaptar ao novo cenário.

Já no segundo semestre, avalia Mattos, com a flexibilização do distanciamento, o consumo fora de casa foi retornando aos poucos. Mas, acompanhado da inflação e do declínio da renda.

Foi aí, ele relembra, que as empresas começaram a sofrer com os impactos do câmbio e com a falta de embalagens. Problemas com o vidro já havia pelo menos cinco anos, mas a pandemia agravou a deficiência.

Para Mattos, daqui para a frente, as classes média e as mais baixas vão ser as mais impactadas.

“Para essas camadas, existem dois caminhos: ou diminuir no volume ou na qualidade”, diz o analista. “Já os importadores de vinhos e destilados vão procurar opções mais baratas lá fora para vender com o mesmo preço aqui.”

Mercado nos últimos anos

Segundo a Euromonitor, o mercado de alcoólicos já estava mudando desde 2017. O consumidor passou a beber menos, mas com mais qualidade. O setor viu o lucro aumentar e o volume diminuir gradualmente. Foi nesse momento que gim e vinho começaram a ter um crescimento significativo entre os brasileiros.

“Aqui também tem brecha para a cerveja zero álcool, que tem sido bem recebida no mundo. Essa ideia de ‘bebidas não alcoólicas para relaxar’ está sendo bem aceita na Europa, por exemplo”, disse.

Para escapar da crise atual, Mattos diz que as marcas devem investir em novas embalagens para reduzir o gargalo da falta de insumo e trazer inovações.

“É um momento em que vamos ver mais versões em lata. A pessoa não precisa comprar uma garrafa de vinho, que é muito mais cara. A lata tem uma dosagem perfeita para beber e manter qualidade”, afirma.

Bebidas mais caras em 2021

Bebidas mais caras em 2021 no país

Mas há quem veja oportunidades em todo esse desarranjo. Existe a percepção de que, enquanto o dólar aumenta o preço das bebidas importadas, o fabricante nacional tem espaço para avançar.

“É uma oportunidade para o brasileiro finalmente valorizar o produto nacional”, diz Rodrigo Marcusso, fundador da Draco, destilaria paulista de gim fundada em 2016.

Antes da pandemia, a marca tinha foco em vendas para bares e restaurantes e se viu empurrada a fazer uma adaptação rápida para o ecommerce. Marcusso diz que o ano que passou foi um período para expandir o portfólio.

“Também sofremos com o câmbio. Se é complicado para o grande, imagina para pequeno produtor”, diz.

Marcusso conta que enfrentou, por exemplo, a falta de caixa de papelão, de vidro e até de álcool. “Quase todos os botânicos são importados. O zimbro dobrou de preço desde o começo do ano. Nosso maior concorrente é a falta de matéria-prima.”

Ele afirma que o consumidor não pagou o repasse. Sendo assim, a estratégia foi ganhar nas vendas. O preço mínimo de uma garrafa da Draco é R$ 72, enquanto marcas importadas não artesanais saem por no mínimo R$ 100.

Impacto da pandemia para bebidas mais caras em 2021

Na avaliação de Rodrigo Mattos, a pandemia promove um movimento duplo no mercado de bebidas, com uma certa polarização do consumo local. Enquanto boa parte do brasileiro médio se viu obrigada a reavaliar o que consome, a venda de bebidas premium pouco foi afetada, já que o público-alvo não teve perda significativa de renda.

Desde a reabertura, o movimento no Fel, coquetelaria premiada que ocupa o térreo do icônico edifício Copan, no centro de São Paulo, é descrito pelos funcionários como satisfatório. Nesse sentido, seguindo todos os protocolos de segurança, o lugar pequeno e com poucos lugares manteve os preços dos drinques em R$ 37.

“O que fazemos para não ter um aumento de custo é ter bons parceiros, tanto fornecedores quanto marcas”, diz Felipe Rara, bartender da casa.

Bares

A tabela de preços para os bares pode ser um revés para o setor. A tabela para os bares costuma ser anual. Então, até o momento, não houve um impacto forte da variação do câmbio na compra de bebidas. Portanto, fica para o proprietário buscar um bom fornecedor e fazer um bom negócio com a virada do ano.

Durante o período mais duro da quarentena, um sócio-investidor fez um aporte e não dependeu do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

“Mas temos dívidas a pagar”, afirma Bruno Bocchese, sócio do Fel e do Cama de Gato, também na região central paulistana. O Mandíbula, outro bar de Bocchese, não sobreviveu à crise e fechou no início de abril.

“No Cama de Gato, tenho parceria com a Ambev, sendo a Becks o carro-chefe”, afirma o empresário. Todavia, a situação do bar é diferente do Fel. Com um público mais jovem, o Cama de Gato sentiu o impacto na diminuição da renda dos clientes.

“O movimento caiu cerca de 30%, são perfis bem diferentes de consumidor”, diz.

Bebidas mais caras em 2021: com informações do Diário do Nordeste

Preço do leite registra alta em outubro

De acordo com pesquisas do Cepea, a “Média Brasil” líquida de outubro teve alta de 1,25%, chegando a R$ 2,1586/litro

O preço do leite captado em setembro e pago ao produtor em outubro avançou por mais um mês, renovando o recorde real da série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. De acordo com pesquisas, a “Média Brasil” líquida de outubro teve alta de 1,25%, chegando a R$ 2,1586/litro. 

O valor é 53,6% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado, em termos reais. Com isso, o preço do leite no campo registra alta real acumulada de 57,4% desde o início deste ano.

O aumento das cotações ocorreu de forma diferenciada dentre os estados acompanhados. Enquanto em Goiás e Minas Gerais, a valorização de setembro para outubro se limitou a 0,1%, em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, as altas estiveram entre 3 e 4,5%. Já na Bahia, houve forte elevação de 6,4%.

O avanço no preço é explicado pela maior concorrência das indústrias de laticínios pela compra de matéria-prima naquele mês, já que a produção de leite seguiu limitada e abaixo das expectativas dos agentes. Ao mesmo tempo, a demanda por lácteos permaneceu elevada.

Contudo, o cenário de valorização não deve se manter nos próximos meses. De acordo com pesquisas do Cepea, as negociações de derivados com os canais de distribuição foram mais truncadas e houve maior pressão para a redução dos preços em outubro. 

É importante salientar que a valorização intensa de alguns gêneros alimentícios nos últimos meses tem pesado sobre a decisão de consumo do brasileiro, o que também resulta em maior competição entre redes varejistas para atrair clientes com preços baixos.

Além da pressão da demanda, os preços no campo devem ser negativamente influenciados pela maior disponibilidade de leite e de lácteos em outubro, por conta da questão sazonal e do aumento de importações.

Fonte: Brasil 61

MAPA e Centro de Telecomunicações levam tecnologia ao campo

O objetivo é favorecer pequenos e médios produtores rurais e segmentos economicamente mais vulneráveis, para torná-los competitivos no mercado local, nacional e internacional

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) assinaram um acordo de cooperação técnica destinado a promover o desenvolvimento de iniciativas que contribuam para o aumento e a disseminação do uso de tecnologias digitais no agronegócio brasileiro. 

O objetivo é favorecer especialmente, mas não exclusivamente, pequenos e médios produtores rurais e segmentos economicamente mais vulneráveis, propiciando ganhos de produtividade e de qualidade na produção, de modo a torná-los competitivos no mercado local, nacional e internacional.

Para isso, o acordo prevê a construção e validação de arquiteturas, sistemas e modelos de sustentação econômica capazes de viabilizar a transformação digital no campo. O foco são as tecnologias, principalmente nas áreas de conectividade (4G e 5G), Internet das Coisas (IoT) e plataformas que permitem levar conhecimento e inovação ao agronegócio. 

Fonte: Brasil 61