Você sabe o que é comida de verdade?

Você já deve ter ouvido falar que devemos comer comida de verdade, mas você sabe o que isso significa?

É muito mais simples do que podemos imaginar: é tudo o que se planta, colhe, caça ou cria. São alimentos ricos em vitaminas e minerais, não possuem aditivos químicos* e são minimamente processados.

Exemplos : 
• Frutas (Todas)
• Legumes (Todos)
• Verduras (Todas)
• Tubérculos (batatas, mandioca, inhame)
• Ovos e carnes (frango, vaca, peixe, suína)
• logurte NATURAL

Outros: arroz, feijão e aveia. Pode incluir também azeite, azeitona, palmito, queijos menos processados e a manteiga.

*Sobre Aditivos Químicos em alimentos (Com informações do Blog da Segurança Alimentar)

A ANVISA define como aditivos químicos todas as substâncias que não possuem valor nutritivo, usada de forma intencional na indústria de alimentos. A finalidade dos aditivos são modificar, preservar e intensificar as características físicas, sensoriais, químicas e biológicas dos alimentos.

De acordo com esta definição, é correto afirmar que as substâncias adicionadas aos alimentos que tenham valor nutritivo, como vitaminas e sais minerais, não são consideradas aditivos químicos.

Identificar um aditivo químico no rótulo dos produtos industrializados é muito simples. Tudo aquilo que não fizer parte dos ingredientes básicos do alimento (farinha, ovo, óleo, fermento, água e assim por diante) são aditivos.

Convém ressaltar que muitos desses aditivos, principalmente os corantes, podem causar reações alérgicas. Caso você sinta algum sintoma de reação alérgica ao ingerir um produto industrializado, procure o alergista quanto antes.

O uso de aditivos químicos em alimentos permitiu a evolução da indústria alimentícia. Muitas pessoas preferem ingerir alimentos não industrializados para evitar o consumo dos aditivos. Se você também se preocupa com o uso dos produtos químicos em alimentos, então não deixe de ler os rótulos.

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Analista de Informação em Saúde acaba de ser reconhecida

Esse assunto será discutido durante a Jornada Valor em Saúde Brasil 2020

Valorização profissional, reconhecimento no mercado e no setor saúde, além da análise detalhada das atividades da profissão como fundamental no exercício da função são alguns dos benefícios que os Analistas de Informação em Saúde terão direito daqui para frente. Isso só foi possível graças ao reconhecimento e inclusão da ocupação na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), que aconteceu no final de outubro.

Dessa forma, a ocupação Analista de Informação em Saúde foi incluída com o código 4153-10 na Família Ocupacional 4153: Trabalhadores em Registros e Informações em Saúde na CBO. 

Para destacar essa conquista dos profissionais da saúde, o assunto será um dos temas em discussão no webinar “O Futuro: Saúde baseada em valor e os caminhos para a sustentabilidade do setor”, que finaliza a Jornada Valor em Saúde Brasil 2020, no dia 26 de novembro, das 18h30 às 20h30.

Sophie Bernardet, Analista Ocupacional da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), será a responsável pela exposição do assunto no webinar, que abordará, na prática, o que significa essa conquista. Durante a apresentação, ela contará com o suporte da Presidente da Sociedade Brasileira de Analistas de Informação em Saúde (SBAIS), Paula Daibert.  

Segundo Sophie Bernardet, é mais significativo o reconhecimento da existência da ocupação Analista de Informação em Saúde no mercado de trabalho para fins classificatórios, do que a regulamentação profissional, que só ocorre através de um Projeto de Lei, aprovado pelo Congresso Nacional (deputados e senadores) e levado à sanção do presidente da República. A regulamentação é utilizada para fixar regras principalmente quanto à fiscalização do exercício profissional, mas tende a cair em desuso.

“A maioria dos profissionais entra com pedido de regulamentação e percebe que não há necessidade disso para poder trabalhar e exercer o seu ofício. No fundo, o que o profissional quer é o reconhecimento, a identificação, o seu código e a sua ocupação incluída e descrita na CBO. O que se busca hoje é o reconhecimento no documento”, esclarece Sophie Bernardet. E é isso que foi feito para os Analistas de Informação em Saúde, neste último mês.

A CBO acompanha o dinamismo das ocupações e tem por filosofia sua atualização constante para expor, com a maior fidelidade possível, as diversas atividades profissionais existentes no país, sem diferenciação entre as profissões regulamentadas e as de livre exercício profissional. Seus dados alimentam as bases estatísticas de trabalho e servem de subsídio para a formulação de políticas públicas de emprego.

A CBO 
A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério da Economia é o documento normalizador que reconhece, nomeia e codifica os títulos e conteúdo das ocupações existentes no mercado de trabalho brasileiro.

Criada em 1977 com base na CIUO (Classificação Internacional Uniforme de Ocupações), desenvolvida pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), a CBO passou por alterações ao longo do tempo, até chegar ao modelo atual.

Instituída pela portaria ministerial n° 397, em outubro de 2002, a edição de 2000 tem como finalidade identificar as ocupações no mercado de trabalho, para fins classificatórios junto dos registros administrativos e domiciliares. Desde a edição de 2000, 2711 ocupações foram incluídas.


A CBO tem como unidade de descrição a Família Ocupacional, um conceito ampliado de emprego, que abrange várias ocupações sob um mesmo título.  Segundo o método, a descrição e a análise ocupacional são desenvolvidas por meio de dinâmicas de grupo, denominadas Painéis de Convalidação, com profissionais que efetivamente trabalham na ocupação a ser descrita, reconhecidos como profissionais de alto desempenho em suas funções. Todas as informações sobre o procedimento estão disponíveis em www.mtec bo.gov.b r.

O painel de Convalidação foi substituído por reuniões virtuais, organizadas através de entrevistas individuais e uma videoconferência, que contou com a participação de vários profissionais, também com a participação da equipe técnica e do coordenador técnico do Projeto CBO da FIPE e da coordenadora da CCBO – Coordenação da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério da Economia.

A FIPE
A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), participou na elaboração da CBO.

Foi montada uma rede de parceiros para a construção da classificação descritiva. O MTE estabeleceu parcerias com entidades para realizar essa revisão: SENAI e três universidades representadas pelas suas fundações: FIPE/USP, UNICAMP e CEDEPLAR/UFMG.

Desde 2008, a FIPE permanece como única parceira do MTE no processo de atualização da CBO. E a partir de 2019, com o novo governo, a Coordenação da CBO passou a ser subordinada ao Ministério da Economia. Assim, a FIPE passou a se reportar a esse ministério.

A FIPE faz um amplo estudo do mercado de trabalho, consulta a sociedade, instituições, entidades representativas, profissionais, entre outros, e elabora um relatório denominado Estudo de Escopo da ocupação em estudo. Após sua análise sobre a validação ou não da inclusão da ocupação, encaminha o resultado e conclusões do estudo para a Coordenação da CBO.

Jornada Valor em Saúde Brasil 2020
Totalmente online e gratuita, a Jornada Valor em Saúde Brasil 2020 foi formada por 4 webinares inéditos e exclusivos, realizados todas as quintas-feiras do mês de novembro. As inscrições podem ser feitas no site www.valorsaudebrasil.com.br.

Os encontros têm o objetivo de discutir práticas e resultados que garantem sustentabilidade para a saúde brasileira.

Promovida pela Valor em Saúde Brasil, powered by DRG Brasil, o evento consolida a transição, o conceito e o posicionamento da plataforma, que antes era conhecida apenas por DRG Brasil, e passa a ser denominada Valor em Saúde Brasil, que inclusive dá nome e propósito ao evento.

Além das marcas do Grupo IAG Saúde, são co-realizadores do evento: SBAIS, Planisa, MK Saúde, ISEE Consultoria, Trevo Sistemas, Faculdade Unimed, Faculdade de Ciências Médicas de MG, Transforma Saúde e Deloitte. Como apoiadores da Jornada Valor em Saúde Brasil estão as marcas Carefy, SigQuali, CGQ Consultoria, IAG Gestão, Econsad, SCORE Rede e Eficiência Hospitalista.

Vagas em TI aumentam 1,2% na pandemia – e o setor abre 70 mil posições por ano

Enquanto o número de empregos no país caiu 2,3% entre janeiro e julho, em comparação com o mesmo período de 2019, as vagas de tecnologia (que incluem serviços de TI, desenvolvimento de software, in house e telecomunicações) aumentaram em 1,18%, ou em 14 mil postos de trabalho. É o que mostrou o levantamento da Brasscom publicado nesta semana.

Ao todo, o segmento acumula um total de 1,56 milhão de vagas e movimenta R$ 494 milhões por ano, representando 6,8% do PIB brasileiro. Mas ainda enfrenta um problema sério: o déficit de mão de obra qualificada pode chegar a 24 mil funcionários por ano até 2024, ainda conforme as estimativas da associação. 

A expectativa é de que o setor precise em média de 70 mil profissionais qualificados a cada ano, sendo o estado de São Paulo sozinho responsável por 42,9% dessa demanda.

“Estimamos esse déficit profissional com base nas expectativas de investimento em transformação digital. Nesse ano, a perspectiva é de que as empresas invistam R$ 466 bilhões de reais até 2023”, explica Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom.

Mas a associação defende que, para esse mercado continuar aquecido, é fundamental que as políticas de desoneração da folha de pagamento continuem em curso.

“Essa previsão só se justifica se tivermos a desoneração da folha. Hoje isso é parte de um grande debate nacional, tanto com relação aos vetos presidenciais quanto em relação à própria reforma tributária”, diz Gallindo.

A Brasscom estima que o setor tem um potencial de contratação de 303 mil novos profissionais até 2026, caso sejam mantidas as propostas de desoneração. Caso isso não aconteça e as empresas voltem a ser oneradas, pelo contrário, o segmento perderia 97 mil postos de trabalho.

“Se fizermos uma conta, isso significa uma redução de oportunidades para 400 mil profissionais no setor. Isso é muito ruim para o Brasil, porque isso significa um decréscimo geral do PIB”, afirma o presidente.

“Nosso profissional ganha muito acima da média nacional e agrega valor à economia brasileira, então, a desoneração é fundamental pra mantermos a competitividade laboral do país e continuar crescendo numa vocação muito brasileira, que é a produção de tecnologia”, conclui o presidente.

Formação dos profissionais

Na tentativa de reter talentos, empresas passaram a oferecer salários cada vez mais altos, mesmo para os cargos técnicos. Isso fez com que a média salarial do subsetor de softwares e serviços de TI, por exemplo, ficasse 2,8 vezes superior ao salário médio nacional. Um empregado desse ramo ganha em média R$ 5 mil, enquanto o funcionário médio brasileiro, com carteira assinada, recebe R$ 1,8 mil.

Na avaliação da associação, a grade de ensino do Ministério da Educação (MEC), descolada das necessidades e transformações do mercado, pode ser responsável por boa parte da evasão de estudantes que buscam se especializar na área.

“As vagas ofertadas não exploram o potencial máximo de formação profissional, uma vez que a qualidade está aquém da desejada, especialmente nas instituições públicas em cursos de grau tecnólogo”, afirma o relatório publicado pela Brasscom. 

Entre as bandeiras da associação com relação ao processo educativo, está uma maior adaptação e agilidade da rede pública em injetar profissionais qualificados no mercado. 

“O curso de grau de tecnólogo atende o perfil imediatista das novas gerações com ingresso no mercado de trabalho em um curto espaço de tempo. Neste sentido, a proporção de bacharelado e tecnólogo deve seguir a orientação do ensino privado que parece mais adequada às necessidades socioeconômicas do País”, diz ainda o documento.

Fonte: CNN Brasil