Tecnologia 5G deve revolucionar IoT e chatbots no Brasil

O 5G é a quinta geração da tecnologia de internet móvel, que vai substituir o atual 4G e promete velocidade superior a 100 vezes, quando comparada a rede atual. Com a chegada da atualização da rede móvel, muitas perguntas são feitas sobre seu funcionamento e quais benefícios os usuários terão na sua utilização.

Segundo o especialista em programação e CEO da Ubots, Rafael Souza, o 5G não só trará melhorias para o serviço de internet móvel, como vai transformar a forma de comunicação humana, permitindo conexão e interação entre humanos e dispositivos eletrônicos, os tornando “um só”: a já conhecida Internet das Coisas pode avançar ainda mais. 

“O 5G é mais um passo da evolução tecnológica e promete trazer mais agilidade de downloads e uploads, além de mais estabilidade de conexão. Para o mercado de tecnologia, as possibilidades também são grandes. Estamos vendo o crescente investimento em IoT (Internet das Coisas) o que vai nos trazer novas perspectivas para o futuro” explica Souza.

A relação do 5G com os chatbots

O 5G será um marco no mundo tecnológico e abrirá portas para muitas novidades e avanços no setor e isso inclui o serviço de chatbots. O uso de chatbots é uma realidade no setor de atendimento de muitas empresas, que aderiram à tecnologia nos últimos anos, substituindo o tradicional telemarketing. 

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas passaram a realizar suas atividades por meio do ambiente virtual e, isso, levou as empresas a buscarem soluções para atender às novas demandas, aumentando a utilização dos chatbots.

Segundo o CEO da Ubots, em 2019, cerca de 60 mil chatbots entraram no mercado, enquanto em 2020 esse número quase dobrou, atingindo a marca de 101 mil. Corroborando estes dados, uma pesquisa realizada pela empresa MarketsandMarkets, apontou que o mercado teria um crescimento de US$2,6 bilhões em 2019 para US$9,4 bilhões até 2024.

Com relação ao impacto que o serviço vai sofrer com a chegada do 5G, o especialista em programação, diz que espera avanços no modo como os bots atuam hoje.

“A tecnologia promete oferecer mais agilidade no carregamento de mensagens e transmissão de informações, com menos interferências e sem problemas de conexão. Com isso, o tempo que os clientes terão que esperar para que suas demandas sejam resolvidas vai ser reduzido, bem como o tempo de execução da máquina para realizar as operações”, explica o CEO. 

Para o especialista, com a agilidade na comunicação e a menor latência na transmissão de informações, será possível ver o fortalecimento de algumas tendências no relacionamento entre empresas e clientes. Dentre elas, está a utilização da voz no processo de atendimento e a possibilidade de usar vídeos para ampliar os recursos. 

O caminho até o 5G

Você já imaginou baixar filmes em menos de dez segundos, realizar uma cirurgia sem a presença de médicos, ou ver sua geladeira fazendo um pedido de compras ao perceber que está ficando vazia? Isso tudo pode virar realidade graças ao 5G.

A nova tecnologia vai dar um salto enorme, se comparada ao atual 4G, pois possibilitará que as operadoras utilizem bandas de frequência mais altas, acima de 3GHz, as quais nunca haviam sido utilizadas. 

Este avanço vai proporcionar maior capacidade para o 5G, resultando em uma alta velocidade na navegação pela internet, nos downloads e uploads de arquivos, baixa latência, maior rapidez na transferência de dados, redução no tempo de resposta entre diferentes dispositivos e mais estabilidade nas conexões. 

Para Souza, os principais benefícios que a nova tecnologia vai trazer para seus usuários, são:

Velocidade: estima-se que o 5G vai ser 100 vezes mais rápido que as tecnologias utilizadas atualmente;

Cobertura: maior cobertura de sinal, ampliando seu acesso a mais pessoas e aumentando o número de usuários conectados simultaneamente, sem perda da qualidade de conexão;

Economia de bateria: maior eficiência no consumo de energia e aumento na autonomia da bateria dos dispositivos que suportam a rede, como “modems” e celulares; 

Largura de banda: em relação à quantidade de dados que podem ser transmitidos; 

IoT: com a evolução das conexões vai ser possível ter uma ampliação na utilização de outras tecnologias.

A Internet das Coisas já pode ser observada através de aparelhos como smartwatches e a assistente Alexa, da Amazon. Porém, com a chegada do 5G, haverá uma revolução na utilização de outros dispositivos, como fogões, máquinas e até berços para monitoramento de bebês.

Além disso, vários segmentos serão impactados, como o automotivo, médico e industrial, os quais serão beneficiados pela gama de possibilidades que o 5G permitirá. Em suma, qualquer dispositivo poderá ser interligado aos humanos, através de uma rede de conexão e o 5G será o responsável por esse salto, que promete mudar a forma como vivemos hoje. 

Hoje, o 5G já está em pleno funcionamento em vários países como, Austrália, Alemanha, Japão, Arábia Saudita, Reino Unido, Estados Unidos e Coreia do Sul. O último país citado, inclusive, já lidera o ranking de consumo de dados móveis e na média de velocidade atingida, segundo pesquisa feita pela OpenSignal

O Brasil e o 5G

A nova tecnologia ainda não está disponível no país e, para ela ser oficialmente distribuída para a população, será necessário que a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) realize o leilão das faixas de frequências, que está previsto para ocorrer ainda em 2021.

Atualmente, várias operadoras já oferecem o serviço, contudo, ainda não se trata do verdadeiro 5G, mas de testes feitos pelas operadoras, que utilizando as mesmas frequências do 4G, disponibilizam o chamado 5G DSS (compartilhamento dinâmico de espectro, da sigla em inglês). Com essa tecnologia, é possível entregar algo similar, ou seja, seus usuários já podem desfrutar de uma velocidade e conectividade parecidas com o que o 5G vai proporcionar. 

Souza salienta que o Brasil está apto para atender às novas demandas, mas ressalta que o país terá de passar por uma adaptação.

“Acredito que estamos preparados para receber o 5G, mas, assim como ocorre com qualquer nova tecnologia, nós teremos um período de adaptação. Na telefonia, um dos problemas perceptíveis em relação a isso é a necessidade de hardwares específicos. No momento, só é possível utilizar os benefícios da quinta geração, através de equipamentos que possuam tal capacidade”, explica o programador.

Para aqueles que buscam aparelhos que atendam a essa nova realidade, já é possível encontrar alguns modelos de smartphones no mercado, como Motorola, Apple, Xiaomi, Samsung e Asus. Souza explica que com a chegada da nova rede, será possível investir em novas infraestruturas e, consequentemente, obter mais qualidade nos serviços de internet prestados no país. 

Segundo o ranking mundial de internet realizado pelo site Speedtest, hoje, o Brasil ocupa as posições 74ª e 49ª, no quesito rede móvel e banda larga fixa, respectivamente. De acordo com informações apuradas no site do Governo Federal, o 5G deve estar em pleno funcionamento no país em julho de 2022, atendendo as 26 capitais mais o Distrito Federal.

Sobre Ubots

Fundada em 2016, a Ubots surgiu da vontade de utilizar a tecnologia para facilitar a comunicação de grandes empresas com seus clientes. Para otimizar esse resultado, a Ubots utiliza plataforma própria desenhada para cenários de atendimentos, tanto para uso de agentes humanos, chatbots ou atendimento híbrido, quanto utiliza inteligência artificial. De origem gaúcha, a startup possui clientes no Brasil e Chile e já participou de programas de aceleração, como: Scale Up Endeavor, BNDES Garagem, StartOut Brasil,WesterWelle Foundation, Cubo do Itaú, entre outros. Mais informações no www.ubots.com.br

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Tecnologia 5G. Rafael Souza é especialista em programação e CEO da Ubots

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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Ao mesmo tempo em que o cotidiano e as relações se tornam cada vez mais digitais, os cibercrimes consomem energia, tempo e dinheiro de empresários e de pessoas físicas também. No quesito impacto nas finanças, aliás, o custo médio global de violações registradas entre agosto de 2019 e abril do ano passado, ou seja, nove meses, foi de quase 3,86 milhões de dólares, conforme a 15ª edição do relatório anual do Ponemon Institute, publicada pela IBM Security, que ouviu 524 organizações de 17 países e regiões distintas. No Brasil, o custo médio da violação de dados é de R$ 5,88 milhões (cerca de US$ 1,12 milhão) e vem crescendo: registrou um aumento de 10,5% em relação ao ano anterior, que era de R$ 5,32 milhões.

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Gráfico: Custo total médio de uma violação de dados por país ou região, incluindo o Brasil. (Imagem em alta no link ao final do texto).

Para acessar o relatório completo, acesse o link: https://www.ibm.com/downloads/cas/RZAX14GX

De tão sério, o assunto ganhou data comemorativa. No dia 28 de janeiro é celebrado, no mundo, o Dia Internacional da Proteção de Dados. “Medo, nunca, mas, atenção, sempre”, alertou Andréa Thomé, diretora de Soluções de Cybersecurity da Everis. “Sejamos críticos e atentos o tempo todo. Nossos dados são uns de nossos bem maiores”, completou a gerente de Segurança da Informação do Banco Safra, Paula Rodrigues. O conselho das profissionais foi dado durante uma live promovida pelo Banco Safra, transmitida pelos canais da instituição. Em pauta, a proteção dos dados bancários, um dos grandes alvos de cibercriminosos. 

Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

Conforme Sandro Süffert, fundador e diretor da Apura Cybersecurity Intelligence – uma das maiores empresas de inteligência cibernética do Brasil –, nos últimos 12 meses, dados de órgãos, sites de e-commerce, de mídia social e de telecomunicações vazaram no país. Sandro também participou da live e, segundo ele, existe um processo de enriquecimento do crime organizado a partir dos dados roubados. “Com o processo de digitalização crescente e maximizado ainda mais pela pandemia (da Covid-19), há uma necessidade de troca de informação e não necessariamente se tem os cuidados para garantir a integridade dos dados. É um problema global e realidade no país”, alertou.

Lilian Rodas, do Banco Safra, lembrou, também, que os dados sozinhos não podem ser usados para uma fraude bancária, por exemplo, mas “se consegue usar essa informação para fazer uma engenharia social e capturar as informações sensíveis, como a senha, o número de cartão”. “Você acha que está falando com um banco e aí você passa todas as informações”, alertou. Navegando bem abaixo da superfície, os ambientes da deep e dark web mantêm um ecossistema mundial, em que os dados são trocados ou vendidos. É o famoso mercado alternativo, que se beneficia da compra e das fraudes usando esses dados.

A apropriação de dados acontece na fragilidade. As plataformas guardam informações, mas podem ocorrer brechas. O ataque exige conhecimento do atacante (o popular hacker) e, além disso, conhecimento de que essas vulnerabilidades existem. Às vezes, se levam meses e até anos para o levantamento de todas as informações. Funcionários com acesso aos dados, usando de má-fé, são responsáveis, também, por uma parcela de roubos, mas, em menor escala. “O vazamento pode ser motivado por ‘n’ autores. Vivemos a era digital e, ao mesmo tempo, vivemos a guerra cibernética envolvendo uma série de fraquezas do ambiente tecnológico que pode ser explorada”, destaca Andréa.

Independente do atacante, normalmente os agentes estudam o comportamento do usuário, a exemplo do famoso hacker Kevin Mitnick, que começou sua “carreira” encontrando primeiro no lixo e depois nos computadores de grandes empresas as informações que precisava para invadir o ambiente. Sites oferecendo prêmios, dinheiro de leilões, e-mail sobre alguma herança, na maioria absoluta das vezes, são armadilhas, conforme apresentaram os debatedores da live. “É importante que a população entenda que quanto mais fácil pareça aquele ganho, maior risco. É importante saber se as informações são íntegras, antes de embarcar nessa situação”, disse Paula.

LGPD veio para ajudar

Aprovada em 2018 e valendo no Brasil desde então, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) colocou o país ao lado de mais de 100 nações, estabelecendo limites e condições sobre a coleta, a preservação e o tratamento das informações pessoais. O documento facilitou a defesa das empresas e de usuários comuns que, como a Lei estabelece, podem registrar o furto de informações nas delegacias da Polícia Civil. A partir disso, uma investigação para apurar o crime tem início. Mas, lembraram os debatedores, evitar chegar a esse ponto ainda é o melhor caminho.

“Na área da segurança a gente sempre fala que é importante você também ser uma barreira para evitar que esses dados sejam fornecidos assim, caindo no colo de alguém que não tem boa intenção”, ressalta Sandro. “Sempre tem um jogo de gato e rato, uma situação de brechas. Com a LGPD, você tem um impacto grande no faturamento de dados, o que, dependendo do valor, pode ser vida ou morte, no caso de dados das empresas”. Além de respaldo, a Lei empodera. “Ela [a Lei] nos dá o poder de questionamento. Hoje, se nos perguntam o número do CPF para um desconto num medicamento, por exemplo, a gente pergunta: por que você precisa do CPF?”, completa Paula.

E se os meus dados vazaram?

Mas, e se mesmo fazendo a lição de casa, seus dados vazaram? “Não entre em pânico. Se vazou o número de telefone, vão te ligar. Se vazou um número de telefone residencial, vão te ligar também. Vai ser preciso ir gerenciando a situação”, explica Andréa. Há ainda outros procedimentos a serem feitos, entre eles, a troca das senhas principais de acesso aos sites mais utilizados e dos bancos que se tem contas e, claro, o registro do crime na Polícia.

O prejuízo para as empresas pode ser um pouco maior, por isso, se elas forem vítimas de violação de dados, é importante que tornem o assunto público, comuniquem seus reguladores e, especialmente, seus clientes, para que nenhuma euforia por conta disso seja criada.

Além disso, ter uma ação preventiva faz a diferença. Mas, como? No caso de pessoa física, vale, por exemplo, evitar exposição demais na rede social. Tudo o que é compartilhado pode ser usado a favor dos atacantes. Suprimir a informação de nomes e grau de parentesco, bem como a identidade das instituições onde estuda ou estudou e empresas onde trabalha ou trabalhou, é prudente. Usar com moderação, é o mais indicado.

Para as empresas, os passos precisam ser mais robustos. “A tecnologia está à nossa disposição. São mais de 1.200 players de segurança. De fato, o Brasil tem opções e está preparado neste sentido, mas não exatamente em realizações”, aponta Andréa. Se custar muito ao plano financeiro da empresa, vale apostar em outras frentes, como ficar atento às experiências de invasões internacionais e monitorar o avanço delas entre os países. “Não pense que vai acontecer só na China ou nos Estados Unidos. É ideal fortalecer as defesas dos ambientes internos de segurança, o que melhora a resiliência frente aos ataques.”

Conheça 10 maneiras de proteger seus dados:

1 – Não digite senha, e-mail ou telefone em qualquer site. Desconfie primeiro.

2 – Perceba falhas em sites que se mostram oficiais. Procure erros na logomarca, nas cores e até na escrita.

3 – Se perguntarem seu CPF ou outro dado pessoal em algum estabelecimento, questione o motivo e só revele a informação caso se sinta confortável.

4 – Não abra um e-mail enviado por um endereço desconhecido.

5 – Não baixe arquivos de sites estranhos.

6 – Use uma senha forte + uma confirmação de que é você mesmo (se possível, aposte na biometria).

7 – Desconfie do que chega até você de maneira muito sedutora (promoções, produtos muito baratos, herança, saque de dinheiro).

8 – O golpe pode envolver a família: atacantes usam informações de parentes, como nome e grau de proximidade, para, se passando por eles, pedir número de documentos e senhas.

9 – Trate do tema no ambiente familiar, orientando, especialmente as crianças, jovens e idosos.

10 – Use a tecnologia a seu favor, se informando sempre sobre o tema da segurança de dados.

SERVIÇO

Para aprender enquanto se diverte:

Filme: Caçada virtual

Livros: A arte de enganar e a Arte de invadir

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Violação de dados no Brasil custou mais de R$ 5 milhões na média por cada, diz IBM

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Tentativas de Fraudes: Quando mais ocorrem?

Os fraudadores estão aumentando seus esquemas digitais no Brasil. A constatação é da mais recente análise trimestral da TransUnion (NYSE: TRU) sobre as tendências globais de tentativas de fraudes online.

De acordo com os dados do levantamento, o setor mais visado pelas suspeitas de tentativas de fraudes digitais no Brasil foi o de serviços financeiros, com aumento de 457%. 

Além disso, o recente Estudo Global Consumer Pulse da TransUnion descobriu que 20% dos consumidores brasileiros foram, recentemente, alvos recentes de fraudes digitais relacionadas à Covid-19.

Outro estudo, chamado “Mapa da Fraude 2020”, realizado pela Clearsale, detectou que a quantidade de tentativas de fraudes no comércio eletrônico no Brasil aumentou 53,6% em 2020, apontando uma tendência que deve se estender até o final de 2021. 

Golpes estão cada vez mais sofisticados

Se antes existia a sensação de que apenas pessoas menos habituadas às transações eletrônicas é que caíam nos golpes, hoje a situação é outra. Os golpes estão cada vez mais sofisticados, o que aumenta o número de pessoas prejudicadas não só diretamente em meios online, mas também por telefone e outros métodos.   

E mais: os fraudadores têm dias preferidos para tentar suas ações, segundo o levantamento da Clearsale. As quartas-feiras foram os dias que mais registraram tentativas de fraudes, respondendo por 16,8% do total, seguidas das terças-feiras, com 16,57% do total. 

“O primeiro passo para o usuário se proteger de golpes na internet é ter ciência se o site é confiável ou não. É essencial verificar no rodapé do site os selos e certificados. Outra opção é olhar a URL do site e se possui o “cadeado”, mostrando que a conexão é segura”, destaca o CEO da Codeby, empresa de tecnologia focada em negócios digitais, Fellipe Guimarães. 

Existe uma adaptação e organização dos fraudadores ao cenário de isolamento em que vivemos. A análise ainda mostra que, além de terça e quarta-feira serem os dias mais cobiçados para cometer a fraude, os horários de pico ficam entre 12h e 18h. 

“O estudo é extremamente interessante, pois mostra que existe uma estratégia para cometer tais atos, ou seja, como muitas pessoas estão em home office, simultaneamente trabalhando e comprando, os fraudadores escolhem os dias da semana como ‘melhores’  para cometer o delito”, argumenta Guimarães. 

“Se eu puder dar poucas dicas que são essenciais, seriam: mantenha sempre atualizado o seu software de proteção e antivírus,  crie senhas difíceis de serem descobertas, use bloqueador de pop-ups e, por último, faça download de arquivos apenas de sites conhecidos”, menciona Guimarães. 

Além disso, os especialistas também recomendam que os compradores  ignorem e-mails de remetentes desconhecidos, não cliquem em links desconhecidos, e solicitem para o banco o serviço de ‘alertas de transação’ para acompanhar as suas compras por e-mail ou SMS. 

Essas dicas são fundamentais para o combate e prevenção de cibercrimes, em que criminosos virtuais se aproveitam de momentos delicados e vulneráveis para conduzir golpes e fraudes. Ou seja, o ataque pode vir via e-mail, SMS, ligação e aplicativos de mensagem. Além disso, fique atento aos seus e-mails, envio de links suspeitos, domínios inexistentes, e as famosas fake news. 

“É de extrema importância que o cliente se informe e cuide de suas senhas e sites que frequenta. E mais que isso: o setor de comércio eletrônico também precisa entender seu papel no que diz respeito a educar esses usuários e mostrar a importância de cuidar dos seus dados.  É claro que oferecer um ambiente seguro aos clientes é tarefa primordial de uma loja virtual, mas também nos cabe ajudar a fomentar uma internet mais segura para todos”, finaliza Guimarães. 

Fellipe Guimarães, especialista em negócios digitais | Startup Maker | Desenvolvedor Full Stack. Founder Grupo Codeby, uma empresa de tecnologia especializada em desenvolvimento de funcionalidades que agregam o crescimento para negócios digitais. A empresa que possui 7 anos de mercado atende grandes marcas como, por exemplo, KFC (México), F64(Romênia), Telemercados (Chile), Lego, Shoulder, Valisere, Alpargatas, entre outras. Saiba mais: https://codeby.com.br/ 

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Modelo de cidade inteligente lançada na Espanha

A ACCIONA e a Câmara Municipal da cidade de Toro, localizada na província de Zamora (Espanha), implementaram modelo de cidade inteligente, um sistema de sensorização e monitorização em tempo real dos principais serviços urbanos em andamento na cidade. Essa ação transforma a região em uma das cidades inteligentes mais avançadas da Europa.

O sistema consiste em 200 sensores sem fio, de baixo consumo, conectados a uma rede que coleta dados da iluminação urbana em tempo real, além do ciclo integral da água, da coleta de lixo, da gestão de parques e jardins municipais e também de veículos de manutenção urbana.

Esses dispositivos de monitoramento capturam dados relevantes de cada um desses serviços que são analisados usando a tecnologia de Big Data para tomar decisões de gerenciamento em tempo real, capazes de afetar alguns serviços. São eles:

Iluminação: os sensores determinam a necessidade ou não de acender os pontos de luz públicos, pois permitem ajustar a iluminação à luz real que existe em todos os momentos (não só com base no tempo, mas também nas condições meteorológicas, etc.).

Lixo e reciclagem: foram instalados sensores de enchimento e temperatura para determinar de forma dinâmica as rotas de coleta de lixo, evitando acúmulos ocasionais de resíduos e odores, bem como os deslocamentos desnecessários. Desta forma, o serviço ao cidadão é melhorado, ao mesmo tempo em que se economiza em emissões de CO2 e em custos operacionais.

Veículos de serviço urbano (manutenção e obras municipais) e jardinagem: os sensores monitoram a posição desses veículos para minimizar o tempo de resposta em caso de incidentes e otimizar as rotas.

Gestão da água: são monitoradas as informações dos hidrômetros – aparelhos que medem o consumo da água – além da instalação de sensores Ad-Hoc. Isso protege o meio ambiente, reduz possíveis perdas de água e também evita problemas de faturamento excessivo devido a vazamentos não detectados. Além disso, ao facilitar a solução de problemas, as falhas de água são minimizadas.

Nesse sentido, além dos sensores, o projeto, denominado “Smart Water Lights”, prevê a implantação de uma rede de comunicação sem fio de baixo consumo, que permite a transmissão de dados por longas distâncias.

Esta tecnologia tem a vantagem de reduzir o consumo de bateria para que os sensores instalados tenham uma longa autonomia de funcionamento – essencial para a viabilidade e escalabilidade do sistema. Desta forma, mostra-se como uma ótima alternativa para equilibrar o poder de coleta e processamento de dados, com a vida útil da bateria e necessidades de manutenção.

A ACCIONA gere o serviço urbano de água da cidade de Toro desde 2001, tanto o abastecimento como o saneamento e purificação da água, através de uma concessão de 25 anos. O contrato inclui a gestão de assinantes, leitura de contadores, controle de qualidade da água, reparação de avarias, realização de novas redes e ligações, manutenção de captações e D.A.R., entre outros.

Sobre a ACCIONA

A ACCIONA é uma empresa global, líder no fornecimento de soluções regenerativas para uma economia descarbonizada. Seus serviços abrangem energia renovável, tratamento e gestão de água, transporte ecoeficiente e sistemas de mobilidade, infraestruturas resilientes, entre outros. A empresa, que está presente em mais de 60 países, é neutra em carbono desde 2016. Em 2020, a ACCIONA registrou faturamento de € 6,4 bilhões.

Mais informações: www.acciona.com.br / Instagram/Facebook/LinkedIn: @acciona

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Foto: Divulgação

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia

A prática de extorsão – roubo de dados pessoais de pacientes e mesmo de clínicas e hospitais, com ameaça de vazamento caso não seja feito pagamento – está entre as mais comuns relacionadas com o aumento de ciberataques, alerta especialista.

O agravamento da pandemia de Covid-19 no Brasil é acompanhado por um aumento nos ciberataques contra instituições e profissionais da área de saúde. Diante desse cenário, uma empresa brasileira especializada em segurança na internet – a Apura – alerta: os cuidados precisam ser ainda mais rigorosos, incluindo a adoção de práticas de prevenção contra essas investidas. É um perigo real, que tende a se acentuar, adverte a organização.

Além de infringir um direito básico, o da privacidade de profissionais e pacientes, os ciberataques afetam diretamente os custos das empresas. De acordo com a mais recente edição (2020) do relatório anual do Ponemon Institute, da IBM Security, entre os segmentos de mercado é o de assistência médica que registra os maiores custos decorrentes das violações de dados em todo o mundo. Cada violação custou em média: US$ 7,13 milhões. A pesquisa envolveu 524 organizações e 3,2 mil entrevistados de 17 países e regiões (entre eles o Brasil).

Com mais de 25 anos de experiência em segurança em tecnologias da informação, o fundador e CEO da Apura, Sandro Suffert, observa que a sobrecarga de trabalho de médicos, consultórios, clínicas, hospitais e instituições afins deixa o setor ainda mais vulnerável à investida de cibercriminosos. O excesso de demanda e o foco prioritário na prevenção e combate à pandemia não podem, contudo, deixar em segundo plano a preocupação com a segurança de sistemas e bancos de dados.

De acordo com Suffert, as investidas do cibercriminosos visam, sobretudo, vantagens financeiras. É a extorsão pura e simples. A prática mais recorrente é a seguinte, explica o especialista: por meio de mensagens, de conteúdo falso, criminosos instalam um tipo de software, denominado ransomware, por meio do qual os dados da clínica ou hospital são bloqueados. São dados tanto da empresa como de pacientes – incluindo prontuários e outras informações particulares.

O ransomware faz a criptografia dos dados e, para a liberação, os cibercriminosos cobram das empresas médicas e profissionais o pagamento de resgate em criptomoedas, ou, até mesmo, depósito bancário. Caso o pagamento não seja feito, a ameaça é a de exposição dos dados e informações. Sem saída, com receio de que a ameaça seja cumprida e dados pessoais e sigilosos de seus pacientes ou clínicas venham a ser vazados, não raro as vítimas se veem obrigadas a ceder à pressão.

MERCADO ‘UNDERGROUND’

Na penúltima semana de abril, foi revelado que um mercado ‘underground’ de credenciais de acesso remoto a sistemas Windows, mais especificamente de Remote Desktop Protocol (RDP), teve as informações capturadas por pesquisadores de segurança. Mais de 1,3 milhões de credenciais estavam sendo negociadas no mercado, sendo a maioria pertencentes a Brasil, Índia e Estados Unidos e muitas de organizações da área da saúde. O acesso via RDP é uma das formas mais utilizadas por criminosos para obter acesso indevido a sistemas das empresas.

Além de contar com esse mercado ilegal de credenciais, Suffert destaca que os atacantes se aproveitam de sistemas mal configurados, com senhas fracas ou senhas padrão, sem múltiplo fator de autenticação, para penetrarem nas organizações, inclusive nas da área da saúde.

Outro problema que tem realçado a fragilidade da segurança cibernética nas organizações de saúde é a exposição pública de informações e sistemas na internet de forma acidental. Recentemente, um analista de segurança identificou uma falha em um servidor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que dava acesso a informações de gerenciamento de vacinas, dados de pesquisas e até informações de funcionários da fundação. O acesso a esse sistema poderia potencialmente até permitir o desligamento de freezers ou alteração de temperaturas, o que poderia colocar em risco o armazenamento de vacinas.

A Fiocruz consertou a falha antes que se tornasse de conhecimento público e alegou que o servidor servia apenas para testes e que todas as informações disponíveis eram fictícias e que nenhum sistema esteve efetivamente em risco.

Caso semelhante ocorreu em fevereiro deste ano, quando a configuração errada de uma página do Ministério da Saúde expôs os dados de pacientes e servidores do Sistema Único de Saúde (SUS).

Essas ocorrências vêm ressaltar a necessidade de um foco mais atento à segurança dos sistemas de todas as empresas, em especial as do ramo da saúde, nos quais um ataque pode ter consequências muito mais danosas do que simples vazamento de informações, ressalta Sandro Süffert.

WHATSAPP NA MIRA

Além desses ataques a bancos de informações e sistemas de dados de estabelecimentos de saúde, Sandro Suffert cita outro tipo recorrente de investida: o envio de mensagens (geralmente por WhatsApp) a médicos e outros profissionais de saúde, e mesmo a pacientes desses profissionais, com links falsos. Trata-se do chamado phishing, comumente empregado em ciberataques voltados a outras áreas também.

As mensagens têm conteúdo, linguagem e aparência que soam como reais, contudo, se configuram em armadilhas. O phishing é utilizado para “pescar” dados pessoais e confidenciais, como número e detalhes do cartão de crédito, senha, entre outras informações que abrem caminho para os criminosos realizarem suas fraudes.

Um exemplo desse golpe é de uma clínica odontológica do Paraná que teve seu WhatsApp invadido. Uma mensagem falsa foi enviada aos pacientes sobre o sorteio de um carro; para participar, eles teriam que responder via SMS com um ok, deixando seus aparelhos vulneráveis a ataques.

Veja a mensagem abaixo:

Aumento de ciberataques

DICAS DE PROTEÇÃO

Confira recomendações da Apura, especializada em segurança cibernética, voltadas principalmente à prevenção de ataques contra estabelecimentos e profissionais de saúde:

  • As empresas médicas devem manter sistemas operacionais com versões atualizadas e com as configurações adequadas. Para isso, é importante ter o suporte de especialista;
  • Elas devem, também, promover a cultura da cibersegurança entre a equipe de colaboradores. Isso inclui instruir os funcionários quanto à escolha, uso e atualização de senhas, bem como a desconfiar de e-mails ou mensagens que solicitem informações institucionais e pessoais. E, é claro, a não abrir anexos ou clicar em links suspeitos;
  • Tanto aos pacientes quanto aos colaboradores é imprescindível desconfiar de promoções, brindes, descontos e ofertas similares que soem muito vantajosas. Antes de clicar em links, é importante pesquisar sobre a empresa anunciante, ou mesmo averiguar se há alguma notícia de golpe relacionada ao fato;
  • Atenção aos aplicativos: para baixar qualquer aplicativo, opte por fazê-lo nos sites oficiais das empresas ou nas lojas de aplicativos do sistema operacional de seu smartphone;
  • Uma dica é utilizar soluções de segurança no celular, como as que detectam phishing em aplicativos de mensagens (como WhatsApp) e em redes sociais;
  • Em caso de ataque, registre um boletim de ocorrência, caso seja vítima de cibercrimes ou tenha recebido algum contato neste sentido. Polícias civis de vários estados contam com delegacias especializadas em crimes cibernéticos; em muitas delas é possível fazer a queixa on-line.

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Aumento de ciberataques à área de saúde na pandemia
Apura S/A. “Aumento de ciberataques”, por Sandro Suffert, da Apura S/A.

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4 materiais e cursos gratuitos para aprender sobre e-commerce

O crescimento do e-commerce desde o início da pandemia foi vertiginoso. Com as medidas restritivas impostas pela pandemia, as compras que antes eram realizadas presencialmente passaram a ser, em grande parte, feitas pelos canais digitais. Chegou a hora de você aprender tudo sobre o e-commerce! 

Por conta desse aumento de volume nas vendas, o mercado digital contou também com a chegada de muitos empreendedores, que viram no e-commerce a possibilidade de complementar a renda ou mesmo tornar o novo negócio como principal atividade. 

Segundo o 7º Relatório Neotrust – Movimento Compre & Confie, divulgado no final de abril, o mês de março de 2021 foi o segundo maior mês da história do e-commerce brasileiro em termos de volume de vendas. 

Ainda conforme os dados do relatório, foram realizadas 78,5 milhões de compras online nos três primeiros meses deste ano, o que representa crescimento de 57,4% no comparativo com o mesmo período em 2020. Foram gerados mais de R$ 35,2 bilhões durante os meses de janeiro a março, representando um aumento de 72,2% na comparação.

Diante deste cenário, quem pretende entrar para o universo do comércio eletrônico precisa se preparar para a jornada. Confira abaixo 4 links com materiais e cursos gratuitos sobre e-commerce para quem deseja aprender – e, claro, faturar.  

1) Como construir uma loja virtual? – Sebrae

O curso gratuito do Sebrae oferece capacitação para compreender a evolução do uso da Internet para o comércio digital. 

Dividido em três módulos – “Desmistificando a internet: oportunidades para sua empresa”, “Preparando seu negócio para vender pela internet”, “Como construir a sua loja virtual”, o curso tem duração de duas horas, é totalmente online e oferece certificado. Saiba mais.

2) Guias completos e gratuitos sobre e-commerce – Codeby

A empresa de tecnologia Codeby oferece em seu site uma série de materiais, entre e-books, guias e cursos online, sobre assuntos relacionados ao comércio eletrônico. 

Destaque para o curso “Um guia sobre a plataforma VTEX”, que é um dos mais populares do site e ensina na prática como usar mais de 15 módulos da plataforma VTEX no dia a dia, e para o guia “Tendências para o e-commerce em 2021”, que aponta insights interessantes para serem utilizados o ano todo. Saiba mais

3) Cursos de marketing digital Ateliê Digital – Google

A gigante Google oferece uma série de cursos totalmente gratuitos voltados para o marketing digital e para quem quer mergulhar no universo do e-commerce. 

Merecem destaque os cursos “Leve sua Empresa para a Web” e “Gere conteúdo para promover sua empresa”, com 3 horas de duração cada. Saiba mais

4) Como vender na internet na crise do Coronavírus – Sebrae

Mais um dos cursos gratuitos com a qualidade do Sebrae, e dessa vez totalmente voltado ao cenário do e-commerce na pandemia. 

O curso, com duração de 4 horas, ensina técnicas para melhorar a performance nas redes sociais e aumentar o tráfego de clientes nos canais de vendas, inclusive para lojas físicas que tiveram que fechar as portas durante a pandemia e migraram ou pretendem migrar para o digital. Saiba mais

Codeby

Há mais de 6 anos no mercado de tecnologia, a Codeby contribui diariamente para o crescimento de negócios online de diversos segmentos e portes. Empresa apaixonada por tecnologia, motivada a buscar constantemente as melhores e mais completas soluções através de desenvolvimento de e-commerce, plataformas e funcionalidades. Clientes: Shoulder, Lego, Valisere, CIA. Marítima etc. Países em que a empresa está presente: México, Romênia, Chile, entre outros. Saiba mais: https://codeby.com.br/

Com informações de temma agência.

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Aprender sobre e-commerce
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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades

As principais dificuldades dos lojistas brasileiros em 2020 (e como resolvê-las em 2021) 

Por Henrique Carbonell *  

Não há dúvida de que o ano de 2020 foi desafiador para os lojistas brasileiros. Entretanto, falar que a pandemia da Covid-19 foi o principal problema do varejo chega a ser redundante. Claro, tanto o avanço de uma doença global quanto a necessidade de quarentena e isolamento social foram complicadores – mas esse problema afetou a todos, grandes e pequenos, independentemente da região ou segmento. O que cada empresário fez a partir disso é que determinou o sucesso, ou o fracasso, em 2020. Por conta disso, confira as principais dificuldades dos varejistas brasileiros no ano passado e saiba como evitá-las em 2021:  

1 – Transformação digital  

A digitalização dos processos em si não é um problema – de fato, pode ser considerada a solução para muitas dificuldades. Porém, poucos varejistas estavam aptos para se movimentarem de uma hora para outra com a chegada do novo coronavírus. De repente, tudo aquilo que ele fazia de forma manual e/ou física precisou migrar para o ambiente virtual por meio de softwares, sistemas e dispositivos. A transformação digital é um processo sem volta no Brasil, e os empreendedores precisam se preparar para realizá-la de forma segura. A melhor dica é encontrar fornecedores que possam orientar e auxiliar as empresas a encontrarem soluções que realmente façam sentido ao negócio.  

2 – Omnichannel 

Simultaneamente à transformação digital iniciada às pressas a partir de março de 2020, os varejistas brasileiros também tiveram que lidar com o aspecto omnichannel do consumidor, tanto no relacionamento com a marca quanto nas relações de compra e venda. Até então, havia mais teoria do que prática no dia a dia do negócio, mas foi preciso incorporar (e integrar) diferentes canais utilizados pelas pessoas, como e-commerce, aplicativos de mensagens, redes sociais, entre tantos outros. Foi uma dificuldade manter a comunicação sem ruído com o cliente, mas a adoção de tecnologias já desenvolvidas nesse preceito e que potencializam a integração de canais pode reduzir qualquer risco.  

3 – Gestão de vendas  

De repente as lojas físicas também precisaram vender pela internet. O WhatsApp passou a ser um importante aliado dos vendedores para conversar com os clientes e até para ofertar produtos. Mas como organizar esse fluxo e estipular metas em um novo contexto? A gestão de vendas do varejo precisou se adaptar a essa realidade, seja na adoção de novas técnicas, seja na estrutura do trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, foi preciso capacitar os colaboradores durante a pandemia, corrigindo em tempo real possíveis questões que surgiam no dia a dia. Para evitar novos problemas, a saída é contar com uma plataforma integrada de gestão empresarial e financeira, capaz de extrair relatórios de vendas para análise dos gestores.  

4 – Logística  

Outro problema decorrente da digitalização imposta pela pandemia da Covid-19 é a logística de entrega dos produtos. Quem já estava acostumado a vender pela internet possuía o know-how necessário para dar conta de todas as demandas. Mas e os varejistas que precisaram montar às pressas seus canais de vendas? A grande maioria sofreu para conseguir entregar os pedidos nos prazos e nas condições desejadas pelos consumidores. Aqui, mais do que encontrar a melhor solução tecnológica voltada à logística, o recomendado é garantir que esse recurso esteja integrado às ferramentas de gestão, permitindo que todo o processo seja automatizado, da confirmação do pedido ao envio da mercadoria.  

5 – Conciliação de cartões  

Por fim, fazer a conciliação financeira das transações de cartões tornou-se uma missão ainda mais primordial para a gestão do pequeno e médio varejista. A prática é essencial por conferir os valores envolvidos em cada transação, incluindo o valor pago nas taxas de administração das máquinas e demais custos envolvidos. Sem um detalhamento específico, é comum a loja pagar mais do que deve. É como um conta-gotas: no mês nem se percebe a diferença, mas depois de um ano há um rombo considerável nas finanças. As melhores plataformas de gestão financeira completam essa tarefa de forma automática, permitindo até mesmo a recuperação dos valores pagos a mais.  

* Henrique Carbonell é sócio-fundador da F360°, empresa especializada em sistema de gestão financeira com conciliação automática de vendas por cartão para o pequeno e médio varejowww.f360.com.br– e-mail:f360@nbpress.com  

Sobre a F360° 

A F360° é uma startup com a missão de transformar a gestão de varejo de franquias e do pequeno e do médio varejista desenvolvendo a melhor ferramenta de gestão do Brasil. O objetivo é gerar eficiência operacional, evitar perdas financeiras aos seus usuários e potencializar as vendas. Desenvolvida por – e para – o varejista, a plataforma oferece, em uma única ferramenta, integração de todos os processos de gestão de uma franquia ou de pequeno e médio varejo. A empresa faz parte da HiPartners, um ecossistema de investimentos focado em empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento dentro do conceito de New Retail. Para saber mais, acesse https://www.f360.com.br/.  

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Lojistas Brasileiros: Como resolver as principais dificuldades
Lojistas Brasileiros: soluções

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Dinheiro Fácil: Day trade só é rentável para os intermediários

Notícias virais sobre dinheiro fácil, como a de um jovem que transformou R$ 30 mil em R$ 700 mil durante a pandemia atrai para a prática da compra e venda diária de ações. Investidores incautos acumulam prejuízos e geram lucros a quem surfa nessa onda vendendo cursos, livros e ilusões.

No ínicio deste ano, tornou-se um viral nas redes sociais a trajetória de um jovem carioca de 24 anos e origem humilde que, atuando como day trader durante a pandemia, conseguiu transformar R$ 30 mil em R$ 700 mil. Contudo, histórias como essa atraem outros investidores para a ilusão do dinheiro fácil e rápido. A maioria acabam acumulando prejuízos e, alguns, como vimos no Fantástico desse domingo, acabam até caindo em golpes.

Histórias de superação como essa costumam ser inspiradoras. Contudo, a forma como ela é compartilhada na internet acaba confundindo as pessoas e reforçando uma compreensão equivocada de que um investimento de altíssimo risco pode ser uma fonte de renda.

Pesquisas mostram que quase a totalidade dos seguem por esse caminho têm prejuízo. Os pesquisadores Fernando Chague e Bruno Giovannetti, da Fundação Getúlo Vargas, chegaram a conclusões espantosas em seu trabalho.

Foram acompanhados todos os indivíduos que começaram a fazer day trade em ações no mercado brasileiro entre 2013 e 2016 (98.378 indivíduos), chegando-se nas seguintes revelações:

  1. 99,43% dos indivíduos não persistiram na atividade (apresentaram menos

de 300 pregões com day-trades);

  1. considerando-se os day-traders que persistiram (operaram por mais de

300 pregões), a performance média foi negativa;

  1. apenas 127 indivíduos foram capazes de apresentar lucro bruto diário

médio acima de 100 reais em mais de 300 pregões.

Nas palavras dos próprios pesquisadores: “Entre os 1.551 que persistiram, apenas 8 conseguiram apresentar lucro bruto diário médio maior do que a remuneração de entrada de um caixa de banco (160 reais por dia).”

No entanto, ao se observar que o número de novos investidores, inclusive muito jovens, nota-se que os resultados parecem não ter desanimado quem acredita na possibilidade do dinheiro fácil.

“A essência de se comprar uma ação é você se tornar sócio de uma grande empresa. Então, qual o sentido de você ficar comprando e vendendo a sua sociedade diariamente?”. Quem traz essa reflexão é o Educador Financeiro do canal “Dinheiro Com Você”, William Ribeiro, que também faz o alerta para os riscos dessa prática.

“A grande maioria das pessoas que estão se interessando pelo investimento em ações ainda acredita que tudo se resume a ficar acompanhando gráficos e apostando nas subidas e descidas dos preços. Day trading é uma atividade extremamente extenuante, que já levou vários investidores e famílias à ruína. Às vezes, o pior que pode acontecer é você começar ganhando dinheiro e acreditar que descobriu as regras do jogo. Os raríssimos day traders que ganham dinheiro, realizam a atividade como seu ofício, não é um hobby para se realizar no litoral ou no semáforo (aliás, quem, em sã consciência, deixaria de tomar caipirinha na praia para operar?).”

O Sonho do Dinheiro Fácil

Os Investidores que têm mais chances em conseguir lucro no day trade são aqueles que menos precisam disso para sobreviver. Pessoas que já construíram patrimônio e levam esse capital para o mercado financeiro para investir, para rentabilizá-lo.

“Quem tira dinheiro do seu próprio orçamento familiar para investir já começa perdendo, porque vai ser impossível não deixar o lado psicológico interferir nas operações”, explica o Educador Financeiro.

“Algumas pessoas afirmam que, assim como em qualquer outra atividade, poucos são os que se dedicam e têm sucesso. No caso do day trading isso é uma falácia, porque as pesquisas mostram que os operadores não ficaram melhores com o passar do tempo. Além disso, para efeito de comparação, as chances de ser aceito em Harward são de 4,7%, muito superiores aos 0,13% dos daytraders que têm como resultado mais de R$100 brutos por dia.”, destaca.

Quem realmente ganha com o day trade?

O grande foco das pesquisas sobre day trade é sobre consistência. Foi demonstrado que quanto maior é o número de pregões operados, menos provável é a sua chance de sucesso.

Desta forma, sempre teremos alguns vencedores pontuais, como certamente é o caso do jovem estagiário que se tornou “milionário” repentinamente. Ainda assim, por mero efeito da aleatoriedade, é bem possível que alguns poucos traders tenham sucesso repetidas vezes. “Se fizéssemos um campeonato de cara ou coroa, o campeão brasileiro certamente teria acertado um número bizarro de vezes, talvez dezenas delas. Nem por isso teria algum mérito por suas escolhas, mas certamente seria capa de revista e poderia lançar um curso ensinando como ser um vencedor nesta modalidade.”, afirma Ribeiro.

Definitivamente, day trade é um negócio lucrativo. Mas, de acordo com os estudos, quem faz dinheiro com ele são somente as corretoras (que ganham taxas), a Bolsa de Valores e os vendedores de curso.

William faz um último alerta a quem, mesmo assim, ainda pensa em arriscar.

“Tome cuidado com os gurus, com as dicas das outras pessoas. Será que se alguém tivesse o mapa da mina de ouro iria compartilhar com você e precisaria do seu dinheiro? Acrescento que, se tais dicas fossem divulgadas, brevemente seriam inócuas, uma vez que ficassem em domínio público e todos copiassem a estratégia.

Se o próprio dono da corretora soubesse desta fórmula, certamente criaria um exército de robôs, operando 24 horas por dia, o que certamente daria muito menos dor de cabeça do que administrar milhares de clientes dentro de uma corretora.

Se você deseja ser um day trader, já sabe que as chances estão contra você e que isso será um “trabalho” dos mais desgastantes e perigosos, diga-se. Caso contrário, não nunca priorize day trading com relação ao seu próprio ofício, porque é nele que você sabe ganhar dinheiro e pode aperfeiçoar-se de verdade”, conclui.

Entender a Jornada do Investidor evita erros e prejuízos

Em uma definição simples, o Educador Financeiro e apresentador do canal “Dinheiro Com Você”, William Ribeiro, explica o conceito da Jornada do Investidor como sendo “o processo que reflete a evolução das pessoas no domínio dos conceitos do mundo dos investimentos”.

Ter a consciência de como funciona essa jornada e seus possíveis caminhos, além de torná-los mais fáceis, é condição essencial para ter uma relação saudável e rentável com os investimentos.

“Muita gente me pergunta como começar e onde investir. E é logo no começo que as pessoas cometem dois erros principais: superestimar ou subestimar os riscos. Para o primeiro caso, é mais fácil: basta buscar conhecimento e ter disciplina para superar o medo de investir.

Já o segundo erro é de solução mais complexa. É preciso ter ciência de que investimento nenhum deixa ninguém rico no curto prazo. Mas também implica domar-se em seus instintos para não pular de cabeça em investimentos cujo risco é incompatível com seu perfil e jornada do investidor”, explica Ribeiro.

Em qual ponto inicia a sua jornada?

A jornada do investidor é uma estrada repleta de ramificações e com diferentes pontos de partida. Um único caminho errado pode atrapalhar e retroceder anos de caminhada, como alerta o Educador Financeiro.

 “O seu extrato bancário é um resultado que pode estar positivo ou negativo, refletindo um balanço das boas decisões financeiras da sua vida, frente à aquelas apostas (ou gastos desnecessários) que retiraram dinheiro da sua conta.

Um bom investidor sempre se questiona a respeito do quanto pode perder, ao passo que os iniciantes irremediavelmente procuram por investimentos cujo risco não podem suportar, como na renda variável”, pondera Ribeiro.

Para saber de onde um novo investidor deveria partir, basta uma análise simples para um primeiro diagnóstico das três possíveis situações que Ribeiro explica abaixo:

  1. A pessoa deseja começar a investir, pode até ter separado algum dinheiro, mas tem dívidas acumuladas.

Antes de pensar em aplicar qualquer quantia, a melhor coisa a fazer é livrar-se das pendências. É impossível encontrar qualquer investimento que tenha um retorno superior aos juros cobrados pelas instituições financeiras, especialmente se estivermos falando do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial.

Além dos juros altos, as dívidas tiram o sossego e a liberdade. Então, nesse caso, o primeiro passo é olhar para trás, encontrando um meio de quitar todas as suas pendências e focar na geração de renda para aumentar seus recursos.

Não é raro encontrar pessoas que tentam justificar sua ansiedade em colocar dinheiro em algum investimento, mesmo estando endividadas. “Se eu não fizer dessa forma eu não começo” ou “Dívidas eu sempre vou ter, se não for assim, não consigo comprar nada”, estão entre os absurdos que cegam as pessoas para o problema.

Como falamos no início, a disciplina é indispensável para começar essa jornada. E se este argumento ainda não for suficiente, partimos para um argumento infalível: a ponta do lápis.

Vamos imaginar um aspirante a investidor hipotético que está começando errado a sua jornada e deu início a um plano de previdência privada com contribuições mensais de mil reais, ao mesmo tempo em que está utilizando o limite de seu cheque especial. Veja só:

 Conta com Limite (Cheque Especial)Plano de Previdência
Saldo inicial (R$)0,000,00
Após primeiro aporte (R$)-1.000,001.000,00
Juros ao mês (exemplos)8 %0,5 %
Perdas x Ganhos (R$)– 80,005,00

O que vemos na tabela acima é uma pessoa que, para ganhar R$ 5,00 de rendimento, pagou R$ 80,00 em juros da dívida. Se essa atitude se estende ao passar do tempo, a bola de neve dos juros fatalmente acabará com qualquer possibilidade de progresso financeiro na Jornada do Investidor.

Então, não há outro caminho que não seja acabar com todas as dívidas, buscando aumentar a renda e economizar mais, para conseguir sobrar mais dinheiro para investir.

  1. A pessoa quer começar a investir, mas ainda não tem uma reserva financeira.

Aqui, estão consideradas as pessoas que já não têm dívidas e decidiram começar a investir pela primeira vez, começando do zero. Ou seja, não têm nenhuma reserva de emergência ou, como costumamos chamar, um “colchão financeiro”. Esta é uma etapa indispensável antes de seguir para investimentos de maior risco.

Seja para preparar o colchão financeiro, ou aportar em investimentos mais arrojados, é fundamental garantir que, na balança, o ganho seja maior do que o gasto. Afinal, toda riqueza construída no mundo foi edificada sob a quantia que se foi poupada, evidentemente.

O Colchão Financeiro é o passo mais importante da jornada do investidor por um motivo: garante que a segurança financeira da família não será comprometida, caso um investimento se mostre inviável, ou para momentos de escassez na geração de renda (seja por motivo de demissão, falta de clientes, etc);

O ideal é conseguir separar, no mínimo, 10% dos ganhos e destiná-los para uma reserva. Lembrando que os 90% restantes precisam ser suficientes para cobrir todas as despesas do mês. Você poderá afirmar que realmente já conta com um colchão financeiro formado quando essa reserva for o equivalente à soma de pelo menos seis meses de todos os seus gastos mensais. Há quem se sinta seguro com um montante que cubra um ano das despesas.

Para a reserva de emergência, não é adequado optar por ativos de maior rentabilidade, justamente por apresentarem maiores riscos. Para este objetivo financeiro, o ideal é aproveitar os benefícios que oferece a Renda Fixa, que são o baixíssimo risco e a liquidez, como é o caso do Tesouro Selic ou CDBs de liquidez diária.

É importante ter a consciência de que ninguém ficará rico investindo o dinheiro do colchão financeiro. A função da reserva é prover recursos que estejam prontamente disponíveis para qualquer adversidade que a vida nos apresentar, como problemas de saúde, perda de emprego ou acidentes.

  1. Quer começar a investir e já tem uma reserva financeira segura.

Se uma pessoa não tem dívidas e já conta com uma reserva financeira de emergência, ela pode começar aqui a jornada em direção ao acúmulo de patrimônio.

“A partir daqui os caminhos são muitos, por onde seguir vai depender muito do perfil de cada um, de quanto se tem para investir, prazo, quais os planos desse investidor para o dinheiro, entre diversos outros fatores que podem influenciar nas decisões e seus resultados. Exatamente por isso, acredito que o mais interessante seja adotar o conceito que chamamos de “diversificação financeira”, avalia o Educador Financeiro.

Dentro da própria Renda Fixa também há opções que oferecem um pouco mais de rentabilidade, como pode ser o caso do Tesouro IPCA+ ou Pré-Fixado. Porém, são produtos que possuem um prazo de vencimento, cujo resgate antecipado (embora seja possível)  pode trazer perdas pela chamada “marcação a mercado”.

Contudo, mesmo optando pelos investimentos mais sofisticados desta categoria, a Renda Fixa não oferece retornos muito grandes. Via de regra, são instrumentos que utilizamos mais como proteção do poder de compra de um dinheiro guardado, ou seja, visando protegê-lo da inflação.

Para ganhos maiores (e incertos, diga-se), é indispensável dar continuidade nessa jornada. Veja que primeiro pensamos em proteger, para só então subirmos o próximo degrau da jornada.

Um produto que costuma ser bastante indicado para quem deseja dar os primeiros passos na renda variável, são os Fundos de Investimento Imobiliários. Com quotas tão acessíveis como na casa dos cem reais, os FII possibilitam que pequenos investidores participem de empreendimentos imobiliários de alto padrão, como shoppings, lajes corporativas e galpões logísticos.

Por possuírem receita razoavelmente previsível dos aluguéis e do lastro imobiliário destes ativos, a oscilação das quotas (negociadas na bolsa de valores) não costumam sofrer grandes volatilidades, sendo características ideais para quem está começando a conviver com um pouco mais de risco.

A partir daí, o investidor pode se dar ao luxo de experimentar, sempre aos poucos e aplicando a diversificação, investimentos mais arrojados, como ações de empresas na bolsa de valores, criptomoedas, e até no mundo do empreendedorismo.

Independente do ponto de partida, o importante é começar

Acumular patrimônio é uma questão de disciplina e de dar tempo ao tempo, tanto para que os ativos financeiros possam gerar frutos (os proventos), quanto para que o investidor não pule etapas da jornada financeira.

“Definitivamente, investir não é só para gente rica. Mas, para ficar rico, investir é primordial. Tudo a seu tempo, um passo de cada vez. A jornada do investidor é fundamental para que, um dia, haja a independência financeira, em que o dinheiro trabalha para o investidor, não o contrário. Mas só é possível para aqueles que entendem e respeitam a jornada do investidor”, finaliza Ribeiro.

Sobre William Ribeiro

William Ribeiro é CEO do Dinheiro Com Você, empresa de consultoria, treinamento e Educação Financeira, focada em finanças pessoais e investimentos, além de uma produtora de conteúdo multiplataforma da qual faz parte um dos maiores e mais importantes canais de educação financeira do pais: www.youtube.com/dinheirocomvoce.

Possui título de MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e é graduado em Engenharia da Computação pelo Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel). Sua experiência de mais de 20 anos no empreendedorismo lhe trouxe a independência financeira e o consequente maior propósito da sua vida: levar seu conhecimento adiante, ajudando milhares de pessoas a terem uma vida financeira mais próspera.

Além de especialista no mercado financeiro, William também é autor e prepara o lançamento de seu primeiro livro (pela Alta Books) sobre o tema, uma publicação alinhada com o propósito de todo o seu trabalho que é desmistificar os investimentos no Brasil. 

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Dinheiro Fácil: Day trade só é rentável para os intermediários
William Ribeiro, educador financeiro e CEO do Dinheiro Com Você
Foto: Divulgação

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A presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento

Layla Vallias é autora de Sexualidade prateada: a presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento

Tecnologia e relacionamentos têm tudo a ver com maturidade, aliás, são duas coisas que os maduros gostam e nas quais investem tempo e energia. A pandemia, com todo o contexto de isolamento e distanciamento social, contribuiu muito para o aumento nas buscas por aplicativos de relacionamentos. Confinadas em casa, pessoas de todas as idades passaram a procurar mais por esse recurso para se relacionar com o outro.

De acordo com dados divulgados pelas próprias plataformas, o Happn – aplicativo de paquera no estilo do Tinder –teve um aumento de 18% nas mensagens trocadas; The Inner Circle, também no mesmo estilo, mas com um posicionamento de mercado mais voltado para a qualidade dos matches e não para a quantidade, teve um aumento de 15% nas “curtidas” e 10% nas mensagens enviadas. O Par Perfeito, por sua vez, registrou um crescimento de 70% de novos usuários, além de um ganho de 20% no tempo médio gasto no aplicativo e no site.

Os maduros não ficam fora desses resultados. Parcela da população que ganhou holofotes nesta pandemia por causa da vulnerabilidade diante do vírus, os prateados também estão nesses aplicativos. No Coroa Metade, plataforma focada em pessoas a partir de 40 anos, houve um aumento de 17% nos cadastros entre abril e outubro de 2020 em comparação aos seis meses anteriores à pandemia.

A presença digital dos maduros não me espanta! Quando coordenei a pesquisa Tsunami 60+, em 2018, descobri que esse grupo tem uma presença forte e marcante em tecnologia. Para se ter uma ideia, somente 10% dos entrevistados – em um universo de quase três mil pessoas – disseram não estar em nenhuma rede social. E, uma vez conectados, 81% acessam redes sociais; 80% pesquisam na internet; 66% tiram e gerenciam fotos e vídeos; 64% checam e-mails e 61% assistem a vídeos.

Por isso, gosto de dizer que a internet, para eles, é a janela para o mundo. Nas entrevistas que fizemos, as pessoas afirmaram adorar receber de 50 a 60 “mensagens de bom-dia” a cada manhã. Para esse público, isso é um movimento ­– uma pulsão da existência muito forte nessa fase da vida – quando a pessoa começa a trabalhar menos e ficar mais em casa. O que a internet tem feito é proporcionar que essa movimentação permeie diferentes áreas da vida. E o relacionamento é uma delas. Os maduros são um público que quer viver o agora e não têm mais tempo a perder. Relacionar-se com o outro, na forma de amizade ou amor, é fundamental para que mantenham a qualidade de vida.

No Coroa Metade, 69% dos homens procuram namoro; 54%, amizade; 21%, casamento; e 38%, sexo. Com relação às mulheres, 70% querem namoro; 51%, amizade; 20%, casamento; e 6%, sexo. Isso tem muito a ver com a liberdade que os maduros estão conquistando, seja na forma de procurar o relacionamento, seja na necessidade de não esconder mais a idade e os cabelos brancos. Grande parte dos usuários maduros quer mesmo é mostrar que aos 50, 60, 70 ou 80 anos ainda é possível namorar, ter uma vida sexual ativa, fazer novos amigos e se divertir.

Prova disso é que este público também está em sites de pornografia. Dados de 2019 do Pornhub – maior site de pornografia no mundo – apontam que os visitantes com idade entre 55 e 64 anos têm 83% mais probabilidade de assistir a vídeos na categoria “Vintage” e 65% acessam os da categoria “Maduros”, quando comparados a outras faixas etárias. Para visitantes seniores com mais de 65 anos, a categoria “Closed Captions” ganhou 77% de visualização e os vídeos “Vintage” foram duas vezes mais populares quando comparados aos visitantes mais jovens.

Esses dados revelam que tanto a pornografia quanto os aplicativos são recursos que estão presentes na realidade dos maduros, um grupo que cresce no mundo todo e tem como característica uma curiosidade de entender as novidades que o mundo oferece. Não é à toa que já existem diversas empresas focadas em oferecer encontros a esse público, como Coroa MetadeSolteiros 50 e OurTime Brasil. E, se o caminho para expandir as relações passa pela internet e pelos aplicativos, eles estão lá, curiosos para entender, aprender e utilizar essa ferramenta.

| Layla Vallias – eleita, em 2021, pela Forbes Under 30, uma das jovens brasileiras mais influentes com menos de 30 anos – é cofundadora do Hype50+, consultoria de marketing especializada no consumidor sênior e da Janno – startup agetech que tem como missão apoiar brasileiros 50+ em seu novo plano de vida. Foi coordenadora do Tsunami60+, maior estudo sobre Economia Prateada e Raio-X do público maduro no Brasil, e diretora do Aging2.0 São Paulo, organização de apoio a empreendedores com soluções para o envelhecimento em mais de 20 países. Mercadóloga de formação, com especialização em marketing digital pela Universidade de Nova York, trabalhou com desenvolvimento de produto na Endeavor Brasil.

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Layla Vallias, autora de A presença dos prateados nos aplicativos de relacionamento. Foto: Divulgação

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Meta para cobertura de fibra ótica 99% dos municípios até 2024

Decreto aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (30), com obrigações impostas às concessionárias de telefonia fixa em um período de cinco anos, incluindo a meta para cobertura de internet por fibra ótica.

O Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU5) do setor de telecomunicações foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (28), trazendo obrigações impostas às concessionárias de telefonia fixa. Entre as principais normas, está o investimento na implantação de redes de fibra ótica para alcançar 99% dos municípios brasileiros até 2024.

As metas valem por um período de cinco anos, a partir de 2021, e abrangem as operadoras Oi, Telefônica, Claro e Algar. Essas normas foram aprovadas em decreto em novembro de 2020, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expectativa é de que 1,5 mil municípios brasileiros recebam a internet por fibra ótica, alcançando cerca de 5.500 cidades nos próximos três anos. 

O plano detalha que a rede de fibra deverá ter capacidade mínima de 10 gigabits por segundo (Gbps), cobrindo, até o final de 2021, até 10% do respectivo município. Essa instalação de fibra ótica substitui uma meta do PGMU anterior, que previa a implementação do 4G em localidades sem essa tecnologia.

Em parceria com Brasil 61

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Meta para cobertura de fibra ótica 99% dos municípios até 2024

Terceira idade digital: pandemia impulsiona uso de tecnologia

Envio de mensagens e interatividade por redes sociais, serviços bancários e compras pela internet ganharam mais adeptos da terceira idade (digital).

A pandemia de Covid-19 ampliou o número de idosos nas plataformas tecnológicas.

Sou Bernadete Druzian e conto neste episódio do Falando de Tecnologia, como a vida digital passou a fazer parte da rotina de pessoas que usavam o celular só mesmo na sua função original: fazer ligações.

Pandemia e era digital

Que a pandemia propôs formas para reinventar as rotinas diárias não é novidade para ninguém. Além disso, quem estava fora do mundo tecnológico entrou de cabeça e se deu bem.

Muitos idosos viram nos apps de mensagens ou redes sociais a chance de estreitar laços com familiares e amigos rompidos pelo distanciamento.

Os números chegaram às alturas: 89 POR CENTO dos usuários da internet acima de 60 anos fizeram chamadas de voz ou por vídeo durante a pandemia.

E 84 POR CENTO deles usaram redes sociais para se distrair.

Terceira Idade digital: Conectados

Anteriormente, quem relutava lançou mão dos apps para realizar serviços bancários, pagar contas ou compras e ficar bem protegido dentro de casa.

O índice praticamente dobrou: de 40 para 77 POR CENTO na comparação com 2019.

Os dados são da pesquisa Painel TIC Covid-19, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação.

Para especialistas, o acesso ao mundo digital começou como questão de sobrevivência e tudo indica que se incorporou nos hábitos dos idosos tanto quanto na rotina dos veteranos adeptos da tecnologia na palma da mão.

Terceira idade digital

Jorge Costa, professor da Universidade Aberta da Terceira Idade da Universidade do Rio de Janeiro pondera que a solidão tem um peso maior na vida dos idosos o que passou a ser essencial se voltar para essa necessidade de inclusão.

Sendo assim, muitas pessoas recorreram aos filhos e netos para aprender a explorar os recursos dos smartphones, e muitos gostaram tanto, que procuraram aulas online nas mesmas plataformas que aprenderam a fazer lives com amigos e familiares.

Por exemplo, compras em lojas virtuais, pagamentos em plataformas financeiras e o novo Pix são os preferidos de gente como Maria da Conceição, de 72 anos, moradora de Fortaleza.

Então, ela dá uma dica: basta seguir o passo a passo que dá certo. É como uma receita de bolo.

“Terceira idade digital: pandemia impulsiona uso de tecnologia” com informações de Rádio2.

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Fundo de Telecomunicações para universalizar banda larga nas escolas públicas do Brasil

Banda Larga Brasil: Izalci Lucas (PSDB/DF) destaca importância da modernização do Fust para inclusão digital dos estudantes

Apenas 1,2% dos R$ 19,4 bilhões arrecadados entre 2001 e 2015 pelo Fust, o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, foram usados, de fato, para melhoria do setor em todo o País. É o que aponta um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2017. 
 
Criado em 2000, o Fundo tinha o objetivo de garantir serviços de telefonia fixa em locais que não oferecem lucro para o investimento privado. Além disso, limitação que não atende, segundo especialistas, as necessidades da conectividade atual, liderada pela internet. 
 
Até por isso, o Senado aprovou, em novembro, um projeto de lei que moderniza o Fust, ao ampliar a possibilidade de uso dos recursos do Fundo que, a partir de agora, vão poder ser gastos para expandir e melhorar a qualidade das redes e dos serviços de telecomunicações. Dois dos principais pontos da nova legislação garantem o acesso à internet de banda larga em todas escolas até o fim de 2024 e melhoria da conectividade no campo. 

Aprovação

O Senador Izalci Lucas (PSDB/DF) comemora a aprovação do PL 172/2020, que reconfigura o Fundo. “Desde quando entrei na Câmara Federal, a gente luta para transformar este recurso em inclusão digital nas escolas. Eu sempre dizia, lá atrás, desde 2004, quando fui secretário, que o analfabeto de hoje não é mais quem não sabe ler e escrever; o analfabeto é quem não tem acesso à internet, ao conhecimento – até chamo “analfabyte”, afirma. 

Banda Larga Brasil

O texto aprovado tem, entre as prioridades, prover o acesso à internet às escolas de todo o País com recursos do Fundo. Dados do Censo Escolar 2018, divulgados pelo Inep no ano passado, apontam que 30,4% das escolas de ensino fundamental não têm conexão com a internet. Assim, equivalente a mais de 39 mil estabelecimentos. 

Prioridades da Banda Larga no Brasil

De acordo com o PL 172, no mínimo 18% dos recursos do Fust deverão ser aplicados, obrigatoriamente, para dotar todas as escolas públicas brasileiras, em especial as que ficam na zona rural, de acesso à internet em banda larga, até 2024. A internet em banda larga, de maior velocidade, só está disponível em 57,6% das instituições do fundamental. Ou seja, mais de 54 mil escolas não possuem esse tipo de recurso.
 
Segundo Lucas Rocha, gerente de inovação da Fundação Lemann, a aprovação do uso do Fust para levar banda larga às escolas é um primeiro passo. Acima de tudo, importe para universalização da internet no país. “É quase que um atestado de que a educação é uma prioridade nessa luta pela conectividade. Além disso, uma estratégia para conseguir levar internet para todo o Brasil”, afirma. 
 
A dificuldade que os alunos brasileiros têm em relação à disponibilidade de internet é um dos gargalos para a melhoria da educação nos próximos anos. Fato que ficou escancarado com os efeitos da pandemia da Covid-19. De acordo com levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), cerca de seis milhões de estudantes — da pré-escola até a pós-graduação — não têm acesso à internet banda larga no Brasil ou 3G/4G para participarem de aulas remotas, alternativa que as escolas encontraram para minimizar o impacto da proibição das atividades presenciais. 

Banda Larga Brasil na Zona Rural

Responsável por 21,4% do PIB brasileiro, com faturamento de R$ 1,55 trilhão em 2019, o agronegócio também deve se beneficiar com o projeto de lei. Isso, porque o texto prevê que os recursos do Fust serão destinados a cobrir projetos para serviços de telecomunicações em zonas rurais ou urbanas com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Além disso, o Fundo poderá financiar políticas para inovação tecnológica de serviços no meio rural, coordenadas pela Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).
 
O desafio é considerável, já que mais de 70% das propriedades rurais não possuem conexão com a internet, de acordo com o último Censo Agropecuário, de 2017, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Extremamente competitivo em escala global, o agronegócio brasileiro precisa de conectividade para o uso intensivo de sensores, drones e operação das próprias máquinas no campo, por exemplo.
 
“Vivemos em uma sociedade cada vez mais tecnológica em que até a área rural precisa se amoldar a esse formato. Boa parte da produtividade de muitas empresas sediadas na área rural, e fazendas precisa de equipamentos modernos e tecnologia para gerar mais renda, fomentar mais ainda a economia”, acredita Amanda Caroline, especialista em direito civil. 

Conselho Gestor

O Conselho Gestor administrará o Fust, vinculado ao Ministério das Comunicações. As pastas de Ciência, Tecnologia e Inovações; Economia; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Educação; e Saúde terão um representante cada no colegiado. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) também será representada. Por fim, o Conselho contará, com três representantes da sociedade civil e dois das prestadoras de serviços de telecomunicações.

Fonte: Brasil 61

Valid apresenta soluções para Cidades Inteligentes e Certificação Digital

A Valid, multinacional brasileira e líder no mercado de identificação segura e soluções de rastreabilidade, é patrocinadora do II CONAJ – Congresso Nacional das Juntas Comerciais, que acontece de 2 a 4 de dezembro, na sede da Fecomércio/RJ. Valid apresenta soluções para Cidades

O evento será realizado pela Federação Nacional das Juntas Comerciais (FENAJU). O II CONAJ este ano será semipresencial e trará como tema central: “A transformação digital e sua relevância para o registro mercantil e as Juntas Comerciais”.  

No dia 3 de dezembro, a Valid apresentará suas soluções para Cidades Inteligentes e Certificação Digital para os serviços públicos. Haverá a demonstração de como a expertise da companhia em desenvolver soluções podem fortalecer o registro empresarial no Brasil. Além disso, facilitar o dia a dia de empresas e cidadãos no caminho da transformação digital. 

Serviço

II CONAJ 

Data: 2 a 4 de dezembro de 2020 

Local: Fecomércio/RJ 

End.: R. Marquês de Abrantes, 99 – 11º andar – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ 

Informações: www.conaj.fenaju.com.br 

Sobre a Valid apresenta soluções para Cidades

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com  

Valid apresenta soluções para Cidades
Valid apresentará sua expertise para Cidades Inteligentes e Certificados Digitais

Conheça a Internet 6G. E nem chegou a 5G…

A internet 6G será a próxima geração das redes móveis. E a grande promessa é que esse novo sistema entregue uma velocidade muito acima do 5G. Atualmente que este ainda está sendo implementado em diversos lugares do mundo. Desde já, para ficar por dentro do assunto e já pensar no futuro (por que não?) continue a leitura do texto. Conheça a Internet 6G:

Velocidade 6G

A perspectiva atual é de que a internet 6G alcance velocidades de até 1TB por segundo! Comparando com as redes de quinta geração equivaleria a uma conexão oito mil vezes mais rápida. Sensacional para a correria da nossa rotina, não é mesmo? 

Já notamos que, a cada dia, mais e mais dispositivos estão sendo conectados à internet. Sendo assim, com informações transmitidas com tal rapidez, seria possível resolvermos desafios que hoje ainda parecem sem solução. Tal qual os problemas que enfrentamos quando há grandes volumes de dados em movimento ou conectividade massiva em determinada área.

Mudanças no mundo

Algumas metrópoles, como São Paulo, Tóquio ou Nova Iorque, já vivem a realidade de estarem sempre conectadas à internet. A longo prazo, a rede móvel 6G poderia sustentar trilhões de dispositivos funcionando ao mesmo tempo. Sendo assim, diversos outros países a avançarão sua relação com a tecnologia. 

Cidades inteligentes

Carros, drones, smartphones, geladeiras. Não falta muito para morarmos em cidades inteligentes onde todas as coisas à nossa volta estarão conectadas a uma rede de dados. Portanto, o 6G deve chegar para transformar em realidade aquilo que ainda parece ficção científica.  

Novos negócios

Quando evolucionarmos a ponto de o 6G fazer parte do nosso dia a dia, com certeza, muito do que conhecemos hoje sobre empresas e modelos de negócios já terão se transformado. O momento que vivemos, inclusive, acelerou tais mudanças. Uma rede móvel ainda mais rápida, então, vem ao encontro de tudo o que precisamos para a revolução digital do século. O que nos leva ao próximo tópico.

Robôs no comando Conheça a Internet 6G

Pode parecer um exagero falarmos sobre internet 6G quando, aqui no Brasil, grande parte da população se relaciona ainda com o 4G. Fato é que os principais usuários da próxima geração das redes móveis serão as máquinas. Do seu dispositivo de assistência pessoal até a linha de produção das grandes fábricas: todo esse maquinário deverá estar conectado nas próximas décadas.

Mais saúde Conheça a Internet 6G

A conexão 6G também deve evoluir os equipamentos na área da saúde. Um sistema inteligente poderá ser de fundamental importância para cuidarmos da crescente população idosa em todo o mundo. Da temperatura corporal à pressão arterial — imagine se todos os controles puderem estar conectados e sendo monitorados?

Previsão de chegada Conheça a Internet 6G

A conexão 5G ainda está em desenvolvimento — e engatinhando no Brasil. O mais provável é que o 6G não deva estar em funcionamento antes da próxima década, ou seja, deverá ser implementada a partir de 2030. 

Até lá, serão necessários investimentos em novas tecnologias, como processadores, antenas, transmissores e toda a infraestrutura que a próxima rede de dados móveis vai demandar. 

Vale destacar que a internet 6G precisará operar com sua frequência na casa dos terahertz, emitindo ondas de até 3.000GHz. A nova rede também poderá ser instalada em satélites e plataformas, fornecendo conexão até mesmo no deserto ou em alto-mar.

Por enquanto ficamos aqui, acompanhando todas as descobertas e trazendo novidades para o nosso site. E você, como acha que uma conexão móvel de altíssima velocidade pode transformar o nosso dia a dia? Veja mais também em Dica App do Dia

Planos com televisão e internet são as melhores opções

De acordo com estudo da associação Proteste, assinantes podem economizar cerca de R$1 mil por ano

Os planos conjuntos de internet, telefone e televisão por assinatura ainda são as melhores opções para o cliente que busca economizar durante a crise. Segundo estudo realizado pela Proteste, maior associação de consumidores da América Latina, é possível poupar cerca de R$1 mil por ano, contratando o popular “combo”, oferecido por operadoras de todo o país.

A pesquisa, que abrangeu as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, comparou 33 planos disponíveis e comercializados pelas quatro maiores empresas do setor no Brasil. Para chegar aos números, foram analisados os hábitos de consumo de três perfis de assinantes: básico, intermediário e avançado.

Também foram avaliados pacotes com TV e internet, visando clientes que abriram mão do telefone fixo convencional. Neste caso, foi comprovada uma economia de R$960,96, para quem opta por mais velocidade e um número menor de canais pagos.

Mercado em expansão

Com os clientes em busca de ofertas conjuntas, cresceu também o número de operadoras que decidiram apostar em novos serviços. “A decisão de adicionar um novo produto foi principalmente por conta de os players concorrentes ofertarem o combo com televisão”, explica Wagner Furquim, presidente da Assim, companhia que opera no oeste paulista e no leste sul mato-grossense.

De acordo com Marcelo Rodrigues, diretor comercial da MultTV, empresa especializada em compartilhamento de headend, é possível notar um aumento nas vendas de provedores que optam por comercializarem os populares “combos”. “Notamos que as operadoras que passaram a comercializar televisão por assinatura conosco tiveram crescimento de vendas de pacotes de internet, devido a associação da marca do provedor com programadoras como Discovery, Disney, Turner, Viacom e Band”, afirma.

Opção de entretenimento

Cerca de 90 milhões de brasileiros não tem acesso ao cinema em suas cidades, de acordo com dados da Ancine (Agência Nacional do Cinema). Na região nordeste, por exemplo, são 33 milhões de pessoas excluídas deste tipo de entretenimento.

Diante deste cenário, a população busca por outras opções de lazer. Presente em 97% dos lares, a televisão segue como principal alternativa, sendo o veículo de comunicação mais utilizado pela população, segundo pesquisa da Kantar Ibope Media. Estima-se que cerca de 71 milhões de residências, tenham pelo menos um aparelho.

“A oferta de canais fechados para os nossos clientes tem sido uma alternativa, principalmente em cidades que hoje não possuem opções de entretenimento, tais como cinema e teatro. O acesso à variedade de programação oferecida pelos canais fechados tornou-se importante opção de diversão e informação para as famílias, fidelizando nossos usuários pela satisfação em contar com o acesso aos mais diversos conteúdos”, conta Samyr Bechelane, CEO da Netcetera, operadora que atua nos municípios de Mateus Leme e Juatuba, em Minas Gerais.

Sobre a MultTV

A MultTV é uma empresa especializada em compartilhamento de headend que busca viabilizar a oferta de TV por assinatura a custos acessíveis. A companhia, que opera desde 2015, tem um modelo de negócio único, atuando em parceria com a SES (empresa de satélites reconhecida mundialmente) e, apoio da Associação NEO e de programadoras de TV.  http://multtv.com.br/

Colaboração: Bruno Carvalho
Foto: Pixabay

Mídia e entretenimento no Brasil deve chegar a US$ 43,7 bilhões

Uma das maiores plataformas de transmissão do Brasil, Acesso Ingresso viabiliza o crescimento do segmento com nova modalidade de levar diversão  e arte em nível nacional e internacional.

Em razão da atual realidade, o mercado de eventos precisou inovar e transformar a sua forma de levar música, diversão e entretenimento. A inovação aliada à tecnologia permitiu que esses artistas continuassem atuando com seu público, mas sem deixar de levar alegria e a leveza de um ritmo musical que sempre contagia.

A nova forma de consumir entretenimento veio para ficar. De acordo com a 18ª Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2017-2021, da PwC, o mercado global de mídia e entretenimento crescerá a uma média anual de 4,2% nos próximos cinco anos e, em 2021, chegará a US$ 2,23 trilhões. No Brasil, o faturamento do setor de mídia e entretenimento deve chegar a US$ 43,7 bilhões, em 2021.

Acompanhando a tendência e o novo modelo de consumo de entretenimento, a Acesso Ingresso, uma das maiores plataformas de transmissão do Brasil, inovou e viabiliza a realização de shows online permitindo um maior poder de participação social. Bandas renomadas de todo o Brasil se adequam e levam uma experiência do palco direto para as telas de Tv e dispositivos mobiles, para uma transmissão em nível nacional e internacional. É o caso da banda de São Paulo, a Turma do Pagode de Convidados, que realiza show no próximo dia 21 de novembro, a partir das 21h30.

“O evento tem a finalidade de levar ao fã uma experiência única de prestigiar seu artista favorito, de forma segura, confortável e sem perder a emoção de compartilhar o show ao vivo no conforto de casa, podendo também interagir no camarim de forma exclusiva com o artista”, garante um dos integrantes do grupo, Thiago Luís.  Com um repertório baseado na trajetória de 20 anos e algumas regravações de alguns artistas renomados, a Turma do Pagode promete um verdadeiro pagode, alto astral e muita alegria.

Os amantes de um bom pagode podem adquirir seu ingresso pelo link: www.acessoingresso.com.br, por um valor de R$10,00 acrescido de taxa de serviços.

Serviço: Setor de mídia e entretenimento no Brasil deve chegar a US$ 43,7 bilhões, em 2021
Data: 21 de novembro de 2020
Horário: 21h30 às 23h
Valor: R$ 10,00
Vendas: www.acessoingresso.com.br

Assessoria de imprensa:
GA Comunicação
Contato: (61) 99662 686
Email: greicejornalistamds@gmail.com

Brasil ganha prêmio de qualidade de atendimento ao cliente

Segundo o site da Anatel, o Brasil venceu, na categoria “qualidade de atendimento ao cliente”, o concurso de Reconhecimento de Boas Práticas Regulatórias do Regulatel, o Foro Latinoamericano de Reguladores de Telecomunicações.

A escolha foi realizada na última quarta-feira, 4 de novembro, durante o Seminário Internacional “El rol de los Reguladores en el empoderamiento del consumidor: una perspectiva post pandemia“, promovido pela entidade.

O projeto brasileiro, apresentado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), concorreu com projetos da Colômbia, da Costa Rica, do México, do Paraguai, do Peru e da República Dominicana.

O principal tema dos trabalhos foram as formas de digitalização de procedimentos de controvérsias e como utilizar reclamações para tomada de decisão.

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Jornal Grande ABC

Brasil ganha prêmio de qualidade

O Jornal Grande ABC é feito para você, e por vocês. Nossos colaboradores e jornalistas estão todos dias buscando novidades e matérias. Assim, produzindo material especial para nossos leitores. Nosso foco são as cidades de Mauá, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Além disso, cobrimos o que acontece no Brasil e no Mundo, incluindo esporte, entretenimento e tecnologias.

Não possuímos nenhuma vinculação política ou partidária. Da mesma forma, sem ligações com outras mídias já existentes na região. Nossa fundação se deu em 07 de Setembro de 2020. Desde então, cada dia estamos crescendo e chegando em mais dispositivos e usuários. Por isso, nossa maior satisfação é entregar material de qualidade para nossos leitores. Portanto, cada nova visita e comentário, nos dão mais fôlego para seguirmos firmes e fortes neste projeto.

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Você sabe o que é phishing? Valid alerta sobre fraudes durante a Black Friday 

O phishing  é a modalidade de fraude que mais cresce entre os golpes na Internet

Com uma das datas mais importantes do ano para o comércio eletrônico se aproximando, surgem também diversos oportunistas cometendo fraudes no e-commerce. Por isso é necessário atenção redobrada tanto dos varejistas para oferecer um ambiente seguro aos seus clientes quanto dos consumidores que precisam ficar alertas à questão de segurança no momento de realizar uma compra on-line.  

Uma modalidade de ataques que aumenta nesta época é ophishing”, um golpe no qual os fraudadores simulam sites de compras e, por meio de e-mail – uma isca, por isso phishing -, enviam ofertas imperdíveis que visam roubar dados pessoais ou financeiros dos consumidores.  

Para alertar tanto os comerciantes de lojas virtuais e consumidores, os especialistas da Valid dão algumas dicas que podem diminuir/evitar inúmeras situações de fraude e perdas financeiras.  

É importante que os lojistas tenham sistemas de monitoramento de tráfego e firewall gerenciado, porém é fundamental um certificado SSL/TLS na página para se identificarem e ajudar seus usuários a se protegerem de possíveis ataques.  

O certificado SSL/TLS é um arquivo no protocolo de comunicação que permite a criptografia para proteger os dados trafegados da interferência de hackers. As informações que estão trafegando entre o servidor da loja e o dispositivo do consumidor ficam “embaralhados”, garantindo a segurança aos internautas para vendas mais efetivas.  

Para os consumidores, a dica é checar alguns pontos que podem garantir que está navegando em um ambiente confiável para realizar suas compras. Primeiro, observe a barra de endereço do site e cheque se no há a letra “S” depois da sigla HTTP – deve aparecer https:// - e um cadeado fechado no canto esquerdo do navegador. Esse é um indicativo que existe um certificado SSL/TLS ativo.  

Então, é só clicar no cadeado na barra de endereços de seu navegador e examinar se o domínio protegido é o mesmo da empresa que você quer realizar uma compra.  

Em alguns casos os hackers colocam um certificado SSL/TLS na página com o domínio diferente, ou seja, é falso. Desconfie de nomes parecidos, mas que não são iguais ao nome da loja que você deseja comprar.  

A atenção do consumidor deve estar voltada não só para os sites de vendas on-line, mas nas promoções que chegam por e-mails e, atualmente, pelas redes sociais.  

Segundo os especialistas da Valid, antes de clicar em qualquer link, desconfie. É mais seguro digitar direto o endereço da loja virtual de onde teria partido as ofertas para ter a certeza de que são verdadeiras ao invés de clicar nos links. Caso seja uma mensagem suspeita, o melhor a fazer é apagar imediatamente.  

Para finalizar, a confiança e segurança no e-commerce são fundamentais, então vale a pena fazer todas as conferências antes de incluir qualquer dado pessoal ou financeiro em um site e aproveite esta Black Friday com cautela. 

Sobre a Valid Certificadora  

A Valid Certificadora é uma empresa do grupo Valid especializada em serviços digitais de confiança, identificação, acesso, cifragem e autenticação realizando operações criptográficas padronizadas nacional e internacionalmente, de acordo com a regulamentação estabelecida, na identificação de pessoas físicas ou jurídicas para assinatura digital; geração e armazenamento seguro de evidências digitais de uma transação eletrônica e diversas outras soluções. Credenciada pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) é Autoridade Certificadora emitente dos certificados digitais ICP-Brasil, tais como eCPF, eCNPJ, NFe, CTe, SSL. Entre as áreas de atuação especializadas é PSS – Prestadora de Serviço e Suporte ICP-Brasil, ACT – Autoridade de Carimbo de Tempo, PS EEA – Prestador de Serviço para Entidade Emissora de Atributo, PSC – Prestadora de Serviço de Confiança, PSBio – Prestadora de Serviço Biométrico, Hub de Serviços em Blockchain e Platinum Partner GlobalSign para emissões de SSL raiz internacional. Para conhecer mais sobre os serviços Valid em certificação digital, assinatura digital, carimbo do tempo, certificados de atributo e desmaterialização de processos e documentos, visite: www.validcertificadora.com.br ou https://blog.validcertificadora.com.br/podecontar/   

Sobre a Valid 

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com.

  

BC lança página de esclarecimentos sobre a LGPD

Iniciativa é voltada para pessoas físicas e jurídicas que buscam informações a respeito do tratamento de dados

Para sanar as principais dúvidas, o  Banco Central lançou uma página para ajudar a entender melhor a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).  Já em vigor, ela afeta diferentes setores e serviços e a todos os brasileiros, de compras on-line a redes sociais, de bancos a órgãos públicos e da publicidade à tecnologia.

O conteúdo da página contempla as dúvidas mais frequentes dos cidadãos, especialmente sobre o tratamento de dados pessoais realizados pelo BC, e será atualizado frequentemente.

As informações têm pareceres jurídicos e contam com respostas aos questionamentos registrados nos canais de atendimento, reclamações dos cidadãos sobre o assunto e informações sobre as novas ações implementadas pelo BC ao longo do tempo, em relação à LGPD.

Fonte: Brasil 61

Projeto do Senai qualificará trabalhadores para a indústria 4.0

Iniciativa será oferecida em parceria com o Ministério da Economia

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) lançou projeto com o objetivo de capacitar trabalhadores em temas relacionados à chamada indústria 4.0. A iniciativa terá caráter experimental e será oferecida em parceria com o Ministério da Economia.

No projeto está prevista a oferta de conteúdos vinculados a essa nova modalidade de indústria, baseada na coleta e no processamento de dados em alta conectividade, como por meio da Internet das Coisas, e em novas tecnologias como inteligência artificial e manufatura avançada.

O curso de metalomecânica, por exemplo, abordará técnicas e recursos relacionados à manufatura avançada. No de Tecnologia da Informação estão previstos conteúdos sobre programação e testes de sistemas de inteligência artificial.

Poderão participar jovens de 14 a 24 anos. Os interessados deverão acessar a plataforma do Senai Contrate-me e fazer o cadastro. A seleção contará ainda com entrevistas para avaliar os perfis dos candidatos.

Segundo o Senai, o objetivo é que os cursos agreguem conhecimento para auxiliar na busca por vagas no mercado de trabalho. A entidade destaca que essa qualificação também pode contribuir para a busca de carreiras no ensino superior.

O projeto prevê parceria com indústrias e empresas, que disponibilizarão 280 vagas aos participantes. Segundo o Senai, seis em cada 10 alunos dos cursos saem empregados após as atividades.

“Vamos fazer não apenas um sistema de aprendizagem tradicional, mas voltado aos fatores da quarta revolução industrial. Estamos falando de um aprendiz que vai ter formação em internet das coisas, big data, digitalização. Como esses são os novos fatores, os cursos têm longa duração e o papel de formar para o mundo do trabalho”, disse o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi.

Fonte: Agência Brasil

Projeto Mães da Favela quer conectar à internet 2 milhões

Programa se expandirá por todo o país

Depois de ser lançado ontem (24) na Favela de Heliópolis, em São Paulo, o projeto Mães da Favela ON será inaugurado hoje (25) na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, numa ação conjunta da Central Única das Favelas (Cufa), Comunidade Door e Alô Social.

Segundo os organizadores, o programa é o maior projeto de conectividade em favelas já feito no Brasil e pretende levar internet gratuita para dois milhões de pessoas até julho de 2021. 

Trata-se de uma continuidade da iniciativa Mães da Favela, lançada em abril, após o início da pandemia de covid-19 no país. No Mães de Favela, é feita a distribuição de cestas básicas, físicas e digitais, nas mais de cinco mil favelas brasileiras onde a Cufa tem atuação. A seleção das mães é feita pelas lideranças regionais da instituição, de acordo com a priorização por necessidade.

Depois do Rio, o programa se expandirá por todo o Brasil. Segundo a organização, para que a plataforma seja aproveitada como uma ferramenta de retomada econômica e educacional, o projeto terá como foco o acesso aos conteúdos voltados à educação e ao empreendedorismo. 

A ação vai disponibilizar conexão aberta à internet em diversos pontos de 150 complexos de favelas nos 26 estados e no Distrito Federal, além da distribuição de chips da empresa Alô Social, em parceria com a TIM, para as 500 mil mães previamente cadastradas.

Dificuldades corriqueiras 

De acordo com o fundador da Cufa, Celso Athayde, a iniciativa nasceu a partir do relato de mães atendidas que, além das dificuldades corriqueiras e as impostas pela crise da covid-19, veem seus filhos sem a opção de se adequarem ao ensino remoto imposto pelo isolamento social por não terem os equipamentos necessários ou internet disponível para as aulas.

“É claro que eu penso muito na educação das crianças, mas quem conhece esta realidade de perto sabe que, muitas vezes, enquanto a mãe do asfalto está preocupada com o reinício das aulas, as mães da favela estão tentando salvar a vida dos filhos naquele dia. Manter as famílias conectadas é uma necessidade de sobrevivência”, disse Athayde, em nota.

A instalação dos pontos de wifi livre ficará a cargo da Comunidade Door. A coordenação da curadoria e chancela do projeto fica por conta da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que apoia o Mães da Favela desde a sua criação com patrocínio do Instituto Unibanco.

Fonte: Agência Brasil

Ações da Oi sobem com possível venda da operação para Claro, Tim e Vivo

Fonte: Natália Flach, do CNN Business Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Rodrigo de Abreu, presidente da Oi: no ano, as ações da companhia registram valorização de 131,7%

As ações da Oi subiram nesta terça-feira (8) impulsionadas pelo anúncio de conclusão das negociações com Vivo, Tim e Claro. As empresas de telefonia chegaram a um acordo sobre os principais termos relativos à alienação da operação de telefonia móvel da Oi e de suas subsidiárias. Os papéis resgistravam alta de 5,96%.

Os papéis da Tim, por sua vez, avançaram 1,7%, já os da Telefônica Brasil (Vivo) caíram 1,06%. No ano, as ações da Oi registram valorização de 131,7%.

Na segunda à noite (7), a Oi divulgou, em fato relevante, que aceitou a proposta vinculante revisada que inclui a compra de ativos móveis, caso a Vivo, Tim e Claro sejam vencedoras do processo competitivo por R$ 16,5 bilhões, dos quais R$ 756 milhões referem-se a serviços de transição a ser prestados por até 12 meses, acrescido do compromisso de celebração de contratos de longo prazo de prestação de serviços de capacidade de transmissão junto à Oi de R$ 819 milhões.

Dessa forma, Tim, Vivo e Claro devem ser qualificadas para participar do processo competitivo de venda dos ativos móveis, caso a Assembleia Geral de Credores — que será realizada nesta terça — autorize.  As três terão o direito de cobrir a oferta de maior valor que seja eventualmente apresentada no referido processo competitivo, desde que a nova oferta seja no mínimo 1% superior ao montante equivalente à soma do valor proposto a ser pago em dinheiro.