Assentamento Apucarana: Santo André avança em regularização fundiária

A Prefeitura de Santo André, em parceria com o programa “Cidade Legal” da Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo, está avançando cada vez mais na regularização fundiária com o objetivo de promover a regulamentação de áreas de interesse social no município. Uma nova ação realizada pelo município irá beneficiar os moradores do Assentamento Apucarana.

No local, será realizada nos próximos meses a regularização de 142 lotes. O procedimento administrativo já foi concluído e a Certidão de Regularização Fundiária – juntamente com a lista de ocupantes – também está protocolada junto ao Cartório de Registro de Imóveis da cidade. A partir deste momento falta apenas a expedição das matrículas pelo cartório e a finalização do trâmite interno da Prefeitura para preparar os documentos oficiais e marcar a entrega aos beneficiados.

“A regularização fundiária é de extrema importância, garantindo cidadania, assegurando às famílias o direito à moradia digna e promovendo a melhoria da qualidade de vida, assim estimulando o crescimento ordenado da cidade e o desenvolvimento social dos andreenses. Este processo de regularização permanece em andamento em todas as regiões do município, ajudando famílias que não eram atendidas há décadas”, destacou o prefeito Paulo Serra.

A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária tem mapeado e agido diretamente nos mais diferentes núcleos e bairros da cidade, buscando estabelecer a meta da entrega de matrículas, novas moradias e um extenso plano de urbanização.

“Momento de felicidade para nós andreenses. Estamos na etapa final, após décadas de promessas e promessas que não saíam da boca dos políticos. Com o apoio que sempre tivemos da Prefeitura e sua equipe, trabalhando em conjunto, faremos cada vez mais em diversas outras comunidades da nossa cidade”, afirmou o secretário executivo da Habitação do Estado de São Paulo e presidente do programa Cidade Legal, Fernando Marangoni.

“Este é um trabalho árduo, que demanda tempo e dedicação, e com o com o apoio técnico e financeiro do Cidade Legal trazemos este importante resultado social de dar dignidade as famílias através da regularização fundiária”, disse o Secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Rafael Dalla Rosa.

Assentamento Apucarana – O Assentamento Apucarana teve sua implantação iniciada no ano de 1971, em área pública de propriedade da Prefeitura de Santo André. O núcleo surgiu por meio de ocupação espontânea em local destinado ao uso público no Jardim do Estádio e hoje possui 142 lotes em uma área de mais de 28 mil metros quadrados. O espaço é caracterizado como loteamento e tem como acesso principal as ruas Anajás, Alabastro e Apucarana.

O assentamento é dotado de toda a infraestrutura básica essencial necessária: rede de distribuição de água, rede de distribuição de energia elétrica, iluminação pública e rede de esgoto. Possui ainda pavimentação, com guias, sarjetas, calçadas e sistema de drenagem das águas pluviais, tendo trafegabilidade total no viário. Há também coleta de lixo e transporte coletivo municipal.

| Texto: Guilherme Menezes
| Fotos: Helber Aggio/PSA

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Cibercrimes: manipulação psicológica envolve 40% dos casos

A Verizon, gigante norte-americana do ramo de telecomunicações, acaba de lançar um detalhado relatório sobre cibercrimes e violação de dados com material coletado em 88 países.

O Relatório de Investigação de Violação de Dados 2021 (do inglês Data Breach Investigations Report – DBIR) tem como objetivo mapear incidentes mais comuns relacionados a uma série de crimes cibernéticos que puderam gerar violação de dados. Foram analisados 79,635 incidentes, dos quais 29,207 se encaixaram nos padrões de avaliação pré-estabelecidos de análise; e foi possível confirmar 5,258 casos de violação de dados.

“O DBIR não tem o objetivo de predição de crimes, mas é um material detalhado para ajudar e criar estratégias de segurança para se enfrentar um futuro incerto”, diz a equipe de edição do relatório.

E os dados apresentados realmente chamam a atenção. Mapeando o “padrão” de violações mais recorrentes, a DBIR aponta que próximo de 40% das ocorrências envolveram engenharia social, que é a manipulação psicológica de pessoas para a execução de ações ou divulgação de informações confidenciais. 25% foram ataques via web, normalmente com sites e aplicativos enganosos, e 20% com invasão de sistemas.

Entre as ações mais comuns, 85% das violações envolvem um elemento humano como “vítima” e 61% dos casos tiveram como finalidade o roubo de credenciais. E para espanto de muitos usuários, a maior parte dos ataques, 80%, parte de instituições criminosas altamente organizadas, que buscam de alguma forma lucrar com esses crimes.

“Os cibercriminosos estão cada vez mais especializados e atentos a potenciais vítimas. O DBIR deve ser levado muito a sério para que essas ações criminosas sejam minadas”, explica Sandro Süffert, CEO da Apura Cyber Intelligence.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Apura contribuiu com dados para o relatório da Verizon. A empresa brasileira de cibersegurança tem se especializado cada vez mais no desenvolvimento de ferramentas e estratégias para combater o cibercrime.

A Apura acompanha de perto o cenário de cibercrimes no Brasil. Além de oferecer soluções profissionais para elevar o nível de cibersegurança em empresas, ela também mapeia os eventos para buscar cada vez mais uma visão ampla dos possíveis “gaps” para futuros ataques.

Por exemplo, um dos cenários observados recentemente foi o impacto da pandemia de Covid-19 na cibersegurança. Muitas empresas levaram seus funcionários para o home office, porém algumas delas não se atentaram às questões de segurança, uma vez que as redes domésticas de internet não são providas com todos os elementos de segurança que uma rede empresarial supostamente deve ter. Esse cenário foi um prato cheio para os cibercriminosos.

Esse não foi um evento particular do Brasil. O relatório conseguiu mapear as principais mudanças nos tipos de violações ocasionadas pela pandemia. Em 2020, os casos de phishing, que é uma técnica de engenharia social usada para enganar usuários e obter informações confidenciais, como nome de usuário e senha, aumentaram em mais de 10%. Outro tipo de ameaça que também cresceu durante a pandemia em 2020 (7%) foram os ataques de ransomware, que são malwares que sequestram os dados da vítima, permitindo que os cibercriminosos peçam um “resgate” pela devolução ou não divulgação dos dados.

Para acessar o relatório na sua forma integral, acesse:

https://www.verizon.com/business/resources/reports/dbir/2021/masters-guide/

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Sandro Süffert, CEO da Apura Cyber Intelligence. Empresa brasileira contribuiu com a elaboração do relatório da global Verizon.

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Preocupação com cibersegurança nas empresas atinge recorde

Um relatório encomendado ao IDC pela TIVIT, multinacional brasileira de tecnologia, demonstra a crescente preocupação das empresas com cibersegurança na área de TI. Segundo o levantamento Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos, 59,7% das empresas da América Latina consideram a cibersegurança uma prioridade estratégica para a área de tecnologia da informação, um avanço de 15 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento feito em 2018. O tema aparece à frente de tecnologias como Big Data e Inteligência Artificial e Cloud Computing. Ainda, 13,6% das organizações apontaram a computação em nuvem como parte dos esforços na melhoria da postura em segurança cibernética.

Os dados demonstram que as empresas estão mais conscientes sobre a sua segurança digital, ao passo que a complexidade das ameaças digitais aumenta. “Cibersegurança é uma prioridade para as empresas e seguirá ganhando importância ao longo de 2021. Hoje, a segurança é uma prática habilitadora da continuidade dos negócios e, para isso, é necessário que todas as ameaças sejam mitigadas e combatidas de forma assertiva. Trata-se de uma maneira de responder à nova legislação, proteger clientes e adotar boas práticas com o uso da tecnologia”, comenta Armando Amaral, diretor de CyberSecurity na TIVIT.

Como resultado da visibilidade do tema, empresas brasileiras também têm destinado maior parte do orçamento a isso. Em 2020, foram investidos cerca de US$ 1 bilhão em serviços para detecção e combate às ameaças digitais, cifra que deve crescer para US$ 1.33 bilhão até 2024. Outro fator que justificou o aumento do investimento em segurança foi a pandemia de COVID-19 iniciada em 2020. OS Dados do IDC apontam que 44% das corporações aumentaram seus investimentos planejados para 2020 ao longo do ano.

Segurança e Nuvem

De acordo com o relatório, Cloud Computing ocupa o terceiro lugar na prioridade das empresas respondentes, com 34,3%, à frente de Customer Experience e de Machine Learning. Ainda assim, para reduzir brechas e tornar as operações das organizações mais seguras, a computação em nuvem continua sendo muito importante. Em 2019, no levantamento IDC Latin America Cybersecurity Report, 13,6% dos respondentes apontaram Cloud como um ponto estratégico para aumentar a segurança. “O uso da computação em nuvem é uma forma eficiente de mitigar ameaças. Com o uso de nuvem pública, disponibilizamos especialistas dedicados à proteção dos clientes, o que reduz custos e aumenta a eficiência do trabalho realizado. Para empresas que exigem plena disponibilidade, ou de missão crítica, a nuvem híbrida aparece como solução ao manter os dados mais estratégicos armazenados localmente, enquanto os serviços rodam em nuvem”, conclui Armando Amaral.

O estudo Cybersecurity e Governança em Ambientes Híbridos está disponível para download no link: https://go.tivit.com/cybersecurity-e-governanca-em-ambientes-hibridos-idc-vendor-spotlight 

Sobre a TIVIT | Seu futuro, nosso desafio

A TIVIT é uma multinacional brasileira de tecnologia, presente no mercado há 20 anos e com operação em dez países da América Latina. Por meio de quatro unidades de negócios: Digital Business, Cloud Solutions, CyberSecurity e Technology Platforms, a empresa oferece respostas personalizadas e soluções que impactam nos negócios, e na rotina de empresas e pessoas.

Com o uso de tecnologias emergentes, parcerias tecnológicas e serviços inovadores, a TIVIT apoia seus clientes na jornada da transformação digital, em diversos setores como meios de pagamento, serviços financeiros, utilities, varejo, manufatura, entre outros.

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TSE descarta ataque hacker e admite atraso na contagem de votos

Mais cedo o próprio ministro Luiz Roberto Barroso admitiu a invasão, mas descartou que o grupo ferisse a segurança do processo de votação desta eleição

Após quatro horas de encerradas as votações e nenhum resultado totalmente definido, o Tribunal Superior Eleitoral emitiu nota admitindo um atraso na contagem de votos por problemas técnicos, mas afastou a possibilidade de um ataque hacker. 

Em coletiva de imprensa o ministro Luiz Roberto Barroso informou que o problema aconteceu em um dos núcleos de processadores do supercomputador que faz a totalização dos votos. Ainda assim, Barroso reconheceu a tentativa de invasão, mas garantiu a falha do grupo de hackers sem prejuízos ao processo. 

“Foi um acesso múltiplo de várias origens, inclusive o Brasil, Estados Unidos e Nova Zelândia. Esse tipo de ataque se chama ataque distribuído de negação de serviços, que consistem em uma tentativa massiva de grande número de acessos para derrubar o sistema. Não derrubou o sistema e portanto foi inteiramente inócuo”.

O magistrado comentou ainda sobre o vazamento de dados de servidores. Segundo ele estima-se que o tribunal tenha sofrido outro ataque em 23 de outubro, onde os criminosos tiveram acesso a dados de eleições passadas, mas garantiu que a situação não oferece risco para o processo eleitoral realizado neste domingo (15).

Por meio de nota o TSE afirmou que “os dados estão sendo remetidos normalmente pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e recepcionados normalmente pelo banco de totalização, que está somando o conteúdo de forma mais lenta que o previsto. O problema está sendo resolvido pelos técnicos, para a retomada mais célere do processo de divulgação”.

O ministro também comentou os problemas no e-Título. O aplicativo utilizado para justificar o voto ficou instável durante grande parte do dia e a orientação dada ao eleitor era para sair da plataforma por uns instantes e depois retornar. 

Segundo Barroso mais de 3 milhões de brasileiros baixaram o aplicativo, o que causou congestionamento no tráfego de informação. O ministro garantiu que os eleitores conseguiram se identificar e que o problema afetou apenas a busca pela seção eleitoral. 

Fonte: Brasil 61