Mercado em expectativa, após decisão do STF

Com a decisão do Plenário do STF, mantendo a posição de excluir o ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS, fica esclarecido que a parcela a ser excluída corresponde ao imposto destacado e modula os efeitos da decisão a partir de 15/03/2017. No julgamento, retomado após anos de espera, o Plenário do STF fixou a tese de que “o ICMS não compõe a base de cálculo para fins de incidência do PIS e da COFINS.” . Com exclusão do ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS pelo STF, mercado tem expectativa pelos próximos capítulos.

Segundo o especialista André Alves de Melo, sócio na área de Tributário do Cescon Barrieu, o julgamento trouxe um cenário de segurança jurídica em relação à tese, e não uma reviravolta, e de certa maneira, com ressalva à posição adotada, não surpreendeu em relação à modulação dos efeitos, quando assegurado o direito daqueles que possuíam ações em curso à época do julgamento. Com isso, a expectativa geral em torno da decisão do STF se concretizou.

“Ainda que a conclusão do julgamento contribua para reduzir a insegurança que girava em torno do tema, os reflexos da decisão devem ser apurados caso a caso. Aspectos como a recuperação dos valores pagos no passado, efeitos nos PER/DCOMP já transmitidos e autos de infração em curso ou em fase de rediscussão no judiciário, impactos nos processos judiciais existentes, cumprimento de obrigações acessórias, divulgação de informações societárias e apuração dos tributos incidentes sobre o indébito devem ser objeto de análise. É provável que a RFB se manifeste oficialmente sobre o tema, sendo preciso acompanhar os próximos capítulos”, explica o advogado.

“Outros pontos interessantes do desfecho dado é que teremos a corrida pelo julgamento da tese de exclusão do ISS da base de cálculo do PIS e da COFINS, uma tese já em fase avançada no STF (tema 118), com o reconhecimento pela própria Fazenda Nacional quanto à similitude dos argumentos jurídicos da tese, sendo que uma vez reafirmados ontem pelo STF, a expectativa será pelo julgamento também favorável aos contribuintes. Somados esses julgamentos a reforma tributária, ainda que particularizada para PIS e COFINS, ganha um reforço”, acrescenta.

Ainda segundo o especialista, uma situação, ainda que em menor escala, que irá perdura é a do contribuinte que ajuizou a ação judicial após março/17 (marco temporal do STF) e obteve o trânsito em julgado antes do desfecho de ontem. “Aqui teremos um debate sobre coisa julgada x modulação”.

Da decisão

Na sessão, a Ministra Carmen Lúcia acolheu parcialmente os Embargos de Declaração opostos pela Fazenda Nacional apenas para modular os efeitos da decisão, cuja produção de efeitos deverá ocorrer a partir de 15/03/2017, quando fixada a tese acima, resguardando-se o direito dos contribuintes com ações judiciais ajuizadas e procedimentos administrativos formalizados até aquela data, sendo seguida pela maioria dos Ministros. Assertiva quanto à inexistência de contradição, omissão ou obscuridade, a Relatora afirmou ainda que todo o ICMS dever ser excluído da base de cálculo do PIS/COFINS, citou passagens do voto no sentido de que essa parcela corresponde ao imposto destacado e reforçou o conceito adotado pelo STF de que apenas o ingresso efetivamente incorporado ao patrimônio do contribuinte constitui receita apta a servir de base de cálculo das aludidas contribuições. 

Sobre a modulação dos efeitos da decisão, a Ministra promoveu uma recapitulação da jurisprudência, destacando que no passado o STF não reconheceu o caráter constitucional da discussão e que a jurisprudência, ainda que inter partes, prevalecia no sentido de admitir a inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS/COFINS, de modo que a mudança de cenário justificava a atribuição de efeitos prospectivos, ressalvados os casos de ações e processos administrativos inaugurados até 15/03/2017, data da sessão do julgamento do RE nº 574.706/PR. Nenhum dos Ministros atribuiu efeitos infringentes aos Embargos de Declaração, restando mantida a tese que “o ICMS não compõe a base de cálculo para fins de incidência do PIS e da COFINS.

Por André Alves de Melo, sócio na área de Tributário do Cescon Barrieu.

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Mercado em expectativa, após decisão do STF
Mercado em expectativa, após decisão do STF. Foto de energepic.com no Pexels

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4 materiais e cursos gratuitos para aprender sobre e-commerce

O crescimento do e-commerce desde o início da pandemia foi vertiginoso. Com as medidas restritivas impostas pela pandemia, as compras que antes eram realizadas presencialmente passaram a ser, em grande parte, feitas pelos canais digitais. Chegou a hora de você aprender tudo sobre o e-commerce!

Por conta desse aumento de volume nas vendas, o mercado digital contou também com a chegada de muitos empreendedores, que viram no e-commerce a possibilidade de complementar a renda ou mesmo tornar o novo negócio como principal atividade. 

Segundo o 7º Relatório Neotrust – Movimento Compre & Confie, divulgado no final de abril, o mês de março de 2021 foi o segundo maior mês da história do e-commerce brasileiro em termos de volume de vendas. 

Ainda conforme os dados do relatório, foram realizadas 78,5 milhões de compras online nos três primeiros meses deste ano, o que representa crescimento de 57,4% no comparativo com o mesmo período em 2020. Foram gerados mais de R$ 35,2 bilhões durante os meses de janeiro a março, representando um aumento de 72,2% na comparação.

Diante deste cenário, quem pretende entrar para o universo do comércio eletrônico precisa se preparar para a jornada. Confira abaixo 4 links com materiais e cursos gratuitos sobre e-commerce para quem deseja aprender – e, claro, faturar.  

1) Como construir uma loja virtual? – Sebrae

O curso gratuito do Sebrae oferece capacitação para compreender a evolução do uso da Internet para o comércio digital. 

Dividido em três módulos – “Desmistificando a internet: oportunidades para sua empresa”, “Preparando seu negócio para vender pela internet”, “Como construir a sua loja virtual”, o curso tem duração de duas horas, é totalmente online e oferece certificado. Saiba mais.

2) Guias completos e gratuitos sobre e-commerce – Codeby

A empresa de tecnologia Codeby oferece em seu site uma série de materiais, entre e-books, guias e cursos online, sobre assuntos relacionados ao comércio eletrônico. 

Destaque para o curso “Um guia sobre a plataforma VTEX”, que é um dos mais populares do site e ensina na prática como usar mais de 15 módulos da plataforma VTEX no dia a dia, e para o guia “Tendências para o e-commerce em 2021”, que aponta insights interessantes para serem utilizados o ano todo. Saiba mais

3) Cursos de marketing digital Ateliê Digital – Google

A gigante Google oferece uma série de cursos totalmente gratuitos voltados para o marketing digital e para quem quer mergulhar no universo do e-commerce. 

Merecem destaque os cursos “Leve sua Empresa para a Web” e “Gere conteúdo para promover sua empresa”, com 3 horas de duração cada. Saiba mais

4) Como vender na internet na crise do Coronavírus – Sebrae

Mais um dos cursos gratuitos com a qualidade do Sebrae, e dessa vez totalmente voltado ao cenário do e-commerce na pandemia. 

O curso, com duração de 4 horas, ensina técnicas para melhorar a performance nas redes sociais e aumentar o tráfego de clientes nos canais de vendas, inclusive para lojas físicas que tiveram que fechar as portas durante a pandemia e migraram ou pretendem migrar para o digital. Saiba mais

Codeby

Há mais de 6 anos no mercado de tecnologia, a Codeby contribui diariamente para o crescimento de negócios online de diversos segmentos e portes. Empresa apaixonada por tecnologia, motivada a buscar constantemente as melhores e mais completas soluções através de desenvolvimento de e-commerce, plataformas e funcionalidades. Clientes: Shoulder, Lego, Valisere, CIA. Marítima etc. Países em que a empresa está presente: México, Romênia, Chile, entre outros. Saiba mais: https://codeby.com.br/

Com informações de temma agência.

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Aprender sobre e-commerce
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Dia do Livro: Como escrever e onde publicar sua obra gratuitamente?

Durante a pandemia, a mudança de comportamento entre leitores e escritores fez com que o Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina, aumentasse exponencialmente sua comunidade de autores. Fundada em 2009, a plataforma surgiu no intuito de facilitar a vida dos escritores que sonham com a publicação de seus livros. Além disso, é possível colocar as obras à venda em grandes livrarias, tudo isso sem custo algum. Hoje, ela representa cerca de 27% de todos livros publicados no País e lança cerca de mil novos títulos por mês. Confira mais dicas sobre o Dia do Livro.

“Eu escrevo desde adolescente e, pra mim, não fazia sentido algum viver em uma era hiperconectada e tecnológica sem a possibilidade de publicar um livro gratuitamente, sem a necessidade de imprimir tiragens gigantescas, que poderiam acabar mofando na minha própria prateleira ao invés de chegar ao leitor”, explica Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores.

Para celebrar o Dia Mundial do Livro, comemorado nesta sexta-feira, 23 de abril  e estimular ainda mais os novos escritores, Ricardo Almeida elaborou um passo a passo essencial para quem deseja escrever seu primeiro livro e faz o convite: “Nunca, em nenhum momento da história da humanidade, publicar um livro foi tão acessível quanto hoje. Aproveite”. 

Passo 1: Claro, é ter uma história para escrever;

Passo 2: Leitura crítica: deve ser feita por um profissional que pode ser contratado e que levante pontos que devam ser retrabalhados ou ajustados na obra;

Passo 3: Revisão ortográfica-gramatical: fundamental para que o livro seja bem recebido pela comunidade de leitores;

Passo 4: Projeto gráfico e capa;

Passo 5: Conversão para formato EPub: é o formato ideal para a versão eletrônica do livro;

Passo 6: Registro de ISBN: essencial para que livrarias revendam o título;

Passo 7: Organização de campanha de lançamento: esse é o tipo de trabalho fundamental que precisa ser encabeçado pelo próprio autor. 

Passo 8: Lançamento em plataformas de autopublicação digital: No caso do Clube de Autores, o site funciona de maneira bem intuitiva e simples para a autopublicação. Todo o processo é feito rapidamente e é o próprio autor quem define cada característica do seu livro, determina quanto quer ganhar de direitos autorais e decide se quer ou não distribuir sua obra, física e digital, pelos maiores e-commerce do mundo. É possível ainda acompanhar suas vendas com total transparência. 

Para finalizar, o CEO da maior plataforma de autopublicação da América Latina, ainda deu algumas dicas. Confira:

Não precisa gastar muito

“Se o autor conseguir negociar com amigos as tarefas necessárias para finalizar sua obra (como revisão, capa etc.), ele consegue publicar gastando um valor ínfimo”, diz o CEO do Clube de Autores.

Invista em uma boa capa

“Há a máxima de que livros são escolhidos pelas suas capas. E, gostemos ou não, isso é verdade. Se a capa for pouco atrativa, as chances de sucesso de um livro despencam. Temos um dado prático aqui: ao publicar um livro no Clube de Autores, o escritor pode escolher entre subir a sua própria capa ou montar uma a partir do nosso banco, utilizando modelos padrão. Pois bem: livros com capas não padronizadas, bem trabalhadas, vendem, em média, 82% a mais. É um argumento forte esse, não?”, questiona Ricardo Almeida.

Promova seu Livro

“Há diversas maneiras de se divulgar um livro, mas o mais importante é ter em mente que o papel de divulgação do livro é do autor: é ele que precisa formar sua audiência. Na plataforma do Clube de Autores tem disponível um manual para divulgação”, explica.

Não ache que o trabalho termina ao publicar o livro

“Ele precisa ter em mente que, hoje, o escritor que não assume o papel de empresário de si mesmo, cuidando da divulgação de seu livro, dificilmente terá sucesso. Sendo assim, nossa recomendação é que mergulhem na Internet, achem o mundo de conteúdo que já está disponível para ajudá-los nessa missão, arregacem as mangas e trabalhem.” finaliza Ricardo.

Sobre o Clube de Autores
Clube de Autores é a maior plataforma de autopublicação da América Latina. Hoje, a plataforma on demand representa cerca de 27% de todos os livros publicados no Brasil no último ano. Além disso, oferece uma gama de serviços profissionais para os autores independentes que pretendem crescer e se desenvolver no mercado de literatura.

Dia do Livro: Como escrever e onde publicar sua obra gratuitamente?
Foto de Ketut Subiyanto no Pexels

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Vagas no mercado financeiro: área de investimentos aquece contratações

Santander, Itaú, Bradesco, cooperativas, corretoras e bancos digitais movimentam as contratações para vagas no mercado financeiro em busca de especialistas e assessores de investimentos

O LinkedIn fez um estudo e elencou os 15 setores que mais cresceram entre abril e outubro de 2020 e que despontam como tendência para 2021. O mercado financeiro foi destaque na oitava colocação com o crescimento das contratações na área de investimentos. Se por um lado as vagas operacionais perdem posto para a automação de processos, as instituições financeiras estão à procura de mão de obra especializada e dispostas a remunerar muito bem os novos contratados – que segundo o Guia Salarial 2021 da consultoria global de recursos humanos Robert Half, recebem salários a partir de R$ 7,9 mil por mês.

Só a XP Investimentos recrutou 500 novos assessores de investimentos em outubro de 2020. O Itaú anunciou que planeja contratar 1.700 especialistas em investimentos até 2022. A maré alta de vagas é reflexo do aumento do interesse do brasileiro sobre como investir mais e melhor os seus investimentos, para proteger seu patrimônio e ter segurança em momentos de incertezas, como na pandemia.

Para atender a demanda, o atendimento à moda antiga na mesa do gerente (muitas vezes despreparado e sem nenhuma certificação financeira no currículo) não basta. “O mercado precisa de especialistas e assessores de investimentos que tenham, além de certificações como CEA e Ancord, conhecimento específico sobre produtos financeiros, domínio de habilidades técnicas e comerciais para prestar o atendimento que o investidor quer e precisa. Hoje o cliente tem acesso livre à informação, é inadmissível que ele seja atendido por alguém que saiba tanto quanto ou menos sobre investimentos”, pontua o CEO do Grupo EMB, o economista Fabio Louzada, cocriador do Programa Advisor de Alta Performance (PAAP).

A abertura e retomada de processos seletivos em diversas instituições mostra o aquecimento das contratações no mercado financeiro. O Santander prevê a abertura de vagas na área de investimentos e pretende aproveitar os contratados atuais em cargos de especialistas nos escritórios recentemente abertos. “O Santander e o Itaú estão bem acelerados em relação a essas contratações, são bancos quem vem sofrendo a alguns anos com desfalques importantes no que diz respeito a resgates vindos principalmente de corretoras”, analisa o head da EMB Carreiras, o consultor de carreiras Ronaldo Cerqueira.

Bradesco fica um pouco atrás no volume de contratações devido a cultura do banco de valorizar os times internos e da crescente cobrança para que os profissionais tirem certificações financeiras. Mesmo assim, segundo Ronaldo Cerqueira, já surgiram as primeiras contratações depois de um período de congelamento. “Muitas pessoas aprovadas em antigos processos seletivos começaram a ser chamadas, e com base no perfil das vagas fica claro que o foco é turbinar a área de investimentos”.

Contratações a vista também fora dos “bancões”

Dentre as cooperativas de crédito, o Sicredi avança a passos largos para conquistar a preferência do investidor. A instituição aposta no desenvolvimento de produtos de investimentos mais atrativos, ampliou a presença física e está contratando reforços para o time comercial para atrair novos clientes.

Os bancos digitais e cooperativas não ficam atrás na oferta de oportunidades de emprego. O Banco Inter está estruturando o seu portfólio de produtos de investimentos e prospecta profissionais com certificação CEA (Certificação ANBIMA de Especialistas em Investimento) para elevar a régua no atendimento qualificado aos investidores de média e alta renda.

O banco de investimento Modal figura entre os grandes empregadores do setor, com contratações voltadas também para a área de experiência do cliente. A XP Investimentos, destaque pelo volume de contratações em 2020, segue o plano de expansão no varejo e no segmento empresas e está contratando muitos profissionais egressos dos bancos, oferecendo salários e planos de remuneração variável interessantes para pessoas físicas e jurídicas.

O BTG Pactual aposta na tecnologia para melhorar a experiência do investidor em paralelo com o suporte de consultores gabaritados. “O BTG pretende seguir como um dos maiores empregadores para quem quer trabalhar com investimentos. Dos alunos que ingressaram no PAAP no final de 2020, 11 foram contratados pelo banco, conhecido pelo seu processo seletivo exigente”, afirma Fabio Louzada, que destaca o caso da aluna Thamires Rica, ex-cabeleireira que retornou aos estudos através do programa de formação, conquistou uma certificação financeira e foi inserida no mercado de trabalho.

Banco Safra, que lançou recentemente o seu banco digital, está contratando profissionais com experiência no mercado, bons relacionamentos e expertise em prospecção não só em São Paulo, mas também em outras praças.

O Magalu, apesar de não seguir a linha das demais instituições citadas, é outro empregador que os candidatos devem ficar de olho: depois de criar um grupo de consórcio para financiar a compra de máquinas agrícolas e criar um plano de vendas voltado para os drones agrícolas, a empresa está estreitando cada vez mais os laços com o mercado financeiro. “O Magalu tem uma infraestrutura de fintechs de fazer inveja em muitos bancos!”, revela o consulto Ronaldo Cerqueira, que completa que tanto o Magalu quanto o Banco Carrefour são boas alternativas a médio prazo para quem trabalha no mercado financeiro.  

Vagas no mercado financeiro: área de investimentos aquece contratações
Vagas no mercado financeiro. Foto: Saulo Mohana/Unplash

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Promoção de ambientes criativos propicia aumento da lucratividade

Em 21 de abril, celebra-se o Dia Mundial da Criatividade e Inovação. Dois elementos extremamente importantes para qualquer empresa, especialmente em um contexto onde há uma concorrência crescente e clientes cada vez mais exigentes, além da demanda constante pela adoção de novas tecnologias e automação dos processos. É por meio dessas capacidades que as organizações ampliam conhecimentos e desenvolvem diferenciais competitivos, que possibilitam lançar produtos e serviços, conquistar novos clientes, chegar a mercados diversos, entre outros aspectos. Consequentemente, com a promoção de ambientes criativos, conseguem aumentar o valor da sua marca e a sua lucratividade.

Primeiramente, é importante desmistificar o termo inovação. Ainda é frequente perceber a sua utilização atrelada à implementação de novas tecnologias, o que, de fato, não é verdade. Inovar, em resumo, é olhar para aquele processo que é executado todos os dias e pensar em como ele pode ser melhorado, de modo a se alcançar uma entrega com mais qualidade, em menos tempo e com menor custo. Isso, sim, é um movimento de inovação. Evidentemente, quando também se pode contar com ferramentas tecnológicas para essa transformação, melhor ainda. A data comemorativa foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) justamente para destacar que criatividade e inovação podem ajudar a encontrar soluções a problemas de áreas como desenvolvimento econômico, social e sustentável.

Diante disso, as corporações ampliam sua busca por profissionais talentosos, ou seja, aqueles que geram resultados perenes para o negócio, que são questionadores e, assim, promovem a mudança do status quo, isto é, da maneira como, tradicionalmente, as coisas são feitas. Para se encaixar nesse perfil, é primordial que a pessoa tenha um consolidado autoconhecimento, entendendo quais as suas principais competências e habilidades (soft skills), assim como o que ainda é necessário aprimorar em relação aos gaps.

Quem quer ser criativo e inovar precisa reunir, principalmente, abertura mental, flexibilidade, adaptação, resiliência e maturidade emocional, pois modificar aquilo que se faz constantemente não é simples nem fácil. Na teoria, funciona muito bem, porém, na prática, costuma causar incômodos. No entanto, quando a tarefa de sempre promover mudanças torna-se uma rotina, o processo fica mais leve e eficiente. É muito importante que o profissional esteja atento a todos esses aspectos, pois aqueles que não inovam estão fadados ao fracasso. No mundo atual – volátil, incerto, complexo e ambíguo –, a única certeza é de que tudo se move e se redireciona o tempo todo. Por isso, ele deve, frequentemente, expandir o conhecimento teórico naquilo em que trabalha e desenvolver as best practices, a fim de garantir embasamento para a promover renovações.

Do lado das empresas, as lideranças têm um importante papel na construção de ambientes que estimulem o desenvolvimento da criatividade e da inovação, especialmente com a ampliação da diversidade dentro do espaço corporativo. Significa integrar, cada vez mais, pessoas com ideias, personalidades, culturas e desejos completamente distintos. Dessa forma, é possível montar uma arena propícia, quando bem gerenciada, para traçar constantemente novos caminhos. Evidentemente, isso só ocorrerá se o líder tiver escuta ativa, souber dar voz aos seus liderados e, sobretudo, gerenciar e mediar conflitos. Afinal, com tanta pluralidade presente, especialmente de pensamento, há riscos de atritos entre os colaboradores.

Promoção de ambientes criativos propicia aumento da lucratividade
Promoção de ambientes criativos propicia aumento da lucratividade, por David Braga. Foto: Carmine Furlleti.

Além disso, as estruturas mais hierarquizadas e autoritárias têm grande dificuldade de inovar. As companhias que se enquadram nessa descrição precisam mudar rapidamente sua cultura, porque, entre outros fatores, isso afeta drasticamente a retenção dos melhores talentos. Ao perceberem que não há espaço para questionar o status quo e promover o novo, esses profissionais buscam organizações que proporcionem o desenvolvimento de projetos mais expressivos e onde possam atuar nessa construção, atrelando as ações aos seus objetivos de vida, propósito e legado.

Portanto, é fundamental que o assunto seja discutido nos Conselhos de Administração ou pelos presidentes das organizações, em função da relevância e

por estar totalmente vinculado à Governança Corporativa. As empresas mais estratégicas já entenderam essa magnitude e têm formatado programas de lideranças, para capacitar seus colaboradores por meio de metodologias ágeis e demais ferramentas disponíveis. O intuito é conceber e proporcionar ambientes de criatividade e inovação, que possam potencializar o business e prepará-lo para os próximos tempos.

* David Braga é CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent. É também professor convidado da Fundação Dom Cabral (FDC) e autor do livro “Contratado ou Demitido – só depende de você”. Ele atua, ainda, como embaixador da ONG ChildFund e é Conselheiro de RH da ACMinas.

Sobre a Prime Talent

A Prime Talent é uma empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte. Seu CEO, David Braga, já avaliou, ao longo de sua carreira, mais de 10 mil executivos, selecionando para clientes Latam. Ele tem formação de Conselheiro de Administração pela Fundação Dom Cabral (FDC), possui certificação de Executive Coach pela International Association of Coaching e é practitioner em Micro Expressões e Programação Neurolinguística. Além disso, tem vivência internacional em Trinidad and Tobago, Londres, África e Estados Unidos.

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Dinheiro Fácil: Day trade só é rentável para os intermediários

Notícias virais sobre dinheiro fácil, como a de um jovem que transformou R$ 30 mil em R$ 700 mil durante a pandemia atrai para a prática da compra e venda diária de ações. Investidores incautos acumulam prejuízos e geram lucros a quem surfa nessa onda vendendo cursos, livros e ilusões.

No ínicio deste ano, tornou-se um viral nas redes sociais a trajetória de um jovem carioca de 24 anos e origem humilde que, atuando como day trader durante a pandemia, conseguiu transformar R$ 30 mil em R$ 700 mil. Contudo, histórias como essa atraem outros investidores para a ilusão do dinheiro fácil e rápido. A maioria acabam acumulando prejuízos e, alguns, como vimos no Fantástico desse domingo, acabam até caindo em golpes.

Histórias de superação como essa costumam ser inspiradoras. Contudo, a forma como ela é compartilhada na internet acaba confundindo as pessoas e reforçando uma compreensão equivocada de que um investimento de altíssimo risco pode ser uma fonte de renda.

Pesquisas mostram que quase a totalidade dos seguem por esse caminho têm prejuízo. Os pesquisadores Fernando Chague e Bruno Giovannetti, da Fundação Getúlo Vargas, chegaram a conclusões espantosas em seu trabalho.

Foram acompanhados todos os indivíduos que começaram a fazer day trade em ações no mercado brasileiro entre 2013 e 2016 (98.378 indivíduos), chegando-se nas seguintes revelações:

  1. 99,43% dos indivíduos não persistiram na atividade (apresentaram menos

de 300 pregões com day-trades);

  1. considerando-se os day-traders que persistiram (operaram por mais de

300 pregões), a performance média foi negativa;

  1. apenas 127 indivíduos foram capazes de apresentar lucro bruto diário

médio acima de 100 reais em mais de 300 pregões.

Nas palavras dos próprios pesquisadores: “Entre os 1.551 que persistiram, apenas 8 conseguiram apresentar lucro bruto diário médio maior do que a remuneração de entrada de um caixa de banco (160 reais por dia).”

No entanto, ao se observar que o número de novos investidores, inclusive muito jovens, nota-se que os resultados parecem não ter desanimado quem acredita na possibilidade do dinheiro fácil.

“A essência de se comprar uma ação é você se tornar sócio de uma grande empresa. Então, qual o sentido de você ficar comprando e vendendo a sua sociedade diariamente?”. Quem traz essa reflexão é o Educador Financeiro do canal “Dinheiro Com Você”, William Ribeiro, que também faz o alerta para os riscos dessa prática.

“A grande maioria das pessoas que estão se interessando pelo investimento em ações ainda acredita que tudo se resume a ficar acompanhando gráficos e apostando nas subidas e descidas dos preços. Day trading é uma atividade extremamente extenuante, que já levou vários investidores e famílias à ruína. Às vezes, o pior que pode acontecer é você começar ganhando dinheiro e acreditar que descobriu as regras do jogo. Os raríssimos day traders que ganham dinheiro, realizam a atividade como seu ofício, não é um hobby para se realizar no litoral ou no semáforo (aliás, quem, em sã consciência, deixaria de tomar caipirinha na praia para operar?).”

O Sonho do Dinheiro Fácil

Os Investidores que têm mais chances em conseguir lucro no day trade são aqueles que menos precisam disso para sobreviver. Pessoas que já construíram patrimônio e levam esse capital para o mercado financeiro para investir, para rentabilizá-lo.

“Quem tira dinheiro do seu próprio orçamento familiar para investir já começa perdendo, porque vai ser impossível não deixar o lado psicológico interferir nas operações”, explica o Educador Financeiro.

“Algumas pessoas afirmam que, assim como em qualquer outra atividade, poucos são os que se dedicam e têm sucesso. No caso do day trading isso é uma falácia, porque as pesquisas mostram que os operadores não ficaram melhores com o passar do tempo. Além disso, para efeito de comparação, as chances de ser aceito em Harward são de 4,7%, muito superiores aos 0,13% dos daytraders que têm como resultado mais de R$100 brutos por dia.”, destaca.

Quem realmente ganha com o day trade?

O grande foco das pesquisas sobre day trade é sobre consistência. Foi demonstrado que quanto maior é o número de pregões operados, menos provável é a sua chance de sucesso.

Desta forma, sempre teremos alguns vencedores pontuais, como certamente é o caso do jovem estagiário que se tornou “milionário” repentinamente. Ainda assim, por mero efeito da aleatoriedade, é bem possível que alguns poucos traders tenham sucesso repetidas vezes. “Se fizéssemos um campeonato de cara ou coroa, o campeão brasileiro certamente teria acertado um número bizarro de vezes, talvez dezenas delas. Nem por isso teria algum mérito por suas escolhas, mas certamente seria capa de revista e poderia lançar um curso ensinando como ser um vencedor nesta modalidade.”, afirma Ribeiro.

Definitivamente, day trade é um negócio lucrativo. Mas, de acordo com os estudos, quem faz dinheiro com ele são somente as corretoras (que ganham taxas), a Bolsa de Valores e os vendedores de curso.

William faz um último alerta a quem, mesmo assim, ainda pensa em arriscar.

“Tome cuidado com os gurus, com as dicas das outras pessoas. Será que se alguém tivesse o mapa da mina de ouro iria compartilhar com você e precisaria do seu dinheiro? Acrescento que, se tais dicas fossem divulgadas, brevemente seriam inócuas, uma vez que ficassem em domínio público e todos copiassem a estratégia.

Se o próprio dono da corretora soubesse desta fórmula, certamente criaria um exército de robôs, operando 24 horas por dia, o que certamente daria muito menos dor de cabeça do que administrar milhares de clientes dentro de uma corretora.

Se você deseja ser um day trader, já sabe que as chances estão contra você e que isso será um “trabalho” dos mais desgastantes e perigosos, diga-se. Caso contrário, não nunca priorize day trading com relação ao seu próprio ofício, porque é nele que você sabe ganhar dinheiro e pode aperfeiçoar-se de verdade”, conclui.

Entender a Jornada do Investidor evita erros e prejuízos

Em uma definição simples, o Educador Financeiro e apresentador do canal “Dinheiro Com Você”, William Ribeiro, explica o conceito da Jornada do Investidor como sendo “o processo que reflete a evolução das pessoas no domínio dos conceitos do mundo dos investimentos”.

Ter a consciência de como funciona essa jornada e seus possíveis caminhos, além de torná-los mais fáceis, é condição essencial para ter uma relação saudável e rentável com os investimentos.

“Muita gente me pergunta como começar e onde investir. E é logo no começo que as pessoas cometem dois erros principais: superestimar ou subestimar os riscos. Para o primeiro caso, é mais fácil: basta buscar conhecimento e ter disciplina para superar o medo de investir.

Já o segundo erro é de solução mais complexa. É preciso ter ciência de que investimento nenhum deixa ninguém rico no curto prazo. Mas também implica domar-se em seus instintos para não pular de cabeça em investimentos cujo risco é incompatível com seu perfil e jornada do investidor”, explica Ribeiro.

Em qual ponto inicia a sua jornada?

A jornada do investidor é uma estrada repleta de ramificações e com diferentes pontos de partida. Um único caminho errado pode atrapalhar e retroceder anos de caminhada, como alerta o Educador Financeiro.

 “O seu extrato bancário é um resultado que pode estar positivo ou negativo, refletindo um balanço das boas decisões financeiras da sua vida, frente à aquelas apostas (ou gastos desnecessários) que retiraram dinheiro da sua conta.

Um bom investidor sempre se questiona a respeito do quanto pode perder, ao passo que os iniciantes irremediavelmente procuram por investimentos cujo risco não podem suportar, como na renda variável”, pondera Ribeiro.

Para saber de onde um novo investidor deveria partir, basta uma análise simples para um primeiro diagnóstico das três possíveis situações que Ribeiro explica abaixo:

  1. A pessoa deseja começar a investir, pode até ter separado algum dinheiro, mas tem dívidas acumuladas.

Antes de pensar em aplicar qualquer quantia, a melhor coisa a fazer é livrar-se das pendências. É impossível encontrar qualquer investimento que tenha um retorno superior aos juros cobrados pelas instituições financeiras, especialmente se estivermos falando do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial.

Além dos juros altos, as dívidas tiram o sossego e a liberdade. Então, nesse caso, o primeiro passo é olhar para trás, encontrando um meio de quitar todas as suas pendências e focar na geração de renda para aumentar seus recursos.

Não é raro encontrar pessoas que tentam justificar sua ansiedade em colocar dinheiro em algum investimento, mesmo estando endividadas. “Se eu não fizer dessa forma eu não começo” ou “Dívidas eu sempre vou ter, se não for assim, não consigo comprar nada”, estão entre os absurdos que cegam as pessoas para o problema.

Como falamos no início, a disciplina é indispensável para começar essa jornada. E se este argumento ainda não for suficiente, partimos para um argumento infalível: a ponta do lápis.

Vamos imaginar um aspirante a investidor hipotético que está começando errado a sua jornada e deu início a um plano de previdência privada com contribuições mensais de mil reais, ao mesmo tempo em que está utilizando o limite de seu cheque especial. Veja só:

 Conta com Limite (Cheque Especial)Plano de Previdência
Saldo inicial (R$)0,000,00
Após primeiro aporte (R$)-1.000,001.000,00
Juros ao mês (exemplos)8 %0,5 %
Perdas x Ganhos (R$)– 80,005,00

O que vemos na tabela acima é uma pessoa que, para ganhar R$ 5,00 de rendimento, pagou R$ 80,00 em juros da dívida. Se essa atitude se estende ao passar do tempo, a bola de neve dos juros fatalmente acabará com qualquer possibilidade de progresso financeiro na Jornada do Investidor.

Então, não há outro caminho que não seja acabar com todas as dívidas, buscando aumentar a renda e economizar mais, para conseguir sobrar mais dinheiro para investir.

  1. A pessoa quer começar a investir, mas ainda não tem uma reserva financeira.

Aqui, estão consideradas as pessoas que já não têm dívidas e decidiram começar a investir pela primeira vez, começando do zero. Ou seja, não têm nenhuma reserva de emergência ou, como costumamos chamar, um “colchão financeiro”. Esta é uma etapa indispensável antes de seguir para investimentos de maior risco.

Seja para preparar o colchão financeiro, ou aportar em investimentos mais arrojados, é fundamental garantir que, na balança, o ganho seja maior do que o gasto. Afinal, toda riqueza construída no mundo foi edificada sob a quantia que se foi poupada, evidentemente.

O Colchão Financeiro é o passo mais importante da jornada do investidor por um motivo: garante que a segurança financeira da família não será comprometida, caso um investimento se mostre inviável, ou para momentos de escassez na geração de renda (seja por motivo de demissão, falta de clientes, etc);

O ideal é conseguir separar, no mínimo, 10% dos ganhos e destiná-los para uma reserva. Lembrando que os 90% restantes precisam ser suficientes para cobrir todas as despesas do mês. Você poderá afirmar que realmente já conta com um colchão financeiro formado quando essa reserva for o equivalente à soma de pelo menos seis meses de todos os seus gastos mensais. Há quem se sinta seguro com um montante que cubra um ano das despesas.

Para a reserva de emergência, não é adequado optar por ativos de maior rentabilidade, justamente por apresentarem maiores riscos. Para este objetivo financeiro, o ideal é aproveitar os benefícios que oferece a Renda Fixa, que são o baixíssimo risco e a liquidez, como é o caso do Tesouro Selic ou CDBs de liquidez diária.

É importante ter a consciência de que ninguém ficará rico investindo o dinheiro do colchão financeiro. A função da reserva é prover recursos que estejam prontamente disponíveis para qualquer adversidade que a vida nos apresentar, como problemas de saúde, perda de emprego ou acidentes.

  1. Quer começar a investir e já tem uma reserva financeira segura.

Se uma pessoa não tem dívidas e já conta com uma reserva financeira de emergência, ela pode começar aqui a jornada em direção ao acúmulo de patrimônio.

“A partir daqui os caminhos são muitos, por onde seguir vai depender muito do perfil de cada um, de quanto se tem para investir, prazo, quais os planos desse investidor para o dinheiro, entre diversos outros fatores que podem influenciar nas decisões e seus resultados. Exatamente por isso, acredito que o mais interessante seja adotar o conceito que chamamos de “diversificação financeira”, avalia o Educador Financeiro.

Dentro da própria Renda Fixa também há opções que oferecem um pouco mais de rentabilidade, como pode ser o caso do Tesouro IPCA+ ou Pré-Fixado. Porém, são produtos que possuem um prazo de vencimento, cujo resgate antecipado (embora seja possível)  pode trazer perdas pela chamada “marcação a mercado”.

Contudo, mesmo optando pelos investimentos mais sofisticados desta categoria, a Renda Fixa não oferece retornos muito grandes. Via de regra, são instrumentos que utilizamos mais como proteção do poder de compra de um dinheiro guardado, ou seja, visando protegê-lo da inflação.

Para ganhos maiores (e incertos, diga-se), é indispensável dar continuidade nessa jornada. Veja que primeiro pensamos em proteger, para só então subirmos o próximo degrau da jornada.

Um produto que costuma ser bastante indicado para quem deseja dar os primeiros passos na renda variável, são os Fundos de Investimento Imobiliários. Com quotas tão acessíveis como na casa dos cem reais, os FII possibilitam que pequenos investidores participem de empreendimentos imobiliários de alto padrão, como shoppings, lajes corporativas e galpões logísticos.

Por possuírem receita razoavelmente previsível dos aluguéis e do lastro imobiliário destes ativos, a oscilação das quotas (negociadas na bolsa de valores) não costumam sofrer grandes volatilidades, sendo características ideais para quem está começando a conviver com um pouco mais de risco.

A partir daí, o investidor pode se dar ao luxo de experimentar, sempre aos poucos e aplicando a diversificação, investimentos mais arrojados, como ações de empresas na bolsa de valores, criptomoedas, e até no mundo do empreendedorismo.

Independente do ponto de partida, o importante é começar

Acumular patrimônio é uma questão de disciplina e de dar tempo ao tempo, tanto para que os ativos financeiros possam gerar frutos (os proventos), quanto para que o investidor não pule etapas da jornada financeira.

“Definitivamente, investir não é só para gente rica. Mas, para ficar rico, investir é primordial. Tudo a seu tempo, um passo de cada vez. A jornada do investidor é fundamental para que, um dia, haja a independência financeira, em que o dinheiro trabalha para o investidor, não o contrário. Mas só é possível para aqueles que entendem e respeitam a jornada do investidor”, finaliza Ribeiro.

Sobre William Ribeiro

William Ribeiro é CEO do Dinheiro Com Você, empresa de consultoria, treinamento e Educação Financeira, focada em finanças pessoais e investimentos, além de uma produtora de conteúdo multiplataforma da qual faz parte um dos maiores e mais importantes canais de educação financeira do pais: www.youtube.com/dinheirocomvoce.

Possui título de MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e é graduado em Engenharia da Computação pelo Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel). Sua experiência de mais de 20 anos no empreendedorismo lhe trouxe a independência financeira e o consequente maior propósito da sua vida: levar seu conhecimento adiante, ajudando milhares de pessoas a terem uma vida financeira mais próspera.

Além de especialista no mercado financeiro, William também é autor e prepara o lançamento de seu primeiro livro (pela Alta Books) sobre o tema, uma publicação alinhada com o propósito de todo o seu trabalho que é desmistificar os investimentos no Brasil. 

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William Ribeiro, educador financeiro e CEO do Dinheiro Com Você
Foto: Divulgação

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Cursos de moda podem ser saída para a crise econômica

Com mais de 809 novas empresas criadas no Grande ABC, ao longo de 2020, setor têxtil é opção para moradores da região metropolitana de São Paulo que buscam mudar de área para fugir do desemprego e iniciar seu próprio negócio. Confira sobre oportunidade de cursos de moda.

A crise da pandemia agravou um problema que se arrastava há alguns anos no país: a alta taxa de desemprego. Atualmente, são quase 14 milhões de desempregados, cerca de 13,9% da população economicamente ativa do Brasil (dados do IBGE referentes ao último trimestre de 2020). Uma das saídas para quem está em busca de renda é o empreendedorismo.

Segundo o Mapa das Empresas, divulgado em fevereiro pelo Ministério da Economia, houve um aumento significativo da criação de novos negócios durante a pandemia na região do Grande ABC: foram 53.473 novas empresas abertas nas cidades de São Caetano do Sul, Diadema, São Bernardo do Campo, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Santo André. Em 2019, o número foi de 45.948, uma alta de 16%. O setor têxtil no que diz respeito aos segmentos de fabricação, facção e confecção de roupas e acessórios de vestimenta contou com 809 novas empresas em 2020 ante 705 em 2019. Os dados de 2021 contemplam apenas o mês de janeiro, com 6.293 empresas abertas na região, sendo 118 do setor têxtil.

Porém, aqueles que recorrem a esta alternativa podem encontrar dificuldade em função da falta de capacitação. Nesse sentido, cursos voltados para atuação no mercado têxtil e da moda, que estão entre os setores com maiores oportunidades ao trabalho autônomo, são uma ótima opção por oferecerem retorno rápido e a preços acessíveis.

No Grande ABC, por exemplo, é possível encontrar unidades da Escola de Moda Sigbol em Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul que oferecem cursos a partir de R$ 243 mensais. “Buscar aprendizado nunca é demais, e quando essa profissionalização dá retorno financeiro é melhor ainda”, explica Aluizio de Freitas, diretor da rede Sigbol. “Os alunos começam com qualquer nível de capacitação e têm aulas que acompanham sua evolução de forma flexível. Em menos de um mês, com peças e produtos produzidos nas aulas, é possível começar a ganhar dinheiro entre os vizinhos, amigos e familiares”, finaliza.

Este foi o caso da Flávia Cezar, uma microempreendedora que, ao perceber a escassez das oportunidades na área administrativa, tirou o sonho de aprender costura criativa do papel e inscreveu-se no curso da Escola de Moda Sigbol, adaptou seu negócio, o ateliê Giz de Algodão, em um cômodo de sua casa.

“Produzo necessaires, máscaras e até artigos para animais de estimação. Tenho sempre uma encomenda para fazer”, declara Flávia.

O bom momento vivido pelo segmento têxtil não se restringe à região do ABC. Em âmbito nacional, foram 3.359 milhões de empresas abertas no Brasil ao longo de 2020, ante 1.044 milhão fechadas, terminando o ano com saldo positivo de 2.315 milhões. Desses, cerca de 200 mil foram no segmento têxtil de vestuário e acessórios, uma alta de mais de 11% em relação ao ano anterior.

A Sigbol possui mais de 52 anos de atuação e é responsável pela capacitação de cerca de 130 mil pessoas em todo o país.

Sobre a Sigbol

A Sigbol oferece cursos especializados em moda. A rede concentra 30 unidades no estado de São Paulo e Goiás. A marca foi a primeira a oferecer esse tipo de curso no país, com início em 1969. Nos 52 anos de atuação, a Sigbol já formou mais de 130 mil alunos. Os cursos variam de aprendizados básicos em corte e costura a cursos de criação e design, como moda pet, moda praia, e desenho técnico. Recentemente, a rede lançou o curso de Corte e Costura completamente online, uma forma de driblar a pandemia e alcançar novos mercados.

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Alunos em aula na Escola de Moda Sigbol. Foto: Divulgação

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Rede cresce 100% em 2020 e lança modelo de negócio em contêiner

Aposta em um modelo de negócio em contêiner, mais acessível financeiramente e com maior mobilidade de deslocamento, deve levar Campinas Celulares a novos territórios pelo País

Enquanto alguns setores do comércio tentam se recuperar do baque que foi 2020, há quem projete um sólido crescimento para 2021, sobretudo depois dos resultados conquistados no ano passado.

Aqueles considerados essenciais, como alimentação, logística, abastecimento e serviços gerais mantiveram as portas abertas e, alguns, viram os seus negócios crescerem e se expandirem de forma exponencial. Quem figura nessa lista é a Campinas Celulares, uma rede de assistência técnica que atende as principais marcas, como Apple, Samsung, LG, Motorola, Xiaomi e Asus.

Fundada no interior de São Paulo em 2009, a rede soube aproveitar as condições atípicas do último ano e dobrou o faturamento e a quantidade de lojas. Os R$ 2 milhões conquistados em 2019 se transformaram em R$ 4,5 milhões em 2020 e oito novas lojas foram inauguradas nos últimos 12 meses, chegando a 15 unidades, que estão localizadas além dos limites da cidade e região metropolitana de Campinas. Para 2021, a rede começa o ano com uma novidade que deve impulsionar os planos de expansão: o lançamento do modelo em formato contêiner.

A formatação desse negócio surgiu de uma demanda que um novo franqueado sentiu quando, com dificuldade de achar um ponto vago num shopping em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, percebeu que, se não havia espaço para alocar dentro do mall, era possível, então, instalar a loja na área externa, como no pátio do estacionamento.

Foi nesta sacada que as três partes do negócio se beneficiaram: o franqueado, que instalou a primeira unidade da Campinas Celulares fora do estado de São Paulo; o estabelecimento, que deu nova utilidade para um espaço vago e passou a oferecer mais opções de lojas para o consumidor; e a rede, que viu ali uma oportunidade de desenvolver um novo formato que, em tempos de crise e instabilidades, como a que se desenha para 2021 em virtude dos efeitos de 2020, tem potencial ainda maior de impulsionar os planos de expansão.

Oportunidade e demanda, a criação de um novo modelo

Considerado serviço essencial a partir da segunda quinzena de abril, redes de lavanderia, limpeza, manutenção e assistência técnica foram autorizadas a funcionar no estado de São Paulo e, com as portas abertas, as lojas da Campinas Celulares viram o faturamento crescer em mais de 30% durante toda a pandemia.

A justificativa é simples: na incerteza do futuro e na dependência dos aparelhos eletrônicos para as mais diversas atividades cotidianas, de trabalho e estudo às compras no supermercado e videochamadas com pais e amigos, a opção mais segura foi investir no reparo ao invés de comprar novos equipamentos. E se as lojas de rua conseguiram se manter bem, as de shopping centers sentiram um pouco mais o impacto com os estabelecimentos fechados e foi preciso driblar a crise indo atender nos estacionamentos.

Foi assim, diante de um contexto pandêmico que se desenrolou ao longo de todo o ano de 2020, somado à ideia do novo franqueado, que Clayton Mangulin, CEO e fundador da rede, percebeu que o contêiner vinha bem a calhar para o modelo de negócio. De fácil implantação e mobilidade, o contêiner pode ser instalado em espaços abertos e estacionamentos de shoppings e supermercados, garantindo, assim, a rentabilidade dos investidores.

A primeira unidade, instalada em Nova Lima, marca, a partir de agora, um novo momento para a rede, que visa expandir os negócios para outras regiões do país além do entorno de Campinas. Os planos, apenas para este formato, é finalizar 2021 com mais 36 unidades, que deverão ser alocadas em cidades do interior do estado e regiões metropolitanas.

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura

A trajetória do empreendedor por trás desse negócio rentável e próspero é Clayton Mangulin. Em 2003, aos 19 anos, colocou na cabeça uma ideia e traçou uma meta: ele teria sua própria assistência técnica de celulares. O estopim dessa vontade foi o primeiro emprego registrado que teve, como auxiliar de vendas numa loja do ramo num shopping center da região.

Idealizando o negócio e ciente dos esforços que tinha pela frente, passou a chegar todos os dias no trabalho 1h30 antes do expediente começar, só para, nesse período, aprender com o técnico da loja a arte de recuperar os aparelhos. Não foram poucas as brincadeiras que ouviu dos colegas, que os apelidaram de ‘caxias’, mas, para o jovem, isso não importava. A meta estava traçada.

Oito meses depois, o técnico responsável se desligou da empresa e Clayton teve, então, a oportunidade de dar o primeiro grande passo: ele foi convidado a assumir o cargo do antigo colega. Foi assim que conseguiu aperfeiçoar seus conhecimentos e, em 2009, já em outro emprego e cursando o quinto semestre de uma faculdade de engenharia, resolveu largar tudo e se aventurar no negócio próprio. Com o valor da rescisão mais a economia de seis anos, investiu R$ 100 mil na primeira loja, no centro de Campinas, interior de São Paulo. Com um crescimento contínuo e duas unidades abertas, no final de 2014 Clayton formatou seu sonho em franquias e começou, então, uma tímida expansão. 

Em 2016 inaugurou a primeira loja fora da cidade natal, no centro de Indaiatuba e, no ano seguinte, em Sorocaba, em um shopping center. Crescendo de forma sólida e orgânica nos anos que se seguiram, em 2020 viu o boom acontecer: diante da imprevisibilidade de uma crise causada por um vírus, o setor, que permanecia de portas abertas e faturava em um ramo que foi responsável por manter as pessoas conectadas, o número de lojas saltou e a franquia abriu uma nova frente: quiosques dentro de supermercados e centro atacadistas. Hoje, com 15 unidades em funcionamento, aposta no modelo contêiner, que será instalado em locais de fácil acesso e de pouco uso nos estabelecimentos comerciais. Para quem começou o negócio apenas assistindo e hoje emprega mais de 60 pessoas, o futuro parece ser bem promissor. 

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Modelo de negócio em contêiner da Campinas Celulares

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Oportunidade para empreendedores do Grande ABC

Com a dificuldade de crédito bancário para franquias, as próprias franqueadoras subsidiam parte do investimento de novas franquias e mantêm crescimento sustentável de suas redes. Conheça as condições para as oportunidade para empreendedores do Grande ABC

As franqueadoras brasileiras estão mostrando que é possível crescer mesmo com a pandemia e a crise – e com consistência. Após atravessarem um ano de incertezas e períodos conturbados, marcas de segmentos distintos tomaram medidas para sustentar as unidades franqueadas existentes e voltar a expandir com novas franquias.

Em relação à expansão, com a falta de crédito bancário facilitado, as franqueadoras estão financiando por conta própria o que conseguem, com a finalidade de tornar o acesso dos novos franqueados ao negócio um pouco mais fácil. “Apesar de termos convênio com vários bancos, o acesso ao financiamento não é simples e o desconto na taxa de isenção de royalties nos primeiros meses de operação ajudam o franqueado que está começando”, comenta Roberto Kalaes, sócio-franqueador da Dr. Shape, maior franqueadora de suplementos e artigos esportivos da América Latina, com mais de 60 lojas pelo Brasil.

Para Thaís Kurita, sócia da banca Nova Prado Advogados, especializada em Franchising e Varejo, o novo franqueado deve ficar atento à estrutura da franqueadora, ao suporte oferecido e aos documentos entregues, que devem seguir a lei 13.966/19, que rege o sistema de franquias no Brasil. “Além de uma boa oferta e do financiamento que, claro, ajudam o novo franqueado a começar e são muito bem-vindos, a franqueadora precisa demonstrar ter know-how para passar ao franqueado. Se ela tem sobrevivido bem à pandemia, já é um sinal de que aprendeu várias coisas importantes – mas, é importante verificar sua saúde financeira e como está a operação das unidades franqueadas existentes antes de investir”, pondera a especialista.

Oportunidade para empreendedores do Grande ABC

Assim como a Dr. Shape, outras redes estão facilitando o acesso do franqueado ao negócio. De segmentos variados e com faixas de investimentos distintos – inclusive duas microfranquias –, elas criaram condições especiais para novas unidades em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema, com opções para diversas áreas desses municípios e do entorno. Conheça a proposta de cada uma delas:

Dr. Shape – A maior rede varejista de suplementos alimentares e artigos esportivos da América Latinas, com mais de 60 lojas pelo Brasil, concederá um desconto de R$ 5 mil na taxa de franquia e isenção de royalties nos três primeiros meses de operação da franquia. O valor da taxa de franquia da marca é de R$ 52 mil e, numa loja, investem-se cerca de R$ 350 mil. A Dr. Shape acaba de lançar um novo formato de franquia, com uma clínica de emagrecimento anexada à loja. A novidade já está sendo pilotada na franquia de Dourados (MS) com sucesso e, em breve, também será implantada em lojas da rede que já estão em funcionamento. A Dr. Shape tem interesse em abrir franquias em todo o Brasil.

IP School – Inglês Particular – A rede de ensino de inglês particular – que utiliza a programação neurolinguística como método para o aprendizado, dispensa material didático e personaliza as aulas particulares conforme o perfil e necessidades de seus alunos – tem dez escolas em São Paulo (capital e região metropolitana). A franqueadora parcela a taxa de franquia, de R$ 30 mil, em três vezes aos novos franqueados, tanto para as microfranquias, cujo investimento é de R$ 33 mil, quanto para as unidades físicas, com investimento de R$ 149 mil. No período de pandemia, a IP School – Inglês Particular dobrou o tamanho de sua rede: a marca iniciou 2020 com cinco unidades e, atualmente, é composta por dez, entre próprias e franqueadas.

Oportunidade para empreendedores do Grande ABC

MicroPro – A MicroPro Desenvolvimento Profissional e Comportamental, que tem 35 escolas profissionalizantes no Estado de São Paulo, parcela a taxa de franquia em três vezes para novos candidatos interessados em abrir uma microfranquia ou franquia de sua marca. Numa microfranquia (escola física para cidades de 70 mil habitantes), investem-se R$ 89 mil, com taxa de franquia de R$ 10 mil. Numa franquia, investem-se R$ 120 mil, com taxa de franquia de R$ 30 mil. Em 2020, a MicroPro tomou a decisão de não abrir nenhuma franquia. A ideia da marca foi a de dedicar-se integralmente às escolas existentes, de forma a apoiá-las no enfrentamento da crise e da pandemia. Assim, aprimorou seu sistema híbrido de aulas presenciais e online; apoiou os franqueados que decidiram reformar as escolas ou mudá-las de ponto e conseguiu atravessar o período com excelentes resultados. A MicroPro foi eleita, em pesquisa da ABF (Associação Brasileira de Franchising) a franquia do segmento de Educação com melhor índice de satisfação de franqueados na última pesquisa da entidade e, agora, é hora de voltar a crescer.

Oportunidade para empreendedores do Grande ABC

Pinta Mundi Tintas – O segmento da Construção Civil nunca esteve tão bem: a própria Pinta Mundi Tintas afirma que 2020 foi o melhor ano em faturamento de todos os 30 anos de sua existência. Com números expressivos – a rede bateu metas de 120% em alguns meses – , não é difícil entender como saiu de 20 para 50 lojas em plena pandemia. Para incentivar ainda mais o crescimento, a marca concede um desconto na taxa de franquia de 20%, para pagamento à vista e, caso o franqueado compre duas unidades franqueadas, o desconto sobe para 30%. O valor da taxa de franquia, já com o desconto de 20%, é de R$ 50 mil. Além disso, os novos franqueados recebem um enxoval de produtos extra para iniciar a operação com melhor aporte no capital de giro. O investimento numa loja compacta da Pinta Mundi Tintas inicia-se em R$ 189 mil.

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Sono Quality investe em colchões que ajudam o sistema imunológico

Manter o sistema imunológico forte e equilibrado ajuda prevenir diversas doenças e infecções; Confira como a Sono Quality investe em colchões e tecnologias.

Fortalecer o sistema imunológico é crucial para quem pretende viver saudável e protegido de eventuais doenças e infecções. Em tempos de pandemia, então, é preciso redobrar os cuidados com a imunidade. Há 13 anos no mercado moveleiro, a Sono Quality Colchões mais uma vez sai a frente investindo em tecnologias para fortalecer ainda mais o sistema imunológico. 

O sistema imunológico do nosso organismo é um conjunto de células, proteínas, tecidos e órgãos que nos defendem de agentes externos, como vírus e bactérias. Mas se ele não tiver uma manutenção adequada, a nossa imunidade fica baixa e qualquer chuva pode nos derrubar” conta o ultrassonografista Dr. Rogério Augusto Pinto da Silva, em conteúdo exclusivo para o site da “CEU Diagnósticos”, clínica de diagnósticos.

Alguns hábitos diários, como, evitar o stress, balancear a alimentação, praticar exercícios físicos, beber muita água e cuidar do sono ajudam a fortalecer o sistema imunológico. No caso de pessoas acometidas de doenças autoimunes por exemplo, muitas vezes optar por doses de vitamina D, são essenciais para manter a imunidade em níveis desejáveis e elevados regularmente. Contra a pandemia do novo Corona Vírus, manter o sistema imunológico saudável e equilibrado é de extrema importância, apesar de não evitar a doença, explicam alguns especialistas.

O sistema imunológico é um dos dois sistemas do corpo inteligentes. Quer dizer que ele recebe um sinal e nem sempre devolve uma contrapartida exatamente igual. Assim como o sistema nervoso central, o sistema inumológico também pensa. Ele recebe informações de vírus, bactérias, vermes de várias naturezas e reflete se aquilo é algo preocupante ou qual o tamanho da resposta que ele deve dar para isso. Frente a um período de epidemia, todo mundo está mais atento para as questões da imunidade, mas na verdade, com imunidade ruim não existe vida”, explica o especialista.

Não tem como uma pessoa sobreviver com imunidade baixa ou ruim com a quantidade de agentes infecciosos que existem no dia a dia. No caso do Covid-19, por exemplo, a pessoa precisa ter uma boa imunidade para que possa combater esse agente externo. Em diversos casos é preciso manter o sistema imunológico sempre fortalecido“, explica o neurologista Guilherme Sciacia do Olival (CRM 135992). “Manter boa alimentação, especialmente com legumes, verduras e frutas; de um sono de qualidade; controle de stress e atividade física, são elementos que fortalecem o sistema imunológico – especialmente o inato – para poder combater as infecções”, completa.

Para ajudar a fortalecer o sistema imunológico, a Sono Quality – maior empresa de colchões tecnológicos do Brasil – fabrica um colchão com partículas de íons negativos, que são átomos que eliminam os íons positivos do ar e que são maléficos para a saúde. Pesquisas provam que os íons negativos em um ambiente têm milhares de efeitos positivos sobre o sistema imunológico e o sistema nervoso. No organismo o colchão também auxilia a purificra o sangue, aliviar dores (inclusive com a vibroterapia), doenças (alérgicas e pulmonares), melhora o humor, promove sono profundo e bem-estar.

Com infraestrutura de última geração, a Sono Quality desenvolve os melhores colchões tecnológicos do Brasil. As 13 tecnologias diferentes e exclusivas – aprovadas por médicos e especialistas – ajudam a prevenir e tratar diversos problemas de saúde, além de permitir noites de sono mais tranquilas, ajudando no descanso.

Sono Quality: A maior empresa de colchões tecnológicos do Brasil 

Foco, determinação, fé, são ingredientes que fazem dá Sono Quality a maior no segmento. Nenhuma empresa de colchões investe o que a empresa aplica à frente das publicidades e merchandisings. O principal diferencial da empresa é o marketing. “Hoje somos a empresa que mais investe em propaganda no Brasil, nenhuma empresa do segmento, estou falando de colchões em geral, investe o mesmo que nós“, afirma Ricardo Eloi. 

Uma empresa que hoje possui 205 funcionários em regime CLT, mais 300 empregados de forma indireta. Um dos principais compromissos da empresa com os colaboradores é o investimento na capacitação profissional e a valorização pessoal de cada um. “Realizamos uma convenção nacional a cada quadrimestre. Todas as segundas-feiras realizamos treinamento operacional e às quintas-feiras treinamento para o pessoal de vendas e externo, inclusive representantes via vídeo conferência“. 

Parafraseando o slogan da empresa: “Pensou colchão, é Sono Quality!”, temos que considerar a potência que a marca se tornou no mercado varejista, suas qualidades terapêuticas e massageadores hoje são mais de 08 funções terapêuticas e diversos níveis de massagem, além de sua tecnologia de ajuste dinâmico, proporcionando ao cliente uma noite perfeita de sono, os colchoes Sono Quality são 100% personalizados. Durante a trajetória de sucesso do produto, os colchões deixaram de ser objetos comerciais e se tornaram aliados na saúde e bem estar de milhares de brasileiros.  “Independentemente de raça, de onde veio, o Brasil é um país de oportunidades. Eu tive todas as oportunidades de ser e de ter nada em minha vida, mas concentrei meu foco e minha disciplina aonde eu queria chegar. Não importa de onde você vem, eu vim de um orfanato e hoje sou um empresário. Só depende de você mesmo, você escolhe ser vítima ou vencedor.”, finaliza Ricardo.

www.sonoquality.com.br 

Com informações da FB Imprensa

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Sono Quality investe em colchões que ajudam o sistema imunológico
Sono Quality investe em colchões que ajudam a fortalecer o sistema imunológico
Divulgação: Assessoria de Imprensa

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Braskem investe mais de R$ 430 milhões na sede de Santo André

Prefeitura prestará suporte à paralisação programada no Polo Petroquímico a partir desta segunda-feira; Confira sobre a Braskem investe em Santo André

A Prefeitura de Santo André prestará suporte com equipe de segurança e trânsito para a empresa petroquímica Braskem, que realizará uma manutenção programada na sua sede do Parque Capuava a partir desta segunda-feira (5).

A empresa paralisará parte de sua produção para realizar a Manutenção Planejada (MP) das unidades de Químicos e Polietilenos (Q3 CK, Q3 IN e PE7), por um período de cerca de 50 dias.

Durante a ação, ocorrerão alterações no funcionamento do flare, tocha que é um mecanismo seguro para a queima de gases utilizado por indústrias químicas, petroquímicas e refinarias. Ele será acionado com mais intensidade nos primeiros dias da manutenção, depois será desligado e voltará com mais intensidade no fim dos trabalhos. O procedimento é inteiramente controlado e não oferece riscos à população.

A medida de manutenção é obrigatória e ocorre em períodos determinados para atender a legislação brasileira NR13 e também para a implementação de melhorias que mantém a fábrica operando com qualidade e segurança. Ao todo, a companhia investirá mais de R$ 430 milhões em cerca de 40 projetos de melhorias e manutenção do complexo, que têm como foco a segurança, o aumento da confiabilidade da operação e a otimização energética.

“A segurança é um valor inegociável para a Braskem e está elencada como prioridade entre nossos macro-objetivos para o desenvolvimento sustentável. Nossa meta é estar entre as referências da indústria no setor químico mundial. De acordo com nosso último Relatório Anual publicado em 2019, este objetivo já estava 72,3% alcançado, mas queremos aumentar este percentual”, explica o diretor industrial da regional São Paulo da Braskem, Luís Pazin.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Evandro Banzato, a parada é um momento de modernização, inovação e melhora na segurança e na eficiência energética. “Diante da paralisação da Braskem para manutenção, a Prefeitura dialogou com a diretoria de Assuntos Institucionais da empresa e se colocou à disposição para apoiar nessa importante operação que resguarda não só a segurança dos munícipes, mas oportunidades de emprego e renda, uma vez que mais de 4.000 colaboradores de 100 fornecedores de todo Brasil movimentarão a economia da nossa cidade”, afirma.

A grande operação atenderá todos os protocolos sanitários impostos pelo momento de pandemia de coronavírus, priorizando a saúde e a segurança dos integrantes e da comunidade. A indústria é considerada como atividade essencial pelo Plano São Paulo, do Governo do Estado. No caso da Braskem, especificamente, há importância, inclusive, para a produção de insumos e itens utilizados no enfrentamento da Covid-19.

A Braskem manterá um canal para esclarecer possíveis dúvidas, transmitir informações ou contatar a companhia em casos de emergência. O telefone 0800 161 647 estará disponível 24 horas, todos os dias da semana. Detalhes sobre a ação estão disponíveis no site www.braskem.com.br/manutencaoplanejada.

Braskem investe
Braskem investe na sede de Santo André. Fotos aéreas da planta Unib Cracker de Mauá. 1.1.3. Assistente: Leonardo Reis Foto: Bitenka

Polo Petroquímico – A Braskem é parceira da Prefeitura de Santo André no programa de Turismo Industrial e de Inovação, onde são realizadas visitas guiadas à planta da empresa. As visitações no momento estão suspensas, por conta da pandemia Covid-19. Além disto, também há conversas para que a empresa faça parte do Hub de Inovação do Parque Tecnológico de Santo André.

Criado em 1972, o Polo Petroquímico é representado pelo Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC (COFIP ABC), agrupa 16 empresas nacionais e multinacionais, e é responsável pelo fornecimento de insumos, matérias-primas e produtos estratégicos para todo o setor produtivo brasileiro.

Em 2018, foram estimados R$ 9,7 bilhões no faturamento do Polo, com quase 10 mil empregos diretos e indiretos.

Com informações da Prefeitura de Santo André.

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Governo de SP investe em ônibus escolares

Nesta segunda-feira (22/03), O Vice-Governador Rodrigo Garcia fez um anuncio sobre o investimento de R$ 211,6 milhões na compra de ônibus escolares. Mesmo com o recesso antecipado em todas as escolas estaduais, em vigor desde segunda-feira (15/03), a Secretaria Estadual da Educação (Seduc-SP) segue com uma série de investimentos previstos para este ano.

Governo de SP investe em ônibus escolares
O Vice-Governador do Estado de São Paulo Rodrigo Garcia durante a Coletiva de Imprensa com a Área do Governo e a Área da Saúde. Dia: 22/03/2021 Local: São Paulo/SP Foto:Governo do Estado de São Paulo


“Os ônibus foram adquiridos com recursos estaduais e estarão à disposição de centenas de municípios para dar mais segurança no transporte escolar dos alunos, preparando para o momento adequado da retomada das aulas”, falou o Vice-Governador.


No total de 868 ônibus, 549 já foram entregues a 372 municípios. O investimento de R$ 211,6 milhões foi integralmente feito pelo Governo do Estado de SP.

São 168 ônibus modelo ORE 2, da Mercedez Benz, com capacidade para transportar 44 estudantes mais o condutor e 700 ônibus do modelo ORE 3, da Volkswagen, com capacidade para 59 estudantes, e o condutor. Os dois modelos são equipados com dispositivos de acessibilidade para estudantes com deficiência ou com mobilidade reduzida.


“O transporte escolar é executado por convênio com as prefeituras, por isso essa parceria é muito importante. Quando do retorno das aulas, um dos itens mais importantes e inclusivos é o transporte escolar. Sem ele, não chegamos a todos”, destacou o Secretário da Educação, Rossieli Soares.

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Startup recebe investimento para alavancar ecommerce mundial

Uma iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP), em parceria com a Fundação CERTI, criou o projeto Start BSB, no qual selecionou empresas inovadoras da região Centro-Oeste para incentivar o empreendedorismo local. A startup DashCommerce foi uma das empresas selecionadas, e recebe investimento até R$112.000,00, para alavancar novas tecnologias a fim de fomentar o desempenho do comércio eletrônico d. Um dos fundadores da startup, Leonardo Miranda explica a importância dessa iniciativa.

Esse movimento, que acontece em todos os Estados do Brasil, ganha força na Capital Federal e propicia oportunidades de startups e projetos inovadores ganharem visibilidade e mostrarem seus benefícios para a sociedade.

“Esse investimento é importante para conseguir contratação de pesquisadores e a ampliação de tecnologias, pioneiras pro país, como inteligência artificial e mineração de dados”, enaltece.

Startup recebe investimento para alavancar ecommerce mundial

Concebida no primeiro semestre de 2020, em período estratégico com o pico da pandemia do Covid-19 no Brasil, a DashCommerce ajuda os empreendedores na jornada de venda do ecommerce com a solução do gerenciamento da loja, pedidos e clientes de forma facilitada a um clique do smartphone. Além disso, a empresa promove a geração de insights estratégicos com a comparação com outras empresas do mesmo segmento.

Economicidade e conhecimento são valores gerados e trabalhados pela DashCommerce, que tem como objetivo ajudar o pequeno empreendedor nesse processo de transição, haja vista que nunca foi tão importante esse processo de transição para a digitalização dos negócios.

Um ganho gerado pela Dashcommerce é a redução da curva de aprendizagem dos empreendedores brasileiros, aumentando suas chances de sucesso no comércio eletrônico, bem como o ganho de eficiência operacional. A startup já atua com mais de 1200 lojas distribuídas em mais de 96 países, sendo os principais EUA, Reino Unido, Brasil e Holanda.

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Por que investir no comércio local em 2021?

Descubra as tendências de negócio para este ano e saiba por que investir no comércio com o seu dinheiro

Por que investir no comércio local

As consequências de tudo o que aconteceu em 2020, sobre a Covid-19, ainda deverão ser sentidos em vários aspectos da sociedade, principalmente no mundo dos negócios. 

Diversas empresas adaptaram seu planejamento e áreas de atuação, além de ajustar suas visões de mercado, comercialização e transações econômicas. 

Quando o assunto é investir, agora mais do que nunca é preciso colocar em prática o balanceamento entre a cautela e o ato de apostar em um negócio inovador e criativo.

Quem nunca ouviu a frase “toda crise tem suas oportunidades”? O cenário pode ser complexo para negócios que necessitam da presença física dos seus clientes, por outro lado, o ambiente online cresce exponencialmente e amplia o leque de investimento e as possibilidades de empreendedorismo. 

Dados do Ministério da Economia indicaram que 782 mil negócios foram abertos em território nacional entre maio e agosto de 2020, sendo o principal motivo para investir em comércios locais em 2021. 

As possibilidades são muitas e vale a pena ficar de olho no cenário nacional e internacional para optar por investimentos promissores e seguros. 

Dê uma olhada nas principais tendências de negócio para 2021 a seguir:

Principais tendências de negócio para 2021

1. E-commerce de informática

A Webshoppers nº 42 publicou um estudo recentemente em que indica que o maior segmento de e-commerce do último ano foi o de produtos de informática. 

As lojas online deste gênero de comercialização tiveram um aumento de 50% no valor médio de compras por cliente e se compararmos o faturamento do primeiro e do segundo trimestre de 2020, o crescimento foi de mais de 100%! 

Os produtos em destaque são notebooks, computadores e seus acessórios. Além de ter um grande avanço nas solicitações de profissionais que realizam a montagem de computadores sob encomenda. 

As empresas que se destacam costumam ter certificados de qualidade, garantia de serviços competentes e investimento na produção de conteúdo online a respeito do assunto.

2. Clube de assinatura

Dados divulgados pela Betalabs demonstram que a chamada economia de recorrência está em alta em 2021. Esse tipo de economia está relacionada ao modelo de assinatura de serviços. 

Os clubes de assinatura cresceram 12% no último ano, com mais 4 mil opções diferentes de clubes que movimentam mais de R$1 bilhão só em 2019. 

As possibilidades de negócio são grandes, podendo contemplar produtos como acessórios para pets, kit de maquiagem, produtos naturais, cápsulas de café e qualquer outro tipo de produto considerado de utilização rotativa.

Nesta pesquisa foram divulgados os principais itens do mercado:

  • livros (27%); 
  • bebidas (18%); 
  • alimentos (17%); 
  • cuidados pessoais (12%); 
  • acessórios para pet (11%);
  • outros (15%). 

O foco dos clubes de assinatura está no oferecimento de opções criativas, diferentes e surpreendentes de produtos que são utilizados no dia a dia. 

A seleção precisa ser meticulosa e condizente com as demandas da sociedade, focando em produtos naturais, na sustentabilidade e na inovação.

3. Desenvolvimento de games

O segmento dos games está em grande crescimento na última década e a pandemia foi um agente catalisador para a procura de games focados no celular. 

O faturamento do mercado foi recorde em 2020, R$851 bilhões e só o segmento mobile faturou R$402,5 bilhões desta quantia. 

Com estes números, o desenvolvimento de games para celular se torna um dos principais negócios em crescimento nos próximos anos, já que o fácil acesso à celulares torna este tipo de entretenimento muito acessível para boa parte da população.

Além da acessibilidade, a facilidade do compartilhamento das criações também impulsiona o segmento. 

Os jogos podem ser divulgados pelo Google Play, App Store e Windows Phone Store, bastando um rápido cadastro como pessoa física ou jurídica e o pagamento de uma taxa única para o compartilhamento do aplicativo nas plataformas. 

A criatividade também é um diferencial, criando inúmeras possibilidades de negócio. 

4. Vegetarianismo e veganismo

Mais um tipo de segmento que já vinha crescendo nos últimos anos e que o isolamento social serviu como potencializador. 

Segundo um estudo realizado pelo G1 em 2018, 14% da população brasileira já se auto declarava vegetariana. Pode ser pouco em porcentagem, mas em números absolutos estes 14% representam 30 milhões de pessoas! 

E as pesquisas não param por aí. 55% dos brasileiros consumiriam mais produtos veganos se as embalagens indicassem esta categoria.

Até as famosas empresas de comidas feitas com proteína animal (Seara, Sadia, Perdigão, McDonald’s e SubWay, por exemplo) se renderam a forte tendência do veganismo e vegetarianismo criando linhas especiais para esta parcela da população. 

Além do mais, o veganismo não acontece apenas na alimentação. As empresas de cosméticos são a prova de que este estilo de vida veio para ficar! 

Pesquise por ideias empreendedoras que levem a tendência em consideração e não tenha medo de investir.

5. Cosméticos naturais 

Seguindo a linha do item anterior, os cosméticos naturais produzidos de maneira sustentável garantiram seu espaço no consumo dos brasileiros. 

Em 2020 a plataforma Teads publicou um estudo apontando que 62% dos brasileiros pensam que a indústria dos cosméticos deveria ser desenvolvida com base em ingredientes naturais e orgânicos. Opinião que acaba por pautar suas decisões de compra.

Apostar em fabricantes de produtos de maquiagem, xampus e condicionadores que não possuam adição de elementos nocivos à natureza, que não sejam testados em animais e não incluam ingredientes sintéticos na sua composição trará lucros certos em 2021. 

Aposte também em xampus e condicionadores sólidos, por exemplo, que além de naturais, ainda diminuem o descarte de plástico no meio ambiente.

Cursos online

Um investimento bem feito leva um tempo para entender do negócio escolhido, de empreendedorismo e de administração. 

Administração de empresas, administração contábil e estatística são alguns exemplos de cursos online com certificado que podem oferecer uma boa base de estudos e conhecimento para escolher o melhor tipo de investimento e administrar o dinheiro investido. 

Afinal, os cursos aumentam a relevância do seu currículo, melhoram a percepção do mercado e aumentam as chances de realizar investimentos embasados. 

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Novo marco legal das ferrovias impulsionará investimentos

Está em tramitação no Senado Federal o novo marco legal das ferrovias, proposta que tem como objetivo atrair mais investimentos no modal de transporte. Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizado em 2018, mostrou que mais de 30% da extensão de trilhos ferroviários do País estão inutilizados e 23% não possuem condições operacionais.

Um dos pontos da proposta estabelece que as ferrovias brasileiras estejam sob o regime de autorização. No modelo de autorização, por conta e risco, a empresa tem mais liberdade para a realização de alguma atividade ou utilização de um bem público. Nele, o investidor possui a titularidade do bem.

Por outro lado, pelo modelo de concessão é estabelecido um contrato com a administração pública.  Nesse modelo, a titularidade do bem pertence ao poder público.  Através de uma licitação, o governo transfere a uma empresa ou consórcio de empresas a execução de um serviço público.

Matheus de Castro, especialista em infraestrutura da CNI, explica que o regime de autorização já é aplicado no setor portuário. Segundo ele, esse ponto da proposta é o que pode acarretar na geração de mais investimentos nas ferrovias brasileiras. 

“Esse modelo apresenta algumas vantagens para o investidor privado operar e aplicar recursos no setor, em comparação ao regime de concessão. Com certeza, isso irá auxiliar no processo de modernização, aumento dos investimentos, aumento de cargos e da conectividade das ferrovias de toda a malha ferroviária”, aponta Matheus.

Para Luís Baldez, presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut), o atual modelo de concessão, que foi criado em 1996, foi de suma importância para a melhoria do setor ferroviário brasileiro.  Porém, segundo ele, esse regime traz mais vantagens aos monopólios, o que dificulta investimentos. 

“O sistema estava caótico e a rede ferroviária estava falida e, se não houvesse a privatização, as ferrovias provavelmente iriam desaparecer.  Apesar de ter sido boa, o modelo de privatização ele privilegiou os monopólios”, explica.

O relator da proposta, Jean Paul Prates (PT-RN), apresentou o parecer final do projeto em novembro do ano passado. Entre outros pontos, o novo marco legal das ferrovias estabelece a criação de uma agência autorreguladora para o modal de transporte.

De acordo com o texto, a autorregulação ferroviária “cria a possibilidade de que o próprio mercado promova a gestão e a coordenação do trânsito de pessoas e de mercadorias por linhas de diferentes empresas, cabendo ao Poder Público atuar apenas em caso de conflitos não conciliados pelas partes.”

Bernardo Figueiredo, economista e ex-diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), afirma que a atual regulação no setor ferroviário dificulta a participação de investidores estrangeiros. “A gente precisa abrir esse mercado e trazer novos operadores”, defende.

Além disso, segundo a proposta, os contratos de concessões e de permissões no setor ferroviário devem indicar “obrigações de realização de investimento para aumento de capacidade instalada ao longo do período do contrato, de forma a reduzir o nível de saturação do trecho ferroviário, assegurado o reequilíbrio econômico-financeiro.”

Histórico

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a história das ferrovias brasileiras tem início em 30 de abril de 1854, com a inauguração do primeiro trecho de linha, a Estrada de Ferro Petrópolis, ligando Porto Mauá a Fragoso, no Rio de Janeiro. O trecho de 14 km de extensão foi inaugurado por D.Pedro II.

Passados 167 anos, o Brasil possui, atualmente, 30 mil quilômetros de malha ferroviária, modal considerado ainda pouco aproveitado diante da extensão territorial do País.

Em parceria com Brasil 61.

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Novo marco legal das ferrovias impulsionará investimentos

Investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade em 2020

Dados da Organização das Nações Unidas, divulgados no domingo, mostram que investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade no ano passado.

2020 fechou com 33 BILHÕES DE DÓLARES, um dos menores fluxos desde a crise global financeira, em 2009.

Naquele ano, os investimentos somaram 26 BILHÕES.

Agora, a queda chegou a 51 POR CENTO e afetou principalmente as áreas de transportes, serviços financeiros, extração de petróleo e gás, além do setor automotivo.

Durante a crise sanitária, o Brasil interrompeu as privatizações e as concessões de infraestrutura.

O país chega ao Fórum Econômico, que ocorre nesta semana de forma virtual, com uma previsão pouco otimista.

Para James Zhan, representante da Conferência da ONU para Desenvolvimento e Comércio, a recuperação pode ser lenta, pela redução acentuada em novas plantas de produção.

Diferente do que se prevê para países da Europa e outras partes do mundo, que podem, a longo prazo, promover maior integração com os mercados da América Latina.

Principalmente, no setor de tecnologia.

O Brasil também estagnou no ranking dos maiores receptores de investimentos, e permaneceu na mesma quinta posição, que já ocupava em 2011.

Atrás de Índia, Singapura, Estados Unidos e China.

Com informações de Rádio2.

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Investimentos estrangeiros no Brasil caíram pela metade em 2020

Fomento à cultura em SP: Governo mantém investimento de R$100 mi

A medida foi tomada para enfrentar o déficit fiscal gerado pela crise da pandemia do coronavírus; não haverá perda para o setor cultural e criativo, com o fomento à cultura em SP

O Governo do Estado de São Paulo vai substituir o ProAC Expresso ICMS (programa de incentivo fiscal à cultura) por um programa de fomento direto a projetos culturais com recursos orçamentários, o ProAC Expresso Direto, mantendo o mesmo valor (R$ 100 milhões) e adotando normas e procedimentos semelhantes. Não haverá perda para o setor cultural e criativo.

A medida valerá para 2021, 2022 e 2023 e foi tomada para enfrentar o déficit fiscal gerado pela crise da pandemia do coronavírus. O decreto orçamentário com este valor será publicado em breve. Posteriormente sairá o regulamento do novo ProAC Expresso Direto, a ser elaborado pela Comissão de Análise de Projetos (CAP) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, que será a instância de análise e seleção de projetos.

Será feita uma consulta pública para que a sociedade civil possa enviar contribuições. Os proponentes que tiverem projetos selecionados receberão os recursos diretamente. Com isso, o Governo do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a valorização da cultura e o estímulo ao desenvolvimento do setor cultural e criativo.
Será feita uma consulta pública para que a sociedade civil possa enviar contribuições.

Os proponentes que tiverem projetos selecionados receberão os recursos diretamente. Com isso, o Governo do Estado de São Paulo reafirma seu compromisso com a valorização da cultura e o estímulo ao desenvolvimento do setor cultural e criativo.

O ProAC Expresso Editais e o Programa Juntos Pela Cultura serão mantidos e também terão em 2021 recursos em patamar semelhante ao de 2020. Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo Assessoria de Imprensa (11) 3339-8116 / (11) 3339-8162 (11) 98849-5303 (plantão).

O ProAC Expresso Editais e o Programa Juntos Pela Cultura serão mantidos e também terão em 2021 recursos em patamar semelhante ao de 2020.

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Fomento à cultura em SP

Confira algumas das medidas aprovadas para salvar as empresas

Regularização de dívidas tributárias, crédito para pagamento da folha de salários e regras para recuperação judicial estão entre as principais decisões para salvar as empresas

A Medida Provisória 899/19, aprovada pela Câmara este ano, vai ajudar a reforçar os cofres da União. O texto que regulamenta a negociação de dívidas tributárias deve regularizar a situação de 1,9 milhão de contribuintes, os quais devem cerca de R$ 1,4 trilhão ao governo. 

A MP, que se converteu em Lei, prevê desconto de até 70% para pessoas físicas, pequenas e microempresas, santas casas e instituições de ensino, entre outras organizações. Esses contribuintes vão ter até 145 meses para pagar suas dívidas, exceto aquelas envolvendo contribuição previdenciária, cujo prazo será de 60 meses.

Medidas para salvar as empresas

Ao longo de 2020, o Congresso Nacional aprovou, também, uma lei para que pequenas e médias empresas pudessem contar com uma linha de crédito especial para pagamento de salários durante a pandemia da Covid-19. O empréstimo permitiu o financiamento dos salários e verbas trabalhistas durante quatro meses.

Ainda em análise no Senado, o PL 1397/20, aprovado pelos deputados, criou regras transitórias para empresas em recuperação judicial e, também, para tentar evitar que outras empresas em dificuldade cheguem a este ponto. 

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Regulamentação do Fundeb aguarda votação no Congresso

Relatório apresentado nessa segunda (16) traz pontos discutidos em debates públicos e estudos em torno do tema; documento precisa ser votado ainda neste ano para que o Fundo, já aprovado, seja regulamentado

Em agosto deste ano, o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) passou a ser permanente. Em vigor desde 2007, o Fundo seria extinto em dezembro deste ano, caso não houvesse movimentação em torno do tema. A votação no Congresso Nacional para aprovar a medida foi histórica e unânime, mas pontos importantes da nova emenda constitucional podem ficar de fora no ano que vem – isso se o relatório que regulamenta o Fundeb, apresentado nessa segunda-feira (16), não for apreciado e votado ainda neste ano.

O relator do PL 4372/2020, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), entregou a primeira versão do texto a partir de estudos realizados pelo gabinete compartilhado dos parlamentares do Movimento Acredito. Rigoni acrescentou também ao relatório sugestões compartilhadas em pelo menos cinco debates públicos virtuais, realizados de agosto para cá – segundo ele, envolvendo 35 mil espectadores. 

“Os municípios e estados brasileiros vivem realidades econômicas muito diferentes. O Brasil é muito diverso e muito desigual e a pandemia tornou ainda mais urgente essa nova injeção de dinheiro de uma maneira muito específica”, avalia Rigoni.  

Entre os sete pontos destacados pelo relator do PL, estão itens que vão ajudar a diminuir a desigualdade, por meio da nova metodologia de distribuição geral de recursos Valor Aluno Ano Total (VAAT); promover mais desenvolvimento, injetando 50% dos recursos gerais na educação infantil; e dar mais transparência, padronizando a prestação de contas no sistema do Ministério da Educação (MEC).  “O principal ponto, e talvez um dos mais importantes do relatório, é que o Fundeb reduz ainda mais as desigualdades de financiamento da educação”, acredita o parlamentar. 

Regulamentação do Fundeb

O líder de Estratégia Política do Todos pela Educação, Lucas Hoogerbrugge, considera como “completo” o relatório preliminar apresentado pelo parlamentar. “Ele traz todos os elementos necessários para a operacionalização do Fundeb em 2021 e deixa alguns temas, que já eram consenso na Câmara dos Deputados, para regulamentar na atualização da lei no ano que vem. E esses temas já circunscrevem de forma muito específica, dizendo qual o direcionamento que eles devem tomar na atualização da lei, o que parece positivo para que o texto seja coerente com o que está sendo discutido”, pontua. 

Na opinião dele, uma das maiores polêmicas sobre o assunto – o conveniamento no ensino fundamental e médio – não entrou no texto preliminar, o que pode ser positivo para não travar a aprovação do projeto no Congresso Nacional. “Se isso continuar assim, não haverá muito problema na votação”, aposta. 

A matéria tem sido mantida em obstrução pelo Governo Federal – isso porque o relatório apresentado pelo deputado Felipe Rigoni não atende a expectativa da equipe de Jair Bolsonaro de estender o escopo de escolas privadas sem fins lucrativos aptas a receber recursos do fundo. O texto mantém a autorização apenas para a educação infantil, que engloba creche e pré-escola, e educação no campo e especial. Nesse campo, a novidade que Rigoni apresenta é com relação à educação profissional de ensino médio, com a possibilidade de recursos do Fundo serem direcionados para unidades privadas sem fins lucrativos que atuem nessa modalidade.

“Esses entraves estão sendo colocados mais pelo governo e por certos segmentos do setor privado, que querem uma garantia de destinação de recursos do Fundeb para a educação básica privada. Para mim, isso é muito complicado, porque você não pode tirar dinheiro das escolas públicas para as instituições privadas, ainda que elas se declarem filantrópicas. Afinal, a educação pública, gratuita e de qualidade tem de ser o maior compromisso do Estado”, decreta o pesquisador e doutor em psicologia educacional Afonso Galvão. 

“Retirar recursos para instituições privadas é um desserviço que pode prejudicar ainda mais a educação básica pública. A educação básica, num contexto geral, tem sido uma das sacrificadas da educação brasileira, mais até que os outros segmentos. É um ponto polêmico, mas acredito que não vai passar nesse relatório”, aposta Galvão.  

Um dos maiores riscos da não aprovação da regulamentação do Fundeb ainda neste ano, na avaliação de Lucas Hoogerbrugge, é a falta de recursos no setor para os municípios. “Caso a regulamentação do Fundo não seja aprovada muito em breve, corremos o risco de ter aproximadamente 1,5 mil municípios deixando de receber mais de R$ 3 bilhões no ano que vem”, alerta.  

“E isso em um ano que vai ser essencialmente crítico para a educação, já que envolve a retomada das aulas presenciais, no momento que for seguro e com o devido planejamento. Consequentemente, vai envolver mais recursos para resolver esse processo de forma articulada entre alunos, professores e famílias”, completa Hoogerbrugge.  

A expectativa é de que o relatório siga direto para o plenário da Câmara e, em seguida, para o do Senado, já que, por conta da pandemia, as comissões não estão em funcionamento. “Considerando que ainda há algumas etapas e é uma matéria extremamente importante para o País, seria interessante que a pauta na Câmara dos Deputados fosse desobstruída e a votação ocorresse o mais rápido possível”, defende Lucas. 

Recursos

O Fundeb é considerado, hoje, essencial para o ensino público no País, já que reforça o investimento no setor em estados, municípios e Distrito Federal. Com a aprovação da PEC, o Fundeb se torna permanente e traz entre as principais mudanças a ampliação da participação federal no Fundeb. O fundo é composto por contribuições dos estados, DF e municípios, além de uma contribuição da União sobre esses valores, que é de 10% hoje. Gradualmente, esse percentual vai subir, alcançando o teto de 23% em 2026 em diante. 

No entanto, 16 pontos precisam de regras específicas para que os governos estaduais movimentem o Fundo, sendo que dez deles só poderão funcionar no próximo ano com a aprovação da regulamentação no Congresso. A votação está prevista para ocorrer ainda em novembro. 

Fonte: Brasil 61

Jornal Grande ABC

COMUNICAÇÃO: Existem formas de falar

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Governo Federal deverá investir em geração de energia

De acordo com o grupo, diante das poucas chuvas registradas no mês de outubro, será necessário apostar na geração de energia por termelétrica e importação de energia elétrica


O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) avaliou as condições de suprimento de energia elétrica no País, e constatou a necessidade do despacho de recursos adicionais, dentre os quais geração termelétrica e importação de energia elétrica, conforme deliberado no mês anterior em sua 236ª reunião, diante do cenário de poucas chuvas verificado no mês de outubro.

Para os próximos dias, as previsões meteorológicas indicam o aumento das chuvas na região Sudeste/Centro-Oeste, caracterizando o início do período úmido, e permanência da situação de escassez de precipitações no Sul. Dessa maneira, o CMSE indicou a necessidade da permanência da deliberação vigente quanto à possibilidade de despacho de recursos adicionais pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para fazer frente à menor utilização da geração hidráulica na região Sul.

Durante reunião para debater o assunto, a Petrobras apresentou ao Comitê as medidas em curso que visam à maior disponibilização de combustível para atendimento pleno à necessidade de geração indicada pelo Operador. Os representantes ainda relataram a ocorrência no sistema elétrico do Estado do Amapá, com explosão de um transformador e que afetou gravemente o suprimento de energia elétrica às cargas da região. 

Fonte: Brasil 61

Centros Imunológicos recebem incentivo de R$ 113 milhões

O investimento será repassado em parcela única do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos estaduais, municipais e distrital, para execução das ações

Subsetores da Saúde pública como os Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs) que tratam pessoas com doenças imunossupressoras, tratamentos de síndromes respiratórias, as Unidades Sentinelas de vigilância de Síndrome Gripal (SG) e as Vigilâncias Municipais serão contempladas com o investimento de R$ 113 milhões repassados pelo Ministério da Saúde.

O investimento será repassado em parcela única do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos estaduais, municipais e distrital, para execução das ações. 

Do total, cerca de R$ 26 milhões será transferido à revitalização dos CRIES. Pela primeira vez em 27 anos, os locais receberão o valor empenhado em reformas, manutenções e aquisição de insumos necessários.

De acordo com a técnica de Saúde da Confederação Nacional dos Municípios, Carla Albert, isso indica uma atenção especial que o governo quer destinar as pessoas com doenças imunossupressoras, um dos principais públicos de risco no caso do coronavírus.

“Esse tipo de serviço atende, por exemplo, pessoas que vivem com HIV/Aids, hepatite e outras doenças crônicas. A Confederação entende que todo reforço financeiro é de extrema importância”, avalia.

Outra parte do incentivo total, cerca de R$ 87 milhões, irá proporcionar o aprimoramento da detecção, análise e avaliação das síndromes respiratórias agudas, para prevenção e controle da influenza e outros vírus respiratórios, incluindo a Covid-19. 

A execução dos recursos deverá ocorrer até o final de 2021. O monitoramento da execução será feito pela Coordenação-Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI) e a prestação de contas via Relatório Anual de Gestão (RAG).
 

Fonte: Brasil 61

Brasil gasta R$ 1.398,53 com saúde pública por habitante

Gasto per capita diário no país com o SUS foi de R$ 3,83 no ano passado, ante R$ 3,79 em 2018

Pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que, em 2019, as esferas federal, estadual e municipal gastaram R$ 1.398,53 em despesas relacionadas à saúde pública por habitante. Em 2018, esse valor foi de R$ 1.382,29. Diariamente, o gasto per capita no país com o SUS foi de R$ 3,83 no ano passado, ante R$ 3,79 em 2018. O levantamento do CFM foi feito em parceria com a ONG Contas Abertas e considerou informações prestadas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), mantido pelo Ministério da Saúde. 

A legislação brasileira estabelece que estados e o Distrito Federal devem gastar pelo menos 12% de seus orçamentos com Saúde. No caso da União, segundo a Constituição Federal, os gastos mínimos na área devem corresponder a 15% da receita corrente líquida. 

Donizetti Giamberardino, vice-presidente do CFM, afirma que o investimento público em saúde no Brasil está muito abaixo do observado em países ricos. Segundo ele, outro gargalo no setor está relacionado à má qualidade no atendimento na atenção primária em municípios pequenos, o que faz com que hospitais de cidades maiores fiquem sobrecarregados. 

“Se nós tivéssemos uma atenção primária eficiente, essas pessoas não precisariam se dirigir aos centros de saúde especializados, em busca de leitos hospitalares com a frequência que ocorre no Brasil.”

Mundo

Comparado a outras nações que possuem sistema público de saúde, os gastos na área por pessoa no Brasil são bastante inferiores. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2017, foram gastos US$ 389 por pessoa no país. No Canadá, esse valor foi de US$ 3.505; na França os gastos chegaram a US$ 3.376. No ranking, o Brasil perde até mesmo para a Argentina, onde o Poder Público gastou US$ 959 três anos atrás.

Carla Pintas, professora de Saúde Coletiva na Universidade de Brasília (UnB), afirma que o Governo Federal, estados e União precisam criar mecanismos para inverter o subfinanciamento no SUS. A docente acredita que, com a pandemia da Covid-19, foi demonstrada a importância de estados e municípios em reivindicar mais recursos na área. 

“A pandemia comprovou que novos recursos foram injetados na saúde, para a aquisição de materiais, insumos que, obviamente, aumentaram de forma exponencial, além de repasses para a construção de unidades de saúde e abertura de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).” 

O CFM também afirma que os investimentos na saúde pública brasileira estão bem abaixo do necessário, especialmente diante do crescimento do desemprego e da crise econômica. Além disso, segundo a entidade, milhões de brasileiros estão abandonando os planos de saúde, por falta de dinheiro, o que gera um aumento na procura do atendimento público. 
 

Fonte: Brasil 61

COVID-19: Prefeituras paulistas investiram mais de R$ 3,5 bi

Levantamento feito pelo TCESP mostra, ainda, que 641 dos 644 municípios tiveram casos confirmados da doença

Dados do Tribunal de Contas do estado de São Paulo (TCESP) mostram que as prefeituras já empregaram mais de R$ 3,5 bilhões em ações de combate à covid-19. No total, 641 municípios paulistas tiveram casos confirmados da doença, o que representa 99,5% do total das 644 administrações jurisdicionadas pelo Tribunal. 

Até setembro, os recursos empenhados pelos municípios aumentaram em relação ao mês anterior. Até o momento, mais de 95% das cidades do estado decretaram situação de calamidade pública. Apenas 28 administrações não encaminharam à Assembleia Legislativa do Estado (Alesp) decretos que reconhecem a situação.

Ainda de acordo com o levantamento do Tribunal de Contas do estado, com base nas informações prestadas pelos municípios, 118 prefeituras suspenderam pagamentos de dívidas devido à situação de calamidade. Além disso, 37 não efetuaram pagamentos devidos no exercício de 2020 decorrentes de operações de crédito interno ou externo. 

A pesquisa completa e a situação dos municípios estão disponíveis no Painel Covid-19, que pode ser acessado dentro do site do tce.sp.gov.br

Fonte: Brasil 61

Armazém Inteligente 4.0 da Agrotopus eleva eficiência operacional

Parte da multinacional brasileira Valid que é líder no mercado de identificação segura e rastreabilidade, a Agrotopus avança com soluções em transformação digital para novas frentes ligadas ao agronegócio e conquista seu primeiro case em Armazéns Gerais de Café com a implantação da solução Armazém Inteligente 4.0.

Toda essa expertise em rastreabilidade e inovação, juntamente com a evolução da plataforma e a especialização em armazéns de café permitiram que a agritech conquistasse novos nichos do mercado de grãos, uma vez que todas as soluções para o setor cafeeiro podem ser transportadas para várias outras culturas, entre elas sementes de soja e algodão. 

Em Varginha, região de Minas Gerais que se destaca na produção e exportação de café arábica, a Agrotopus implantou a solução Armazém Inteligente 4.0 na LIV Logística, que tem a capacidade de 400 mil sacas de armazenagem, incorporando o know-how operacional deste parceiro em um conjunto de novas funcionalidades na plataforma.  

No armazém, que hoje beneficia cerca de 1 milhão/ano de sacas de café, a Agrotopus aplicou um sistema que localiza as bags e faz a gestão de todos os processos de estoque a partir da identificação por radiofrequência com a aplicação de etiquetas inteligentes RFID desenvolvidas pela Valid.  

Este projeto inclui rastreamento por geolocalização, com uso de aplicativos móveis e análise de dados avançada que garantem o acompanhamento em tempo real dos lotes, desde a entrada do café no armazém, passando por todas as etapas de armazenagem e rebenefício, até entrega do café.  

Outro ponto chave da solução é a produtividade. “A Agrotopus evoluiu a solução concebida para cooperativas, criando um produto totalmente inovador, voltado à realidade operacional e gestão de Armazéns Gerais. Demos um salto muito grande e estamos muito à frente de qualquer solução hoje. E não é só isto. Não basta ter um bom produto sem um bom suporte na ponta e para isto é necessário ter uma equipe especializada de campo que está sempre pronta e agir, garantindo total disponibilidade. Só quem conhece o que é uma operação no armazém no pico da safra para ter noção. Este é um dos grandes diferenciais da Agrotopus”, destaca Robinson Herzeg, diretor da Agrotopus.  

“O avanço tecnológico e o surgimento de sistemas inteligentes trouxe a necessidade de investir em tecnologias capazes de melhorar os processos de gestão e, consequentemente, ser cada vez mais eficientes e competitivos através de uma gestão completa. Meu objetivo era deixar de olhar apenas para o estoque e enxergar o negócio como um todo. Isso nos motivou a procurar um parceiro completo, que traga soluções 360°”, explica o diretor da LIV Logística, Matheus Paiva.   

Segundo Paiva, esse também foi um investimento em mais transparência. É possível ter o controle total de tudo o que acontece no armazém, que tem em média uma movimentação de 351.760 sacas/mês. “Ter as informações corretas acessíveis ajuda a tomar as decisões de forma mais rápida e eficiente, permitindo inclusive uma gestão de custos com maior precisão”. O executivo ainda ressalta que o sistema permite uma maior segurança tanto para o cliente como para o produtor. 

Segundo Henrique Venga Cardoso, assistente de Engenharia da LIV Logística, quando se trata de cafés certificados ou não, a rastreabilidade é fundamental. Além de permitir que qualquer elo saiba todas as etapas por onde seu produto passou, ela permite acesso a informações mais confiáveis e em tempo real.   

“Agora com a rastreabilidade conseguimos saber quando o café chegou, onde foi armazenado, se teve alguma movimentação até quando saiu. Com o mapa da Agrotopus é possível mostrar aos nossos clientes onde o café dele está naquele exato momento”, destaca Cardoso. 

Fundada em 2015, a Agrotopus cria soluções tecnológicas para todas as frentes do agronegócio. As ferramentas são feitas sob medida  e os conceitos desenvolvidos para o mercado de café podem ser aplicados para culturas diversas, tais como sementes de soja e algodão, além de outras atividades econômicas.  

Sobre a Valid

Vivemos na economia da confiança. Nessa economia, a moeda é a identidade, e identificação é o que dá valor a ela. Para a Valid (B³: VLID3 – ON), identificação é reconhecer algo ou alguém como verdadeiro. Estamos no seu RG, nos seus cartões de banco, nas transações que faz pelo celular e em todos esses lugares, usamos tecnologia de ponta. Somos 6,000 colaboradores em 16 países levando em consideração as particularidades culturais e regionais, para entregar soluções personalizadas e integradas. No Brasil somos a maior empresa em emissão de documentos de identificação, no mundo ocupamos a 5ª posição na produção de SIM Cards e estamos entre os 10 maiores fabricantes de cartão do planeta. Identificação é nossa razão de ser. Para saber mais, acesse www.valid.com 

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