Como administrar filhas(os)?!?

Recentemente assisti a uma cena na qual me surpreendeu ao saber que se tratavam de irmãos.

Sei bem como nem sempre é fácil administrar a questão: Filho (a).

Vamos partir do princípio sobre mudanças que a mulher sofre em seu corpo para o desenvolvimento do bebê e por ser um abrigo temporário natural por 9 meses, mas sabemos que pode ocorrer a qualquer momento , ainda existe esse porém que exige um preparo de “emergência”.

Ao termos a notícia da gestação, automaticamente são gerados inúmeros questionamentos internos na mente feminina, e pode ter certeza que são muitos e muitos mesmo.

A mãe começa a preparar a vida externa para o acolhimento do bebê que hoje em dia tem data exata ou prevista de acordo com a mudança da lua, particularmente prefiro a segunda opção, lembrando que existem algumas questões que envolvem esse momento e nem sempre a mulher de fato tem a opção de escolha em suas mãos, é necessário pensar na preservação das duas vidas.

Beleza, o bebê chega e tem sua própria rotina, afinal é ele quem passa a ter o “poder”.

Frágil, sensível e em um ambiente externo, essa adaptação é uma questão pode tirar nosso sono por alguns meses, rsrs, rindo pra não chorar sinto aflição só de lembrar da minha “segundinha” chegou tocando o terror.

Enquanto a primeira era tão calminha, dorminhoca e perdia a hora das mamadas, acrescento mais “preguiçosa” inclusive nos momentos de aleitamento, ela dormia enquanto mamava, uma graça, me sinto saudosa.

Nenhuma gestação é igual a outra e nenhum bebê é igual ao outro, fato!

E vc como mãe, como lida com suas coisas emoções e seus filhos?!?

É uma relação intensa, sem férias, sem aviso prévio, verdadeiramente ininterrupta

Como mãe, sempre tive esse medo de ser parcial com minhas crias.

E escolhi não ter preferência!!

Filhas (os) são “todos iguais”, temos que respeitar suas particularidades não exercer preferências!

Sei que uma é mais atenciosa, a outra é calada e explosiva.

Uma se dispõe a ajudar , a outra se faz de “morta” pra não ter trabalho.

São ímpares e de qualidades e defeitos bem extremos, incomparáveis.

Qualidades e defeitos , como qualquer ser humano tem e lembro são totalmente diferentes em tudo.

Como mãe, não passo a mão na cabeça e chamo a atenção mesmo.

Procuro ouvir, aceito feedback e pondero as informações recebidas, em um grande diálogo mostro o que é válido, tolerável e o que definitivamente não é admissível porque realmente não convém.

Que toda escolha, tem sua consequência e precisamos saber se estamos preparadas ou não para arcar com elas, trabalhe a consciência.

Todos temos muitas opiniões, exerça a escuta, ouça com atenção todos os lados envolvidos e seus respectivos pontos de vista.

Mas lembre sempre quem é a mãe, título inquestionável!!

Irmã(o) é pra ser amiga (o), companheira (o), inseparáveis.

Ficar de mal, só se for por um minuto, temos que ressaltar que irmãos tendem a viverem juntos, independente de sim ou não, então resolvam suas diferenças , conversem , busquem entender o que foi que aconteceu, o que motivou, receba e diga o que não gostou e não façam mais, para manterem a harmonia, é um elo pra toda a vida, independentemente das circunstâncias.

Esse relacionamento é um mistério (irmãos) ….

Apesar de ter , não fomos próximas.

É na família que conhecemos as tendências e as moldamos.

É dever dos pais observarem o comportamento dos filhos e os lapidarem para serem bons uns com os outros e com os que rodeiam.

Não digo que sejam crianças permissivas, mas sim sensatas e amorosas, assim teremos o reflexo de adultos mais gentis.

Falo sempre não admito brigas!!!

Desacordos existem não somos de ferro, mas nada que eternize.

Crianças se estressam , se aborrecem, tem suas preocupações que nós adultos, às vezes, nem imaginamos que elas tenham.

Por isso a importância do diálogo, do lúdico sempre aproxima pais e filhos.

Interação, compreensão, amor, respeito, carinho e paciência, dê todos os seus melhores sentimentos aos filhos e mostre a eles que

“Gentileza gera gentileza!”

Um abraço, ॐ∞